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jardim verde

Falta de espaço não serve de desculpa: poucos metros quadrados são suficientes para criar um jardim e mudar o astral de uma casa. Os paisagistas fazem milagres com o mínimo e garantem que sempre há uma solução para compor um cenário verde. É só botar a imaginação para funcionar.

A partir daí vale tudo – quintal, varanda, sacadinha, canto, corredor perdido, parede, laje. Se não der para ter flores e espécies exuberantes, contente-se com vasos de flores e folhagens bem distribuídos sobre uma mesa bonita e um canteiro de temperos.

Dicas de Plantas
Há uma infinidade de plantas que podem ser usadas em pequenos jardins. O conselho dos paisagistas é escolher espécies simples, que não exigem cuidados intensos, e misturar flores, folhagens, trepadeiras e forrações.

O mercado está abarrotado de peças e materiais usados para se montar pequenos jardins. Além dos entrepostos e grandes revendedores, em qualquer bairro é possível encontrar lojas que vendem vasos, suportes, painéis para compor quadros-vivos, pedras, pedriscos, cascas de árvore, terra, adubos, além de um sem número de objetos de decoração e, é claro, uma variedade infinita de plantas.

Usar frutíferas é outra boa opção para pequenos espaços

Verde na varanda
1. Numa varanda que recebe sol à tarde e muito vento, escolha, por exemplo, a trepadeira amor-agarradinho e ipoméia (usando sempre uma treliça como suporte); ixora, que, além de ornamental, atrai pássaros; fórmio, sempre numa jardineira horizontal junto à grade; bromélias variadas e buxinhos, que se mantêm verde o ano inteiro e permitem topiaria;

2. Em varanda com janela e que recebe o sol da tarde, plante mini-ixoras, lírios-da-paz e bromélias. Ripsális, flor-de-maio e columeias, em vasos suspensos;

3. Em varandas com muito vento, kaizucas em vasos grandes, ligustro, que vai bem até em meia-sombra, e eugênias, cuja folha é mais bonita que as flores.

Dicas para montar um Jardim em casa

1. Comece pelo piso. Se for de cimento e você não quiser quebradeira, cubra o espaço com manta Bidim-Mac-Draim e, por cima, coloque de 3 a 4 cm de terra adubada. Verifique as aberturas para escoamento da água. Em seguida, coloque a grama (em rolos). Faça caminhos, espalhe pedriscos, pisadas, decks de madeira;

2. Distribua as plantas em vasos ou floreiras ou plante direto na terra. Consulte especialistas para saber as espécies que se harmonizam e onde, segundo a posição do sol, deve ser plantado o quê?

3. Disponha os vasos de maneira que uns fiquem mais altos que outros para criar volumetria. Espécies como jabuticabeiras, romãzeiras, azaleias, camarão e jasmim vão bem em vasos. Temperos, em canteiros longos ou vasinhos. Não esqueça as forrações;

4. Preste atenção nas paredes, que podem receber pintura, trepadeiras, quadros vivos ou suporte para vasos;

5. Componha seu jardim com outros elementos, como fontes, bancos, esferas e redes;

6. Mantenha o jardim sempre bem cuidado com regas, limpeza frequente e adubagem

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


doenças-em-plantas

Para situações de emergência, saiba quais as principais doenças que podem afetar as plantas do seu jardim e a melhor forma de as curar.

As causas

Fungos
Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungos – organismos microscópicos que produzem enormes quantidades de esporos e são rapidamente propagados graças ao vento, água, insetos e animais. Uma planta infectada pode libertar até 100 milhões de esporos na medida em que rapidamente degrade as células das plantas, produzindo, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo. Os fungos são ainda difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável, à espera das condições climatéricas perfeitas para voltarem a contaminar.

Vírus
Ainda menores que as bactérias, os vírus apenas conseguem reproduzir-se a partir das células da própria planta. Infiltram-se nas plantas a partir das folhas ou do pé, normalmente por zonas já feridas por insetos, mas precisam de um meio de transporte, que pode ser um inseto, o pólen ou algumas sementes infectadas. Uma vez infiltrado, o(s) vírus movimenta-se através dos vasos vasculares, provocando doenças que contaminam o organismo da planta.

