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Além da nutrição e do meio de cultivo adequado diversas condições também são essenciais à vida dos vegetais. Cabe que cada espécie carece de condições climáticas adequadas para o seu desenvolvimento.

Solucionando Problemas
Os sinais que algo não está de acordo com as condições exigidas pelas plantas. Portanto para se ter um exemplar bem cuidado é necessário conhecer as necessidades de cada espécie, o que não é o objetivo desse manual. Pergunte ao atendente da loja de sua preferência quais as condições ambientais e climáticas necessárias para o cultivo da espécie desejada ou ainda esclareça as características do local aonde se deseja cultivar a sua planta para não errar na espécie que se está comprando.

Leve em consideração os seguintes fatores básicos:
Iluminação
- Sol pleno / Meia sombra / Sombra
Temperatura
- Calor / Ameno / Frio
Ventos
- Incidência e proveniência de ventos – Ventos vindos do Sul normalmente são maléficos às plantas (são muito frios)
Umidade do Ar
- Normalmente em ambientes fechados a umidade é o fator mais crítico para algumas espécies, bons exemplos são as salas com ar condicionado que são extremamente secas e os cômodos próximos às cozinha e banheiros que são muito úmidos, bem como os próprios.
Posição geográfica – Para plantas cultivadas dentro de casa ou próximas de construções, o posicionamento geográfico influencia praticamente em todos os fatores anteriores – iluminação, temperatura, ventos e umidade.
Iluminação

Luz é vida. Não só para as plantas, mas para todos os seres vivos, ela á indispensável. Quando ela é insuficiente os caules ficam longos e fracos (pois buscam a luz), as folhas pálidas e não há produção de flores, nos casos mais críticos as plantas morrem.

Quanto à luminosidade, 2 fatores influenciam o desenvolvimento das plantas: a intensidade – brilho ou potência da luz e a duração – período de tempo que as plantas ficam expostas à luz.
Portanto quando determinar o local em que a sua planta será cultivada considere os fatores de sol pleno - grande intensidade e duração, meia sombra – pequena intensidade e grande duração e sombra – pequena intensidade e duração. Cabe que em nenhum dos casos signifique que a planta possa ser cultivada no escuro, todas as plantas, sem exceção, precisam de luz para sobreviver.

Indícios da falta ou excesso de luz
As plantas têm tendência natural para se desenvolver de acordo com a luminosidade que lhes é oferecida onde se adaptam, mas é claro que sofrem com isso.

Luz insuficiente torna os ramos fracos, esticados, mais finos e pálidos conhecido pelo termo botânico estiolamento. Já o excesso de luz provoca queimaduras nas folhas. Muitas folhagens não toleram a luz direta do sol. São plantas que no habitat natural vivem à sombra das árvores. Quando colocadas diretamente sob a luz direta do sol, suas folhas encrespam e podem surgir manchas marrons, sinais claros de queimaduras.

Temperatura
Outro fator importante no desenvolvimento das plantas é a temperatura ambiente.

Tão importante que de nada vai adiantar as regas, iluminação e a umidade do ar se a temperatura não for adequada. A temperatura interfere na absorção da água pela planta tendo uma relação direta com a transpiração e a respiração das folhas.

As espécies escolhidos para serem cultivados em sua casa devem seguir a ordem natural, ou seja, escolha sempre plantas que se dão bem com as variações climáticas de sua região.

Plantas tropicais, por exemplo, entram em dormência quando a temperatura cai abaixo dos 15ºC outras morrem quando ficam por muito tempo expostas a altas temperaturas.Contudo o que mais prejudica as plantas são as variações bruscas de temperatura, fique de olho no termômetro e proteja suas plantas, para o frio iluminá-las com lâmpadas incandescentes é uma boa solução e para o calor faça pulverizações com água diariamente.

Umidade atmosférica
Para as plantas, a umidade do ar (ou umidade atmosférica) é tão importante quanto a umidade do solo. A umidade nada mais é que a quantidade de vapor de água existente no ar o que afeta tanto as plantas quanto às pessoas. Quando o ar esta úmido, nossa transpiração não evapora e nossos cabelos e roupas demoram mais para secar. Em dias secos sentimos mais frescor na pele, suamos menos e as roupas secam rapidamente.
A porcentagem de vapor de água no ar é chamada de umidade relativa do ar. Esse índice varia muito de local para local, dependendo da vegetação, altitude e proximidade do litoral.

