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streptophylla

Com apenas um saco plástico e um pouco de terra você pode reproduzir as suas plantas de maneira vegetativa.
O principal benefício da reprodução assexuada é que as plantas obtidas serão cópias exatas da planta-mãe, ou seja, conservarão as mesmas características.

Material necessário
Estilete ou uma navalha
1 sacola plástica (de supermercado)
Terra preta (quantidade necessária)

Passos
- Identifique um broto entre os talos aéreos da planta que você quer reproduzir. Os brotos contêm tecido meristemático, necessário para o crescimento.

- Com um estilete ou uma navalha faça um talho sobre a epiderme do talo no lugar onde se encontrar o broto escolhido. O corte deve ser oblíquo e feito só até a metade do talo.

- Coloque uma xícara de terra preta no fundo de uma sacola de plástico e umedeça.

- Coloque o talo na sacola e apóie a superfície cortada com cuidado sobre a terra.

- Amarre a sacola no talo. A terra servirá como substrato para o crescimento das raízes no lugar do corte, por isso deixe a sacola de forma que ela não sofra movimento.

- Depois de algumas semanas as raízes terão crescido o suficiente para realizar a divisão desta nova planta.

- Corte o talo a uns 5 cm dos dois lados da sacola.

- Retire cuidadosamente a sacola e coloque a nova planta no lugar que tiver destinado para ela. Procure manter intacto o torrão de terra que acompanha as raízes.

Você também pode gerar mais de uma planta repetindo o procedimento em vários talos ao mesmo tempo.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Jiboia2

Qualquer aquário, por menor que seja, deve reproduzir da melhor maneira possível o ecossistema original das espécies de peixe criadas nele. As plantas são um fator importante nesse ambiente, tanto para decoração como para o bem-estar dos peixes. Neste post tem a explicação de como você pode obter esses benefícios com as plantas conhecidas como jibóia.

Material necessário:
Aquário com peixes de água fria (não tropicais)
Plantas de jibóia (Scindapsus aureus)
Algodão
Fio de náilon
Pedras e pedrinhas para aquário

Como fazer:
1 – Corte dez galhos de 15 cm de comprimento da planta de jibóia. É importante incluir no corte do caule alguns brotos, especialmente na extremidade inferior. Você também pode incluir folhas.

2 – Envolva a zona do caule que inclui o broto em um pedaço de algodão e amarre com o fio de náilon. Repita este procedimento em cada um dos galhos preparados.

3 – Coloque-os no fundo do aquário, distribuindo-os em forma de arbustos ou simplesmente pousados sobre a superfície.

4 – Para fixá-los, use pedrinhas para aquário. Cubra as partes do caule que têm algodão para este não ficar exposto.

5 – Você pode fixar os galhos com pedras ou troncos previamente escovados e sem parasitas. Procure distribuí-los de maneira que os peixes possam utilizá-los para se esconder ou simplesmente para dar movimento à paisagem. Você também pode utilizar conchas para dar um toque especial.

6 – Em poucos dias os galhos de jibóia criarão raízes e crescerão. Lembre que, além de decorar o aquário, as plantas também interagem biologicamente com os peixes.

Antes de tentar substituir a jibóia por outras plantas, informe-se com especialistas. Muitas plantas podem ser tóxicas para os peixes.

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dicas

- Cada planta tem uma necessidade diferente: rega, luminosidade, adubo e pulverização, contudo todas devem ter algumas necessidades básicas atendidas para sobreviverem;

- Procure em lojas de jardinagem adubos apropriados para a planta recebida. Normalmente o adubo deve ser posto uma vez por mês;

- Não molhe as flores quando for pulverizar a planta;

- Eviite acúmulo de água no pratinho, isto pode causar apodrecimento das raízes e morte das plantas;

- Faça a limpeza constante das plantas retirando folhas velhas, secas e doentes;

- Nunca encharque a terra ou substrato da planta, é preferível um maior número de regas com menor quantidade de água a poucas regas com abundância de água;

- Para saber se está na hora de molhar, coloque o dedo no substrato da planta pressionando-o. Se o dedo ficar sujo com partículas aderindo não precisa molhar. Se o dedo ficar praticamente limpo, apenas com uma poeira seca, é hora de regar.

