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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Philodendron martianum

O Philodendron martianum, que atende pelos nomes de pacová ou babosa-de-pau, é fácil de identificar porque tem uma coloração inconfundível: suas folhas alongadas surgem em verde-bandeira, em uma única tonalidade.

A seguir, você confere um conteúdo exclusivo com tudo o que você precisa saber para cuidar da pacová e mantê-la bonita e saudável!

Substrato e ambiente
O pacová , assim como outras plantas do gênero Philodendron, gosta de substratos ricos em matéria orgânica e com boa umidade.

Para o cultivo em vasos, prepare um mix com uma parte de terra vegetal e acrescente húmus de minhoca. Em canteiros, limpe e revolva o solo e, se for necessário, acrescente alguma fonte de matéria orgânica.

Lembre-se que a preferência por ambientes úmidos é diferente de encharcar o solo. Por isso, faça de uma a duas regas semanais e sempre verifique se a água escoa com facilidade pelos furos do vaso.

Atenção: o pacová é uma planta tóxica para pets, portanto, cultive em ambientes altos ou fora do alcance dos animais.

Philodendron martianum2

Onde colocar o pacová?
Por ser uma planta de sombra ou de meia-sombra, precisa ser posicionada em áreas de luz indireta.

É uma das folhagens mais populares para ambientes internos, como salas e escritórios d e apartamentos, que costumam ter essas condições de luminosidade. O vaso deve ser posicionado perto das janelas, em ambientes com boa ventilação, mas longe das saídas do ar condicionado.

Nas áreas externas que recebem luz solar direta, podem ser colocadas nos espaços protegidos por outras plantas ou pela sombra de cervas vivas e muros.

Cuidados com adubação e podas
A adubação é um cuidado essencial com todas os Philodendron, principalmente com as que são cultivadas em vaso.

O pacová responde bem a adubação por fertirrigação, por granulados ou farelados. Ela adora uma adubação foliar, que traz mais brilho para suas folhas.

Nesse caso, o mais importante é verificar qual a dose indicada pelo fabricante e nunca exceder o recomendado, caso contrário, as folhas podem queimar.

Se optar pela adubação foliar, faça uma boa limpeza nas folhas antes de começar. Passe um pano úmido em cada uma das folhas e retire a poeira, assim elas vão absorver mais nutrientes durante o processo.

Se a planta crescer muito para o espaço que você tem disponível, faça podas escolhendo as touceiras que estão mais cheias. O pacová costuma ter raízes superficiais, por isso, nunca corte as que estão saindo para fora do vaso.

A vantagem das podas é que as mudas que forem retirados podem ir para vasos novos no seu jardim ou para presentear.

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Como fazer mudas de pacová?
O primeiro passo para fazer mudas de pacová é escolher um vaso que está cheio e retirar as mudas menores. Escolha os que já estão com raízes aéreas.

Escolha um vaso com furos no fundo e coloque uma camada de argila expandida, para auxiliar com a drenagem. Prepare o substrato usando um mix de terra vegetal e húmus de minhoca.

Preencha todo o vaso com o substrato, até praticamente a borda. Em seguida, borrife água até encharcar bem.

Faça pequenas covas no substrato, de 3 a 5 cm. O tamanho deve ser suficiente para colocar as mudinhas de pacová que você retirou na posição vertical.

Nem todas as raízes precisam ser acomodadas dentro da terra. Como o pacová precisa de raízes capilares, algumas delas podem ficar na superfície do vaso. Elas auxiliam muito na boa formação das novas mudas.

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Aglaonema commutatum

Mesmo sem flor, muitas folhagens são apreciadas como item de decoração em diferentes ambientes, sejam plantadas em um jardim externo ou em um vaso instalado em uma sala, escritório ou outros locais em residências ou estabelecimentos comerciais.

Cores e formatos diversos das folhas são motivos que levam muitas pessoas a escolher uma espécie para embelezar os locais onde moram ou trabalham, principalmente quando os exemplares não exigem muitos cuidados.

A facilidade nos tratos culturais também é uma característica que atrai o produtor que deseja obter renda com a comercialização de plantas ornamentais. Uma boa opção para o comércio de folhagens é a aglaonema, que tem folhas totalmente verdes ou variegadas – tonalidades e estampas variadas – e não precisa de muito espaço para ser cultivada.

Em vasos ou no solo, o plantio pode ocorrer em pequenas propriedades rurais, como sítios e chácaras, ou ainda em uma área ociosa ou mal aproveitada em quintais, desde que o local tenha um pouco de sol para garantir o colorido da planta.

Por meio de cruzamentos e melhoramento genético, que ocorreram principalmente na Europa, desenvolveram-se centenas de cultivares com matizes, listras, nervuras e manchas em combinações múltiplas, o que assegura uma ampla oferta no mercado e tem ajudado a popularizar a planta.

