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tritonia

Híbrido resultante do cruzamento  entre Tritonia Potsii e Tritonia Aurea, a Tritônia, também conhecida como Estrêla de Fogo,  apresenta inflorescências longas, com flores pequenas de coloração vermelho-alaranjadas ou amarelas.

A folhagem longa e verde opaca é semelhante às da palma-de-santa-rita (Gladiolus x Hortulanus).

As flores se formam principalmente no verão. Por ser uma planta perene produtora de bulbos, a Tritônia é uma florífera para ser utilizada em canteiros e bordaduras de baixa manutenção. Apenas com adubações periódicas. Pode ser cultivada em composições, maciços ou como bordadura.

Devem ser plantadas a pleno sol ou meia-sombra, em substrato rico em matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia ao frio. Multiplica-se por divisão dos bulbos.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Alegria da Casa

As alegrias-da-casa (Impatiens Walleriana) são um gênero de plantas que englobam cerca de 1000 espécies de plantas de flor pertencentes à família Balsaminaceae. Estas plantas são fortes e tenras, anuais e perenes originárias da Ásia, América do Norte e África do Sul. Algumas espécies são plantas anuais e produzem flores desde o começo do verão até aos primeiros dias do inverno, enquanto as espécies perenes, encontradas em climas mais moderados, podem florescer durante todo o ano. Ambas podem ser cultivadas no interior ou no exterior, mas sempre protegidas da luz solar direta. As espécies híbridas desta planta detêm uma grande importância comercial como plantas de jardim. Estas espécies eram originalmente conhecidas como ervas daninhas da Costa Rica.

Propagação
São fáceis de propagar a partir de uma planta adulta, tirando e plantando estacas da planta em qualquer época entre os meses de Abril e Setembro. Escolha rebentos fortes e saudáveis e corte estacas com cerca de 5-10 cm de comprimento. Retire as folhas da parte inferior dos caules e ponha as estacas para enraizar em água num local onde haja bastante luz, mas sem as expor a sol direto. Ao fim de algumas semanas, as estacas começam a lançar raízes. Quando estas estiverem suficientemente desenvolvidas, as plantas podem ser mudadas para vasos com uma mistura para plantas.

Como tratar delas
Se comprar uma alegria-da-casa já plantada num vaso, coloque-a num local onde receba luz forte, mas não sol quente direto. Regue pouco no Inverno, mas a partir da Primavera mantenha a terra sempre úmida. Durante a estação da floração adube duas vezes por semana com um adubo líquido; de vez em quando, desponte para a planta se manter densa. Esta planta é colorida, vistosa e de várias cores produzindo flores brancas, vermelhas, cor de rosa, laranjas e outras… São ideais para interessar as crianças pelos prazeres da jardinagem.

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Cultivo de Flores
As pessoas se dedicam ao cultivo das flores por vários motivos diferentes, algumas simplesmente pelo seu amor a natureza e em especial as flores, outras como um negócio e outras ainda como uma forma de terapia, pois mexer com a terra, plantar, regar e esperar para ver crescer é uma das melhores formas de terapia para as pessoas no mundo moderno, que vivem um cotidiano estressante com muitos compromissos e pressões.

Cuidados básicos para ter flores bonitas
São cinco os princípios fundamentais para cultivar flores bonitas dentro de casa, e que não podem ser negligenciados: luminosidade seja natural ou artificial, ventilação, a temperatura do ambiente, a adubação ou fertilização, uma vez que estando sob condições diferentes das naturais, as plantas em ambientes fechados precisam receber doses de nutrientes extras através do uso de fertilizantes tipo foliar todo o mês e a cada 3 meses a aplicação de adubo líquido diretamente na terra, e por fim as regas que no verão devem ser feitas a cada dois dias, enquanto que no inverno a média é de 2 vezes na semana.