Bactérias
As doenças provocadas em plantas por bactérias são as menos freqüentes, por uma simples razão – para crescerem e se multiplicarem as bactérias necessitam de água e de calor. Assim sendo, estão mais dependentes de climas quentes e úmidos para contaminarem as plantas. Transportadas pela água, insetos ou animais, as bactérias infiltram-se através de uma flor ou um corte numa folha ou no pé, podendo causar desde danos puramente superficiais, à murchidão ou mesmo a sua morte.

Deficiências Nutritivas
Por vezes, a doença de uma planta não se deve às bactérias, aos fungos e aos vírus, mas sim a uma alimentação pobre. Se apresentar folhas pálidas ou vasos vasculares amarelados, pode ser um sinal que está a sofrer de deficiências nutritivas. Neste caso, o remédio é um bom fertilizante, adequado à planta em questão.

Os sintomas
Uma planta doente apresenta várias alterações do nível do seu metabolismo, da cor, dos diferentes órgãos e anatomia, para além de poder passar a produzir substâncias anormais.

Alguns sinais de alerta são: míldio (um pó branco); bolores cinzentos ou pretos; bolhas cor de ferrugem; uma massa ou crescimento pretos; pintas pretas; leveduras e o aparecimento de cogumelos, entre outros.

As curas
Para evitar o uso de pesticidas, por se tratar de um produto químico extremamente potente que infelizmente ao fazer bem a planta polui o ambiente, o melhor é estudar todas as outras opções possíveis. Aqui vai uma ajuda:

Por vezes, basta remover as flores, os rebentos, as folhas e/ou os pés infectados para eliminar o problema. Não aproveite esses restos para compostagem, desfaça-se deles imediatamente:

A prevenção é fundamental para um jardim saudável. Comece com um solo de qualidade, que deve ser limoso e enriquecido com fertilizante e técnicas de compostagem;

Mantenha o seu jardim livre de ervas daninhas e de detritos de plantas, que são elementos propícios para o desenvolvimento de todo o tipo de doenças;

As doenças são muitas vezes transmitidas de planta em planta devido aos utensílios de jardim mal lavados. Assegure que todas as suas ferramentas estejam devidamente desinfetadas (especialmente quando utilizadas para cortar ou eliminar folhas e outras partes doentes), bastando para isso uma mistura de água e lixívia;

É igualmente importante permitir uma boa circulação de ar entre todas as plantas. Além de secarem mais rápido, as brisas podem facilmente levar as doenças para longe antes de estas terem tempo de se “agarrarem” a uma planta;

Se perceber que, ano após ano, os mesmos sintomas e doenças continuam a devastar o seu jardim, seria melhor começar a pensar em introduzir novas variedades de plantas e flores;

Quando comprar novas plantas, inspecione-as muito bem antes de as levar para casa ou opte pelas variedades que se autoproclamam e que são, de fato, plantas resistentes às doenças;

Em último recurso, recorra ao pesticida adequado, optando por uma solução pouco tóxica. Siga as instruções à risca.

corujinhas

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miltonia-ceo-apple (Small)

Como e quando regá-las?
O modo mais fácil de matar uma orquídea é molhando-a demais. Suas raízes ficam sem oxigênio e morrem, e os fungos se proliferam de forma descontrolada. As regas devem ser feitas de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do clima na época.

O melhor jeito é testarmos com o dedo. Cavamos levemente o substrato e sentimos a umidade. Se ainda estiver úmido, não regue, espere até secar. Para elas, é melhor a falta ao excesso de água.

Devemos regá-las de preferência no início da manhã ou final da tarde, até que a água comece a escorrer por baixo do vaso.

Devo adubá-las?
Claro, ela precisa de nutrientes para crescer. O próprio xaxim ou fibra de coco é fornecedor natural de nutrientes.

Podemos adubar no vaso, colocando-se um pouco de adubo em um canto do vaso. Esse adubo irá dissolver-se aos poucos, liberando nutrientes a cada irrigação. Os melhores para isso são os orgânicos, como a torta de mamona e a farinha de osso, mas podemos também usar misturas, como o “Bokashi”, que pode ser encontrado em casas especializadas. Essas adubações podem ter intervalos de 3 meses ou mais.

