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vasos

Com a proibição do uso do xaxim, a fibra de coco é sem dúvida o melhor substrato para o cultivo de orquídeas. Devemos dar preferência a vasos de cerâmica bem porosos. Para as plantas que gostam de mais umidade, podemos usar vasos de plástico. Mas para aquelas plantas que gostam de ter suas raízes aéreas, o ideal é o cachepô (cesto de madeira em sarrafinhos).

O vaso de fibra de coco é ideal para a maioria das plantas, mas está ficando escasso e a vigilância no corte dos troncos da planta samambaia ussu está mais rigoroso.

Quando cultivar as plantas em vasos, de cerâmica redondo, com furo no fundo e nas laterais, ou cônicos e também no de plástico, não se esqueça de colocar no fundo, em até um terço do recipiente, cacos de cerâmica limpos e picados, ou brita, ou isopor picado,ou ainda pedregulhos (pedras quando é peneirada a areia grossa) que é de bom resultado para obter perfeita drenagem. Os seedlings (plantas pequenas que ainda não floresceram) prosperam melhor em pequenos vasos plásticos e que tenham como substrato o Sphagnum vermelho .

DICAS PARA O REPLANTIO DE ORQUÍDEAS
1 – Deixar a fibra de cocoo, a casca de pinus, as folhas secas e o próprio vaso de molho, no mínimo uma hora, com água sanitária (1/3 de copo para 8 litros de água). Enxaguar em água limpa, quantas vezes for necessário, para retirar os resíduos da água sanitária.

2 – Utilizar o item anterior úmido (já escorrido)

3- A ordem do substrato no vaso:
a) Uma camada de xaxim desfibrado.
b) Uma camada de casca de pinus.
c) Uma camada de folhas secas.
d) Uma camada de carvão triturado (moinha de carvão).
e) Meia colher (sopa) de farinha de osso ou outro.
f) Uma camada de xaxim desfibrado, até faltar dois dedos para preencher o vaso.
g) Colocar a muda já preparada na posição correta e prende-la.
h) Completar com xaxim desfibrado (não cobrir totalmente o rizoma).
i) Trançar varetas de bambu para firmar a muda e o xaxim.
j) Colocar tutores (caso necessário) e amarrar os caules e folhas (posição vertical).
k) quando o vaso for de plástico ou de barro (principalmente o cônico), colocar no fundo para drenagem: cacos, britas, pedregulhos, ou equivalentes.

4 – Depois de pronto mergulhar o vaso completo no tanque ou balde, por uns três minutos até sair todas asbolhas de ar, ou debaixo da torneira, retirar e deixar escorrer.

5 – Permanecer o vaso em lugar coberto, sem incidência do sol direto, por um período de 07 (sete) a 10 (dez) dias.

6 – Nesse período não precisa aguar, somente borrifar as folhas diariamente.

7 – Depois desse período, levar o vaso para o orquidário, evitando o sol direto.

8 – Colocar a etiqueta com:
a) O número do vaso.
b) Data do envasamento.
c) Nome da Orquídea.
d) No verso as datas de floração.

9  -  Para melhor controle, usar um fichário com todos os dados da orquídea e seu histórico.

10  – Adubar somente depois de 06 (seis) meses.

DICAS SOBRE OS VASOS DE FIBRA DE COCO
a) Ao comprar, procurar aquele mais rígido e não o mole ou com nós.

b) Colocar o vaso de molho, com água sanitária, no tanque ou balde, com um peso em cima (pedra).

c) Retirar após uma hora ou no dia seguinte, deixar escorrer (posição inclinada).

d) Tirar o miolo do fundo, caso esteja apodrecido, com uma faca e colocar um tampão no buraco.

e) Depois seguir das dicas do substrato (ordem)

- Vasos de Barro ou Plástico
a) Para certas orquídeas, o ideal é o vaso de barro redondo com furos de drenagem no fundo e laterais.

b) Cobrir esses furos, por dentro, com tela (mosquiteiro) usando cola de sapateiro, evitando assim a saída de substrato e entrada de insetos.

c) Medir a distância entre os furos para o gancho de pendurar.

d) Caso estejam com medidas diferentes, marcar o diâmetro, com fita métrica, e dividir em 06 (seis) partes iguais, furar, podendo ser aproveitado os furos existentes, para prender a haste e passar a vareta de bambu.

e) Sendo o vaso de barro cônico, preencher o fundo com pedras (brita, pedregulho, cacos ou outro material). Também, no redondo, se desejar, pode colocar isopor picado cacos de cerâmica ou pedriscos, para drenagem.

f) sendo o vaso de plástico, as pedras servirão também para dar equilíbrio.

g) Para furar um vaso de plástico use uma haste de metal pontiaguda, aquecida na chama do fogão.

