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Stanhopea oculata

Muitas vezes, os proprietários de orquídeas se deparam com um fenômeno tão incompreensível para eles como o crescimento excessivo de raízes aéreas que literalmente se projetam para fora do vaso.

Existem várias razões pelas quais isso pode acontecer.
1. O primeiro fator que afeta a formação de um grande número de raízes é a falta banal de umidade.

Como a orquídea tem sede, ela procura satisfazer sua necessidade de água cultivando raízes para extrair a umidade do ar.

2. A falta de luz e ultravioleta leva a um resultado semelhante. Na tentativa de potencializar o processo de fotossíntese, a flor contida na penumbra cria cada vez mais novas raízes.

3. Se o solo no vaso for muito denso, o substrato endurecerá e as raízes apodrecerão. Para evitar a morte, a orquídea será obrigada a retomar a formação de raízes fora do vaso.

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4. As raízes aéreas também são formadas ativamente quando o substrato é salinizado ou acidificado.

Reconhecer tais fenômenos não é difícil – um revestimento branco ou amarelo se forma na casca e nas raízes do vaso. Uma situação semelhante ocorre com o excesso de fertilizantes ou o uso de água dura para irrigação.

5. Finalmente, outro motivo que pode causar o aparecimento de raízes adicionais é o ar seco e muito quente.

Se a orquídea estiver perto de uma fonte de calor, mova-a para outro local onde a flor não sofra superaquecimento e ar seco.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


marante zebrina

Uma das características mais marcantes da Maranta são suas folhas exuberantes e cheias de personalidade. Com uma ampla variedade de padrões e cores, incluindo tons de verde, vermelho, rosa e prateado, cada folha é uma obra de arte por si só.

Além disso, as folhas da Maranta possuem um hábito de movimento, fechando-se durante a noite e abrindo-se novamente durante o dia, adicionando um toque de interatividade ao seu cultivo.

Adaptabilidade a diferentes condições de luz
A Maranta é conhecida por sua capacidade de se adaptar a diferentes níveis de luz. Ela prospera sob luz indireta brilhante, o que a torna ideal para locais onde a luz direta do sol é filtrada por cortinas ou persianas.

No entanto, é importante evitar a exposição direta à luz solar intensa, pois isso pode danificar suas folhas delicadas.

Umidade adequada e rega precisa
Essa é uma planta que adora umidade. Para proporcionar um ambiente adequado, coloque um prato com água próximo à planta ou use um umidificador. Ao regar, certifique-se de que o solo esteja úmido, mas não encharcado.

Regar quando o topo do solo estiver ligeiramente seco é uma boa regra geral. Solo bem-drenado e nutrientes O solo da Maranta deve ser bem drenado e rico em matéria orgânica.

Um substrato leve e poroso, como uma mistura de terra para vasos e perlita, é uma escolha ideal. Fornecer um fertilizante balanceado durante a estação de crescimento, a cada 4 a 6 semanas, ajudará a manter suas folhas exuberantes e saudáveis.

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Manutenção das folhas e poda
Limpar as folhas da Maranta regularmente com um pano úmido não apenas ajuda a remover o acúmulo de poeira, mas também permite que as folhas respirem e absorvam a luz de maneira mais eficiente.

Além disso, a poda ocasional de folhas murchas ou danificadas contribuirá para a aparência geral saudável da planta.

Propagação e multiplicação
A Maranta pode ser propagada por divisão, onde você separa cuidadosamente as mudas jovens da planta-mãe e as replanta em vasos individuais.

A primavera é o momento ideal para realizar essa tarefa, quando a planta está começando um novo ciclo de crescimento.

Maranta Burle Marx

Benefícios estéticos e de saúde
Além de sua beleza visual, a Maranta também pode contribuir para a saúde de seu ambiente doméstico. Ela ajuda a purificar o ar, absorvendo toxinas e liberando oxigênio fresco.

Ter uma em casa não apenas melhora a estética, mas também a qualidade do ar que você respira. Cuidar de uma Maranta em casa é uma experiência gratificante que oferece uma conexão íntima com a beleza da natureza.

Suas folhas intrigantes e padrões únicos combinam-se com suas necessidades de cuidados acessíveis para torná-la uma escolha popular para jardineiros internos.

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Planta herbácea pertencente à família Aspleniaceae e nativa da África tropical, da Ásia temperada e tropical e Austrália.

Suas folhas são grandes, verde-claras, largas, brilhantes e com a nervura central escura. As folhas  nascem enroladas a partir da roseta central. Possui crescimento lento. É uma planta epífita que gosta de umidade e temperatura constantes, desenvolvendo-se também no solo das florestas.

Cresce sobre a matéria orgânica, coletando água e húmus na sua parte central. Suas folhas podem atingir até 1 m, mas em media têm uns 45 cm de comprimento. Multiplicam-se naturalmente por esporos, localizados na parte inferior das folhas, na forma de linhas de coloração marrom.

