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Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

Phalaenopsis sp.Phalaenopsis sp.

1. Prefira os vasos de barro aos de plástico, porque os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos de plástico, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta;

2. Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

3. Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos – esta é a frente da orquídea. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

4. Para a troca de vaso, acrescente chips de fibra de coco ou musgo à planta. Este último precisa ser lavado com água para tirar o excesso de areia.

5. Antes de cortar a orquídea, esterilize a tesoura (com um maçarico portátil ou no fogão). Deixe esfriar para depois usá-la. Importante: repita a operação antes de mexer com outra orquídea para evitar a transmissão de doenças.

6. Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

7. Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

8. Cochonilhas e pulgões podem ser eliminados das folhas com sabão de coco. Use uma escova para esfregar as folhas.

9. Repare na coloração da folhagem. Se estiver escura, mude a orquídea de local. Quanto mais contato com a luz, mais ela irá florir.

10. Instale plaquetas plásticas de identificação em suas orquídeas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração. A próxima florada pode ser estimulada com NPK 10 30 20, que tem mais concentração de fósforo.

joaninha

orquidea terrestre1 (2)Eulophia alta – (Créditos de Gustavo Dias)

Eulophia (em português Eulófia) é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae).

O nome deste gênero (Eupha.) deriva da latinização de duas palavras gragas: ευ (eu), que significa “bem”, “bom”, “Belo”, “legítimo”; e λόφος (lophós), que significa “crista”; referindo-se às cristas do labelo de suas flores.

O gênero abriga mais de duas centenas de espécies frequentemente terrestres, pan-tropricais, poucas existentes nas Américas. Por tratar-se de gênero com grande número de espécies, variados são seus habitats. Bela orquídea de ambientes palustres (brejos).

Planta terrestre, linda de fácil cultivo e muito decorativa.

Apenas duas são as espécies brasileiras que pertencem a este gênero, pelo porte bem distintas entre si são plantas robustas que sobrevivem em meio ao capim em campos secos e úmidos, ricos em detritos vegetais.

Uma delas, menor e relativamente rara, anteriormente era conhecida como Pteroglossaspis argentina Rolfe, hoje Eulophia ruwenzoriensis Rendle, , a outra, bem maior e mais comum, é a Eulophia alta (L.) Fawc. & Rendle..

São características deste gênero espécies de grosso rizoma que origina a uma série de pseudobulbos anelados mais ou menos enterrados, que podem ser grandes ou pequenos, mas sempre carnosos, roliços, em regra achatados, porém acuminados para o ápice, frequentemente envoltos pelas longas bainhas das folhas que parecem formar uma espécie de pseudocaule; as folhas, compridas e estreitas, herbáceas com pseudopecíolo longo ou sem este, de nervuras paralelas; inflorescência sempre longa, racemosa, destacando-se em meio ao capim, com poucas ou muitas flores.

As flores podem ser grandes ou pequenas, de sépalas e pétalas parecidas, com labelo trilobado, acanoado e vistoso, mais ou menos versátil, contendo séries de cristas, lamelas ou verrugas bem visíveis.

Coluna semi roliça, levemente alada; e antera terminal biloculada, contendo duas polínias ou dois pares de polínias concrescidas.

chuva_b

vanda sp

Nome Científico: Vanda sp
Nome Popular: Vanda
Família: Orchidaceae
Origem: Ásia
Ciclo de Vida: Perene

O gênero Vanda é considerado um dos cinco mais importantes gêneros comerciais de orquídeas no mundo. Elas são em sua maioria epífitas, isto é, vegetam sobre o tronco das árvores, mas às vezes são litófitas ou terrestres. Seu hábito de crescimento é monopodial, e as características das folhas variam muito de acordo com o habitat, podendo ser largas e achatadas, de forma ovoíde, cilíndricas, ou suculentas.

Produzem poucas ou muitas flores, achatadas, que surgem de uma inflorescência lateral. As cores das flores podem ser muito diversas, desde amarelo, marrom, vermelho, azul, vinho, rosa com marcações ou pintas.

O labelo apresenta um peculiar dente em sua borda superior. As florações ocorrem mais de uma vez por ano e as flores são muito duráveis.

Largamente utilizada em hibridizações, as mais importantes espécies comerciais são a V. coerulea, V. sanderiana e V. dearei, que conferem às suas filhas respectivamente flores azuis, vinho e amarelas. Na foto vemos a Asconcenda Princess Mikasa, um híbrido muito conhecido entre Vanda e Ascocentrum.

Devem ser cultivadas sempre à meia-sombra em substrato próprio para epífitas, como fibra e casca de coco, cascas de árvores, carvão vegetal, entre outros, preferencialmente em orquidários telados ou estufas.

Aprecia a umidade e regas regulares, realizadas sempre que o substrato secar superficialmente. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa das mudas, com folhas e raízes.

passarinho

cattleya-schillerianaA Cattleya schilleriana é uma orquídea que gosta de climas quentes ou de locais pouco protegidos do sol

A Cattleya schilleriana é uma orquídea que está em extinção e é considerada uma relíquia para colecionadores.

Embora seja difícil encontrá-la, esta orquídea ainda é cultivada em algumas regiões do Brasil.

Floresce duas vezes por ano, surgindo duas ou mais flores de 10 cm de diâmetro.

São pseudobulbos são matizados de vermelho, com folhas espessas e coriáceas, resistentes ao sol.

É uma orquídea de clima quente e úmido alternando com períodos secos e quentes, com estações bem definidas, como a região de faixa baixa litorânea o­nde a temperatura oscila entre 10°C a 40°C.

Uma de suas florações, geralmente, é em setembro. São plantas que vegetam na parte mediana das matas, ou lugares menos protegidos pelo sol.

orquidea