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plantas medicinais
Os benefícios das plantas medicinais (fitoterápicas) são muitos, comprovados pela sabedoria popular e pela ciência. Porém, como qualquer medicamento, é preciso critérios na hora do uso. Para a troca de experiências e informações, a Copérdia, a Epagri, a Pastoral da Saúde e a Prefeitura de Concórdia realizaram na quinta-feira, 14, o I Seminário do Alto Uruguai Catarinense de Ervas Medicinais no Pavilhão Cinqüentenário.

Uma das palestrantes do encontro, a produtora e pesquisadora Cecília Cipriano Osada, alerta que as plantas, mesmo sendo medicamentos naturais, têm contra-indicações e efeitos colaterais. O ginkgo biloba, por exemplo, ativa a circulação sangüínea e não pode ser usado por quem acabou de fazer uma cirurgia. Já alguns tipos de chás, se tomados em excesso, podem causar sobrecarga nos rins ou efeito tóxico no organismo.

A forma de preparar as plantas fototerápicas também é importante, pois pode anular o efeito das mesmas. A hortelã, se fervida, perde seus princípio ativo. Ao contrário, a canela só libera substâncias benéficas na fervura. A forma de colheita e armazenagem é importante. Nunca se deve utilizar plantas que crescem na beira das estradas, pois essas estão carregadas de metais pesados. O mesmo vale para áreas próximas a lavouras tratadas com agrotóxicos.

Há ainda muita confusão na classificação dessas plantas. A nomenclatura popular varia em cada região é há muitas variedades semelhantes, apesar de não serem indicadas para o mesmo fim. Um desses casos é o alecrim, que tem uma variedade altamente canforada, indicada apenas para uso externo. Confusão semelhante acontece com a erva cidreira, a espinheira santa ou o boldo.

Cecília afirma que o Brasil é o país com o maior potencial no mundo para desenvolvimento de remédios a partir de plantas bioativas. Porém, faltam políticas públicas de incentivo ao uso correto dessas plantas, bem como sua produção comercial e a preservação das matas, onde há muitas plantas úteis ainda a serem descobertas.

De acordo com o pesquisador da Epagri de Itajaí, Antônio Amaury Silva Júnior, a pesquisa científica sobre ervas medicinais é baseada no conhecimento popular. Em muitos casos, o cientista apenas confirma o que o povo já sabe. Em outros, corrige algum erro, seja na indicação ou na forma de uso. “Se a ciência tivesse que ir na mata e fizer a investigação de cada planta isoladamente, seria praticamente impossível, pelo tempo e pelo custo. Hoje a ciência vai buscar o conhecimento básico popular”, afirma, e completa: “na flora mundial, apenas 2% é conhecida de fato. Então, 98% tem que ser descoberta ainda, existem muitos segredos a serem desvendados”.

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


aniz estrelado
Você precisa de:
Areia de rio – quantidade necessária
Sementes de anis estrelado – quantidade necessária

Passos:
1 – Escolha um setor ensolarado do seu jardim e prepare o terreno para o anis estrelado ser plantado;
2 – Espalhe um balde de areia de rio por metro quadrado de terra, revolvendo com uma pá de bico. Este tipo de anis precisa de um solo arenoso com boa drenagem;
3 – Coloque duas ou três sementes em um buraco de não mais de 3 cm de profundidade. Se você quiser obter mais plantas, use mais sementes em mais buracos distantes 20 cm entre si;
4 – Regue diariamente com regador. Em 30 ou 40 dias já terão nascido mudas similares à salsa (as duas espécies pertencem à família das umbelíferas);
5 – Na primavera, quando começam as primeiras chuvas, é época de floração e depois virão os frutos em forma de estrela, que dão o nome à espécie;
6 – Quando os frutos estiverem completamente maduros, colha-os com os folículos. Nesta etapa a planta alcança uma altura de 40 a 50 cm;
7 – Coloque os frutos sobre um papel absorvente em um lugar seco e na sombra. Durante o processo de secagem as temperaturas não devem ser muito altas;
8 – O anis estrelado pode ser utilizado para temperar ou aromatizar comidas e bebidas. Em infusões e dissolvido em água fria quando triturado, tem usos medicinais.

Importante:
* A época ideal para semear o anis estrela é no final do inverno.
* Não confunda o fruto de anis estrela (Illicium verum) com a badiana-do-japão (Illicium religiosum), que é venenosa.

Em seu habitat, nos bosques tropicais do sul da China e norte do Vietnã, a árvore da badiana ou badiana-de-cheiro, que pode chegar a 9 metros de altura, tem folhas elípticas, relativamente côncavas e as flores variam de amarelas a vermelhas.

Já a estrela lenhosa que conhecemos é o fruto de coloração marrom, com 5 a 8 pontas que, por uma fenda, deixam aparecer as sementes lisas e brilhantes. Ambos podem ser usados pra aromatizar, sendo que as sementes são mais suaves.

