Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Posts tagged ‘flores’

    cravos1

    Nome Científico: Dianthus caryophyllus
    Nome Popular: Cravo, craveiro
    Família: Caryophyllaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Europa
    Ciclo de Vida: Perene

    O cravo é a flor característica de um craveiro (Dianthus caryophyllus). É uma planta herbácea que pertence à família Caryophyllaceae do gênero Dianthus e que chega a medir até 1 m de altura. Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule reto, com várias ramificações. As flores apresentam-se dobradas com as bordas recortadas, disponível nas cores branca, rosa, vermelha e amarela, com diversas tonalidades e mesclas.

    Dianthus plumariusDianthus plumarius

    Dianthus fimbriatusDianthus fimbriatus

    Da mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado (D. plumarius), cujas pétalas abundantes emergem de seu cálice verde e tubular. Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes. A espécie D.fimbriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul. Certas variedades exalam um aroma delicado, motivo pelo qual são utilizadas nas fabricação de perfumes. Os cravos reproduzem-se por meio de sementes, e necessitam de solo quente, sem excessiva umidade.

    Tem grande importância como flor de corte, mas há muitas variedades para o jardim. Pode compor belos maciços e bordaduras. Como outras plantas melhoradas, o cravo tem um uma versão perene e uma anual.

    Cultivada especialmente e com sucesso em bordaduras ou formando conjuntos isolados, a pleno sol ou meia-sombra, em canteiros com terra rica em matéria orgânica e com boa drenagem.
    Exige ainda regas regulares. Os cravos perpétuos multiplicam-se por meio de estacas, e os anuais são multiplicados por sementes postas a germinar no fim do Verão. As estacas são preparadas no fim do Inverno e as melhores são retiradas do meio da haste.

    janel2

    Cerejeira6

    Engana-se quem pensa que flores só surgem na Primavera. Espécies resistentes a baixas temperaturas são uma boa alternativa para avivar o jardim, mesmo nos meses mais frios do ano.

    Manacá-da-serra
    Árvore nativa brasileira, a espécie impressiona pela suas flores roxas desenvolvidas no inverno, ao contrário da forma arbórea que floresce no verão. Cresce entre 2 e 4 m de altura

    Glicínia

    A trepadeira de inflorescência azul-violeta é uma alternativa para pergolados e cercas vivas. Prefere regiões de frio intenso, como o sul do país, onde produz até frutos

    Camélia
    Vindo do oriente, o arbusto originalmente de flores vermelhas também possui variedades róseas, brancas e bicolores. Cultivado em pleno sol, atinge 6 m de altura

    Hortênsia

    Com flores compactas róseas, azuis ou brancas, a espécie se adapta bem à vida em vasos. Precisa, entretanto, de solo úmido e rico em matéria orgânica. Chega a 2,5 m de altura

    Azaléia
    Originário da China, o arbusto cresce, em média, 2 m de altura e produz flores em várias colorações: brancas, vermelhas e róseas. a poda só pode ser realizada após o seu florescimento

    Rosa
    a rosa deve ser plantada em canteiros de terra fértil, em conjuntos ou em maciços isolados. suas hastes com espinho têm crescimento entre 1,50 e 2 m de altura

    Cerejeira
    Do fim do inverno ao começo da primavera, as flores da árvore símbolo da cultura japonesa desabrocham, principalmente em regiões de clima frio. Cresce até 10 metros de altura

    Lavanda
    Cobiçada pelo seu aroma, a herbácea perene de inflorescência lilás e azul está presente em qualquer hortinha. gosta do sol e aprecia o frio

    Falso-íris
    De folhagem ornamental, o falso-íris tem florescimento de curta duração, contudo muito vistoso. Adapta-se a condições de meia sombra e necessita de terra bem irrigada para se desenvolver

    Primavera
    Quando numerosas, as pequenas flores da espécie causam um efeito deslumbrante. É plantada como arbusto ou conduzida como trepadeira. precisa de sol e é resistente a geadas

    Jasmim-dos-poetas
    De crescimento moderado, a trepadeira ganha a partir do outono flores perfumadas, róseas por fora e brancas por dentro. sobrevive em ambientes úmidos e de clima ameno

