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O interessante num jardim de ervas é cultivar diversas espécies, já que cada uma tem propriedades distintas, como combater doenças, aliviar dores ou até repelir insetos. Conheça algumas delas a seguir:

ALECRIM RASTEIRO (Rosmarinus sp)
Originária do Mediterrâneo, essa erva tem preferência por solos secos, mas pode ser plantada em qualquer tipo de terreno. Suas folhas e flores são usadas no preparo de chás e tintura para o combate ao reumatismo. Tem poder antiinflamatório.

CAVALINHA (Equisetum arvensis)
Erva européia que gosta de solos úmidos e argilosos. Seu chá é recomendado para mulheres acima dos 40 anos por ser eficaz na prevenção da osteoporose. É também um bom remédio para a dor de cabeça devido à presença de ácido acetilsalicílico.

INCENSO/MIRRA (Commiphora myrrha)
Essa erva precisa de um solo rico em matéria orgânica e bem drenado para o seu cultivo. Não pode ser ingerida, mas o óleo feito a partir de suas folhas e flores alivia dores musculares. Também é um eficiente repelente de insetos.

MANJERICÃO-ROXO (Ocimum basilicum)
De origem indiana, não suporta inverno rigoroso nem ventos fortes. Entre seus poderes medicinais, está o de regular o ciclo menstrual. Quando misturada à água do banho, combate o stress. Gosta de solos drenados, rico em matéria orgânica.

MIL-EM-RAMA (Achillea millefolium)
Também conhecida por “novalgina”, auxilia no combate à febre e dores de cabeça, além de agir como expectorante, antiinflamatório e anti-séptico. A infusão de suas folhas é usada no tratamento de hemorróidas, varizes e feridas abertas.

CAPUCHINHA (Tropaeolum majus)
Originária do Peru e do México, essa erva floresce permanentemente. Suas folhas e flores são comestíveis, podendo ser usadas em saladas. Rica em vitamina C, fortalece o corpo, aumentando a resistência. Também serve para o tratamento de sarna.

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


tibouchina

Planta arbustiva, nativa do Brasil, semi-lenhosa, ramificada, com até 3 m. de altura, apresentando caules quadrangulares, revestidos de folhas grandes, vistosas, cordiformes, na cor verde-forte, com superfície pubescente. Inflorescências terminais, compactas, formada de flores roxas, muito ornamentais. Propaga-se facilmente por estacas de caules, preferencialmente nas estações quentes.

Neste arbusto, as folhas apresentam muitos pelos curtos, que conferem uma textura de veludo. As inflorescências, que se formam no verão, são compostas de numerosas flores roxas, com o centro rosado. Ocorrem ainda variedades mais ou menos compactas. No paisagismo, sua utilização é bastante difundida, podendo ser cultivada isolada ou em conjuntos, levando-se sempre em consideração o porte da planta, que pode alcançar 3 metros.

A orelha-de-onça deve ser cultivada sempre a pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia a umidade. Multiplica-se por estacas após a floração.

Uso paisagístico
Espécie empregada na formação de maciços, renques ou plantio isolado, sempre nos locais ensolarados. Deve ser podada drasticamente, a cada ano, para melhorar a forma da planta.

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Schinus molle

Nome Técnico: Schinus molle L.
Nomes Populares: Aroeira salsa, aroeira-mansa, aroeira folha-de-salsa, aroeira-periquita
Família:
Angiospermae – Família Anacardiaceae
Origem:
Nativa brasileira

Árvore de folhas perenes, altura até 8 m, com tronco de até 35 cm de diâmetro, folhas compostas, de folíolos bem finos. As flores são amareladas, bem pequenas, seguidas de frutinhos globosos, vermelhos.

Cultivo
Aprecia sol, mas não haverá problema de desenvolvimento se for plantada em parque onde há sombra de outras árvores. O solo de cultivo não necessita de muita fertilidade, mas não poderá ser encharcado.

Para plantar as mudas, abrir a cova o dobro do tamanho do torrão, acrescentar o adubo animal curtido misturado com o composto orgânico.

Adicionar adubo granulado tipo NPK formulação 10-10-10, cerca de 200 gramas/cova, misturando, podendo adicionar um pouco de areia para garantir maior drenagem.
Colocar tutor antes de colocar o torrão, amarrando a muda com cordão de algodão.

Colocar o restante do composto e apertar a muda para fixar. Regar bem. Acrescentar nas laterais o restante da mistura. Regar novamente. Por mais de 10 dias regar a muda diariamente.

