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Cactos_2

a) Não exagere na água
Não enxarque os cactos, isso é muito importante! Durante o período de crescimentos, os cactos precisam de mais água do que no período de dormência. Como regra geral para plantas, só deve ser regadas quando o solo estiver seco da rega anterior. Tenha sempre certeza que os furos de drenagem não estão obstruídos. Durante o período de dormência (inverno) as plantas devem ser regadas. Excesso de água causa danos as raizes. Em caso de dúvidas é mais seguro esperar alguns dias, tenha em mente que cacto em ambiente natural passam por longos períodos de secas e eles não são “projetados” para se desenvolverem em solos constantemente molhados.

b) Coloque o cacto em um local luminoso
A maioria dos cacto se desenvolvem melhor quando recebem pelo menos algumas horas de sol pleno por dia durante a época de crescimento. Isso não quer dizer que eles não crescam em uma janela virada para o norte, mas se desenvolverão mais devagar e menores. Em todo caso, pode-se deixá-lo perto de uma janela. Não espere que um cactus no meio da sala irá crescer de forma adequada. Cacto que não receberem luz o suficiente, irão “estiriolar”, irão se esticarem em busca de luz e apresentarão cores verde claro ou em casos extremos amarelo/branco. A região estiriolada é muito mais fina que o normal e será sempre visível mesmo após o cacto voltar a crescer em condições ideais. Não coloque mudas jovens expostas diretamente ao sol! Se elas se tornarem rosa/roxa estão recebendo muita luz.

c) Use um fertilizante especial para cacto
Ferilizantes liquidos podem ser usados espirrando (via borrifador) somente na faze de crescimento ativo. Use um fertilizante com baixos níveis de nitrogênio como 5-10-10 (NPK) ou similar a cada 2-3 meses. Os fertilizantes para cactus disponíveis também servem desde que tenham baixos níveis de nitrogênio.

d) Use um solo especial para cactos
Os substratos para solos disponíveis normalmente, não servem para a maioria dos cactos, esses substratos ficam demasiadamente molhados, o que promove danos as raízes a a haste.
Na maioria dos paises é possível comprar substrato próprio para cactos em lojas de jardinagem.

e) Use o vaso certo
Quando for trocar de vaso, troque por outro um pouco maior que o atual. Se o cacto vier sem um vaso, olhe o tamanho da “bola de raízes” (rootball) e use um vaso que seja cerca de 1 cm maior dos lados e o fundo. Um vaso muito grande pode levar ao enxarcamento do solo e irá danificar a raiz. Certifique-se sempre de haver furos no vaso para que ocorra a drenagem. Se tiver de escolher entre vasos de plástico ou argila, considere que nos vasos de argila, você terá de regar duas vezes mais do que nos de plásticos. Para iniciantes, os potes de argilas são os mais indicados pois drenam o solo mais rápido evitando o exarcamento do mesmo. Sob condições de muito calor os vasos de argila podem se tornar inviável por secar muito rápido o solo.

f) Regue seus cactos por baixo
Para se prevenir o surgimento de pontos na haste e nas raízes, as regas devem ser feitas preferencialmente por baixo do cacto. Coloque o vaso com o cacto em cima de uma tigela ou pote e adicione água na tigela. O solo irá absorver a água por baixo e manterá a haste seca. Descarte a água que sobrar após alguns minutos (se sobrar). Em caso das plantas estarem a pleno sol e a rega for feita por cima, poderão ocorrem queimaduras, visto que as gotas atuam como mini-lentes concentrando os raios solares.

g) Preste atenção quanto as pestes
A maioria dos insetos são branco / cinzas de cerca de 3mm de largura. Plantas infectadas geralmente ficam cobertas com “wooly spots” e uma substância de aspecto viscoso que é deixada pelos insetos. Pequenas infestações podem ser controladas sem o uso de pesticidas, simplesmente removendo a parte infectada com um estilete ou bisturi. Não recomendamos o uso de álcool no tratamento dessas plantas.
Grandes infestações podem ser tratadas com inseticida, sempre observando as normas de segurança e regulamentos locais sobre o uso de inseticidas.

h) Não atrapalhe o aparecimento de brotos e a floração
Se você quiser que os seus cactos apresentem flores, você não poderá movê-lo ou virá-lo durante a formação dos brotos. Choques fortes durante a formação podem fazer que os cactos perca todos os brotos.

