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Triplaris brasiliensis

Descrição: Árvore originária do Brasil, dióica, de tronco oco e retilíneo, alcançado de 10 a 20 m de altura, conforme a espécie. Ramagem formada por folhas grandes, simples, alternas, dispostas ao longo do tronco, produzindo copa colunar ou cônica.

Inflorescências masculina ou feminina, terminais, densas, ramificadas; as femininas, vistosas na cor vermelho-rósea e as masculinas, discretas, na cor creme.

Uso paisagístico: Árvore com notável qualidade ornamental, devido à forma da copa colunar e floração exuberante (planta feminina), além de apresentar crescimento rápido, sendo largamente empregada no paisagismo.

Ideais para plantio em ruas mais estreitas, assim como nas composições de plano de fundo, delimitando espaços, ou ainda, guarnecendo fachadas de edifícios ou construções mais altas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Conhecida como grama-pelo-de-urso, própria para locais sombrios, embora se adapte no sol, também. Não aguenta pisoteio.

Nome popular: Grama-preta
Nome científico:
Ophiopogon japonicus.
Família:
Liliaceae.
Origem: China e Japão.

Observações: Herbácea estolonífera, acaule, perene, com 20 a 30 cm de altura, com folhas finas verde-escuras. Ocorrem também as formas variegadas, de folhas verde-amareladas, bem como a anã, de porte muito baixo, ambas ainda pouco difundidas.

Nas condições normais de cultivo em nosso país, a planta não apresenta florescimento.

Cultivo: É utilizada como bordaduras e em substituição à grama, como o nome popular indica, mas não suporta pisoteio, tratando-se realmente de uma forração, tanto para a sombra como para pleno sol.

Ao contrário do gramado, não requer cortes, porém o cultivo deve ser feito em terra enriquecida com húmus, com boa drenagem.

Multiplica-se facilmente por divisão das touceiras em qualquer época do ano.

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Chlorophytum orchidastrum

Nome Científico: Chlorophytum orchidastrum
Nome Popular: Lumina, Clorofito Fire Flash, Clorofito Lumina
Origem: África
Ciclo de Vida: Perene

A lumina é uma planta herbácea que se destaca pelo colorido incomum da folhagem. Ela alcança cerca de 30 a 40 cm de altura, com largas folhas em roseta, que crescem de um rizoma carnoso.

As folhas são o principal atrativo desta planta. Elas são largas e longas, com o limbo verde escuro e fosco e uma longa e grossa nervura central, de brilho translúcido e cor creme-alaranjada. A inflorescência, de importância ornamental secundária, apresenta haste avermelhada, com cerca de 50 cm, e pequenas flores brancas.

A lumina é uma planta tropical e chamativa. Sua exuberância pode ser apreciada em interiores bem iluminados, próximo às janelas, mas sem o sol direto, que poderia queimar suas preciosas folhas.

Além dos vasos, a lumina também pode ser cultivada no jardim, isolada ou em pequenos grupos, em locais com luz filtrada, protegida pela sombra das árvores ou pelo sombrite. O exotismo desta planta é valorizado em jardins tropicais e contemporâneos.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em substrato drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. Rústica, a lumina não necessita de cuidados especiais.

Ela aprecia o calor e a umidade tropicais e pode ser cultivada em estufas nos países de clima temperado. Não necessita podas, bastando remover as folhas mortas.

Adubações orgânicas leves e replantio bienal na primavera são suficientes para o desenvolvimento de uma folhagem vibrante. Multiplica-se por divisão das touceiras e rizomas, por ocasião do replantio.

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ÁRVORE sapucaia

Sapucaia (Lecythis pisonis), fotografada no Eixão Norte, em Brasília, Brasil.
A Sapucaia é uma árvore que está em extinção. Nos dias atuais, a maioria é cultivada em viveiros.
Ela passa por fases em que muda de forma e cor durante o ano. Depois de ficar despetalada, revigora-se tomando uma cor verde que, aos poucos, vai se transformando nesta cor Vermelha-vinho, para, em seguida, tornar-se uma árvore com as folhas meio que douradas.

