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Como mudar em 15 minutos (ou menos) uma decoração com vasos

* Mude de lugar o vaso que tem mais impacto na sua decoração, por exemplo, um vaso grande, ou o que tem a planta mais robusta ou cheia de flores

* Mude a altura a que estão os vasos – suba uns e desça outros. Coloque uns no chão, outros em suportes, ou em cima de vasos de barro grandes, virados ao contrário

* Agrupe-os por cores, mas misture os tons para não ficar demasiado certinho. Se tiver muitas cores, misture uns vasos brancos, ou de barro ou zinco, para integrar melhor as cores

* Coloque elementos decorativos juntamente com as plantas, como pedrinhas decorativas (existem em várias cores), berlindes, cata-ventos, esculturas em metal, figurinhas em arame, placas com nomes…

* Use as paredes e muros – pendure cestos e vasos de parede com plantas trepadeiras

* Vasos vazios também são decorativos, pois mesmo sem plantas contribuem para o ambiente final

* Pinte (ou compre) um vaso em barro com uma cor forte e coloque nele a planta a que quer dar mais destaque.

Dica para mudar de cor de forma rápida: coloque um saco de plástico por cima da planta e ate junto ao pé; cubra a terra com uma folha de jornal e coloque em cima algo para ela não voar; pinte o vaso com tinta em spray (verifique se o tipo de tinta se adapta ao material) e retire o saco de plástico logo que terminar

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Na época do Natal, as coníferas (os pinheiros, tuias, ciprestes, etc.) ganham destaque. Saiba mais sobre elas!

Tuia

O plantio de coníferas no jardim pode garantir um charme todo especial, um ar de bosque perfumado pelo aroma característico de sua folhagem e uma certeza: verde durante o ano todo, pois elas não perdem as folhas nos meses do inverno.
Apesar de não serem originárias do Brasil (com exceção da Araucaria angustifolia), as coníferas adaptaram-se perfeitamente ao solo do país e normalmente desenvolvem-se bem nas condições oferecidas por aqui.
As coníferas podem ser encontradas em seis diferentes famílias vegetais – compreendem quase 50 gêneros, resultando em 500 espécies mais ou menos. É justamente este fato que explica a existência de coníferas com características tão diferentes: árvores praticamente gigantes ou até plantas rasteiras.
Em comum, as coníferas apresentam, pelo menos, dois pontos:

* Folhas em formato de escama, estreitas, duras e pontiagudas.
* São plantas conhecidas como “gimnospermas”. Não produzem flores verdadeiras, mas sim espigas (estróbilos). As espigas-macho abrigam os grãos de pólen, enquanto que as espigas-fêmea contém os óvulos. Da fertilização dos óvulos pelo pólen, surgem os frutos – mais conhecidos como “pinhas” – de formato cônico, apresentando sementes em espiral, abertas e desprotegidas. Foi justamente a forma cônica das pinhas que inspirou o nome coníferas.

Apesar dos pontos em comum, as coníferas apresentam características diferentes entre si, que se revelam na condução de seu cultivo. Algumas se dão bem à meia-sombra, outras exigem sol pleno para se desenvolverem bem. O espaçamento para o plantio também deve ser adequado de acordo com a espécie. (Veja tabela abaixo).

Cultivo – De forma geral, recomenda-se o plantio em covas grandes (40 x 40 x 40 cm) e a adição de 2 litros de esterco de curral bem curtido em cada uma, incorporando bem à terra. Até que as mudas mostrem sinais de desenvolvimento, o ideal é garantir regas freqüentes, especialmente nos períodos secos.
Pragas e doenças não costumam dar preocupações durante o cultivo, principalmente quando as mudas são sadias e de boa procedência. Normalmente, as coníferas são bem resistentes.

Tuias, ciprestes, juníperos, pinheiros…
As tuias – que se tornam muito populares na época do Natal – pertencem à família botânica das Cupressáceas, juntamente com os ciprestes, juníperos e falsos-ciprestes. Algumas espécies de tuias chegam a apresentar tons dourados em sua folhagem durante o verão, dando um efeito decorativo especial na composição de um jardim. As tuias são indicadas para a formação de cercas-vivas.
Os ciprestes, também muito decorativos, são bem resistentes às podas, sendo ideais para a realizaçÃo da topiária (espécie de escultura com a forma das plantas). Quanto aos juníperos, apresentam características diferentes quanto às cores e formatos, dependendo da espécie e variedade, podendo ser usados com muita versatilidade. O Juniperus chinensis, por exemplo, apresenta forma piramidal de grande porte, enquanto que o Juniperus horizontalis pode ser plantado até como forração.
As verdadeiras ” árvores de natal” pertencem ao gênero Cryptomeria, da família das Taxodiáceas. São árvores que podem atingir até 50 metros de altura. O pinheiro-do-brejo (Taxodium distichum) também pertence a esta família, com seu porte em torno dos 40 metros de altura, pode viver centenas de anos.
Na família das Araucariáceas, encontramos a Araucaria angustifolia, conhecida como Araucária Brasil ou pinheiro-do-paraná – a brasileira da família, muito famosa e bonita, com seu formato de “taça”; a Araucaria heterophyla ou Araucaria excelsa, que pode atingir até 60 metros de altura e se desenvolve melhor em regiões quentes, podendo ser cultivadas até no litoral.
O famoso Pinus elliottii, muito usado em reflorestamento e na indústria de papel e móveis, pertence à família das Pináceas e, juntamente com o Pinus aristata e o Pinus canariensis, formam o gênero Pinus, que compreende árvores de porte em torno de 20 a 24 metros de altura. Ainda na família das Pináceas, podemos citar o Cedrus libani ou cedro-do-líbano.