Podem ser cultivadas em árvores, diretamente no solo (nos locais mais sombreados do jardim) ou em vasos. É uma planta ideal para interiores.

Sendo de regiões mais tropicais e de umidade elevada, esta planta não tolera bem temperaturas baixas. Em projetos de paisagismo, tanto interna como externamente, é cultivada criando composições com outras espécies.

Muito usada em jardins de inverno ou conjunto de vasos, em estilo tropical, onde o verde salienta-se com exuberância.

Os Asplênios ficam lindos em casas de vegetação, associados a orquídeas, bromélias e outras plantas de floresta. A chave para asplênios saudáveis é oferecer-lhes  a umidade e o calor que necessitam. A proximidade de uma janela é um bom local para crescerem saudáveis.

O substrato para plantio deve ser rico em matéria orgânica, com boa capacidade de retenção de água. Uma mistura de composto orgânico, turfa e areia é um ótimo meio. Pode-se também agregar fibras, cascas de pinus , esterco curtido ou húmus de minhoca.

Para não haver umidade excessiva uma drenagem com colocação de pedrinhas ou brita no fundo do vaso é fundamental.

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São plantas de floresta. No período de crescimento vegetativo mais intenso é preciso regar com frequência. O substrato precisa conservar-se úmido. Mas é importante irrigar apenas a terra. O centro da roseta não deve ser molhado, pois facilmente apodrece.

Nos períodos onde a planta está menos ativa pode-se molhar menos. Mas regra geral é bom deixar o substrato úmido.

Todas as espécies de Asplenium crescem bem em temperaturas normais de interiores, preferindo um mínimo de 16°C e máximo de 24°C. As plantas começam a sofrer com períodos prolongados de temperaturas inferiores a 13ºC.

Devem ser fertilizados com fertilizantes líquidos de NPK, suaves, específicos para samambaias, alternados com adubos orgânicos (como húmus de minhoca). Não utilize adubos na parte central da planta. Durante a fase de crescimento ativo pode-se aplicar uma vez por mês.

Não são fáceis de propagar e não podem ser divididas como a maioria das samambaias. A planta emite brotos na base que podem ser separados e transplantados para outro vaso. Também multiplica-se por esporos, mas já é mais demorado e trabalhoso para ser feito a nível doméstico.

Não há problemas sérios neste sentido. Mas pode-se ter cuidado com os sintomas descritos a seguir.
- Folhas queimadasquando a planta está em ambiente muito seco, muito frio, excesso de umidade ou insolação direta. No caso de ambiente seco, pode-se usar esfagno no substrato.

- Nematódio das folhas
– Aparecem manchas marrons perto do centro da folha, na nervura principal, espalhando-se para as bordas. Deve-se remover as folhas infectadas ou tentar matar os nematódios mergulhando a planta em água morna (não mais que 50º C) , permanecendo assim  por 10 minutos.

Lave a planta com sabão com delicadeza. Recoloque no vaso. Não irrigar por aspersão pois a água é a forma de propagação para o nematódio penetrar nos estômatos.

- Manchas nas folhas
– Manchas marrons ou pretas irregulares, recortadas ou circulares com bordas amareladas são causadas por fungos ou bactérias. A forma de propagação ocorre pelo uso de ferramentas sujas, pela água ou insetos.

Remover as folhas atacadas, eliminando-as. A irrigação deve ser feita diretamente no solo. Pode-se usar defensivos específicos, de acordo com  as instruções.

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- Podridão das raízes
– Pequenas moscas aproximam-se da planta, brotos novos deixam de surgir, o solo não cheira bem e as folhas começam a ficar marrons. São típicos sintomas de excesso de umidade que ocasionam o apodrecimento das raízes.

É necessário retirar a planta do vaso, cortar as raízes estragadas (bem como as folhas danificadas), lavá-las bem e colocar em novo vaso com terra nova. Cuidar para que haja boa drenagem.

- Cochonilhas –
São insetos que danificam uma grande quantidade de espécies de jardim, preferindo a parte inferior das folhas. Possuem uma carapaça marrom e uma vez estabelecidas, sugam a seiva enfraquecendo a planta. As folhas tendem a amarelar.

Ainda secretam substâncias açucaradas que atraem formigas e criam ambiente adequado para o aparecimento de fungos causadores de manchas.

Cochonilhas são combatidas com aplicação de produtos à base de óleo mineral (óleo de neem é uma possibilidade) mas, em cultivos domésticos, podem ser controlados mecanicamente. Basta estar sempre atento, observando as plantas e ao percebermos a praga, eliminamos manualmente. Um cotonete pode ser usado para esmagá-las ou com uma escova de dente umedecida podemos retirá-las.