- Vaso Cachepô
a) Praticamente já está pronto para uso. Verificar se há frestas largas no fundo, que possa perder o xaxim desfibrado, procure tampa-la.

DICAS SOBRE OS SUBSTRATOS
- Coco desfibrado

a) Deve ser peneirado antes de colocar de molho, caso esteja com muito pó.

b) No tanque ou balde coloque a fibra de molho com água sanitária, no mínimo uma hora, depois passar em água limpa (enxaguar).

c) Retirar as fibras apertando-o com as mãos, para escorrer o caldo, depois colocar dentro de uma peneira uma peneira, para escorrer e secar um pouco.

d) Guardar as fibras, ainda úmida, em um saco plástico ou de ração e amarrar, caso não for usá-la de imediato.

e) Cuidado com entupimento do ralo do tanque. Retire a água com caneca e passe na peneira.

- Casca de pínus
a) Peneirar e se possível separa em tamanho.

b) Colocar de molho com água sanitária ou ferver.

c) Cobrir com uma tábua e peso para não boiar a casca de pinus, ou dentro de um saco poroso (cebola), depois passar em água limpa.

d) Escorrer em uma peneira e de ixar secar um pouco, guardando-o em saco plástico.

e) Pode também enriquecer a casca, colocando-a de molho em água limpa com fertilizante.

- Folhas secas
a) Dê preferência a folhas miúdas, como de jabuticabeira.

b) Sendo colhidas em lugar cimentado, onde não há impurezas, não precisa lavar.

c) Caso sejam colhidas sobre terra, deve peneirar, retirar as impurezas e se possível deixar de molho em água sanitária, dentro de um saco.

d) Retirar, escorrer na peneira e deixar secar.

- Carvão moído
a) Dê preferência a moinha de carvão ou carvão triturado (quebrado).

b) O carvão servirá para manter a umidade e diminuir a acidez do substrato (Ph).

c) Dar nutrientes à planta (potássio K – 15%) e compensar com a farinha de osso que tem 2% de NITROGÊNIO (N), 24% de FÓSFORO (P).

d) O nitrogênio (N) estimula a brotação e o enfolhamento.

e) O fósforo (P) incentiva a floração e frutificação.

f) O potássio (K) fortalece os tecidos vegetais e torna as plantas mais resistentes às pragas.

MUDA A SER REPLANTADA
a) Verificar se a planta não está com flor ou espata para florir.

b) Verificar também se o novo broto não está pequeno, que possa quebrar com o manuseio de retirar do vaso, limpar as raízes, etc.

c) Se a planta estiver em um vaso de barro ou plástico, colocar de molho por alguns minutos, passar uma faca em volta do vaso por dentro, bater no vaso, por fora e no fundo com a mão.

d) Com uma vareta de bambu retirar o substrato velho e pedras, desmaçarocar as raízes.

e) Cortar as raízes velhas e muito longas, folhas e bulbos secos.

f) Em água corrente lavar as raízes com auxílio da vareta de bambu.

g) Separar em mudas (nota: no mínimo de três bulbos ou pseudobulbos) e com frente para brotar ou brotada e ou da touceira.

h) A separação de muda de rizoma horizontal, faz-se o corte total ou com antecedência, ainda o vaso, meio corte, para forçar a brotação (Nota: cicatrizar o corte com pasta dental ou cicatrizante).

i) Estudar a melhor posição e maneira de fixa-la no novo vaso.

- Acabamento
a) Trançar varetas de bambu, já retirado um pouco do miolo e quebrado as quinas do bambu, para não ferir a muda.

b) Colocar a etiqueta com número, data de envasamento, nome, etc.

c) Prender a etiqueta em uma haste de fio de cobre ou amarrá-la no vaso.

d) Colocar tutores e amarrar, caso seja necessário, os bulbos ou folhas na posição vertical.

e) Mergulhar o vaso no tanque ou balde para sair as bolhas, fazer o batismo e drenagem.

f) Retirar, deixar escorrer e guardar em lugar coberto por sete a dez dias.

g) Não precisa, nesse período, colocar água, somente borrifar água nas folhas.