Escolha das plantas
A variedade de flores e plantas que podem ser cultivadas em vasos dentro de casa é bem ampla, e vão desde arbustos as diversas espécies de flores e até pequenas árvores, com colorido e tamanho bastante diversificados. Uma boa dica se você está começando nesta arte de cultivar plantas é escolher espécies mais resistentes, que não devem apresentar problemas de adaptação, entre elas podemos citar a prímula, as violetas, as begônias, os antúrios, e os filodendros e também os bonsais entre outros. Essas espécies não dependem de exposição ao sol de forma direta e, portanto se adaptam bem em ambientes internos. Outras espécies como as azaléias, os gerânios e as calêndulas também se adaptam bem dentro de casa, mas necessitam da luz solar direta, portanto podem ser cultivadas em locais que peguem a luz do sol.

Há muitas espécies de flores e plantas que podem ser cultivadas dentro de casa e com certeza alguns vasos de flores coloridas dentro de sua casa ou apartamento vão mudar o astral do ambiente e serão uma excelente terapia para quem cuida delas. Esse é um passatempo gratificante.

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Numerosas são as entidades que se dedicam às orquídeas e muitos os orquidófilos em todo o território nacional. Mais de cinqüenta exposições de orquídeas são levadas a efeito por todo o Brasil, e é deveras surpreendente que os associados tragam de longas distâncias seus vasos com plantas, para mostrar sua beleza, seu estado cultural e seu estado sanitário. Da mesma maneira que todas as plantas cultivadas, as orquídeas também estão sujeitas a diversas pragas, parasitas de origem vegetal e animal.
A incidência dessas pragas é motivo de muitas preocupações por parte dos orquidófilos. Dentre estes parasitas, apenas nos ocuparemos no momento, daqueles de origem animal e pertencentes aos grupos de insetos, ácaros e moluscos. Na classe dos insetos, encontramos a incidência de insetos das seguintes ordens:

Thysanóptera; Hemíptera; Homóptera; Lepidóptera; Coleóptera; Hymenóptera; Díptera.

De cada uma destas ordens daremos alguns caracteres que permitam identificar as pragas pertencentes ao seu grupo, bem como as espécies mais comuns encontradas no cultivo das orquídeas.

1 – Ordem Thysanóptera
Esta ordem compreende os insetos conhecidos pelo nome genérico de “trips”.  São de pequeno porte, com o corpo estreito e dotado de dois pares de asas de tipo peculiar (franjadas), que, estando o inseto em repouso, se dispõem longitudinalmente na linha mediana do corpo. As formas jovens são geralmente amareladas, e os adultos escuros ou mesmo pretos. Os machos são de menor tamanho do que as fêmeas. O desenvolvimento se processa por paurometabolia, isto é, não há metamorfoses completas. As formas de insetos jovens são semelhantes aos adultos, embora não tenham ainda asas. São fitófagos, possuem aparelho bucal do tipo picador-sugador, peculiar a esta ordem (raspador).
Há nas lavouras de cacau, da cebola, do algodão, bem como no cultivo de plantas ornamentais, a incidência desses “trips”. A famosa “lacerdinha” é encontrada geralmente entre os hibiscos. Duas espécies são assinaladas entre as orquídeas: o Taeniothrips xanthius Williams e o Anaphothrips orchidearum Bondar, em Minas Gerais e Bahia. É preciso bastante atenção nas plantas originárias desses Estados, os quais atacam as Laelias e Cattleyas, produzindo lesões simétricas nas folhas, por se introduzirem entre elas quando ainda estão novas, fechadas. Esta característica é bastante observada nas plantas atacadas pelo Heliothrips haemorrhoidalis Bouché, cujo desenho anexamos.

Deve ser usado um dos inseticidas encontrados no mercado que seja de baixa toxicidade, de preferência sistêmico, isto é, de ação prolongada.
Poderá ser utilizado ainda um dos antigos defensivos agrícolas caseiros, cuja fórmula é a seguinte:
Calda sulfo-cálcica a 32 graus B. …………… 150 g
Água …………………………………………………. 10 litros
Sulfato de nicotina a 40 % ……………………… 10 cc

