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Material necessário:
-1 jardineira ou 1 embalagem de leite ou 1 garrafa pet (necessário que tenha pelo menos 20 cm de profundidade)

-Pedriscos (só para caixas sem saída de água);
-Terra;
-Esterco;
-Areia;
-Mudas de hortaliças ou sementes

Modo de preparar a mini-horta:
-Se for preparar a mini-horta com garrafa pet ou embalagem de leite, cortar a parte de cima (conforme mostrado no programa):
-Colocar os pedriscos;
-Colocar a terra, o esterco e a areia e misturar bem estes três materiais;
-Fazer a semeadura ou o transplante de mudas de sua preferência;
-Regar 2 vezes ao dia no verão ou 1 vez por dia durante o inverno;
-Deixar no mínimo 5 horas por dia no sol;
-Deixar a jardineira em local arejado.

Ficus

Ficus Retusa com 23anos- com aprox.50 cm de altura e 12 cm de tronco.

Existem centenas de variedades de Ficus. Algumas são mais apropriadas para a cultura do bonsai, como F. benjamina, F. retusa, F. microcarpa, F. nerifolia ou F. carica.

O Ficus é uma árvore tropical, de folha perene, originária do sudeste asiático. Adapta-se muito bem às condições climáticas, igualmente tropicais, do Brasil e aceita passar algum (pouco) tempo no interior (sempre perto de uma janela).

O Ficus aceita muitos erros dos principiantes, por ser uma árvore forte e com fácil brotação. Também se desenvolve bem rápido. A única dificuldade que apresenta, é quanto ao frio extremo, por isso, em invernos rigorosos (abaixo de 12 graus), pode-se recolhê-lo ao interior, mas procurar manter uma umidade elevada (borrifar) e boa luminosidade (próximo a uma janela).

Rega:
* Deixe secar a terra entre duas regas. O Ficus suporta um solo um pouco seco, sobretudo no inverno (regiões frias). Mas não exagere. No verão, pode-se regar com mais freqüência;
* O Ficus exige uma grande umidade atmosférica. Se colocá-lo no interior da casa, procure manter uma higrometria elevada.

Poda:
* A poda de manutenção pode ser feita durante todo o ano. Pode um galho após este emitir 7 a 8 folhas, deixando três;
* Faça a poda de estrutura (mais drástica) durante o período de menor crescimento (inverno);
* Pode-se podar as folhas de duas maneiras:
* Desfolha no início da primavera (outubro e novembro), exceto com o F. benjamina;
* No geral, é melhor podar apenas as folhas maiores, buscando uma melhor proporção foliar.

Seiva do Ficus: Durante a poda, o Ficus libera o látex, uma seiva branca e pegajosa. O “sangramento” pára após alguns instantes.

Aramação: Não existe um período obrigatório para a aramação. Retire o arame após 5 semanas, mas não deixe de verificar constantemente se não está se incrustando no tronco. O crescimento do Ficus é muito rápido. Cuidado.
Ficus produz folhas muito grande, é porque o adubo utilizado contém muito nitrogênio. Neste caso, deixe de adubar algum tempo e depois recomece com um adubo mais equilibrado. Recomenda-se adubar com NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) na proporção 10-10-10. Não deixe de, uma vez ao ano, repor micronutrientes no solo.

Multiplicação: O Ficus é uma das plantas mais fáceis de multiplicar por estaquia. Basta cortar um ramo e plantar em substrato drenante com ou sem hormônios enraizantes.

Curiosidades: O Ficus tem como característica emitir raízes abundantes, inclusive aéreas. Use essa característica para cultivar bonsai em estilos interessantes, como raiz exposta e raiz sobre pedra.
Por causa do crescimento vigoroso das raízes, não é indicada para calçadas.

O substrato escolhido é colocado, as pedras, troncos e outros objetos decorativos colocados, o plantio feito. Está feito! Ainda falta muito até chegarmos ao layout idealizado, as plantas têm de crescer, parecer saudáveis e, acima de tudo, crescerem como queremos. Assim, a poda das plantas é um passo essencial para a construção e manutenção na forma pretendida e com um aspecto saudável e agradável.
Este artigo pretende ser uma abordagem às técnicas de poda, visando responder a algumas destas dúvidas e dar alguns conselhos sobre a poda.

