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begonia_tuberosa

Família: Begoniáceas
Origem: Planta nativa de zonas tropicais e subtropicais úmidas como a Ásia do Sudeste, a América do Sul e certas regiões da Índia.

O tipo begônia agrupa mais de 2.000 espécies e variedades que têm cada uma a sua originalidade. Algumas são interessantes por suas flores, outras por suas folhas. Algumas begonias reúnem os dois atrativos. Compreendem igualmente minúsculas plantas a robustas espécies que atingem uma altura de 3 m, contudo todas apresentam folhas assimétricas e alternadas e as novas folhas nascem de estípulas. Podem viver de longos anos, mas algumas variedades recomendam-se renová-las por estacas.

Reúne muitas variedades, com folhagens muito bonitas. A begônia é um gênero enorme, que contém milhares das centenas espécies. É uma planta muito boa para ser colocada em vasos num terraço ou no jardim, mas necessitando de troca anual.

Para vasos usa-se a Begônia sarmentosa, Begônia de folha e Begônia olmo ou prateada.

Para canteiros anuais usa-se a Begônia semperflorens plantadas em canteiros, com época ideal para plantio no mês de abril.

As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim.

begonia-preta

Begônia-preta – (Begonia ‘Bow-arriola’)
Família das begoniáceas
Origem: América do Norte, México
Porte: herbácea rizomatosa de até 30 cm
Flores: insignificantes
Propagação: por divisão de rizomas

begonia metalica

Begônia Metálica – (Begonia aconitifolia)
Nativa do Brasil. Quando plantada no chão cresce atingindo 3 m de altura.

begonia hirtella

Begônia hirtella
Originária do Havaí, lá é considerada uma erva daninha. Também encontrada na Malasia Peninsular, Índias Ocidentais, Brasil e Peru. No Brasil está ameaçada de extinção.
Família:
Begoniaceae
Nome científico:
Begonia hirtella Link
Nome popular: Begônia
Habitat: Floresta atlântica e restinga
Ocorrência: Parque Nacional da Tijuca, Serra do Mendanha, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Adubar

Plantas ornamentais arbóreas e arbustivas
1) Covas nas dimensões de 60×60x60 cm:

- Calcário: de acordo com a análise do solo.- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 20 litros/cova; esterco de galinha: 5 litros/cova
- Adubação fosfatada: 1500 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 200 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).

2) Covas nas dimensões de 40×40x40 cm:
- Calcário: de acordo com a análise do solo.
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 12 litros/cova; esterco de galinha: 3 litros/cova
- Adubação fosfatada: 900 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 120 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).

Canteiros ornamentais
- Calcário: de acordo com a análise do solo.
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral 200 g/m2, esterco de galinha 60 g/m2 .
- Adubação fosfatada: superfosfato simples: 50 g/m2
- Adubação mineral: mistura NPK (4-14-8+Zn): 50 g/m2

Durante o período chuvoso, aplicar 10 g de uréia dissolvidas em 20 litros de água, por m2 de canteiro.

Adubação de reposição (manutenção)
Recomendações:
Árvores e arbustos bem desenvolvidos:
300 g/planta de uma mistura NPK (10:10:10, 4;14:8, etc.) na época das chuvas. Aplicar o adubo em toda a área de projeção da copa, se possível, incorporado e irrigando.

Gramados: 50 g/m2 da mesma mistura anterior (NPK), por duas vezes, durante a primavera/verão.

Canteiro de flores:
50 g/m2 de uma das formulações, por duas vezes, durante a primavera/verão. Aplicar a lanço, incorporar e irrigar.

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PlantaSonya - Como plantar

Ixora-rei - Ixora macrothyrsa

Plantio em vasos e jardineiras
- Nas jardineiras, vasos de cimento ou de cerâmica, colocar uma camada de brita fina no fundo para facilitar a drenagem. O cano ou orifício de drenagem deve estar sempre desobstruído;

- Deve haver uma proporcionalidade de tamanho entre as espécies ornamentais a serem utilizadas e o vaso ou jardineira.

- O substrato, para enchimento de vasos e jardineiras, também deve ser de boa qualidade. Utilizar sempre uma mistura com boa proporção de matéria orgânica;

- No caso de jardineiras, as mudas devem ser plantadas obedecendo-se ao espaçamento adequado. No caso de vasos, abrir uma cova no meio do substrato e introduzir ali a muda.

