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  • KANANGA DO JAPÃO (3)
    Nomes populares: Cananga-do-Japão, flor-da-ressureição, lírio-misterioso, ilangue-ilangue da terra
    Família: Zingiberáceas
    Origem: Ásia e Japão
    Luminosidade: Luz solar plena e meia-sombra.
    Clima: O ideal é o quente e úmido.

    A cananga-do-japão, também chamada de flor-da-ressurreição, é uma curiosa planta rizomatosa que nos brinda com duas fases distintas de visual.
    É uma planta herbácea, de folhagem e floração peculiares e ornamentais. O rizoma da planta, rico em substâncias de reserva, permite que ela entre em dormência no Inverno, com o amarelecimento e quedas das folhas.

    Na Primavera, surgem inicialmente, brotando diretamente do solo, as flores delicadas e perfumadas, apresentando duas pétalas superiores e sépalas de cor rosa claro e duas pétalas inferiores rosa arroxeadas. O conjunto das pétalas lembra orquídeas e amores-perfeitos no aspecto. As flores individualmente duram de um a três dias, mas a pouca duração é compensada, pois elas vão se abrindo sucessivamente pelo período de um mês ou mais.

    Em seguida (cerca de dois meses depois), as primeiras folhas de uma linda folhagem entouceirada aparecem como um “renascer”, daí o nome ressurreição, para aproveitar todo o calor e a luz da Primavera e Verão. Elas são grandes, eretas, largas, de cor verde-pálido, com manchas regulares centrais de cor verde-escura. A página inferior das folhas apresenta uma tonalidade roxa a bronzeada, que lhe confere um charme especial. Seus pecíolos se unem de maneira sobreposta, formando uma estrutura de sustentação que se parece um caule. Atinge de 30 a 60 cm de altura.

    kaempferia_rotundaFolhagem da Kaempferia rotunda

    No jardim ou em ambientes internos, a cananga-do-japão surpreende com seu efeito mutável. Nos meses quentes ela é uma bela folhagem tropical. No Inverno desaparece, aparentando estar morta, sendo que na verdade está apenas “dormindo”.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido no período vegetativo. Prefere o clima tropical e subtropical. As regas devem ser suspensas no inverno e retomadas quando surgirem os primeiros brotos. Fertilizações com farinha de ossos no plantio, replantio e período vegetativo estimulam florações abundantes.

    O solo ideal é o rico em matéria orgânica. Em vasos, usar uma mistura de 1 parte de terra comum, 2 partes de composto orgânico e 1 parte de terra vegetal.
    Deve-se regar moderadamente até que a planta entre em dormência. Depois disso, as regas devem ser diminuídas drasticamente.

    Pode ser plantada em vasos e jardineiras. Multiplica-se facilmente pela divisão de rizomas.
    Na medicina popular, os rizomas são usados em tratamento de pele. Eles são triturados – frescos ou secos – e misturados com água até formar uma pasta, que pode ser adicionada de outras ervas.
    Seus rizomas devem ser plantados direto no solo, a pleno sol. Prefere regiões quentes e úmidas. Não se deve cortar as raízes para não prejudicar o desenvolvimento natural.

    Sugere-se marcar o local de plantio, pois durante a fase de dormência desaparecem totalmente os vestígios aéreos da planta, permanecendo apenas o rizoma vivo sob o solo.

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    Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

    OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


    especie-buxus-sempervirens

    Um dos maiores prazeres daqueles amam a natureza é contemplá-la bela e saudável. Também é muito agradável quando adubamos uma árvore e ela responde ao tratamento que lhe dispensamos. A melhor maneira de nos comunicarmos com nossas plantas é conhecendo suas necessidades e sabendo como elas reagem aos tratamentos empregados. Aqui procuro descrever maneiras simples de como as plantas se comunicam conosco, através de sua aparência e reações, e o que podemos fazer para ajudá-las.

    Sintomas - Planta crescendo somente de um lado.
    Causas – Provavelmente o sol esta batendo somente de um lado do bonsai.
    Providencias – Virar o bonsai pelo menos uma vez por semana para que ele possa tomar sol em toda sua volta.

    Sintomas – Algumas folhas estão secas ou amareladas.
    Causas - Às vezes os vegetais trocam naturalmente suas folhas.
    Providências - Retirar as folhas velhas ou muito amarelas.

    Sintomas – Alguns dos galhos estão fracos comparados com outros.
    Causas - A árvore esta dando prioridade de crescimentos.
    Providências – Podar constantemente os galhos fracos para que ramifiquem e se avolumem.

