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forracao

Plantar forrações é um modo prático de usar todo o espaço do seu jardim.

As forrações se alastram rapidamente. Jardins já formados geralmente têm forração de sobra, pois essas precisam ser desbastadas ou podadas.

Veja se um vizinho que tenha jardim ou um jardineiro do parque podem encher um saco de lixo grande com brotos de gengibre silvestre, epimedium ou pachysandra para você. Você economizará um bom dinheiro, se comparado à compra de mudas numa loja de jardinagem ou à contratação de um paisagista para fazer o trabalho.

As plantas para forração devem ser homogêneas e densas. Algo que facilita é colocá-las inicialmente em um espaçamento regular. Comece preparando o solo como faria em qualquer canteiro de jardim. Use depois uma tela ou grade com aberturas regularmente espaçadas em intervalos de 10 cm (ou outro tamanho se for apropriado) para ajudar a distribuir as plantas. Para facilitar e ter um plantio sem problemas, considere as dicas abaixo.

* Use lonas próprias para jardim em vez de plástico para reduzir as ervas daninhas em grandes áreas de plantio. As lonas para jardim têm poros que permitem o movimento livre do ar e da água, o que é uma grande vantagem sobre o plástico impermeável. Coloque a lona antes de iniciar o plantio e, então, corte buracos no tecido. Plante a forração nos buracos. Depois de estarem cobertas com matéria vegetal em decomposição, as lonas de jardim impedem a luz de atingir o solo, o que interrompe a germinação da maioria das sementes de ervas daninhas.
* Quando for plantar forrações sobre uma área inclinada, use sacos de juta para firmar a terra descoberta. Isso evitará a erosão enquanto a cobertura de solo estiver se estabelecendo. Você deve usar pinos para prender a juta firmemente no solo, de modo que ela não seja arrastada quando a chuva deixar o solo pesado e molhado. Corte aberturas modestas na juta e plante uma forração em cada uma.

Assim que a forração criar raízes fortes e for capaz de impedir a erosão no solo ao redor, você poderá, gradualmente, alargar as aberturas e permitir que se espalhem, até preencher todo o barranco.

* Coloque as mudas de forração no lugar usando uma tela estendida sobre o canteiro para ter um plantio mais fácil e rápido. As aberturas regularmente espaçadas ajudarão você a coordenar a distância sem precisar de uma fita métrica.
* Ajude as forrações se espalharem mergulhando os ramos à medida em que crescem. Esse processo encoraja a formação de raízes nos ramos enquanto eles estão ainda ligados à planta-mãe.

Forrações como as do gênero Pachysandra formam raízes facilmente, apenas cobrindo as porções nuas do caule com terra e mantendo-o úmido.

Para as forrações mais difíceis de enraizar, como a fortuna, você pode remover um pequeno pedaço da casca do caule na base e tratar a abertura com hormônio para enraizamento antes de cobrir o caule com terra.

* Espalhe redes ou lençóis velhos sobre as forrações no outono, quando começarem a cair as folhas das árvores. Pode ser difícil limpar folhas de forrações muito densas. Por outro lado, deixar que as folhas fiquem sobre as forrações e cubram o canteiro criará condições que não são saudáveis. Se você se planejar antes que as folhas caiam, poderá juntá-las todas de uma vez e manter as forrações limpas.
* Apare as forrações que foram queimadas pelo inverno para que se rejuvenesçam. Se um inverno rigoroso deixar as espécies sempre-verdes de folhas largas marrons e feias, não perca as esperanças. Há uma boa chance de as raízes ainda estarem vivas e rebrotarem verdinhas assim que vier a primavera. Ceifar as folhas velhas libera espaço para as folhas novas e mantém o canteiro bem arrumado.