Plantio de Árvores, arbustos e palmeiras
Para o plantio de árvores, arbustos e palmeiras, e mesmo de algumas plantas ornamentais de porte maior, proceder da seguinte maneira:

- Na cova já preparada, abrir um buraco do tamanho da muda;

- Retirar a muda da embalagem (lata, balaio, saco plástico), aparando raízes quando necessário;

- Colocar a muda com o torrão na cova;

- Chegar terra em volta do torrão, socando-a para que a muda fique firme e para que haja um contato maior entre a terra do torrão e a terra da cova;

- O limite entre as raízes e o tronco da muda (colo) deve ser observado, nunca enterrando demais, nem deixando as raízes aparecerem. Não apertar o colo da muda;

- Regar bem as mudas recém plantadas;

Obs.: no plantio, formar uma espécie de bacia ao redor das mudas para facilitar as irrigações.

- Colocar um tutor (madeira ou bambu) próximo à muda e providenciar o amarrio dessa com tiras de borracha na forma de oito deitado;

- Se for possível, colocar palha ou capim seco na superfície da cova, ao redor da muda, para manter a umidade;

- Quando se fizer o plantio em épocas secas, molhar o fundo da cova antes de colocar a muda.

Plantio em canteiros
- Após o preparo correto dos canteiros, distribuir as mudas sobre suas superfícies, obedecendo ao espaçamento adequado a cada espécie;

- Abrir pequenas covas (proporcionais aos torrões);

- Retirar as embalagens das mudas e plantá-las nas covas abertas, completando com terra ao redor e fazendo a necessária pressão para que a muda fique firme;

- Tomar o cuidado de deixar o colo da planta no nível do solo;

- Regar convenientemente o canteiro recém-plantado.

Gramado
Um gramado uniforme, bem formado e bonito depende de um plantio correto e de manutenções freqüentes. A formação de um gramado pode se dar por placas irregulares, tapetes, mudas individuais ou sementes.

A formação de um gramado por meio de placas ou tapetes é a mais rápida em relação ao uso de mudas e sementes.

O preparo do solo é de fundamental importância, devendo constar, nas grandes áreas, de aração, gradagem, destorroamento, rastelamento e nivelamento. Em áreas pequenas, uma escarificação do solo pode ser suficiente.

O plantio de placas ou tapetes é realizado pela justaposição dessas unidades, uma a uma; em seguida, deve-se socar as mesmas e fazer um recapeamento com mistura de terra + areia ou simplesmente areia.

A irrigação deve ser abundante após o plantio e nos meses subseqüentes, até a completa formação do gramado.

BLUEBIRDS

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tuberculo de yuc
Tubérculos

São as raízes com uma haste vez, arredondado, hipertrofiado, que acumula substâncias de reserva (amido). Saliências ou botões comumente chamado de “olhos” (ou botões). Exemplos: batatas e dálias.

Técnica
a) Cada tubérculo deve ser provido de vários olhos ou brotos;
b) Podem ser cortados em vários pedaços, de forma que cada parte tenha pelo menos 1 broto;
c) Pulverizar as partes cortadas com fungicida e esperar as partes feridas secarem;
d) Só depois plantar cada pedaço em um vaso ou cova do jardim.

Enxertia
Técnica de união de duas partes de diferentes espécies visando o melhoramento do produto.

Condições para obter êxito:
a) As plantas envolvidas devem pertencer à mesma família botânica;

b) As duas plantas devem apresentar analogias no porte, no vigor vegetativo, nas exigências relativas às condições de clima, anatomia, fisiologia e de consistência.

Vantagens e Importância da Enxertia
a) Podemos propagar a variedade exatamente igual à planta-mãe, com todas as suas qualidades;

b) Fixação de híbridos e de novas variedades provenientes de mutações diversas ou melhoramento genético (híbridos);

c) Reduzir o porte de plantas frutíferas;

d) Pode-se unir, numa só, plantas de sexos separados

e) Consegue-se cultivar plantas em solos impróprios.

Partes de uma planta enxertada
a) Cavalo: ou patrão ou poda-enxerto – planta jovem, proveniente de semente ou estaca, bastante rústica e resistente às pragas e doenças.

b) Cavaleiro: ou garfo ou enxerto propriamente dito – parte da planta que se pretende multiplicar.

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