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Gérbera

O gênero Gérbera inclui cerca de 30 espécies de plantas herbáceas perenes da família das Compostas, dotadas de folhas basais, e flores reunidas em capítulos solitários e multifloros com cerca de 10 cm de diâmetro, intensamente coloridos.

As espécies de Gérbera apresentam um grande capítulo, com floretas bilabiadas de cor amarelo, laranja, branco, rosa ou vermelho. O capítulo, que aparenta ser uma única flor, é na realidade composto (daí o nome ainda utilizado para a família) por centenas de flores individuais, cuja morfologia varia de acordo com a sua posição no conjunto.

Essas belíssimas flores de corte apresentam grande variedade de cores, com tons extremamente vibrantes. Por causa dessas qualidades, são muito utilizadas em arranjos ornamentais e também em buquês. Elas estão entre as cinco flores mais vendidas e podem ser facilmente encontradas em floriculturas de todo o país.

São nativas da África do Sul, perfeitamente adaptadas ao clima quente e seco. Embora o maior período de florescimento da espécie coincida com o início da primavera, essas flores podem ser produzidas durante o ano todo, desde que alguns cuidados sejam respeitados.

O cultivo da Gérbera é bem simples. Deve ser feito em solo seco, com uso de terra arenosa. Não é necessário regar as mudas todos os dias, o ideal é molhá-las somente 1 ou 2 vezes por semana. Outro cuidado necessário é adubar a terra para favorecer o crescimento da planta. As Gérberas também fazem parte dos tipos de flores que gostam de receber a incidência direta do sol por algumas horas do dia, embora durem mais quando mantidas à meia sombra. Sua reprodução pode ser realizada por meio mudas ou pela proliferação de sementes.

Quando cuidadas da forma correta, podem produzir até 20 flores e chegam a atingir até 40 cm de altura, embora seu tamanho usual fique em torno dos 10 cm. Ao serem cultivadas em casa, convém evitar o acúmulo de água nos pratos e a poda deve ser feita rente ao solo, sempre que a planta se mostrar enfraquecida. Também é recomendado retirar as folhas velhas ou mortas para auxiliar o desenvolvimento da flor.

Pertencem à mesma família dos girassóis e das margaridas. Cientificamente denominada de Gérbera L, essa planta se encaixa no gênero das herbáceas.

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Lantana

Gênero com cerca de 530 espécies de plantas perenes, incluindo plantas herbáceas e arbustos, que chegam a atingir 2 m de altura.

As flores da lantana podem ser encontradas em praticamente todo o mundo, em grande diversidade de cores. Porém, são originárias da África e América do Sul e Central.

Utilizadas como plantas ornamentais, podem ser usadas como cercas vivas, contorno de grandes espaços ou, até mesmo, em vasos, desde que estes tenham uma boa quantidade de terra enriquecida com composto orgânico. Outra boa opção de uso é na formação de maciços e bordaduras.

Estas plantas perenes tem folhas muito pilosas e seus ramos flexíveis podem ser eretos ou semi-pendentes. As inflorescências são compostas por numerosas flores, formando minibuquês das mais variadas cores, como: laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco. É comum observar, na mesma inflorescência, flores com colorações diferentes, pois existem algumas variedades em que elas mudam de coloração conforme a idade.

Florescem quase o ano inteiro e suas flores são muito ricas em néctar. São polinizadas por beija-flores, borboletas, abelhas e coleópteros. São elas que atraem a maior variedade de espécies de borboletas, porém os beija-flores costumam espantá-las. Esses pássaros evitam fazer visitas para as lantanas, se no jardim existirem outras flores que possam produzir néctar de melhor qualidade ou em volume mais apropriado para suprir suas necessidades.

Outros pássaros se alimentam de seus frutos e, assim, ajudam na disseminação das sementes.

Para cultivar esta planta precisamos de solos com bastante água, porém não encharcados. É também necessário pleno sol, solo fértil enriquecido com composto orgânico e regas periódicas.

Tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Também é considerada planta tóxica e sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico. Tolerante ao frio e a podas, multiplica-se por estacas e sementes.

Pela rusticidade e delicadeza do conjunto, dizem que esta planta representa perseverança e harmonia.

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Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul – é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

O lírio-do-amazonas é uma planta com boas dimensões. Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até 6 cm de diâmetro. As folhas são grandes (podem chegar a 40 cm de comprimento) e as flores – brancas e perfumadas – surgem em racemos de 3 a 6 unidades. Cada flor mede em torno de 10 cm de diâmetro com as 6 pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

A planta vai bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão.

Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.

No plantio, coloque os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, pressione o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem. Se o plantio for feito em vasos (com pelo menos 20 cm de diâmetro), dá para plantar de 3 a 4 bulbos.

Evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

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Família: Solanaceae

A borboletinha é uma planta herbácea florífera e anual, que se destaca por suas graciosas e exóticas flores que lembram borboletas ou orquídeas.

Ela é originária de vales de montanhas costeiras no Chile, onde cresce sob baixas e médias altitudes (de 0 a 2000 m), em condições de pouca umidade e clima agradável.

As folhas são de cor verde clara, recortadas, hirsutas e lembram folhas de samambaias. O florescimento ocorre na Pimavera. As flores são pequenas, com pétalas recortadas e com marcas e pintas de cores distintas principalmente nas três pétalas superiores.

De acordo com a cultivar podem ser de cor sólida ou em degradées de branco, rosa, vermelho, salmão, lilás e com marcações que variam do amarelo claro ao laranja com pintas de cor vinho e até mesmo negras.

Há variedades anãs, bastante compactas, que se cobrem totalmente de flores, ideais para uso no jardim ou em vasos, e variedades mais altas, com caules mais fortes, mais adequadas para a produção de flores de corte.

O ideal é cultivá-la em canteiros preparados, na forma de bordaduras, maciços ou em conjunto com outras flores anuais como lobélias, amores-perfeitos ou petúnias.

Também é interessante seu uso em jardineiras e vasos, onde se adapta perfeitamente. Desta forma, presta-se também para adornar temporariamente interiores bem iluminados. Suas flores cortadas são muito duráveis, assim pode-se confeccionar belos arranjos florais e buquês com esta estonteante flor.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo humoso, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera encharcamento por tempo prolongado, desta forma, plante nas partes mais secas do jardim ou em canteiros elevados. Aprecia o clima ameno. Suscetível à pulgões e míldio.

O pinçamento ou beliscamento das plantas jovens estimula o crescimento mais compacto da espécie. Multiplica-se facilmente por sementes postas a germinar no outono ou inverno. Ao transplantar as mudas respeitar espaçamento de 25 cm entre plantas.

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Ajuga

A ajuga é uma planta perene da família Lamiacea, a mesma de muitas ervas culinárias como alecrim, menta e o orégano. É bastante utilizada como erva medicinal e é conhecida sua capacidade de ajudar a estancar sangramentos.

Em nosso país é utilizada como planta ornamental pela beleza de sua folhagem bem escura que se alastra bastante horizontalmente formando um carpete. Cresce em quase todo tipo de solo, mas prefere locais úmidos com boa drenagem e na meia sombra ou sombra total.

Apesar das flores roxas da Ajuga serem de pouca importância ornamental, pode ser muito decorativas na Primavera, porém para a floração ser plena é preciso um período de vernalização (pelo menos 5 semanas de temperaturas baixas, em torno de 5°C). Como no Brasil são pouquíssimos lugares capazes de fornecer essas condições, por aqui as flores aparecem esparsas e sem causar grande efeito. Ocorrem ainda variedades com flores róseas, avermelhadas e brancas.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sob sol pleno, fica com as folhas pequenas e muitas vezes queimadas, mas floresce com mais abundância. Pode se tornar invasiva em algumas situações. O ideal é que seja plantada em canteiros com delimitadores subterrâneos.