Atualmente, os híbridos com nuances rosas estão entre os mais desejados em floriculturas e outros pontos de venda.

A aglaonema é uma planta de pequeno porte, que cresce de 20 cm a 1 m, com caule herbáceo e folhas ovais a lanceoladas. Ela pertence à família Araceae, a mesma do Antúrio, do Copo-de-leite e da Taioba, e tem aparência similar à da conhecida por aqui como comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia seguine).

Ambas têm minúsculos cristais de oxalato de cálcio, cuja substância é irritante para a boca, causando dores severas se for mastigada. Por isso, uma recomendação importante é evitar o contato de crianças e animais domésticos.

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Clima
As espécies de aglaonema são nativas do clima quente e úmido do sudeste da Ásia, nordeste da Índia, sul da China, Indonésia e Nova Guiné.

Na natureza, ela se desenvolve em floresta tropical úmida, mas pode ser encontrada em floresta caducifólia, matas em regeneração ou ainda em depósitos de húmus, calcário ou turfa.

Devido ao clima parecido com o do local de origem, a aglaonema teve boa adaptação em plantios em todo o país. As décadas de 1970 e 1980 foram um dos períodos em que a demanda pela planta foi mais alta, graças aos projetos do famoso paisagista brasileiro Roberto Burle Marx. Presente durante todo o ano e enfeitando os lares de muitas famílias daqui, ela acabou sendo conhecida por gerações mais jovens como a “planta da vovó”.

Mãos à obra
Existem muitas aglaonemas para se cultivar, o que permite formar uma composição de grande diversidade para venda no comércio.

Entre as espécies, há a antiga Café-de-salão (Aglaonema commutatum), a Falsa-dracena (Aglaonema philippinense var. stenophyllum), a Riscada (Aglaonema rotundum) e outras.

Entre as variedades, destacam-se a Creta (Aglaonema siam aurora), Borboleta (Aglaonema butterfly), Queen (Aglaonema king of siam), Iawan (Aglaonema pink cochin) e Orgulho-de-sumatra (Aglaonema pride of sumatra).

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Ambiente
Pode ser cultivada em meia-sombra ou à sombra, o que a torna comum na escolha para plantio em vasos dentro de casas e de estabelecimentos comerciais.

É bom que o local também tenha bastante iluminação natural indireta ou luz do sol nos períodos mais frescos, o que vai dar mais vivacidade às cores da planta.

A aglaonema suporta alta e baixa umidade do ar, mas deve ser protegida de geadas, já que não tolera temperaturas baixas.

Propagação
Se faz pelo método de estaquia ou divisão de touceiras. Uma alternativa é retirar os brotos que surgem nas laterais do caule e plantá-los em outro vaso ou em um canteiro ou jardim.

É importante que eles sejam extraídos com boa quantidade de raiz, porque assim pegam mais facilmente. Nos primeiros dias após o plantio, deve-se regar bem, mas sem encharcar as mudas.

Plantio
Indicado em solo rico em matéria orgânica e úmido, mas ele não deve ser encharcado. As raízes da aglaonema apodrecem facilmente em contato com a água por muito tempo, enquanto as folhas começam a amarelar.

Materiais drenantes, como substratos à base de perlita ou vermiculita e argila expandida no fundo dos vasos, ajudam a dar vazão às regas.

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Adubação
Use compostos orgânicos e esterco curtido. No caso de utilizar produtos químicos, leia atentamente as instruções de dosagem para cada tipo de planta. Adubos químicos em excesso podem salinizar o substrato e matar as aglaonemas.

Irrigação
Apesar de não gostar de solo encharcado, a aglaonema precisar ser irrigada de forma constante. Então é preciso se certificar de que há um bom escoamento de água no vaso ou canteiro.

Faça o teste do toque com as pontas dos dedos ou use um palito de madeira para verificar se a terra está pouco úmida e precisa ser molhada novamente.

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Produção
O crescimento da aglaonema é lento, como a maior parte das plantas de sombra. Quando cultivada em vasos, por exemplo, pode levar até três anos até que seja necessário trocar o recipiente.

No caso de cultivos comerciais, a produção deve ocorrer em estufas ou telados, com luminosidade e regas controladas.

A adubação e os tratos culturais especiais permitem acelerar o processo de crescimento e a obtenção de plantas padronizadas, de acordo com a exigência do mercado.

por do sol

margaridas
Flores lindas e icônicas, as margaridas são flores populares e fáceis de cuidar. É uma flor originária na Europa e se tornou uma das flores mais populares do mundo. No Brasil, ela pode ser encontrada em todas as regiões, principalmente no sul e sudeste.

