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orquidários

Inicialmente, devemos preparar um orquidário, visando torná-lo limpo, prático e dando às plantas condições de se desenvolverem perfeitamente (luz, água, adubo, sem doenças, aeração e disposição de vasos).

Um bom começo é partir logo para uma boa limpeza do ambiente, com a retirada de entulhos, pedaços de fibras de coco, madeira ou vasos espalhados, limpeza e desinfecção das bancadas (solução com água sanitária) e por baixo delas, remoção de mato e ervas do chão, reparo das bancadas, muretas e paredes que cercam o orquidário, reparo no sombrite ou ripado, bem como retificar o sistema de irrigação e adubação, além de observar e, se preciso, melhorar a incidência de luz e aeração no orquidário. Devemos aproveitar também para fazer outros trabalhos manuais como o preparo de estacas, tutores, cachepôs, dependuradores.

Recomendações à respeito das plantas
Nesta época do ano, muitas espécie s de plantas iniciam a produção de hastes e botões para florir na primavera, sendo então boa a oportunidade para se colocar os tutores e/ou estacas diminuindo assim os riscos das hastes envergarem com o peso das flores ou mesmo produzirem flores tortas, feias e incorretas. É muito importante observar as plantas secas e doentes que, na maioria das vezes devem ser eliminadas para que não transmitam doenças para as demais e nem ocupem os espaços de plantas saudáveis e com floração certa se aproximando.

A primeira coisa a se fazer é a diminuição das regas e da fertilização e em seguida limpar os vasos, retirando ervas, matos, folhas e bulbos secos. É esse o período melhor para controlar ou mesmo erradicar as pragas e doenças, com a aplicação correta dos “pesticidas” adequados a cada vaso (usando sempre material de segurança: luvas, máscara, óculos, chapéu, roupas de mangas compridas, etc.), principalmente contra lesmas, caramujos e tatuzinhos, sendo também recomendado uma aplicação de fungicida como preventivo.

Alguns cuidados a serem tomados:
– Para quem ainda tem poucas orquídeas, é importante fazer imersão periódica por duas horas para eliminar todos os bichos pulmonados:lesma, tatuzinho, aranha, formiga.

– Nunca amontoar plantas, de modo que nenhuma encoste na outra. Diminuir arejamento é propício para proliferação de pragas e doenças.

– Cuidado com planta que começa a entouceirar, principalmente quando novas hastes crescem por cima da própria planta.

– Descarte plantas em condições precárias. Elas podem contaminar plantas vizinhas.

– Procure olhar as raízes regularmente e replantar, se necessário.

- Não confie em plantas com aparência saudável, quando vai manusear instrumentos de corte sem esterilização. Podem estar contaminadas por fungos ou vírus, mas sem manifestação visual. O problema pode se manifestar de modo diferente, dependendo do tipo de planta: um, pode se manifestar na floração, com flores longe do seu padrão. Outro, produz manchas nas folhas. Outro, pode diminuir a capacidade de novos bulbos.

Rega no Orquidário
É uma questão crucial. A única alternativa é usar o bom senso. Se o orquidário for constituído por vasos iguais com plantas iguais pode se estabelecer um critério de intervalo padrão para as regas, mas isso não ocorre num orquidário de colecionador que tem plantas diferentes, em vasos de diferentes tamanhos com substratos diferentes, outras plantadas em troncos ou cascas e penduradas.

É possível encontrar em um orquidário, um vaso com substrato seco e outros vizinhos a este com o substrato molhado ou até encharcado. Assim, o correto seria examinar vaso por vaso e molhar apenas os que estão secos. Quem tem tempo para fazer isso, se na coleção existem milhares de vasos?

Uma solução seria separar os vasos que secam rapidamente dos que demoram para secar. Essa diferença, na verdade, está quase sempre associada à quantidade de raízes vivas. Quanto maior for a quantidade de raízes vivas, mais intenso será o metabolismo e maior a absorção de água.

Substrato
Orquídeas epífitas precisam apenas de um suporte para se desenvolver, que, na natureza, é um tronco de árvore.  Neste local, as raízes estão longe de lodo, lama, terra ou qualquer outro material que sufoque a sua atividade respiratória.

Assim, pelo menos é teoricamente proibitivo o uso de substrato compacto que impede o arejamento.