Sua multiplicação pode ser feita por  sementes, estacas e mais facilmente por divisão das mudinhas que se formam entorno da planta mãe.

Dia-de-Chuva

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Os sinos-irlandeses são plantas que apesar do nome são originárias da Ásia (mais especificamente da Síria, Cáucaso e Turquia), e não da Irlanda. Também são chamados de molucela, morucela e sino-da-irlanda e seu nome científico é Molucella laevis. Ele parece um cruzamento de duas plantas bem conhecidas: da hortelã com a lavanda, e isso é verdade.

Suas folhas são simples, arredondadas, com longos pecíolos, margens serrilhadas e nervuras salientes. As suas flores brancas são discretas e perfumadas e são protegidas pelos cálices em formato de sino, de cor verde esmeralda. O sino-irlandês é muito utilizado para a formação de maciços e bordaduras, pois ele dá um belo efeito verde monocromático. Muitas vezes a sua pequena flor pode se confundir com a cor verde do arranjo, e como a flor se encontra dentro dos seus cálices em formato de sino, podem passar despercebidas.

Eles são plantas que florescem apenas uma vez ao ano e suas flores possuem o formato de um sino. Os sinos-irlandeses brotam com facilidade e demoram de 10 a 30 dias para germinar. É importante cobrir as sementes de água por algumas horas antes de plantá-las. Semeie no final do inverno e cubra as sementes com uma fina camada de terra, pois elas necessitam de luz para germinar. As suas sementes pretas e triangulares.

São plantas que gostam de temperaturas amenas e clima tropical e subtropical e dificilmente são encontradas ou até conseguem sobreviver quando plantadas em climas diferentes dos citados anteriormente. Gosta de luminosidade e bastante luz, mas não tolera calor excessivo e por isso a região Nordeste do Brasil é um local em que você não vai ver esta planta, a menos que seja em ambientes refrigerados artificialmente. Para que fique sempre saudável e bonito, plante o sino-irlandês em um solo que tenha boa drenagem e seja fértil. Adubações periódicas ajudam no processo de floração.

Como Cuidar
Procure regar sempre o seu sino-irlandês, mas não faça isso demais, pois ele não gosta de muita umidade. Pode ser plantada em vasos de interiores e de exteriores, mas é bom lembrar que esses vasos devem ter furinhos para que a água em excesso possa escorrer. É uma planta que aprecia a boa ventilação do local para se manter bem.

Essa planta possui um ciclo de vida anual e pode alcançar 30 centímetros as suas inflorescências. O sino-irlandês tem a fama de trazer boa sorte, e seus ramos floridos geralmente são utilizados para fazer arranjos florais frescos ou secos. Ele é ótimo para combinar com flores de outras cores, em especial as roxas, combinando bastante. Ao final do ciclo, ele vai adquirindo uma tonalidade branca, até ficar completamente seco.

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Existem cerca de 50 espécies diferentes, todas presentes nas áreas de clima mais quente da América. Como adaptou-se bem ao clima temperado também pode ser encontrada em zonas abrangidas por este clima.

A Maravilha é uma planta herbácea, que tem altura média de 70 cm, mas pode chegar a 1,20m. Tem ciclo de vida perene, mas em áreas de clima temperado pode comportar-se como planta anual, já que com geadas fortes ou baixa umidade pode morrer. São comuns em áreas próximas ao mar, ou em áreas com influência marítima, por serem resistentes à salinidade.

Possui raízes tuberosas que facilitam sua sobrevivência durante os meses mais secos e frios. Tem um caule ramificado e ereto. As folhas são simples, afinadas na ponta, opostas, em tons de verde claro a escuro ou avermelhadas. A folhagem é densa dando um aspecto agradável à planta mesmo quando não está florida. Podem ter até 13 cm de comprimento e 8 cm de largura.

