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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

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A ócna é uma planta que pertence à família das Ochnaceae, que se caracterizam por serem plantas angiospérmicas que compreendem em torno de 600 espécies de arbustos e árvores, típicos de regiões que apresentam climas tropicais e subtropicais.

Essa planta também é popularmente conhecida por Mickey (parecem com as orelhas do famoso rato da Disney, o Mickey Mouse), principalmente nos Estados Unidos. A ócna é uma planta nativa da costa leste da África do Sul.

É uma perenifólia, possuindo uma textura lenhosa, é decídua e apresenta ciclo de vida perene (são plantas que possuem ciclo de vida longo).

Apresenta o florescimento e a sua frutificação com características ornamentais. A ócna é um tipo de planta xerófita, isto é, ela é uma planta que não precisa de muita agua para sobreviver.

Caracteriza-se por ser um arbusto de médio porte, que atinge em média uma altura que varia de 1,20 m a 2,40 me. Às vezes ocorre das plantas ultrapassarem a altura média, chegando a transformar-se em uma pequena árvore (arvoreta) quando chegam aos 6,00 m de altura.

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O caule da ócna é delgado, apresentando uma casca lisa e possuindo  coloração castanha e galhos ramificados. Seus galhos são cobertos por pontos claros e que apresentam saliências.

Quando as folhas são novas elas apresentam uma coloração bronzeada e com o passar do tempo elas passam a ter a coloração verde e brilhante.

As flores da ócna apresentam coloração amarelada, são delicadas, efêmeras e comumente aparecem na primavera ao longo dos ramos dos galhos da planta. Elas têm a característica de atrair alguns animais, como por exemplo: as abelhas e as borboletas.

Após a primavera, as flores caem, no entanto o cálice persiste, e com o passar do tempo ele se torna vermelho e vistoso, sendo a grande beleza desta planta. Junto ao cálice fica o receptáculo floral, hipertrofiado e de coloração vermelha, com os frutos que se encontram em desenvolvimento. Essa combinação resulta em um conjunto bastante exótico e curioso.

Os frutos da ócna se caracterizam por serem bagas ovoides (ovais), que possuem a cor verde no inicio e depois passam a ter a coloração preta quando estão maduros e são muito atraentes para as aves.

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Eles se caracterizam por serem bastante brilhantes e por nascerem em suas sépalas, todos encostados. À medida que vão crescendo, se torcem para parte de trás e assim ficam afastados um do outro.

O colorido que possuem esses frutos, concede a ócna um aspecto interessante, bonito e exótico, que chamam a atenção das pessoas durante as semanas em que a planta está no processo de frutificação.

As sementes se espalham pela ação dos pássaros que são atraídos pelos frutos da espécie.

O cultivo da Ócna
Essa planta é considerada fácil de ser cultivada. Ela é uma planta típica de clima tropical, no entanto ela se adapta a regiões que apresentam clima subtropical, equatorial e temperado.

A espécie deve ser cultivada a pleno sol, ou no máximo a meia sombra. A ócna não é uma planta exigente quanto ao solo. O solo para seu cultivo precisa ser humoso, com boa capacidade de drenagem, e deve ser enriquecido com a aplicação de material orgânico. É interessante que sejam feitas regas de forma regular.

A ócna é um tipo de planta que gosta do calor e da umidade, por isso ela floresce e cresce de uma forma mais apropriada quando cultivada em regiões que estão livres de clima extremamente frio e que não tenha geada. No entanto, tem a capacidade de resistir a geadas leves.

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Reprodução
A ócna é uma planta que se reproduz de duas formas: através de suas sementes ou por estaquia.

Na multiplicação por sementes, estas devem ser colocadas para germinação ainda frescas, sem nenhum tipo de armazenamento. A germinação de suas sementes leva em torno de 06 semanas. A multiplicação por sementes pode ser feita pela ação humana, no entanto quem ajuda bastante a ócna a se multiplicar são os pássaros que se alimentam de seus frutos e acabam espalhando as sementes.