A adubação foliar pode ser feita a cada 15 dias ou mais, com misturas próprias de adubo mineral, dissolvidos em água e aplicados com borrifadores comuns. Procure em casas especializadas, há diversas formulações, busque mais informações na embalagem dos produtos.

Pragas e doenças
Poucas são as doenças que podem atacar as orquídeas, não havendo muita solução para elas. Alguns insetos podem se tornar problemas, sendo os principais os pulgões e as cochonilhas. Os pulgões podem ser facilmente eliminados borrifando-se uma mistura de água e detergente, ou mesmo inseticidas domésticos à base de água, como o “SBP”.
Já as cochonilhas devem ser removidas manualmente, sob a torneira, raspando-se as folhas com uma escova macia (pode ser escova dental).

Quando renovar o vaso?
Quando a planta estiver excessivamente perfilhada, ou com as raízes ocupando todo o vaso, devemos efetuar a divisão da planta, ou passá-las a um vaso maior, pois suas raízes já não possuirão mais espaço para seu bom desenvolvimento.

Pronto, agora você está pronto para começar seu próprio cultivo de orquídeas, sem maiores dificuldades.

joaninha e girassol

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orquídeas

O principal fator que determina seu bom florescimento e desenvolvimento é a luminosidade do local onde ela é deixada.
A luminosidade local deve ser semelhante à que encontramos em seu hábitat natural.

As orquídeas em geral exigem um local em meia-sombra. Deixar sob a copa de árvores é uma boa opção, mas nem sempre isso é possível.

Em grandes cultivos de orquídeas, são utilizados sombrites ou ripados, que geram bom resultado. A luminosidade ideal é de 70% de sombra.

Em nossas casas, elas podem ser mantidas em locais onde bate sol direto em algum período do dia, de preferência, com o sol da manhã (Mas não necessariamente), podendo ser sob os beirais do telhado. Varandas e sacadas costumam serem bons locais para deixar as orquídeas.

Resista à tentação de deixá-las dentro de casa por longos períodos, somente durante sua floração, se preferir.

Com a orquídea no seu devido local, devemos saber quais cuidados devemos tomar.

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Em que vaso plantar? Existem várias opções disponíveis no mercado, mas para as residências, os mais fáceis são os de barro cozido, preferencialmente furados nas laterais, para garantir boa drenagem e aeração. Os vasos de plástico são comercialmente melhores, devido à sua leveza e facilidade de transporte.

Como plantar as orquídeas?
Provavelmente sua orquídea já está plantada em um vaso, por isso, abaixo mais dicas sobre seu transplante (troca de vaso).

a) Retire a orquídea do vaso e, se possível, divida-a em partes, conforme será explicado na seção seguinte.
b) Lave as raízes com cuidado, com água corrente, sob uma torneira. Passe os dedos nelas, retirando-se as raízes mortas e fragmentos restantes. Mantenha as raízes saudáveis intactas.
3) Opcional: Coloque uma camada de material de drenagem no fundo do vaso, sendo ele brita, argila expandida ou mesmo isopor.
4) Coloque o substrato (mistura ou não) e acomode a muda em um dos cantos do vaso. Mantenha a brotação nova (base do maior pseudobulbo) voltada ao centro do vaso, para dar espaço ao seu desenvolvimento. (vide foto a seguir)
5) Regue bem o substrato, até que escorra água por baixo do vaso.
6) Opcional: Adicione uma pequena quantidade de adubo na lateral do vaso.


Vaso a ser plantado

Colocação da brita

Colocação do substrato

Limpeza das raízes

Acomodação da muda

Adubando a planta

Como fixar em árvores?
É muito simples. Basta amarrar a orquídea junto ao tronco no local desejado, podendo ser sem qualquer substrato ou com algum substrato (como a fibra de coco) amarrado junto. Podemos também auxiliar inicialmente colocando-se um pouco de esfagno para reter umidade. Caso não haja substrato, é recomendável a adubação foliar quinzenal. O mesmo procedimento é tomado para prendermos em cascas de peroba.

Em que substrato plantar?
Apesar de parecerem, as orquídeas não são exigentes em substrato.

Os substratos devem conter boa aeração, boa drenagem, fornecer nutrientes, manter a umidade e garantir a sustentação da planta, semelhante ao que ela encontra em seu hábitat natural.