    Dicas de Inverno
    – Algumas pragas e doenças costumam aparecer neste período, principalmente em regiões de umidade intensa. Espante lesmas e caramujos com soluções caseiras, à base de fumo ou naturais, com vinagre e alho, que são menos agressivos à planta

    – Como a evaporação da água na terra é menor no inverno, a quantidade de regas deve ser reduzida. Vale a regra: finque o dedo na terra para sentir se está seca e regue-a pela manhã

    – Não adube o solo. o ideal é que esse procedimento aconteça mensalmente entre a primavera e o verão, já que as espécies ficam em dormência no inverno.

    – Aproveite a estação para fazer remoções de galhos doentes ou secos. Atenção: não realize este procedimento nos arbustos e árvores floridos, o que pode prejudicar a planta

    orch

    flor-de-lis-da-sibéria

    Nome Científico: Iris Sibirica
    Nome Popular: Flor-de-lis-da-sibéria, Íris-da-sibéria, Lírio-siberiano
    Família: Iridaceae
    Origem: Sibéria
    Ciclo de Vida: Perene

    A Flor de Lis da Sibéria é uma bela florífera que forma touceiras grandes e de textura delicadas.

    Suas folhas são delgadas como as de um capim, possuindo coloração verde intenso. Ocorrem também variedades de folhas variegadas de amarelo

    Forma touceiras volumosas, com flores sustentadas por hastes eretas, elevadas acima das folhagens.

    Suas flores são originariamente azuis, grandes e vistosas, mas hoje há uma grande variedade de híbridos com flores de outras cores.

    Planta bastante versátil, encaixando-se em diferentes perfis e estilos de jardins, desde o mais sóbrio até os mais despojados.

    Pode ser utilizada em maciços e bordaduras, assim como, em grupos irregulares e conjuntos. É bem apropriada para locais úmidos, adornando laguinhos e áreas mais baixas do terreno. Também pode ser plantada em vasos. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, rico em matéria orgânica e mantido úmido.

    Por tolerar umidade excessiva no solo, a Flor de Lís da Sibéria adapta-se bem a ambientes palustres e pantanosos, como no entorno de lagos e em áreas de várzea. Esta planta é de clima temperado, não tolera o calor intenso, e deve ser conduzida em locais frescos, como em regiões serranas e no sul do país. Multiplica-se facilmente por divisão das touceiras e rizomas.

    cach21

    cosmos

    Nome Científico: Cosmos bipinnatus
    Nome Comum: Cosmos
    Nomes Populares: Cosmos
    Família: Asteraceae

    O cosmo (Cosmos bipinnatus) é uma planta herbácea e anual, que apresentam lindas e coloridas flores singelas. É uma planta indicada para pessoas que não tem experiência no cultivo, pois não dão trabalho. A flor pode ser utilizada em maciços, canteiros, bordaduras, jardim e também para corte.
    Deve ser plantada em local de clima ameno, se adaptando bem a qualquer tipo de solo desde que permeáveis, úmidos e neutros. A rega deve ser regular, sem excessos. A planta não suporta geada.

    Pode  atingir alturas de 0,45 a 1,2 m. A sua folhagem é muito fina, de corte pinulado, plumosa, caduca e de cor verde. As flores de cosmos são singelas, circulares, com cerca de 10-15 cm de diâmetro, balanceadas em longas e finas hastes, com variadas cores desde o branco, amarelo, rosa, vermelho, laranja. As flores de cosmos são brilhantes, aromáticas e atrativas para abelhas e borboletas. São plantas muito fáceis de cultivar.

    Planta que se adapta bem a qualquer tipo de solo, até solos pobres, preferindo solos moderadamente férteis, muito permeáveis, úmidos e neutros.
    Temperatura: Clima ameno. Os cosmos são sensíveis ás geadas.
    Rega: Regular, não regar em excesso.
    Adubação: Apenas se for necessário. Não adubar em excesso pois pode suprimir a floração. Ex.: 5-10-5.
    Poda: Cortar as flores velhas de cosmos para prolongar a floração.
    Pragas e doenças: Alguns afídeos. Planta resistente a pragas e doenças.
    Multiplicação: Semente.
    Utilização: Maciços, canteiros, bordaduras, vãos e para corte.

