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jardinagem

O conhecimento não ocupa espaço, é o que já diziam os avôs de nossos avôs, mas quando se trata de jardinagem, saber mais pode significar economia, manutenção eficaz, beleza em áreas verdes e, principalmente mais qualidade de vida.

Mesmo que você não coloque literalmente a mão na terra para alcançar o jardim desejado ou projeto paisagístico planejado por um profissional, é importante conhecer elementos básicos que compõe o processo de cultivo ordenado de espécies.

É preciso entender, por exemplo, que lidar com a natureza, é lidar com pequenos e frágeis seres vivos, que necessitam de total atenção durante todo o ano; saber o significado de cada estação e suas funções no desenvolvimento dos vegetais; ou ainda conhecer os procedimentos básicos de irrigação, drenagem, preparo do solo, poda e propagação das espécies.

Observar a natureza pode ser muito mais importante no momento de tratar um jardim do que horas e horas sobre livros teóricos. Na natureza nada é técnico ou segue regras, cada planta é um caso em especial e que deve ser respeitado.

Solos ricos – Alguns procedimentos simples colaboram com o solo, como a descompactação, revolvimento da terra, nivelamento, eliminação de pedras, galhos ou raízes mortas, mas é preciso desmistificar a história de solos pobres ou ricos. Na realidade, os solos possuem todos os nutrientes necessários para a germinação, desenvolvimento e propagação de uma planta, o que acontece é que, muitas vezes, estes “alimentos” podem estar em camadas muito inferiores da terra ou então estarem insolúveis, ou seja, incapazes de serem absorvidas pelas raízes dos vegetais.

Apenas os solos esgotados pelo uso contínuo da exploração agrícola é que podem ser classificados como, estéreis para o plantio. Com exceção deste caso, todo solo pode produzir bem e seu jardim tem todo o potencial para se igualar a qualquer outra área verde. Para driblar este problema é necessário recorrer a processos de fertilização e adubação, que nada mais é do que balancear a alimentação das plantas.

Adubos – Há dois tipos de adubos, os químicos e os orgânicos, nos dois casos o principio ativo são os elementos químicos Nitrogênio (N), Fósforo, (P) e Potássio (K), os chamados macronutrientes, que aliados formam o trinômio NPK.

O Nitrogênio é o responsável pela cor acentuada das folhas, caules e raízes; o Fósforo colabora no fortalecimento das raízes e, conseqüentemente na fixação da planta ao solo e ao estímulo da produção de folhas e flores; enquanto que o Potássio aumenta o vigor das plantas e sua resistência a doenças.

A diferença entre a adubação química e orgânica reside no potencial físico, que cada uma delas oferece ao solo, como permeabilidade, capacidade de absorção de água ou coesão dos grãos de terra. Há divergências também quanto a forma com que estes macronutrientes são extraídos e sintetizados.

O adubo químico apenas incorpora ao solo estes nutrientes, já o adubo orgânico possui todos os elementos que a planta necessita, com raríssimas exceções, e ele ainda trabalha pela estrutura do solo.

No caso de adubos químicos, o Nitrogênio, Fósforo e Potássio são produzidos em laboratórios industriais, e o NPK pode ser composto por mais ou menos quantidade de cada um destes elementos, para que possa ser empregado, corretamente em cada situação. Assim seu poder de fertilização será mais concentrado.

É possível encontrar a venda em lojas especializadas, por exemplo, o NPK em duas modalidades, 10-10-10 ou 04-14-08. Estes números correspondem a quantidade de N, P e K que cada um possui, exatamente nesta ordem. Já o adubo, orgânico é produzido a partir de matéria vegetal ou animal decomposta, e em geral, é rico em Nitrogênio (N), mas precisa ser empregado no solo em maior quantidade, além de levar mais tempo para ser absorvido.

Por este motivo à fertilização com adubos orgânicos acaba se tornando muito onerosa em grandes extensões agrícolas, mas é ideal para jardins de menor porte, que ainda podem se valer da junção dos dois tipos de adubo para beneficiar melhor a terra.

