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A tiririca é considerada uma das principais plantas daninhas, pelos danos que pode fazer. Ela é bem “complexa” possui tubérculos, rizomas e bulbos subterrâneos. Tudo junto, essas partes da tiririca ficam ligadas como uma corrente e dela saem uma ou mais gemas, que vão crescendo.

Dessas gemas vão saindo outras plantas e mais tubérculos. E por causa desse crescimento eficaz, em bem pouco tempo a tiririca consegue se espalhar por toda plantação, causando um grande problema para o produtor.

A grande parte dos tubérculos é formada logo nos primeiros 20 cm do fundo do solo, podemos dizer, 80% dela. Quanto mais a tiririca consegue ficar no fundo do solo, mas difícil é de acabar com ela, que sobrevive ainda por mais tempo.

Disseminação e ocorrência
A erva daninha tiririca pode ser encontrada em países subtropicais e tropicais, com esse clima ela encontra o lugar ideal para se desenvolver muito bem e rapidamente. Existem 5 formas para que a tiririca na grama se dissemine, são elas:
* Através do uso da matéria orgânica no solo que está contaminada;
* A tiririca na grama também pode chegar através de tubérculos aderidos em implementos agrícolas ou máquinas;
* A disseminação também pode acontecer através de mudas contaminadas;
* Através de touceiras de grama;
* Além de serem causadas por canais de irrigação, sulcos ou enxurradas.

A tiririca na grama, assim como qualquer erva daninha pode causar um grande prejuízo. No caso da produção agrícola, ela chega a diminuí-la em 40%, em casos mais graves, normalmente, observados nas hortaliças, essa redução pode chegar a 90%.

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Manejo da tiririca na grama
O manejo das ervas daninhas pode ser diferenciado para cada uma delas, no caso da tiririca, a técnica é baseada na inibição de quem sejam criados outros brotos e novos tubérculos. Esse é o objetivo principal para acabar com o problema, não deixar que ele se agrave. Além disso, pode ser feita a prevenção, evitando que a tiririca comece a se espalhar, também é feito o controle e por fim a erradicação.

Quem entende do assunto garante que a melhor maneira de acabar com a tiririca na grama é evitando que ela consiga atacar e para se fazer isso, são necessários 5 passos. São eles:
1 – A prevenção é o melhor remédio como já foi dito e para se conseguir é necessário observar que a tiririca não tenha oportunidade de chegar à plantação. Um rígido controle na qualidade das sementes que serão usadas é um dos principais passos para evitar a contaminação. Qualquer propágulo de tiririca deve ser evitado. O que for usado no cultivo, como por exemplo, as ferramentas também devem ser fiscalizadas.

2 – O controle também deve ser contínuo, ele pode ajudar a cortar o mal pela raiz, isto é, quanto antes você consegue identifica o problema, mas rápido pode resolvê-lo. A fase de controle é dividida nas seguintes etapas: em primeiro lugar fazer o diagnóstico do problema, isto é, perceber a presença da tiririca, em segundo lugar, fazer uma avaliação dos métodos que podem ser aplicados naquele determinado caso para combatê-las; por último é hora de colocar aquelas técnicas em práticas e solucionar a invasão de tiririca.

3 – Através do chamado método mecânico também é possível eliminar a tiririca, porém, se trata de uma prática que não resolve o problema por inteiro, a erva daninha sumirá temporariamente. Para que esse método funcione é necessário preparar o solo que será capinado e também ter espécies antagônicas no mesmo lugar.

Porém, esse tipo de método só começa a funcionar 2 anos depois do cultivo feito com esse objetivo e eles devem ser feitos a cada 15 anos, dessa forma, com um tempo a tiririca ou outra erva daninha vai desaparecendo. É uma forma de diminuí-la ao ponto de se tornarem insatisfatórias para o manejo. Quando chegar ao final esse ciclo de plantio para combater a erva daninha, é necessário aplicar os herbicidas adequados nas áreas que você percebe que ainda existe um “foco” de tiririca.

4 – Para os especialistas, o método mais eficiente para acabar com a tiririca da grama, uma entre tantas ervas daninhas existentes, é aquele químico. Segundo eles, não existe um método melhor para controle do que esse, que se baseia no uso de diferentes tipos de herbicidas, que pertencem aos mais diversos grupos químicos.