Condições adequadas para cada espécie:

Espécie Clima/Luminosidade Espaçamento
Araucaria excelsa Frio/sombra ou meia-sombra 1×1m
Araucaria angustifolia Frio/sombra ou meia-sombra 1×1m
Pinus elliotti Frio/sombra ou meia-sombra 1×1m
Taxodium disticchum Frio/sombra ou meia-sombra 1×1m
Pinus caribaea Quente/sombra ou meia-sombra 1×1m
Pinus patula Frio/sombra ou meia-sombra 1×1m
Juniperus horinzontalis Qualquer clima/sol pleno 1m
Thuya orientalis (compacta) Frio/sol pleno 1m
Cryptomeria japonica
(Pinheirinho de natal)
Frio/sol pleno 3m
Chamaecyparis Lanwsoniana
(Tuia europa)
Temperado/sol pleno 3m
Chamaecyparis obtusa
(Tuia degenerada)
Frio/sol pleno 1m
Chamaecyparis filisoides
(Tuia pavão)
Temperado/meia-sombra 1m
Juniperus aeuro-variegata
(Tuia francesa)
Frio/sol pleno 1m
Juniperus glauca
(Tuia prata)
Frio/sol pleno 1m
Thuya occidentalis var. pendula (Tuia pendula) Temperado/sol pleno 1m


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helleborus

Flores lindas em formato de chávena, e folhagem sempre verde, serão a alegria do jardim desde o inverno à primavera.

Pertence a família Ranunculaceae e é originária  das zonas montanhosa dos Alpes e  Apeninos. De crescimento lento produzem bonitas flores brancas.

Luz: Sombra total a parcial, a sol parcial.

Floração: Meados do inverno à primavera

Tamanho: 18 a 24 polegadas de altura e largura

Conselhos de crescimento: Cubra com matéria orgânica na primavera, e ponha adubo em volta da planta para manter a umidade.

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orquídea

Se quiser mantê-la dentro de casa enquanto estiver em flor, coloque-a em local bem iluminado, fora do sol direto, e regue só quando o substrato começar a secar. Após a floração, não a deixe esquecida num canto do jardim.

Enquanto espera pelo próximo período de florescimento, tome estes cuidados com sua manutenção, aplicáveis á maioria das orquídeas:

Você deve
* Procurar saber seu nome no caso de ela não ter etiqueta de identificação. Conhecendo o gênero e a espécie a que ela pertence, fica fácil saber os cuidados específicos que ela requer.

* Conservá-la à meia sombra, se possível em local com sol pela manhã: sob telados de sombrite a 50% copa de árvores, ripados, varandas, etc.

* Mantê-la em local arejado e fresco, fora de corrente de vento. A maioria aceita temperaturas em torno dos 25o C.

* Regar nas horas mais frescas do dia e só quando o substrato secar.

* Adubar plantas adultas com fertilizante tipo NPK 20-20-20, plantas em formação com NPK 30-10-10e, para incentivar a floração, NPK 10-20-30, respeitando as dosagens recomendadas na embalagem.

* Eliminar pulgões, cochonilhas e outras pragas manualmente ou borrifar as folhas com produtos específicos, aplicar fungicida não tóxico contra doenças por fungos e bactérias, como manchas nas folhas e apodrecimento de brotos.

Você não deve
* Regar de mais nem manter pratos com água sob o vaso. – Água em excesso causa mais danos que sua falta. – aplicar doses de fertilizante superiores as recomendadas pelo fabricante – transplantar durante o período de florescimento

* Para saber mais sobre o cultivo de orquídeas, informe-se junto a orquidários e associações orquidófilas de sua cidade ou ainda, adquira revistas e livros especializados. Gostando da experiência, adquira outras orquídeas com florescimento em diferentes épocas do ano e tenha sempre uma flor, alegrando sua casa.

* Se você pretende começar uma coleção de orquídeas, mas não tem muita experiência, escolha inicialmente as de cultivo mais fácil, como Paphiopedium, Oncidium ou híbridos de Cattleya, Dendrobium e Laellia. Os híbridos, além de serem bastante resistentes, podem florescer em alguns casos até duas vezes por ano.

* Cuidado ao pronunciar o nome científico da sua orquídea. Devido a sua origem latina ou grega, a correspondência de sons é a seguinte: ph-f; ae-e; ch-k; oe-e; x-cs. Assim, Phaleanopsis soa “Falenópsis”; Oncidium marchalianum soa Oncidium “markalianum”; Coelogyne cristata soa “celogine” cristata; Maxillaria serotina soa “Macsilária” serotina.

girassóis

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