A floração ocorre na Primavera e Verão, podendo aparecer flores esporádicas, em menor quantidade no Outono e Inverno. As cores da Maravilha justificam seu nome. As cores básicas de suas flores são vermelho e branco, mas podem produzir flores das mais variadas tonalidades de rosa, amarelo e laranja. As flores podem apresentar diferentes combinações de cores, existindo flores de até três cores diferentes que se apresentam em listras, pintas ou manchas irregulares. As flores tem a forma de uma trombeta coroada por cinco pétalas, podendo ter um perfume adocicado, podendo ser solitárias ou em grupos. Só se abrem ao final do dia, e em dias nublados também dão o ar da graça durante o dia. Atraem insetos noturno e mariposas, responsáveis por sua polinização.

As sementes são ovais e têm entre 6 e 8 mm. São enrugadas e tem cor verde amarelada quando imaturas, tornando-se totalmente negras quando maduras.

Numa mesma planta podem nascer flores de diferentes cores ou mistura de cores. Uma mesma planta pode em um período de sua vida dar flores amarelas e com o passar do tempo começar a produzir flores rosas, ou brancas que depois passam a ser rosa claro.

Seu uso como planta ornamental é muito difundido, sendo utilizada na formação de maciços, conjuntos e bordaduras. Pode também ser plantada em vasos, mas tende a ter uma altura inferior do que uma que está diretamente no solo. Devido a sua rusticidade é de fácil cultivo, podendo, caso haja algum descuido, tornar-se uma praga pela facilidade com que volta a ser selvagem. Por ser resistente à salinidade é uma planta ideal para jardins próximos à praia.

Na medicina popular é utilizada como cicatrizante, para manchas na pele, sardas, problemas hepáticos, entre outros. Mas nunca se deve fazer uso interno de raízes e sementes pois são tóxicas.

Seu clico de vida é perene, mas em regiões onde o Inverno é mais severo tende a morrer com as geadas, sendo cultivadas como plantas anuais. Em locais de Inverno mais rigoroso podem ser arrancadas no Outono, semeando novas sementes para o ano seguinte. Em áreas de clima mais quente uma planta pode durar anos sem qualquer problema. Onde o clima tem um Verão que seja extremamente seco a planta também pode morrer devido ao calor intenso e baixa umidade do ar, sendo essencial regas diárias nos períodos de maior calor, e frequentes em qualquer época do ano ou clima. Seu cultivo deve ser a sol pleno, apesar de adaptar-se bem à meia-sombra. Sob sol pleno tendem a ter um maior porte e floração mais intensa. O solo precisa ser fértil, rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Quanto à adubação deve ser feita uma vez ao mês na Primavera e Verão, com adubo rico em potássio.

A reprodução desta planta é muito fácil. Pode-se fazê-la através das sementes que são abundantes ou pela separação de suas raízes. Por auto-reproduzir-se com facilidade não necessita de auxílio humano, mas se sua reprodução não for controlada torna-se uma praga. A semeadura deve ser feita em fins do Inverno e princípios da Primavera, podendo-se apenas jogar as sementes sobre a terra ou em covas rasas. Porém, para apressar a germinação, as sementes devem ser postas de molho durante 12 horas antes da semeadura.

Nos meses quentes mais chuvosos pode sofrer a infestação de fungos que costumam ser facilmente eliminados com um fungicida. Mas só deve ser usado antes do início da floração plena. Ácaros, pulgões e outras pragas podem atacá-la também, sendo necessária a utilização de inseticida de forma preventiva para evitar uma infestação, também quando a planta ainda não tenha flores.

Mas mesmo sem todos estes cuidados acima descritos, é possível ter lindas Maravilhas no jardim.

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Trata-se de uma planta cujas flores parecem douradas, e isso as fazem muito atrativas. Estas flores começam a aparecer na Primavera, e a cor, tal como o nome indica, é amarelo ou dourado. Seja qual for a espécie, a cor dourada é predominante.

Pela sua cor, esta planta é muito apreciada por quem tem um jardim (e não só). O seu tamanho não ultrapassa os 30 centímetros e também pode ser posta em potes e vasos para se ter dentro de casa. Esta planta pela sua cor traz muita alegria.

