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Arbustos

hibiscos

São plantas que possuem um porte menos que o das árvores, a maioria não ultrapassa os 3 metros de altura. A estrutura lenhosa ou semi-lenhosa, de galhos encorpados e rijos, por vezes é semelhante a das árvores, mas além do porte os arbustos diferenciam-se por apresentarem, muitas vezes vários troncos iguais, sem haver um dominante como nas árvores.

Algumas trepadeiras também são arbustos, seus troncos flexíveis necessitam de um suporte para ganhar altura. São os chamados arbustos escandentes. Na verdade os arbustos podem ter estrutura lenhosa, semi-lenhosa ou herbácea.

Um exemplo de arbusto é o Hibisco rosa-sinensis, o famoso Hibisco ou Papoula, assim chamado popularmente.

É uma planta originária da Ásia tropical e é um arbusto lenhoso que vai de 3 a 5 metros de altura e possui diversos híbridos de flores simples ou dobradas, em cores variadas.

Algumas variedades possuem folhas mescladas. O hibisco rosa-sinensis de cor rosa e flor simples comumente serve de base para os híbridos.

Apesar de o hibisco ser uma planta tropical, a espécie simples tem sido muito usada na arborização de ruas em cidades frias do sul do nosso país: Curitiba, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

As espécies híbridas são um pouco mais sensíveis ao frio, mas com certos cuidados não precisamos nos privar de sua beleza tropical, podem ser cultivadas nessas regiões.

A flor é pouco durável, sua vida é de cerca de um a dois dias, mas o arbusto costuma florescer abundantemente. Resiste bem à podas.

Sua propagação é feita por estaquias de galhos e multiplica-se muito facilmente.

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Nome Popular: Congéia, Côngea
Ciclo de Vida: Perene

Espécie muito vigorosa, nativa da Malásia, Índia e Sul da Ásia, com ramagem lenhosa, ramificada, densa e folhas tomentosas. As inflorescências, muito decorativas, agrupam-se em ramos desprovidos de folhas, formadas por flores diminutas, brancas, protegidas por brácteas rosa-arroxeadas. Multiplica-se geralmente por alporquia ou ainda por estacas colocadas para enraizamento em ambientes de estufa.

Floresce no fim do inverno e início da primavera. A floração é tão densa e abundante que mal se pode ver a folhagem.

Planta muito requisitada para recobrimento de pérgulas, grades e pórticos, sempre em locais ensolarados, produzindo uma massa volumosa de grande efeito decorativo e muito duradoura.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Para plantio em renques se recomenda a distância mínima de um metro entre as plantas. Trepadeira tipicamente tropical, aprecia o calor e não tolera geadas ou nevascas. Em países de clima temperado deve ser protegida no inverno em estufas.
Multiplica-se por estaquia ou alporquia, após o florescimento, ou por sementes.


As folhas deste lírio são afiladas e longas. As flores são solitárias e podem ser grandes ou médias, simples ou dobradas, apresentando, de acordo com a variedade, coloração rósea ou salmão em diversas tonalidades.

Sua utilização paisagística, presta-se para a formação de maciços sobre o gramado e bordaduras, em canteiros ou em vasos, e adaptam-se muito bem a jardins de pedra.

De acordo com a variedade e o clima em que está inserido, pode florescer durante a primavera, o verão e ou o outono, normalmente após dias fortes de chuva. Os bulbos descansam durante o inverno, época em que não podem ser molhados.

Devem ser cultivados em solos férteis, leves e bem drenáveis, mais arenosos que o habitual, sempre sob sol pleno. Não toleram invernos rigorosos de climas temperados, e devem ser plantados em vasos nestas regiões para permitir a transposição para ambientes protegidos neste período.

Durante as estiagens, sua floração pode ser estimulada através de irrigações periódicas. Multiplicam-se por divisão das touceiras com os respectivos bulbos.


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Nome Científico: Diascia sp
Nome Popular: Confete

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies. As principais são a D. vigilis, D. rigescens, D. anastrepta, D. barberae, D. capularis, D. elegans, D. flanaganii, D. integerrima, D. fetcaniensis e D. stachyoides.

Possuem ramagem delicada, folhas simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Sua folhagem brilhante e suas flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou em jardins de pedra. As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas.

Essa planta é originária da África do Sul, perenes, floríferas herbáceas, e ramagem delicada. As folhas são simples e com margens denteadas. Sua inflorescência vai do início da primavera até meados de outono, são longas, com flores em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Deve ser adubada mensalmente durante o período vegetativo. Pode viver em clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podemos podá-las com uma tesoura, para que folhagem se renove e floresçam novamente. Sua multiplicação pode ser feita por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.