Usando gramíneas ornamentais – As gramíneas ornamentais acrescentam encanto a qualquer jardim. Com sua exibição de cores, texturas e tamanhos, as gramíneas ornamentais tornam o local atraente durante todo o ano. Elas até se tornam animadas quando o vento vira suas folhas para dentro e para fora. Somente a imaginação limita seu uso no jardim. Em uma pequena área ou em um plantio extenso, as gramíneas podem ser usadas para ocultar, evidenciar, enfocar um ponto ou emoldurar uma vista. Como as gramíneas são encontradas em todo o mundo, você certamente encontrará uma variedade que se adéqüe as suas necessidades decorativas e culturais.

Do mesmo modo que as gramíneas para gramado, as ornamentais são classificadas como gramíneas para as estações frias e gramíneas para as estações quentes. Muitas das ornamentais são perenes, mas algumas são tão frágeis que são tratadas como anuais. As de tempo frio crescem ativamente durante os períodos frios do ano. Algumas, inclusive, permanecem verdes durante todo o inverno. Antes que as gramíneas de tempo quente comecem a dar sinais de vida após ficarem dormentes, as de tempo frio começam um crescimento rápido e viçoso. Elas brotam no início da estação. Quando a paisagem congela, a folhagem e as inflorescências ficam com um tom dourado e continuam a oferecer uma bela visão ao longo do inverno.

As gramas de tempo quente permanecem dormentes durante todo o inverno. Quando o tempo e o solo se aquecem o suficiente, elas crescem rapidamente. Elas passam bem sem grandes cuidados, exceto por um corte anual no fim do inverno. Elas brotam em dias longos e quentes e, depois de formadas são tolerantes à estiagem. A maioria requer uma longa estação de crescimento para florescer no final do verão e durante o outono, quando muitas plantas perenes do jardim já deixaram de florescer.

As gramíneas ornamentais são também agrupadas de acordo com a maneira como crescem. Algumas gramíneas formam moitas densas, enquanto outras se alastram através de estolhos ou rizomas. As moitas de gramíneas são mais fáceis de usar a menos que você disponha de um espaço ilimitado para elas.

Essas moitas ficam no lugar onde são plantadas, mas é preciso dar a elas espaço amplo para crescerem. Determine as necessidades de espaço de cada variedade e espere que uma gramínea bem cuidada amadureça em três anos. As que se alastram invadem mais rapidamente o espaço de outras plantas vizinhas, a menos que sejam plantadas em uma área onde você possa conter seu crescimento.

As gramíneas ornamentais requerem pouca manutenção. A maioria prefere um solo bem drenado e completamente ensolarado. Já algumas variedades toleram sombra parcial. A necessidade de fertilizantes é baixa, pois em excesso resulta em uma gramínea alta e viçosa que pode requerer estacas. Aprecie as gramíneas durante a estação de inverno, elas deixam o local mais atraente quando quase tudo o mais está dormente. No final do inverno, faça um corte baixo nelas para permitir um novo crescimento, mas tenha o cuidado de não cortar baixo demais, pois os brotos que estão crescendo podem ser danificados. De cinco a quinze centímetros, dependendo do tamanho da gramíneas, podem ser suficientes.

Fazer um projeto com gramíneas é fácil. Use as baixas para fazer bordaduras porque elas são geralmente mais resistentes do que muitas plantas usadas comumente. Tente plantar uma margem com duas ou três variedades de gramínea. Use as mais altas atrás das mais curtas para criar uma sensação de profundidade. Gramíneas misturadas com plantas perenes mantêm as aparências durante períodos interinos, quando a floração de uma estação terminou e a da próxima estação ainda não começou.

As gramíneas ornamentais são uma excelente escolha de forração original. Elas mantêm seu charme durante todo o ano e há muitas variedades para fazer a escolha. As gramíneas ornamentais também servem como proteção eficiente desde o início do verão e por todo o inverno. Escolha variedades que cresçam até pelo menos o nível dos olhos. Faça o espaçamento das plantas de modo que formem uma massa impenetrável quando estiverem na maturidade. Misture espécies de sempre-verdes para formar uma barreira profunda em todas as estações. Qualquer gramínea ornamental simples e grande pode ser usada como uma planta especial. Use as gramíneas como ponto focal em um jardim aberto ou use uma variedade gigante para dividir espaços amplos. Uma simples espécie reta, de textura fina, quebra a monotonia de uma plantação plana com textura áspera.