Apesar de tudo, a cor não atrai só as pessoas como também abelhas, pelo que se tiver estas flores dentro de casa tenha cuidado para elas não entrarem. É preciso ter algum cuidado com o calor intenso ou mesmo a chuva em abundância.

Aqui ficam algumas fotos de cestos-de-ouro para que possas apreciar a beleza e o encanto da cor e das flores em si. Apostamos que assim que vires estas fotos, vais também querer pelo menos um vazo com estas flores magníficas.

O cesto-de-ouro é uma planta bem conhecida como por colchão-dourado, tufo-dourado e álisso-amarelo. É originária da Europa e da Ásia.

É uma florífera de ciclo de vida perene, que produz abundantes e delicadas flores douradas. Suas folhas são verde acinzentadas e dispostas em roseta. As suas flores surgem na Primavera, são retas, ramificadas e formadas por numerosas flores amarelo-douradas na espécie mais típica. Podemos encontrar variações com as flores amarelo-limão (“citrina”), flores sobradas (“flore-pleno”) e flores abricó (“sunnyborder abricot”).

Essa é uma planta de cor vibrante que consegue alegrar qualquer ambiente que esteja meio “apagado”. Seu porte é rasteiro e pode alcançar de 15 a 30 cm de altura e é  bastante indicada para a composição de maciços e bordaduras, mas também fica muito bonita quando plantada em vasos, pois o seu estilo pendente fica em evidência e desta forma esta planta é bem usada na decoração de ambientes empresariais, como hall de fábricas e empresas.

É ótima para ser usada em jardins rochosos, plantada nos vãos de escadas e em muretas baixas. As flores atraem abelhas e borboletas, tanto pelo seu perfume quanto pela sua cor.

Deve ser cultivada em sol pleno, pois gosta de extrema luminosidade. O solo deve ser arenoso, fértil, bem drenável, adubado com matéria orgânica e regado periodicamente. Gosta muito do frio e aprecia climas subtropicais e mediterrâneos. Tolera bem período de estiagem, se não forem muito longos. O cesto-de-ouro é uma planta que não suporta o calor excessivo e muita umidade, por isso cuidado para não encharcar a terra quando for regá-la. Após a época da floração, deve-se fazer uma poda para que ela floresça novamente. Pode ser multiplicada através de sementes ou por divisão da ramagem enraizada.

Muitas vezes ao redor de uma planta surgem novas mudas, semeadas naturalmente. É uma planta que fica bem em vasos dentro de casa, só tome cuidado para que não entrem insetos atraídos por ela. Ela precisa ser poupada do calor intenso e da chuva em excesso.

O cesto-de-ouro é ornamental e muito usado em projetos de paisagismo. Ela é uma das espécies mais práticas, pois como não é muito grande e nem se expande muito, pode ser aproveitada de várias formas e em diversos lugares.

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Espaço restrito, muito vento, pouco sol… sim, quem mora em apartamentos sabe o quanto difícil manter plantas bonitas e floridas na varanda. Mas nem tudo está perdido! Sabendo cultivar as espécies adequadas, dá para levar a primavera para o apartamento e aproveitar a mais bela estação do ano!

As flores são capazes de enfeitar os ambientes residenciais, deixando-os mais alegres e frescos. A varanda se destaca como um dos espaços mais beneficiados com o cultivo, afinal, ela se torna mais acolhedora e leva para dentro da casa um pouco do encanto da natureza.

Apesar de todas as vantagens de decorar com flores, acaba sendo complicado definir quais as espécies mais indicadas, sobretudo para a varanda de um apartamento. O espaço é limitado, as condições de sobrevivência nem sempre favoráveis e as necessidades de cada planta cultivada precisam ser respeitadas para que elas possam florir.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelos moradores está em lidar com a manutenção. Algumas espécies são mais sensíveis do que outras e, em consequência, exigem mais cuidados com relação a regas, adubo e iluminação. Como a varanda nem sempre consegue simular o habitat natural de cada planta, é recomendado optar por espécies mais resistentes.