Segundo eles, mesmo que esses herbicidas individualmente, não tenham apresentado um resultado eficiente, em conjunto podem ser a melhor solução. Em alguns casos, a baixa taxa de absorção do produto ou também a sua translocação podem ser responsáveis por essa ineficiência.

Existem os herbicidas que são chamados de “pré-emergência”, isso significa que são escolhidas para determinadas culturas, exemplos desse tipo de produto, pode destacar: o alaclor, o metolachlor e o EPTC.

O segundo grupo de herbicidas, neste caso, chamados de “pós-emergência” são os dessecantes com 2,4D. Esses produtos devem ser usados no cultivo atacado pela tiririca, logo depois das primeiras semanas da “pré-emergência”. Como exemplo, podemos citar, o glyphosate.

Por último, vamos falar de erradicação, que é o verdadeiro sonho de quem tem um cultivo e gostaria de eliminar de uma vez por todas as ervas daninhas, incluindo a tiririca. Neste caso é necessário eliminar toda e qualquer parte da planta que tenha sido atacada pela erva daninha, isso significa fazer uma grande destruição. Neste caso, é necessário eliminar os rizomas, as raízes tuberosas, os tubérculos e as sementes, para eliminar de vez com o problema. Normalmente, essa técnica é usada somente em uma pequena parte do cultivo.

Quando o assunto é plantio, todo cuidado é pouco, e não estamos falando somente da tiririca na grama, e sim, de várias outras ervas daninhas que podem destruir uma plantação quase inteira ou completa.

O cuidado com o cultivo para evitar problemas com ervas daninhas deve começar logo na escolha da semente. Como você viu, os fungos podem estar presente nas sementes e quando encontrarem um lugar propício farão um verdadeiro desastre na plantação e não só, se espalharão pelo solo.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Você quer ter uma plantinha em casa, mas acha que não leva jeito nem dispõe de tempo para cuidar dela? Então que tal experimentar cultivar plantas que exigem poucos cuidados e são resistentes?

Segue abaixo 3 sugestões de plantas que vão encher a sua casa de beleza e alegria, sem exigir muitos cuidados.

Mini-cactos
Eles são lindos e têm formas muito diferentes. Embora não exijam tantos cuidados, como todo ser vivo, você precisará prestar atenção a alguns pontos.

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A escolha do vaso em que você colocará o cacto influenciará no tamanho que ele terá, então quanto menor, menor será a planta adulta. O ideal é que o vaso seja proporcional ao tamanho da sua planta. O cacto gosta de sol, o ideal é tê-lo próximo a janelas ou mesmo na varanda.

Precisa de pouca água, basta regar 1 vez por semana no verão. No inverno a rega pode ser feita a cada 15 ou até mesmo 30 dias, dependendo da umidade.

O ideal é colocar os mini-cactos em vasos de cerâmica que podem absorver o excesso de umidade. Uma dica é colocar pedrinhas ao redor do cacto já plantado, fica muito bonito e também ajuda a preservar a umidade ideal da terra. Casca de fruta picada é uma alternativa de adubo natural para esta planta.

Primavera

primavera

A primavera é linda e pode ser uma excelente opção para quem mora em apartamento. Esta planta é muito resistente e se adapta bem às varandas e sacadas.

É importante plantá-las em vasos com 20 a 30 cm de altura e com boca larga. Basta regar 1 vez ao dia, no final da tarde ou comecinho da noite, será uma espécie de momento de relaxamento para você que chega cansada do trabalho em casa.

Bambu-da-sorte ou dracenas

Bambo-da-Sorte (Dracaena sanderiana)
O bambu da sorte, como também é conhecido, parece até obra de arquitetura de tão engenhoso que é. Pode ser cultivado apenas na água ou na terra.

Para cultivá-lo apenas em água, o ideal é usar água filtrada, sem cloro. Troque a água 1 vez por semana.

Gosta de sombra: na natureza o bambu da sorte cresce em meio às sombras de plantas mais altas. O ideal é colocar a planta num lugar com boa iluminação natural, mas que jamais receba luz direta do sol.

