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melaleuca_
Esta pequena árvore com porte entre 6 a 8 metros é o destaque deste mês.
Também é chamada de Melaleuca de Folha Fina e apesar de ser nativa da Austrália já é bastante conhecida no paisagismo brasileiro.

É amplamente utilizada em paisagismo em geral, tanto em parques, como em pequenos jardins particulares.
As flores, brancas, ocorrem com destaque, no final da primavera e no verão. As folhas, têm forma linear, com cerca de 25 mm de comprimento.

Devido ao seu porte pequeno e aceitar bem podas vem sendo usada na arborização de ruas.

Luz: Pleno sol
Solos: Vários tipos de solos inclusive os mais úmidos
Origem: Austrália

A planta é adaptável a uma vasta gama de climas e tolera locais de deficiente drenagem. No seu habitat, muitas vezes, é encontrada em áreas que sofrem periodicamente inundações. Ela não prospera bem em zonas de seca severa embora tolere essa situação. A floração melhora com uma exposição ensolarada. Arbusto muito vigoroso. Medianamente resistente ao frio e tolerante à exposição direta ao sol, necessita regas moderadas. Frequentemente utilizado em sebes. Particularmente recomendado para zonas costeiras pela sua resistência à salinidade

árvore

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


hibiscosHibiscos tropicais. Planta da família das malváceas, também conhecido como graxa-de-estudante.

Família: Malvaceae

Nome comum: Hibisco
Outras variedades: Hibisco Coccineus, H. Rosa-Sinensis, H. Rosa de Sharon, Rosa Confederada, H. Brackenridgei , H. Hollyhock e algumas outras.

Descrição:
Em Portugal existem inúmeras plantas de Hibisco sobretudo na ilha da Madeira, onde as espécies tropicais se desenvolvem muito bem. A diferença entre o Hibisco tropical e o Hibisco perene é fundamental para diferenciar o tratamento que lhes deve ser proporcionado. Se o seu Hibisco tiver folhas brilhantes de um verde profundo, flores com um tamanho aproximado de 7 a 15 cm de diâmetro (cor de salmão, rosa pêssego, laranja, amarelo ou com pétalas duplas), então provavelmente é de uma espécie tropical. Por regra, só os Hibiscos tropicais dão flores com estas cores e possuem pétalas duplas.
Se o seu Hibisco tem, pelo contrário, folhas em forma de coração e de um verde mais claro, com flores de um diâmetro próximo dos 20 cm, cor de rosa e vermelho, cujos botões quando fechados têm a forma de uma bomba e um comprimento de 5 a 10 cm, então trata-se de um Hibisco perene não tropical.
Estes últimos necessitam de muito pouco cuidado no inverno, durante a época fria, podendo aparentemente “morrer” em zonas onde a temperatura desça abaixo dos zero graus, embora a raiz sem qualquer proteção suporte as temperaturas baixas e volte a produzir rebentos logo que o clima aqueça um pouco.

Porém, se o seu Hibisco for tropical o mesmo não acontece. O Hibisco tropical detesta o frio, a chuva e o solo úmido. Mais de uma noite ou duas de geada para uma planta destas é morte certa. Proteja-a com uma cobertura adequada ou, melhor ainda, retire-a para o interior seguindo os conselhos que adiante se indicam para estes casos, uma vez que dificilmente sobreviverão no exterior durante um Inverno aonde as temperaturas cheguem abaixo dos 5 graus. Mude-as a tempo para uma garagem com luz, ou mesmo para dentro de casa num vaso bonito onde com sorte podem florir todo o ano.
Uma planta bem estabelecida pode ter um ou vários ramos que chegam aos 2,1 m de altura, flores com cinco pétalas brilhantes e um diâmetro de 2,4 a 3,2 cm. Qualquer flor do Hibisco nasce e morre no mesmo dia, mas a floração é contínua ao longo de todo o Verão e Outono. As folhas apresentam pontas viradas para o exterior em forma de serra.
A espécie swamp rose mallow é um arbusto perene com vários ramos e que atinge cerca de 1,75 metros de altura. Desaparece completamente no Inverno e reaparece na Primavera espontaneamente. Em geral as folhas não têm lóbulos nem serrilha, atingem os 5 a 7 cm de largura e os 15 a 20 cm de comprimento. Por baixo são aveludadas e por cima lisas. As flores têm cerca de 15 cm de diâmetro com pétalas brancas ou rosadas e centros cor de vinho tinto. Algumas espécies têm as folhas em forma de coração e flores enormes e de muitas cores.