O uso de musgo como substrato exige uma rega muito bem controlada, de modo que é essencial que esteja protegido de chuva prolongada.

Ao contrário, quando se planta com brita, a drenagem é bem rápida, de modo que se pode adaptar em orquidário coberto  apenas com uma tela, ou seja, que recebe água da chuva.

Adubação
Na natureza, a orquídea consegue obter nutrientes através da casca da árvore (que absorve poeira, fezes de animais, folhas em decomposição e os nutrientes que vêm com a água da chuva).

Na natureza, as orquídeas com as raízes grudadas nos troncos de árvores recebem Não há chuva com maior porcentagem de nitrogênio (N) para plantas em crescimento nem chuva com maior teor de fósforo (P) para orquídeas que se preparam para a floração. E a planta floresce e perpetua a sua espécie.

Quando ela é arrancada e trazida para o nosso orquidário e recebe cuidados “com alta tecnologia” (adubos especiais para crescimento, floração, manutenção, hormônios e vitaminas, etc), muitas vezes dá flor medíocre, quando não morre antes.

A adubação radicular é suficiente, sendo dispensável a adubação foliar. Os estômatos absorvem nutrientes, quando abertos, mas isso é insuficiente como adubação normal.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Sobralia fragrans

Quem já tentou cultivar orquídeas alguma vez certamente já teve a dúvida de que adubo deve ser utilizado, e como utilizá-lo. As orquídeas são plantas extremamente evoluídas, e são muito eficientes em absorver os nutrientes disponíveis no ambiente.

As orquídeas, assim como a maior parte das plantas, são capazes de absorver nutrientes tanto através das raízes quanto através das folhas. É por isso que podemos utilizar as adubações foliares. Entretanto, nas orquídeas, a maior parte dos nutrientes entra pelas raízes, não pelas folhas. Por este motivo, estudos têm demonstrado a baixa eficiência do uso de adubos foliares em orquídeas.

O substrato por si já costuma fornecer uma boa quantidade de nutrientes, pois aos poucos ele se decompõe e libera nutrientes na água absorvida pela planta. Infelizmente, o substrato sozinho não costuma fornecer a quantidade suficiente de nutrientes, exigindo a utilização de adubos.

Adubos necessários para as três fases da  planta:
Plantas novas – Fertilizante líquido NPK 30-10-10, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverização sobre as folhas.

Plantas adultas – Fertilizante líquido NPK 18-18-18 ou 20-20-20, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverizado sobre as folhas.

Na época da florada – Fertilizante líquido NPK 30-10-10, ou 10-30-20, a ser diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante, e pulverizado nas folhas a partir do surgimento das espatas (botões ) até o final da floração.

A Calda de esterco, apesar de não ser um adubo químico,  é também um excelente adubo para as orquídeas
- Num balde de 20 litros de água, deixe em infusão cerca de 1 litro de esterco (5% do volume do balde), por 10 dias. Use a calda resultante para diluir na água das regas das orquídeas, numa proporção de mais ou menos 10% de calda para 90% de água.

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amor-perfeito-amarelo

No inverno característico e frio, de nossas regiões subtropicais, um pouco de atenção com o jardim pode garantir uma estação com flores e frutos, e preparar as plantas e o solo para a primavera que se aproxima.

É difícil não pensarmos o quanto é complicado resistir às baixas temperaturas. Com as flores, a situação não é diferente. É um pouco raro vermos espécies firmes e fortes nessa época do ano, já que a ausência de sol e a temperatura baixa dificultam a sobrevivência da grande maioria.

Mesmo que alguns achem que o inverno não seja a estação das belas paisagens, podemos ser surpreendidos com belos Ipês rosa, árvores que costumam florir em montanhas e beiras de estrada e que são bem resistentes às baixas temperaturas e as Samambaias de metro, que também suportam as temperaturas desse período.

Se a sua intenção for cultivar plantas floríferas, mesmo no inverno, saiba que essas são boas opções para serem compradas, sendo encontradas belas e fortes espécies.

Alguns cuidados especiais devem se ter com as plantas floríferas em casa, além dos processos básicos para cuidar de uma flor em cultivo.

- Primeiramente devemos nos focar no reforço da resistência das suas plantas: após os passos básicos de crescimento, trabalhe com adubos que tenham mais potássio e fósforo, para que suas flores e plantas fiquem mais resistentes.