O VASO IDEAL
a) Devemos dar preferência a vaso s de cerâmica bem porosos, com furo no fundo e nas laterais para drenagem.

b) Para plantas que gostam de mais umidade, podemos usar vasos de plástico, incluindo os seedlings (plantas pequenas que ainda não floresceram).

c) O vaso de xaxim é ideal para a maioria das plantas, mas está ficando escasso e a vigilância no corte dos troncos da planta samambaia-assu está mais rigorosa.

d) Muitos orquidófilos, entretanto, preferem cultivar suas plantas em cachepô (gaiolas) armadas com sarrafinhos de madeira. Esse recipiente elimina a necessidade de materiais de drenagem e facilita o transplante, além de ser indispensável para algumas espécies que dão flores por baixo do raizame. É leve e ideal para fixação da planta e no acabamento com varetas de bambu.

e) O vaso deve ser proporcional do tamanho da planta (muda). Um vaso grande para uma muda pequena, sobra muito espaço para o crescimento das raízes, desequilibrando com a parte superior da planta, ou retém demais a umidade, causando apodrecimento das raízes.

ONDE CULTIVAR
a) Quase todas orquídeas desenvolvem-se em locais onde são protegidas da luz solar direta: o movimento das folhas nas copas das árvores garante-lhes luz filtrada e intermitente.

- Ripado
Em função das condições climáticas de grande parte do território, a cultura das orquídeas em ripados torna-se mais adequada. Fácil e barato, resolve quase sempre a questão do local para a cultura.

- Sombrite
Hoje, em lugar de ripas, podem colocar-se telas plásticas, sendo as mais adequadas aquelas que dão maior ou menor luminosidade de acordo com a região.

- Estufas
Existem plantas que precisam vive r em ambiente mais controlado e portanto preferem a estufa. As vantagens da estufa são: controle da temperatura, regas, luminosidade, temperatura e umidade mais estáveis.

b) Com a associação do item (a) e sombrite pode-se obter sucesso. No interior da cobertura, constrói um estrado de madeira. Sob o estrado podem-se cultivar avencas, samambaias, begônias e outras plantas, o que ajuda a aumentar a umidade do ar. Sobre o estrado, pode dispor das orquídeas terrestres que requerem menos luz. Aoteto penduram-se as orquídeas que exigem mais luz, porem não em grande número, para evitar que o sombreiem em demasia as outras plantas. Irrigação com jatos de água pulverizada facilita a distribuição da rega.

REGRAS BÁSICAS
Quatro são os fatores básicos: Luminosidade, Umidade, Temperatura e Ventilação.

- Luminosidade
Como vimos no item anterior, quase todas as orquídeas desenvolvem-se em locais onde são protegidas da luz solar direta: o movimento das folhas nas copas das árvores garante-lhes luz filtrada e intermitente. Apenas algumas espécies vivem sob o sol direto; mas nesse caso, elas são protegidas pelo vento constante que refrigera suas folhas. O importante é que você observe constantemente se a luminosidade do ambiente é a adequada para suas orquídeas. Se há excesso de luz, as folhas tornam-se amareladas; se há escassez, elas ficam verdes escuras, crescem mais alongadas e a planta não floresce. A iluminação ideal proporciona floração regular e folhas verdes claras e brilhantes.

- Umidade
A maioria das orquídeas aparece no ambiente natural, em locais onde há alta umidade atmosférica (cerca de 50%). A necessidade de água, no entanto, varia para cada espécie. As plantas com raízes muito finas, folhas frágeis ou sem pseudobulbo, exigem substrato sempre úmido. As de folhas duras e com pseudobulbo, só devem ser regadas quando o substrato está quase seco. Nuca regue nos dias mais frios no inverno. A regra geral é aumenta a umidade na medida em que aumentam a luz e calor e diminui-la proporcionalmente.

- Temperatura
A aclimatação das orquídeas não é muito fácil de ser conseguida por amadores. As espécies nativas das regiões muito úmidas, por exemplo, não suportam grandes oscilações da temperatura ou da umidade atmosférica. As orquídeas, em geral, precisam de temperaturas altas durante o dia, com uma queda acentuada de 10 a 15º C à noite.

- Ventilação
A criação de um microclima adequado para as orquídeas é condição fundamental para seu cultivo e para isso o controle dos ventos e correntes de ar é básico. Uma brisa suave e constante é sempre necessária a fim de amenizar a intensidade do calor e da luz e reduzir o excesso de umidade responsável por várias doenças. Toda brisa quente e seca é benéfica; os ventos frios e úmidos, no entanto, podem ser perigosos, provocando manchas ou até mesmo o apodrecimento dos botões e das hastes.

Vasinho de Flores

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Orquídea Vanda branca

Características muito particulares
Orquídeas não são parasitas. São capazes de sintetizar substancias orgânicas com base em inorgânicas e, portanto, conseguem produzir o seu próprio alimento. Como a maioria das plantas, as folhas das orquídeas contêm um pigmento verde chamado clorofila, essencial para a sua nutrição.