Na multiplicação por estaquia, são formadas estacas com os ramos semi-lenhosos. Esses ramos utilizados na formação das estacas precisam ter folhas e raízes para que quando as estacas forem colocadas em outros locais, elas tenham a capacidade de gerar uma nova planta. De uma forma geral, as estacas são postas pra enraizar na época da primavera e do verão. Devido a facilidade de propagação da ócna, ela pode acabar se tornando uma planta invasiva.

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A utilização da Ócna
Esse belo e gracioso arbusto, que apresenta a copa arredondada é bastante utilizada no paisagismo, devido as suas características ornamentais. Pode ser utilizada de diversas formas no paisagismo e composição de jardins: isolado ou em grupos.

Quando cultivado em grupos, pode formar renques, pois além de possuir uma bela formação natural, a ócna é uma plana apta e tolera podas com o intuito de formação. Quando é podada após a época da frutificação, é estimulada que a planta passe a apresentar um aspecto mais denso, o que permite que seja dado o formato desejado a planta.

A ócna é uma espécie excelente para produzir cercas vivas, apresentando grande resistência ao vento. É também uma planta que pode ser cultivada em vasos. Esse tipo de cultivo geralmente acontece nos locais de clima temperado, pois nesses locais a planta fica exposta ao ar livre nos períodos mais quentes e nos períodos mais frios ela é protegida, sendo cultivada em ambientes interiores.

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A veigela está entre as espécies de plantas da família das Caprifoliaceae. É de origem do continente asiático com muita incidência na China, na Coréia do Norte e na Coréia do Sul e, portanto, algumas características desses lugares implicam e muito no desenvolvimento da planta.

Uma dessas características é o melhor clima para cultivar a veigela sendo o subtropical, o temperado e o tropical os mais indicados nesse caso.

A veigela é um ótimo exemplo de planta que se nos atentarmos bem sobre o cultivo, poderemos ter problemas na plantação. Essa planta é um arbusto, sendo considerado rústico, mas com algumas necessidades que devem ser observadas principalmente no primeiro ano da planta.

De todos os cuidados essenciais para essa planta, vamos perceber que algumas são mais delicadas e “cobrarão” um pouco mais da nossa atenção, como acontece com a temperatura ideal para planta.

Essa planta categorizada como arbustos e cercas vivas, apesar de ser originária dos lugares acima citados, pode ser facilmente cultivada em qualquer parte do mundo desde que este ofereça as condições ideais de clima, umidade e iluminação.

Sendo cultivada de acordo com as condições que serão citadas mais abaixo, a veigela por crescer entre 90 cm e 3 m de altura, chegando a esse máximo já na fase adulta de sua vida. A planta apresenta um ciclo de vida perene o que significa que teremos esse tipo de plantação brotando durante o ano inteiro em seu jardim.

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Fisicamente, a veigela é uma planta muito ramificada e estas ramagens se apresentam sempre bem ereta e arqueada, o que faz com que o seu florescimento crie um aspecto decorativo, por isso a planta ser tão utilizada como cerca viva.

As suas folhas são ovaladas e colocadas de forma oposta em cada ramo com alguns poucos pecíolos e margem serrilhadas, todas sempre alternando entre a tonalidade verde e avermelhada.

As flores da veigela apresentam-se sempre solitárias ou em alguns poucos cachos, sempre na extremidade de cada ramo. Elas são pequenas e as cores variam podendo ser rosas, amarelas, brancas ou vermelhas. Os frutos, em forma de cápsula, são secos, mas contém muitas sementes.

Cultivo
Por ser uma planta rústica, haverá necessidade preocupar-se tanto com os cuidados, pois a veigela não vai cobrar tanto isso de quem a cultiva. A manutenção da planta fica restrita a praticamente as adubações anuais assim como as podas que também devem ser feitas com esse intervalo de tempo.