Begonia semperflorens

Nome Científico: Begonia semperflorens
Nome Popular: Begônia-cerosa, begônia-de-jardim, begônia

Planta perene originária do Brasil, as delicadas e suculentas begônias foram melhoradas e saíram dos vasos para invadir os jardins.

Atualmente, existem variedades de flores brancas, rosas e vermelhas e folhas verdes e avermelhadas.

As begônias são muito floríferas e rústicas e podem compor belos maciços e bordaduras durante o ano todo. Presta-se para o cultivo em vasos e jardineiras também.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou a meia-sombra, em substrato rico em matéria orgânica, com regas regulares. Com o tempo perdem o vigor e precisam ser trocadas anualmente. Multiplicam-se por sementes e estacas.

Nome Científico: Calceolaria x herbeohybrida
Nome Popular: Calceolária, sapatinho-de-vênus, chinelinho-de-madame, tamanquinho
Origem: Chile
Ciclo de Vida: Perene

Calceolária é o nome popular de um grupo de híbridos, originários do cruzamento entre três diferentes espécies de Calceolaria: C. crenatiflora, C. corymbosa e C. cana, todas originárias do Chile.

É uma florífera perene, cultivada especificamente como planta envasada. Apresenta os caule ramificado, de textura herbácea e pequeno porte, alcançando cerca de 30 cm de altura. Suas folhas são verdes, ovaladas, bastante rugosas, com nervuras bem marcadas e bordos denteados.

As inflorescências são retas e ramificadas, compostas por numerosas flores amarelas, vermelhas ou alaranjadas, além da mistura dessas cores e pontilhados marrons. A flor tem a pétala inferior inflada, semelhante a uma pequena bolsa.

Sua florada se estende pelo inverno e primavera. Ideais para decoração de interiores, em vasos e floreiras durante o período de floração.

Ela deve ser cultivada à meia-sombra ou iluminação difusa, em substrato fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica, com adubações regulares e irrigações freqüentes.

Dá-se bem em clima ameno, podendo ser usadas em jardins de regiões de clima subtropical e tropica, sendo adequada para a formação de bordaduras e maciços de renovação anual. Em locais de clima temperado, pode ser plantada em estufas, protegida do frio intenso.

Multiplica-se por sementes que germinam em 10 dias.

Muitas pessoas reclamam que adquirem mudas de hortênsia de determinada cor e, com o passar do tempo elas mudam de cor: de azuis, as flores se tornam cor-de-rosa ou vice-versa.

Por que isso acontece? Na verdade, o índice de acidez e alcalinidade do solo pode realmente alterar a coloração dessas flores.
Mas se você quer definir a cor da sua Hortência, aí vai o segredo:

Para obter flores na cor Azul:recomenda-se regar o canteiro duas vezes por ano com a seguinte mistura: 20g de sulfato de alumínio (pode ser substituído por pedra ume) diluído em 10 litros de água.

Para obter flores na cor Cor-de-rosa: faça primeiro uma poda na planta, para ajudar a eliminar parte do alumínio contido nas folhas. Depois, transplante-a para um novo canteiro, já preparado com 300g de calcário dolomítico por m2 .

Para obter flores na cor Azul-violeta: colocar de molho em água alguns pedaços de palha de aço usadas e depois aplicar a “água enferrujada” nas regas semanais das hortênsias, alternando com outras regas normais.


Flor

A flor é a parte das plantas classificadas como angiospérmicas (divisão magnoliophyta) em que se encontram os seus órgãos sexuais.

A função da flor é assegurar a reprodução. Depois da fertilização do óvulo, o ovário transforma-se num fruto, que contém as sementes que irão dar origem a novas plantas da mesma espécie.

A função da flor é mediar a união dos esporos masculino (micrósporo) e feminino (megásporo) num processo denominado polinização. Muitas flores dependem do vento para transportar o pólen entre flores da mesma espécie. Outras dependem de animais (especialmente insetos) para realizar este feito. O período de tempo deste processo (até que a flor esteja totalmente expandida e funcional) é chamado anthesis.

Muitas das coisas na natureza desenvolveram-se para atrair animais polinizadores. Os movimentos do agente polinizador contribuem para a oportunidade de recombinação genética com uma população dispersa de plantas. Flores como essas são chamadas de entomófilas (literalmente: amantes de insetos). Flores normalmente têm nectários em várias partes para atrair esses animais. Abelhas e pássaros são polinizadores comuns: ambos têm visão colorida, assim escolhendo flores de coloração atrativa. Algumas flores têm padrões, chamados guias de néctar, que são evidentes na espectro ultravioleta, visível para abelhas, mas não para os humanos. Flores também atraem os polinizadores pelo aroma. A posição dos estames assegura que os grãos de pólen sejam transferidos para o corpo do polinizador. Ao coletar néctar de várias flores da mesma espécie, o polinizador transfere o pólen entre as mesmas.

