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É indispensável, como medida preventiva, o uso de bons inseticidas e fungicidas, em pulverizações espaçadas de 07 em 07 dias quando em caso de infestações, para se buscar atingir o ciclo reprodutivo dos insetos e 40 a 90 dias preventivamente, ou sempre que manifestarem as doenças. Os insetos em geral danificam as folhas e perfuram os bulbos, que logo se deformam.

As cochonilhas e os coccideos vivem agregados às plantas para sugar as seivas, pois todas as plantas produzem amidos, que são doces, tornando estes insetos em caso de não tratamento em verdadeiras colônias, e em não sendo combatidas, comprometerão bastante a saúde das plantas, muitas vezes irreversivelmente.

Os fungos são identificáveis como manchas marrons escuras, com aparência de ferrugem, que vão se alastrando e mesmo chegando até tomar por completo as folhas. Um fungo bastante predominante em orquidáceas é em formato redondo, bem homogêneo que é controlado apenas perfurando toda a espessura da folha no centro e nas bordas da mancha com um alfinete ou agulha, o simples fato da introdução do ar na película já é suficiente para conter sua expansão.

Fica feio, mas não se perde a folha. Os pulgões também causam prejuízos porque sugam a seiva das plantas. Recomendamos a aplicação do Combat não só por cima das folhas mas principalmente por baixo das mesmas, porque é ai que se localiza a maioria das pragas e moléstias.

Também é necessário defender as orquídeas contra o ataque das lesmas ou caramujos, alguns deles muito pequenos, quase imperceptíveis a olho nu, que devastam as plantas comendo vorazmente as flores e as raízes.

É conveniente usar preventivamente iscas, após a rega normal, utiliza-se muito colocar pratinhos ou pires com cerveja, por volta de 19 horas e lá pelas 23 horas, recolhê-los e fazer a catação manual.

Também podemos utilizar fatias de batata e chuchu frescos para atraí-los e posteriormente promover a catação manual com rigor até exterminar completamente estes moluscos indesejáveis. Ao utilizar ferramentas, esterilize-as, pois podem conter algum vírus/fungos e transmiti-los a suas plantas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Calathea Crocata

Nome científico: Calathea crocata
Nome popular: Galatea
Família: Marantaceae (Marantaceae)
Origem: Brasil
Altura: 50-100 cm

A Galatea gosta de ambientes quentes e úmidos. Não tolera o frio ou ambientes secos, nem sol forte direto.

Rega
Manter a terra úmida mas não encharcada no Verão. Diminuir a rega no Inverno.

Outros cuidados
Três princípios definem o cultivo desta planta: calor, umidade e sombra.
Evitar mudanças de localização, correntes de ar e oscilações bruscas de temperatura.
Transplantar na Primavera de 3 em 3 anos e fertilizar durante o Verão com fertilizante suave.

Folhas superiores verde oblonga ou ovado-elíptica escuro, enquanto o fundo é vermelho Bordeaux.
É a única espécie do gênero que é cultivada por suas flores, folhas e outros são tão decorativos.

Suas flores têm a corola e brilhante brácteas laranja. A floração vai da Primavera ao Verão.

Aprecia temperaturas quentes, mas no Inverno suporta temperaturas de 15 a 18 º C.
Correntes de ar no Inverno pode matá-la, pois não suportam temperaturas abaixo dos 15ºC. Deve-se evitar mudanças bruscas de temperatura.

Vasos – Cresce melhor em vasos mais largos que longos.

Irrigação – O substrato sempre deve estar úmido mas não encharcado. Rega a cada 2 ou 3 dias no verão, a cada 5 dias no inverno.

Fertilize a cada duas semanas na Primavera e Verão em doses pequenas.

Pragas -
Ácaros (especialmente em ambientes secos) e cochonilha.

Problemas
Se as folhas ficarem secas, por talvez estarem expostas ao sol, levá-la para um local com sombra.
Se as bordas das folhas ficarem amareladas, a irrigação é insuficiente.

Transplante
Deve ser transplantada a cada ano, na Primavera, para um vaso maior apenas se as raízes encherem o pote inteiro.

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Dendrobium_nobile

Classificação
Gênero:
Dendrobium Sw.
Espécie: Dendrobium nobile Lindl.
Tribo: Epidendreae.
Subtribo: Dendrobiinae.
Etimologia: Dendrobium, do grego “dendron”, árvore; “bios”, vida; portanto “árvore da vida” ou ainda “o que sobrevive em árvore”.

Gênero com mais de 1000 espécies, nativa da Índia e Sri Lanka, leste do Japão, inclusive Filipinas, Malásia, Nova Guiné até Austrália, Ilhas do Pacífico e Nova Zelândia.
A maioria é epífita e em menor escala, litófitas, como o Dendrobium speciosum, originário da Austrália.

Muitas pessoas iniciantes no adorável mundo do cultivo de orquídeas, iniciam-se nessa paixão, através da compra ou presente de uma Dendrobium nobile Lindley, conhecido por alguns como “olho de boneca”, pois sua flor lembrar na coloração interna do labelo, o olho desse brinquedo.

