
As flores sempre são bem vindas em qualquer ambiente, mas nem sempre esses são propícios para que elas possam se desenvolver. Com o avanço da tecnologia podemos contar hoje com varias espécies de flores que se adaptam aos mais variados ambientes, mas para quem não disponibiliza de espaço e tempo para cuidar de uma planta pode optar por flores artificiais, que além de decorar o ambiente também proporcionam bem estar e alegria.
Flores na parede
Hoje existem empresas especializadas em papéis de parede decorados com flores para deixar o ambiente mais colorido e alegre. Os papéis de parede também podem decorar moveis e servir de pano de fundo do computador. Quando a casa esta passando por uma reforma e o dinheiro está curto, nada melhor do que usar um papel de parede com motivos de flores que além de alegrar também é muito resistente e suporta todo tipo de temperatura sem escamar ou desbotar.
Onde encontrar
Existe uma quantidade muito grande de floriculturas e casas especializadas em flores na decoração de ambientes basta fazer uma pesquisa, para aqueles que não dispõe de tempo para procurar também pode encontrar essas flores na internet em sites especializados, que oferece uma variedade muito grande de flores para todos os tipos de ocasião e ambientes.
Conclusão
Quando um ambiente se torna muito frio e sem vida já sabemos o que fazer para transformar esse ambiente, pois, bastam algumas flores para que se transforme e passe a ter mais energia e mais vida. A transformação é instantânea e sem quase nada de esforço, é só ter um pouco de criatividade e bom gosto para poder transformar um ambiente apenas acrescentando algumas flores.

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.
OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.

Planta daninha refere-se a qualquer espécie vegetal que, de alguma forma, interfere nas atividades humanas; é um ponto de vista agronômico, o que não significa dizer que certos vegetais são bons ou ruins, de forma que a mesma planta pode ser daninha ou útil ao homem. Exemplo: algumas Ipomeas são muito ornamentais e são comumente utilizadas em jardins, ao passo que numa lavoura de soja as mesmas Ipomeas podem causar altas quedas no rendimento por competição por nutrientes.
O termo invasora tem sido usado de maneira incorreta, numa tentativa de “driblar” o uso do termo “daninha”. Uma planta invasora é aquela que aparece pela primeira vez em alguma área. Infestante é um termo utilizado quando uma espécie já está estabelecida em uma área.
Existem metodologias de prevenção e controle de plantas daninhas, que são:
Método Preventivo:
Consiste no uso de práticas que visem evitar a introdução, estabelecimento e disseminação de plantas indesejadas em áreas que ainda não foram infestadas por elas. O uso de sementes certificadas, a limpeza das ferramentas utilizadas são exemplos desse método.
Método Físico ou Mecânico
É a capina. Consiste na utilização de ferramentas como enxadas ou firminos e similares no arranquio das plantas daninhas.
Método Biológico
É o uso de agentes biológicos para controlar plantas indesejadas. Alguns animais que têm preferência por alimentar-se de certa espécie de planta é um exemplo desse método. Fungos também são utilizados.
Método químico
Trata-se da utilização de produtos químicos no controle das plantas daninhas, os herbicidas. É um dos métodos mais utilizados em grandes plantações, por sua eficácia e seletividade, porém a utilização desses produtos deve ocorrer somente sob a orientação de um agrônomo qualificado.

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Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.
Devemos lembrar que elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que recebem no ambiente natural, contar com menos umidade e ter espaço reduzido para suas raízes (visto que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).
Podemos fazer uma classificação simplificada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado com ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).
A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes. É aí que temos que tomar um cuidado muito importante com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, antes da colocação da terra, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.
Plantas de Pleno Sol
Necessitam de 04 horas diárias de sol direto:
* Ixora (Ixora ssp);
* Buxinho (Buxus sempervirens);
* Azaléia (Rhododrendon spp);
* Onze-Horas (Portulaca ssp);
* Gerânio (Pelargonium ssp)
* Entre outras, estes são apenas alguns exemplos, pois a lista é extensa.
Plantas de Meia-Sombra
Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos 04 horas diárias de luz indireta:
* Violeta-africana (Saintpaulia ionantha);
* Antúrio (Anthurium andreanum):
* Peixinho (Nematanthus spp);
* Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisi);
* Cheflera (Schefflera arborícola);
* Begônia (Begônia ssp), entre outras.
Plantas de Sombra
Recebem apenas luz difusa, entre 04 e 06 horas por dia, sem sol ou claridade direta:
* Jibóia (Epipremnum pinnatum);
* Palmeira-Ráfis (Rhapis excelsa);
* Singônio (Singonium augustatum);
* Café-de-Salão (Aglaonema ssp).

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Gênero com 80 espécies, originário do leste da Ásia, América do Norte e América do Sul.
As cultivares da Hydrangea macrophylla são divididas em dois grupos:
Hortênsia prato, também descrita como Hydrangea serrata – tem cachos de flores em formato achatado similar a um prato, compequenas flores férteis no centro e em volta, na beirada do cacho as flores maiores são muito vistosas, porém estéreis.
Hortênsia bola – tem cachos redondos quase em formato de uma esfera, as flores grandes e vistosas, porém estéreis.
Hortênsias são muito versáteis nas mais diversas situações nos jardins e na paisagem. Elas são excelentes como planta isolada ou em grupos dentro de um canteiro com outros arbustos ou em grandes vasos ou floreiras.
As Hortênsias trepadeiras (no Brasil ainda desconhecidas) gostam de uma parede na sombra ou o tronco de uma árvore. Os cachos das flores podem ser secados e usados em arranjos florais.
Todas as partes da Hortênsia podem causar indisposição digestiva se ingeridas e o contato com as folhas pode causar reações alérgicas cutâneas em pessoas sensíveis.
Cultivo:
As hortênsias devem ser cultivadas em solos úmidos, bem drenados, moderadamente férteis e ricos em húmus, em locais ao pleno sol ou a meia sombra. Em regiões extremamente frias onde ocorrem ventos secos, ela gosta de um pouco de proteção.
Algumas Hortênsias se tornam amareladas se cultivadas em solos muito alcalinos (pH muito alto). A cor da flor das Hortênsias é afetada pela relativa disponibilidade de íons de Alumínio no solo. Solos ácidos com pH mais alto do que 5.5 produzem flores com a cor rosa.
Hortênsias brancas não são afetadas pelo pH do solo.
Poda:
A poda da Hortênsia macrophylla normalmente se restringe a poda das flores passadas logo após a floração. Nesta ocasião se corta a flor com 1 ou 2 jogos de folhas abaixo. No Brasil isto deve ocorrer no inicio até a metade do verão.
Fazendo está poda em tempo a hortênsia proporciona uma segunda floração, não tão abundante como a primeira, no final do verão ou no outono.
Plantas muito grandes podem ganhar uma poda mais rigorosa onde se poda até um terço do comprimento dos galhos.
Recomendamos esta poda em diversas alturas para manter um formato mais natural da planta. Uma parte deste tipo de poda pode ser feita já no verão, época na qual se retira as flores passadas, e outra no inverno.

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