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dendrobium
O gênero Dendrobium é um dos maiores da família Orquidácea, só perdendo para o gênero Bulbophyllum.
O número de espécies que ele contem não é muito preciso. Muitos botânicos dizem que é de, pelo menos, 1000, enquanto outros acham que é de mais de 1400.
O gênero é tão grande que se pensa em dividi-lo em gêneros menores, mas os taxonomistas não deram sua aprovação. Em vez disso, ele é dividido em seções.

Originalmente do Sudeste da Ásia, o Dendrobium tem uma vasta distribuição: das ilhas do Pacífico ao Himalaia, incluindo Burma, Malásia, Sul da China, Tailândia, Japão, Filipinas, Austrália e Nova Zelândia. Em especial está a Papua Nova Guiné, onde há uma grande quantidade de Dendrobiums diferentes.

A grande maioria dos Dendrobiums é de plantas epífitas. Umas poucas foram encontradas em rochas e outras, em ainda menor número, são terrestres. O nome Dendrobium vem do grego    “dendros” = árvore e “bios” = vida ou, em outras palavras, “planta vivendo nas árvores”.
Adaptado a um vasto número de diferentes “habitats”, os Dendrobiums variam consideravelmente em sua estrutura. As folhas variam em tamanho, de minúsculas a muito grandes, cilíndricas, suculentas, persistentes ou decíduas, longas, estreitas ou largas, com formas curiosas e numa grande variedade de tons de verde. Umas poucas têm pelos.

Os pseudobulbos podem ser ovóides, fusiformes, lisos ou com nós salientes, na forma de canas longas, macias ou duras, pendentes ou eretas. Há plantas com pseudobulbos mínimos, com cerca de 1 cm (Den. delicatum, Den. awesii) e outros que chegam a 5 m.
O Dendrobium é planta simpodial, geralmente com um rizoma do qual novos pseudobulbos ou novas raízes se desenvolvem cada ano.
As flores são muito variáveis em forma, textura, duração e em grande parte são grandes e coloridas.

Quase todas as cores podem ser encontradas nesse gênero, exceto, talvez, o azul, sendo que algumas cores contrastantes numa única flor, o que a torna espetacular. da Den. obtusisepalum, da Nova Guiné, de cor amarela e alaranjada, belíssimo.
Há flores que duram menos que um dia e outras que duram muitos meses, como é o caso do Dendrobium cuthbertsonii, que chegam a durar 9 meses. A maioria tem flores que duram de 2 a 3 semanas. Em poucas plantas as flores são solitárias, mas na maioria elas são em cachos.

Os Dendrobiums são as orquídeas mais floríferas na natureza e também em cultivos com boas condições, o que os fazem mais atrativos e dos mais populares mundialmente. Cada ano mais pessoas se tornam conhecedoras da beleza dos Dendrobiums. É natural, então, que muitos hibridadores tenham se concentrado grandemente nesse gênero. Em muitos casos os híbridos são um melhoramento das espécies e os híbridos modernos são mais fáceis de cultivar do que as espécies colhidas nos seus habitats.
Há Dendrobiums em todos os tipos de climas : frio, temperado, quente úmido e quente seco e embora sejam extremamente diferentes, na maioria dos Dendrobiums, as necessidades são as mesmas.

O cultivo da Dendrobium
Luz
Quase todos gostam de luz natural intensa para que desenvolvam pseudobulbos saudáveis, mas deve ser evitado o sol forte direto, que pode queimar suas folhas. Esse tipo de luz, entretanto, não é necessário o ano todo, mas sim no período de crescimento ativo. Por causa disso é difícil criar Dendrobiums dentro de casa ou sob luz artificial.

Temperatura
Conforme já dissemos, há Dendrobiums para quase todas as condições de temperatura e por causa de suas necessidades especiais, em têrmos de água e calor, é possível dividir o gênero em seis grupos de cultivo, que consideraremos mais adiante.

Umidade e rega
Durante seu período de crescimento, o Dendrobium necessita de regas abundantes, particularmente no verão. Entre uma rega e outra é importante deixar o substrato secar quase completamente. Boa ventilação e a boa secagem das raízes entre as regas são absolutamente essenciais, senão a função respiratória da planta, da qual as raízes são responsáveis, fica seriamente comprometida.
No verão a freqüência das regas é de uma vez a cada dois ou três dias. No outono e no inverno, há duas situações a considerar:
Dendrobium com folhas persistentes: deve ser dada uma quantidade de água que evite os pseudobulbos murcharem (+/- uma vez por semana).
Dendrobium com folhas decíduas: não deve ser regado, a não ser muito espaçadamente, para evitar que ele seque demais.
O nível de umidade deve ser 60-70% durante o crescimento e ele pode ser reduzido grandemente no período de repouso.