Quimicamente, a clorofila é semelhante à hemoglobina, o pigmento vermelho encontrado no sangue. É este pigmento que, nas plantas, capta a energia do sol. Ao atrair as minúsculas partículas de luz chamadas fótons, uma parte da energia que absorvem é usada para “quebrar” as moléculas de água (H2O) presentes nos tecidos vegetais, separando o oxigênio (O) do hidrogênio (H). O oxigênio é então liberado na atmosfera, enquanto o hidrogênio reage com o dióxido de carbono (CO) existente no ar, convertendo-se em açúcares e amidos, com os quais a orquídea supre uma boa parte das suas necessidades alimentares.

A orquídea em detalhes
Algumas pessoas, quando estão começando a mexer com jardinagem, às vezes questionam: as flores são tão parecidas. A amarilis e o lírio, por exemplo, não são espécies de orquídeas?

A resposta é não. O detalhe que mais caracteriza a flor da orquídea talvez seja a sua coluna, o conjunto formado pelos órgãos sexuais masculino e feminino. Enquanto nas outras plantas estes órgãos são completamente separados, nas orquídeas formam um conjunto único que recebe até um nome diferente: Gonostêmio

Jóias do Reino Vegetal
Além disso, a flor da orquídea tem três sépalas (as peças do cálice) bastante desenvolvidas, que se alternam com igual número de pétalas. São as sépalas que envolvem e protegem a flor em botão, mas, enquanto na maior parte das flores são de cor verde, nas orquídeas tornam-se tão coloridas quanto as pétalas. Uma das pétalas, aliás, é sempre muito diferente das outras duas e recebe o nome de labelo. É desse labelo, sempre mais forte e mais colorido, que exala o perfume destinado a atrair os insetos polinizadores.

Outra curiosidade. Na maioria das orquídeas, o botão floral cresce em posição vertical. Mais tarde, no entanto, ele se deita e faz a chamada ressupinação, um movimento de 180º, destinado a colocar o labelo na posição horizontal – como se fosse uma plataforma ou uma pista de aterrisagem – com vistas a facilitar ao máximo o trabalho dos agentes polinizadores.

Existem alguns gêneros de orquídeas, é verdade, como o Epidendrum e o Hormidium, cujas flores não fazem esse movimento. Por isso mesmo são de dispersão mais difícil, na medida que seus polinizadores precisam fazer verdadeiros malabarismos para visitá-las, descobrir a antera e levar o pólen das políneas para o estigma. Em qualquer caso, se tudo der certo, após a polinização a flor se fecha. Aí, mal comparando, é como se estivesse grávida. O ovário começa a se desenvolver e, muito lentamente, em cerca de um ano, transforma-se num fruto do tipo cápsula, que conterá de trezentas a quinhentas mil sementes.

Sementes diminutas, quase microscópica s, constituídas apenas do embrião, sem nenhuma substância nutritiva de reserva para vir a ser utilizada nas primeiras fases de um eventual desenvolvimento. Em todo caso, são sementes tão leves, que poderão facilmente ser carregadas a longas distâncias pelo vento.

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Vanda de color rosa-púrpura

As surpresas das orquídeas despertam a sensibilidade de pessoas das mais diferentes idades. Aprenda a iniciar o cultivo e manter saudáveis estas plantas. O pequeno e simples trabalho aqui apresentado é dirigido especialmente aos orquidófilos iniciantes. É uma forma prática de facilitar o êxito no cultivo das orquídeas das diferentes espécies e também híbridos.

1 – A orquídea é uma flor composta de três sépalas, duas pétalas e um labelo. O labelo é uma pétala modificada e sempre mais bonito e colorido.

2 – Orquidófilos são aqueles que cultivam e colecionam orquídeas. Geralmente, são pessoas que gostam e cuidam de plantas.

3 – A orquídea é vista pelo orquidófilo mais como um “objetivo vivo de coleção”, que propriamente apenas como uma flor.

4 – Existem orquídeas de todas as formas e cores. Aos poucos, o principiante vai selecionando as plantas de sua preferência.

5 – A orquídea, de um modo geral, é planta epífita, ou seja, vive sobre árvores ou outras plantas, sem causar-lhes mal algum porque não são parasitas.

6 – Quem adquire uma orquídea deve cuidar dela o mais próximo possível de como ela vive ao natural. Portanto, plante-a de um modo que imite as próprias condições do seu habitat.