Desta forma para manter suas plantas exuberantes é importante saber qual é a média de umidade relativa do ar do ambiente ou do local onde será cultivada.
Para plantas cultivadas em interiores, que por natureza são mais secos, pulverizações diárias com água irão equilibrar a umidade do ar. Uma leve névoa sobre as folhagens é muito bem vinda e resolve rapidamente o problema da falta de umidade. Certifique-se que a água não esteja fria, pois as folhas podem ressentir se.

Importante: Ambientes com ar condicionado são extremamente secos para as plantas.

Nos ambientes externos o controle de umidade do ar é muito mais complexo, portanto evite cultivar exemplares de clima seco em locais úmidos e vice-versa. Lembre que sempre haverá um exemplar adequado para o seu local. Informe-se com o atendente de loja ou pesquise as fichas técnicas da planta nas publicações especializadas.

Posição geográfica
Os fatores mais importantes para escolher o local ideal para suas plantas dentro e fora de casa são: quantidade de luz, temperatura, vento e umidade do ar que seus exemplares irão conviver.

Cada planta tem um tipo de exigência climática, que vai desde o mínimo necessário para a sobrevivência até as condições mais adequadas para que ela atinja o máximo de sua exuberância. Nos ambientes internos as janelas são os melhores contatos com o exterior, mas não basta colocar as plantas próximo delas para obter sucesso.

É preciso levar em conta a face (posição geográfica) em que a janela se encontra e a estação do ano, essas variáveis determinam a intensidade, devido à inclinação do sol (estação do ano) e a duração (face da janela). Veja a seguir de que maneira o sol penetra em suas janelas:

Face norte: é a janela que sofre a maior variação de luminosidade à medida que as estações mudam. No inverno, quando o sol é baixo, a luz penetra por essa janela a maior parte do dia. No verão, quando o sol está alto, a penetração é boa pelo menos metade do dia.

Face leste: é a janela que tem a menor insolação no verão, época em que o sol nasce diretamente no leste e atinge seu ponto máximo ao meio dia e põe-se no oeste. Mas a medida em que o sol sobe na parte da manhã, fica num ângulo mais agudo em relação à janela deixando o ambiente mais frio e menos ensolarado que uma janela da face norte ou oeste.

Face oeste: é a janela mais quente durante o verão e muitas plantas não resistem quando expostas a ela. Os cactos e as suculentas aceitam bem, mas as plantas mais delicadas provavelmente sofrerão até a morte. Para compensar o calor utilize cortinas e aumente a circulação de ar no ambiente.

Face sul: é a que tem pior luminosidade, inclusive no verão. Só coloque nessas janelas plantas que aceitam baixa luminosidade e baixas temperaturas, Esse ambiente vai ficar muito frio no inverno.

Quando regar
Importante ressaltar que estas regras também se aplicam para plantas cultivadas próximas a construções como muros e casas, que apesar de estarem ao ar livre ainda sim são influenciadas pelas essas barreiras não naturais.

As regas têm importância fundamental no desenvolvimento e manutenção das plantas. Acontece que o excesso de água é tão prejudicial quanto a falta e mais, nem todas as plantas têm as mesmas necessidades de água.
E ainda a mesma planta, dependendo da época do ano, período de desenvolvimento, localização e outras circunstâncias irão exigir mais ou menos água do que o habitual.

Diante destas variáveis ressaltamos que as regas não são tão simples como pensamos e que tabelas e fórmulas não devem ser seguidas ao pé da letra.

Qual a quantidade de água
?
A resposta vem da observação, não é tão difícil, com um pouco de treino você vai analisar facilmente os seguintes fatores:

Umidade do Ar: Suas plantas precisam de mais água nos dias quentes e secos que nos dias frios e úmidos, mais no verão que no inverno.

Meio de cultivo
- Substrato
: Se a exigência da planta for de um substrato leve, com mais drenagem, ela necessitará de mais regas que as que exigem um substrato mais denso. Também a textura do substrato altera a retenção da água, os mais finos retêm menos água que os mais grossos.

Importante: De nada irá adiantar regar muito um exemplar para que armazene água para um período mais longo, principalmente se este estiver em vaso. Existem alguns sistemas automáticos que promovem o fornecimento de água constante e equilibrado por períodos prolongados, tanto para vasos quanto para canteiros.

- Vaso: Vasos de barro e de cerâmica, quando não impermeabilizados absorvem e evaporam boa parte das regas destinadas às plantas. Embora sejam benéficos, as plantas colocadas nesses vasos necessitam de regas mais freqüentes. Uma dica é colocá-los de molho por uma noite antes de usá-los pela primeira vez. Desta forma ficará encharcado e não irá absorver as regas.
Vasos de plástico e de cerâmica impermeabilizada, não absorvem água fazendo uma necessidade menor de regas.
Outro fator importante é que os vasos pequenos, com pequena quantidade de substrato, necessitam de regas bem mais freqüentes, pois apesar do poder de retenção de água ainda não será o suficiente para a planta.

