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Protium_pallidum

O breu branco, é uma árvore é uma árvore pequena, de aproximadamente 10m de altura e com a espessura de 50-60 cm de diâmetro na base, seu tronco é fino, se comparado a grandes árvores da floresta. Habita matas de terra firme, em solo argiloso. Geralmente é encontrada nas margens do rio Jarí na Amazônia.

Sua resina macia, de odor natural agradável e fresco, produzido tem vários usos na cultura local, o principal é como defumador e incenso em rituais religiosos. É usado, também, como combustor para o fogo e como ingrediente para a calafetação de canoas. A coleta dos frutos é feita na Amazônia, no nordeste do Pará. Ao encontrá-lo no tronco, vê-se o reflexo claro da resina recém exsudada, semelhante a uma pedra bruta incrustada na madeira, que exala seu perfume fresco e envolvente quando tocado.

Para retirar o breu-branco do tronco da árvore, o mateiro passa o facão sob a base da crosta até retirá-lo. Quando não é extraído, a seiva vai “amadurecendo” e se solidificando até cair no chão para depois surgir novamente em seu tronco. Ainda incrustado na árvore, basta tocar o breu-branco para que o cheiro se solte.

Ao sofrer uma agressão, como uma picada de inseto, o Breu Branco libera uma seiva branca e brilhante como forma de defesa. A resina que sai pelos poros, a princípio lembra um mineral, com o tempo se solidifica e escurece. O breu-branco é quebradiço e inflamável, ao queimar libera um cheiro muito agradável.

Atualmente a indústria de cosméticos e perfumaria têm usado a fragrância do breu-branco como essência para a produção de perfumes, óleos e hidratantes.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A Moringa oleifera pertence à família Moringaceae, que é composta apenas de um gênero (Moringa) e quatorze espécies conhecidas. Nativa do Norte da Índia, cresce atualmente em vários países dos trópicos. É um arbusto ou árvore de pequeno porte, de crescimento rápido, que alcança 12m. de altura. Possui uma copa aberta, em forma de sombrinha e usualmente um único tronco

Foi trazida para a América como uma planta ornamental (devido às suas delicadas e perfumadas flores) que atualmente pode ser encontrada na África, Ásia e América, enfim, em regiões tropicais. É uma árvore de cultivo relativamente fácil, que se destaca por produzir sementes com as quais pode ser obtida uma suspensão capaz de clarificar águas turvas pela ação coagulante; este processo é responsável não apenas pela remoção de partículas causadoras de turbidez como também pela atuação em algumas bactérias presentes na água.

A espécie Moringa oleifera, é considerada por botânicos e biólogos, um milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. Rica em vitaminas e sais minerais, ela tem:

a) Sete vezes mais vitamina C que a laranja;
b) Quatro vezes mais cálcio que o leite;
c) Quatro vezes mais vitamina A que a cenoura;
d) Três vezes mais potássio que a banana;
e) Duas vezes mais proteína que o leite (cerca de 27% de proteína, equivalente à carne do boi);
e) Mais ferro que o espinafre;
f) Vitaminas presentes: A, B (tiamina, riboflavina, niacina), C, E, e beta caroteno.
g) Minerais presentes: Fósforo, Ferro, Selênio e Zinco.

Da Moringa Oleifera se utiliza:
Sementes
– De sua semente se extrai um óleo similar em qualidade ao azeite de oliva. Por ser a única planta conhecida que floresce todo o ano, é, também, considerada melífera, própria para a criação de abelhas. Seu mel é considerado medicinal e alcança elevado valor no mercado europeu. Pela produção intensiva de flores e sementes, estudos recentes recomendam seu plantio para extração de biodiesel de suas sementes.
As sementes verdes podem ser cozidas, iguala feijão branco, soja, etc., e servidas na forma de salada.

Folhas – Suas folhas e flores são comestíveis, para humanos e animais. Vem sendo utilizadas para alimentação de ovinos, caprinos, galinhas caipiras, coelhos e vacas leiteiras.

Flores – Das flores se faz um prato apreciado na Indonésia e Timor Leste, chamado makansufa, As flores são fritas em óleo de coco, e imersas em leite de coco, sendo comidas com arroz ou milho. As folhas e flores podem, também, ser consumidas em vitaminas ou sucos com outros legumes, como beterraba, cenoura, ou frutas como a laranja, maçã, melão, mamão, caju, abacaxi. etc.

