Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

plumeria 3

A Pluméria é muito popular no Havaí onde são cultivadas inúmeras variedades e as flores são utilizadas na confecção dos colares típicos usados na recepção de seus visitantes. A Pluméria é conhecida internacionalmente como “frangipani”, é nativa das regiões tropicais das Américas e pertence à família das apocináceas , a mesma das alamandas.
Aqui no Brasil a Pluméria ficou conhecida como jasmim-manga e é muito cultivada em praticamente todas as regiões. As Plumérias possuem caules grossos e roliços com abundante seiva leitosa, recobertos por uma casca lisa em tonalidade bronzeada ou acinzentada. Suas folhas são grandes e elípticas agrupadas principalmente nas extremidades dos galhos e caem parcial ou totalmente no inverno. Suas flores abrem-se em sucessão de outubro a abril e são em forma de funil com consistência cerosa e reunidas em inflorescências terminais.

Há variedades de flores vermelhas, rosas, brancas, alaranjadas e outras, e é comum em quase todas as variações a presença de mais de uma cor na mesma flor. A floração fica mais intensa a partir de novembro.
No Mercado de Flores da CEASA Campinas é bastante fácil encontrar mudas de plumérias nas mais diversas tonalidades de cores, em tamanhos que variam de 90cm até 2m de altura.

Dicas de Cultivo: As plumérias são plantas bastante fáceis de cultivar, requerem plena exposição ao sol preferindo clima tropical, quente e seco, não tolerando geadas ou solos encharcados. Sua propagação é feita principalmente por estacas pois a multiplicação por sementes é bastante lenta.

53

salix_babilonica

O chorão-da-praia (Salix babylonica) é o nome uma árvore pertencente à família das Salicaceae ou salgueiros. Originária do Leste da Ásia.

É uma árvore nativa do norte da China, mas cultivado há milênios em vários locais da Ásia, tendo sido disperso pelo homem ao longo da rota da seda até à Babilônia (daí o seu nome científico).
Os ramos novos, pendentes, parecem conotar tristeza e melancolia. Entre as variedades cultivares encontramos o Salix babylonica ‘Pendula’, cujo nome faz referência a tais ramos longos e pendentes quase até ao chão e que lhe proporcionam uma copa arredondada.
É uma árvore de tamanho médio a grande porte que pode alcançar até 20 a 25 metros de alto.

É de crescimento rápido, mas tem uma curta longevidade. É caducifólia, perde as folhas no inverno ainda que, por vezes, durem na árvore até irromperem as novas. É muito pouco exigente com os solos, que apenas têm de ter água suficiente. Aprecia terrenos muito úmidos, sendo capaz de saneá-los absorvendo a água em excesso.
O tronco tem uma cortiça escura que vai rompendo com os anos. Os rebentos são delgados, longos e muito flexíveis, formando uma copa arredondada.
As folhas são lanceoladas de 4 a 10 cm de comprimento, serrilhadas, com a página superior cor verde intensa, a página inferior é mais clara e com pêlos que vai perdendo. As flores são muito pequenas e sem pétalas, formam amentilhos na primavera.

São de cor amarelo-esverdeada. Têm flores masculinas e femininas

Reproduz-se através de estolhos que enraízam facilmente.
Necessitam de climas temperados, suportando bem a seca, salinidade e substratos arenosos. Suporta temperaturas até – 6º C, tendo desaparecido de algumas zonas depois de um período de frio intenso.
A sua expansão deve-se também a introduções motivadas pelo seu valor como planta ornamental.

54

 tabebuia gemmiflora

O Ipê-violeta, conhecido também como ipê-púrpura, é uma árvore esguia, de pequeno a médio porte, bastante comum na região do Vale do Jequitinhonha, nordeste de MG, e no sul da Bahia, porém inexistente em outras regiões do país, mas muito raramente encontrada em viveiros.

As flores são de um roxo bem escuro, com marcas amarelas no interior. Sua floração ocorre em geral sem a presença de folhas ou com poucas delas. Não produz grande quantidade de flores por árvores, mas a floração em geral se repete algumas vezes no período de agosto a outubro.

A espécie é de pequeno porte, 7 a 15 m e flores fortemente coloridas, de cálice externamente roxo-escuro (violeta) e amarelo em seu interior.  As folhas são trifolioladas e pontiagudas.

Sua propagação por semente e a germinação é fácil, mas seu desenvolvimento é muito lento fora de seu habitat. Resiste bem a seca e queimadas. Árvore rara e muito adequada para o paisagismo e jardinagem.

Ipe purpura tabebuia gemmiflora

Usos: Grande potencial ornamental, inclusive para pequenos espaços devido à pequena estatura da árvore.

Cultivo
Deve ser cultivado em solos bem drenados, a pleno sol. Adaptou-se bem à Região Sudeste.

Origem
América do Sul – Brasil.

Família
Bignoniaceae

Observações: Ainda bastante incomum, sendo cultivado apenas em coleções botânicas e por horticultores especializados.

correnteza_1

palmeira-fenix

As palmeiras, aliadas às árvores, arbustos, forrações e gramados constituem os componentes vegetais de uma composição paisagística. Elas são plantas características de regiões tropicais.

Elas enfatizam e transmitirem o fascínio tropical e permitem uma grande liberdade na composição, por isso, são elementos importantes nos projetos paisagísticos, na maioria de nossas cidades.

A maioria de suas espécies possui um único tronco, mas as palmeiras também podem apresentar vários troncos, formando uma touceir, como a areca-bambu (Dypsis lutencens), muito usada em nossos jardins.

Embora suas flores sejam pouco atraentes, porque são pequenas e não apresentam colorido vistoso, sua beleza é sempre indescritível pela riqueza de textura de seus troncos e pela diversidade de suas folhas.

As palmeiras não necessitam cuidados especiais, apenas a retirada de folhas secas ou de inflorescência velhas ou cachos de frutos secos. Em geral, as palmeiras cultivadas como plantas ornamentais sofrem pouco com pragas e doenças.

Use palmeiras em seu projeto para destacar áreas, como acessos principais. Se você deseja ressaltar um elemento arquitetônico, marque seu acesso com palmeiras em linha. Você vai obter um efeito maravilhoso.

Tire partido das diferentes alturas que elas apresentam e das diferentes texturas e formas de seus troncos (colunares e lisos, bojudos, revestidos com fibras, etc), da diversidade de forma de suas folhas (em leque, planas, armadas, crespas, pinadas, etc), das inflorescências, etc.

chuva no mar