    Sintomas – As folhas estão sujas
    Causas – A poeira e a poluição estão se depositando nas folhas
    Providências – Lave o bonsai com jato de água forte. Além de limpar você poderá até eliminar alguns insertos nocivos.

    Sintomas - As pontas das folhas escurecem e depois de um tempo caem
    Causas – Pouca água na rega.
    Providências – Melhore a qualidade da rega tomando cuidado para molhar toda a terra do vaso. Aumentar a freqüência das regas.

    Sintomas - Pouca produção de flores
    Causas – Excesso de Nitrogênio na adubação.
    Providências - Adube com menos freqüência. Quando o fizer, escolha adubos com pouca concentração de nitrogênio. Adubar menos durante o inverno.

    Sintomas – Alguns galhos estão crescendo de forma exagerada e as folhas ficam claras e grandes.
    Causas – Iluminação deficiente e excesso de nitrogênio,
    Providências – Colocar em local onde a incidência de luz solar se faça diretamente sobre as folhas por um período maior.

    Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram-se e murcham.
    Causas – Excesso de calor.
    Providências – Mude o local por um mais ventilado e fresco.

    Sintomas - Sobre as folhas existe um pó branco, parecido com sal.
    Causas – Acumulo de cálcio e sais, da água da rega, sobre as folhas.
    Providências - Limpar as folhas com pano ou algodão embebido em um pouco de óleo vegetal.

    Sintomas - As raízes estão saindo pelos buracos de drenagem.
    Causas - Vaso pequeno.
    Providências - Periodicamente é necessário trocar a terra dos bonsai e podar as raízes. Faça isto no período e na freqüência correta.

    Sintomas - Folhas furadas, raspadas e com rastros líquidos.
    Causas - Ataque de Lesmas.
    Providências – Retire e mate as lesmas durante a noite. Faça uma armadilha com um copo de cerveja perto do vaso. Elas irão beber e se afogar.

    Sintomas – Folhas com manchas coloridas pequenas. Elas murcham e morrem depois de um tempo.
    Causas – Ataque de Fungos.
    Providências – Destrua as folhas infectadas e não molhe as folhas nas regas. Diminua a freqüência das regas e coloque a planta em local bem arejado.

    Sintomas – Folhas dobrando e flores feias. A planta não cresce.
    Causas - Ataque de ácaros.
    Providências - Lavar a parte aérea do bonsai com água morna (Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

    Sintomas – Planta ficando feia, folhas apresentando manchas brancas que posteriormente ficam amarelas. Teias de aranha estão entre os galhos.
    Causas - Ataques de ácaros vermelhos ou verdes.
    Providências - Lavar a parte aérea do bonsai com água morna (Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

    Sintomas – Folhas com um liquido pegajoso.
    Causas - Este liquido é excremento de insetos. Sinal de infestação.
    Providências - Lave a parte aérea do bonsai com água morna e detergente, enxágüe com água morna. Pulverizar com inseticida.

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    Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

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    Yucca_gloriosa

    Você quer que as flores das plantas que estão dentro da sua casa durem mais? Você gostaria que elas dessem mais flores? Seguindo estes conselhos simples a sua casa vai ficar sempre cheia de vida e cor.
    1 – Compre plantas com muitos caules. Quanto mais caules, mais flores ela produzirá.

    2 – A medida que os ramos forem crescendo, retire as pontas. De cada ramo de que você cortar a ponta nascerão dois novos, que produzirão mais flores.

    3 – De cada três botões de flores que nascerem, pode um. Os que ficarem produzirão flores maiores e mais duradouras.

    4- Retire os ramos quando eles começarem a murchar. Em vez de continuar alimentando essa parte danificada, a planta terá mais reservas para fazer nascer novos botões.

    5 – Um elemento muito importante na floração é o magnésio. Acrescente uma dose extra no adubo de cada semana.

    6 – Se você borrifar água nas plantas para refrescá-las, não molhe as flores, porque se fizer isso elas durarão menos.

    7 – Quando uma flor começar a ficar feia, corte-a pelo pedúnculo. Isso favorecerá o nascimento de novos botões.

    8 – Regue mais as suas plantas durante a floração. É nessa época que elas mais precisam de água. Mas nunca deixe o vaso encharcado.

    Na época de floração, coloque adubo toda semana, principalmente se você tiver acabado de comprá-la, para que esta fase dure mais e se repita várias vezes na temporada.

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    TERRA-PRETA
    Além de precisarem de energia solar, as plantas precisam de água, minerais e oxigênio. Geralmente, é o solo que fornece esses elementos.