Moringa OleiferaFlores da Moringa Oleífera

As flores também poderão ser utilizadas em um chá medicinal, recomendado para resfriados, de uso popular em vários países. O suco das flores ou folhas, pode compor caldos ou molhos, na sua forma natural para preservar vitaminas e sais minerais. É excelente no tratamento para redução de peso, e por ser rica em nutrientes, facilita uma reeducação alimentar sem agressão ao corpo e ao metabolismo.

As suas flores são muito utilizadas para alimentação de abelhas tipo Europa (Apis) ou as nativas sem ferrão. Produzem muito néctar para a alimentação das abelhas, florescendo o ano todo.De suas folhas, flores ou sementes, se pode extrair um produto, utilizado como decantador no tratamento de água para consumo humano, similar aos produtos aos químicos utilizados pelas companhias de tratamento de água.  As folhas maceradas em poças de água barrenta provocam rápida limpeza. Se não estiver contaminada, fica própria para o consumo. No Nordeste brasileiro esta planta já está sendo utilizada para este fim.

Vagens – As vagens novas podem ser cozidas, iguala aspargos ou vagens de feijão. E bastante utilizada desta forma no Haiti.

Cascas – De suas cascas se faz artesanato, pois são muito maleáveis e proprias para moldar e fazer cestos, trançados, etc.. Pode ser processada para extrair uma fibra, para produzir tapetes. Sua seiva tem gosto adocicado.  A casca e a resina, tem tanino, que é utiulizado para o curtimento de couros para a fabricação de calçados, bolsas, vestuário, etc.

Batatas - Pode-se plantá-la em canteiros, como uma hortaliça, e quando a planta atinge cerca de 30 centímetros, arranca-se o pé e se extrai uma batata para consumo alimentar. O sabor se assemelha ao rabanete. A seiva e a batata, tem todas as vitaminas da plantas em concentração. Essa batata pode ser comida em saladas ou refogados. Ou mesmo em sucos de frutas ou legumes. Após esse período de 30 dias a batata desaparece e transforma-se na raiz da planta.

Ornamental – Em muitos países se planta a Moringa como ornamental pois ela produz flores o ano inteiro, sendo a única planta conhecida com essa capacidade.

Celulose – Sua madeira é mole, mas é excelente para produzir celulose para fabricação de papel.

Como aumentar o potencial de folhas e folhas da planta

Como as terras do Brasil são, em geral, muito férteis, a tendência da planta é crescer muito rapidamente e produzir um tronco alto. Para aumentar o potencial de folhas e flores, pode-se utilizar a seguinte estratégia:

  • Quando a planta atingir 80 cm, quebre o ponteiro, para ela soltar novos brotos;
  • Deixe os novos brotos crescerem mais uns 50 cm e quebre as pontas de todos eles;
  • Quando os novos brotos atingirem outros 50 cm, quebre as pontas destes tambem;

Este procedimento irá ajudar a planta a formar uma copa mais ampla. Posteriormente, poderão ser tomados alguns cuidados, como cortar as pontas mais altas para a planta permanecer numa altura mais baixa e desenvolver galhos laterais, o que aumenta o potencial e produção de folhas e flores, que são os principais objetivos.

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jardins
Mais do que um cartão de visitas, os jardins são responsáveis por dar mais vida às residências. Eles fazem parte da história da humanidade. Suas origens estão ligadas à agricultura e domesticação das primeiras plantas, que aconteceu na pré-história.

Os jardins são responsáveis por dar mais vida às residências. Eles fazem parte da história da humanidade.

Suas origens estão ligadas à agricultura e domesticação das primeiras plantas, que aconteceu na pré-história. Desde então ocorrem transformações que podem ser caracterizadas pelos estilos de cada época e cultura.

Principais estilos de jardins:

- Oriental ou Japonês: Este tipo de jardim é facilmente reconhecido. Suas características são a presença de pedras e água, que podem ser através de lagos, riachos ou cascatas. As plantas são combinadas com pedras e rochas de várias cores, principalmente às claras, criando um ambiente calmo e prazeroso de ser observado. O Jardim oriental ou japonês pode acolher lírios-da-paz, bromélia-nidulária, bromélia-neoregélia, papiro e palmeiras de pequeno porte.

- Francês: É um tipo de jardim clássico e formal. As principais características são as linhas geométricas e a simetria do traçado, que podem abrigar círculos, quadrados, retângulos e tantas outras formas geométricas. Nele a vegetação é podada, com limite de jardim grandioso e um gramado. A poda das plantas representa o mesmo que topiaria.