O cultivo regular deve ser feito sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, drenado, rico em matéria orgânica e irrigado com regularidade certa. Apesar de para o cultivo certo ser indicado o sol pleno, a veigela vai preferir ser cultivado em clima frio e com um pouco de umidade.

Essa planta também não vai tolerar climas muito quentes, principalmente o calor tropical e não responde muito bem aos períodos de estiagem. Se for cultivar a veigela em locais onde o clima predominante é o subtropical, deve deixar sempre a planta à meia sombra para que ela cresça bem.

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A fertilização, independente de clima, deve ser rica em fósforo no início e no final da primavera, pois isso vai estimular a floração da planta.

Quanto terminar a floração da veigela, deverá ser feito uma poda no máximo um terço dos ramos mais velhos para dar espaço aos novos que crescerão na próxima floração. A veigela se reproduz por estaquia feita a partir dos ramos lenhosos e por sementes.

Doenças
Toda planta está sujeita a adquirir algumas doenças e não seria diferente com a veigela. Ela apresenta as doenças comuns tanto em cercas vivas quanto em arbustos e você precisa atentar-se muito para que a veigela não seja contaminada. Sendo uma planta rústica, como puderam já notar nas afirmações mais acima citadas, pode ocorrer o aparecimento de algumas doenças e fungos, e dificilmente será percebido.

O problema mais comum é a podridão da raiz que pode acontecer com a planta. Isso acontece porque a veigela vai exigir um solo bem úmido e o clima ideal não é o com temperaturas mais altas, vai acontecer de períodos onde você vai irrigar a planta e o solo permanecerá ainda úmido por um tempo além do ideal. Isso vai gerar um crescimento de madeira apodrecida além de folhas murchas.

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O Oídio é outro problema comum na veigela. Esse fungo passa a agir na planta através da absorção de seus nutrientes o que deixa uma noda esbranquiçada nas folhas.

Para tratar de qualquer um desses problemas, o ideal é procurar produtos fungicidas que são facilmente encontrados em lojas que vendem produtos para plantas. A aplicação vai variar de acordo com cada fungicida e alguns ainda serão necessários à mistura com água, devido a concentração em alto volume.

Opte sempre pelos mais naturais para evitar que os fungicidas agridam tanto a sua planta, optem pelos mais naturais e só suspensa a aplicação quando perceber que o a doença sumiu por completo.

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A Portulaca oleracea, também conhecido como beldroega-comum, beldroega, onze-horas e salada-de-negro é um arbusto de folhas suculentas e flores coloridas da família Portulacaceae.

Trata-se de uma espécie com ramagem densa e avermelhada, composta por pequenas folhas carnosas e ovaladas. As flores que despontam principalmente no verão, podem ser amareladas, vermelhas ou brancas.

É cultivada em vasos e floreiras, ou a forma de forração, a sol pleno. Essa planta também é comestível. Suculenta herbácea de ciclo anual, prostrada, de até 20 cm de altura, nativa inicialmente da Europa e hoje praticamente cosmopolita, característica tanto de clima tropical como subtropical. Tornou-se daninha em parte da América do Sul e do Norte.

O Solo pode ser arenoso, acrescido de matéria orgânica e regado a intervalos. A reprodução é por sementes ou por estaquia.

Suas folhas suculentas e seus ramos podem ser consumidos crus em saladas ou em pratos cozidos, refogados ou assados. É apreciada em sopas por ter propriedades mucilaginosas. Também é usada como erva medicinal.

Os ramos e folhas são muito nutritivos, sendo a verdura mais rica em ácidos graxos Ômega 3 que se tem conhecimento. No entanto, também contêm ácido oxálico e assim não deve ser consumida em grande quantidade. O sabor da beldroega é acidulado, mas este pode variar com as condições de cultivo e a hora em que os ramos são colhidos.

