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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Salvia-Splendens

Nome Técnico: Salvia splendens

Nomes Populares: cardeal, sangue-de-adão, salvia, alegria-de-jardim

Família: Família Lamiaceae (ex-Labiatae)

Origem: Nativa do Brasil..

Descrição: Arbusto semi-lenhoso, de folhas verdes e caule quadrangular, forma arredondada.
As flores saem de dentro de cálice persistente, são campanuladas e podemos encontrar nas cores creme, vermelha, rosa e roxa, sendo o mais florífero o de flores vermelhas.
Também são encontradas variedades anã,de menor altura.

Porte: Até 1,20 de altura.

Ambiente e uso decorativo: Uma das plantas mais fáceis de cultivar e por isto muito usada em ornamentação de parques e praças públicas. Grandes canteiros de uma só cor ou manchas delineadas de cores diferentes, sempre será um sucesso.
Para jardins empresariais e condomínios é sempre uma excelente opção.
Jardins particulares podem usá-lo para formar conjuntos com outras plantas verdes ou prateadas.

Cultivo: Local ensolarado, sem exigência quanto à fertilidade do solo.
As regas podem ser regulares, abundantes e espaçadas.
Propagação por sementes, em qualquer época do ano.
Produtores oferecem variedade de sálvia anãs, com até 0,30m, muito interessantes para compor vasos e bordas altas para canteiros.

http://www.jardineiro.net/images/banco/galphimia_brasiliensis.jpg

Nome Científico: Galphimia brasiliensis
Nome Popular: Triális, Resedá-amarelo
Família: Malpighiaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

Arbusto rústico, o triális ainda é bastante florífero. Conhecido também como resedá-amarelo, embora não seja da mesma família da Lagerstroemia indica, o resedá que conhecemos.

O triális apresenta folhagem bonita, que não é compacta e nem muito aberta. Floresce em todas as estações, sendo uma planta bastante interessante em jardins de baixa manutenção e com flores o ano todo. Sua flores são pequenas, amarelas e delicadas reunidas em inflorescências terminais. Esta espécie é muito similar à Galphimia glauca.

Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, regada a intervalos regulares. Presta-se para utilização como planta isolada, em grupos, renques e composições com outras plantas.
Não é tolerante à geadas. Multiplica-se por sementes.

Nome Científico: Iresine herbstii
Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
Família: Amaranthaceae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas.

A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão.

O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.

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Nome Científico: Brugmansia suaveolens
Nome Popular: Trombeteiro, trombeteira, babado, cartucheira, cartucho, copo-de-leite, saia-branca, sete-saias, datura, trombeta-de-anjo, trombeta-rosa, trombeta-cheirosa, zabumba-branca
Família: Solanaceae
Origem: América Central e América do Sul
Ciclo de Vida: Perene

O trombeteiro é um arbusto grande e ereto, que atinge facilmente 2 ou 3 metros de altura. Suas folhas são grandes, ovais, alternas, caducas, verdes e pubescentes na face inferior. As flores em formato de trombeta, são pêndulas, simples, perfumadas e podem ter cerca de 30 cm de comprimento.

São em geral de coloração branca ou amarela, mas ocorrem variedades e híbridos de flores róseas e dobradas também.

Sua utilização paisagística é bastante discutida, visto que é uma planta bastante tóxica e narcótica, pois todas as partes da planta contém alcalóides que podem provocar vômitos, náuseas, secura das mucosas, febre, taquicardia, alucinações e dilatação das pupilas.

Por este motivos muitas prefeituras proíbem a sua utilização na ornamentação pública.

No entanto, se utilizada com bom senso e longe do alcance de crianças, pode se tornar uma planta muito atrativa no jardim.. É indicado o plantio isolado ou em grupos e renques em áreas maiores.

Em contraponto ao seu efeito tóxico, do trombeteiro são extraídas substâncias de utilização farmacêutica, para a produção de medicamentos contra o mal de Parkinson, infecções urinárias, problemas cardíacos, síndrome pré-menstrual, e intoxicações por colinérgicos.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, arenoso e enriquecido com matéria orgânica, regado a intervalos regulares. As adubações devem preceder a floração e as podas devem ser realizadas após a floração. O trombeteiro aprecia o calor e a umidade, e é comum observá-lo naturalmente na beira de riachos.

Podemos plantá-lo sob meia-sombra, mas as flores podem se tornar esparsas nesta situação de luminosidade. Não tolera o frio intenso, mas podem ser cultivadas em estufas.

Multiplica-se por sementes e estaquia.