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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Mimosa Flocculosa

Nome Científico: Mimosa Flocculosa
Nome Popular: Bracatinga-rósea, Bracatinga-de-campo-mourão, jurema
Origem: Brasil e Paraguai
Ciclo de Vida: Perene

A bracatinga-rósea é uma arvoreta ramificada de folhas verde-prateadas, nativa do Brasil. As folhas são típicas da família das mimosas, assim como na caliandra e na albizia, elas são compostas, com folíolos pequenos. As inflorescências são terminais e ramificadas, com capítulos de coloração rósea, felpudos devido aos numerosos estames.

A floração da bracatinga ocorre verão e dá origem a frutos do tipo vagem que amadurecem em de julho a outubro. O crescimento é rápido no primeiro ano após plantio, atingindo 2 a 4 m de altura. Pode ser plantada isolada ou em grupos, formando belos contrastes com outras plantas no jardim, devido à coloração de sua folhagem.

Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

Adapta-se melhor a solos úmidos, como planta palustre em lagos e córregos, do que em solos drenados, onde sua sobrevivência é baixa. Tolerante ao frio. Multiplica-se sementes.

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Nome científico: Cananga odorata
Nome popular: Ylang Ylang ou Perfume Tree
Origem: Ilhas Comoro, Malásia, Indonésia e Madagascar
Família: Anonáceas

Suas flores produzem um óleo essencial muito utilizado na fabricação de perfumes famosos no mundo inteiro. Numa composição paisagística, o porte dessa planta e a floração extremamente perfumada podem acrescentar ao local um toque charmoso e peculiar. Estamos falando de uma exótica árvore de origem asiática, chamada “Ylang Ylang” ou Cananga odorata.

“Ylang Ylang”, significa “flor das flores” e o nome identifica muito bem essa árvore tropical que chega a atingir 20 metros de altura. Originária da Ásia tropical, mais precisamente da Malásia, Indonésia e Madagascar, a Cananga odorata pertence à família das Anonáceas.

Trata-se de uma árvore de grande porte e visual peculiar. Nos ramos pendentes, a folhagem macia divide o espaço com grandes cachos de flores caracterizadas pelas pétalas retorcidas e intensamente perfumadas. Essas flores são ricas em um óleo essencial muito usado em perfumaria.

Para ser bem sucedido, seu cultivo exige algumas condições adequadas às árvores tropicais, como clima quente e não sujeito à geadas. A Cananga odorata não é muito exigente quanto ao solo, por ser uma árvore de “madeira mole”, precisa de bastante água.

Seu crescimento é rápido e as primeiras flores aparecem cerca de 2 anos e meio após o plantio, Embora a extração do óleo essencial seja uma atividade que necessita elevado conhecimento técnico, pode se tornar uma alternativa rentável, pois o óleo alcança um bom preço no mercado em razão de sua aplicação em perfumaria e aromaterapia.

As flores da Cananga odorata podem servir de base para a confecção de extratos, sachets e poutporris.

No Brasil, ainda não existe uma produção comercial de Cananga odorata exclusivamente voltada para a extração de óleo essencial. Os óleos essenciais de Ylang Ylang utilizados aqui vêm principalmente de Madagascar. Só para se ter uma idéia, para obter um litro de óleo são necessários de 100 a 150 kg de flores.

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betula

Bétula é o nome de um gênero de árvores da família Betulaceae, (próxima dos carvalhos, Fagaceae), à qual pertence também a aveleira, Corylus avellana . As bétulas são  arbustos ou árvores pequenas ou de tamanho médio, características de climas temperados do hemisfério norte. Têm folhas alternas, simples que podem ser dentadas ou lobadas. O fruto é uma pequena tâmara, embora possam estar reduzidas em algumas espécies.

Cor e Variedade
As bétulas seja quais forem as suas dimensões, são elegantes e decorativas.
Existem bétulas de várias dimensões, são elegantes e decorativas. Especialmente as de casca branca.

As bétulas são decorativas em todas as estações, e ficam bem em qualquer lugar. Sozinhas ou em grupos de três, produzem um belo efeito se colocadas num gramado ou entre um grupo de plantas rastejantes sempre verdes.

Os ramos brancos e as folhas amarelas destacam-se sobre um fundo verde de tons escuros. Na natureza, as bétulas crescem em pequenos grupos. É possível recriar esta composição plantando várias árvores sem uma ordem definida. Preferem o terreno húmido, as bétulas são adequadas para locais frescos, como proximas de um lago ou ribeiro.

Plantando a Bétula
Material:
muda de  Bétula em vaso, pá, forquilha, água e estacas

1 – Cave um buraco três vezes mais largo que o vaso e da mesma altura. Com uma forquilha lavre o terreno extraído.

2 – Retire a bétula do vaso e se as raízes externas estiverem emaranhadas liberte-as delicadamente com as mãos, sem as partir.

3 – Coloque a árvore no buraco de modo que a base fique ao nível do solo. Estique as raízes para os lados.

4 – Encha o buraco e compacte de modo a não deixar bolsas de ar. Regue abundantemente a base da planta.

5 – Sustenha as variedades pendentes colocando duas estacas, de modo que o tronco possa desenvolver-se direito.

Truque para podar Bétulas
Pode as bétulas no Verão quando as folhas estiverem desenvolvidas. Se podar os ramos nus a planta perderá demasiada seiva.

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Protium_pallidum

O breu branco, é uma árvore é uma árvore pequena, de aproximadamente 10m de altura e com a espessura de 50-60 cm de diâmetro na base, seu tronco é fino, se comparado a grandes árvores da floresta. Habita matas de terra firme, em solo argiloso. Geralmente é encontrada nas margens do rio Jarí na Amazônia.

Sua resina macia, de odor natural agradável e fresco, produzido tem vários usos na cultura local, o principal é como defumador e incenso em rituais religiosos. É usado, também, como combustor para o fogo e como ingrediente para a calafetação de canoas. A coleta dos frutos é feita na Amazônia, no nordeste do Pará. Ao encontrá-lo no tronco, vê-se o reflexo claro da resina recém exsudada, semelhante a uma pedra bruta incrustada na madeira, que exala seu perfume fresco e envolvente quando tocado.

Para retirar o breu-branco do tronco da árvore, o mateiro passa o facão sob a base da crosta até retirá-lo. Quando não é extraído, a seiva vai “amadurecendo” e se solidificando até cair no chão para depois surgir novamente em seu tronco. Ainda incrustado na árvore, basta tocar o breu-branco para que o cheiro se solte.

Ao sofrer uma agressão, como uma picada de inseto, o Breu Branco libera uma seiva branca e brilhante como forma de defesa. A resina que sai pelos poros, a princípio lembra um mineral, com o tempo se solidifica e escurece. O breu-branco é quebradiço e inflamável, ao queimar libera um cheiro muito agradável.

Atualmente a indústria de cosméticos e perfumaria têm usado a fragrância do breu-branco como essência para a produção de perfumes, óleos e hidratantes.

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