7 – Em nosso meio, o modo mais comum de se plantar uma orquídea epífita é em xaxim desfibrado, adaptando-a a um vaso de barro. Ela também pode ser plantada em vaso de xaxim, vaso de plástico ou placa de xaxim, cachepô ou outros substratos, como piaçava, fibra de coco e casca de pinus. É importante não usar terra nas orquídeas epífitas.

8 – Existem poucas orquídeas terrestres e algumas rupestres ou rupícolas, que vivem sobre pedras. Essas podem ser cultivadas em mistura de areia grossa e xaxim desfibrado, sempre com duas partes iguais de cada ingrediente.

9 – É muito importante fazer uma drenagem perfeita no vaso em que será colocada uma orquídea. De preferência, os vasos devem ter pequenos orifícios na lateral e no fundo na parte interna. Coloque uma camada de cacos de cerâmica, pedras tipo brita ou pedregulhos em até 1/3 ou 2/3. O excesso de xaxim conserva muita umidade e pode provocar podridão das raízes.

10 – Lembre-se sempre do seguinte: as orquídeas morrem muita mais por excesso de umidade e sombra do que por alta de luminosidade e ambiente seco.

11 – A adubação é um tema controvertido e só deve ser aplicado às orquídeas de acordo com cuidados especiais. Adubos orgânicos ou químicos precisam ser usados sob orientação de orquidófilos experientes. Convém lembrar que o aproveitamento do adubo é muito relativo. Não se deve esperar resultados espetaculares com esse ou aquele produto. A absorção pelaorquídea é muito lenta e requer paciência por parte do cultivador. Lembre-se de que as orquídeas epífitas que vivem na galhada das arvores, não recebem nenhum adubo. Elas retiram do ar úmido e dos resíduos de poeira os ingredientes necessários. Vivem perfeitamente com a luminosidade filtrada do sol entre as folhas e o fator umidade vem das chuvas, das neblinas e do orvalho noturno, com a drenagem própria das condições de vida.

12 – O combate às pragas, como insetos, caramujos, lesmas, e doenças, como fungos, vírus e bactérias,deve ser orientado por especialistas. Cuidado com os excessos, tanto para as plantas como para os cultivadores. Às vezes, é preferível limpeza com água e sabão ou com o corte da folha ou pseudo-bulbos atacados.

13 – Nunca coloque o vaso em suporte com água. Faça poucas regas, cerca de uma ou duas por semana. As raiz es das orquídeas preferem retirar a umidade do ar.

14 – Um bom hábito para o orquidófilo é, nos dias quentes, molhar bastante o piso do orquidário sem atingir as plantas. A umidade que evapora do chão proporcionará equilíbrio para as plantas.

15 – A produção de orquídeas é um pouco complicada e trabalhosa. É preferível comprar os exemplares desejado de comerciantes especializados. Os resultados são bem mais compensadores.

16 – Cada espécie tem um nome em latim identificando uma época própria da floração, que se repete todos os anos.

17 – Espécie é a unidade. O cruzamento entre elas resulta em planta da mesma espécie.
Híbrido é o cruzamento de duas espécies diferentes, uma espécie com cruzamento de híbrido ou híbrido com cruzamento de híbrido. O nome completo do híbrido não é latino.

18 – Cultivar orquídeas é contribuir para a conservação de uma das mais preciosas plantas que a natureza criou. É ter perto de si um ser encantado, que nos envolve, exigindo apenas um pouco de cuidado e que cada ano, nos presenteia com lindas e atraentes flores.

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Begonia

São plantas essencialmente do gênero Begonia, família Begoniaveae. São, de maneira geral, plantas ornamentais de folhagem característica, e ocasionalmente flores atraentes. O gênero begônia inclui mais de 2.000 espécies e híbridos, de aspecto e hábito tão variados quanto o seu número e é impossível enumerá-los todos aqui.

As begônias provêm principalmente da América tropical, de florestas úmidas ou nichos de umidade das savanas, com muitas espécies epófitas ou rupícolas, embora a maioria seja terrestre.

Algumas espécies apresentam tubérculos subterrâneos que as mantêm vivas por muitos anos, embora a parte aérea normalmente pereça no fim de cada ciclo anual. As assim chamadas “begônias tuberosas” são apreciadas por serem plantas duradouras, que podem ser armazenadas em forma de tubérculos fora da terra durante algum tempo para rebrotar na época apropriada. Outras begônias, mesmo sem tubérculos, podem se tornar espécies bastante longevas, sobrevivendo por décadas mantendo seu viço. Quase todas as espécies se propagam por meio de rizomas.

Algumas são apreciadas principalmente pelas flores, outras pelas suas folhas decorativas e outras ainda pelas flores e folhas.