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Leptospermum Scoparium
A Myrtha é uma espécie classificada como árvore de pequeno porte ou arbusto. Apesar de encontrarmos a Myrtha no Brasil, a sua origem é da a Nova Zelândia e também da Austrália e pertence à família Myrtaceae e também conhecida popularmente como Érica-japonesa.

Sua altura fica entre 2 a 5 m. Normalmente, os exemplares são vistos entre essa média de tamanho de menor e maior, porém em raras exceções, a Myrtha pode alcançar o tamanho de uma árvore considerada moderada, chegando a ter 15 m de altura.

Essa espécie, ainda falando da sua classificação, é considerada perene, isto é, durante toda a sua vida ela passa várias vezes pelo ciclo completo e não morre.

As folhas da Myrtha são pequenas, mas a sua ramificação é muito densa, falando em medidas, as folhas medem entre 7-20 mm no que diz respeito ao comprimento, no que diz respeito a largura, essa medida é de 2-6 mm.

Suas flores podem ser rosa, vermelhas e brancas, e se apresentam com somente cinco pétalas. As rosas são as mais raras.

As flores tem uma particularidade muito interessante, elas podem ser simples ou desabrocharem de uma forma como se tivessem dobradas.

É uma planta que gosta do frio, aliás, quanto mais ameno o clima, mais bonita ela vai crescendo e suas flores vão aparecendo em grande quantidade. No calor forte, as flores aparecem, mas, bem poucas e a árvore não têm a mesma beleza.

Podemos dizer que a Myrtha tem um aspecto “aberto”, isto é, ela se “espalha”, porém, caso a vontade seja de ter uma árvore mais compacta, o efeito pode ser conseguido com as podas, que devem ser leves e periódicas.

Leptospermum Scoparium1
No paisagismo a Mirtha tanto é utilizada como planta isolada, como bordaduras e até mesmo, em maciços. Também é muito usada na arte do bonsai, e a explicação para o seu uso com essa técnica é pelo fato de ela ter flores e folhas pequenas.

Apesar de gostar do clima ameno quando ao cultivo dessa espécie, vale ressaltar que o ideal é plantá-la em solo fértil e sob sol pleno. Outro detalhe importante é o cuidado com a drenagem dessa terra. Além isso, considere que é necessário enriquecer o solo com matéria orgânica.

A irrigação da Myrtha é feita com frequência, mas é necessário observar para não colocar água em excesso sobre a planta.

Deve ser adubada periodicamente e vale lembrar que a planta não suporta o calor em excesso. No caso da multiplicação, a melhor maneira de fazer é através do método de estaquia, mas também pode ser através de sementes.

Como fazer a multiplicação por estacas
O primeiro passo é a escolha do recipiente onde deverá ser feita a multiplicação por estacas da Myrtha, o lugar ideal tem que ter profundidade entre 10 e 15 cm. Vale ressaltar que o vaso deve ser usado para uma única espécie de planta, jamais elas devem ser misturadas.

O segundo passo, também de extrema importância, é quanto a escolha da terra. Use um primeiro substrato leve, que tenha areia e húmus, ligeiramente aperte-o e depois sim, as estacas podem ser colocadas.

A profundidade aqui deverá ser de pelo menos 5 cm, para que seja possível o enraizamento. Somado tudo isso, considere que para fazer a multiplicação por estacas, essa vasilha com terra deverá ter pelo menos 7,5 cm.

Obviamente, para fazer a multiplicação da planta usada deverá ser saudável e importante que seja adulta. Caso dê para ver no caule, os nós, corte ao menos 4 deles. Caso contrário, as estacas deverão ser cortadas observando 15 cm. Outra opção é o corte dos ramos novos, aproveitando as laterais.
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Preparando a estaca para o enraizamento
O primeiro passo para que seja possível fazer a estaca usando o método do enraizamento é retirando as folhas que ficam em volta do caule, deixe somente permanecer a parte de baixo. No caso da presença de nós, a distância do último não pode ser maior do que 5mm. Outro detalhe importante é que ser feito um corte limpo, não pode ficar rasgos.

