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Posts com tag ‘orquídeas’

Cattleya forbesii

Orquídea epífita brasileira, nativa de regiões litorâneas próximas de manguezais no sudeste sul brasileiro. Apresenta pseudobulbos finos com média de 20 cm e folhas elípticas de 12 cm de comprimento. A inflorescência ocorre entre primavera e outono, sai do ápice do pseudobulbo protegida por bráctea, portando de uma a seis flores cujas pétalas e sépalas são amarelo esverdeado ou creme, e labelo bem desenhado, branco leitoso externo, e intensa mácula amarela interna, com estrias vermelhas que dão singular beleza à flor.

Existe também a variedade punctata, com máculas nas pétalas e sépalas. Vegeta melhor com boa luminosidade ambiente, sob telado de 50 a 60% de sombreamento e temperatura média anual entre 18º e 28ºC, com boa ventilação e umidade ambiente, típicos de seu habitat natural próximo do mar, sujeitos a boa umidade noturna dos manguezais ou riachos, em altitude média de apenas 100 m do nível do mar. Pode ser plantada em vasos de cerâmica rasos, com substrato misto de lascas ou casca de peroba, casca de pinus e esfagno, ou simplesmente em lascas de madeira sem tanino que deverão estar posicionados num local do orquidário onde seja maior a umidade ambiente, mas sempre com boa ventilação e luminosidade acima descrita.

O sucesso do seu cultivo noutras regiões mais secas, como centro-oeste e nordeste do Brasil, está em propiciar uma umidade maior colocando-se bandejas ou bacias plásticas no orquidário na região onde estiverem seus vasos, assim como borrifar com água filtrada em toda a planta no período noturno. Nesse sentido ideal cultivá-la próxima de Vandas e Rhynchostylis, que também serão beneficiadas por esse procedimento.

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Ascocenda Suksamran Spots
O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.

Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.
Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.
Com flor, as vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso terá que umedecer as raízes anteriormente.

Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma Vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.
Mas lembre-se, para que sua Vanda floresça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores (veja mais detalhes em luminosidade).
O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas cultivamos até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame.
O material mais utilizado são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.

Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.
Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

Fatores importantes para o cultivo de Vandas
Luminosidade
Este é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

A família das vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Mokara, Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

- Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

Ventilação
É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.As vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Floração abundante
Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
As vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma Vanda bem florida é fascinante.

Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

Água: principal elemento no cultivo
As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendamos este método para cultivadores experientes).

A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as vandas.
Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.
Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

Temperatura
As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

Temperatura
As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

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Acineta erythroxantha

Seu nome deriva da palavra grega ακίνητος (akinetos), que significa “imóvel”, em decorrência do labelo de suas flores ser firmemente grudado à coluna, de forma não articulada.

Ocorrem no México, Equador, Peru, Venezuela e Colômbia, normalmente em elevações de 800 a 2.000 metros, sempre em florestas úmidas. São epífitas e ocorrem ocasionalmente, como rupícolas, em barrancos pedregosos escarpados.
No Brasil são encontradas, na natureza, em Roraima e Amazonas, as Acineta alticola e superba.

Apresentam grandes pseudobulbos ovais, inicialmente guarnecidos por bainhas, com folhas coriáceas ou subcoriáceas apicais igualmente grandes, multi nervuradas e similares às de Lycaste. A inflorescência é basal pendente, bastante longa, com muitas flores similares as descritas em Peristeria e Stanhopea. Suas flores apresentam perfume suave.

Pragas e doenças: Como as orquídeas em geral, são sujeitas ao ataque de cochonilhas, pulgões e ácaros. O combate pode ser feito, preventivamente, através de pulverizações periódicas dos inseticidas normais encontrados nas melhores casas do ramo.

Cultivo: Devem ser cultivadas em clima frio, de preferência em cachepots de madeira, com aberturas largas no fundo, porquanto as hastes florais, carregando inúmeras flores, aparecem de forma pendente.
Adubação normal.
Sempre é conveniente diminuir a rega durante o inverno, estação na qual ela normalmente descansa.
A propagação pode ser feita pela divisão da planta, com pelo menos 3 bulbos em cada pedaço. Porém, ficam muito bonitas quando entouceiradas, propiciando várias hastes pendentes ao mesmo tempo

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Masdevallias

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São originárias de regiões de altitude das Américas Central e do Sul, inclusive no Brasil. No entanto, a maioria ocorre nos Andes em países como Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Este gênero abrange aproximadamente 500 espécies, embora este número seja bem maior por causa dos inúmeros híbridos desta planta..

Em geral,  são epífitas, mas também rupículas e outras que crescem sobre detritos vegetais.

São orquídeas desenvolvidas por cruzamentos, compostas por ramicaules eretos, com hastes florais que saem de suas bases.
Suas flores são pequenas, em média têm 4 cm e não são perfumadas, mas conquistam com seu formato de cálice, efeito proporcionado por três sépalas grandes e triangulares, com “cauda” longa. Suas cores vibrantes são um convite à contemplação.

Uma curiosidade desta bela espécie são suas pétalas e labelo que são pequenos e ficam escondidos dentro da flor.

Embora ela seja considerada de difícil cultivo, muitas pessoas desconhecem que ela só precisa de cuidados diferentes ao da phalaenopsis e cattleyas, nada mais além disso.

O que chama muita atenção é que ela não apresenta pseudobulbos, como a maioria das orquídeas, mas folhas com um caule fino que saem direto do sistema radicular, estrutura chama de ramicaule.

Em seu habitat natural, as masdevallias podem ser encontradas tanto em árvores e vãos de pedras, como também no solo, isto porque elas se alimentam apenas das substâncias liberadas pelos musgos que vivem nesses locais.

Para poder cultivar essa orquídea em casa, é necessário plantá-las em substrato preparado com partes iguais de pedras de construção (brita nº1) e musgo ou esfagno e em vasos de plástico para que se retenha melhor umidade.

Ela exige pouca água, porém com regas diárias e com adubações esporádicas, ou seja, uma adubação a cada três meses. Use 1 colher (café) de NPK 20:20:20, para cada 5 litros de água.

Para melhor aproveitamento da planta é necessário ainda replantá-la de duas a três vezes por ano, isso vai evitar que o substrato apodreça e solte substâncias que irão deixar as folhas com pontas amarelas e com pontinhos pretos.

As masdevallias apreciam muito clima entre 12ºC e 13ºC, mas suportam até 25ºC, desde que estejam em local bem ventilado e sob meia-sombra. Isto se deve pelo fato de serem originárias de regiões montanhosas.

Para estimular a brotação, não retire as hastes que estiverem verdes, porque elas voltam a florir, só corte quando estiverem secas. Elas podem florir mais de uma vez por ano, entre Junho e Dezembro.
Por não possuírem pseudobulbos para o armazenamento de água e alimento, a manutenção constante da umidade é vital. Por este motivo, é adequado o cultivo em vasos pequenos e manter o substrato sempre molhado, sem encharcar, para evitar o apodrecimento das raízes.

O substrato deve ser aconcicionado frouxamente, pois as raízes são delicadas e têm dificuldade para penetrar em ummaterial muito compacto.
Para a adubação, é aconselhável o uso de NPK 10-10-10 ou 20-20-20 diluído pela metade da concentração indicada pelo fabricante a cada 15 dias. A aplicação deve ser esporádica em baixas  concentrações. Diminua bastante no Inverno.
É preciso cautela com a adubação orgânica, pois são plantas muito delicadas. São sensíveis a óleos em geral (mineral e vegetal, como o nim). Assim o controle de pragas deve ser cuidadoso.

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