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viola tricolor

As violetas são plantas muito populares no Brasil e de cultivo muito fácil. A beleza de suas flores encanta e a diversidade de espécies possibilita inúmeras configurações diferentes de aplicação.

Através de processos de hibridação existem hoje cerca de 18 espécies diferentes de violeta, com cerca de 6 mil variedades. As flores apresentam cores variadas: brancas, azuis, roxas, róseas e ainda vermelhas. Seus estames finalizam a beleza, em pequenas bolsas amarelas de pólen, que saem do centro das flores.
Seu ciclo de produção é de aproximadamente 32 semanas, sendo 20 semanas para formação da muda e 12 para florescimento. Após a primeira floração irá florescer por nove meses se estiver em boas condições e descansar nos três meses seguintes.

As violetas podem ser plantadas em vasos pequenos, de 12 a 16 cm de diâmetro, de preferência de barro, pois absorvem o excesso de umidade. Podendo ainda ser plantadas em vasos plásticos, ou utilizando-se cachepôs, desde que neste último não fique em contato com o fundo, para que evite o contato constante com a água residual das regas.

O substrato para plantio de violetas deve ser uma mistura de boa qualidade e com boa aeração. À duas partes de terra pode-se acrescentar uma parte de vermiculita, com a finalidade de promover melhor drenagem. As raízes desta planta são muito sensíveis, podendo apodrecer se ficarem encharcadas.

Para o plantio devem ser utilizados vasos com furo na base, colocando-se pedrinhas ou cacos de cerâmica no fundo, para compor a camada drenante. Em seguida, acrescenta-se o substrato e coloca-se a muda, centralizando-a no vaso, e cuidando para que não fique muito enterrada. Logo após o plantio faça uma rega até que a água escorra no prato.
As regas devem ser muito cuidadosas. Geralmente acrescentando-se água no prato, e sempre evitando afogá-las, uma vez que respiram pelas raízes. Uma vez por mês, regue-as por cima do vaso, para eliminar excesso de sais minerais do solo. A copa e as folhas não devem ser molhadas em nenhuma hipótese, pois suas folhas retém água e apodrecem. No verão as regas devem acontecer 2 vezes por semana e no inverno uma única vez. A água da rega nunca deve ter temperatura inferior a 21°C, e deve ficar em repouso ou ser fervida, para eliminar o cloro.

Na escolha do local ideal de cultivo, devem ser observadas a luminosidade e a temperatura; sendo que a planta deve receber muita luminosidade, porém sem incidência direta do sol, e a temperatura deve variar entre 18° e 28°C.  Para as variedades que possuem folhas grandes, de hastes longas e cor verde intenso, há necessidade de mais luminosidade, enquanto que as variedades de folhas claras requerem menos luz. Se houver falta de luz as violetas não florescem, e, se houver excesso, suas folhas ficam com as bordas queimadas.

A cada 30 dias, devem ser adubadas, alternando-se entre os adubos orgânicos (farinha de osso, húmus, estercos) e os minerais (NPK). Existem ainda no mercado (em lojas de produtos para jardinagem) fertilizantes químicos específicos para violetas.
As violetas podem sofrer ataques de pragas, como: pulgões, ácaros, tripes, etc.., ou ainda ser infectadas por doenças, como fungos por exemplo. Os sintomas são visíveis, e poderão ser percebidos com a simples observação. Após a detecção de qualquer alteração na planta, é aconselhável procurar um profissional, para análise do sintoma e conselho de providências.

Se suas violetas estiverem dentro das condições ideais acima indicadas, sendo bem adubadas e regadas conforme as recomendações, dificilmente correrão riscos, e ainda te presentearão constantemente com excelentes floradas.

por do sol

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