2 – Ordem Hemíptera
É o grupo dos chamados percevejos das orquídeas, vulgarmente conhecidos por “baratinha vermelha das orquídeas”. Estes insetos estão entre os que mais têm provocado estragos entre as orquídeas, notadamente pelo Tenthecoris bicolor Scott, igualmente descrito por Reuter como sendo Eccritotarsus orchidearum. Causam a stigmonose, que tanto deprecia as plantas por eles atacadas.
Estão entre os insetos desta ordem os famosos e perigosos “barbeiros”, causadores do “Mal de Chagas” e os percevejos comuns encontrados em lugares sem a devida higiene.
A saliva do Tenthecoris hidrolisa os hidratos de carbono, sendo até mesmo capaz de dissolver a celulose das folhas. Provocam igualmente condições para transmitir doenças viróticas às plantas. Possuem aparelho bucal do tipo picador-sugador. Entre as orquídeas são também encontrados o Neofurius carvalhoi Costa Lima e o Neoneelia zikani Costa Lima, ambos com os mesmos hábitos do Tenthecoris bicolor Scott.
O desenvolvimento desses insetos assemelha-se muito entre as várias espécies. Quando larva, parecem-se com uma pequena formiguinha com 1,5 mm de comprimento, de cabeça globosa e avermelhada e com olhos escuros, o abdômem é maior que a cabeça, São avermelhados, com exclusão do mesotorax e das patas que são brancas.
As antenas possuem quatro segmentos, sendo o último deles um tanto maior. Passando pelo estado ninfóide, chegam ao estado adulto, apresentando a forma normal.

Os mesmas produtos e recomendações inerentes à ordem anterior (Thysanóptera), poderão ser igualmente aplicados.
Plantas ainda não instaladas (coletadas), deverão ser imersas em 20 litros d’água, com uns 20 cc de um bom inseticida sistêmico, facilmente encontrado no mercado, ou ainda em:

Água …………………………………. 20 litros
Sulfato de nicotina a 40% ……….. 25 cc
Sabão comum ………………………. 400 g

3 – Ordem Homóptera
Esta ordem engloba espécies muito divergentes quanto ao porte e aspecto, pois nela estão inclusas as cigarras, os pulgões e as cochonilhas. Apresentam dois pares de asas semelhantes, membranosas, que em repouso não se cruzam. Desenvolvem-se por paurometabolia, sendo comum a partenogênese. Sugam tanto a parte aérea das plantas quanto suas raízes. É relativamente comum o dimorfismo sexual, como se verifica facilmente entre as cochonilhas, em que o machos possuem uma evolução normal e as fêmeas não. Embora de vida efêmera, os machos são alados, locomovendo-se totalmente, enquanto as fêmeas (todas elas) têm vida fixa.

Entre as principais cochonilhas que infestam os ripados e culturas de orquídeas, citamos as seguintes:

Diaspis boisduvalii
- Diaspis boisduvalii Signoret
Entre as orquídeas, esta é a que marca mais sua presença nos ripados, formando colônias de aspecto lanoso, ou massas brancas, nas quais machos e fêmeas encontram-se protegidos por secreções cerosas, formando fios. Os meios de combate consistem na aplicação de inseticida liquido, após a remoção das cochonilhas, por meio de um pincel mais ou menos resistente Para tal fim recomenda-se o uso de uma solução de água e sabão de coco. Deve-se usar um inseticida sistêmico, preferência recomendada para as plantas em brotação.

Parlatoria proteus

- Parlatoria proteus Curtis
A ocorrência desta cochonilha é manifestada no cultivo de Laelias, Cattleyas e seus híbridos. Formam carreiras paralelas junto à nervura central da folha. São de coloração um tanto escura, a partir da cor ocre.
Os meios de combate aso idênticos aos anteriores, devendo-se usar um pincel de cerdas um pouco mais duras, pois são de difícil remoção.

Chrysomphalus ficus- Chrysomphalus ficus Ashmead
Esta cochonilha tem a aparência de cabeça de prego. Ocorre entre os Dendróbiuns, Coelogynes, Vandas, Cymbidiuns e outras orquídeas de folhas finas e de pouca substancia. São dotadas de forte carapaça e muito resistentes aos inseticidas. O uso de inseticidas sistêmicos é o sistema mais recomendado, além da remoção cautelosa, para não ferir as folhas.