Como escolher flores para a varanda?
Em primeiro lugar, determine quais as espécies de flores que vão se adaptar ao lugar com mais facilidade. Para obter esta informação, procure levar em conta as características da varanda, ou seja, sua exposição a fatores climáticos como sol, vento e chuva.

Um aspecto que influência na escolha das melhores espécies para a varanda é a estação, afinal, algumas plantas não ficam floridas durante o ano todo. Cada período do ano, sendo ele Verão, Primavera, Outono ou Inverno, tem as suas flores sazonais.

Aqui vão algumas dicas que vão “mudar a cara” da varanda do apartamento, levando toda a alegria e energia das flores

Numa varanda que recebe sol à tarde e muito vento:
Amor-agarradinho (Antigonon leptopus)- plante numa jardineira encostada na parede e instale uma treliça para servir de suporte, pois a planta é uma trepadeira
Ipoméia rubra (Ipomoea) – instale uma treliça para apoio, pois tembém é uma trepadeira
Ixora (Ixora coccinea) – além de muito ornamental, esta espécie atrai pássaros
Fórmio (Phormium tenax) – plante numa jardineira horizontal e coloque junto à grade da varanda. Ela suporta bem ao vento.
Bromélias variadas – são bem resistentes, mas vão precisar receber o sol da tarde, por isso estude bem o local

Varanda onde há janelas e recebe o sol da tarde:
Mini-ixora (Ixora chinensis ‘Nana’) – plante em vasos e instale onde receba o sol da tarde
Ripsális (Rhipsalis cassutha) – plante em vasos suspensos
Columéia (Columnea gloriosa) – plante em vasos suspensos
Flor-de-maio (Schumbergera truncata) – plante em vasos suspensos
Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) foto ao lado – plante em vasos
Orquídeas – em vasos, podem ficar no chão
Amarílis (Hippeastrum hybridum) – em vasos, podem ficar no chão
Dica: use vasos ou placas de fibra de coco para as plantas pendentes. O efeito é bem natural e fica muito charmoso

Varanda que recebe sol só pela manhã:
Nandina (Nandina domestica) – plante em jardineira e instale junto à parede
Petúnia (Petunia sp) – plante em vasos suspensos e coloque onde não receba vento
Gerânio pendente (Pelargoniumpeltatum) foto ao lado – plante em vasos suspensos

Varanda com muito vento:
Ligustro (Ligustrum sinense) – vai bem até à meia-sombra e recebe bem as podas de formação
Eugênia (Eugenia myriophylla) - a folhagem é mais vistosa que as flores e recebe bem podas de formação

Varanda que não recebe sol, mas com boa luminosidade:
Flor-de-maio (Schumbergera truncata) – plante em vasos suspensos
Peperômia (Peperomia obtusifolia) – plante em vasos suspensos
Asplênio (Asplenium) – plante em vasos

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Origem: Estados Unidos

Nativa do estado do Texas nos Estados Unidos, a flox é uma planta de cerca de 30 cm de altura e apresenta ramagem densa, macia e folhas verde-claras em forma de lança. As flores surgem em pequenos buquês, e podem ser de diversas cores e formas, principalmente brancas, azuis, roxas, vermelhas ou róseas, com mesclas entre estas cores.

Elas ainda podem ser simples ou dobradas, de pétalas estreitas ou largas, lisas ou franjadas, de acordo com a variedade. A floração inicia-se no final do Inverno, atingindo seu auge na Primavera e se estende pelo Verão. São muito atrativas para as borboletas.

O flox presta-se para a formação de belos maciços em gramados, ou como bordadura, além de ser muito plantada em vasos. Deve ser cultivada em solos férteis e ricos em matéria orgânica, sempre a pleno sol.

As regas devem ser regulares, mas sem encharcamento. Aprecia o frio e não tolera temperaturas muito quentes, desidratando-se com facilidade.

Sua multiplicação é feita por sementes, postas a germinar no outono em ambientes protegidos.

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