Em condições de baixa disponibilidade de água e/ou altas temperaturas, a beldroega muda suas vias metabólicas normais para o metabolismo ácido das crassuláceas, que consiste basicamente em absorver o dióxido de carbono durante a noite e armazená-lo como ácido málico até a incidência da luz solar durante o dia, quando o ácido málico vai sendo metabolizado em glicose. Desta forma, plantas crescendo nestas condições apresentam um sabor mais ácido se colhidas no início da manhã e menos ácido se colhidas no fim da tarde.

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As sementes também podem ser consumidas cruas ou cozidas, mas são muito pequenas. As sementes também podem ser moídas e adicionadas a uma farinha de cereal.

Há várias variedades naturais e cultivadas de beldroega, incluindo cultivares que são utilizados como plantas ornamentais.

Clima
Esta é uma planta adaptada a diversas condições climáticas, crescendo bem na faixa de temperatura que vai de 15°C a 35°C. Não suporta temperaturas muito baixas e geadas.

Luminosidade
Necessita de iluminação solar direta.

Solo
Pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, mesmo solos pesados e compactados. Porém, o ideal é um solo bem drenado, leve, profundo, fértil, rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 7.

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Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, sem que fique encharcado. Quando bem desenvolvida pode suportar períodos de seca, mas os ramos e as folhas terão melhor qualidade e sabor se não faltar água.

Plantio
O plantio é feito por sementes. Semeie no local definitivo da horta ou em sementeiras, saquinhos para mudas ou copinhos de papel, transplantando quando as mudas tiverem de 4 a 6 folhas verdadeiras. As sementes devem ser cobertas apenas por uma leve camada de terra peneirada ou de serragem fina.

O espaçamento recomendado varia de 30 a 80 cm entre as linhas de plantio e de 25 a 40 cm entre as plantas, dependendo do porte da variedade cultivada e das condições de cultivo.

A beldroega também pode ser cultivada facilmente em vasos.

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Tratos culturais
Retire as plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.

A beldroega pode ser uma planta invasora difícil de ser erradicada, pois cada planta pode produzir um grande número de pequenas sementes e estas permanecem viáveis por mais de uma década.

Contudo, muitas vezes é também considerada uma invasora benéfica em plantações, por ser uma boa planta companheira para várias outras (por exemplo, para o milho).

Colheita
A colheita dos ramos e folhas da beldroega pode ser feita a partir de 60 a 80 dias após o plantio. Retire os ramos ou folhas individualmente quando necessário ou colha mensalmente, cortando os ramos aproximadamente 10 cm acima do solo.

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A planta popularmente conhecida como Laurotino tem pertence à família Adoxaceae. Uma planta que se encaixa na categoria de arbustos e cercas vivas. Os climas preferidos por essa planta são o subtropical, temperado e continental.

Sua origem é a Europa e pode atingir uma altura entre 2,4 a 3,0 m e a luminosidade ideal é a meia sombra ou então a sol pleno. O seu ciclo de vida é perene e se mostra uma planta com potencial para paisagismo.

Trata-se de um arbusto lenhoso conhecido e bastante utilizado no paisagismo. O caule é bastante ramificado e ereto, a sua copa tem um formato arredondado. As folhas dessa planta são perenes, brilhantes, opostas, coriáceas, suas margens são onduladas e pubescentes com pecíolos avermelhados.

As inflorescências se formam na primavera e no verão com inúmeras flores cerosas, rosadas e brancas com um perfume bastante característico.

Os frutos aparecem durante o verão e são pequenas drupas, azul escuro e metálico, ovais e que não podem ser ingeridos pelo fato de serem tóxicos.

Existe uma grande variedade de Laurotinos aqueles que têm folhas abundantes, variegadas, anãs entre outros.

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A utilização do Laurotino
Esse arbusto é bastante diversificado e pode ser utilizado isolado ou então em pequenos grupos para formar cercas-vivas formais ou informais. Também pode ser usado para delimitar canteiros, oferece grande elegância para esses espaços.