i) Não regue demais o seu cactos!
Só para ter certeza que você não esqueceu: Não regue demais o seu cacto!

j) Relaxe
Não se preocupe, cactos são uma das plantas mais fáceis e resistentes de serem cuidadas. Em caso de dúvida se deve ou não regar, apenas não regue. Seria exagero dizer que cactos se desenvolvem mesmo quando negligenciado, mas existe uma certa verdade nisso.

barrinha florzinhas auis

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


árvores de jardim

O primeiro passo para escolher uma árvore é decidir que tipo de árvore você quer. Como é de se esperar, existem diversas variedades. Explicaremos as diferenças entre plantas com tronco e árvores florais e mostrar como comprá-las.

Plantas com tronco
Plantas com tronco, ao contrário de plantas herbáceas, crescem a partir do crescimento dos anos anteriores, ficando cada vez maior. Existe um limite, logicamente. Um pequeno arbusto nunca se tornará uma grande árvore, mas a maioria das plantas com tronco continua a aumentar de tamanho durante sua vida. Contudo, ao atingir seu tamanho máximo, seu crescimento é modesto.

O “tamanho total” de qualquer planta com tronco é um ponto altamente variável. Uma árvore em condições ideais de crescimento tornar-se-á muito maior do que a mesma espécie crescendo em um local para o qual é pobremente adaptada. Proteção de ventos fortes também ajuda plantas com tronco a atingir um tamanho elevado, já que os galhos não são tão sujeitos a quebrar. De uma maneira geral, árvores e arbustos crescidos totalmente expostos ao Sol serão muito mais largos e completos embora não tão altos. Se a mesma espécie tem de competir com outras árvores e arbustos (na floresta, por exemplo), ela normalmente irá crescer além da sua altura “máxima”, mas terá um hábito de crescimento estreito e com menos galhos. Tamanho e largura também dependem do espaço disponível. Um arbusto que pode atingir 3 m de altura e 2,5 m de diâmetro em um espaço aberto irá alcançar menos da metade disso se estiver plantada em um vaso, que restringe suas raízes.

As vinhas se diferem de outras plantas com tronco no fato de que elas se adaptam ao tamanho de seu suporte. Uma planta trepadeira pode ter a capacidade de atingir 15 m de altura, mas se estiver crescendo em uma grade de 2,5 m, ela não irá crescer muito mais do que a grade.

O tamanho e formato máximos de árvores e arbustos podem ser controlados pela poda. Normalmente cercas vivas de tamanho moderado tornar-se-iam árvores, mas seu crescimento pode ser controlado por tempo ilimitado através de podas bem feitas. Para reduzir a manutenção que tem de ser feita, tente escolher plantas que caibam no espaço. Ainda será preciso realizar poda, mas uma poda grande anual não será necessária.

Por essas e outras razões, os tamanhos dados aqui são apenas aproximados. Sabe-se que uma árvore atinge uma altura de 15 a 18 m, é isso que deve ser esperado dentro de 20 a 30 anos sob condições médias de crescimento. De uma maneira geral, a maioria das árvores e arbustos crescem muito mais rapidamente do que as pessoas esperam.

Algumas árvores e arbustos conseguem crescer alguns metros por ano. Plantas de crescimento rápido são ideais quando se espera resultados rápidos. A maioria dessas plantas, no entanto, também tem curto tempo de vida. Pode ser melhor para você plantar árvores e arbustos de crescimento rápido para dar rapidamente à sua paisagem um volume apropriado. Ao mesmo tempo, você pode plantar aqueles de crescimento lento, mas de vida mais prolongada que um dia irão preencher o esqueleto deixado na sua paisagem depois que as plantas de vida curta forem retiradas. Leia mais »

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Flor-estrela

Nome Científico: Stapelia hirsuta
Nome Popular: Flor-estrela, estapélia
Família: Asclepiadaceae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Apesar do aspecto, a flor-estrela não é uma cactácea. Seus ramos são projeções verdes e suculentas, como dedos, que apresentam quatro faces e uma linha serrilhada nos ângulos formados por estas faces. Os botões florais são de coloração verde-clara e apresentam a forma piramidal.
Quando abertos revelam flores magníficas, grandes, vermelhas e em forma de estrela, com o centro e os bordos muito peludos.
No entanto estas flores exalam odor desagradável que atrai as moscas, seus polinizadores, e os besouros.
A floração se estende do final do verão ao outono.