- Não se esqueça de dar água à sua planta, mesmo sendo inverno, ainda que em doses menores para não resfriá-las e consequentemente trazer fungos.

- Não se esqueça de cuidar das flores mais sensíveis, retirando-as do vento e da exposição à temperatura fria, para evitar seu desgaste.

As podas de arbustos e árvores também são necessárias no Inverno
Em locais frios, muitas espécies de plantas cessam seu crescimento vegetativo, dormindo até a chegada da primavera. Entre estas espécies, encontram-se muitos arbustos e árvores, que necessitam de podas de limpeza e formação nesta época. Remova galhos secos, malformados e doentes, pois desta forma a luz ficará melhor distribuída pela copa da planta. Não é muito difícil reconhecer as plantas que podem ser podadas nesta época. Geralmente as plantas originárias de clima temperado e as plantas que perdem as folhas no inverno. Não pode as plantas que estão em flor ou com botões, mesmo que tenham perdido as folhas, pois elas não estão dormindo, estão em plena atividade.

O combate às pragas e doenças
O inverno também é época ideal para combater pragas e doenças. A maioria delas reduz sua proliferação neste período, sendo um bom momento para controlá-las de forma mais eficiente. Fugindo à regra, algumas doenças fúngicas aumentam neste período, principalmente em regiões com longos períodos chuvosos. O mesmo acontece com as lesmas e caramujos, que se aproveitam da umidade, e da temperatura amena para devorar as folhas verdes.

Para evitar a infestação por estas pragas e doenças, enquanto as plantas estão mais sensíveis, é importante remover as restos das plantas anuais de verão, que estão mortas ou fracas nos canteiros. Retirar galhos secos, flores, frutos e folhas caídos, e colocá-los na compostagem, também ajuda a manter as pragas afastadas. Pulverizações preventivas, com fungicidas a base de cobre, como a calda bordalesa, devem ser realizadas pelo menos a cada mês, nas frutíferas, orquídeas, arbustos, mudas, sementeiras, etc.

A correção e adubação do solo
Nas plantas em repouso, as adubações químicas devem ser evitadas. Desta forma o período é bom para a correção do solo, com calcário dolomítico ou calcítico, já que a calagem não pode ser feita concomitantemente com a adubação. Durante a correção do solo, revolva os canteiros, assim mistura-se melhor o calcário e evita-se a compactação. Não esqueça de fazer uma análise de solo completa antes, e desta forma planejar a adubação para as próximas estações.

Nas plantas que estão em crescimento, floração e frutificação, adubações são bem vindas, principalmente com os adubos orgânicos, que têm liberação mais lenta. Em locais frios, misture esterco bem curtido e farinha de ossos à terra dos canteiros e vasos de bulbosas, petúnias, roseiras, prímulas, begônias e amores-perfeitos.

A irrigação
No caso das plantas em vasos, é importante colocá-las em um local arejado, com exposição ao sol de forma moderada para não secar as folhas. Nunca as molhe diariamente e sim em caso de necessidade; o excesso de água, pode ser um foco para o mosquito da dengue e ainda apodrece as raízes.

Como o frio reduz a evaporação da água, no inverno as regas são reduzidas. Via de regra, deve-se irrigar apenas quando a superfície do substrato apresentar-se seco. Para o gramado, basta ficar de olho nas folhinhas: quando elas começarem a enrolar é porque já está na hora de regar.

Outro cuidado importante é regar as plantas pela manhã, por dois motivos: A rega à tarde e à noite faz com que a terra permaneça muito tempo úmida, favorecendo pragas e doenças. Outra razão importante para regar pela manhã, é que, caso tenha ocorrido alguma geada à noite, você tem a chance de derreter o gelo antes do sol, evitando assim as típicas queimaduras nas folhas.

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Sobralia fragrans

As orquídeas precisam de cuidados especiais em cada estação do ano, tais como:

CUIDADOS ESPECIAIS NA PRIMAVERA
Nas regiões em que as estações do ano se revelam mais definidas, as plantas parecem sentir a chegada da primavera muito antes de as pessoas se darem conta. Ao surgirem as primeiras floradas de exemplares de jardim ou de vasos externos, as orquídeas também parecem saber que aumentou o tempo de luz solar, e começam a brotar. É esse o momento de modificar os cuidados que até então eram dispensados aos vasos. O aparecimento de brotações de folhas novas ou flores constitui o primeiro sinal que as plantas enviam para que você volte a lhes dedicar atenção e cuidados especiais, de maneira a auxiliar o desenvolvimento das plantas.

