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capimLimao

Nome científico: Cymbopogun citratus
Família: Gramineae
Outros nomes comuns: Capim-cidrão, chá-de-estrada, erva-cidreira, citronela-de-java.

Espécie originária da Índia. A sua introdução é muito antiga, era utilizada como planta ornamental, sendo encontrada e cultivada em todo o país.

È uma planta perene, ereta, de 0,60 a 3 m de altura, com caule rizomatoso muito ramificado, escuro, curto, semi-subterrâneo e palhoso. As raízes são fibrosas, escuras e numerosas. Dos rizomas partem colmos em tufos eretos e folhosos.

As folhas são moles, basais, planas, glabras, estreitas e longas (0,50 a 1 m), aromáticas, com margens ásperas e cortantes e ápice acuminado. Têm lâmina de cor verde-grisácea com veios bem visíveis na face inferior e de cor verde-brilhante e lisa na face superior.

As flores são em espiguetas sésseis, canaliculadas no lado ventral, têm de 4,5-5 mm de comprimento, 0,80-1 mm de largura e margens ciliadas. As espiguetas situam-se sobre ráquis que formam racimos curtos (1 a 1,50 cm) que, por sua vez, formam panículas contraídas e terminais.

Cultivo
Clima
: Os climas tropicais e subtropicais até o temperado-brando são os indicados para a cultura. Ressente-se dos ventos frios e das geadas no inverno que queimam as folhas, embora não cheguem a matar as plantas. Recomendam-se as vertentes leste ou norte bem ensolaradas,
Solo: Vegeta melhor nos areno-argilosos, embora tolere os arenosos e mesmo os argilosos. umidade em excesso bem como os solos demasiadamente secos são impróprios a esta cultura. É planta esgotante do solo, exigente em matéria orgânica e nutrientes. Por isso, as touceiras devem ser desmanchadas ao final de 3 a 5 anos, para renovar a cultura em outro local, e, no solo antes ocupado pela cultura, plantar leguminosas e outras raízes profundas.

A propagação é, então, feita por divisão das touceiras. Ao retirar as mudas, deve-se encurtar as folhas e aparar as raízes, não deixando que sequem, mantendo-as umedecidas ou imersas em água. Selecionam-se as melhores mudas.

buquesinho

Scaevola-aemula

Origem: Nativa do Austrália .

Planta herbácea semi-perene, rasteira de caule verde-arroxeado, flexível e prostrado.
De altura até 0,40 m. folhas delicadas, serrilhadas na borda, de inserção alterna no caule.
As flores são campanuladas de pétalas livres, parecendo meio leque, nas cores branca e azul.
Floresce a partir da primavera até o final do outono.

Modo de Cultivo
Para cultivar esta planta necessitamos de muita luminosidade, com o sol direto ou à meia sombra.
Esta planta tolera frio e é recomendada para regiões de clima ameno do sudeste e Sul.

O solo de cultivo deve ser rico em matéria orgânica, a adição de compostos contendo adubo animal curtido propiciará boa floração.

Plantio em canteiros
Para canteiros preparar o solo com adubo animal curtido, de gado cerca de 3 kg/m2 e de aves a metade desta quantidade.
Acrescentar composto orgânico de folhas. Misturar bem com a terra do canteiro e regar.

A scaévola é comercializada em caixas de 15 unidades da planta.
Plantar as mudas, fazendo um buraco do tamanho do torrão, acomodar a planta e preencher com mais composto.
Usar o espaçamento de 20 cm entre plantas e linhas, pois tende a alastrar-se, formando denso tapete.

Após o término do plantio, regar.
Nos próximos dias regar todos os dias, depois espaçar as regas, mas sem deixar secar completamente a terra.

Plantio em vasos ou jardineiras
Para vasos ou jardineiras, preencher o fundo com brita ou geomanta, colocando areia úmida por cima para garantir a drenagem.

Colocar a mistura de adubo animal curtido e composto, adicionando areia também, numa proporção de 1:3: 1, misturando bem antes dentro de um recipiente.
Plantar a muda e regar, deixando o vaso alguns dias em local à sombra.

Adubação
Para renovação da planta, na primavera cortar os ramos secos e realizar a adubação com adubo do tipo NPK formulação 10-10-10, colocado a lanço, cerca de 100 gr /m2, regando bem a seguir.

Para as jardineiras, utilizar 1 colher de sopa do mesmo adubo, dissolvendo em ½ litro de água, regando somente o substrato que deverá estar úmido.

Paisagismo
A scaevola é uma planta excelente para cobertura vegetal de áreas sem pisoteio, junto a árvores, bosques e em canteiros à meia sombra.

Seu uso em jardineiras ou vasos tem sido muito apreciado, podendo ser consorciada com flores brancas e azuis no mesmo vaso ou somente de uma cor.
Em vasos como pendente, faz belo efeito em varandas e pérgulas ou áreas de convívio familiar.
Também é interessante em vasos com pedestal para entradas de empresas e lojas.

A consorciação com outras plantas não dá muito certo, tem característica de invasora e costuma sufocar as outras plantas.
No entanto, para grandes vasos com palmeiras do tipo Phoenix-de-jardim (Phoenix roebelinii) ficará excelente.

Toleram solos arenosos e salinidade, adaptando-se bem ao litoral. Resiste à curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por sementes e por estaquia.

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Na montagem desses pequenos jardins dentro de um garrafão, você pode usar as dicas para todo tipo de vidro e os que tem a abertura maior são ainda mais fáceis de fazer.