A estaca precisa de energia para o enraizamento, por isso, é necessário retirar as pontas das folhas maiores, botões e flores também devem ser retirados.

Depois desse processo, as mudas deverão ser acomodadas nas vasilhas que deverão crescer. A terra em volta deve ser levemente apertada. Depois de todas cultivadas, a terra deverá ser umedecida e também a estaca, aconselha-se a usar pulverizador para molhar.

Elas devem permanecer em um lugar longe do sol direto, mas que recebam a sua luz indiretamente. Também pode ser usado um saco plástico para cobrí-las, formando uma mini estufa, quando necessário atingir determinada temperatura, caso que não é o da Myrtha. Porém, neste caso, observe que precisa ter uma saída para circulação de ar.

O tempo de enraizamento varia de acordo com cada planta e a espécie que pertence, porém, em regra geral, não surgirão raízes com menos de 10 dias.

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Durante esse período, esperando que as raízes surjam, poderá ser conferido para ver como as estacas estão. Faça isso levantando a terra com muito cuidado e use um garfo para fazer. Mas, lembre-se, todo cuidado é pouco. Se você acha que não consegue mexer sem causar danos, é melhor ter paciência e esperar. Procure saber com um profissional quanto tempo demora, para que aquela planta crie raízes.

Deixe suas estacas no vaso somente até que a quantidade de terra seja suficiente, as raízes não podem ultrapassar 1 cm. Quando atinge esse tamanho é hora de mudá-las de vaso.

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heléborus
Quando chega a estação fria do ano, o inverno, a maioria dos jardins parece muitas vezes triste e vazio. As lindas áreas de gramado verde foram substituídas por uma camada branca de geada e a única coisa que sobra das flores e arbustos coloridos são alguns canteiros vazios e ramos despidos.

No entanto, não é preciso passar sem as bonitas flores nesta época do ano. Os Heléboros, também conhecidos como Rosas-de-natal, proporcionam um maravilhoso destaque a um jardim adormecido. Eles estão habituados a temperaturas baixas,  florescem entre dezembro e março e proporcionam uma agradável distração em relação à paisagem esbranquiçada do jardim.

Os heléboros pertencem à família dos ranúnculos e são originários de regiões montanhosas onde são uma espécie protegida e se encontram geralmente a altitudes até 1900 metros. O seu habitat natural estende-se desde os Alpes orientais, pela Alemanha (essencialmente pela Bavária), Áustria, Suíça e Itália até aos Balcãs do norte.

As rosas-de-natal caracterizam-se pelas suas flores brancas, ou ocasionalmente rosa-vivo, em forma de pires. A superfície sedosa das flores e as suas características raízes negras são inconfundíveis. Elas podem crescer até uma altura entre 10 e 30 cm. Todas as 15 variedades são extremamente robustas e fáceis de cuidar.

Heléboro significa algo como “comida fatal”. Esta denominação não é aleatória, já que os heléboros são realmente venenosos. Por isso, deve lavar sempre as mãos depois de tocar nestas plantas, ou melhor ainda, usar luvas quando estiver mexendo nessas plantas.

Mas não precisa de se preocupar com os animais de estimação, uma vez que a planta não costuma fazer mal, a menos que os animais comam as raízes venenosas.

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Sugestões para plantação
O melhor lugar no jardim para os heléboros é debaixo de árvores que perdem as folhas para que as plantas de folha persistente tenham sombra suficiente no Verão e sol suficiente no Inverno.

Os heléboros são plantados no verão, lembrando de que eles precisam de solo calcário para crescerem e que a distância ideal entre as plantas, que gostam de ser plantadas em grupo, deve ser de aproximadamente 15 cm.

Também podem ser mantidos em casa como plantas de vaso. No entanto, deve colocá-los num vaso suficientemente grande, num espaço fresco, e assegurar-se de que não secam.

É recomendado que  compre algum composto para vaso de boa qualidade e o misture com a terra do seu jardim, para que as plantas recebam os melhores nutrientes.

Depois de as plantas florescerem, pode plantar heléboros no jardim, colocá-los, à sombra, em casa ou numa varanda ou pátio ou, ainda, num parapeito da janela com proteção contra a luz solar direta.

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