
Nome Científico: Cobaea scandens
Nome Popular: Estefânia, Cobéia, Sinos-de-catedral, Sinos-de-convento
Família: Polemoniaceae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
A estefânia é uma trepadeira tropical, vigorosa, de textura semi-lenhosa e florescimento ornamental. Seu caule apresenta crescimento rápido e é bastante ramificado, com ramagem longa, escandente, alcançando de 1 a 3 metros de comprimento. As folhas têm gavinhas ramificadas na base. Suas flores apresentam cálice amplo, estriado, de cor verde e corola em formato de sino, de cor esverdeada a princípio, mas que gradativamente se torna roxa ou branca, de acordo com a variedade. Os frutos são do tipo cápsula, elípticos, com numerosas sementes grandes e aladas. Floresce no verão.
No paisagismo a estefânia é indicada para cobrir estruturas grandes e fortes, como caramanchões, pérgolas, muros e árvores. Seu vigor e porte a tornam uma trepadeira um tanto desproporcional em estruturas menores como treliças delicadas. Ainda assim é possível cultivá-la em vasos. Como se não bastasse toda sua beleza, as flores da estefânia também têm um delicioso aroma almiscarado. Devido à sua facilidade de propagação, escapou ao cultivo, tornando-se invasora na Nova Zelândia.
Deve ser cultivada sob sol pleno em regiões mais frias, ou em meia sombra em locais quentes. O solo para cultivo deve ser fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, a estefânia não tolera geadas ou frio intenso, mas pode ser conduzida como anual em países de clima temperado, sendo semeada em estufas no final do inverno. Necessita tutoramento adequado para que se fixe bem ao suporte. Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.


Da mesma família do Amaryllis, o Crinum é uma planta de belíssimo aspecto pela abundante floração que apresenta. Um só bulbo plantado formará vários outros facilmente nos anos seguintes, projetando-se para fora da terra com cada um dos bulbos apresentando várias hastes florais. As flores são listradas, em forma de cone e em cachos.
Da mesma família do Amaryllis, o Crinum é uma planta de belíssimo aspecto pela abundante floração que apresenta. Um só bulbo plantado formará vários outros facilmente nos anos seguintes, projetando-se para fora da terra com cada um dos bulbos apresentando várias hastes florais. As flores são brancas com listras cor de vinho, em forma de cone e em cachos.
Plantio em qualquer época do ano, colocando-se o bulbo em terra de boa qualidade, de preferência sob luz solar direta cobrindo-o totalmente, exceto a ponta, que deverá ficar fora da terra.
Regar com moderação durante a fase de crescimento.
Manter o solo limpo de ervas daninhas.


Da mesma família do Amaryllis, o Crinum é uma planta de belíssimo aspecto pela abundante floração que apresenta. Um só bulbo plantado formará vários outros facilmente nos anos seguintes, projetando-se para fora da terra com cada um dos bulbos apresentando várias hastes florais. As flores são bordeaux intenso, em forma de cone e em cachos.
Da mesma família do Amaryllis, o Crinum é uma planta de belíssimo aspecto pela abundante floração que apresenta. Um só bulbo plantado formará vários outros facilmente nos anos seguintes, projetando-se para fora da terra com cada um dos bulbos apresentando várias hastes florais. As flores são cor bordeaux intenso, em forma de cone e em cachos.
Plantio em qualquer época do ano, colocando-se o bulbo em terra de boa qualidade, de preferência sob luz solar direta cobrindo-o totalmente, exceto a ponta, que deverá ficar fora da terra.
Regar com moderação durante a fase de crescimento.
Manter o solo limpo de ervas daninhas.


Nome Científico: Peltophorum dubium
Nome Popular: Canafístula, Farinha-seca, Sobrasil, Faveira, Tamboril-bravo, Ibirá-puitá, Guarucaia, Angico-amarelo
Família: Fabaceae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
A canfístula é uma árvore decídua a semidecídua, com florescimento decorativo e muito utilizada na arborização urbana na América do Sul. Seu porte é grande, alcançando de 15 a 40 metros de altura, com copa ampla e globosa. O tronco atinge 50 a 120 cm de diâmetro e possui casca fina quando jovem, que engrossa e se torna escamosa com o passar do tempo. Suas flores surgem no verão. Elas são grandes, terminais e do tipo espiga, carregadas de botões dourados que se abrem em flores amarelas da base em direção ao ápice. O fruto é um legume, seco, indeiscente, lanceolado e achatado, contendo uma a duas sementes elípticas.
A canafístula é uma excelente opção para o paisagismo urbano ou rural. Ela produz sombra fresca no verão e perde parte ou todas as folhas no inverno. Sua floração é um verdadeiro espetáculo de flores amarelas e forma um tapete de pétalas no chão. Ecologicamente é considerada uma importante árvore oportunista, que se beneficia de clareiras, sendo por este motivo utilizada em recuperação de áreas degradadas. Sua madeira é rosada, moderadamente densa e de boa durabilidade quando seca.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Tolera o frio e geadas, adaptando-se ao clima subtropical e temperado. Multiplica-se por sementes. Emergem cerca de 15 a 30 dias após a semeadura. As mudas devem estar bem desenvolvidas antes de plantar no local definitivo, pois são sensíveis a formigas.