    Nativa de regiões da América, desde o sul dos Estados Unidos, até o Paraguai, as flores de cosmos pertencem ao gênero cosmos, que abriga de 20 a 26 espécies.
    As flores são singelas, com pétalas recortadas e cores que variam conforme a espécie. No caso da Cosmos bipinnatus, na variedade Sensação, as pétalas vão do branco ao rosa pink.
    Perfeitas para preencherem floreiras, elas atraem borboletas e são indicadas para quem quer fazer um jardim colorido, cheio de vida. Também são boas para a formação de densos maciços e bordaduras.

    Muito rústica, fácil de plantar e cultivar, a cosmos é uma planta que floresce com mais abundância se não receber adubação nitrogenada, por este motivo é ideal para solos pobres e jardineiros iniciantes. Antes de plantar, verifique se o local escolhido tem boa incidência de luz solar ou está, pelo menos, à meia sombra.

    Se for plantar em uma jardineira, veja as orientações abaixo:
    Você vai precisar de:
    1 jardineira de barro de (1 m de comprimento, 30 cm de largura e 30 cm de altura)
    1 saco (3 l) de bolinhas redondas de argila (argila expandida)
    1 m de manta geotêxtil (conhecida como bidin)
    1 saco de terra (30 kg)
    1 pá pequena (de, no máximo, 15 cm)
    5 mudas de bela-emília

    Montagem:
    1. No fundo da jardineira, faça uma camada de 5 cm com as bolinhas de argila. Forre as bolinhas com a manta geotêxtil, que parece um feltro e que não deixa a terra escapar pelo buraco da jardineira, evitando a sujeira. Recorte com uma tesoura a sobra de manta, para que somente as bolinhas fiquem cobertas.
    2 – Cubra a jardineira até a boca com terra.
    3 – Com a pá, faça covas fundas na terra, mantendo uma distância de 5 cm entre elas.
    4 -  Retire o plástico que envolve a base das mudas. Faça isso com cuidado para que elas não se desmanchem.
    5 – Coloque cada uma das mudas em uma cova. Aperte com as mãos as bases das mudas, fazendo uma leve pressão para que não se formem bolhas de ar entre elas e a terra.
    6 – Em seguida, regue a jardineira por inteiro com 3 l de água.

    Dicas para manter a planta florida:
    - Antes de comprar a jardineira, verifique se ela tem dois furos no fundo, fundamentais para que a água não acumule na jardineira, apodrecendo a terra.
    - Nos dias seguintes do plantio, regue a jardineira com 1 litro de água.
    - Uma semana depois de plantadas, as mudas podem ser molhadas, um dia sim, um dia não, com meio litro de água.
    - Ela deve ficar em local ensolarado.

    Vila_1012

    celosia2

    Nome científico: Celosia cristata
    Nome comum: Celosia
    Nomes populares: Crista-de-Galo, Amaranto, Celósia, Suspiro.
    Família: Amaranthaceae
    Origem: Asia tropical e África equatorial.

    Planta herbácea, anual, com variedades anãs e outras que podem atingir alturas de 60-70 cm. Possui caules longos, cilíndricos e de cor verde, muito ramificados. As Celosias apresentam uma folhagem densa, sendo as suas folhas de cor verde médio, largas, alternadas, lanceoladas e com nervura bem marcada. As suas inflorescências são muito características, dobradas, em forma de crista, com uma textura suave e com várias cores desde o amarelo, rosa, laranja, até ao vermelho escuro. As suas flores depois de colhidas mantêm a sua cor por um longo período.

    Como semear: Em local protegido na Primavera ou em estufa no final do Inverno ou início da Primavera.

    Transplantação: Quando oportuno e antes do início da floração.

    Luz: Exposição ao sol durante meio dia ou mais.

    Solos: As Celosias preferem solos ricos em húmus, bem drenados, frescos, neutros. Quando os terrenos não têm uma boa drenagem, os caules e as raízes, apodrecem facilmente.

