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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

3Ao olhar esta planta, há quem pense que se trata de uma alamanda-rosa (Allamanda blanchetti)… parece, mas não é: trata-se da mandevilla (Mandevilla sp.), também conhecida como dipladênia, mandevila ou jalapa-do-campo.

Assim como a alamanda, a mandevilla é originária do Brasil, mas só começou a ser notada com mais ênfase por aqui depois de conquistar os estrangeiros. Seu sucesso lá fora já é antigo, especialmente nos países europeus. E ela realmente tem tudo para agradar: produz grandes e belas flores – algumas variedades chegam a ter 10 cm de diâmetro! -; floresce cedo (ao atingir cerca de 60 cm, já começa a produzir botões florais) e tem um delicioso perfume, que muita gente jura lembrar o dos chicletes de tutti-frutti. Esse perfume, inclusive, inspirou o nome popular pelo qual a planta é conhecida lá fora: “brazilian jasmine” (jasmim-brasileiro).

No clima brasileiro ela ainda é capaz de florir o ano todo, diminuindo sua intensidade de floração apenas no período do inverno. Por definição, a mandevilla é considerada uma trepadeira volúvel, que pode atingir até 6 metros. O que caracteriza o comportamento de uma trepadeira volúvel é a característica de seus ramos se enrolarem naturalmente nos suportes, sem a necessidade de amarrações.

No paisagismo esta espécie tem sido muito procurada para formar cortinas-verdes pois, ao contrário de trepadeiras como as tumbérgias, a mandevilla não resulta no fechamento total da área onde cobre. Seu uso em pergolados e treliças resulta num belo efeito, mas a mandevilla também pode ser cultivada em vasos – é só providenciar um suporte para que ela se enrole e controlar seu crescimento por meio de podas.

Ficha da Planta:
Nomes populares:
Mandevila, dipladênia, jalapa-do-campo
Nome científico: Mandevilla sp.
Família: Apocináceas
Origem: Brasil
Luminosidade: Luz solar plena
Clima: Tropical
Solo: O solo ideal é o rico em matéria orgânica. Em vasos, usar uma mistura de 1 parte de terra comum, 2 partes de composto orgânico e 1 parte de terra vegetal.
Regas: Deve ser regada moderadamente, apenas o suficiente para não deixar o solo seco
Floração: O ano todo, um pouco menos durante o inverno
Propagação: Por sementes ou estacas
Características: Trepadeira volúvel, produz grandes flores. Espécie tóxica: nenhuma parte da planta deve ser ingerida e sua seiva pode causar irritação na pele.

saritaea magnifica

Trepadeira orginária da Colômbia, semi-lenhosa, vigorosa, florífera e de folhagem ornamental. Folhas compostas de dois folíolos que surgem de modo oposto nos ramos. Apresenta floração vistosa, formada por flores campanuladas, de tonalidade púrpura, com garganta branca. Propaga-se por estacas, plantadas no início da primavera.

Uso paisagístico – Requisitada para guarnecer pérgulas, portais, grades e cercas, sempre cultivada em locais abertos e ensolarados.

Altura: Chega a 2 m.
Diâmetro: 1,5 m.
Ambiente: Aprecia solpleno.
Solo: Fértil.
Clima: Tropical.
Origem: Colômbia.
Época de Floração: Primavera, Verão.
Propagação: Estaquia.
Melhor época da Propagação: Agosto, Inverno.
Persistência das folhas: Permanente.

Obs.: Os folíolos da planta, dispostos dois a dois, são exclusivos e permitem a identificação da planta, mesmo que esteja sem flores. Floresce melhor nas regiões litorâneas do país.

Uma das Trepadeiras com as flores e os frutos mais bonitos e intrigantes é a Aquebia (quinata Akebia).

Família: Lardizabalaceae.
Usos: Ornamental.
Cultivo: Trepadeira de clima subtropical.
Nativa: Nativa do sudoeste da Ásia

Flores incomuns, extremamente aromáticas, que adoçam o ar com seu perfume de baunilha. São delicadamente carnudas e perfumadas, de cor vermelho-púrpura na primavera suas flores nos embalam no suave e doce aroma de Baunilha e Chocolate.

É uma espécie muito utilizada em locais de sombra e meia sombra, crescem apoiadas em tutores ou cobrindo pergolados e muros. Cresce rapidamente alcançando em pouco tempo entre 4 e 5 metros de altura. Fica muitíssimo interessante, quando plantada em conjunto com outra variedade de Akebia.

Produzem frutos de coloração lilás azulada, saborosíssimos. Para que se produza os frutos em maior quantidade é recomendável o plantio de duas variedades para que haja polinização cruzada. Seu fruto é altamente cotado para restaurantes, pois a produção ainda é restrita e pequena. Todas as partes da planta são utilizadas.

Tanto as flores como os frutos são também explorados para fins ornamentais, por sua exuberância e incomum floração. Arbusto com tronco de madeira alpinista com entrelaçamento. Forma bonitos ramos finos entrelaçados e mutáveis, chega a atingir 4-5 m de comprimento.

Folhas: semipersistente verde escuro.
Luz: Sol ou sombra clara.
Temperatura: muito rústica, pode viver em zonas interiores onde ela está protegida e boa exposição. O Solo deve ser bem drenado e ela necessita de apoio para subir
Multiplicação: Divisão de rizomas, estacas e sementes.

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Trepadeira indicada para o plantio à meia-sombra, mas tolera bem locais que recebam sol direto poucas horas por dia. Recomenda-se colocá-la no local mais protegido de ventos fortes. Apresenta uma floração abundante e delicada. Para um bom resultado visual, pode tanto ser educada para subir, como ser plantada como pendente.

Adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão. Usar fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em P.

A mosca branca, pulgão e a aranhinha vermelha são pragas comuns de algumas variedades. Essas plantas também estão sujeitas às doenças de origem fúngicas.

São plantas que podem ser cultivadas em grandes vasos para decorar áreas externas. Para que elas subam em estruturas, sendo cultivadas como trepadeiras, precisam ser devidamente acompanhadas e tutoradas.

Elas podem crescer bem em ambiente com meia sombra, inclusive dentro da casa.

Na propagação, os rizomas não podem ser divididos quando estiverem na fase de dormência.