A primeira pergunta, a mais óbvia é: Porque podar as plantas se elas estão com um crescimento vigoroso? Existem várias razões para se podar uma planta:
* Para aqueles que apenas as querem manter saudáveis as principais razões são:
* Para manter a planta saudável;
* Para remover folhas velhas ou danificadas;
* Para promover maior e melhor crescimento da planta, rejuvenescendo-a;

Para um quem pretende obter um layout de acordo com a sua imaginação, existem ainda as seguintes razões.
* Para obter um crescimento temporal equilibrado;
* Para restringir crescimentos indesejados;
* Para esculpir as plantas.

Começando pelo principio, quando podar? A poda deve ser feita sempre que necessário. O desleixo nas podas pode deitar a perder todo o trabalho despendido na criação de um layout harmonioso, quer por termos plantas a crescer para zonas indesejadas, pela acumulação de folhas velhas que levem a planta a perder vitalidade, quer pelos desequilíbrios no ecossistema se uma poda excessivamente grande se tornar necessária.

Diferentes plantas têm necessidades de poda diferentes: Tipicamente, as plantas mais exigentes são as de caule, com taxas de crescimento tipicamente elevadas, em que a poda é importante para manter as folhas de baixo a receber iluminação, para conseguir o crescimento de novos rebentos e para impedir que tomem conta de espaços indesejados.
No outro extremo temos as plantas de crescimento lento tais como anubias, fetos e cryptocorines, em que a poda, tipicamente, se resume a retirar folhas velhas ou danificadas . Nestas plantas a remoção de folhas que perdem valor para a planta é importante já que garante o rejuvenescimento da mesma, um melhor aproveitamento de nutrientes, e uma forma mais agradável.
No entanto, a poda deve ser feita com cautela, nem todos os momentos são propícios para a poda de uma planta e é importante compreender as plantas, o seu ritmo de crescimento e forma de crescimento para entender as suas necessidades de poda.
A poda feita num momento em que a planta se encontre vulnerável pode revelar-se não só não estimulante para novo e saudável crescimento da planta, como inibidor de crescimento levando a planta a definhar e em casos extremos ser fatal para a mesma.

Diferentes tipo de poda para atingir diferentes objetivos: Vamos, então, considerar os vários tipos de poda a serem executados.
Dentro da poda de manutenção incluem-se:
* A poda de rejuvenescimento. importante para manter as plantas num estado jovem e de bom crescimento, e que pode assumir a forma de remoção de folhas mortas, o corte de pontas de crescimento que exibam fraco crescimento, ou que não tenham espaço para se expandirem mais. Em certas plantas de tapete, como por exemplo na família eleocharis, o corte das pontas, como se de um relvado se tratasse, é essencial para o seu crescimento compacto e acelerado;
* A poda de rejuvenescimento de arbustos. uma técnica mais radical utilizada em arbustos com bastante tempo de maturação, em que os caules inferiores já perderam todas as suas folhas, tornando-se inestéticos, e em que o corte do arbusto pode ser total deixando apenas alguns centímetros de caule acima do substrato, para um novo arbusto ser criado de raiz;
* A poda de contenção. removendo pontas de crescimento indesejadas e que possam bloquear a luz para outras plantas ou que simplesmente cresceram demasiado ou para o sitio errado.

Dentro da poda formativa incluem-se: O corte de pontas de crescimento para promover crescimentos laterais, já que nas plantas de caule o meristema apical (ponta de crescimento), tem uma dominância química sobre os outros meristemas apicais da mesma planta, e portanto o corte deste, ou um simples beliscar, para ferir este meristema sem o matar, leva a uma resposta química na planta e ao subsequente desenvolvimento dos anteriormente considerados secundários.
Em plantas de caule implica o corte deste e é uma forma particular de promover o crescimento lateral, já que o crescimento desta ponta está terminado mas o desenvolvimento dos restantes meristemas desenvolvidos e o aparecimento de novos meristemas na zona do nó anterior é extremamente provável.
É uma técnica utilizada para promover a forma de arbusto denso dentro de um grupo de plantas.
A criação de camadas (layers), através da poda a diferentes alturas dentro de um mesmo grupo de plantas, ou em relação a outros grupos de plantas ou partes do hardscape.

