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Cuspidaria convoluta

- Nome científico: Cuspidaria convoluta

- Nome popular: Cipó rosa, Cuspidária

- Origem: Brasil (região sul e sudeste)

- Porte: até 11,00 m quando em caramanchões grandes

- Florescimento: No final do inverno e começo da primavera.

- Flores: Inflorescência com várias flores tubulares róseas.

- Folhas: Com 3 folíolos. Decíduas, caem no inverno para preparar a florada.

- Frutos: No final da primavera com duas asas laterais

- Ambiente: Sol pleno. Por ser vigorosa, necessita de estruturas fortes para apoio. Pérgulas e Caramanchões de eucalipto tratado por exemplo.

- Clima: Sub tropical e Tropical. É tolerante ao frio.

- Solo: Indiferente às condições físicas e químicas do solo.

- Podas: Podar no fim da primavera ou no começo do verão, após a florada para conter seu espaço.

- Reprodução: Mas comum, por  estaquia nodal ou sementes.

O “cipó rosa” é uma trepadeira da família dos ipês – Bignoniáceas. Ela é de crescimento vigoroso e precisa de um bom apoio, uma estrutura reforçada para se exibir. O tronco dela pode atingir 15 cm de diâmetro, portanto, não é indicada para alambrados

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


vriesia

As bromélias são plantas de locais com alto teor de nutrientes orgânicos e pH mais alto. O substrato deve ter baixa densidade para garantir boa aeração e drenagem da água de chuvas e regas. O pH de cultivo fica em torno de 5,8 a 6,3, mas estudos feitos com a Alcantarea mostraram seu melhor desenvolvimento em pH 7,1.

1. Algumas se desenvolvem bem em substrato de fibra de coco e esterco bovino em quantidades iguais (Vriesia e Neoregelia)).
Mas pode também ser uma mistura de terra comum de canteiro com casca de arroz carbonizada, na proporção de 1:1. Mas testes efetuados para uma mistura mais completa, chegaram a: terra 25% + Areia 25% + Húmus de minhoca 25% + pó de cascas (fibra de coco, casca de pinheiro e serragem decomposta ou casca de acácia).

2. Terra, areia, húmus de minhoca e pó de fibras de coco ou casca de pinus decomposta é outra receita que dá certo.
As cascas devem ser em pequenos pedaços, é preciso deixar de molho em água para diluir os compostos fenólicos que podem prejudicar as plantas.
Para os gêneros Dyckia e Orthophytum adicionar mais areia.

3. Bromélias epífitas como as do gênero Tillandsia não usam substrato.

4. O substrato que melhor apresenta resultados para a propagação de sementes é a casca de arroz carbonizada pela sua boa drenagem.
É um produto oriundo do beneficiamento do arroz e encontrado em regiões de produçao deste cereal. Pode ser adquirido in natura e queimado dentro de latas em combustão incompleta.
Para regiões que não tenham este tipo de material pode ser usada a vermiculita.

5. A casca de coco é um substrato usado há pouco tempo, oriundo da indústria de beneficiamento do coco.
É um produto que deve ser lavado muitas vezes para retirada de composto tóxicos para as plantas.
Deixe de molho em água limpa e troque todos os dias durante uma semana. Depois, pode deixar secar e empregar.

Algumas dicas para ter sucesso com suas bromélias
1. Se as folhas novas são mais longas em relação às mais antigas, o local de cultivo tem sombra demais.
Também se a cor das folhas fica somente verde, perdendo o colorido.

2. Se as folhas começam a apresentar sinais e manchas pretas há água demais na muda.

3. Se aparecerem manchas secas nas folhas, a planta pode ter queimado com sol, também pode ter sido regada e a água agiu como lente sob o sol, queimando a folha. Adubação demais pode apresentar sintomas parecidos, mas a queimadura começará nas pontas da folhas.

4. As bromélias dos gêneros Vriesia, Neoregelia, Aechmea, Billbergia, Guzmania, e Canistrum possuem tanque dentro da roseta de folhas e costuma-se deixá-lo sempre com um pequeno filme d’água.

5. Quando plantar não enterre demais a muda, a base das folhas deve ficar acima da linha do solo. Se a muda é grande, use tutor até a fixação da muda no substrato.

6. Não use vaso muito grande para não haver muita umidade nas raízes, facilite a drenagem usando cacos de vasos, brita ou isopor cortado no fundo e um substrato bem pouco denso.

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Anemone_japonica_1

Família: Ranunculaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão

A anêmona-do-japão é uma planta perene,  muito graciosa e sofisticada. As folhas grandes e ásperas são trilobadas e apresentam bordos serrilhados. As flores são grandes também, sustentadas por longos pedúnculos florais e podem ser simples, semi-dobradas ou dobradas, nas cores branca, rosa ou carmin. A floração ocorre no verão.

Ela apresenta um porte relativamente grande, cerca de 90 cm.
No paisagismo prestam-se para a formação de maciços, canteiros e bordos de muros, adequando-se a vários estilos de jardins.

Devem ser cultivadas a pleno sol, embora tolere meia-sombra durante parte do dia. O solo deve ser fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Multiplica-se por divisão da touceira.

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Iris_pseudacorus_flower

Nome Popular: Bandeira-amarela, Flor-de-lis-amarela, Íris-amarelo
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa, Ásia e África

O íris-amarelo é uma planta herbácea, perene, rizomatosa, entouceirada, conhecida por ser umas das raras espécies de íris com flores amarelas. Ele atinge em média 1,2 m de altura, e apresenta folhas glabras, longas e planas, como espadas, de coloração verde-acinzentada.

Estas folhas partem do rizoma, de medula rosada, e deixam marcas semelhantes a escamas. As inflorescências surgem no verão, com cerca de três a quatro flores, sustentadas em longas hastes cilíndricas. As flores são típicas do gênero Iris, com três sépalas caídas e três pétalas eretas.

Cada pétala e sépala são de uma coloração amarelo-ouro, com veias amarronzadas ou violáceas. Ocorrem ainda variedades de flores cor creme-pálido, de folhas variegadas de amarelo, e de porte gigante, ultrapassando 2 m de altura.

O íris-amarelo é muito vistoso e pode ser utilizado em maciços e bordaduras. Ele é adequado para locais permanentemente úmidos, como ambientes palustres na beira de lagos, rios e áreas baixas do terreno, onde além de embelezar, oferece abrigo à vida aquática e controla a erosão e o assoreamento.

Também pode ser plantado em solos drenáveis, mas neste caso é melhor que seja irrigado regularmente e que permaneça à meia-sombra. Ainda assim, nestas condições ele crescerá e florescerá menos do que se estivesse próximo à água.

Também pode ser plantado em vasos e jardineiras. Cuidado: Esta espécie pode se tornar invasiva em determinadas situações.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica e mantido constantemente úmido. O íris-amarelo é uma planta muito rústica, sendo capaz de tolerar solos ácidos, salinos e anóxicos, submersão completa e até mesmo curtos períodos de seca.

Em invernos rigorosos, ele pode perder as folhas, o que é normal, na primavera elas voltam a brotar com força. Prefere o clima temperado ao tropical. Multiplica-se por sementes e por divisão das touceiras e rizomas.

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