- Rural: Geralmente, adaptado ao ambiente rural ou de fazendas ou sítios. A pavimentação é bem natural, com seixos, cascalhos ou brita. Os vasos muitas vezes são adaptados de antigas peças utilitárias, tais como cestas, carrinhos de mão laqueados em branco, etc. rodas de carroças antigas são utilizadas, como peças de adorno. As cercas são de madeira. Muitas vezes estas peças rústicas são combinadas com plantas de delicada textura e cor, a fim de se somarem num efeito de um romantismo despojado.

- Contemporâneo: O principal deste tipo de jardim é ficar em harmonia com as linhas da residência. Nestes jardins os elementos de decoração muitas vezes possuem linhas retas e simples e quase sempre dão vez ao “prazer de viver”. Geralmente as pavimentações são lisas, bem confeccionadas, de materiais caros e nobres, e a mobília adaptada ao modernismos de vida requerido dela. Os vasos podem ser quase esculturas ou jardineiras construídas para este fim.

- Formal: O estilo formal é facilmente reconhecível, pois tem um equilíbrio rígido e formal, um desenho geométrico, e usa bastante a topiaria como elemento decorativo de suas sebes e cercas vivas. A decoração é clássica e inspirada na Renascença Italiana. O jardim delineia um ambiente quase teatral e dramático, como esculturas clássicas. Os recipientes de plantas são vasos de cerâmica trabalhada e bem acabada, muitas vezes em feitio de urnas ou ânforas.

- Colonial: O estilo colonial pode se confundir com o rural, de vez que muitos de seus elementos decorativos provêm de antigas fazendas, do tempo colonial. Mas caracteriza-se principalmente, por incorporar materiais coloniais, assim como fontes e lagos.

- Mediterrâneo: Este é um jardim praieiro. As plantas utilizadas gostam de pouca rega, solo pobre e muita luz. Plantas tais como alecrim, o limoeiro, a videira e a nêspera, fazem parte desta ambientação. Elementos marinhos como conchas moídas para o pisoteio, ou acabamento de canteiros, também, compõem este estilo. Cerâmicas vitrificadas ou não, fazem a pavimentação. Pequenas fontes e pequenos pátios, também.

- Tropical: Toda a exuberância da flora das regiões tropicais está presente neste estilo, que utiliza predominantemente espécies nativas e traduz-se num jardim de desenho.

- Formal: Herança do jardim italiano e francês, este estilo é mais organizado, comportado e apresenta maior equilíbrio.

- Selvagem: Desarrumado propositalmente, este tipo, influência dos jardins ingleses, privilegia a natureza e a descontração, formando grandes moitas salpicadas de flores.

- Rochoso: Específico de climas quentes e agrestes, este jardim usa e abusa das múltiplas composições de pedras.

- Ecológico: Bastante atual, este tipo segue uma tendência que surgiu na Alemanha. É um jardim que busca a interação da planta ao mundo do homem.

- Árabe: Voltado para dentro, este jardim apresenta fontes e grandes pátios internos. Este tipo de jardim também é muito encontrado na Espanha, que sofreu grande influência árabe.

- Clean: Visualmente mais limpo, o estilo utiliza poucas espécies, mas de boa qualidade. Acompanha a tendência atual de construções com linhas retas.

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capim-do-texas

Nome popular:Capim-do-texas; Capim-chorão.
Família: Graminae (Poaceae)
Origem:
África.

O capim-do-texas é uma  herbácea perene, rizomatosa, entouceirada, de 40 a 60 cm de altura, de folhagem densa e inflorescências muto ornamenais.

As folhas são afiladas e longas, podendo ser verdes, avermelhadas ou roxas de acordo com a cultivar. As flores são reunidas, com aspecto de pluma, com cores que acompanham os tons da folhagem, sendo esbranquiçadas nas de folhas verdes e rosadas nas de folhas vermelhas e roxas, que se formam no verão.

As variedades mais comuns em cultivo são a “Rubrum”, “Cupreum”, “Atrosanguineum”, “Purpureum” e “Eaton Canyon”, uma miniatura.

Seu efeito paisagístico é muito especial, podendo ser cultivada em maciços, bordaduras ou em canteiros, assim como em vasos e jardineiras. É bastante indicada para jardins de pedras, e de baixa manutenção devido à sua rusticidade. Recomendado para o controle da erosão.

É considerada uma planta de alto risco de invasão ambiental. Atualmente há variedades estéreis em cultivo, com baixo poder invasivo, que só podem ser propagadas de forma vegetativa.