Adubação
O Dendrobium em geral necessita de muita adubação e isso deve ser feito no mínimo duas vezes por mês no verão e enquanto está crescendo, com um fertilizante do tipo NPK 30-10-10 ou 20-20-20 e no fim do verão e no outono um fertilizante com mais fósforo (P) para prepará-lo para a floração. Exceção a essa regra geral são as espécies de grande altitude da Nova Guiné, que necessitam bem pouca adubação.
Nunca se deve esquecer de molhar o substrato antes de aplicar o fertilizante. Os livros aconselham que durante o período de repouso não se deve adubar os Dendrobiums, mas há orquidófilos que usam adubo nessa época, porém em menos quantidade.

Replantio e substrato
Replantar é um aspecto importante no cultivo dos Dendrobiums.
Eles devem ficar firmes no vaso, com algum suporte. Plantas frouxas nunca se desenvolvem. O vaso deve ser tão pequeno quanto possível, proporcional ao tamanho das raízes.
Um vaso pequeno garante uma melhor drenagem e a secagem das raízes entre as regas. Sob essas condições o substrato se decompõe muito mais devagar e o replante, que é um evento dramático para o Dendrobium, somente será feito a cada três ou quatro anos. Esse intervalo ajuda a produzir raízes vigorosas, o que não seria o caso se replantado anualmente.
O problema do equilíbrio que surge com plantas longas num vaso pequeno, pode ser resolvido colocando o vaso pequeno dentro de um maior e entre eles pedras ou então dependurando o vaso.
O vaso dependurado é ideal para cultivar Dendrobiums pendentes e mais, essa solução beneficia a planta com mais calor e luz, melhora a drenagem e concorre para seu melhor crescimento. Vasos com aberturas no fundo e na lateral arejam o substrato e o seca mais rapidamente.
Muitos orquidófilos usam placas de xaxim, casca de árvores ou troncos para amarrar os Dendrobiums, criando condições parecidas com as do habitat.
O momento ideal para o replantio é quando as raízes começam a crescer, o que acontece com os Dendrobiums na primavera. É um erro grande replantar quando a orquídea está em repouso, o que pode ocasionar a sua morte.

Algumas precauções a serem a serem observadas :
- Não regar por uma ou duas semanas, mantendo a planta na sombra, onde não seja muito quente.
- Deve-se usar um spray na folhagem para evitar ressecamento.
- O tipo de substrato varia consideravelmente: fibra de coco, pedaços de casca de pinho, etc.
- Não se deve usar sfagno ou outro substrato que retenha muita água.

Propagação
As espécies de Dendrobium são facilmente reproduzidas através das sementes. Também através de meristema ou outras técnicas de cultura de tecidos.
Um método extremamente fácil e bem popular de propagação é através dos keikis, pequenas plantas que se desenvolvem em pseudobulbos, tipo canas antigas, que devem ser destacados quando tiverem dois ou três pseudobulbos e raízes de 5 a 10 cm. Essas mudas são idênticas à planta mãe.
A divisão das plantas, ao replantar, não é um bom método de reprodução. Se a divisão é feita com um rizoma muito curto, o choque da planta pode ser muito grande. A tendência moderna é replantar e deixar um intervalo de umas três semanas antes de fazer a divisão no próprio vaso e não regar dentro de uma semana.
Como em todas as orquídeas simpodiais, a regra dos três pseudobulbos deve ser seguida. Isto produz um melhor efeito estético e as flores serão de melhor qualidade.
O corte de pseudobulbos é outro método de reprodução. É possível cortar um pseudobulbo velho em 10 ou mais peças, cada uma possuindo entrenós. Coloque-os num meio úmido e morno como em areia ou sfagno. Em poucas semanas algumas plantinhas aparecem, tipo keikis, que podem ser plantados mais tarde.