    Temperatura: Não tolera temperaturas baixas. Prefere climas temperados a temperado-quente.

    Rega: Abundante a cada 2-3 dias ou quando o terreno estiver seco. O ideal é manter o solo e o ambiente um pouco úmidos.

    Adubação: Regular no período de floração com adubo indicado para plantas de flor.

    Floração: Fim de Primavera / Verão até início do Outono. A floração inicia-se 10 o 12 semanas depois da sementeira.

    Crescimento: Rápido

    Pragas e doenças: Ácaros, oídeo, podridão radicular..

    Multiplicação: Por semente.

    Utilização: Canteiros, bordaduras e maciços ou em composição com outras flores, vasos, para corte e para ramos secos.

    Dicas: Colher as flores secas para prolongar a floração. Despontar as plantas jovens para promover os rebentos laterais, logo, um maior número de flores.

    A Crista-de-Galo é uma planta herbácea anual, que atinge de 30–80 cm de altura, com caule ereto, suculento e não ramificado. Suas folhas são verdes ou vermelho-bronzeadas com inflorescências terminais, espessas e achatadas, aveludadas, em forma de crista de galo, nas cores vermelha, esbranquiçada, rósea ou creme amarelada. Cultivada em conjuntos e renques em beira de muros e paredes, a pleno sol, em canteiros ricos em composto orgânico, de boa drenagem e irrigados a intervalos. Desenvolve-se a pleno sol e prefere o calor ao frio intenso.

    fogo

    Armeria maritima

    Nome comum: Armeria, Cravo-do-mar
    Origem: Europa
    Porte: Pode atingir cerca de 15 a 25 cm de altura e 30cm de diâmetro.

    A Armeria é uma planta perene, muito parecidas com um pequeno tufo de relva, forma maciços de folhas lineares simples, verde escuro com cerca de 10 cm de comprimento, onde emergem caules com 30 cm de altura, com flores nas cores rosa ou brancas, arredondadas – em forma de pom-pom, com 25 cm de diâmetro.

    A floração ocorre desde o fim do Inverno até ao fim do Verão.

    Este gênero pertence à família Plumbaginaceae, com cerca de 80 espécies. É também conhecida por cravo de Paris, cravo romano ou cravo do mar, e é símbolo de prosperidade.

    O seu cultivo é muito fácil, pois a Armeria adapta-se facilmente a diferentes condições climáticas: gosta de sol como meia-sombra, locais rochosos ou solos úmidos e é muito resistente ao frio.

    Propaga-se por estacas, com cerca de 7-8 cm, cuja base seja constituída por uma porção de madeira velha. De propagação fácil na Primavera ou no Outono, o que, no entanto pode originar plantas com conformação irregular.

    barco

    Lírio

    Lírio amarelo (Hemerocallis)

    O lírio é originário da Europa, Ásia e América do Norte. Algumas espécies são nativas dos trópicos, de regiões com altitude elevada. Porém, todas as espécies existentes hoje são originárias de vários cruzamentos entre si, dando origem a inúmeras variedades e cores: são os chamados lírios hibridos. Os lírios pertencem à família das Liliáceas e os principais grupos são:

    lirio_oriental  (Lilium speciosum)
    Lírios Orientais – caracterizados pelos que apresentam mais perfume e flores grandes;

    lírio oriental

    Lírios Asiáticos – com flores menores, quase sem perfume, mas com cores fortes e bem variadas;

    Lírio longuiflorum

    Lírio longuiflorum – de flor grande, na cor branca e creme.
    Com exceção do Lírio longuiflorum, os outros dois grupos apresentam tanto variedades para vaso como para corte, usadas na confecção de arranjos. No grupo dos Asiáticos encontramos o Orange Pixie e no grupo dos Orientais, estão o Muscadet e Mona Liza. Os lírios são plantas de bulbo, assim como a tulipa, o amaryllis e até mesmo a nossa conhecida cebola. Eles emitem um único broto por bulbo, de onde saem as folhas e as flores.

    lírio-do-amazonas
    Lírio-do-amazonas
    - Eucharis x grandiflora, Eucharis amazonica. Também conhecido como Estrela Dalva, Estrela de Belém ou Estrela da Anunciação – espécie largamente cultivada no mundo inteiro;

    lírio-da-chuva
    Lírio-da-chuva
    – Zephyranthes rosea, Zephyranthes candida, Zephyranthes grandiflora… – todas largamente cultivadas no mundo inteiro;

    lírio-tigrado
    Lírio-tigrado
    e várias outras espécies de lírios.