Paisagismo
É uma árvore utilizada em paisagismo e na arborização de ruas. Cresce principalmente em terrenos secos e arenosos, adaptando-se a terrenos pouco férteis e pedregosos.

É uma planta que ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, em campos de altitude.

Pode ser plantada em regiões litorâneas onde fornece boa sombra. Como é de pequeno porte, é indicada para plantio em calçadas.

Sua madeira é dura, utilizada para confecção de mourões, esteio e trabalhos de torno.

Tolera a seca e resiste à geada, florescendo entre agosto e novembro.

Suas mudas nascem rapidamente entre 30 a 40 dias, podendo ser transplantadas quando atingirem de 25 a 40 cm. Podem chegar a 3 m em dois anos.

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Quaresmeira (Tibouchina granulosa)
Considerações e tipos de podas
Nas áreas urbanas, a poda é uma prática permanente, que visa garantir um conjunto de árvores vitais, seguras e de aspecto visual agradável. Deve ser feita a partir de um levantamento das espécies predominantes na arborização da cidade. O calendário da atividade é montado de acordo com o local de ocorrência da espécie e sua melhor época de poda.

Regras fundamentais para o executor da poda:

· Arquitetura da copa das árvores

· A fisiologia da compartimentalização

· As técnicas da poda

· As ferramentas e equipamentos mais apropriados para cada atividade

Para a correta utilização da poda, é necessário reconhecer os três tipos básicos de poda em árvores urbanas e utilizar a que for mais recomendada para cada caso:

Poda de educação (ou de formação)
A poda dos galhos deve ser realizada o mais cedo possível, para evitar cicatrizes muito grandes, desnecessárias. A poda de formação na fase jovem sempre é uma mutilação, devendo ser executada com cuidado. Deve-se conhecer o modelo arquitetônico da espécie, considerando, portanto, o futuro desenvolvimento da copa no espaço em que a árvore está estabelecida. Galhos baixos que dificultarão a passagem de pedestres e de veículos deverão ser eliminados precocemente. Galhos que cruzarão a copa ou com inserção defeituosa deverão igualmente ser eliminados antes que os cortes se tornem muito difíceis.

Poda de manutenção (ou limpeza)
São eliminados basicamente galhos senis ou secos, que perderam sua função na copa da árvore. Estes galhos podem, em algumas circunstâncias, ter dimensões consideráveis, tornando o trabalho mais difícil do que na poda de formação. Deve ser dada especial atenção à morfologia da base do galho.

Poda de segurança
Tecnicamente é semelhante a poda de manutenção, com a diferença de ser praticada em galhos normalmente vitais ou não preparados, pela árvore, para o corte. A alternativa para esta eventualidade é o corte em etapas. Na primeira poda, o galho é cortado a uma distância de 50 a 100 cm do tronco. Após um ou mais períodos vegetativos, procede-se à segunda poda, agora junto ao tronco, concluindo a operação de remoção do galho.

Corte de raízes
A capacidade de regeneração das raízes é bem mais limitada que a regeneração da copa. Quanto maior a dimensão da raiz cortada, mais difícil e demorada sua regeneração, maiores também os riscos para a estabilidade da árvore. Deve-se evitar o corte de raízes grossas e fortes, principalmente próximo ao tronco (raízes basais).

A maneira mais eficiente de evitar problemas com raízes é a criação de um espaço adequado para o desenvolvimento da árvore. Embora cada espécie tenha modelos de arquitetura radical próprios, o meio físico é o principal modelador das raízes.

Orientações sobre poda

· Observar condições biológicas da árvore, considerando se já há botões florais ou flores. Caso existam, deve-se evitar a poda.

· Conferir condições físicas da árvore, observando o estado do tronco (oco, rachaduras, podridão), galhos secos ou mortos.

· Analisar a fiação, caso esteja encostada nos galhos, desligar a rede, testá-la e aterrá-la e, após, proceder a poda com os cuidados necessários.

· Executar a poda com segurança, começando a operação, sempre que possível, de fora para dentro da árvore, usando ferramentas adequadas.

· Deve-se cortar galhos pesados em pedaços. Os mais leves descem inteiros. Usar sempre cordas para apoiá-los, antes de proceder o corte.

· Escolher a melhor época de efetuar a poda, que é logo após a floração, mas as podas realizadas no final do inverno e início da primavera promovem a cicatrização dos ramos de forma mais efetiva.

· Adequar uma árvore a um espaço menor do que seu desenvolvimento natural exige não é recomendável. Selecionar outra espécie que se desenvolva com menos espaço.

· Não reduzir a copa demasiadamente. Se uma poda severa for necessária, processá-la em etapas, com maior freqüência.

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