Asterolecanium epidendri

- Asterolecanium epidendri Bouche
Vista através de uma lupa esta cochonilha apresenta ao seu redor uma franja esbranquiçada, de aspecto ceroso. Muito embora ataque preferencialmente os pseudobulbos, tem sido também encontrada nas folhas, notadamente nas folhas coriáceas, como as das Cattleyas, Laelias e Vanillas. É comum encontrá-las nos Epidendruns.
Para eliminá-la, usar os mesmos produtos e cuidados para a eliminação do Diaspis boisduvalii. Uma escova de dente média tem dado melhor resultado que o pincel.

- Furcaspis biformis Cockerell
Raramente tem sido notada esta cochonilha entre as orquídeas pelo menos nos últimos tempos. Já foi entretanto praga comum nos orquidários, notadamente nos que portavam orquídeas oriundas das matas, e que não tivessem sido limpas e pulverizadas com fungicidas e passadas pela ação de um bom inseticida.
O expurgo gasoso fumigatório é o mais recomendado no seu combate. Não havendo essa possibilidade, recomenda-se uma cuidadosa limpeza de cada planta.

- Conchaspis bahiensis Lepage
Esta cochonilha descrita por H. S. Lepage, foi constatada entra as partidas de Encyclia oncidioides trazidas da Bahia. A simples limpeza com água e sabão de coco e posterior aplicação de um inseticida, foi o bastante para eliminar tal cochonilha. Hoje a mesma é raramente constatada nos ripados.

- Icerya brasiliensis Hempel
Apresentando forma avantajada com relação às demais cochonilhas, as Icerya são facilmente identificáveis. Tão comuns no passado, a ocorrência delas praticamente inexiste. Concorreu muito para tal, o uso de inseticidas sistêmicos, além de melhor profilaxia. As Icerya são de coloração esbranquiçada, apresentando dois ápices, um em cada extremidade, sendo um deles a cauda. Lembra-nos quase o aspecto de um camundongo, quando vistas sob uma lupa. As fêmeas desta cochonilha, ao contrário das de outras que possuem vida fixa, costumam movimentar-se de um lugar para outro com certa regularidade. Os meios de combate são semelhantes aos anteriores.

- Niveaspis cattleyae Lepage
Descrita por Lepage, esta cochonilha é de pouca freqüência nos nossos ripados. Está quase que erradicada. Uma boa limpeza com escovinha, água e sabão é necessária no seu combate. Depois, aplicar a solução de sulfato de nicotina a 40% já descrita anteriormente.

Coccus pseudohesperidium- Coccus pseudohesperidium Green
As fêmeas desta cochonilha estão entre as maiores das que conhecemos presentes
nas plantas dos nossos ripados. É comum vê-las rodeadas pelas formigas. Os meios
de combate são os mesmos já citados para as outras cochonilhas. Hoje esta praga está praticamente erradicada, sendo portanto bastante rara.

Entre os pulgões que atacam as orquídeas, os mais comuns têm sido os seguintes:

Macrosiphum luteum

- Macrosiphum luteum Buckt.
Conhecido por muitos como pulgão amarelo das orquídeas, este afídeo tem sido uma constante preocupação por parte dos cultivadores de orquídeas. É comum vê-los junto aos brotos novos ou nas hastes florais, formando inúmeras colônias, onde machos e fêmeas estão sempre em constante movimento. Quase sempre se acham “pastoreados” pelas formigas, que neles têm a obtenção de um produto adocicado. Causam a atrofia nos brotos e das hastes florais. O uso de um bom inseticida é o suficiente para eliminá-los. Usa-se também removê-los com pincel de cerdas bem macias.

Aphis sp- Aphis sp.
Este afideo é conhecido por “pulgão preto”. Os malefícios são os mesmos do seu predecessor, bem como iguais são os meios de eliminá-los.

Cerataphis lataniae

- Cerataphis lataniae Boisd.
Este inseto da Ordem Homóptera, lembra-nos à primeira vista uma cochonilha.
Entretanto, possuindo também forma alada, locomove-se com bastante freqüência. É praga comum nos Estado de São Paulo e outros vizinhos. A aplicação de inseticidas deve ser feita sempre com maior freqüência, pois temos notado uma maior incidência e também o retorno da praga. Os inseticidas sistêmicos são os mais adequados.

Produtos químicos:
Existem vários deles nas boas casas do ramo, sendo que seu uso deve ser sempre seguido à risca, conforme as recomendações dos fabricantes.

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