    Como cuidar do seu vaso de lírio

    O lírio em vaso requer um local com boa iluminação, evitando o sol nas horas mais quentes do dia. Não deixe o substrato (a terra do vaso) secar completamente, molhando sempre que necessário, até que água saia pelos furos de drenagem do vaso; mas evite que a água se acumule no pratinho. Para fazer com que o lírio em vaso floresça novamente, o procedimento é complicado e não é garantido o sucesso. Quem desejar tentar, deve seguir uma série de passos:
    1. Após a morte das flores, continue regando o lírio por mais 3 meses, depois pare de colocar água e espere que as hastes sequem completamente;

    2. Uma vez que as hastes estejam secas, retire os bulbos do vaso, coloque-os em um saco plástico perfurado, preenchido com material inerte (perlita, por exemplo) úmido. Coloque este saco plástico com os bulbos na parte menos fria da sua geladeira (onde são colocadas as verduras) e deixe lá por cerca de 4 meses. Cuide para manter os bulbos úmidos. Evite choque entre os bulbos e também o choque dos bulbos com outros objetos, pois há perigo de machucar os bulbos e os ferimentos são portas para a entrada de doenças.

    3. Passados os 4 meses, retire os bulbos da geladeira de plante-os. Deixe nos primeiros 10 dias em local bem fresco e arejado. Quando os brotos estiverem surgindo, leve o vaso para um local bem iluminado. Regue sempre que a terra estiver seca.

    4. Se tudo der certo, entre 2 e 3 meses os bulbos florescerão.

    O lírio no mercado de flores
    Algumas características do mercado de flores favorecem o comércio de lírios em vaso no Brasil: a maior demanda por flores de vaso em geral (e conseqüente queda da procura por flores de corte) por causa da dengue; a existência de novas espécies próprias para vasos (com tamanho menor) e, finalmente, o preço mais acessível do produto, resultado do grande volume de produção. A empresa é responsável pela produção e venda das duas espécies mais procuradas de lírios: a Orange Pixie (alaranjada) e a Muscadet (branca). Cada vaso possui três bulbos que produzem de 5 a 15 flores, em potes de 15 cm de diâmetro.A variedade Orange Pixie é mais abundante. As plantas de vaso atingem cerca de 30 a 40 cm de altura.

    Apesar do preço mais acessível, o lírio ainda é considerado um produto nobre e elitizado, que exige cuidados especiais de produção. A Terra Viva produz lírios em uma unidade da empresa instalada em Tapira, região de Araxá, sudoeste de Minas Gerais, com excelente qualidade, por aproveitar o clima e topografia favoráveis do local. Na região, tanto o inverno como o verão são mais amenos que no interior paulista, favorecendo uma produção contínua e melhorada. Cerca de 70% dos bulbos são importados da Holanda e 30% são produzidos em Araxá. Para bulbos de vaso a importação corresponde a 90% do total produzido pela empresa. “São plantas especiais, de clima frio, que necessitam um período de dormência. As variedades de vaso são geneticamente mais curtas, enquanto as de corte possuem maior diversidade e hastes mais longas, de até um metro de altura”, calculando que o mercado brasileiro atualmente consome quatro milhões de bulbos por ano.

    fonte

    brinco-de-princesa

    Esse é o nome popular desta espécie, cujo nome científico é Fuchsia sp. Nativa da América Central e América do Sul, é adequada para o cultivo em jardim de inverno e em vasos dentro de casa. As flores são pendentes e em formato de sino duplo, possuem muitas pétalas, em geral de cores contrastantes, como roxo, vermelhos. Branco e rosa. São formadas durante a primavera e verão. O brinco de princesa precisa de quatro horas de luz solar direta por dia. Deve contudo, ser protegido do sol do meio-dia A temperatura ideal para essa planta, pode oscilar entre 10 e 22°C. O solo deve ser mantido sempre úmido, regando diariamente. Na época de florescimento, é preciso ser fertilizada a cada duas semanas. A multiplicação desta planta acontece por estacas de caule.