A flor-estrela é uma planta ideal para jardins-de-pedra, combinada com outras suculentas e cactos. Pode ser plantada em vasos e jardineiras também.
Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolera a sombra parcial e o frio subtropical. Em países de clima temperado necessita passar o inverno rigoroso em casas de vegetação.
O replantio bianual dá novo vigor à planta.
Multiplica-se por sementes, divisão da touceira e por estaquia das hastes suculentas.

buterfly

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GRAMA_ AZUL

Nome científico: Festuca glauca
Nome popular: grama azul
Família: Graminaceae
Origem: Europa e Ásia
Porte: Até 25 cm de altura.
Propagação: Por divisão de touceiras.

Características: Herbácea perene de folhagem azulada. Prefere o clima ameno do sul do país, e pleno sol.

A grama-azul tem folhas lineares, estreitas e macias, de coloração verde-escura azulada. É rizomatosa, isto é, o caule fica abaixo do solo e emite as folhas para cima. É indicada para diversos tipos de jardim, por ser resistente ao pisoteio e ter um ótimo acabamento.

Deve ser cultivada  em bordaduras (contornos de canteiros e caminhos), grupos ou compondo arranjos com pedras, a pleno sol em solos férteis e bem drenado.e rico em matéria orgânica, com adubações semestrais e regas periódicas (2 vezes por semana).
É contraindicada para locais quentes, devendo seu uso ficar restrito as regiões do sul do pais ou regiões serranas.
Deve ser aparada sempre que alcançar 2,5 a 3 cm. Vendida comumente na forma de placas, sementes ou mudas.

borboleta vermelha

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ipomeiaIpomoea horsfalliae

Trepadeiras são as plantas ideais para “vestir” de verde muros e paredes. Algumas espécies crescem rápido, como a tumbergia e o maracujá, que em seis meses cobrem completamente as superfícies.

O plantio pode ser feito das seguintes formas:

* fixas direto em muros – as trepadeiras devem ser plantadas em covas fundas rente ao muro, com espaçamento de aproximadamente 1 metro entre as mudas. As mais indicadas para esse tipo são a hera de inverno, com folhagem verde claro que muda de tonalidade no outono e cai nas épocas frias; a unha-de-gato, que se agarra com tenacidade à superfície e tem folhas verde escuro que caem totalmente no inverno; e a hera inglesa, ideal para climas úmidos.

* tipo cipó, fixas em tutor
– seu plantio deve ser feito a cada 20cm do muro e com espaçamento de pelo menos 2 metros entre as mudas. As espécies mais conhecidas são a tumbergia, de flores azuis, cujo crescimento deve ser controlado por podas; a sete-léguas, com flores que vão do rosa ao vermelho; e o maracujá, espécie frutífera, com florada exuberante.

* crescimento livre – as mudas devem estar a pelo menos 20cm do muro e com espaçamento de 1 metro entre elas. O jasmim estrela possui flores brancas e aroma forte, e gosta de espaço para desenvolver-se; as primaveras têm ramos longos e flores com várias cores; a alamanda dá volume aos muros, compondo uma massa verde com flores amarelas e violetas.

Algumas dicas extras:
* o volume e a forma da trepadeira são controlados através das podas; se a espécie tiver flores, a época mais indicada é após a florada;

* não usar vasos ou jardineiras se a intenção é cobrir totalmente o muro, pois as trepadeiras gostam e precisam de espaço;

* se houver frestas nos muros ou nas paredes, a unha-de-gato penetra nelas e pode provocar o alargamento da estrutura; deve ter suas pontas aparadas a cada dois meses, mantendo a forração com, no máximo, 10cm de espessura;

* duas espécies de trepadeiras não são recomendadas para paredes, em função do seu crescimento: a costela-de-adão, que se alastra pelo chão e sobe ao encontrar qualquer apoio vertical, e cujas raízes abundantes, grossas e vigorosas, fixam-se em trincas, transformando-as em rachaduras, que chegam a arrancar o reboco e até abalar a estrutura da casa; e a jibóia, de crescimento rápido que também pede um elemento condutor para subir. Suas raízes mútiplas, apesar de menos agressivas que as da costela-de-adão, podem causar estragos iguais.

regador

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Nopal_silvestre

Devido a coleta e destruição dos locais onde estas plantas ocorrem, obviamente muitas cactáceas se encontram em risco de extinção. Dentre as ameaçadas podemos citar: Ariocarpus, Astrophytum, Aztekium, Backebergia, Coryphanta, Echinocereus, Eichinomastus, Leuchtenbergia, Mammillaria, Pediocactus, Pelecyphora, Sclerocactus, Turbinicarpus e Wilcoxia.

