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Posts com tag ‘orquídeas’

ansellia africana

Somente duas ou três espécies de orquídeas epífitas fazem parte deste gênero. Originárias das regiões tropicais e subtropicais da África, costumam crescer sobre as sombras das tamareiras, espalhadas pelos oásis africanos.
A espécie Ansella africana é considerada por alguns orquidófilos, a única representante do gênero.

Trata-se de uma orquídea epífita, com pseudobulbo de até 60 cm de altura, de onde emergem folhas verde-brilhantes, levemente plissadas. As pétalas e sépalas, de 6 cm de comprimento, tem formato linear e são amarelas salpicadas de manchas de cor marrom-avermelhado. O labelo é amarelo-brilhante, margeado de marrom.

É uma orquídea muito fácil de cultivar, aprecia a alta luminosidade, porém longe do sol direto. Desenvolve-se melhor quando plantada em vasos de barro, numa mistura de fibra de coco e esfagno.

Requer regas regulares na época do desenvolvimento e produção das folhas, seguidas por um período de seca, para estimular a floração.

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Acianthera sp

É Impossível não se encantar pela beleza e formas exóticas das orquídeas.
A variedade também impressiona: são mais de 35 mil espécies e cerca de 150 mil tipos híbridos, o que faz da família das orquidáceas uma das maiores do mundo vegetal.
Além disso, aproximadamente 90% delas são epífitas, ou seja, desenvolvem-se apoiadas sobre troncos.
Portanto, se tem o privilégio de ter um amplo jardim em casa, pode optar por fixá-las nas árvores.
Além de favorecer o desenvolvimento da planta, terá como bônus uma área verde com flores coloridas e exuberantes.

Como plantá-la
É muito simples plantar este tipo de flor. Primeiramente, é preciso selecionar um local iluminado, mas que não receba luz solar direta.

Retire a planta do vaso com cuidado para não partir as raízes. Para facilitar a remoção, umedeça o vaso com um pouco de água.

O ideal é realizar o transplante em épocas chuvosas, pois a umidade do ar ajudará a enraizar melhor as raízes, durante o fim da tarde, quando as temperaturas estão mais amenas.

Coloque as raízes na árvore, forme uma capa com musgo e amarre-as com uma fita muito estreita.

É aconselhável colocá-las, pelo menos, a uma altura de 1,5 m para evitar doenças causadas por pragas.

A plantação está feita. O próximo passo é garantir a saúde da orquídea. Para isso deverá regá-la sempre na altura das épocas de seca, mas sem exageros para que a umidade excessiva não cause o desenvolvimento de fungos.
Poderá também adicionar adubo químico foliar, semanalmente.

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Cymbidium
Adubação orgânica
O adubo orgânico pode ser formado por matéria animal ou vegetal decomposta.
Na natureza as orquídeas acumulam grande quantidade de detritos orgânicos em suas touceiras, e com a simbiose de fungos, bactérias, insetos e a ação da umidade, calor e luz do sol, ocorre a decomposição e transformação destes componentes orgânicos em alimentos essenciais para as plantas.

Nos orquidários caseiros, onde temos uma boa variedade de espécies, e também uma densidade ou acumulo de plantas em pequeno espaço, é praticamente impossível pensar em conseguir um cultivo exclusivamente orgânico, como ocorre na natureza.

A adubação orgânica é aquele cujos elementos químicos são provenientes da decomposição de matéria de origem animal ou vegetal. É o caso dos estercos, compostos, farinhas e tortas, como a torta de mamona, por exemplo.

Há alguns anos atrás a adubação orgânica era a única possibilidade. No caso das orquídeas cultivadas em vaso, no entanto, estes adubos, quando em estado sólido, têm o inconveniente de entupirem parcialmente os espaços entre o substrato utilizado, prejudicando a aeração das raízes da planta. Além disso, costumam alterar o índice de pH do substrato e transmitir fungos.

Os adubos orgânicos mais utilizados nas orquídeas são a farinha de osso que é rica em cálcio e fósforo e a torta de mamona que é rica em nitrogênio. Esses elementos possuem baixa solubilidade na água e não são prontamente disponibilizados pelas orquídeas, como os adubos químicos.

A quantidade destes adubos que são utilizados para promoção do crescimento das orquídeas é de 3 partes de torta de mamona para uma parte de farinha de osso, e a dosagem recomendada para ser colocada em cada vaso é de 0,5 gramas aplicados a cada 4 meses. Estas medidas são genéricas e podem ter variações em função do tipo de orquidário, do clima, do substrato utilizado, da idade da planta, da espécie cultivada, da mudanças bruscas da temperatura, etc.

Outro fator que devemos considerar na utilização destes adubos (farinha de osso e torta de mamona) é a procedência dos mesmos, prazo de validade, acondicionamento, embalagens, etc…

Acreditamos que hoje não mais seja necessário os orquidófilos amadores se preocuparem em adquirir estes adubos de forma isolada e realizarem a mistura dos mesmos, pois já existe no mercado nacional produtos prontos que satisfazem estas necessidades. Entre eles podemos mencionar.

Adubação química foliar
A adubação química ou inorgânica, mais pratica e recomendável é a foliar com produtos químicos de alta pureza, não contendo componentes tóxicos, produz resultados bastante significativos na cultura das orquídeas. Este tipo de adubação não obstrui os espaços do substrato, não dificultando a ventilação das raízes, além do que não provoca a rápida deteriorização do substrato.

Adubo ideais para serem usados em Orquídeas:
Peters Professional 08- 45-14 (Plant Starter).
Indicação: Enraizamento.
Veja mais »

eurystyles actinosophyla

Espécie de Orquídea existente no sudeste do Brasil e nordeste da Argentina.

O gênero Eurystyles possui 10 espécies distribuídas por toda região neotropical. No Brasil  foram registradas quatro espécies.
A Eurystyles actinosophila apresenta distribuição geográfica restrita aos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em reservas eciológicas são encontrados poucos indivíduos distribuídos, em geral, próximo de cursos d’água.

A Eurystyles actinosophila pode ser facilmente diferenciada das demais espécies da área por seu porte reduzido, suas folhas glaucas com margens ciliadas e por sua inflorescência congesta, capituliforme.

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