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caracol02

Quem costuma passar férias no campo ou mesmo no litoral em casa com jardim, deve ter notado a ocorrência de lesmas e caracóis em atividade no período noturno. Algumas pessoas devem ter se deparado também, com caramujos gigantes, provavelmente da espécie Achatina fulica, que foi introduzida no país e tornou-se uma praga.

Os moluscicidas a base de metaldeído funcionam satisfatoriamente para o controle tanto das lesmas quanto dos caracóis, desde que corretamente utilizados. Por isso, deve-se ler atentamente o conteúdo do rótulo.

O metaldeído é perigoso para organismos aquáticos e não deve ser aplicado em terrenos agrícolas adjacentes a cursos de água, além de ser perigoso para as faunas doméstica e selvagem. Desta forma, animais domésticos devem ser impedidos de acessar a área controlada por uma semana.

A utilização de porta iscas, como pratinhos de vasos com telha por cima para que as iscas sejam ali depositadas, impede que a isca fique umedecida, tome chuva ou mesmo impede que animais entrem em contato com ela. Não se deve utilizar os caracóis mortos na alimentação humana ou animal, pois estão contaminados.

Para as infestações mais baixas, onde poucos organismos são visualizados, recomenda-se a utilização de cascas de legumes e frutas, bem como folhas de verduras, dispostas em folhas de jornal, ao entardecer. Antes de o sol nascer, deve-se ir até o jardim ou horta e coletar as lesmas e caracóis presentes no alimento e desprezá-los.

Estopa embebida em cerveja também é um bom atrativo e o mesmo procedimento acima descrito deve ser aplicado.

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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PlantaSonya - Caramujos

caramujo

Quarenta e cinco mil! Este é o número de espécies de caramujos, caracóis e lesmas, espalhados no Planeta. Os cientistas chamam de gastrópodas. E dizem que eles pertencem ao filo Mollusca, ou seja, ao grande grupo de moluscos.

O nome é perfeito: mollis, em latim, significa mole. E assim é a estrutura destes bichos. Basicamente, o corpo é composto pela cabeça, uma massa visceral e um pé… que sai da altura do seu abdômen. Tudo recoberto por uma pele bem fininha. Para completar, tem a famosa concha. É a sua defesa. Diante de um perigo, o caramujo se recolhe todo nela.

Os cientistas estimam que os moluscos surgiram há mais de 400 milhões de anos, no período Cambriano. Hoje, enquanto a lesma e o caracol vivem na terra firme, a maioria dos caramujos vive no mar, instalando-se nas praias ou nas águas rasas. Suas conchas são a alegria das crianças e dos colecionadores, que as buscam nos passeios à beira do mar. Mas tem espécie de caramujo que vive a cerca de dez mil metros de profundidade. E tem as espécies de água doce, bem como as de água salobra.

Qualquer caramujo tem dois pares de tentáculos e uma única boca. Num desses pares, ele tem seus olhos. Como todos moluscos, o caramujo é hermafrodita, quer dizer, possui órgãos sexuais masculinos e femininos. Mas precisa de um parceiro para se reproduzir.

Nosso amigo costuma ser herbívoro, mas alguns comem outros moluscos. Seus inimigos são alguns outros animais, principalmente o homem. É que este bichinho é apreciado como regalia, sobretudo na culinária européia.

Uma curiosidade: em geral moluscos não chegam a 5 centímetros de altura. Mas o menor deles mede só um milímetro. Já na Austrália, tem uma espécie que alcança 45 centímetros.

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bromélia

Regras para o plantio correto:
1. Não enterre demais as bromélias, mantenha a base das folhas acima do solo.
2. Não use um vaso muito grande, pois há perigo de umidade excessiva nas raízes.
3. Não permita que a planta fique “balançando”, fixe-a bem, pois isto poderá danificar o tenro desenvolvimento das novas raízes. Estaqueie a planta se necessário, até que as raízes estejam bem desenvolvidas.
4. Coloque sempre uma boa camada de cacos de telha ou pedriscos no vaso, que deve ser sempre furado nas laterais ou no fundo.

Regas: As bromélias gostam de ter suas raízes molhadas, mas sempre de forma bastante moderada, o mais importante é molhar as folhas e manter sempre o tanque central com água.

Quando a temperatura ambiente estiver muito alta, borrife com água as folhas, mas nunca sob luz solar direta e nas horas mais quentes do dia. Plantas de folhas macias apreciam ambiente mais úmido do que plantas de folhas rígidas.

Neoregelia Sheba

Luminosidade
Bastante claridade em luz difusa é a condição preferida pela maioria das bromélias. Em geral, plantas com folhas rígidas, estreitas e espinhentas, tal como folhas de cor cinza-esverdeada, cinza, avermelhada ou prateada, gostam de maior luminosidade durante maior período de tempo, em alguns casos até mesmo sol pleno.

Plantas de folhas macias, de cor verde ou verde-escura, apreciam locais com menor intensidade de luz, mas nunca um local escuro. As Nidulariuns requerem pouca luz, enquanto as Neoregelias se encontram no outro extremo.