Na medicina popular a espécie é empregada há séculos para tratar problemas de falta de apetite, dispepsias, gastrites, enterites, flatulência, espasmos gastrointestinais e problemas respiratórios, sendo que a atividade expectorante já foi comprovada cientificamente.

Uma de suas substâncias principais é o anetol, que tem atividade antimicrobiana e antifúngica, mas tem também apresenta hidrocarbonetos, linalol e cineol. Bebês e mulheres grávidas devem consumir com cautela. Já como especiaria aromatizante é empregada principalmente em infusões e na preparação de licores.

Pratos feitos com ela podem ser provados em restaurantes chineses, que usam o tempero em carneiros, porcos e aves. Além de ser ingrediente da famosa mistura de especiarias em pó (cinco-especiarias: pimenta de Sechuan, cássia ou canela, canela, erva-doce e anis estrelado), aromatiza vários tipos de pratos salgados, doces e chás.

Em pó, pode ser usado também para dar aroma a pães doces e salgados, conservas, compotas, doces, frutas e tortas. Combina bastante com chocolate quente, bolo de chocolate e bebidas como chás, infusões, leite, café, licores e xaropes.

Dá sabor especial se adicionado em pequena quantidade em pratos a base de peixes e frutos do mar, principalmente caldeiradas e caldos.

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A arte do bonsai nasceu na China e chegou ao Japão junto com a difusão do Zen-budismo, filosofia que valoriza a contemplação e o amor à natureza. Seus adeptos acreditam que, quanto mais energia a pessoa economiza, mais ela poderá viver. O cultivo do bonsai segue esta idéia. Mantidas pequenas, as árvores diminuem sua atividade preservando, assim, o seu esplendor

Mas um bonsai não deve ser reconhecido somente pelo tamanho reduzido. A naturalidade é a sua máxima característica, ou seja, ele deve ter o mesmo aspecto e proporções de uma árvore adulta. Para conseguir este resultado é preciso respeitar a sua natureza e selecionar uma espécie adequada, já que as flores e os frutos não diminuem, somente os galhos e o tronco podem ter seu tamanho reduzido por meio das sucessivas podas. Isso quer dizer que nem todas as espécies servem para fazer um bonsai. É o caso, de abacateiros e outras espécies que têm frutos graúdos.

Além da poda, todos os galhos devem ser amarrados. A amarração é uma técnica utilizada para dar o formato desejado à planta. De acordo com a espécie e os cuidados que ela exige, a formação de um bonsai pode levar décadas.

Apesar da técnica exigida, o cultivo do bonsai é um dos hobbies que mais cresce no mundo. O ser humano está precisando de contato com a natureza e consigo mesmo. O bonsai faz essas aproximações. Cultivar um bonsai significa ter dedicação. Ele precisa de ar livre e muita luz natural, uma varanda iluminada na maior parte do dia já ajuda, e rega diária. Se você pretende dominar a técnica, um curso sobre o assunto é essencial. Mas, se a intenção é apenas ter um em casa, compre a muda de um produtor experiente e procure o acompanhamento de um bonsaísta na época das podas.

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bonsai1

Por que se tem que adubar – Todos comemos diariamente. Os alimentos são imprescindíveis para a vida. As plantas alimentam-se dos sais nutritivos que extraem do solo. Os Bonsai, como vivem em vasos pequenos, podem chegar a consumir todos os elementos nutritivos que há na terra. Temos que ir repondo por meio de adubos os elementos que a planta consome.

Quando se tem que adubar – É preciso adubar principalmente nos momentos de forte crescimento da planta: na primavera e no fim do verão. Para evitar crescimentos desmesurados, ao contrário de outros cultivos, costumamos adubar os Bonsai mais no outono (fim do verão) do que na primavera.

Como se deve adubar – É preciso adubar a planta sem sobressaltos. É muito melhor adubar em pequenas quantidades mas freqüentemente, do que fazê-lo em excesso e de tempos em tempos. Não se deve esperar portanto que a árvore chegue a ficar fraca e amarelada para voltar a adubar.

Quais são os melhores adubos – Há dois tipos diferentes de adubos para os Bonsai: os adubos líquidos e os sólidos.

0 adubo liquido dissolve-se na água de regar ou aplica-se com a água de pulverização por cima das folhas. É rápido e limpo, não produz cheiros desagradáveis, são fáceis de aplicar.

0 adubo sólido coloca-se sobre a terra do vaso de maneira uniforme, evitando colocar ao lado do tronco das árvores. É de longa duração, não queima as plantas, melhora muito a terra dos Bonsai.

Quando não se deve adubar – Não devemos adubar no inverno nem durante os períodos de calor extremo do verão. Tal como nós, que quando adoecemos vamos ao médico, e não pretendemos curar-nos a base de comer mais, não devemos querer curar os Bonsai doentes, adubando-os. Primeiro é preciso ver qual é a causa da doença e fazer o tratamento adequado. 0 adubo virá quando a planta comece a refazer-se. Pelo mesmo motivo não devemos adubar os Bonsai recém transplantados ou que ficaram secos por um descuido.

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