    Mas, quando este é deficiente em nitrogênio, fósforo ou potássio, entre outros minerais essenciais para as plantas, é preciso substituir ou enriquecer o substrato para que a planta se desenvolva corretamente.

    Como fazer:
    1 – Se você ainda não tiver vasos e quiser começar a cultivar plantas, o ideal é preparar o seguinte adubo: 4 medidas de turba branca, 1 medida de areia fina e 1 medida de terra escura.
    Se você tiver um terriço ou minhocário, substitua a terra escura por húmus destes preparados.
    Você pode substituir a areia por outros produtos como perlita expandida, vermiculita ou lã de pedra.

    2 – Para melhorar a estrutura da terra muito compacta de alguns vasos, acrescente uma medida de areia de rio para cada cinco medidas de terra.
    A areia dará porosidade ao substrato, permitindo que a água escorra melhor e que ele fique mais arejado, o que beneficiará o sistema radicular da planta.
    Não use areia de construção, pois a sua composição contém um alto conteúdo de argila, que se compacta e faz o efeito contrário ao desejado.

    3 – Se você perceber que as plantas estão pálidas e com falta de nutrientes, acrescente turba nos vasos.
    Você pode utilizar turba branca ou preta. A primeira é a melhor opção porque a sua estrutura é bem porosa e isso aumenta a permeabilidade de nutrientes que alimentarão as plantas.

    4 – Meça o pH (potencial hidrogeniônico) do substrato dos vasos. Para isso, existem muitos produtos como papéis indicadores ou gotas reativas de fácil uso.
    Se o pH for alto, você tem uma terra alcalina e deve acrescentar uma mistura de cascas e folhas de pinheiro.
    Este material orgânico dará acidez e reduzirá o pH.

    5 – No caso de solos ácidos (com pH baixo), retire a terra do vaso e acrescente uma xícara de cal.
    Misture o cal com a terra e deixe-a repousar durante um dia.
    Use este novo substrato para as suas plantas e você verá que o pH da terra se neutralizará.

    Todos os materiais orgânicos e inorgânicos propostos para preparar os substratos podem ser encontrados em lojas especializadas e supermercados. A terra neutra tem pH igual a 7.

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    Vanda

    Como plantar uma Vanda
    O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.
    Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.
    Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.

    Com flor, as vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente.
    Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma Vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.
    Mas lembre-se, para que sua Vanda floresca novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores (veja mais detalhes em luminosidade ).

    O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas cultivamos até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

    As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas (as cestas plásticas evitam o surgimento de fungos, pois secam rapidamente) ou de madeira, usando um arame.
    Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.

    Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

    Adubando sua Vanda corretamente
    As Vandas precisam de muito alimento pois crescem indefinidamente e não possuem substrato. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas, pelo menos semanalmente. A dose é pelo menos o dobro da utilizada em outras orquídeas.

    Obs: O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã, quando o sol está menos intenso. Poderá ser pulverizado na planta, mas o ideal é regá-las com esta água adubada. Um regador de jardim servirá bem neste caso. Quando a coleção for maior, uma caixa d’água com uma pequena bomba pode ser instalada facilmente. Neste caso o adubo deverá ser adicionado a água da caixa na dosagem 2x maior do que a indicada pelo fabricante, na maioria das vezes 2ml/litro. Para outras orquídeas e espécies de vandaceas use 1ml/litro.

    Como regá-las
    As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.
    A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
    Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendamos este método para cultivadores experientes).
    A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as vandas.

    Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.
    Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

    Ventilação
    É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
    O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
    As vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

    Temperatura
    As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
    Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
    A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

    Luminosidade

    Este é um fator muito importante para o cultivo de uma vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

    A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Mokara, Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas.
    As demais Vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

    - Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.
    - Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

    Floração
    Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
    As vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma vanda bem florida é fascinante.

    Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.
    Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

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    pimenta-capsicum-2

    Da família Solanaceae (que é a mesma do tomate, berinjela e pimentões. Tem origem no continente americano.
    A pimenta biquinho é a mais nova opção de investimento nas propriedades rurais. A variedade atraiu a atenção dos consumidores por ser pimenta sem ardor e poder ser saboreada até mesmo como aperitivo.

    A planta é de porte baixo, ereta e de coloração verde-escura. Frutos de formato triangular arredondado formando um biquinho, medindo cerca de 3,5 a 2,5 cm, com coloração verde-amarelada e vermelha brilhante quando maduros.