- Drenagem: Regue sempre até que a água comece a sair pelos furos de drenagem do vaso. Aguarde um instante e recolha a água que sobrou no prato. Por dois motivos: O excesso que fica no prato pode apodrecer as raízes da planta e a água parada no prato procria os mosquitos da dengue. Em canteiros certifique-se que o substrato esteja úmido.

- Estágio da Planta: Quando florida a planta necessita de mais água que o habitual. Uma planta murcha obviamente está pedindo socorro. Se chegar a tal ponto temos que colocar a planta na “UTI”, coloque o vaso, desde que seja de barro, dentro de uma vasilha com água até que a plante reanime, não molhe as folhas, pois estarão com as células fechadas e a água não será absorvida podendo provocar o apodrecimento.

Se a planta estiver num vaso de plástico, faça de 4 a 5 regas no mesmo dia, até que reanime, tomando cuidado de não molhar as folhas. Plantas cultivadas em canteiros devem também receber tratamento de emergência, quando estiverem murchas regue mesmo que a sol a pino, mas sem molhar as folhas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


bulbos em vasos
Sintomas –
Os caules crescem de uma forma exagerada, as folhas mais velhas ficam longas e desbotadas enquanto as novas não se desenvolvem.
- Causa: Pouca luz. Excesso de Nitrogênio.
- O que fazer: Coloque a planta num local mais iluminado. Reduza o teor dos adubos ou diminua a freqüência das aplicações

Sintomas – As folhas antigas enrolam-se; as novas não se  desenvolvem.
- Causa:
Excesso de luz
- O que fazer: Coloque a planta num local mais sombreado ou pare de usar adubos para incentivar o crescimento.

Sintomas – Os caules ficam polpudos, escuros e apodrecem; as folhas inferiores dobram-se e murcham; a terra, na superfície, fica constantemente molhada.
- Causa: Excesso de água.
- O que fazer: Não regue em quantidade ou com muita freqüência. Molhe apenas quando a terra do vaso estiver seca. Assegure-se de que o buraco de drenagem do vaso não está entupido. Não deixe a água drenada ficar embaixo do vaso mais de 30 minutos. Diminua as regas, ainda mais, no período de dormência das plantas.

Sintomas – As pontas das folhas escurecem e elas acabam murchando. As folhas inferiores ficam amarelas e caem.
- Causa: Pouca água.
- O que fazer: Regue até que a água escorra pelo buraco de drenagem do vaso. Não molhe outra vez antes da terra secar.

Sintomas – As bordas das folhas enrolam-se e ficam amarronzadas.
- Causa: Falta de umidade.
- O que fazer: Aumente a umidade, colocando os vasos sobre uma bandeja com pedrinhas e água ou então no interior de um recipiente cheio de esfagno úmido. Borrife as folhas.

Sintomas – A planta não dá flores, ou produz apenas algumas, e forma um cúmulo de folhas. Na superfície do vaso, às vezes aparece um lado esverdeado.
- Causa: Excesso de adubo, principalmente nitrogênio.
- O que fazer: Adube com menos freqüência, usando a metade da quantidade indicada na embalagem, principalmente no inverno, quando a planta recebe menos luz. Não use adubo rico em nitrogênio durante o período de crescimento. Não adube na época de dormência da planta

Sintoma – As folhas inferiores tornam-se amarelas e caem; as novas não se desenvolvem e os caules param de crescer.
- Causa: Falta de adubos.
- O que fazer:
Adube freqüentemente no período de crescimento da planta.

Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram – se e murcham.
- Causa:
Excesso de calor.
- O que fazer: Mude a planta para um lugar mais fresco.

Sintomas – Surgem manchas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
- Causa: Água fria nas folhas.
- O que fazer: Ao regar as plantas, use água à temperatura ambiente ou um pouco mais alta.

Sintomas – Manchas brancas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
- Causa: Queimadura do sol.
- O que fazer: Propicie mais a sombra à planta, filtrando a luz do sol com cortinas, ou mude – a para perto de uma janela que não receba luz solar direta nas horas mais quentes do dia.

