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Os fatores qye favorecem a absorção do adubo foliar são:
Luz – A energia luminosa é indispensável à absorção foliar.

Umidade do substrato – As plantas com boa disponibilidade de água, mantêm suas células túrgidas e com boa hidratação da cutícula, o que favorece a penetração dos nutrientes. Quando a planta começa a murchar, a absorção foliar diminui drasticamente. Daí evitarem-se as horas mais quentes do dia, quando as plantas estão mais secas, bem como da vantagem de uma rega na véspera da adubação foliar.

Temperatura – A ótima está por volta de 21 ºC.

Ventos – São prejudiciais porque favorecem a rápida evaporação, diminuindo o tempo de contato da solução nutritiva com a superfície da planta.

Umidade do ar - A umidade relativa do ar, quando elevada, favorece a absorção porque mantém a cutícula hidratada e retarda a evaporação da solução, permitindo sua melhor distribuição na superfície foliar.

Solubilidade perfeita - A dissolução rápida e completa dos compostos usados como fonte de nutrientes influi na eficiência da adubação. A boa qualidade dos
sais evita a formação de resíduos, que podem ser injuriosos às plantas.

A concentração da solução – Depende da tolerância de cada planta. Umas suportam concentrações altas, outras não, e podem ocorrer queimaduras nas pontas das folhas novas. Daí, os melhores resultados serem obtido com várias aplicações de soluções mais diluídas.
Horário ideal para aplicação das soluções

Devem ser evitadas as horas mais quentes do dia. Nas nossas condições, especialmente no verão, deve-se evitar pulverizar entre 9 e 16 horas.
Nitrogênio

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Salvia

As plantas, tal como os restantes seres vivos, necessitam de obtermateriais paracrescer e de energia para realizarem assuas funções vitais.
Elas retiram do ambiente água, minerais e dióxido de carbono para fabricarem o próprio alimento e libertam oxigênio para a atmosfera.Tudo isto na presença de luz solar.
Os minerais que estão dissolvidos na água, são absorvidos pela planta através da zona pilosa da raiz.

Uma vez dentro da planta passamos a denominar essa mistura de seiva bruta.

Seiva Bruta
É o conjunto da água e sais minerais (nela dissolvidos) que a planta absorve pela zona pilosa da raiz.Circula em vasos condutores em sentido ascendente pela parte mais interna do caule.
A seiva bruta sobe desde a raiz até às folha devido, principalmente, à transpiração.
A transpiração é feita pelas folhas da plantae aspira a água pelos vasos condutores fazendo-a entrar pela zona pilosa.

As folhas têm umas estruturas minúsculas que se chamam estomas que permitem as trocas gasosas com o meio.
As plantas possuem um pigmento verde que é responsável pela sua core pela absorção da energia luminosa que se chama clorofila (encontra-senos cloroplastos).

Seiva Elaborada
É um líquido xaroposo, constituído por substâncias orgânicas, como o amido, produzidas pelas plantas e que constituem o seu alimento.
Circula em sentido ascendente e descendente, pela parte mais externa do caule.

Fotossíntese
Processo que as plantas realizam que lhes permite fabricar matérias que lhes servem de alimento,como o amido, a partir da absorção de água e sais minerais e na presença de    dióxido de carbono e luz solar.
Através da clorofila, as plantas captam energia da luz solar que é usada, juntamente com o dióxido para transformara seiva bruta (matéria inorgânica) em seiva elaborada (matéria orgânica) e oxigênio (que é libertado).

Muitas vezes os alimentos produzidos pelas plantas, durante a fotossíntese, não são utilizados na totalidade.
Muitas plantas armazenam substâncias de reserva (geralmente amido) em órgãos de reserva, como a raiz, caule, folhas, flores, frutos e sementes.

As substâncias de reserva servem para que a planta consiga sobreviver a períodos de escassez e no caso das sementes para o desenvolvimento de novas plantas uma vez que ainda não conseguem realizar a fotossíntese.

Troca gasosa
As plantas realizam trocas gasosas com o meio na fotossíntese, respiração e transpiração.
Na fotossíntese libertam para o meio ambiente o oxigênio, consumindo o dióxido de carbono.
Na respiração libertam dióxido de carbono, consumindo oxigênio. Estas trocas gasosas fazem-se principalmente nas folhas,através dos estomas.

Transpiração na planta
A seiva bruta sobe da raiz até às folhas devido à perda de água que ocorre continuamente nas folhas.
Na transpiração as plantas perdem água sob a forma de vapor. Esta perda dá-se principalmente através das folhas.

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Casuarina

Casuarina equisetifolia é um membro da família Casuarinaceae, é uma árvore perene com aparência de pinheiro. A árvore pode atingir alturas de até 50 m, com um diâmetro de até 18 cm, no entanto, ela geralmente só atinge 15 a 25 m de altura.

A Casuarina foi muito utilizada pelos aborígines australianos para a fabricação de bumerangues e os colonizadores  europeus utilizavam sua madeira para fazer assentos. Também é muito utilizada em construções rurais como cercas, mastros e remos, cangas, bengalas, para pernas de piano, telhas, compensados e esquadrias

A casuarina foi extensivamente cultivadas para controle de erosão, combustível, e como quebra-vento. A casca, usada para curtimento de couro, torna-o flexível e macio. Além de sua capacidade de elevar o nível de nitrogênio no solo, quando cultivado em agricultura de rotação ou em aterros rodoviários de estabilização, mas também produz madeira de boa qualidade de alto valor energético.

Na medicina popular a casuarina é muito utilizada como: diurético, adstringente,  laxante, tônica, excelente para amenizar  cólicas, tosse, diarréia, disenteria, dor de cabeça, nervos, espinhas, feridas, dor de estômago, inchaço e dor de dente.