Nome popular: castanha-sapucaia; cumbuca-de-macaco
Nome científico: Lecythis pisonis Camb.
Família botânica: Lecythydaceae
Origem: Brasil – Floresta Pluvial Atlântica

Características da planta: Árvore de até 30 m de altura e tronco que pode atingir I m de diâmetro, copa densa. Folhas caracteristicamente róseas quando jovens, verdes posteriormente Flores grandes de coloração lilás arroxeada. Florescem em abundância no meses de setembro a outubro.

Fruto: Arredondado, casca rígida e espessa de coloração castanha. Quando 222 maduros abrem-se na porção inferior, através de uma característica “tampa”, liberando as sementes (castanhas) comestíveis e saborosas. Frutifica nos meses de agosto a setembro.

Cultivo: Propaga-se por sementes. Caso o fruto seja colhido antes da maturação, deixá-lo ao sol para que se abra e libere as sementes. Necessita de solo argiloso, rico em matéria orgânica e sombreamento.

Pelo nome de sapucaia é conhecido, no Brasil, um grande número de árvores que pertencem à família botânica das Lecitidáceas, a mesma à qual pertence a imponente castanheira-do-brasil ou castanheira-do-pará.

Em sua maioria, as sapucaias caracterizam-se pela peculiaridade de seus frutos. Na forma de urnas, de casca dura e de aparência lenhosa, estes encerram uma boa quantidade de amêndoas comestíveis e muito apreciadas, que se espalham pelo mato quando, um a um, os frutos amadurecem e, espontaneamente, seus opérculos se desprendem.

As sapucaias e seus frutos, nativos da terra, já eram bastante conhecidos e aproveitados pelas populações que habitavam o Brasil na época da chegada dos primeiros europeus, no século XVI. Estes, por sua vez, sentiram-se atraidos pelas qualidades da planta – útil, exótica e ornamental – e impressionaram-se com suas peculiaridades, tendo fornecido interessantes descrições e detalhamentos de sua conformação.

De acordo com Eurico Teixeira, o viajante Pêro de Magalhães Gândavo descreveu os frutos das sapucaias como grandes cocos muito duros, repletos de castanhas doces e extremamente saborosas. Para ele, esses frutos não parecem criados pela natureza, e sim por algum “artifício de indústria humana” uma vez que suas bocas, voltadas para baixo e cobertas por “capadoiras” que caem sozinhas, permitem que também as “castanhas”, tranqüilamente, possam cair e se dissipar.

As amêndoas aromáticas e oleaginosas da sapucaia podem ser consumidas cruas, cozidas ou assadas, constituindo-se em excelente alimento. Podem substituir, em igualdade de condições, as nozes, amêndoas ou castanhas comuns européias, prestando-se como ingrediente para doces, confeitos e pratos salgados.

A sapucaia é árvore característica da floresta pluvial atlântica, ocorrendo desde o Ceará até o Rio de Janeiro, particularmente freqüente no sul da Bahia e no norte do Espírito Santo. Pode ser também encontrada, em estado nativo, na região amazônica. Em alguns casos, na alta floresta, a árvore apresenta a magnitude da natureza que a gerou, alcançando mais de 30 metros de altura.

Quando chega a época da floração, verdadeira festa para as abelhas, a sapucaia se transforma: todo o verde da árvore fica encoberto por uma capa cor-de-rosa, um belo espetáculo propiciado pela conjunção das flores arroxeadas e cheias de aroma perfumado, que tomam a copa da árvore com as folhas novas, que também nascem coloridas de rosa ou lilás.

Aos poucos, as folhas vão ficando esverdeadas e os frutos vão tomando a sua forma característica. Vazios, os receptáculos das amêndoas são transformados pelo homem em objetos de uso e de ornamento: cumbucas, caçambas, vasos, potes, pratos, marmitas e o que mais for preciso.
As amêndoas são muito apreciadas.

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