    Outros Nomes Populares
    Jasmim-amarelo, Jasmimprimulino, Jasmim-estrela, Jasmim-asa-de-anjo, Belaumícia, Plumbago, Jasmimazul, Gentilária, Lírio-do-brejo, Jasmim-boboleta, Jasmim-daíndia, Arbusto-milagroso, flama-da-noite, Flor-da-noite, Jasmim-da-noite, Rainha-danoite, Jasmim-de-Madagascar, Flor-da-noiva, Gardênia, Jasmim-do-cabo, Dama-do-dia, Jasmim-do-dia, Jasmim-do-arco, Jasmimmanga, Árvore-pagode, Jasmim-tabaco, Jasmim-dotabaco, Jasmim-dos-poetas.

    Nome Científico
    Jasminum

    Trata-se de um tipo de planta que apresenta uma enorme quantidade de variedades. Sendo assim, encontramos exemplares pouco rústicos e muito rústicos, que exigem poucos cuidados, e exemplares delicados, que precisam de maiores cuidados. Encontramos essas plantas em várias famílias como as Oleáceas, Zingiberáceas, Combretáceas, Solanáceas, Asclepiadáceas, etc. Elas podem se apresentar como árvores, arbustos escandentes, herbáceas de porte médias perenes ou trepadeiras. São cultivada para maciços, forração de cercas e grades, forração de treliças e pérgolas, além de também serem aproveitadas como exemplares isolados. Essa enorme variedade apresenta muitas regiões de origem espalhadas pelo mundo. São eles, a China e Índia, Pacífico, África do Sul, Madagascar, Ilhas Canárias e região do Nilo na África, América Central, México na América do Norte e Brasil, Uruguai e Paraguai na América do Sul. São várias as alturas que essas diferentes variedades podem atingir, tais como 1,5/ 2/ 2,5/ 3/ 4/ 5/ 6 e 8 metros. Os métodos para propagação mais utilizados são: a estaquia de galhos, estaquia da ponta de ramos e a divisão de rizomas. O período da propagação varia muito em função da enorme quantidade de variedades, como por exemplo, no verão, na primavera, no inverno e no outono, e também logo após o término da floração.

    Suas flores podem se apresentar agrupadas em hastes florais, agrupadas em cachos ou isoladas. Podem apresentar, em função da enorme variedade, muitas épocas de floração, como primavera e verão, inverno e primavera, verão e outono. Algumas variedades floresceram quase o ano inteiro. Essas flores apresentam várias cores, com destaque para as cores amarelas, brancas, azul, rosa, laranja e cor-de-creme. Algumas delas exalam perfumes agradáveis ora fortes, ora suaves, São flores que podem compor um lindo buquê-de-noiva.

    Tipo de Folha
    Lanceolada e oval.

    Ambiente e Cultivo
    São plantadas em jardins. Gostam do clima ameno ou quente e úmido, não tolerando geadas em ambos os casos. São pouco exigentes com o solo, com exceção de algumas variedades que preferem solo arenoso e rico em matéria orgânica. Precisam ser regada uma vez por semana na primavera e verão e duas ou três vezes por semana no inverno. Ou, dependendo da variedade, precisam ser regadas freqüentemente nos primeiros meses após o plantio e uma vez por quinzena quando não chover. Ou ainda, de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez no mês frios. A luminosidade necessária também vai mudar de acordo com a variedade. Essas plantas gostam de sol pleno em locais frios e meia sombra nos locais quentes, ou meia-sombra, mas precisando de muita luz no verão, apesar de não suportar sol direto entre 10 e 17 horas. Essas plantas precisam de podas anuais para renovação, assim como podas simples, tirando fora os ramos secos, doentes ou malformados.

    Adubação
    Adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão. Usar fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em P.

    Males
    A mosca branca, pulgão e a aranhinha vermelha são pragas comuns de algumas variedades. Essas plantas também estão sujeitas à doenças de origem fúngica.