Pragas e doenças
Dendrobiums sofrem com as mesmas pestes que as outras orquídeas criadas num orquidário: ácaros, pulgões e cochonilhas são as piores. Caramujos e lesmas atacam os brotos e botões das flores e devem ser catados à noite.
Também várias bactérias e fungos atacam os Dendrobiums.
Vírus não é um grande problema com os Dendrobiums, a não ser que sejam contaminados por plantas infectadas na coleção.

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Hemigraphis alternata

Nome Popular: Hera-roxa, Rubrastilis
Família: Acanthaceae
Divisão: Angiospermae

A hera-roxa é uma herbácea proveniente da Ásia Tropical, de coloração atrativa e muito usada popularmente como planta de forração em jardins. De ramagem ramificada, densa, reptante, e não ultrapassa os 30 cm de altura. As folhas têm formatos ovais, com nervuras bem marcadas, e bordas serrilhadas. Na parte superior, elas apresentam um degradeé  de cor verde-acinzentada a roxo ou vermelho, com reflexos metálicos. Na parte inferior, as folhas são de cor vermelho vinho.
Floresce na Primavera / Verão, despontando flores brancas e pequenas, em inflorescências do tipo espigas pouco significativas, ou seja, sem muita importância ornamental.

Hemigraphis_alternata_ExoticaHemigraphis alternata Exotica

Há ainda uma variedade de folhas enrugadas, com as margens enroladas, e tonalidade mais arroxeada, conhecida como “Exotica”.

Em jardins, a hera-roxa destaca-se pelo colorido contrastante, volume e textura de suas folhas.
É ideal como forração, bordadura e na formação de maciços. Também pode ser utilizada em vasos, jardineiras elevadas e vasos pendentes, onde o efeito cascata de sua folhagem é evidenciado.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta muito rústica e de baixa manutenção. Podas podem ser realizadas para renovação de sua folhagem.

Não tolera pisoteio, sensível a baixas temperaturas, chegando a perder suas folhas em invernos rigorosos. Aprecia o clima tropical e subtropical.
Sua multiplicação é feita por divisão da ramagem enraizada e por estaquia.

É tida como uma das plantas mais eficientes em remover poluentes orgânicos de ambientes internos, como casas e escritórios.

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ameixa

A ameixeira é uma árvore de folha decídua muito resistente e muito apreciada pelos seus frutos e pelo impacto causado na decoração de um jardim. Saiba como plantar e fazer crescer uma ameixeira num vaso e aprenda todos os passos para fazê-lo corretamente.

A ameixeira, também conhecida como Prunus Domestica, pode ser plantada num vaso de jardim onde pode crescer até uma altura aproximada de 2 m, o que de certa forma facilita o seu cultivo e manutenção.

Materiais e ferramentas necessárias
Para plantar e fazer crescer corretamente uma ameixeira num vaso, é necessário os utensílios seguintes:
* Pá
* Contentores de plástico
* Terra de envasamento
* Cascalho
* Estacas

Tenha em mente que plantar e fazer crescer uma ameixeira num vaso é uma tarefa de fácil realização, no entanto, para ser bem-sucedido é necessário cumprir com os passos seguintes:

1 – Adquira à variedade de ameixeiras mais apropriada
A variedade de ameixeiras de raiz despida é a mais adequada para ser plantada num vaso de jardinagem. Esta se encontra disponível na maioria dos viveiros de jardins ou numa casa de jardins especializada. Assim que a tiver adquirido, deve cobrir os bulbos da raiz da ameixeira com um pano úmido, mantendo-a assim durante alguns dias até começar a plantação.

2 – Selecione o vaso ideal
Nas lojas especializadas em jardins existem vários tipos de vasos, como os de madeira, plástico ou de barro. Para escolher o melhor vaso para plantar e crescer uma ameixeira deve ter em atenção que ele deve ser muito resistente e durável. Por outro lado, esse mesmo recipiente deve ter vários furos de drenagem e o dobro da largura que a parte mais grossa da ameixeira.

3 – Prepare o vaso corretamente
Na preparação do vaso onde vai plantar e fazer crescer uma ameixeira, deve começar por colocar uma camada fina de cascalho na base do recipiente. Este é um passo fundamental que nunca deve ser esquecido, uma vez que garante uma drenagem eficaz para a planta e, ao mesmo tempo, constrói uma base sólida para que ela possa crescer. Pode utilizar o solo do seu jardim como terra de envasamento, contudo, tenha em atenção que não deve utilizar um solo com muito fertilizante ou que tenha sido adubado recentemente. Com o auxílio de uma pá, deve encher ¾ do vaso com terra de envasamento.