Gosta de pleno sol, mas toleram a meia-sombra. Adaptam-se a solos pobres, ácidos ou alcalinos. Suporta temperaturas mais frias, inclusive estiagem. Após as podas drásticas rebrotam com muito vigor.

Sua multiplicação é feita por divisão de touceira e pode ser feita em qualquer época do ano

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camaroamarelo
Nome Popular: Camarão-amarelo, camarão, planta-camarão
Origem: Peru

Características: O Camarão-amarelo é uma planta perene (vive mais de um ano), muito atrativa para beija-flores. Em países de clima temperado a planta é comumente usada na decoração de interiores, plantada em vasos. Mas no Brasil é mais utilizada nos jardins.

Sua inflorescência é amarelo-ouro, com flores brancas, fazendo dela uma planta muito vistosa e muito chamativa. Sua folhagem não deixa por menos, o verde escuro ajuda a destacar suas inflorescências.  O camarão-amarelo é cultivado em vasos, em grupos, ou em renques acompanhando muros, muretas e paredes, a meia-sombra ou em pleno-sol.

No paisagismo é indicada para bordaduras e para atrair beija-flores. No entanto pode ser plantada em vasos com um efeito interessante. A poda e a fertilização anual são imprescindíveis para garantir uma floração majestosa. Aprecia estar à meia sombra e a pleno sol.

Prefere temperaturas mais altas, não suportando muito bem as temperaturas baixas demais. Umidade do ar alta também é apreciada (acima de 60%).

É recomendada a realização de regas regulares, mantendo sempre o solo úmido. A poda e a adubação anual com matéria orgânica melhoram seu florescimento. Para manter a planta compacta, pode as pontas antes do florescimento.

A multiplicação do camarão-amarelo é feita por estacas da ponta dos galhos, feitas no final de seu florescimento. Para maior sucesso as mudas deverão ser protegidas do sol direto e dos ventos, mantendo-se o solo úmido. A vitalidade da planta é mantida através de podas e adubações anuais.

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Arbusto perene, semi-herbáceo, muito florífero, de 0,5 a 2,0 m de altura, às vezes com espinhos. Inflorescências densas formadas no decorrer de quase todo o ano.

Possui flores mutáveis, amarelas, brancas, alaranjadas ou róseas, que são muito visitadas por borboletas. Existem também variedades de outras formas e cores. É resistente a geadas.

Cultivo: Adequado para formação de maciços e para bordaduras ao longo de muretas, paredes, muros, grades, a pleno sol. É resistente a podas e a geadas.

Multiplica-se facilmente por sementes e principalmente por estacas.

Lantana L. é um gênero de planta com cerca de 530 espécies perenes, originário da Índia e nativo das regiões tropicais das Américas e África. Arbusto nativo, com folhas pubescentes e opostas, utilizado com ornamental. Inclui plantas herbáceas e arbustos, atingindo até 2 m de altura.

É dividido em cerca de 530 espécies, incluindo:
Lantana câmara (sin. L. aculeata ou L. armata)
Lantana montevidensis
Lantana rugulosa
Lantana tiliifolia
Lantana trifolia

As plantas mais comuns são as Lantana camara, seguidas das Lantana montevidensis e híbridos entre as duas

Nomes populares: Cambará-de-jardim, lantana-cambará, camarazinho.

Algumas espécies são invasivas e são consideradas daninhas em determinadas áreas da  Ásia meridional, África meridional e Austrália.

Flores e frutos
As flores são agrupadas em hastes florais aromáticas e florescem quase o ano inteiro. Apresentam várias cores, com destaque para as cores vermelha, amarela, laranja e branca. Atraem agentes polinizadores como borboletas, insetos e pássaros. Os frutos da lantana são tóxicas para o homem. Em animais de produção pode causar fotossensibilização secundária (hepatógena).

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Cultivo e uso
É largamente cultivada para bordaduras e maciços em climas tropicais e subtropicais, devido às cores das suas flores. Em climas temperados cultiva-se como planta anual.

Exige poucos cuidados por ser uma planta rústica. Gosta de clima quente e úmido e solo arenoso e rico em matéria orgânica. Precisa ser regada com freqüência nos primeiros meses após o plantio e uma vez por quinzena quando não chover. Prefere sol pleno. É bom podar apenas os ramos secos, doentes ou mal formados. Propaga-se no verão através da estaquia da ponta de ramos.