Opuntia cochenillifera – O povo Asteca a utilizava para o cultivo de cochonilha, inseto que produz uma tintura vermelha a qual era usada para tingir roupas reais e cerimoniais.
Quando os espanhóis chegaram ao Novo Mundo, deram início a suas próprias plantações e enviaram esta tintura para a Espanha.
Atualmente existem muitas plantações no México para utilizar o corante em alimentos e batons.

Muitos espinhos de cactáceas são utilizados como palitos, agulhas ou pentes.

Mammillaria bocasana seu espinho é usado como anzol no México.

Calibanus hookeri (México) – contém uma substância parecida com sabão.

Trichocereus pasacanausado para construção de casas e como lenha na fronteira da Bolívia com Argentina, onde existem poucas árvores.

Pachycereus marginatus, Cereus jamacaru e outros - usados com cerca viva.

Ferocactusespinhos usados para coleta de frutos.

Diferentes espécies de Opuntia são usadas como alimento para o gado.
Opuntia pode ser usada para a produção de álcool.

Opuntia ficus-indicaseus frutos são muito apreciados. No Brasil é conhecido como fígo-da-índia.

Echinocereus triglochidiatus os frutos são usados para a produção de geléia.

Neowerdermanmia vorwerkii (Bolívia) – é cozida e comida como batata.

Opuntia subulata (México) – seus brotos novos são descascados, cortados e fervidos para fazer “nopalitos”.

Ferocactus wislizenisão adocicados em uma solução de açúcar para fazer um tipo de doce.

Oreocereus clasianus (Argentina e Bolívia) – seus tomentos são usados para enchimentos de travesseiros.

Stenocereus gummosus - eram assados e jogados na água para liberar suas toxinas e deixar os peixes intoxicados permitindo sua retirada com as mãos.

cactos

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Pragas e doenças:
Quando bem cultivadas, quase todas as suculentas e cactáceas normalmente não apresentam grandes problemas. As pragas mais comuns são pulgões e cochonilhas que podem ser controlados limpando a planta com uma pequena escova e com a aplicação de óleo de Neem, seguindo as indicações do produtor.

Estacas:
Estaquia é um método de propagação no qual se emprega um pedaço do caule, ou folha de uma planta para a produção de um novo indivíduo. Para se obter uma muda saudável a planta “mãe” deve ser livre de pragas e doenças. Leia mais »

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_suculentas

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o cultivo de nenhuma planta depende de “mão boa”. Isso é um mito. Depende sim de observação cuidadosa, dedicação, conhecimento e satisfação das necessidades das plantas. O cultivo de suculentas não é exceção.

Outro mito é o de que as suculentas não gostam de água. Elas não só gostam como armazenam água! O que deve ser evitado é a rega em excesso.

Nutrientes – No período de desenvolvimento, geralmente primavera e verão, as plantas, principalmente as cultivadas em vasos, necessitam de adubação com NPK. De maneira simplificada, tais nutrientes são responsáveis por: Leia mais »

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Dionaea4

Há somente uma espécie nesse gênero, a Dionaea muscipula, nativa de pântanos da planície costeira dos estados North Carolina e South Carolina, EUA. Embora sua extensão na natureza seja bem pequena, é a planta carnívora mais famosa e mais comum em cultivo dentre todas. Isso é devido, provavelmente, ao seu aspecto bem “carnívoro” de suas armadilhas.

A planta cresce em forma de roseta. Cada folha da roseta é constituída de um curto pecíolo, e, no extremo, a armadilha: dois lóbulos conectados pela veia central, providos de numerosas projeções nas bordas, como se fossem dentes. Em cada lóbulo há ao menos três pontiagudos “gatilhos”,

As presas são atraídas pelo odor do néctar secretado por minúsculas e numerosas glândulas, presentes em maior quantidade na superfície interna da armadilha. Quando sugando o néctar, é difícil não tocar nos “gatilhos”.