Técnicas de poda:Como foi explicado anteriormente, existem vários tipos de plantas com diferentes formas de crescimento, necessidades de poda, e portanto diferentes tipos de poda são necessários.

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Eis uma das questões mais pertinentes quando toca a enfrentar as operações de manutenção das plantas nos nossos jardins: A poda.
A maior parte das roseiras dos nossos jardins podam-se com os seguintes objectivos:
Supressão total dos ramos secos, doentes, danificados e fracos que enchem a parte interior da copa ou que se cruzam uns com os outros;
Formar a planta em vaso aberto de forma a torná-la mais eficiente em termos fotossintéticos e promover a sua resistência a pragas e doenças;
Estimular o desenvolvimento regular de novos caules, onde geralmente se dá a produção de flores em maior abundância.

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Tipos de poda:
a) Poda curta ou forte -
Se as hastes forem cortadas a 15 cm do terreno ou do tronco (no caso das roseiras de pé alto), não ficando com mais de 3 gomos. Recomenda-se para as roseiras recém plantadas e é usada para as variedades de rosa-chá hibridos quando o principal interesse é a produção de flor;
b) Poda média ou moderada - Quando os ramos se cortam sensivelmente a meio. Aplica-se na maioria das roseiras-chá híbridas com boa formação e em plena produção. Se as plantas estiverem em boas condições de vigor, a poda média é suficiente, mesmo para a obtenção de flores de primeira qualidade;
c) Poda longa ou fraca - Quando se procede a uma simples desponta. As plantas são cortadas a mais de dois terços do seu comprimento, ou seja, são apenas despontadas. Usa-se em variedades antigas ou nas plantas extremamente vigorosas. De um modo geral, não se recomenda por induzir arbustos esguios, produzindo flores embora temporãs mas de qualidade inferior ano após ano.
O tipo de poda não depende exclusivamente do vigor da planta, mas também do tipo de roseira. O equilíbrio entre a força das hastes deixadas e os novos rebentos de base é essencial para um normal desenvolvimento de toda a planta.
Durante a poda eliminam-se todos os ramos que rebentem do porta-enxerto (ladrões), os quais se distinguem com facilidade pela diferença de diâmetro e cor das hastes, folhagem e acúleos.
Embora a poda contribua para aumentar o número de flores, essa missão cabe fundamentalmente à fertilização.
Corte – Faz-se em bisel, ou seja, inclinando em relação ao eixo do ramo logo acima de um gomo voltado para o lado exterior da planta, mais baixo do lado oposto ao botão. O corte deve ficar 5 a 10 mm do gomo. Se ficar mais próximo a acumulação de hormonas de cicatrização do corte ocasiona normalmente a secagem e queda do gomo. Se se afasta, o caule acima do gomo acaba por secar por falta de alimento e os tecidos secos são porta de entrada para fungos e bactérias.

Época de poda
a) Roseiras acabadas de plantar
— poda de formação. Depende da época de plantação;
b) Roseiras estabelecidas (um ano ou mais) — poda de produção. É aconselhada após terminar o período de repouso invernal. A seiva começa a sua ascenção, que se traduz exteriormente como um primeiro sintoma de novo crescimento, pelo engrossar e avermelhar dos gomos (geralmente em Março). Defendo uma situação intermédia, com podas no Inverno (Janeiro/Fevereiro) pois não só permite a floração tardia (outonal), como estimula uma floração temporã primaveril, o que não aconteceria se se podasse em Março.
A poda muito tardia provoca o enfraquecimento das plantas, porque a seiva após o desabrochar dos botões é fortemente atraída para os topos e os cortes eliminam parte dela.
O corte da flor é feito a não mais de um terço da haste e sempre acima do primeiro gomo, colocado do lado exterior da planta. Aconselha-se o corte de todas as flores secas, pois estas ao desenvolverem as sementes esgotam inutilmente algumas reservas.

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