Adubação
Adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão. Usar fosforita superfosfato e termofosfato ou NPK rico em fósforo.

A aranhinha-vermelha é uma praga comum.

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Gerberas

As gérberas formam um gênero com mais de 70 espécies, sendo que a mais conhecida é a Gerbera jamesonii.

Para saber se você está cuidando dela direitinho, observe o seguinte:
Elas gostam de solo rico em matéria orgânica e bem drenada, ou seja, para melhorar as condições de drenagem, o ideal é que a mistura do solo contenha um pouco de areia. Não precisa de muita rega (em geral semanal) e não se recomenda deixar o solo nem o ambiente que a gérbera se encontra com excesso de água e umidade. Folhas murchas geralmente indicam que está faltando água.

Outra preocupação fundamental é cortar as folhas ressecadas e retirar as pétalas que estejam envelhecidas.

São plantas que propiciam o aparecimento de larvas e pragas e é indicado que se observe constantemente os pormenores das flores. Cuidados essenciais como manter as flores longe de ambientes muito fechados e com ar condicionado são importantes de serem destacados, pois, assim, elas não ressecam, evitando a perda da durabilidade e da beleza das flores.

Em locais de clima ameno, a planta precisa de luz solar direta. Em regiões muito quentes, deve ficar à meia-sombra, pois a gérbera não suporta temperaturas muito altas. Por outro lado, em regiões muito frias e sujeitas a geadas, ela chega a perder as folhas no inverno. Caso não ocorra nenhum problema, a planta rebrota espontaneamente assim que a temperatura volta a se elevar.
A gérbera floresce no período entre a primavera e o outono. Assim que acabar a floração, é indicado cortar as hastes das flores murchas, bem na base da planta.

Em paisagismo, a gérbera pode ser usada como bordadura em canteiros, junto a um pátio ou em caminhos, desde que sob sol pleno. É recomendável plantá-la numa área de 1 ou 2 m2 no máximo, para facilitar os cuidados, como a retirada de ervas invasoras. É uma planta perene, que dura até 4 ou 5 anos, mas é recomendável fazer periodicamente a divisão de touceiras e o replantio, sendo o início da primavera a época mais recomendada.

As gérberas têm como país de origem o continente africano, (mais especificadamente a África do Sul) e quando houve o contato dos europeus com a região africana difundiu-se a cultura da Gérbera no continente europeu.

As gérberas são muito belas e servem como ótimas opções de decoração em jardins e em vasos colocados nos ambientes mais fechados das casas.

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Duranta
Nome popular: Violeteira; Duranta; Durância; Fruta-de-jacu.
Família:
Verbenaceae.
Origem: México ao Brasil.

Observações: Arbusto lenhoso, florífero, que facilmente atinge o porte arbóreo, entre  3 a 6 m de altura. Seus ramos são muito ramificados, o que a torna apropriada para a formação de cercas vivas.
Possui inflorescências recurvadas, com numerosas pequenas flores, macias, nas cores azuladas, brancas e roxas, formadas na primavera-verão.

É uma planta excelente para topiaria, principalmente para aqueles estão iniciando, pois ela apresenta um rápido crescimento.

Após a floração, intensa na primavera e no verão, produz numerosos frutos amarelos que também são ornamentais e são muito apreciados por pássaros.

A forma variegada é cultivada em renques e a típica como planta isolada ou em conjuntos.

Deve ser cultivada à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolera a sombra parcial, mas é sensível à seca. Podas de formação deixam a planta mais compacta e com um formato bonito. Utilize sempre luvas para manipular a violeteira, pois os ramos podem ser espinhentos.

São multiplicadas basicamente por meio de sementes, exceto as formas de folhas coloridas que o são por estacas preparadas em qualquer época.

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Nome popular: Cosmo-amarelo; Picão-grande; Áster-do-méxico; Picão.
Família:
Compositae (Asteraceae).
Origem: México.

Observações: Herbácea anual, intensamente disseminada e naturalizada no território brasileiro, de 0,8 a 1,0 m de altura.

Extremamente rústica, esta planta apresenta folhas compostas e pilosas e longos pedúnculos florais.

Suas flores reúnem-se em capítulos simples ou dobrados, de coloração laranja, com as pontas dentadas, mas ocasionalmente podem surgir na cor amarela.

No paisagismo, o picão pode compor belos maciços e bordaduras, ou composições com outras flores de cores e texturas diferentes. Tem o mesmo estilo campestre das margaridinhas.

