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Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

bromélias

1. Se as folhas novas são mais longas em relação às mais antigas, o local de cultivo tem sombra demais.
Também se a cor das folhas fica somente verde, perdendo o colorido.

2. Se as folhas começam a apresentar sinais e manchas pretas há água demais na muda.

3. Se aparecerem manchas secas nas folhas, a planta pode ter queimado com sol, também pode ter sido regada e a água agiu como lente sob o sol, queimando a folha.
Adubação demais pode apresentar sintomas parecidos, mas a queimadura começará nas pontas da folhas.

4. As bromélias dos gêneros Vriesia, Neoregelia, Aechmea, Billbergia Guzmania e Canistrum possuem tanque dentro da roseta de folhas e costuma-se deixá-lo sempre com um pequeno filme d’água.

5. Quando plantar não enterre demais a muda, a base das folhas deve ficar acima da linha do solo.
Se a muda é grande, use tutor até a fixação da muda no substrato.

6. Não use vaso muito grande para não haver muita umidade nas raízes, facilite a drenagem usando cacos de vasos, brita ou isopor cortado no fundo e um substrato bem pouco denso.

jardinagem

Bromelia_Vriesea (Small)

Nome Técnico: Vriesia
Nomes Populares: Bromélia Vriesia
Origem: Originária da América do Sul, Central

Descrição: As plantas deste gênero são das mais apreciadas pelos cultivadores.

Suas rosetas são amplas, folhas quase sempre verde ou variegada de cinza pigmentado.
O tanque central é amplo.

A planta pode atingir até 1 metro.

Sua inflorescência é vistosa, em forma de espiga, colorida.
Algumas espécies do gênero se apresentam com a forma de folhas mais largas na roseta, lembrando o gênero Aechmea, mas são de textura menos ásperas e mais flexíveis.

Modo de Cultivo
É uma planta epífita, mas tem sido cultivada em vaso e assim comercializada.

Pode também ser colocada no solo, formando maciços em canteiros, com substrato permeável e rico em matéria orgânica.
Fazer uma mistura de cascas de árvores (pode ser de pínus, desde que bem lavada), areia grossa, húmus de minhoca ou composto de folhas bem curtido.
O substrato deve ser mantido úmido.

A iluminação é indireta, sem sol forte.
Apresenta características para cultivo em interiores, com boa iluminação.
Regas regulares.

Sua reprodução por sementes ou brotações laterais. Os híbridos são estéreis e em cultivos comerciais são clonados.

Em nível de cultivo caseiro, após a floração ficar atento quanto à emissão de filhotes na lateral da planta. Quando estiverem com raízes mais fortes, cortar e plantar em recipiente com substrato igual ao cultivo da planta-mãe.

A Vriesia é nativa do Rio de Janeiro mais precisamente da Serra dos Órgãos.
É uma das espécies mais antigas na evolução.
Terrestre ou rupícola pode ser cultivada no solo com substrato bem fértil em matéria orgânica, ao sol.
Atinge grandes dimensões e pode levar até 20 anos para florescer. Suas sementes contêm plumas e são dispersas pelo vento.

O cultivo da Vriesia é semelhante às outras bromélias, mas ela suporta bem sol direto,apesar de que suas cores ficam mais intensas no cultivo com sol até o meio dia.
É necessário um espaço maior para esta bromélia e em geral só se coloca uma ou duas somente, como atração do recanto.

lírios

cattleyaaclandiae

O melhor modo de plantio de Orquídeas
O xaxim desfibrado é considerado o melhor substrato para o cultivo de orquídeas, mas o xaxim não pode ser mais utilizado e seu uso é criminoso além de anti-ecológico. Uma boa alternativa para o xaxim é utilizar fibra de coco, tanto fibrado como desfibrado, e, também, na forma de vasos. Utilize também vasos de barro e cerâmicos perfurados. Devemos dar preferência a vasos de cerâmica bem porosa. Para as plantas que gostam de mais umidade, podemos usar vasos de plástico. Mas para aquelas plantas que gostam de ter suas raízes aéreas, o ideal é o cachepô (cesto de madeira em sarrafinhos).