Para o cultivo em vasos em ambientes fechados recomenda se o uso, do adubo químico, em virtude do forte odor que os orgânicos apresentam.

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


saúde das plantas

Adubação, fertilizantes, nutrientes… Certamente a maioria das pessoas que se dedicam ao cultivo de plantas já ouviu estas palavras dezenas de vezes. Que tal conhecer melhor cada um dos principais nutrientes das plantas e saber quando há carência?

Quando você adquire um fertilizante químico, por exemplo, encontra no rótulo a descrição de sua composição e vê palavras como macronutrientes e micronutrientes, ou as siglas NPK, mas não é complicado entender tudo isso.

Observe: Os macronutrientes são os elementos essenciais para que a planta se desenvolva normalmente: nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio, magnésio e enxofre.

Os três primeiros – nitrogênio, fósforo e potássio formam a famosa fórmula NPK e são fundamentais para a sobrevivência das plantas;

Os micronutrientes são exigidos.em doses menores pelas plantas, mas são também de muita importância: ferro, boro, zinco, manganês, cobre, cloro e molibdênio.

Conhecendo a função de cada um dos nutrientes e como a sua carência afeta as plantas, você terá condições de corrigir qualquer problema rapidamente.

Lembre-se:
A maioria dos fertilizantes contém macro e micronutrientes, verifique as fórmulas no rótulo ou embalagem;

Fertilizantes com altas doses de fosfato são indicados para plantas com botões florais ou em inicio de floração;

Compostos orgânicos são fontes naturais de vários elementos, entre eles, destacamos: esterco de aves e bovinos, farinha de ossos, torta de mamona e farinha de peixe. Sua, atuação é mais lenta, por isso são indicados na composição de misturas de solo, na hora do plantio;
Calcário dolomítico é uma excelente fonte de magnésio;

Fertilizantes químicos podem ser encontrados no mercado especializado em diversas formas: liquido, pó, cristais solúveis, bastões e pastilhas. Procure escolher o tipo mais adequado para a planta, lembrando que os bastões e pastilhas, introduzidos no solo, são fertilizantes de liberação lenta, enquanto que os solúveis podem ser aplicados na água das regas.

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PlantaSonya - Arte floral

arte_floral

A preparação de um arranjo de flores realmente bonito requer alguns conhecimentos, mesmo que rudimentares de arte floral. Antes de qualquer coisa, é necessário selecionar o local onde o arranjo será instalado.

A forma geométrica da silhueta básica pode ser um circulo, uma oval, uma linha horizontal ou vertical, um triângulo ou uma meia lua. Imagine qualquer uma dessas formas no tamanho proporcional ao local escolhido.

Selecione então uma travessa ou uma tigela adequadas: flores rústicas, como por exemplo às zínias e margaridas, pedem recipientes rústicos de cerâmica ; as flores formais, como os cravos e as rosas precisam de recipientes formais de porcelana, cristal ou prata. O tamanho das flores também é importante para se conseguir uma escala correta; os arranjos pequenos são feitos com flores pequenas, e as flores grandes e vistosas precisam de um ambiente amplo.

Como preparar o arranjo – O mais importante em um arranjo é a utilização de um suporte firme que prenda as hastes das flores no lugar exato. Procure um kensan – peça usada na composição de Ikebana   com base de chumbo e pregos de latão. Esse suporte deve ficar bem preso no fundo do vaso. Para isso, cole o com argila ou massa de vidraceiro (devem ser aplicadas em superfície bem seca). Se você não tiver o kensan, coloque um pedaço de arame de galinheiro ligeiramente amassado em um recipiente bem alto. Areia úmida ou pedrinhas também podem substituir o kensan.

A proporção entre o vaso e as flores é fundamental para a obtenção de um arranjo harmonioso. As flores devem ficar dois terços mais altas que a altura dos vasos, caso eles sejam estreitos, ou pelo menos duas vezes maiores que a largura do diâmetro (no caso de vasos de boca larga). Portanto, tome cuidado para não cortar demais as hastes das flores. Meça-as e depois acrescente mais um pouco a medida, levando em conta a parte que vai ficar dentro do vaso. O tamanho, a cor e o formato das flores também são importantes. As flores pequenas devem ficar em cima, e as maiores na parte de baixo do arranjo.