Cultivo: Utilizada em pleno sol, em solo fértil, com regas regulares. Plantadas em grandes grupos, como bordadura de canteiros ou simplesmente em conjuntos isolados, formando maciços muito coloridos quase o ano todo.

Multiplica-se por sementes, com extrema facilidade, de forma que é considerada planta invasiva, tal é o seu vigor de disseminação e crescimento, não escolhendo lugar, é evidente que dependendo das condições do solo ela ficará mais bonita e viçosa.

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tulipas

Muita gente pensa que as tulipas são originárias da Holanda, tamanha a associação existente entre elas e este país. Entretanto, segundo a maioria das referências, as tulipas, na verdade, são turcas e foram levadas para a Holanda por volta de 1560l. O nome da flor foi inspirado na palavra “tulipan” que significa “turbante” (o formato da tulipa lembra mesmo um turbante). Outras referências defendem que as tulipas são originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e Pérsia.

Chinesas ou turcas, o fato é que elas se tornaram uma paixão para os holandeses e essa paixão pelas tulipas foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta.

Planta da família das Liliáceas, a tulipa produz folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com uma flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.

Saiba como comprar
Na hora de adquirir um vaso de tulipas, prefira aquele com as flores ainda em botão. Dessa forma, você terá as belas tulipas por mais tempo. Mantenha o vaso em local fresco, com boa luminosidade, mas longe de ventos e do sol forte. Outra dica interessante é colocar 1 ou 2 pedras de gelo, pela manhã e à tarde, sobre o substrato (mistura de terra) do vaso, todos os dias. Assim podemos diminuir o excesso de calor.

No clima brasileiro é difícil conseguir que a planta floresça mais de uma vez, mas com algumas técnicas, dá para tentar fazê-la dar flores pelo menos mais uma vez. O processo é demorado e um tanto complicado, mas para quem gosta de jardinagem, pode ser um desafio compensador:

Como Cultivar a Tulipa.
Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.

Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umedecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o no congelador da geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C).

Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.

Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.

Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.

Todo esse processo tem como objetivo simular as condições climáticas existentes no habitat natural das tulipas e que estimulam os bulbos a rebrotarem.

O gênero Tulipa inclui cerca de 100 espécies originais de plantas bulbosas, mas os vistosos híbridos são considerados mais próprios para serem cultivados como plantas de interior. Os mais decorativos, possuem folhas pequenas, pedúnculos curtos e flores grandes. Os bolbos da maioria das variedades têm 4 – 5 cm de diâmetro, são arredondados ou ovais com a extremidade pontiaguda e apresentam-se cobertos por uma fina membrana castanha que se rasga facilmente, revelando sob ela um bolbo de cor creme. Um pedúnculo ereto, encimado por uma ou várias flores em forma de taça, nasce do vértice do bolbo. As flores, singelas (com um máximo de seis pétalas) ou dobradas (com várias camadas de pétalas), são geralmente cor de rosa, vermelhas, roxas, amarelas, cor de laranja ou brancas, mas estas cores são por vezes sombreadas de verde ou raiadas ou listradas numa grande variedade de combinações. As folhas das tulipas, habitualmente poucas (duas ou três), carnudas e vagamente lanceoladas, medem 15-25cm de comprimento e 4-6cm de largura. As tulipas mais apropriadas para serem cultivadas em interior são as que florescem no Inverno. Normalmente, dividem-se em dois grupos: as tulipas singelas temporãs e as tulipas dobradas temporãs.

Cuidados com Tulipas
· Adquira o botão ainda fechado, as suas flores durarão muito mais.
· Para aumentar ainda mais a durabilidade do seu Arranjos de Tulipas, Bouquet de Tulipas ou Vaso de Tulipas, mantenha-os em um local mais fresco possível, porém sempre com luminosidade indireta do sol.
· As tulipas, por se adaptarem melhor ao clima frio, no lugar de regá-las com água natural, adicione 1 ou 2 pedras de gelo sobre o substrato, de manhã e à tarde, todos os dias.
. No clima tropical brasileiro é difícil conseguir que a planta floresça mais de uma vez, mas com algumas técnicas, dá para tentar fazê-la dar flores pelo menos mais uma vez.

O processo é demorado e um tanto complicado, porém confere um desafio compensador:
1 – Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
2 – Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umidecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o na geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C), molhando quando necessário.
3 – Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.
4 – Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.
5 – Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.
6 – Todo esse processo tem como objetivo simular as condições climáticas existentes no habitat natural das tulipas e que estimulam os bulbos a rebrotarem.

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