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Cóleus – (Solenostemon scutellarioides)
Família: Lamiaceae
Origem: Java e Malásia

Planta herbácea muito apreciada pelo colorido de suas folhas. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem. Atinge cerca de 40 a 90 cm de altura, de acordo com a variedade.

Ela originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares.

Suas folhas são grandes e é interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente. Suas folhas possuem coloração variada, em tons de verde, vermelho, amarelo e roxo.

Possui flores azuladas que surgem em espigas, acima da folhagem, surgem em qualquer época do ano e têm importância ornamental secundária.

Você pode também remover as flores, o que estimula o crescimento mais viçoso das folhas.

É uma planta de rápido crescimento e relativamente rústica e de baixa manutenção, pois não exige podas. Entretanto, não tolera geadas ou temperaturas muito baixas.

A planta se desenvolve melhor quando cultivada sob à meia-sombra ou pleno sol. Entretanto, suas folhas podem não ficar bonitas quando deixadas sob sol pleno, e perder sua coloração quando em ambientes escuros demais. Uma umidade do ar em torno dos 60% é ideal para a planta. Em locais muito secos, regas mais freqüentes podem ser necessárias.

Se cultivado em vasos, você pode manter a planta compacta simplesmente arrancando as pontas dos galhos maiores, o que estimula o crescimento de pequenas ramificações.

Apesar de perenes, nos jardins são tratados como plantas bienais por se tornarem espigadas e de mau aspecto com a idade. Quando a planta não estiver mais bonita, replante-a através de mudas feitas por estacas dos ponteiros.

Procure manter o solo sempre úmido, regando novamente sempre que o solo estiver levemente seco, pois as folhas podem cair se o solo ficar seco demais.

É fácil multiplicá-los por meio de sementes ou estacas retiradas dos ponteiros. Basta cortar a ponta de alguns ramos e enterrar a base em um vaso.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Licuala Grandis

1 – Caule
O caule de uma palmeira é do tipo estipe, com anéis que são as cicatrizes deixadas pela bainha das folhas. São alongadas, cilíndricas ou colunares, geralmente sem ramificações, ostentando no ápice um tufo de folhas.

Existem vários tipos de caule, suas características muitas vezes, permitem o reconhecimento:
- Caule único (Palmeiras monocárpicas não ramificadas: caule simples ou solitário compreende a maioria das espécies de palmeiras;

- Caule entouceirado (Palmeiras policárpicas não ramificadas): caules múltiplos que formam touceira (arca-bambu, palmeira-de-macarthur, palmeira-laca, entre outras);

- Caule ramificado (Palmeiras ramificadas): é muito raro, o único gênero conhecido é Hyphaene, que se ramifica a semelhança de uma árvore e ocasionalmente algumas palmeiras também ramificam como areca e fênix.

Quanto à superfície do caule, podem ser lisos ou desprovidos de qualquer revestimento, com espinhos (Acromia aculeata), pêlos (Coccotrhnax crinita), revestidos de tecido fibroso (Taphis excelsia e Trachycarpus fortune).

2 – Raízes
O sistema radicular das palmeiras é fasciculado, do tipo “cabeleira”, ou seja, não possui raíz principal. Algumas espécies de mata úmida possuem raízes aéreas, que complementam o sistema radicular. Por não serem profundas, não prejudicam as estruturas de piso e parede como algumsa espécies de árvores. São ideais para ornamentar ambientes próximos às piscinas.

3 – Folhas
Podem ser pinadas ou palmadas (leque), são divididas em quatro partes:
- Bainha: parte que liga a folha ao estipe (pode envolvê-lo parcial ou totalmente):
- Pecíolo: liga a bainha ao limbo, parte livre da folha, pode ser curta ou alongada;
- Ráquis: eixo principal do limbo, onde os folíolos se inserem;
- Limbo: á a parte folhosa verde que pode ser inteira ou dividida em formas variadas.

4 – Palmito
É a região principal de crescimento da planta, sendo uma estrutura compacta protegida pela base das folhas (bainha) que, nesse local, se apresentam muito eretas e alongadas. O palmito pode ser visível ou não, no topo da palmeira. Esta é a característica que permite diferenciar a palmeira-real (Roystonea regia), da imperial (Roystenoa oleracea), a primeira tem seu palmito à msotra, a última o tem escondido pelas folhas e inflorescências. Também destacamos a palmeira-laca (Cyrtostachys renda) que se caracteriza pelo palmito extremamente vistoso de cor vermelho sangue no ápice.

5 – Ambiente
Grande parte das palmeiras é originária de regiões tropicais, algumas preferem à meia sombra, mas a maioria precisa ambientes ensolarados.