- Regas
À medida que os exemplares desenvolvem um novo crescimento, suas necessidades de água aumentam. Assim que os dias vão se tornando mais longos e a temperatura aumenta, todos os vegetais iniciam uma atividade muito maior na transformação de seus nutrientes e começam a perder mais água pelas folhas. Por isso, nessa época exigem regas freqüentes. No entanto, você deve ter cuidado para não encharcar seus exemplares. Forneça-lhe, gradativamente, maior quantidade de água.

- Adubação
A nova fase de crescimento dos exemplares torna necessária uma quantidade mais elevada de nutrientes para um desenvolvimento saudável. Inicie a adubação no começo da primavera. Mas, atenção, comece com uma dosagem bem baixa. Quando utilizar um fertilizante líquido, por exemplo, não forneça a dosagem máxima indicada, nas primeiras semanas.

Prepare uma solução bem diluída, com a metade ou até um terço da dose recomendada. Nunca adube a planta quando o composto estiver seco, pois a absorção será mínima. Depois das trocas de composto, também não fertilize, uma vez que durante três a seis meses o substrato novo terá todos os nutrientes de que o exemplar precisa.

- Replantio
Em locais onde, em setembro, não há mais perigo de geada, esse é o momento para eenvasar as plantas. Antes de setembro, com frio, as plantas que ainda estiverem em condições de relativa dormência, depois de seu descanso anual de inverno, não devem ser replantadas até que tenham começado um crescimento ativo. Caso contrario, o choque do reenvasamento precoce é capaz até de mata-la. A melhor época para reenvasar as plantas são os meses de primavera.

CUIDADOS ESPECIAIS NO VERÃO
É no verão que as plantas estão mais ativas. De modo geral, também é a época em que os exemplares, no auge do vigor, se revelam em sua melhor aparência. No entanto, é justamente nesse período que as plantas costumam exigir atenção redobradas.

- Regas
A quantidade de água requerida pelas espécies pode variar muito, de acordo com o tempo, o que constitui um fator às vezes surpreendente. Durante os períodos prolongados de calor e sol, um exemplar, às vezes, necessita de regas diárias. Mas, em épocas mais frescas e chuvosas, o mesmo exemplar exige menos água, ocasião em que você deve molhá-lo apenas uma ou duas vezes por semana. Por isso torna-se muito importante que sejam observadas as ondições climáticas quando das regas, uma vez que as plantas podem sofrer demais com o excesso de água, mais comumente provocado no verão do que no inverno. Um dos pontos fundamentais é providenciar para que os exemplares recém-plantados sejam molhados com cuidado nas primeiras semanas

- Adubação
A maioria das espécies de cultivo requer mais nutrientes nos meses de verão. Grande parte delas deveria receber um fertilizante a cada semana ou quinzena, de acordo com sua velocidade de crescimento. Utilize um adubo líquido apropriado e siga as instruções do fabricante. Evite adubar com mais freqüência ou aumentar a concentração recomendada só pelo fato de a planta apresentar-se tão bem que você gostaria de estimulá-la. O excesso de fertilizante pode ocasionar danos severos no s sistema radicular, o que, por sua vez, causa até a morte do exemplar . Lembre-se de que sempre é preciso molhar o substrato (solo) antes de adicionar o fertilizante.

Nunca adube as mudas recém-plantadas até uns três meses ou mais, após a operação, fique atento no enraizamento, pois o composto novo já contém nutrientes necessários. Quando iniciar a fertilização, dê apenas doses diluídas. Se você plantar no final do verão, talvez nem seja necessário adubar.

- Reenvasamento
A melhor época para reenvasar as plantas são os meses de primavera. Mas, se isso não é feito nessa época, e um exemplar está exigindo um vaso maior, mude-o no início do verão.

CUIDADOS ESPECIAIS NO OUTONO
Nem sempre é fácil detectar o momento em que acaba o verão e começa o outono. Mesmo em regiões de clima temperado, a exemplo do sul do Brasil, onde as estações do ano são bem definidas, muitas vezes as plantas é que fornecem os indícios da chegada da nova estação.