As gramíneas são também adequadas para o crescimento dentro de recipientes, desde que recebam a umidade e os nutrientes necessários para o crescimento contínuo. Algumas gramíneas ornamentais são invasoras em algumas regiões. Verifique a lista de ervas daninhas da sua região antes de plantar.

As forrações oferecem uma visão única para o seu projeto paisagístico. Considere a possibilidade de usá-las para mostrar seus talentos criativos

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


jardim-com-vegetacao

As plantas produzem efeitos maravilhosos, isoladas ou agrupadas com espécies diferentes, seja pelo porte, forma, cor, textura ou densidade da folhagem ou das flores que apresenta. Procure explorar essas características para valorizar o seu jardim.

Ao escolher as plantas que irão compor o seu jardim você deve procurar atender às necessidades que detectou no seu levantamento e análise de dados, isto é, às informações coletadas durante a pesquisa da área.

O primeiro passo é definir as áreas onde plantar e o quê plantar. O mapa de sombras irá facilitar a sua vida. Definidas as áreas e os principais pontos de circulação (e os acessos), esboce um plano de massas. O plano de massas nada mais é do que uma planta onde se especificam as espécies a plantar pelo porte (árvores, palmeiras, arbustos, forrações, gramados).

A partir daí fica mais fácil estabelecer as espécies para áreas de sol, de sombra ou de meia sombra, as espécies que necessitam maior ou menor grau de luminosidade e umidade, as espécies com ou sem flor, etc.

Não misture espécies que apresentam necessidades diferentes para o seu pleno desenvolvimento. Procure utilizar espécies de sombra em locais sombreados e com pouca luminosidade e espécies de sol nas áreas bem ensolaradas. Algumas espécies necessitam de mais água que outras por isso não as misture também.

Para sua maior segurança na hora de escolher não esqueça de consultar os vizinhos os viveiristas da região.

Ao projetar o seu jardim, tenha cautela, entretanto, para não misturar muitas espécies num mesmo local para não saturá-lo tanto do ponto de vista das necessidades específicas de cada planta quanto do ponto de vista paisagístico.

Lembre-se! Um bom projeto não é aquele que congrega o maior número de plantas num mesmo local e sim aquele que sabe integrá-las com harmonia, enfatizando os elementos dominantes, sem obstruir os demais, respeitando sua escala e proporção, com ritmo e tirando partido de sues contrastes. Enfim, um projeto que mantenha a unidade e o equilíbrio entre as partes e o todo, sem necessariamente ser simétrico.

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vasinhos de plantas
Se a temperatura subiu de repente e as suas plantas ficaram muito expostas e acabaram murchando, pode-se dizer que elas sofreram um “golpe de calor”. Na maioria dos casos você poderá recuperá-las seguindo os conselhos abaixo.

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1 – Pode as partes secas ou murchas, de fora para dentro;

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2 – Introduza os vasos e/ou jardineiras de barro em recipientes com água e deixe até não saírem mais bolhas de ar (cerca de dez minutos). Assim o torrão ficará úmido;

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3 – Tire os vasos da água, deixe escorrer e coloque uma camada de cascalho, casca de pinheiro ou palha na superfície dos vasos, para evitar que a água evapore do substrato;

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4 – Coloque as plantas em um lugar de sombra e longe de correntes de ar. Procure deixar grupos de vasos juntos para criar um canto de ar fresco;

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5 – Borrife as folhas, os caules e os ramos com água, várias vezes por dia, para hidratá-los;

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6 – Retome as regas habituais, mas não coloque adubo nas plantas até elas voltarem a ter um bom aspecto.