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Potinara.-Red

Muitos são os equívocos e dúvidas no que se refere à adubação de orquídeas. Estes equívocos e dúvidas referem-se, principalmente, quanto ao modo de aplicação, se pela irrigação ou foliar, em que época do ano realizar a adubação de forma mais intensa, quais horários e qual a freqüência para realizá-la.
O texto tem por objetivo apresentar algumas informações que contribuirão para uma prática de adubação mais eficiente para as orquídeas, ou seja, um menor esforço associado a um melhor resultado.
O potencial de absorção de nutrientes pelas orquídeas variará de acordo com alguns aspectos, como a idade da folha e o próprio estado nutricional da planta.

Ressalta-se que todo o potencial de absorção de nutrientes minerais pelas folhas das orquídeas é muito aquém da quantidade demandada pela planta em relação à maioria dos nutrientes, especialmente os macronutrientes, que são os requeridos em maior quantidade. Em contrapartida, suas raízes são as mais evoluídas da natureza para absorção destes nutrientes, devido a uma série de adaptações morfológicas e fisiológicas.

A eficiência de absorção varia em função da espécie, de suas necessidades no local onde a mesma evoluiu, ou seja, se há maior disponibilidade de nutrientes, como nos ambientes terrestres sob mata densa ou menor disponibilidade, como nos casos de epífitas sobre árvores do cerrado, neste último caso elas tendem a serem mais ávidas à aquisição destes.
Quanto à adubação foliar, os resultados satisfatórios que são obtidos ocasionalmente, provavelmente, se devem ao fato da lavagem eventual dos sais acumulados nas folhas, após a evaporação da água, para o substrato sob influência das raízes, através das chuvas e regas.

A fertirrigação apresenta-se como a melhor forma de adubação, pois, associa um melhor uso de energia, tempo e produto. Para instrumentá-la, é necessário que a solução água mais adubo seja dirigida diretamente sobre a superfície do substrato, com este previamente umedecido para colaborar com uma maior absorção, uma maior homogeneidade da concentração de adubo ao longo do volume do substrato e, também, para uma diminuição da perda por escorrimento direto do adubo, caso o substrato esteja muito seco, principalmente, se o substrato for a fibra de coco.

Juntamente com a irrigação propriamente dita, a fertirrigação torna-se mais eficiente, se feita em determinados horários. Assim, no geral, o melhor horário para ocorrer a adubação é no final de tarde. Isto se deve ao mecanismo fotossintético das orquídeas de maior representatividade em coleções que determina a abertura de estômatos à noite, ou próxima dela, e, conseqüentemente, propicia a entrada e movimentação de água e nutrientes nas plantas aí. Com isso, a planta estará regada e adubada para uma situação relativamente mais próxima do ótimo de absorção.

Outro ponto que merece destaque,  é a cautela quanto a não promover o excesso de adubação. Portanto, o cultivador também deve ficar atento quanto à necessidade de lavagem do excesso de sais acumulados nos substratos e paredes dos recipientes, geralmente, sinalizados pelo aspecto esbranquiçado dos mesmos, pois, na mesma medida que as raízes são eficientes em absorver, elas também são sensíveis ao excesso de sais. Basicamente, a lavagem se dá com uma rega mais demorada com a mangueira, vaso a vaso, periodicamente, sendo que uma vez ao mês é suficiente. O sintoma mais característico de salinidade alta no substrato é a queima dos ponteiros das raízes, a necrose na região apical.

Outro ponto de significativa relevância é a escolha do tipo de adubo. Dispor de adubos minerais que apresentem altos teores de alguns poucos nutrientes, em geral preocupando-se apenas com o N-P-K, em detrimentos de outros tão importantes quanto, mas em quantidades menores, acaba criando uma maior necessidade de se conciliar aquele adubo com outros, o que muitas vezes torna-se uma atividade pouco prática.

Para escolha do adubo, é importante saber que a quantidade de cada nutriente a planta necessita na adubação depende principalmente da espécie, do atual estágio de desenvolvimento (brotação, floração, etc.), e do quanto seu ambiente já é capaz de suprir, por exemplo, quanto e em que velocidade a decomposição do substrato forneceria de nitrogênio. Todavia, não tendo informações precisas neste grau de refinamento e considerando que, em condições amadoras, tem-se que trabalhar com situações médias, recomenda-se, portanto, conciliar um adubo mineral com uma composição qualitativamente ampla.

É sempre interessante conciliar a adubos minerais, ou “químicos”, com adubos orgânicos ou organominerais, que possuem composição complexa, com gradual taxa de fornecimento de nutrientes às plantas.

Deve ser esclarecido, se a mistura conter cinzas, que são minerais, não caberá mais a denominação orgânica unicamente e que o papel do adubo orgânico ou organomineral é suprir uma eventual demanda não atendida plenamente com o mineral.

Quanto à periodicidade, quando aplicada quinzenalmente, a adubação mineral é considerada satisfatória, durante o ano todo, mesmo no inverno, pois se existe brotação há necessidade de se fornecer nutrientes, e também ocorrendo a “lavagem” mensal do substrato, não haveria grandes problemas de excesso, caso as plantas não estejam em pleno crescimento.

Alguns resultados dessa freqüência são que algumas espécies e híbridos são estimulados a florir mais de uma vez por ano pela adubação, as flores sempre vindo com os brotos novos, e mesmo para aquelas espécies mais “disciplinadas”, que só brotam e florescem em uma época bem definida do ano, a freqüência citada não tem trazido prejuízos. Logo, pode-se afirmar que conciliar a forma de adubação com o tipo de adubo adequado pode facilitar o cultivo de orquídeas e propiciar o alcance de resultados mais satisfatórios.

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