A estaquia é um dos métodos de propagação de plantas mais utilizados. Muitas plantas inclusive só podem ser multiplicadas economicamente através deste método. Ou porque produzem sementes pouco férteis ou porque raramente produzem sementes.
Dentre os métodos de propagação vegetativa, a estaquia é, ainda, a técnica de maior viabilidade econômica para o estabelecimento e plantio clonais, pois permite, a um custo menor, a multiplicação de genótipos selecionados, em curto período de tempo. Além disso, a estaquia tem a vantagem de não apresentar o problema de incompatibilidade que ocorre na enxertia.
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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.

As plantas Suculentas são plantas nas quais a raiz, o talo ou as folhas foram engrossados e úmidas em seu interior, justamente para armazenar água, porque são adaptadas ao crescimento em regiões áridas ou rochosas. Entre elas existem milhares de espécies de plantas suculentas, classificadas em várias famílias. A maioria pertence as aizoáceas, as cactáceas e as crasuláceas, com mais de mil espécies cada uma. Podemos contar com lindas flores, folhagens, forrações e arbustos diversos.

Os Cactos são plantas suculentas, perenes e espinhosas da família das Cactaceae, são adaptados a terrenos e climas com baixa umidade. Algumas espécies confundem-se com a família Euphorbiaceae. São nativos dos desertos das Américas.
Na sua maioria as folhas são modificadas em espinhos, reunidos em um ponto saliente ou deprimido, que constitui a aréola (de onde se originam ramos, folhas, flores, etc.).
As Flores são grandes, andróginas, solitárias ou em inflorescências. O fruto é do tipo baga carnosa com muitas sementes de testa membranácea ou óssea. Em algumas espécies os frutos são considerados cápsula carnosa. Ambos possuem a função de ornamentar, e caracterizar uma região.
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Nome comum – Ripsales
Nome científico – Rhipsalis holviana
Família – Cactaceae
Origem – Flórida, Argentina, África, Madagáscar e Ásia Tropical.
Cuidados – Como outros cactos da floresta, estas plantas necessitam de sombra; demasiadamente expostas ao sol, os caules tendem a ficar avermelhados e a murchar. Exponha-as a luz média e no final da Primavera e durante todo o Verão, coloque-as, se possível, num local à sombra no exterior.
Temperatura – A temperatura ambiente normal é a apropriada a todas as ripsales durante todo o ano, desde que a atmosfera permaneça suficientemente húmida. Para aumentar o grau de humidade, coloque os vasos em tabuleiros com seixos molhados e pendure pratos com água sob os cestos suspensos. Pulverize ainda diariamente estas plantas com um jacto fino de água não calcária, se possível da chuva.
Rega – Nunca se deve deixar secar completamente estes cactos da floresta. Durante a Primavera e o Verão, quando estão numa fase de crescimento activo, regue-os abundantemente, de modo a manter a mistura totalmente húmida, mas não deixe o recipiente dentro de água. No Inverno, em condições de ambiente normais, regue moderadamente as plantas, humedecendo completamente a mistura, mas deixando secar a camada superior de 1 cm entre duas regas. Como as ripsales não apreciam calcário, tente usar sempre água da chuva.
Adubação – Aplique mensalmente, durante todo o ano, um adubo rico em potássio e aumente a frequência da adubação nos períodos de floração, adubando de duas em duas semanas. Logo que aparecerem os botões florais e até os últimos se terem aberto, adube mais frequentemente.
Envasamento e reenvasamento – Para estes cactos é ideal uma mistura à base de turfa. Para proporcionar uma melhor drenagem, acrescente uma parte de areia grossa ou perlite para cada três partes de mistura. Nas plantas colocadas em cestos suspensos, forre o cesto com musgo para reter a mistura. Como têm raízes curtas, as ripsales não necessitam de recipientes muito grandes. Assim, uma planta com caules suficientemente longos para penderem um mínimo de 30 cm pode ser colocada num vaso ou cesto de 8-10 cm. No entanto, reenvase todas as ripsales uma vez por ano, mesmo que não necessitem de um recipiente maior. Retire a mistura velha, limpe bem o recipiente e reenvase a planta numa mistura nova. Pode realizar esta operação em qualquer altura do ano, excepto no meio do Inverno.
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O reenvasamento é necessário para revitalizar e obter novas florações, aliado às regas adequadas e regulares e ao ambiente exigido pelas planta: sol, ou sombra, ou meia-sombra; e, se planta de interior: junto a janela com sol, ou em local de muita claridade sombreada e arejada (ventilada), ou normal, ou pouca.
* – Para sua planta em vaso repetir floradas bonitas e abundantes e/ou continuar crescendo saudavelmente, é necessário mantê-la com saúde, nutrida (adubada) e, se necessário, periodicamente trocar o substrato (terra mistura que é colocada no vaso); processo também chamado de replante ou transplante, quando feito para outro local (vaso, floreira, jardim).
* – Troque para um vaso (recipiente) maior se for planta arbustiva em crescimento. Quanto maior o espaço para enraizamento, maior ficará a planta em folhagem (copada) e em altura.
* – Remova hastes de flores e folhas vencidas. Poda de galhos e ramagens são recomendados no desbaste da planta no replantio, como também, são úteis na formação da sua copagem e no formato desejado.
* – Para soltar, retirar a planta do vaso, proceda como se retirasse pedrinhas de gelo da forma de gelo, acolhendo o tronco/haste/ramos da planta entre os dedos de uma mão ao aparar o torrão, na virada do pote (vaso) pela outra mão.
* – Cuide para não desmanchar o torrão, desenraizando a planta, evitando necessidade de novo enraizamento, que nem sempre ocorrerá.
* – Com os dedos, faca, canivete ou espátula, retire terra cuidadosamente, diminuindo o torrão entre as raízes, sem contudo desintegrá-lo.
* – Ao colocar o novo substrato (terra mistura) no vaso, cubra antes o orifício no fundo do vaso com pedrinhas, cacos sólidos, permitindo o dreno para a saída do excesso de água da rega e reabsorção da água do pratinho.
* – As diferentes espécies de plantas requerem diferentes composições de elementos minerais, químicos e nutrientes no substrato (solo) adequado para o seu desenvolvimento; têm também, diferentes necessidades de umidade (rega), luminosidade (luz) e temperatura (clima).
* – Procure informar-se destas particularidades para melhor cuidar de suas flores e plantas envasadas, mantendo-as vivas e bonitas por mais tempo.
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