O mesmo acontece com as cores: as claras ficam em cima e as escuras, embaixo. Portanto, escolha flores pequenas de cores suaves e as maiores, de cores vibrantes e fortes. Se usar mais de uma qualidade de flores, escolha formatos diferentes para dar um aspecto mais agradável ao arranjo. Seguindo essas regras, você evitará um, arranjo pesado e desequilibrado.

É importante o número de flores que deverá colocar no vaso. Não coloque números pares, nem duas flores na mesma linha. Complete o arranjo com folhagens.

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jardineiro

A seleção do bom jardineiro deve ser feita observando-se seu trabalho na prática. Antes de se contratar o profissional é preciso esclarecer que tipo de trabalho será feito. Existe a manutenção que inclui única e exclusivamente a poda e a limpeza, e a mais completa que envolve também a aplicação de adubos e a pulverização no caso de pragas. Além disso, é fundamental ter referências do serviço. Vale conhecer alguns jardins que recebem a manutenção do profissional já há algum tempo. E existe ainda a questão da estética, o jardineiro deve executar a manutenção segundo o projeto original de paisagismo.

Uma questão de segurança – Da mesma forma que se contrata qualquer funcionário para trabalhar dentro de uma casa, a escolha do jardineiro também exige cuidados no que se refere à segurança. O profissional deve ser recomendado por pessoas conhecidas ou empresas estabelecidas no mercado. Se o jardineiro quebra um vaso, por exemplo, de quem é a responsabilidade? Para se cuidar do jardim em uma varanda de apartamento, por exemplo, é preciso tomar cuidado para não sujar elevadores, paredes e o piso da casa.

Bons resultados – Deve-se supervisionar o trabalho até para que nenhuma planta seja danificada. Se o jardineiro não souber manejar bem a tesoura, ele mastiga a planta. São poucos os jardineiros que sabem, por exemplo, podar um buchinho corretamente para que fique redondo. Se o serviço não for bem-feito, na terceira poda a planta começa a ficar com um formato feio. Do mesmo modo, uma cerca viva precisa ser podada com cuidado. É preciso nivelar as plantas com uma linha e medir a altura. Caso contrário, a cerca ficará torta.

Experts no assunto – Além da poda e limpeza, o bom jardineiro sabe adubar e pulverizar todo e qualquer tipo de espécie. Percebe-se a boa saúde da planta por sua cor. Se elas começam a perder o tom original, a ficar manchadas e amareladas, algo está errado. E nem sempre é o caso de doenças ou ataque de pragas. O excesso de adubo também pode queimar as folhas. Mas de nada adianta uma boa manutenção, se houver falta de regas.

Quanto custa – Jardineiros autônomos cobram por dia de trabalho de 40 a 100 reais, dependendo da região e do serviço. Já as empresas de manutenção costumam fechar contratos anuais que envolvem visitas mensais, com preços de 130 a 600 reais, incluindo o material e as pequenas mudas. Os preços variam de acordo com o projeto: um jardim clássico com topiarias requer mais tempo de trabalho, além do mais, exige um profissional especializado. Pode-se também contratar a cada seis meses um paisagista para uma visita técnica (de 100 a 200 reais a hora), que inclui a orientação ao caseiro, que costuma trabalhar para a residência. A manutenção deve ser mensal, mas por medida de economia muita gente chama o profissional mês sim, mês não. Esse prazo é o máximo para manter o jardim em bom estado.

Equipamentos disponíveis – Jardineiros trazem as ferramentas básicas, como cortador e tesoura de poda. Mas, se for preciso podar ou transplantar árvores de grande porte, deve-se contratar jardineiros especializados, que possuem autorização do Ibama para o uso de motos serra. Para remover árvores caídas após uma chuva, mesmo dentro de casa, é preciso chamar a prefeitura local.

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