    Para plantar escolha bem a área do canteiro, preferencialmente terras com alto teor de matéria orgânica. Revolva a terra entre 10 e 20 cm de profundidade misturando para cada 10 m² de canteiro 300 g (1 copo) de adubo Superfosfato de uma fórmula comercial, ou 1,5 kg (1,5 litros) de esterco bem curtido ou húmus uma semana antes da semeadura ou do transplante. Irrigar uma vez por dia, sem encharcar, de preferência no início da manhã ou no final da tarde.

    A pimenta biquinho também pode ser cultivada em vasos nas residências.

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    Scullaria mociniana

    Família: labiadas / Labiatas

    Este gênero é mundialmente encontrado em regiões temperadas e em montanhas tropicais.. Este gênero é constituído por aproximadamente 300 espécies de plantas.
    A maioria das plantas são herbáceas anuais ou perenes de 5 cm para 1m de altura, mas algumas são arbustos e algumas são aquáticas. Eles têm quatro talos em ângulo e folhas opostas. As flores têm lábios superiores e inferiores. O gênero é reconhecido facilmente pela proteção típica no cálice que também incitou seu nome popular.

    Em latim scutella significa pires ou tigela, e como o cálice desta planta tem o formato semelhante ao destes objetos, esta bela flor foi batizada como Scutellaria.]
    Nativa do México, este gênero abrange cerca de 300 espécies distribuídas principalmente em regiões montanhosas.
    As nativas do Brasil são a Scutteraria albo-rosea e a Scuttelaria aurata e são de grande aptidão ornamental.

    Suas flores são vermelho-alaranjadas que chegam ao tom  escarlate-vivo, sempre com um lábio amarelo, suas folhas são enrugadas e onduladas e se assemelham muito com uma flecha.
    Raramente este arbusto passa dos 60 cm de altura, são plantas de clima quente e desenvolve-se melhor se plantadas em pleno sol, seu período de floração é considerado longo, já que, do ápice dos ramos não param de surgir novos botões, os abundantes cachos de flores mantêm seu colorido brilhante mesmo quando cultivados a meia-sombra.
    Seu florescimento contínuo é o atrativo no momento de conquistar os paisagistas na composição de novos projetos, empregadas tanto em pequenos maciços como em bordadura de canteiro.

    É possível utilizá-la também na decoração de interiores. Sua propagação é feita através de estacas, cultivada em solo rico em matéria orgânica e bem drenado.

    A poda é realizada na ponta dos brotos e a rega deve ser abundante, principalmente na Primavera, tomando estes cuidados você terá flores de beleza contínua, sendo que esta bela herbácea mantém-se florida praticamente o ano todo.

    lua1

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    impatiens

    Apostando na espécie certa para o seu ambiente, você pode aproveitar o espaço perto da janela para plantar flores.
    Veja as melhores indicações.

    Qualquer cantinho, inclusive sua janela, podem se tornar um lugar especial para acomodar seu jardim. Além de embelezar o ambiente, um jardim vira uma fonte de paz e inspiração para toda a família. Por isso, vale a pena montá-lo em qualquer canto, inclusive na sua janela.

    Aprenda qual flor é melhor para seu espaço e os cuidados que devem ser adotados para que elas floresçam lindas e fortes, seguindo as dicas do arquiteto Gustavo Curcio.
    Se a janela recebe diariamente mais 4 horas de sol.
    Flores de pétalas finas e arbustos de folhas delicadas são resistentes ao sol pleno, mas não descuide das regas. Alguns deslizes podem secar as plantas e até matá-las!
    O que plantar: rosa, jasmim, hortelã, alecrim, girassol, orégano, salsinha, manjericão
    Regar: 3 vezes por semana

    Se a janela recebe diariamente de 2 a 4 horas de sol.
    Cuide para que as folhas estejam secas durante o período de sol. Caso contrário, os raios queimarão a planta. No fim do dia, borrife água sobre pétalas e folhas.
    O que plantar: antúrio, lanterna japonesa, camarãozinho, brinco-de-princesa
    Regar: 1 ou 2 vezes ao longo da semana

    Se a janela recebe diariamente menos de 2 horas de sol.
    A regra para deixá-las lindas é manter a terra úmida, mas não encharcada. Tente reproduzir na sua casa o ambiente natural dessas plantas: um lugar bem ventilado, mas úmido e quente, como a mata perto de uma cachoeira.
    O que plantar: bromélia, samambaia, renda-portuguesa, maria-sem-vergonha
    Regar: 3 vezes por semana

    Se a janela recebe diariamente muito vento
    Bloqueie o vento excessivo instalando cercas de madeira nas laterais da janela e plante nelas espécies de trepadeiras. Além de charmosas, elas ajudam a manter a privacidade do seu lar.
    O que plantar: hera, cheflera, lambari, singônio, grama amendoim
    Regar: varia de acordo com a espécie escolhida

    Se sua janela recebe muita luz por dia, opte por flores de pétalas finas e arbustos de folhas delicadas.

