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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

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Família: Angiospermae

Árvore que chega a medir entre 10 e 20 m de altura, a chichá é repleta de sapopemas (a base do caule tem numerosos prolongamentos tabulares, formando grandes cavidades) no tronco (que não passa de 60 cm de diâmetro e possui casca acinzentada e fina).

Além disso, possui folhas simples e flores amarelas com o interior avermelhado. Seus frutos são uma espécie de cápsula lenhosa grande, que fica vermelha quando madura. Ao abrí-la, apresenta uma estrutura semelhante a de um trevo por dentro, com sementes negras em seu interior.

Originária do Brasil é encontrada do Sul da Bahia, passando pelo Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. É árvore essencialmente da floresta pluvial atlântica.
Essa árvore é cheia de alcunhas curiosas.

Além do chichá em si, é chamada de xixá, araxixá, boia, boia-unha-de-anta, coaxixá, pau-de-boia, e pau-de-cortiça. Como os dois últimos nomes já sugerem, ela tem madeira leve e mole, com baixa durabilidade quando exposta ao tempo. Ou seja, só serve para obras internas. Melhor mesmo é utilizá-la no paisagismo, uma vez que fica majestosa no campo.

É empregada também em plantios mistos de áreas degradadas (uma vez que atinge 2,5 metros aos 2 anos). Além disso, seus frutos (quando abertos) têm forma de pequenos corações e são usados como adornos.

Suas sementes – que produz em grande quantidade -, servem de alimento à fauna em geral. Floresce de novembro a março e seus frutos vingam entre maio e setembro.

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Família: Clusiaceae
Árvore originária do Brasil, com ocorrência natural na floresta amazônica, nos estados do Amazonas, Rondônia, Pará, Roraima e Amapá. Há também registros da espécie no Peru, Colômbia, Venezuela e Guianas.

Essa árvore não é muito grande, não passando dos 10 m de altura. Chamam a atenção seus frutos – que se apresentam fechados quando imaturos e, depois, abertos, com os arilos (qualquer um dos tipos de excrescência, presente na superfície) das sementes vermelho-sangue -, e as flores, masculinas, com o centro rosa, e as extremidades brancas. Elas medem, em média, 16 cm de diâmetro. Quando começam a morrer, vão ganhando lentamente tons marrons, até se parecerem, ao cair no chão, com flores de madeira.

No estigma (área da flor geralmente provida de células produtoras de substância açucarada e pegajosa, com a função de captar os grãos de pólen que nele germinam) vai se criando uma espécie de mucilagem, que dá um efeito vivaz a elas, mesmo depois de encerrado o seu ciclo de vida.

Geralmente essa espécie floresce de Fevereiro a Junho. Ela se propaga por estaquia e sementes. Essa árvore nunca perde suas folhas. É típica de clima tropical ou tropical úmido. Ou seja, vive a pleno sol, mas também pode ser cultivada à meia sombra.

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Boca-de-sapo – (Jacaranda brasiliana)Boca-de-sapo – (Jacaranda brasiliana)

Família: Bignoniaceae
Árvore que chega a medir entre 4 e 10 m de altura, possui tronco cilíndrico (que varia de 20 a 30 cm  de diâmetro), flores em forma de cálice e frutos de margens onduladas.

Originária do Brasil, com ocorrência natural nos estados de: Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Sul dos Estados do Maranhão, Piauí e Pará (em áreas de Cerrado).

Chamada popularmente de jacarandá-boca-de-sapo, caroba e castelo-de-cavalo, difícil é passar incólume frente às flores desta árvore. São de um lilás / roxo de uma beleza incomum.

Quando floresce, entre Agosto e Setembro, costuma ficar totalmente despida de folhagem. Vira quase um buquê na mata. Dificilmente passa dos 10 m de altura. A maturação de seus frutos ocorre em Julho e Agosto.

Como seu desenvolvimento no campo é considerado rápido (atinge mais de 2 m aos 2 anos), pode ser cultivada como peça ornamental, até porque sua madeira (neste caso, felizmente) é de textura fina e pouco durável. Em outras palavras, serve apenas para a confecção de peças leves, além de lenha e carvão.

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Família: Fabaceae
Também conhecida como Orgulho-da-Índia e mundialmente, como Rainha-das-Árvores.

Essa árvore atinge entre 7 e 12 metros de altura. Destaque para as suas inflorescências pendentes com brácteas vermelhas em racemos longos. As flores possuem um cálice vermelho e corola com 3 pétalas também vermelhas, manchadas de amarelo. As folhas são compostas e os frutos derivam de uma vagem verde clara com manchas vermelhas nas laterais.

De origem asiática, cresce a pleno sol, em regiões de clima sub-tropicais e tropicais.
Essa espécie é considera por muitos como a mais bela das árvores floríferas. E a razão, claro, reside em suas flores, que formam verdadeiros cachos de “orquídeas”.

Tem necessidades médias em água.  Requer solo rico em matéria orgânica e bem drenado. Planta atrativa a abelhas, borboletas e pássaros.
Árvore com altura de 4 a 12 m. Inflorescência pendente com brácteas vermelhas em racemos longos. Flores com cálice vermelho e corola com 3 pétalas vermelhas manchadas de amarelo, sendo duas alas e um estandarte, lembrando orquídeas. Estames longos. Folhas Compostas. Vagem verde clara com manchas vermelhas nas laterais.

No Brasil, ela foi introduzida pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. No Estado de São Paulo a multiplicação desta planta teve início na década de 50, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), pelo engenheiro agrônomo Dr. Hermes Moreira de Souza. Os primeiros exemplares foram distribuídos aos viveiristas no intuito de se conseguir a propagação comercial da espécie.

A espécie floresce quase o ano todo, porém a floração intensifica-se a partir de agosto e setembro. Até suas brotações são diferentes: elas apresentam folhas novas pendentes e de coloração marrom-avermelhada, que parecem um veludo ao toque. Ou seja: mesmo sem flores ela é ornamental.

Cultivada nos trópicos úmidos como ornamental.

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