Quando cultivar as plantas em vasos de cerâmica redondos, com furo no fundo e nas laterais, ou cônicos e também no de plástico, não se esqueça de colocar no fundo, em até um terço do recipiente, cacos de cerâmica limpos e picados, ou brita, ou isopor picado, ou ainda pedregulhos (pedras quando é peneirada a areia grossa) que é de bom resultado para obter perfeita drenagem. Os seedlings (plantas pequenas que ainda não floresceram) prosperam melhor em pequenos vasos plásticos e que tenham como substrato o esfagno (procedente do litoral).

Dicas para o replantio de Orquídeas
Maneiras de plantio

Deixar a fibra de coco desfibrada, a casca de pinus, as folhas secas e o próprio vaso de molho, no mínimo uma hora, com água sanitária (1/3 de copo para 8 litros de água). Enxaguar em água limpa, quantas vezes for necessário, para retirar os resíduos da água sanitária.
Utilizar o item anterior úmido (já escorrido)

A ordem do substrato no vaso:
a) Uma camada de fibra de coco desfibrada.
b) Uma camada de casca de pinus.
c) Uma camada de folhas secas.
d) Uma camada de carvão triturado (moinha de carvão).
e)
Meia colher (sopa) de farinha de osso ou outro.
f) Uma camada de fibra de coco desfibrada, até faltar dois dedos para preencher o vaso.
g) Colocar a muda já preparada na posição correta e prendê-la.
h) Completar com fibra de coco desfibrada (não cobrir totalmente o rizoma).
i) Trançar varetas de bambu para firmar a muda e a fibra de coco.
j) Colocar tutores (caso necessário) e amarrar os caules e folhas (posição vertical).
k) Quando o vaso for de plástico ou de barro (principalmente o cônico), colocar no fundo para drenagem: cacos, britas, pedregulhos, ou equivalentes.

Depois de pronto mergulhar o vaso completo no tanque ou balde, por uns três minutos até sair todas as bolhas de ar, ou debaixo da torneira, retirar e deixar escorrer.
Permanecer o vaso em lugar coberto, sem incidência do sol direto, por um período de 07 (sete) a 10 (dez) dias.
Nesse período não precisa aguar, somente borrifar as folhas diariamente.
Depois desse período, levar o vaso para o orquidário, evitando o sol direto. Veja mais »

PhaisTankarvilleae

Nome Científico: Phaius tankervilleae
Nome Popular: Capuz-de-freira, Orquídea-terrestre, Faio, Freirinha, Orquídea-da-terra,
Origem: Austrália, Indonésia, Malásia, China e Tailândia

A Capus-de-freira é uma orquídea terrestre, é uma planta nativa das regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 metros de altitude, pantanosos e úmidos. Ela apresenta pseudobulbos cônicos a ovais, envoltos desde a base pelas bainhas foliares.

As folhas são acuminadas, plissadas, grandes e em número de 3 a 4 por pseudobulbo. As inflorescências são altas, chegando a 1,8 m. de altura, eretas, do tipo rácemo e com numerosas flores que se abrem sucessivamente de baixo para cima.

As flores são perfumadas, duradouras, de cor marrom-terrosa, com o verso branco, e labelo cônico, rosa escuro. Há também uma variedade ‘Alba’, com a flor amarelo-esverdeada e o labelo branco.

A Capus-de-freira é umas das orquídeas terrestres mais fáceis de cultivar. Ela é muito rústica, de crescimento rápido a moderado e flores em abundância. Suas folhas são decorativa também, formam touceiras que prestam-se para plantios isolados, bordaduras e maciços, valorizando os jardins tropicais.

Esta orquídea também pode ser plantada em vasos, de preferência largos e de pouca profundidade, e desta forma é própria para adornar interiores bem iluminados, varandas e pátios.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz indireta, em substrato com bastante húmus, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso, como casca de pinus ou coco, devem ser mantidos úmido, mas sem encharcamento.

A porcentagem de sombreamento para esta espécie é de 30%. Não tolera frio intenso ou geadas (manter acima de 5ºC). As adubações devem ser freqüentes durante o período de crescimento vegetativo e floração.

Multiplica-se por separação dos pseudobulbos, sementes e estaquia do pendão floral (após a floração).

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