4 – Plantando as ameixas
O início da Primavera é a melhor época para a plantar ameixeiras. Na hora de, deve retirar o pano úmido que estava envolvendo os bulbos da raiz da ameixeira e coloque a planta dentro da terra envasada. Desembarace as raízes mais jovens e empurre-as profundamente para o interior do solo. Em seguida, cubra as raízes com mais terra de envasamento e adicione um pouco de água para a planta ficar mais confortável.

5Empregue estacas para ajudar a ameixeira a crescer
A maioria das ameixeiras necessita de estacas para crescerem corretamente e a utilização destas é de extrema importância nos dois primeiros anos. Este processo ajuda a formar um tronco ereto da planta e isso vai fazer com que o seu crescimento seja muito mais saudável. Utilize estacas de 15 cm e amarre-as ao tronco principal da planta com o auxílio de uma corda ou de um plástico.

6Coloque os vasos no terreno
As ameixeiras quando novas são muito sensíveis à ação dos ventos mais fortes e é por isso que os seus vasos devem ser colocados em áreas que tenham paredes adjacentes. Por outro lado, é bom  ressaltar que as ameixeiras dão-se melhor em áreas com sombra e, como tal, deve evitar a sua disposição numa área de forte iluminação e exposição solar.

7 – Regue as ameixeiras
A ameixeira deve ser regada com regularidade para que possa crescer forte e saudável. Se viver num local onde chove moderadamente, a ameixeira sentir-se-á no seu habitat natural e, assim sendo, dispensa regas adicionais. Caso contrário terá de regá-la pelo menos uma vez por semana. No tempo mais quente, certifique-se que as raízes mantêm-se úmidas. Tenha em atenção que a água em excesso pode prejudicar o desenvolvimento das ameixas e, como tal, deve verificar se a água em excesso é corretamente drenada do vaso.

Os principais cuidados que deve ter com uma ameixeira
Para um cultivo de uma ameixeira num vaso, existem vários cuidados que deve ter em conta.

Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:
a) O bom estado de conservação das folhas e frutos: se as folhas estiverem velhas e as ameixas estiverem podres, isso significa que poderão aparecer vários tipos de pragas e doenças. Para que tal não aconteça, é fundamental que realize uma poda sazonal para que a ameixeira cresça de uma forma saudável. Por outro lado, para que as ameixeiras se desenvolvam corretamente, é aconselhável que utilize um spray inseticida feito à base de ervas e sabonetes líquidos para repelir as pragas mais comuns, como por exemplo, os pulgões.

b) A poda de uma ameixeira: os ramos mais velhos devem ser podados para garantir que os ramos mais novos crescem em ângulos de 45 graus. Tenha em mente que a poda da ameixeira não deve ser realizada no Inverno porque, nesta época, a planta não tem forças nem condições de recuperação.

Replantando a ameixeira
Para que a ameixeira mantenha a beleza das suas folhas intactas e para continuar a dar frutos, ela precisa ser replantada a cada dois anos. Ao fazê-lo com esta frequência, estará a estimulando o desenvolvimento radicular da planta e isso lhe permitirá manter toda a sua excelência e vigor. Tenha em atenção que deve utilizar sempre terra de envasamento fresca para conseguir obter os melhores resultados na replantação da ameixeira.

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PlantaSonya - Jardinagem

jardinagem
A jardinagem é uma atividade que tem como objetivo embelezar determinados locais, públicos ou privados. O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se como jardineiro. São muitos os locais onde se podem praticar tal arte: desde grandes espaços a simples vasos com plantas.
Embora se pratique jardinagem essencialmente com fins ornamentais, poderão existir também objetivos educativos (jardins botânicos ou zoológicos) e de organização do território e urbanismo, principalmente nas grandes cidades, onde os jardins (parques) são de grande importância para a qualidade de vida dos seus habitantes.

Deixe seu jardim bonito com alguns cuidados simples:
1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico. Depois, retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.

2. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio. Adicione a mistura à sua terra e mexa bastante.

3. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.

4. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se ele recebe muito sol ou se fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.

5. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.

6. Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).

7. Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.

8. Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso. Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso. Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.

9. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos. Combata as pragas, quando aparecerem, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.

10. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo 5.

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