As folhas das begônias são, sem dúvida, o seu maior atrativo. De forma reniformes, incomuns, e usualmente extremamente coloridas, são muito visadas para canteiros sombreados (onde normalmente as espécies mais apropriadas têm folhagem verde-escura

As flores das begônias são pequenas, ornamentadas por brácteas brancas ou coloridas, que se tornam seu principal atrativo. A maioria das espécies possui brácteas pequenas, ou de colorido pálido que, em contraste com a folhagem, perdem seu valor. Entretanto, certas espécies, como Begonia elatior, Begonia cucullata e Begonia tuberosa são avidamente procuradas por suas flores coloridas, que variam do branco ao vermelho.

begonia-elatiorBegonia eliator

Begonia cucullataBegonia cucullata

Begonia × tuberhybridaBegonia × tuberhybrida

As begônias variam em tamanho, desde a muito pequena, rastejante, à de caule forte e ereto de 2,50 – 3 m de altura. Todas apresentam, no entanto, certo número de características comuns.

Com efeito, quase todas têm folhas assimétricas emergindo alternadamente ao longo do caule e tendo por vezes, na sua base, uns apêndices (estípulas). Além disso, como a maioria é originária de florestas tropicais úmidas, onde cresce em locais sombrios, por isso não apreciam luz forte.

Muitas espécies dão flores em cachos com pedúnculos curtos que emergem das axilas das folhas. Como características comuns, possuem flores unissexuadas, isto é, flores masculinas e femininas separadas.

Cada cacho é normalmente composto de flores de um só sexo. As flores masculinas são geralmente mais vistosas, em parte porque as suas pétalas apresentam formas e tamanhos diferentes, enquanto as da flor feminina se assemelham muito. A característica principal da flor feminina é o ovário trilobado, imediatamente atrás das pétalas. As flores femininas, embora murchando ligeiramente, podem durar semanas ou mesmo meses, mas a flor masculina tem tendência para cair dois ou três dias depois de abrir.

Dado que este gênero é muito vasto, considera-se geralmente dividido em grupos baseados nas diferenças ao nível dos órgãos de armazenamento ou de estrutura das raízes destas plantas. Umas têm raízes fibrosas (como a maior parte das plantas). Um segundo grupo é composto por espécies rizomatosas. Um terceiro grupo inclui espécies de raiz tuberosas, logo com órgãos de armazenamento na base do caule.

Os métodos de cultivo variam de espécie para espécie. De maneira geral, são cultivadas em solos orgânicos, bem drenados, protegidas da luz solar direta e de correntes de ar, irrigadas com frequência.

Begônias de raízes fibrosas e rizomatosas – Cuidados
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As begônias de raízes fibrosas e rizomatosas que se cultivam principalmente pela sua folhagem precisam de luz forte, mas sem exposição a sol direto. As que se cultivam pela flor e suportam a luz solar requerem três a quatro horas diárias de sol directo.

- A temperatura ambiente normal de interior é a apropriada para plantas em crescimento ativo. As que têm um período de repouso no Inverno devem ser mantidas a cerca de 16ºC, mas nunca abaixo de 13ºC durante esse período. Todas as begônia são afetadas pelo ar seco. Coloque os vasos sobre tabuleiros com seixos úmidos e pendure um prato com água sob os cestos suspensos.

- Regue moderadamente as plantas em crescimento ativo, permitindo que os primeiros centímetros de terra sequem antes de voltar a regar. Durante o período de repouso invernal reduza as regas, permitindo que a metade superior da mistura de envasar seque entre duas regas consecutivas.

- Aplique um adubo líquido nas plantas em crescimento ativo de duas em duas semanas.

- Para o reenvasamente utilize uma mistura de envasar à base de turfa ou uma combinação em partes iguais de mistura à base de terra e terriço de folhas. Para melhor drenagem, coloque uma camada de 2,5 cm de cacos de barro no fundo dos vasos.

- Na Primavera, reenvase as plantas de raízes fibrosas. Quando a planta atingir um volume dificilmente manuseável, substitua anualmente a camada superior da mistura por uma mistura nova de envasar.

- As begônias rizomatosas têm raízes pouco profundas, sendo preferível plantá-las em vasos ou jardineiras. Reenvase as plantas rizomatosas apenas quando o rizoma cobrir toda a superfície da mistura de envasar; faça-o de preferência na Primavera. Desfaça-se de begônias rizomatosas já velhas, trocando-as por plantas novas mais atraentes. Quando envasar ou reenvasar uma begônia, espalhe simplesmente alguma mistura à volta das raízes e sacuda o recipiente com movimentos rápidos para acamar. Não a comprima com os dedos.