O aroma das flores nem sempre é agradável ao nosso olfato pode ser veneno fatal para as pessoas. Algumas plantas como a Rafflesia, e a PawPaw Norte-Americana (Asimina triloba) são polinizadas por moscas, e produzem um cheiro de carne apodrecida para atrair esses ajudantes.

Outras flores são polinizadas pelo vento (as gramíneas por exemplo) e não precisam atrair agentes polinizadores, tendendo assim a possuir aromas discretos. Flores polinizadas pelo vento são chamadas de anemófilas. Sendo assim o pólen de flores entomófilas costuma ser grudento e de uma granulatura maior, contendo ainda uma porção significante de proteína (outra recompensa para os polinizadores). Flores anemófilas são normalmente de granulatura menor, muito leves e de pequeno valor nutricional para os insetos.


Conheça as plantas que desabrocham e mostram toda a sua vida durante o inverno

O ventinho gelado e o sol ameno do inverno não agradam somente algumas pessoas. Há plantas que florescem na estação e mostram toda a sua graça. “As épocas mais frias do ano são caracterizadas pelo recolhimento e introspecção de algumas espécies, em função das mudanças nos ciclos do sol e da chuva”, comenta o paisagista Benedito Abbud, de São Paulo.

No frio e no período seco, a vegetação entra em uma espécie de “dormência”, que pode variar para cada espécie. “Nesta época, também é tempo de algumas árvores abandonarem suas velhas folhas. Enquanto se despem, há aquelas que aproveitam o clima frio para florescer e colorir a paisagem”, acrescenta o paisagista.

Podemos ver lindas copas de árvores floridas enfeitando as cidades,como ipê, cerejeira, pata de vaca e erythrina. Entre as trepadeiras, as que se dão melhor no frio são primavera e flor de São João. Já as flores que se desabrocham neste período do ano são camélia, azaléia, bromélia, gardênia, o jasmim amarelo, as strelitzias (reginae e juncea), o amor-perfeito, a boca-de-leão, a cravina, a petúnia e a prímula.

“Mais coloridas e vistosas, as árvores que se dão bem no clima frio atraem uma grande variedade de borboletas e pássaros, aumentando suas chances de reprodução e perpetuação na natureza”, explica Benedito Abbud. “Além disso, com a ausência de folhas, a luz do sol passa pelas copas e alcança o solo, enchendo-o de energia. Se no verão é possível ter um espaço aconchegante e sombreado com as copas folhadas, o mesmo ambiente ensolarado pode ser criado no inverno, quando os amenos raios de luz são prazerosamente bem-vindos”, diz.

Cuidados especiais – Apesar de essas plantas gostarem mais do inverno do que do verão, não é necessário tomar cuidado extra com elas – justamente porque é nesta época que elas se dão melhor. “Mas é importante estar atento ao local de plantio, à boa luminosidade desse ambiente e às regas moderadas”, orienta o especialista.

O clima mais seco e a falta de chuvas atingem mais a região Sul e Sudeste do Brasil, mas, apesar disso, não é necessário regar além do normal suas plantas. Regar demais no frio só irá fazer com que sua planta crie fungos e as raízes apodreçam, afinal o sol também é mais ameno e a evaporação da água fica bem mais lenta.

Se estiver com medo de colocar muita ou pouca água, faça o teste do dedo na terra e sinta a umidade. “A dica é evitar regar a terra de canteiros e vasos em excesso. Faça-o somente quando começar a secar. E não tenha medo: a mistura de água e frio não queima essas plantas.”

Agora que você já sabe quais são as flores que se dão bem no frio, é hora de escolher o melhor lugar do jardim para plantá-las. Lembre-se que qualquer espaço pode ser bom desde que tenha muito sol. “O importante é ter luminosidade solar direta, que é do que elas mais precisam”, explica Benedito Abbud.

O inverno também não é a época mais recomendada para adubações – o melhor mesmo é esperar a florada e somente depois dar nutrientes para a planta germinar e crescer novamente.

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Nome científico: Dianthus chinensis
Altura: 20 – 40 cm
A cravina é uma planta perene nativa da Ásia.

Suas flores em tons de branco, rosa, violeta e vermelho são sempre uma surpresa, pois qualquer combinação entre essas cores pode aparecer.
Fácil de cultivar, cresce bem tanto em jardins quanto em vasos.

A floração acontece o ano inteiro, mas o maior espetáculo se dá no começo da primavera, quando as plantas formam um tapete de cor e as folhas mal são visíveis debaixo de tantas flores.

Essa é uma das únicas espécies de Dianthus que se dá bem em regiões quentes sem problemas. Também tolera muito bem o frio e geadas fortes.