O intenso e atraente vermelho translúcido encontrado em muitas Neoregelias desaparece quando a planta é transferida para um local de menor luminosidade. Como sintomas de pouca luminosidade, as plantas apresentam folhas escuras ou pobres em cor, freqüentemente macias, caídas e bem mais longas que o normal (estioladas). Como sintomas de excesso de luz, temos folhas amareladas, com manchas esbranquiçadas, ressecadas e até com verdadeiras queimaduras.

Adubação: As bromélias devem ser adubadas com muito critério. São extremamente sensíveis e absorvem os nutrientes com muita facilidade pelas folhas. Use um adubo químico de boa qualidade. Adube semanalmente durante os meses de maior intensidade de luz e calor (de agosto a abril). A

relação NPK de 2-1-4 com traços de Magnésio parece ser ideal. O Boro (Bo) deve ser evitado por causar queimaduras nas pontas das folhas, o que também ocorre no caso do excesso de Fósforo (P). Cuidado com o Cobre (Cu) que, mesmo em muitas pequenas quantidades, mata a planta. A quantidade de adubo foliar recomendada é de 0,5 g/litro de água usada em aspersão, de qualquer forma nunca supere 2 g/litro.

Temperatura e Umidade: As bromélias são plantas tipicamente tropicais, portanto, a maioria aprecia temperaturas elevadas e bons índices de umidade associados a local muito ventilado. As Guzmanias são as que menos apreciam temperaturas altas, e as Tillandsias as mais exigentes em arejamento, enquanto Vrieseas e Nidulariuns gostam de locais com bastante umidade.

Pragas e Doenças: As bromélias, apesar de muito resistentes, são suscetíveis a pragas, fungos e doenças como todas as plantas, porém são muito sensíveis a fungicidas e inseticidas, pois absorvem esses produtos facilmente com seu metabolismo.

Para combater cochonilhas e pulgões, utilize uma solução de fumo diluída em água. Retire as pragas com uma escova de dentes. Para combater os fungos, utilize uma esponja macia e úmida, com sabão de coco dissolvido em água. Nunca utilize fungicidas à base de Cobre, como a calda bordalesa – lembre-se que o Cobre mata as bromélias.

bromelia-flor

As bromélias são, com freqüência, atacadas por lesmas e lagartas. Tente eliminá-las manualmente. Caso necessite aplicar algum inseticida, o mais tolerado é o Malatol, cuja dissolução deve ser feita pela metade do indicado na embalagem. Lembre-se que a principal causa do ataque de pragas é o desequilíbrio ecológico.

Convém lembrar, ainda, que as bromélias são plantas extremamente sensíveis ao ar enfumaçado ou poluído, pois absorvem elementos nocivos, depositados na água do cálice.

Floração: As bromélias florescem somente uma vez durante seu tempo de vida. Após a floração, a planta geralmente desenvolve uma brotação lateral que substituirá a planta que irá morrer. As bromélias atingem a maturidade e florescem em diferentes idades – de meses a dezenas de anos, dependendo da espécie e condições do ambiente, respeitando sempre uma determinada época do ano.

Muitas vezes, uma planta não floresce em razão da falta de luminosidade ou outro fator ambiental como, por exemplo, a temperatura. Por outro lado, uma brusca mudança do ambiente pode provocar a floração numa planta adulta.

Aechmea fasciata

A planta sente-se ameaçada e o instinto de preservação da espécie desencadeia a floração com a finalidade de gerar sementes e brotos laterais: tudo isso para assegurar a sua preservação.

Dependendo da espécie, algumas plantas apresentam inflorescência extremamente exuberante, podendo ser de longa duração. Algumas duram meses, como Aechmea fasciata e a Guzmania denise, outras são breves, duram dias, como muitas das Billbergias.

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girassol

O girassol apresenta raiz profunda, que desce perpendicularmente ao solo, chegando a medir quase de 1 metro e meio de profundidade. A planta, de porte herbáceo, atinge cerca de 3 metros de altura.

As variedades miniaturas atingem no máximo 1 m. As flores do girassol, reunidas em inflorescência característica, são chamadas de capítulo. O receptáculo floral que contém o capítulo pode ser côncavo, convexo ou plano, sendo mais comum a forma plana.

No capítulo, existem as flores femininas e as hermafroditas. Sob a regência da natureza, nas flores hermafroditas, os órgãos masculinos abrem antes que os femininos, sendo que há um intervalo de 5 a 10 dias, nos quais deve ser feita a polinização. Por isso, há a necessidade da presença de insetos polinizadores, como abelhas, por exemplo, pois o índice de polinização por outros meios é muito baixo.

O cultivo do girassol não apresenta muitos segredos, basta observar alguns detalhes:

* O local deve ser bem ensolarado com, no mínimo, 4 horas de sol direto, todos os dias;
* Por ser uma planta anual, recomenda-se o replantio a cada ano;
* O solo ideal para o plantio deve ser composto de: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia, tudo bem incorporado;
* Recomenda-se regar sempre que o solo apresentar-se seco. Se a planta for cultivada em vaso, observar que a superfície do solo não deve apresentar-se totalmente seca;
* Adubações periódicas garantem uma planta saudável e floração abundante;
* Quanto às pragas e doenças, dificilmente o girassol apresenta problemas, mas recomenda-se a observação constante, pois a proximidade com outras plantas pode favorecer a transmissão. Em alguns casos pode ocorrer ataque de lagartas, mas, se eliminadas logo no início do aparecimento, não causarão maiores problemas.

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