Elas são flores pouco exigentes, podendo ser plantadas em vasos, jardins ou canteiros. É uma planta de pleno sol, mas tem resistência aos climas baixos. Então, um tempo ensolarado com baixas temperaturas é o ideal para esse tipo de planta.

O cultivo da flor é feito com solo rico em matéria orgânica e regas regulares, principalmente nos meses mais quentes. Não demanda muitos cuidados, mas deve ser podada frequentemente para remover flores murchas e folhas secas.

A margarida é uma planta herbácea perene, ou seja, vive por vários anos. Ela pode ser cultivada a partir de sementes, que germinam em cerca de 10 a 14 dias, ou mudas.

Prefere solos bem drenados e ricos em matéria orgânica, e sol pleno ou sombra parcial, e floresce na primavera e no verão.

margaridas

Diferentes cores e significados
A flor é muito usada em decorações e é comum ser encontrada em buquês, arranjos florais, guirlandas, cestas de flores, jardins verticais e decoração de mesas.

Tradicionalmente, sua flor branca é mais popular, mas tem aparições em diversos tons, como roxas, rosas, vermelhas e amarelas.

São mais de 20 mil espécies de margaridas diferentes que há na natureza. Atualmente, nas floriculturas, existe até elas variadas, com cores misturadas, que é muito bacana para criar um clima em casa mais alegre também.

Essas tonalidades estão sempre ligadas ao estudo da cor, então, por exemplo, o rosa seria mais pela paixão.

margaridas

Como adubar margaridas
Você precisará adubar as suas margaridas a cada dois meses, “usando um fertilizante orgânico ou mineral, seguindo as instruções da embalagem.

Poda das margaridas
A poda das margaridas é opcional, mas pode ajudar a estimular o crescimento e a floração. Você pode podar as folhas e as flores secas ou murchas, usando uma tesoura limpa e afiada.

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As tulipas, conhecidas por suas flores vibrantes e elegantes, são originárias da Ásia Central, mais precisamente da região da Turquia. O seu nome deriva da palavra turca tülbend, referindo-se ao turbante tradicional usado pelos homens otomanos.

A flor foi introduzida na Europa no século 16 e rapidamente se popularizou, especialmente na Holanda, onde se tornou um símbolo de riqueza e status.

Características da tulipa
s são plantas perenes, que florescem na primavera. Elas se desenvolvem a partir de bulbos subterrâneos, que armazenam nutrientes para o seu crescimento.

As flores podem ter diversas cores, como vermelho, amarelo, laranja, rosa, roxo, branco e até mesmo combinações de cores. As pétalas podem ser lisas ou com bordas onduladas, e a altura da planta varia conforme o tipo, podendo chegar a até 60 cm.

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Curiosidades
* Comestíveis:
as pétalas de algumas variedades de tulipas são comestíveis e podem ser usadas em saladas, conservas e até mesmo na produção de chá.
* Fototropismo: as tulipas possuem a capacidade de se mover em direção à luz solar, um fenômeno conhecido como fototropismo.
* Símbolo holandês: a tulipa é a flor nacional da Holanda, sendo um importante símbolo cultural do país.
* Variedade: existem mais de 150 espécies de tulipas e milhares de híbridos com diferentes cores, formas e tamanhos.

Cultivo de tulipa no Brasil
Embora as tulipas sejam originárias de regiões com clima frio, é possível cultivá-las no Brasil, principalmente em regiões com clima ameno, como Holambra, no interior de São Paulo.

O plantio deve ser feito no outono, em solo bem drenado e rico em matéria orgânica. As plantas precisam de luz solar indireta e regas regulares, especialmente durante o período de crescimento.

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Cuidados
* Plantio:
plante os bulbos de tulipa no outono, a cerca de 10 cm de profundidade e com espaçamento de 10 cm entre eles.
* Solo: use terra bem drenada e rica em matéria orgânica.
* Luz: As tulipas preferem luz solar indireta. Evite o sol direto intenso.
* Rega: Regue as plantas regularmente, mantendo o solo úmido, mas não encharcado.
* Fertilização: fertilize as tulipas com um produto balanceado durante o período de crescimento.
* Poda: remova as flores murchas para estimular a produção de novas flores.

Dica extra: após a floração, deixe as folhas morrerem naturalmente antes de cortá-las. Os bulbos podem ser armazenados para replantio no próximo ano.

As tulipas também podem ser cultivadas em vasos, uma ótima opção para quem não tem jardim. Para isso, escolha um recipiente com pelo menos 15 cm de profundidade e use um solo bem drenado.

Plante os bulbos no outono e regue-os regularmente. As plantas precisam de luz solar indireta e devem ser protegidas do frio intenso.

As tulipas são flores versáteis, que podem ser usadas para decorar ambientes, presentear pessoas queridas e até mesmo para consumo culinário.

chuva de flores