Sintomas – Uma cobertura branca aparece na superfície da terra ou nas margens e lados do vaso de barro. As folhas que tocam na borda do vaso murcham, apodrecem e caem.
- Causa: Acúmulo de sais provenientes dos adubos.
- O que fazer: Regue a planta inteiramente, para dissolver os sais. Depois de meia hora, molhe – a novamente para que os sais sejam expelidos pelo buraco de drenagem.
Lave bem os lados e margens do vaso e revista essas partes com cera derretida.

Sintomas – As raízes ocupam todo o espaço do vaso e passam pelo buraco de drenagem. A planta murcha ou produz apenas pequenas folhas.
- Causa: Vaso pequeno.
- O que fazer: Replante num vaso maior.

Flores e Plantas

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Selenicereus_grandiflorus

Algumas flores de cacto formam longos tubos de até 30 cm de modo que somente as mariposas possam alcançar seu néctar e consequentemente polinizá-las. Há também exemplos de especializações para morcegos, beija-flores e algumas espécies de abelhas. A duração das flores é muito variável. Muitas flores, por exemplo, as do Selenicereus grandiflorus, popularmente conhecido como Rainha da noite, somente permanecem inteiramente abertas por duas horas noturnas. Outros cactos florescem por uma semana inteira. A maioria dos cactos são auto-incompatíveis, portanto necessitam de um polinizador. Alguns são aitógamos e auto polinizam-se.

Frailea_mammifera_bloomingFrailea mammifera blooming

As Fraileas somente desabrocham completamente suas flores em circunstâncias excepcionais, em regra são cleistogâmicas, ou seja, autopolinizam-se com as flores ainda fechadas. A própria flor também passou por um desenvolvimento adicional: seu ovário costuma transformar-se e uma área completamente protegida por espinhos, pelos e escamas. A formação das sementes é elevada, e as frutas frequentemente saborosas, suculentas, e vistosamente coloridas. Cabras, pássaros, formigas, ratos e morcegos contribuem significativamente na dispersão das sementes.

Devido à sua elevada habilidade em reter a água, partes destacadas das plantas podem sobreviver por longos períodos e raizes desenvolvem-se em qualquer segmento do corpo da planta.

Cultivo em vaso
Um bom substrato é essencial podendo ser composto da seguinte maneira: 50% de areia lavada de rio, 50% de terra vegetal. Pode ser acrescentado o húmus de minhoca na proporção de um terço do volume de terra vegetal. Os espécimes jovens não devem ser expostos diretamente ao sol o dia inteiro, precisando apenas de luminosidade intensa. A rega não deve ser excessiva, pois pode apodrecer o cacto.

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Begonias

As begônias são lindas flores cuja profusão de tonalidades as tornam ideais para a decoração da casa. Podem ser encontradas nas cores: branca, rosa, amarela, salmão, vermelha e outras cores intermediárias.
As begônias podem ser utilizadas também no paisagismo, colocadas em vasos, num terraço ou no jardim. Necessitam de troca anual e alguns cuidados especiais.

Conheça as espécies de begônias
As melhores espécies para o cultivo em vasos são: Begônia sarmentosa (Begonia sarmentacea), Begônia de folha (Begonia x sementacea) e Begônia olmo (Begonia ulmifolia) ou prateada (Begonia venosa).

Para canteiros anuais recomenda-se a Begônia- cerosa (Begonia semperflorens), com época ideal para plantio no mês de abril.

O clima ideal para o cultivo das Begônias
As Begônias para vasos são plantas tropicais muito delicadas. Preferem clima entre 20°C e 28°C e não gostam de ventos.

Já as Begônias-cerosas de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Como plantar Begônias
Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e acrescente também um pouco de esterco de curral.

Para cultivar begônias em vasos é necessário transferi-las para um vaso maior sempre que crescerem muito ou dividi-las em vários vasos, mas atenção, nos pequenos vasos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes. Transplante-a quando crescerem mais que 10 cm. Uma hora antes de transplantar regue o vaso para que sua terra não “desmonte” na hora de tirar a planta.

Como cuidar das Begônias
Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

Adube a cada dois meses. Cubra em torno das begônias com dois centímetros de substrato rico em matéria orgânica ou lascas de madeira para manter a umidade. Se as folhas ficarem marrons, é preciso aumentar a umidade do solo.

Ácaros e fungos podem atacar as begônias já que elas só florescem em ambientes úmidos. Se isso acontecer procure orientação em lojas especializadas em produtos para controle de pragas, ou um agrônomo.

Deixe um espaço de tempo entre as regas para que a terra seque um pouco, especialmente no inverno. Quando for regar as begônias, não molhe suas folhas, apenas o solo. Também é importante que os vasos tenham aberturas para escoar a água não absorvida pelas plantas.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim já que elas florescem quase o ano todo.

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