No entanto, essa época revela-se uma das mais críticas para seus exemplares, uma vez que nela se inicia um processo de redução das atividades vegetativas, que atinge seu auge nos meses de inverno. Por isso, a planta exige cuidados especiais.

- Regas
Com exceção das plantas que florescem no meio do ano, a quantidade de água que os exemplares exigem vai diminuindo, até chegar a um mínimo. Preste muita atenção a cada espécie e passe a regar menos, sem se esquecer de nenhuma de suas plantas. À medida que a temperatura cai, automaticamente decresce o volumede água requerido pelas plantas.

- Adubação
Diminua a adubação para a maioria dos exemplares a partir do final de marco, pois a taxa de crescimento se desacelera e as necessidades de nutrientes decaem. A aplicação de fertilizantes nesse período pode resultar em acúmulo de nutrientes no composto. A presença excessiva de sais acaba prejudicando o sistema radicular e pode inclusive levar a planta à morte.

Os fertilizantes de liberação gradual constituem uma boa solução para os meses de outono. A liberação dos nutrientes depende tanto da temperatura como da umidade do meio (solo). Se a temperatura cai e você fornece menos água para as plantas, da mesma forma a quantidade de fertilizante liberada reduz-se automaticamente.

No entanto, em geral a maioria das espécies começa a se preparar para uma condição quase dormente, apresentando pouco ou nenhum sinal de crescimento,o que dispensa qualquer tipo de adubação. Lembre-se de que existem algumas exceções, cujo florescimento ocorre no fim do outono e até no inverno. Portanto, essas plantas requerem nutrientes como o Nitrogênio, o Fósforo r o Potássio, sendo esse último imprescindível para uma floração desenvolvida e viçosa.

- Reenvasamento
À medida que o ou tono vai chegando ao fim do seu período, gradativamente deve-se diminuir o replantio, ou não é aconselhável fazê-lo.

CUIDADOS ESPECIAIS NO INVERNO
O inverno assume características muito diversas, conforme a região. Existem áreas em que a vegetação permanece exuberante, com temperaturas mínimas médias acima dos 23 ºC, enquanto outras apresentam médias de 10ºC, podendo chegar a vários graus abaixo de 0 ºC. Por outro lado, nas regiões de cerrado, como a de Brasília, em que as médias mínimas variam de 11 a 13ºC, o ar se torna tão seco que acaba por prejudicar o cultivo de certas espécies que apreciam umidade. Muitas plantas de vaso costumam entrar num período de dormência, nessa época do ano, e apenas revelam brotações na primavera. Verifique as características de sua região e adapte a elas o cuidado com seus exemplares.

- Regas
Em locais de inverno rigoroso, cuide para que o composto nunca permaneça encharcado. A combinação de frio com excesso de água pode ocasionar um rápido apodrecimento das raízes. As regiões que apresentam inverno muito seco, como é caso do Planalto Central, exigem observação constante da taxa de umidade do solo. De modo geral, nesses locais, os exemplares solicitam regas menos espaçadas, pois a evaporação ocorre em níveis muito rápidos.

- Adubação
Independente da região em que você more, verifique as necessidades alimentares de suas plantas, antes de providenciar qualquer tipo de adubação. Em geral, como boa parte das espécies está em período de repouso, costuma-se desaconselhar a fertilização.

- Reenvasamento
Nesse período de inverno, a maioria das orquídeas entram em uma fase de descanso ou repouso vegetativo (é o período em que as plantas diminuem seu metabolismo se reorganizando interiormente, se preparando para a próxima estação e isso é normal, é natural) e não devem ser “perturbadas” com divisões , troca de substrato, replantio, reenvasamento, etc.

Esse procedimento iria quebrar o período de descanso das plantas, desorganizando-as, esgotando suas reservas de nutrientes, trazendo enormes prejuízos, como a falta de floração na estação seguinte, o desgaste e muitas vezes a própria morte da orquídea. Portanto, essa é uma época que devemos aproveitar para preparar o nosso orquidário para a próxima estação, fazendo com que o ambiente das orquídeas esteja limpo, nossos vasos bons, bonitos e em condições fitossanitárias ideai s para proporcionarem uma excelente floração.

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