Para que a armadilha seja acionada, um mesmo “gatilho” deve ser estimulado duas vezes num curto período, ou dois diferentes acionados uma vez cada, também num curto período de tempo. Então os lóbulos se fecham sobre a presa em questão de décimos de segundo (se a planta não estiver muito saudável, este tempo poderá ser bem grande, impossibilitando a captura). Do modo como se fecham, os cílios se entrecruzam, formando uma espécie de jaula, da qual a presa não consegue escapar.

Se nada foi capturado, terá início o processo de reabertura (leva uns dois dias, aproximadamente) que, muitas vezes, dispende grande quantidade de energia. A obrigatoriedade de dois estímulos ajuda a evitar que as armadilhas se fechem à toa. Tal poderia acontecer, por exemplo, numa chuva: as gotas de água caem sobre os “gatilhos”, estimulando-os.

Mas se algo foi capturado, a presa tenta forçar a saída: ela se mexe mais e mais, estimulando ainda mais os gatilhos. Por isso, os lóbulos são fortemente pressionados um contra o outro, em toda sua extensão (antes, apenas as bordas se encostavam). Neste processo, a presa eventualmente morre esmagada. Daí é criado um ambiente hermeticamente fechado; as enzimas digestivas são lançadas sobre a presa e dá-se início ao processo digestivo.

Dependendo do tamanho da presa captura, a armadilha permanece fechada até 10 dias, e pode até morrer se a presa for muito grande. Terminadas a digestão e a absorção dos nutrientes, a armadilha reabre, revelando restos não digeridos da presa – geralmente a carcaça; resta ao vento ou à chuva fazer seu papel de levar embora estes restos.

Somente depois de algum tempo a armadilha volta a ficar ativa. A reabertura é um processo lento, durante o qual os “gatilhos” permanecem desativados. Na verdade, a reabertura depende do crescimento, ao contrário do fechamento que é extremamente r&aacutepido por envolver processos mecânicos (funciona graças à diferenças de pressão da água presente no interior dos lóbulos).

Cada armadilha tem um período de vida limitado. Estima-se que seja capaz de capturar e digerir no máximo três presas, então ela apodrece e morre. Se eventualmente capturar uma presa grande, esta pode ser a sua única. Novas armadilhas estão sempre sendo formadas conforme a planta cresce. Leia mais »

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Logo Balde adubo
Composto Simples 1
– 20% de farinha de osso e 80% de torta de mamona

barrinha de frutinhas

Composto Simples 2
Material

- Torta de mamona
- Farinha de osso
É preparado com partes iguais – 1 de torta e 1 de Farinha osso

Uso
2 colheres de chá para vaso pequeno ( 6×9 cm )
3 colheres de chá para vaso grande ( 20×30 cm )

barrinha de frutinhas

Calda de estêrco de vaca
Necessariamente um estêrco bem curtido. Deixar uma semana fermentando em uma lata ou tambor com água, sendo de 1/3 até metade do recepiente com estêrco.

barrinha de frutinhas

FERTILIZANTES Liquido
Material


-Fórmula 1 – Árvores Frutíferas

- Base – 1 litro de água
- 10% de torta de soja ou de mamona ou de grãos de colza. Prefiro a colza
- 15% de farinha de osso
- 05% de cinza de madeira ( se a árvore é de PH alcalino ) Substitua a cinza por enxôfre em pó, flor de enxôfre, se a árvore é de PH ácido.
- 5 grs de pó de folha de tabaco ou, o conteúdo de tabaco de 5 cigarros.

-Fórmula 2 – Demais Árvores

- Base – 1 litro de água
- 10% de torta de soja ou de mamona ou de grãos de colza. Prefiro a colza.
- 05% de farinha de osso
- 05% de cinza de madeira ( se a árvore é de PH alcalino ) Substitua a cinza por enxôfre em pó, flor de enxôfre, se a árvore é de PH ácido.
- 5 grs de pó de folha de tabaco ou, o conteúdo de tabaco de 5 cigarros.

PREPARAÇÃO
Deixe fermentar por um mês, recolha o líquido e jogue fora a parte sólida. Ao usar, faça uma solução de 1 parte do preparado para 10 partes de água, ou seja, uma solução de 10%. Regue apenas o solo do Bonsai

barrinha de frutinhas

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