- Cochonilha farinhenta
– É uma espécie de cochonilha, pequena, que produz uma cera branca para se proteger. Parecem pequenos flocos de algodão sobre as folhas, mas com um poder letal de sugá-las até que fiquem amareladas e caiam. Uma vez identificadas, deve-se isolar as plantas das demais, eliminando as partes afetadas.

Ou, como na espécie anteriormente citada, eliminá-las mecanicamente. O uso de inseticidas deve ser evitado sempre que possível pois de alguma forma pode trazer prejuízos, inclusive eliminando insetos que são inimigos naturais destas pragas como a joaninha.

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Outras considerações:
- Samambaias não gostam de vento, gerando queima nas folhas.
- Folhas feias ou deformadas devem ser periodicamente removidas.
- Quando percebe-se que a planta precisa de mais espaço, deve-se providenciar o transplante para um vaso com tamanho mais adequado.
- Os asplênios gostam de umidade mas evite pulverizar suas folhas pois não apreciam tê-las umedecidas. Suas folhas quando empoeiradas podem ser limpas delicadamente com um pano úmido exceto as novas que estão saindo do centro.
- Mudanças constantes de lugar acabam estressando a planta.
- Evite colocá-la em locais onde pessoas ou animais possam encostar e danificar suas folhas.
- Tendo estes cuidados, sempre manterá a sua elegante beleza e será uma das plantas mais fáceis de se cultivar em casa.

O verde escuro do asplênio, popularmente conhecido como “verde garrafa”, é um sintoma típico de sombreamento excessivo. Já as folhas queimadas, demonstram que o asplênio está em local muito seco (ar condicionado) ou com muito vento.

Os risquinhos são um bom sinal. São os soros do seu asplênio. Eles contêm milhares de esporos reprodutivos da planta. Ou seja, ela está se reproduzindo. Jamais corte as folhas do seu asplênio!

Procure colocá-lo em local com mais luz e com menos vento. A umidade ambiental pode ser elevada fazendo-se uma ou mais pulverizações de água por dia. Assim que ele estiver adaptado ao novo local (emitindo folhas novas), inicie uma adubação própria para samambaias.

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Caryopteris-x-clandonensis

A Caryopteris clandonensis é uma planta arbustiva originária da China. É conhecida por suas flores azuis vibrantes e folhagem prateada.  Floresce no final do verão e início do outono, atraindo borboletas e abelhas.

Pode ser cultivada em vasos ou no jardim, desde que receba sol pleno e solo bem drenado. É uma planta resistente à doenças e pragas, tornando-se uma escolha fácil para jardineiros iniciantes.

Pode ser podada no final do inverno para estimular o crescimento e a floração. A espirradeira-azul é uma planta de baixa manutenção que adiciona cor e beleza ao jardim.

É um arbusto de porte médio, que pode atingir até 1,5 m de altura. Suas folhas são pequenas e verde-acinzentadas, enquanto suas flores aparecem no final do verão e início do outono. Além da cor azul intensa, as flores também podem ser rosas ou brancas.

Caryopteris clandonensis

Como cultivar e cuidar da Caryopteris clandonensis
Essa planta é bastante resistente e se adapta bem a diferentes tipos de solo e clima. No entanto, ela prefere solos bem drenados e locais com boa exposição solar.

É importante regá-la regularmente durante o primeiro ano de cultivo, mas depois disso ela já pode ser considerada uma planta de baixa manutenção.

A espirradeira-azul é uma excelente opção para quem quer dar um toque de cor ao jardim ou paisagem urbana. Ela pode ser plantada em maciços, bordaduras ou em vasos, combinando com outras plantas de cores contrastantes. Além disso, ela também é muito utilizada em projetos de paisagismo sustentável, pois atrai borboletas e abelhas.

Além de sua beleza ornamental, a Caryopteris clandonensis também possui propriedades medicinais. Suas folhas e flores são utilizadas na medicina tradicional chinesa para tratar problemas respiratórios e inflamações.

Além disso, o extrato da planta também é utilizado na indústria cosmética por suas propriedades antioxidantes.

Caryopteris clandonensis

Plantas que combinam com a Caryopteris clandonensis
A planta Caryopteris clandonensis combina muito bem com outras plantas de cores contrastantes, como o amarelo das margaridas ou o rosa das rosas. Além disso, ela também fica muito bonita em conjunto com outras plantas que atraem borboletas e abelhas, como a lavanda e o girassol.

A Caryopteris clandonensis deve ser fertilizada anualmente com um adubo rico em fósforo e potássio no início da primavera.

Sua poda deve ser feita no final do inverno, antes do início da brotação, para estimular o crescimento de novos ramos e flores. Deve-se remover os ramos mortos e encurtar os ramos mais longos para manter a forma compacta do arbusto.

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