Antes de começar lembre-se que mesmo escolhendo espécies que não ganham tamanho, não se deve encher os vidros com muitas plantas, pois mesmo sendo de espécies pequenas, elas crescerão. Um garrafão ou um aquário grande abriga muito bem até seis tipos de plantas, já um vidro pequeno deve conter no máximo duas. Afinal quantidade não significa mais beleza, então sem exageros.

Para montar e cuidar de um jardim num terrário, algumas ferramentas ajudam muito, especialmente quando os gargalos são estreitos e os vidros muito grandes. Então precisamos começar a organizar esses instrumentros.

ferramentas
As ferramentas podem ser improvisadas a partir de velhas colheres e garfos, arames flexíveis e pausinhos diversos.

A colher ou um garfo amarrado no espetinho são uma pá. Para comprimir a terra depois que plantar as mudas use uma rolha no espetinho;
Um arame com a ponta encurvada ajuda a introduzir as mudas no lugar certo;
A gilete e a agulha presas no espetinho com arame, ajudam a cortar e retirar do vidro as folhas murchas;
E se for preciso limpar o vidro por dentro ou as folhas das plantas, use a esponja e o pincel, presos também no espetinho;
Dois palitos de madeira ajudam a manipular as mudas e a ajeitar dentro do vidro.

Vamos ver isso na prática
Para garantir a saúde do seu terrário comece lavando muito bem o vidro com detergente e enxaguando com água e desinfetante. Isso mata algum fungo que possa estar presente no vidro. Enxágue e deixe secar.

- Usando um funil de papel firme, derrame uma camada de 2 a 5 cm de cascalho no fundo do vidro. Cubra o cascalho com carvão de lenha para o composto não ficar ácido. Depois coloque uma camada entre 8 a 13 cm de composto.

- Decida a posição das plantas e com a colher abra um furo para cada uma. Usando o arame de ponta curva coloque a primeira muda.
1 – O composto de turfa é o indicado para os terrários e deve estar bem seco no momento da montagem para não grudar no vidro.
2 – Mudas altas devem ficar no centro do garrafão, mas comece a plantar as mudas pelas bordas, para ficar mais fácil.
3 – Se a sua muda tem uma estrutura de folhas abertas, enrole-a num papel para introduzir no garrafão sem machucá-la.

- Com as duas hastes de madeira retire o papel e endireite delicadamente a muda colocando as raízes no buraco que você abriu.

- Com o espetinho de rolha, comprima o composto em torno das raízes.

- Continue plantando suas mudas repetindo os cuidados. Vá observando a composição do conjunto enquanto planta.

- Quando terminar regue o composto levemente com ajuda de um vaporizador e feche a garrafa.

Se a água começar a condensar demais nas paredes do vidro, destampe por um dia para que a água evapore. E se, ao contrário, não houver nenhuma condensação, significa que você economizou demais na água. Abra o garrafão e vaporize novamente.

Depois de algum tempo você terá um jardim tropical rico de detalhes. Se as plantas cresceram demais, troque-as para que o conjunto continue com a harmonia de um pequeno jardim.

jarrinha_de_flores

Vasos

* Mistura rica em matéria orgânica:
1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
2 partes de composto orgânico

Ideal para plantas como: licuala ou palmeira-leque (Licuala grandis), camélia (Camellia japonica), cróton (Codiaeum variegatum), cica (Cycas revoluta), gardênia (Gardenia jasminoides), lantana (Lantana camara), planta-camarão amarelo (Pachystachys lutea), azaléia (Rhododendron xsimsii), flor-de-cera (Hoya carnosa), calceolária (Calceolaria herbeohybrida), petúnia (Petunia x hybrida), calêndula (Calendula officinalis), margarida (Chrysanthemum leucathemum).

* Mistura argilosa:
2 partes de terra comum de jardim
2 partes de terra vegetal
1 parte de areia

Ideal para plantas como: papiro (Cyperus papyrus), gladíolo ou palma-de-santa-rita (Gladiolus), narciso (Narcissus poeticus), bastão-do-imperador (Nicolaia elatior), prímula (Primula obconica), gloxínia (Sinningia speciosa), estrelitzia (Strelitzia reginae, copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), calla (Zantedeschia aethiopica ‘Calla’).

* Mistura arenosa:
1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
2 partes de areia

Ideal para plantas como: palmeira-bambu (Chamaedorea elegans), planta-camarão vermelho (Beloperene guttata), buxinho (Buxus sempervirens), caliandra ou esponjinha(Calliandra), bico-de-papagaio ou poinsétia (Euphorbia pulcherrima), hibisco (Hibiscus rosa-sinensis), hortênsia (Hidrangea macrophylla), ixora (Ixora chinensis), giesta ou vassoura espanhola (Spartium junceum), primavera (Bouganvillea spectabilis), lírio-da-paz (Spatiphylum wallisii), espada-de-são-jorge (Sanseveria trifasciata), lança-de-são-jorge (Sanseveria cylindrica), onze-horas (portulaca grandiflora).

* Mistura areno-argilosa:
1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
1 parte de composto orgânico
1 parte de areia

Ideal para plantas como: palmeira-rápis (Rhapis excelsa), árvore-da-felicidade-fêmea (Polyscias fruticosa), árvore-da-felicidade-fêmea (Polyscias guilfoylei), gerânio (Pelargonium sp.), gerânio pendente (Pelargonium peltatum).

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