Propagação das espécies de raízes fibrosas
-
Obtenha estacas de 7,5-10 cm de comprimento e sem escapes florais no início da Primavera.

- Corte cada estaca imediatamente abaixo de uma folha, retire-a cuidadosamente e mergulhe a ponta cortada em pó de hormonos de enraizamento.

- Plante a estaca num vaso de 8 cm contendo uma mistura umedecida constituída por partes iguais de turfa e areia grossa ou perlite e introduza o vaso num saco de plástico ou mini-estufa.

- Exponha a sol direto velado até que nova rebentação indique que o enraizamento aconteceu (cerca de três a seis semanas).

- Retire o vaso do saco de plástico ou estufa e comece a regar moderadamente e a aplicar adubo líquido uma vez em cada duas semanas.

- Não regue em demasia, especialmente as begônias hirsutas, que apodrecem se forem mantidas num meio demasiado húmido.

- Cerca de seis meses depois do início da propagação, mude a nova planta para um vaso ligeiramente maior com mistura recomendada para plantas adultas e trate-a como tal.

- Muitas destas begônias podem ser propagadas por semente. As sementes são minúsculas e não devem ser enterradas quando semeadas. Misture-as com um pouco de areia fina antes de semear.

Propagação das espécies rizomatosas
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Corte pontas em crescimento do rizoma de 5-7,5cm de comprimento e trate-as como estacas de caule de espécies de raízes fibrosas. Como alternativa, pode na Primavera, cortar um rizoma em segmentos de 5-7,5 cm de comprimento, tendo cada um pelo menos um ponto vegetativo, e trate as pontas cortadas com pó de enxofre.

- Coloque cada segmento num vaso de 8cm, meio enterrado na mistura para enraizamento ligeiramente umedecida.

- Utilize como mistura para enraizamento partes iguais de turfa e areia grossa ou perlite.

- Coloque cada secção horizontal ou verticalmente, consoante a posição em que o rizoma-mãe se encontrava no seu recipiente.

- Coloque cada porção de rizoma plantado num saco de plástico ou numa mini-estufa e exponha a sol directo velado. As raízes deverão formar-se dentro de quatro a seis semanas.

- Quando duas ou três folhas novas tiverem surgido, descubra a nova planta, reenvase-a num recipiente apropriado com a mistura aconselhada para begônias e a partir desse tempo pode tratá-la como planta adulta.

- Quase todas as begônias rizomatosas podem também ser propagadas na Primavera a partir de estacas de folha.

- Arranque uma folha saudável com um pecíolo de 2,5-5cm e plante-a, com uma inclinação de 45º, num vaso pequeno com a mistura para enraizamento humedecida recomendada anteriormente.

- Encerre o conjunto num saco de plástico ou numa mini-estufa e exponha-o a sol direto velado. O enraizamento deverá ocorrer dentro de duas a três semanas, e várias plantas minúsculas começarão a aparecer de cada folha duas ou três semanas mais tarde.

- Quando cada uma dessas plantas tiver emitido pelo menos duas folhas, reenvase-as separadamente em recipientes de 8 cm contendo a mistura recomendada para begônias adultas. Antes porém de as tratar como tal, umedeça a mistura ligeiramente e volte a introduzi-las num saco de plástico por mais quatro semanas. As plantas aclimatar-se-ão deste modo às condições normais de interior.

As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

As begônias são plantas muito apreciadas pela grande maioria das pessoas graças às suas bonitas e coloridas flores e ao verde das suas folhas. Cultivar e propagar begônias não é uma tarefa difícil uma vez que não são necessários grandes cuidados.

Alguns cuidados para cultivar as suas begônias em envasadas
Para começar, você vai precisar dos seguintes materiais: adubo orgânico; cascalho ou areia grossa; mudas de begônias; terra adequada ao cultivo de begônias; vasos com 20 cm de altura no mínimo e com três ou quatro buracos no fundo e tela para facilitar a drenagem da água.

1 – Em primeiro lugar prepare o vaso onde vai plantar a begônia. A preparação do vaso de forma adequada vai ser decisiva no crescimento e na beleza da sua begónia.
- Coloque no seu fundo a tela (esta vai permitir uma correta drenagem da água e não vai permitir que a terra, assim como os nutrientes, escoem do vaso juntamente com a água). Depois adicione uma camada de cascalho de mais ao menos 5 cm de altura. Em seguida coloque a terra até metade da altura do vaso.

- Agora, coloque a begônia escolhida dentro do vaso bem no seu centro. Em seguida acrescente a terra (deixando cerca de 2 cm do vaso sem terra).
Com as mãos aperte e aconchegue a terra junto da begônia pressionando um pouco para que esta se mantenha direita durante o crescimento e as regas.