Uma dica: Você pode evitar golpes de calor agrupando plantas de tamanhos diferentes para que uma faça sombra na outra, e afofando a terra da superfície para preservar a umidade.

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Nos vegetais, a perda d’água sob forma de vapor é denominada de transpiração. A seiva bruta, que sobe da raiz às folhas, é uma solução extremamente diluída de matérias minerais. Penetrando no interior da planta, acarreta a entrada de quantidade maior do que as necessidades do vegetal. Através da folha, pela transpiração, a planta consegue eliminar o excesso, facilitando assim a circulação da seiva.

Todas as superfícies permeáveis da planta em contato com o ar podem transpirar, mas a atividade maior está nas folhas, pois estas possuem os estômatos que agem como controladores da transpiração e são aberturas microscópicas existentes na epiderme foliar ou caulinar, que se abrem internamente em canais aeríferos e permitem as trocas gasosas necessárias à vida das plantas. Os estômatos encontram-se mais freqüente-mente só do lado inferior da folha, que é mais protegido contra os raios solares encontra o vento.

A transpiração da planta varia de acordo com alguns fatores ambientais como a temperatura (muitas plantas nas horas mais ensolaradas do dia, fecham completamente seus estômatos para evitar distúrbios que podem ocorrer de uma transpiração excessiva), a luz (diminui muito quando está escuro) e a umidade do ar.

Até mesmo as correntes de ar que passam sobre a superfície das folhas podem influir, ativando a transpiração duas a cinco vezes mais do que em atmosfera calma. Conforme a espécie, as herbáceas que têm o porte e a consistência de erva, por exemplo, transpiram mais. A idade da planta também influencia na transpiração, variando muito de acordo com a fase em que ela se encontra, se em crescimento ativo, etc.

Esses fenômenos são facilmente verificados em terrários de vidro. As paredes do recipiente tornam-se embaçadas. As gotas condensadas que ali escorrem, são da água perdida pela planta sob a forma de vapor. A quantidade de água que as plantas perdem durante a transpiração é enorme. Para se ter uma idéia, basta extrairmos uma plantinha do solo e verificarmos logo depois de alguns minutos: ela estará completamente murcha.

A Bétula, que possui mais ou menos 200.000 folhas, é capaz de transpirar de 60 a 70 litros diários, quantidade que pode subir se as condições forem favoráveis, para até 400 litros. Um pé de milho, durante seu ciclo vegetativo (três meses) transpira 200 litros de água. Algumas plantas, ao invés de transpirar sob a forma de vapor, suam, eliminando água em abundância através de estômatos aqüíferos, ou pelas aberturas, ou pelas pequenas lacerações no caule e nas bordas, ou pela ponta das folhas,fenômeno denominado sudação.

Na Calocasia antiquorum, da família das Aráceas, a sudação é muito ativa, chegando cada folha a eliminar 180 gotas por hora. Ao fazer-se um corte no caule de alguns vegetais, como no da videira, na dália ou no fumo, a água escorre em abundância, ocorrência denominada botanicamente de lágrimas ou choro das plantas.
A Caesalpinia pluviosa dos trópicos verte água de tal modo, que parece chover ao seu redor. A popular Agave americana, durante o dia, deixa escorrer do broto terminal um suco muito abundante. A água que goteja das folhas nem sempre é muito pura, podendo conter matérias orgânicas e minerais. Podemos notar em certos vegetais como nas Saxifragáceas (hortênsia, falso jasmim) ou nas Plumbagináceas (bela-emília, lavanda-do-mar) que o líquido eliminado encerra grande proporção de calcário, o qual, ao evaporar-se, forma uma crosta cristalina nas folhas. Fisiologistas têm observado em seus estudos e pesquisas que os vegetais possuem uma faculdade reguladora do processo respiratório bastante influente, maior até do que os dispositivos protetores que existem nas suas superfícies, como pêlos, presença de cera, enrolamentos de folhas, estômatos, etc.

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