6 – Inflorescência
As flores das palmeiras não possuem valor estético. São agrupadas em uma inflorescência que recebe o nome de espádice, envolvidas por uma ou mais brácteas chamadas espatas, e podem se localizar abaixo, entre ou acima das folhas.

7 – Fruto
Conhecido como coco ou coquinho, é geralmente um fruto drupáceo carnoso, às vezes seco e fibroso. Apresenta valor ornamental e comercial, fornecem muitos produtos úteis ao homem como frutos (cocos, tâmaras), palmito, sagu, óleo, cera, fibras, material para construções rústicas, entre outros.

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Amérstia
A amérstia (Amherstia nobilis) , também é conhecida como ou rainha das flores, é considerada por muitos como a mais bela e nobre das árvores floríferas. Sua copa é majestosa, densamente folhada e apresenta um belo florescimento com várias flores em cachos pendentes. O rosa claro e o vermelho são as cores predominantes nas flores.

A Amherstia nobilis é uma cesalpinácea da família das leguminosas nativa de Burma (atual Myanmar), pequeno país localizado na Ásia, mais precisamente na porção norte-ocidental da península da Indochina, tendo grande parte do seu território coberto por florestas tropicais, e da Índia onde chega a atingir de 10 a 20 m de altura..

A Amherstia é espécie única no gênero e no Brasil foi introduzida pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Adaptou-se bem, porém deve ser cultivada em regiões tropicais e com inverno ameno, em solo rico em matéria orgânica, bem drenado com bom teor de umidade tanto no solo como no ar, sendo ideal o seu cultivo no litoral. Isto não significa que não possa ser cultivada em locais mais frios e secos; nestes locais durante os meses de estiagem devem ser feitas irrigações periódicas, pois suas folhas novas com a falta de umidade tendem a secar as bordas. Também precisa ser plantada a pleno sol, assim apresentará um florescimento abundante.

O plantio das mudas deve ser feito em covas espaçosas (60 cm de diâmetro por 60 cm de profundidade) adubadas com 20 litros de esterco de curral bem curtido e 500 g de superfosfato simples ou farinha de ossos.

flor da AmerstiaUma curiosidade é que as flores são parecidas com as flores das orquídeas.

Durante o desenvolvimento inicial a coroa ao redor do caule deve ser protegida com cobertura morta, livre de gramíneas ou outras forrações. Após 3 meses de plantio já deve ser iniciada a adubação química trimestral com NPK 10-10-10 primeiramente com 50g aumentando as aplicações conforme o desenvolvimento da planta. Plantas obtidas por alporquia e bem nutridas florescem já no primeiro ano de plantio.

As mudas de Amherstia são obtidas de alporquia e também através de sementes que devem ser coletadas debaixo da árvore logo que caiam , evitando que fiquem muito tempo expostas para que não ocorra um ressecamento das sementes dificultando a germinação.

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cyrtopodium_saintlegerianum

As Cyrtopodiums estão entre as orquídeas predominantemente brasileiras que florescem no terceiro trimestre do ano. De fato, quase todas as espécies desse gênero, quase que exclusivamente brasileiro, florescem nesta época.

Entre as espécies mais robustas e ornamentais, temos Cyrtopodium saintlegerianum, que, com suas grandes flores amarelas e marrons, colore os cerrados da região central do Brasil, que, nesta época, apresentam as árvores sem folhas. Esta espécie é uma das poucas epífitas no gênero.

Ocorrência e hábito vegetativo
Centro-oeste brasileiro, como epífita, sobre palmeiras, às vezes no tronco, outras vezes na bainha das palmas.
Produz grandes bulbos, de mais de 60 cm, recobertos por bainhas firmemente aderidas, com 6 e, por vezes, mais folhas.

Cultivo
O Cyrtopodium saintlegerianum deve ser cultivado buscando-se reproduzir, no mais possível, as condições predominantes no cerrado brasileiro, de onde ele é originário: vasos de pouca profundidade (ou fundo de drenagem ocupando 2/3 do vaso), com substrato bastante poroso e não compactado.

Luz
Pode ser cultivada em pleno sol, havendo boa ventilação e circulação de ar. Temperatura mais adequada Dias quentes, acima de 30 º no verão e abaixo de 20 º no período seco de inverno, com boa queda de temperatura à noite.

Umidade e rega
Está adaptada às condições do cerrado, com um longo período seco que antecede a época de floração. A rega é a normal, com duas ou três por semana, sal entre julho e setembro quando deve ser reduzida para uma vez por semana.

Fertilização e tratos culturais
Fertilizantes com NPK igual, com adições periódicas de cálcio e magnésio. Aceita bem a combinação de torta de mamona, farinha de ostra e cinza de madeira.

Flor e floração
Inflorescência apical, mais vezes com hastes secundárias. Produz centenas de flores quando bem florido, com um belo espetáculo visual.

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