- Coloque um pouco de adubo orgânico na superfície da terra, mas distante da begônia e em seguida regue-a com um pouco de água (não exagere na quantidade de água). Se necessário acrescente um pouco mais de terra. Coloque o vaso dentro do prato e coloque-o no local da casa escolhido para a sua planta.

Dicas e avisos:
1 – As begônias adaptam-se muito bem a ambientes de interior não muito quentes. Devem ser colocadas em espaços com bastante luz, mas não com luz direta.

2 – Tenha atenção à rega, esta vai depender do local onde a planta se encontra, da temperatura da casa e do material do vaso escolhido. No entanto regue-a com mais frequência enquanto se encontra na primeira semana após o transplante, ou seja, na primeira fase de crescimento diminuindo a sua frequência à medida que o tempo passa. No inverno regue-a com menos frequência.

3 – Adube a begônia de duas em duas semanas.

Begônias dentro de casa
Escolha um tipo de begônia que cresça dentro de sua casa. É importante lembrar que alguns tipos de begônias são cultivados pelas flores de cores vibrantes, enquanto que outras são admiradas pela folhagem única e bela. A maioria das begônias compradas em lojas de jardinagem virá marcada como planta para ambientes internos ou externos.
Converse com um dos funcionários da loja de jardinagem para saber se sua planta crescerá bem dentro de um ambiente fechado.

Plante begônias em um bom solo
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Quando for colocar as begônias no vaso, você deve manter três fatores em mente: o tipo de solo, o tamanho do vazo e a quantidade de terra a ser usada.

- Quando escolher o material, você quer que o solo seja relativamente neutro ou ligeiramente ácido na escala pH.
- Seu vaso deve ter o mesmo tamanho de sua planta – você quer manter o crescimento de raízes em mente, mas não deseja que o vaso seja excessivamente grande.

- Um vaso grande demais pode acabar recebendo solo em excesso. Quando um vaso obtém solo demais, a terra pode ficar empapada e “afogar” as raízes da planta, matando a begônia.

Coloque as begônias em um lugar onde elas possam receber luz.
Begônias gostam de luz; portanto, coloque-as em janelas instaladas no leste ou no oeste, de maneira que as plantas obtenham muita luz do sol diariamente. Evite janelas localizadas no sul entre fevereiro e Setembro, já que elas não permitem a entrada de muita luz – isso, claro, se você não tiver cortinas que filtram a iluminação.

Se você optar pelo uso de luzes fluorescentes, será preciso colocá-las de 15 a 30 centímetros acima da planta. Você deve manter a luz acesa 12 horas por dia; ainda assim, alguns cultivadores permitem que a luz permaneça acesa por 14 horas. Mantenha em mente que você precisará regar sua planta com maior frequência quando usar luzes artificiais.

Mantenha as begônias aquecidas. Você desejará garantir que a temperatura mínima durante a noite não fique abaixo dos 13°C . Begônias não lidam bem com o frio e sofrerão com as baixas temperaturas.

Regue as begônias cuidadosamente.
- Regue as begônias quando a superfície do solo parecer úmida, mas não empapada. Você deve regar as plantas com maior frequência quando fizer calor, quando a luz for brilhante demais e quando as begônias estiverem florescendo e crescendo. Regue a planta até a água sair dos buracos de drenagem.
- Permita que o solo se seque entre cada regada quando estiver lidando com as temperaturas menores e a iluminação mais fraca dos meses finais de outono e do início da primavera.

- É possível usar água em temperatura ambiente que tenha sido destilada. Você pode usar água drenada de pires e bandejas.

- Borrife água na folhagem de begônias do tipo Rex duas vezes por semana ou forneça alta umidade para evitar a queda das folhas. Use água quente na garrafa de spray.

Fertilize suas begônias.
- Você deve fertilizar suas plantas com um fertilizante solúvel para plantas florescentes uma vez por mês entre Fevereiro e Setembro. Você deve fertilizar suas plantas com menos frequências no final do outono e nos meses de inverno, pois a planta não conseguirá crescer estavelmente durante tal tempo.
- Misture o fertilizante de acordo com as instruções do produto.
- Espere três meses antes de fertilizar caso a mistura para envasar a planta já continha fertilizantes.

Cuide da planta regularmente.
- Você deve remover folhas e flores mortas. Você também deve aparar galhos quebrados para promover o crescimento da planta. Espane as folhas se necessário.
- Remova as pequenas flores das begônias do tipo Rex quando elas começarem a florescer para concentrar as energias da planta na folhagem.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim.

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