Pode ser cultivado ainda como um tipo de arvoreta alcançando aproximadamente entre 2 e 3 m de altura.

Uma planta que pode ser cultivada em vasos e jardineiras principalmente as variedades conhecidas como anãs. Tem um tipo de planta mais apropriada para cada função no jardim, algumas com folhagens mais densas e outras mais frutíferas entre outros, tudo depende da necessidade.

Cultivo
O cultivo dessa planta deve ser feito a sol pleno ou então a meia-sombra. O solo deve ser fértil e enriquecido com matéria orgânica além de drenável e com irrigação em intervalos regulares principalmente no primeiro ano depois do plantio. Uma planta que tem um visual bastante rústico e que tem boa tolerância ao frio e a estiagem.

Nos casos em que o Laurotino é queimado pelas geadas volta a brotar na primavera. A multiplicação desse arbusto deve ser feita através de sementes e estaquia dos ramos além das técnicas de enxertia e alporquia.

Vale destacar que as sementes dessa planta possuem um longo período de dormência e precisam de períodos de frio e calor para que o embrião se desenvolva.

O mais indicado é que se faça o plantio das sementes durante o verão que possam germinar na primavera.

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Dicas práticas de plantio
Para que a planta responda melhor e cresça de forma mais saudável a dica é contar com um solo rico em matéria orgânica e que esteja bem drenado para não correr o risco de afogar as raízes.

Em relação ao adubo é interessante adubar a planta duas vezes por ano, no período antes da floração na primavera e outra vez antes de a planta entrar em estado vegetativo. Cuide também da poda do Laurotino uma vez que ele aceita poda de formação, aproveite para fazer a estaquia dos ramos em areia úmida.

Pode ser usado como cerca viva embora nem sempre responda bem, a dica é deixar o arbusto livre para que o seu crescimento forme um grande maciço.

Uso decorativo do Laurotino
Como já foi dito o Laurotino é uma planta bastante interessante para ser usada de forma decorativa. Pode ser cultivada isolada sobre gramados, renques de dimensões grandiosas e até mesmo em conjunto com outras plantas coloridas como os Crótons, por exemplo, e até mesmo com plantas variegadas que tem um belo resultado.

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Dicas de cultivo
Irrigação

Como toda planta o Laurotino precisa de água, porém, é importante observar a quantia de água que se está depositando na planta. No caso do cultivo em vasos e jardineiras é interessante observar o quão úmido está o substrato da planta.

Se o substrato ainda está úmido é sinal de que a planta ainda tem água e que se você irrigá-la novamente pode acabar encharcando as raízes e assim provocando o seu apodrecimento.

Muita água acumulada na planta pode ser a abertura do caminho para o surgimento de fungos. Dessa forma fique sempre de olho e cuidando da quantidade de água que você está usando para irrigar a planta. Quando o substrato está seco significa que a planta precisa de água então a regue.

Luz
A Laurotino é uma planta que deve ser cultivada a sol pleno ou então a meia-sombra dessa forma busque um local no seu jardim que tenha incidência do sol. Se esse arbusto for cultivado num vaso deve cuidar para que ele tome um pouco de sol durante o dia próximo a uma janela.

A luz é fundamental para que a planta faça fotossíntese e assim produza os seus nutrientes. Algumas plantas são mais intolerantes ao sol do que o Laurotino, porém, esse arbusto é relativamente fácil de cultivar e não tem tantas exigências nesse ponto. Além disso, se trata de uma planta bastante resistente que pode sobreviver a fortes geadas.

Mesmo que a planta seja queimado durante as geadas do inverno volta a florescer na primavera. Sendo assim pode ser uma boa dica de planta para quem mora na região sul do Brasil em que os invernos costumam ser bastante rigorosos.

O Laurotino além de ser fácil de cultivar também é uma planta que se destaca pela sua beleza e pelo visual que apresenta depois que floresce. Pode ser uma ótima alternativa para quem deseja colorir o seu jardim ou a sua casa.

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