Apresentaremos a seguir alguns dos materiais mais usados para substrato:

Xaxim – Seu uso é hoje proibido, pois era extraído de uma samambaia em extinção da mata nativa brasileira. Era considerado o melhor substrato, com todas as boas características e bom fornecimento de nutrientes.
Fibra de coco - É um excelente material e muito barato. Ajuda na fixação da planta, fornece alguns nutrientes, permite boa aeração. Mas absorve pouca água, aumentando a freqüência das regas necessárias. Antes do uso, deixe de molho por 1 dia na água.
Casca de pinus - Material relativamente barato, com características muito boas. Permite boa aeração e ajuda na fixação da planta devido à sua rugosidade, também fornecendo alguns nutrientes. Também seca muito rápido, exigindo regas mais freqüentes.
Esfagno – É obtido de musgos importados, sendo um material caro. Sua principal característica é a grande retenção de água, podendo-se reduzir o número de regas. Também fornece grande quantidade de nutrientes.
Carvão – É o carvão de churrasco, extremamente barato. Sua principal função é a de reter a umidade e garantir boa aeração.
Pedra britada ou argila expandida - São muito baratos e servem tanto para drenagem (no fundo dos vasos) como em mistura no substrato.


Fibra de coco

Casca de pinus

Esfagno

Carvão

Brita

Podemos juntar as boas características utilizando misturas dos materiais. Na realidade, as orquídeas são tão rústicas, que podemos plantá-las até mesmo sem qualquer substrato, bastando adubá-las e regá-las com freqüência.

Uma dica: Se quiser tentar suas próprias misturas, tente a mistura de casca de pinus com fibra-de-coco, que tem dado bons resultados em diversos cultivos.

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sempre-viva (Small)

Nome popular: Sempre-viva; Flor-de-palha.
Nome científico: Helichrysum bracteatum
Família: Compositae (Asteraceae).
Origem: Austrália.

A sempre viva é uma florífera herbácea, de cultivo anual com flores duráveis, de cores vibrantes e variadas: branca, amarela, rosa, laranja, vermelha e violeta.

Esta variedade alcança de 80 a 90 cm de altura, podendo ser utilizada para a formação de maciços e bordaduras a pleno sol. Também pode ser cultivada em vasos e floreiras. As flores são ótimas para serem colhidas e utilizadas na confecção de arranjos florais e buquês.
Mesmo secas, elas permanecem belas por muito tempo.

Cultivadas em jardins sob sol pleno, com terra bem preparada, enriquecida com húmus, boa drenagem e irrigada periodicamente.

É tolerante a temperaturas mais baixas, mas pode também ser cultivada em climas mais quentes.

Multiplica-se por sementes, que são geralmente semeadas no inverno e primavera.

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Lavatera-de-três-meses (Small)

A Lavatera-de-três-meses é uma planta herbácea, anual e muito florífera originária da Região do Mediterrâneo. Com flores nas cores branca, rosa e vermelha.

Esta variedade alcança de 80 a 120 cm de altura, podendo ser utilizada para a formação de maciços e bordaduras a pleno sol, sendo ideal para a formação de renques junto a muros.

Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.
É bastante sensível ao transplante, que deve ser feito com delicadeza.
Pode ser semeada diretamente no local definitivo por este motivo.

Este arbusto é popularmente conhecido como Lavatera-de-três-meses.
O seu nome cientifico é Lavatera Trimestris L. e é uma espécie tipicamente mediterranica. Floresce de Maio a Junho, tendo este especime atingido aproximadamente um metro e meio de altura.

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-Hesperis-matronalis

Família: Brassicaceae Mostrda
Habitat: beiras de estradas e matos (muitas vezes úmidos)
Época de floração: junho – julho
Origem: Europa e Ásia

Juliana-dos-jardins, ou simplesmente Juliana, da espécie Hesperis matronalis, é uma planta herbácea, com flores perfumadas nas cores branca, lilás e roxa.
A Hesperis matronalis é uma planta de jardim, foi introduzida na Europa na época colônia. Ela é muito confundida coma Phlox, mas note que as suas flores têm quatro mas note que as susa flores têm quatro pétalas, enquanto que as Phloxes todas têm flores com cinco pétalas. É uma plantaa invasora que ameaça a habitats de plantas nativas.