    São plantas que podem ser cultivadas em grandes vasos para decorar áreas externas. Para que elas subam em estruturas, sendo cultivadas como trepadeiras, precisam ser devidamente acompanhadas e tutoradas. Elas podem crescer bem em ambiente com meia-sombra, inclusive dentro da casa. Na propagação, os rizomas não podem ser divididos quando estiverem na fase de dormência. Alguns tipos de Jasmim, como o Jasmim-da-noite, por possuírem um perfume muito forte podem causar algum tipo de alergia, sendo, portanto aconselhável deixar em locais apropriados e abertos. Já o Jasmim-do=dia exala perfume durante o dia. Com o Jasmim-dos-poetas se fazem óleos e perfumes. As flores do Jasmim tabaco, por possuírem elementos químicos empecias e específicos, tornam-se venenosas.

    23

    spathiphyllum

    Com nome científico Spathiphyllum, esta planta pertence à família das Aráceas. É originário da América e existe em diversos tamanhos. Suas folhas em formato de coração possui cor verde escura contrastando com suas flores brancas que lembram velas de um barco.

    Duas das características principais desta planta de interior são as suas famosas folhas envidraçadas e a sua florescência branca (semelhante ao da Anthurium). É uma planta bastante estendida nas casas, mas normalmente os exemplares são híbridos. Outra característica da planta são os seus rizomas curtos e subterrâneos, onde brotam as folhas.

    Necessita que seja trocada de vaso pois cresce rapidamente. Essa troca é melhor bem vinda se feita durante a primavera, trocando também seu solo e o abastecendo com substrato para que ela cresça mais forte e bonita.

    No Inverno é conveniente reduzir as regas, já que a planta entrará num período de descanso onde não quase não requer água. Durante todo o ano deve-se evitar expor a planta à luz direta do sol, pois é uma planta delicada, e isto poderá danificar suas folhas. Muito cuidado, portanto, com a luz direta, principalmente nos meses mais quentes do ano. É uma planta que gosta da luz, mas filtrada. Na Primavera e no Outono podemos adubar com fertilizantes diluídos a cada duas semanas.

    É uma planta ótima para decorar casas por ser muito fácil de cuidar. Bem resistente, necessita de pouca luz para se manter bonita e saudável. Pode durar muitos anos, dando bonitas flores durante todo o ano.

    É uma planta que se adapta bem a baixa luminosidade mesmo preferindo muita luz em sua época de floração. Uma dica é mantê-la perto da janela na época das flores para que pegue apenas luz indireta pois a luz direta pode queimar suas folhas.

    Não necessita de muita água também, suportando ser regada apenas 3 vezes na semana em épocas quentes e 1 a 2 vezes em períodos frios.A pulverização de água em suas folhas é bem vinda para que se mantenha a umidade. Mas deve se ter cuidado para que não se molhe demais e assim apodreça a planta.

    Mesmo sendo uma planta que requer poucos cuidados, o Espatifilo pode não florescer se houver falta de nutrientes ou de luz. Para que isso não ocorra basta ter uma rega regular e fornecer luz indireta.

    Outro problema que pode acontecer é as suas folhas perderem o seu verde característico. Isso pode ser devido a luz em excesso que está queimando suas folhas ou falta de luz que está prejudicando sua fotossíntese.

    bird9

    Ornithogalum

    ornithogalum

    Família: Hyacynthaceae
    Origem: África do Sul

    Flor de beleza exótica, de cor branca e durável. Planta ornamental, ideal para ser cultivada em jardim.
    Cultivada em clima quente do Verão, a planta chega a atingir até 90 cm. Preferem solos ricos em matéria orgânica e muito bem drenados.

    Excelentes para canteiros, no caso de flores de corte e bulbos. Também podem ser cultivadas em vasos, com uso de reguladores de crescimento. São suscetíveis ao ataque de fungos e bactérias,

    Dica:
    No caso de flores de corte, troque a água do vaso pelo menos uma vez por semana e faça um corte transversal de, aproximadamente, 1 cm na base da haste floral.

    bird8