A espécie Dendrobium, em geral,  na época de floração, necessita de maior variação de temperatura entre frio e calor, assim como maior luminosidade e principalmente estresse pela falta de irrigação.

Se você tem um exemplar de Dendrobium nobile Lindley (esse é o nome correto da planta e da centena de híbridos que encontramos por ai), cujas flores variam em muito quanto ao tamanho e coloração devido a quase incontável quantidade de cruzamentos, pode observar que ao comprá-la numa floricultura ou exposição de orquídeas, a planta apresentava-se linda com dezenas de flores saindo próximas de suas folhas laterais intercaladas. O ano inteiro, depois da queda das mesmas, você cuidou dela com carinho, seja nas regas, adubação e controle de pragas, mantendo-a viçosa. Provavelmente surgiram novas mudas na  sua base  ou na haste, as quais,  ainda grudadas nela, soltaram raízes. Afinal foi ótimo o resultado, aquilo que era uma única planta de repente te presenteou com outros tantos filhotes, que você diligentemente arrancou torcendo e girando  as novas mudas pra soltarem-se ou usou alguma faca para cortá-la rente a planta mãe, plantando noutras estacas de madeira  ou vasos.

Você esperava no ano seguinte que na época de floração, normalmente entre julho e agosto que sua planta mãe e as novas mudas dessem as mesmas floradas do ano anterior mas, estranho, ao  invés de saírem flores, no lugar apareceram outras tantas novas mudas que enraizaram-se!

Por que isso aconteceu? O que fazer? Afinal você gostou e gosta da planta em razão de suas flores!.

É muito fácil resolver isso. Como foi dito no início, para que um Dendrobium nobile Lindley floresça precisamos controlar as regas, provocando-lhe o estresse pela falta d’água. Primeiro coloque o vaso num lugar onde receba uma boa luminosidade praticamente direta dos raios solares, preferencialmente da manhã e do entardecer, nunca do sol a pino que pode queimar as folhas da planta, que não está adaptada a essa mudança brusca e intensa de luminosidade direta.  Assim a partir do mês de maio, passe a apenas borrifar a planta sem encharcá-la duas ou três vezes por semana. A partir de junho uma única vez na semana. Provavelmente começarão a aparecer aquelas “verruguinhas” laterais, transformando-se em formato de “esporão” mais crescido com uns dois ou três centímetros de comprimento. Não se empolgue querendo encharcar a planta com água. Ela entrou num processo de dormência para floração! A reserva que ela tem armazenada de água e nutrientes em suas hastes é o bastante para garantir a transformação dos esporões em lindas flores durante fins do inverno e início da primavera. Lembre-se, se você irrigá-la demais na época da floração, com certeza você terá sempre mudas novas e dificilmente as flores que tanto gosta. Essa técnica é aplicada na maioria das plantas do gênero, e não apenas a espécie Dendrobium nobile Lindley.

Sabia que o nome da espécie define-se como “árvore da vida”? Talvez porque como já vimos e sabemos, ela produz de sua própria haste outros tantos “filhotes” que prosseguem o curso da vida com novos indivíduos, e mesmo no estresse com falta d’água, naquilo que poderia ser um ultimatum em sobreviver, solta novas flores que polinizadas poderão render cápsulas com  milhares de sementinhas, que teoricamente produzirão outra centena de exemplares (apesar do mais comum no cultivo doméstico ser a divisão da haste em estacas para se obter novas mudas ou as novas plântulas chamadas “keikis” que surgem nas hastes).

É possível obter novas mudas com estacas obtidas pelo corte da haste após floração e queda das flores.

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Iris-caminhante
Bonita planta usada em jardineiras e bordaduras de jardins, e mais conhecida como Íris-caminhante ou Falsa-íris.

Planta perene, nativa do Brasil e sudeste do México, aprecia solo rico em matéria orgânica, bem drenado e que mantenha umidade relativa; sol pleno até meio-dia e meia-sombra no restante do dia proporcionam um melhor  processo vegetativo.

Prefere climas mais quentes, na região sul do Brasil encontra maior dificuldade no crescimento e floração, se comparada com plantas do sudeste ou centro-oeste brasileiro.

Sua folhagem é longa e flexível, apresentando nos ponteiros das hastes lindas flores efêmeras. Murcham no mesmo dia, em compensação a mesma haste florirá  múltiplas vezes.

Sua propagação é feita por sementes, divisão da planta ou removendo as plântulas enraizadas que nascem nos ponteiros.

O nome “íris-caminhante” deve-se ao fato de que, sendo suas hastes flexíveis, após floração e surgimento de novas plântulas no ápice , com o peso dobra-se ao chão, onde essas novas mudas  enraizarão formando novas plantas e assim sucessivamente – espalhando-se, literalmente “caminhante” nesse meio de propagação.

Acaba tomando conta do terreno ou jardim onde estiver plantada,  caso não haja um controle. Por causa dessa propagação é considerada planta invasora.

Existem diversas espécies de Neomarica, uma outra bem conhecida é a cerúlea ou caerulea, cujas pétalas apresentam um tom azulado em sua totalidade, diferente da gracilis, com pétalas externas num branco que varia do puro ao creme suave. Algumas possuem flores menores,  como aquelas nativas do litoral brasileiro.

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