Esta variedade alcança de 70 a 80 cm de altura, podendo ser utilizada para a formação de maciços e bordaduras a pleno sol. Também pode ser cultivada em vasos e floreiras. As flores podem ser colhidas e utilizadas na confecção de arranjos florais e buquês.

Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Planta medicinal, sendo usada no tratamento da gota, cálculos, abscessos e afecções da pele. Ela apresenta propriedades terapêuticas, sendo diurética, expectorante e sudorífera. Os cataplasmas de folhas aceleram a maturação dos abscessos. Somente é eficaz quando utilizada fresca.

Também é comestível e utilizada para aromatizar leites, bebidas ou sucos.

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Nopalea cochenillifera

Nome Científico: Nopalea cochenillifera
Nome Popular: Urumbeta, cacto, cacto-de-cochonilha, palma-de-engorda, palma-miúda, palma-forrageira, palma-doce, palmatória-doce, nopal, cardo-de-cochonilha, cacto-sem-espinhos
Família: Cactaceae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene

A urumbeta é uma planta xerófita, isto é, bem adaptada ao clima seco, como muitas cactáceas. Seu caule é cilíndrico e os ramos são os artículos achatados, carnosos e ovalados, conhecidos popularmente por “palmas” e cientificamente por “cladódios”. Estes artículos é que são responsáveis pela fotossíntese da planta, pois as folhas encontram-se reduzidas a espinhos pequenos e esparsos, ausentes em algumas variedades.

Esta adaptação reduz a transpiração da planta, que consegue suportar a falta de água por mais tempo. Suas flores surgem o ano todo, mas principalmente de setembro a março, e são firmes, de coloração alaranjada, rósea ou vermelha e com numerosos estames cor-de-rosa, muito longos.

A urumbeta é uma planta rústica, adequada para o plantio isolado ou em grupos, assim como em renques, tornando-se uma cerca-viva bastante defensiva quando utilizadas espécimes com espinhos. Sua beleza e singularidade é evidenciada em jardins de pedra. Pode ser plantada também em vasos grandes, com o substrato coberto por pedriscos.

Curiosidade: Os artículos jovens e os frutos são comercializados e consumidos como verdura nos países da América Central. A urumbeta também é utilizada como alimento para o crescimento e reprodução de cochonilhas fornecedoras de um valioso corante industrial vermelho e é reconhecida também pelo seu importante valor forrageiro na alimentação de ruminantes em climas áridos e semi-áridos.

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil e muito bem drenável, preferencialmente arenoso. A urumbeta é tolerante a seca e a baixa fertilidade do solo, mas floresce melhor e tem o crescimento mais veloz quando fertilizada e irrigada a intervalos periódicos. Multiplica-se por estaquia dos artículos e por sementes.

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sedum spectabile

Nome Científico: Sedum spectabile
Nome Popular: Sedum-vistoso, sedum-espetacular
Família: Crassulaceae
Origem: China, Coréia e Japão
Ciclo de Vida: Perene

O sedum-vistoso é uma planta herbácea, suculenta, florífera e ramificada, com cerca de 60 cm de altura. O caule é ereto e carnoso e as folhas são opostas, igualmente espessas, de coloração verde-azulada, formato oval e com bordos denteados.

As inflorescências surgem no verão e são muito grandes, densas e vistosas, formadas por inúmeras flores de cor rósea, branca ou vermelha e formato de estrela. Durante a frutificação, as flores dão lugar a sementes amarronzadas.

No paisagismo esta bela florífera presta-se para a formação de maciços e bordaduras, principalmente ao longo de muretas e paredes, disfarçando as linhas retas da construção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.
Em geral ela aprecia o solo arenoso e é pouco exigente quanto a fertilidade. É tolerante a salinidade do solo, o que a torna apropriada ao plantio no litoral. Após sua implantação torna-se mais bonita e forte a cada ano, pois armazena reservas em suas raízes tuberosas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

Não tolera encharcamento prolongado. Tolerante a períodos de estiagem. Resistente ao frio e às geadas, rebrotando com vigor na primavera. Multiplica-se por estacas e separando as mudas que se formam junto a planta mãe.

borboletas azuis

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