    Antes de plantar as flores observe bem o local.
    - Todo cantinho com luz pode receber plantas, mas é bom descobrir quais as condições de sol, calor e vento que ele oferece para escolher as espécies ideais.
    • Durante alguns dias, observe a quantidade de sol e vento no local: anote a duração do período ensolarado e repare se a janela recebe muita corrente de vento.
    • Observe um dia chuvoso: a água chega a molhar o chão?
    • Esses dados servirão para decidir se a planta será de sombra, meia sombra ou sol pleno, além de indicar quantas vezes ela precisará ser regada e até se deve ser cultivada em área externa ou interna.

    Os passos para preparar bem o vaso:
    1. Escolha um modelo com furos na parte inferior, por onde possa escorrer o excesso das regas. Os de plástico retêm umidade, os de barro são mais arejados.
    2. Use cacos de telha ou pedras para fazer uma camada de 5 centímetros no fundo do vaso. Isso permite que a água passe e impede que a terra saia pelos furinhos.
    3. Misture terra vegetal e composto orgânico em partes iguais e coloque no vaso, fazendo uma cova para receber a muda.
    4. Tire a planta do saquinho em que ela vem, tomando cuidado para não mexer muito nas raízes. Ela sairá mais fácil se estiver com a terra úmida: mergulhe o saquinho num balde por alguns minutos e veja que moleza será tirá-lo.
    5. Centralize a planta no vaso e envolva o torrão de raízes deixando a terra 1 ou 2 centímetros mais baixa que a borda do vaso. Isso evita que ela transborde a cada rega ou chuva.
    6. Evite colocar pedriscos sobre a terra das espécies que ficam no sol direto – isso impedirá que a água evapore, deixando as raízes “cozidas”!

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    medir-o-pH-do-solo
    Existe uma maneira bem simples de se medir o potencial hídrico (ph)do solo e assim poder escolher qual planta cultivar.

    Passo a passo como medir o o ph do solo
    Você vai precisar de:
    1 repolho roxo;
    vários recipientes e uma pá.

    Procedimentos
    1 – Coloque várias folhas de repolho para ferver até a verdura liberar seus pigmentos e formar um caldo.

    2 – Deixe esfriar, peneire o caldo em um recipiente transparente e reserve.

    3 – Pegue uma mostra representativa do solo. Para isso, use uma pá de ponta. Coloque em um copo uma parte da terra que você retirou.

    4 – Coloque a mostra de solo em um recipiente e misture com duas medidas de água destilada.

    5 – Misture até homogeneizar e deixe repousar durante duas ou três horas.

    6 – Quando tiver passado um tempo e você notar que a solução decantou, passe o líquido para outro recipiente.

    7 – Acrescente o caldo de repolho e misture delicadamente.

    8 – Se a mistura ficar vermelha, o solo é ácido. Se ficar verde, ele é alcalino.

    janel8

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    streptophylla

    Com apenas um saco plástico e um pouco de terra você pode reproduzir as suas plantas de maneira vegetativa.
    O principal benefício da reprodução assexuada é que as plantas obtidas serão cópias exatas da planta-mãe, ou seja, conservarão as mesmas características.

    Material necessário
    Estilete ou uma navalha
    1 sacola plástica (de supermercado)
    Terra preta (quantidade necessária)

    Passos
    - Identifique um broto entre os talos aéreos da planta que você quer reproduzir. Os brotos contêm tecido meristemático, necessário para o crescimento.

    - Com um estilete ou uma navalha faça um talho sobre a epiderme do talo no lugar onde se encontrar o broto escolhido. O corte deve ser oblíquo e feito só até a metade do talo.

    - Coloque uma xícara de terra preta no fundo de uma sacola de plástico e umedeça.

    - Coloque o talo na sacola e apóie a superfície cortada com cuidado sobre a terra.

    - Amarre a sacola no talo. A terra servirá como substrato para o crescimento das raízes no lugar do corte, por isso deixe a sacola de forma que ela não sofra movimento.

    - Depois de algumas semanas as raízes terão crescido o suficiente para realizar a divisão desta nova planta.

    - Corte o talo a uns 5 cm dos dois lados da sacola.

    - Retire cuidadosamente a sacola e coloque a nova planta no lugar que tiver destinado para ela. Procure manter intacto o torrão de terra que acompanha as raízes.

    Você também pode gerar mais de uma planta repetindo o procedimento em vários talos ao mesmo tempo.

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