Origem:Os Hibiscos são originários da Ásia e das Ilhas do Pacífico sendo a espécie H. rosa-sinensis a flor nacional da Malásia. Também se associa em geral ao Hawaii embora aí a espécie mais frequente seja uma variedade nativa, a H. brackenridgei

Cultura:
Requer fertilização ligeira e frequente – os Hibiscos são muito glutões. Utilize fertilizantes que contenham elementos de ferro, cobre, boro. Um fertilizante granulado do tipo 10-10-10 resulta bem, embora a maior parte dos especialistas prefira um fertilizante com baixo teor de fosfato do tipo 7-2-7, que melhora a quantidade e a qualidade das flores. Fertilizantes do tipo 10-40-10 são em geral pouco recomendados – o fósforo (pH) em excesso pode acumular-se no solo e com o tempo provocar o declínio geral da planta.
A utilização excessiva de fertilizantes ricos em nitrogênio (N) pode encorajar um maior crescimento da folhagem ao invés da produção de flores. Os fertilizantes solúveis em água são bons para aspergir sobre as folhas (alimento folicular) e para fertilizar plantas envasadas. Também resultam bem os fertilizantes líquidos com elevado teor de fósforo quando aplicados na folhagem. Pode sempre experimentar para verificar com que fertilizante a sua planta se dá melhor.
Já no fim do Inverno, raspe uns 5 cm da parte superior do solo e substitua com terra nova. Quando o fizer, não necessita de ter grande cuidado uma vez que quando muito estará a mexer em raízes velhas que já não fazem falta à planta. Depois de juntar terra nova, acrescente um fertilizante de libertação lenta, como por exemplo, Osmocote. Ao mesmo tempo faça uma poda severa, utilizando tesouras próprias, muito limpas e afiadas, cortando acima de um nó. Nesta mesma altura pode também regar com uma solução de fertilizante diluído do tipo 20-20-20. Verá como a sua planta responde bem a este tratamento.
A partir do momento em que as temperaturas noturnas passem a ser consistentemente acima dos 13º C, pode trazer de novo o seu Hibisco para o exterior. Nesta altura, tenha os seguintes cuidados:
- ao trazê-lo para fora faça-o gradualmente, isto é, coloque-o primeiro num local com sombra e protegido durante alguns dias, aumentando gradualmente a quantidade de sol a que passa a estar exposto.
- faça uma poda à sua planta se quer mudar a forma do arbusto ou induzir florações mais densas.
- caso necessário mude de vaso, embora o Hibisco prefira vasos apertados e caso o não faça, então substitua apenas o solo à superfície.
- com a mangueira em forma de chuva limpe tanto na parte superior como inferior das folhas onde se acumularam poeiras ou mesmo insetos. A planta agradece esta limpeza.
- só depois de duas ou três semanas no exterior deve começar de novo a fertilizar.
- evite deixar pratos com água debaixo dos vasos do Hibisco pois estas plantas não toleram as raízes úmidas. Leia mais »

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Cuspidaria-convoluta

Nome científico: Cuspidaria convoluta.
Família: Bignoniaceae.
Nomes populares: cuspidária, cipó-rosa.
Luz: Pleno sol
Clima: Tropical e subtropical.
Solos: Vários tipos de solos, preferencialmente os mais férteis.
Origem: Brasil

Trepadeira lenhosa e bastante vigorosa nativa do Brasil, pertencente á família das bignoniáceas.

Após a queda de suas folhas durante o outono-inverno suas primeiras brotações trazem junto à florada impressionante. São muitos cachos de coloração rosa e cobrem praticamente toda a planta. É uma planta bastante rústica e resistente servindo para cobrir cercas, alambrados e taludes.

Condições de cultivo: recomenda-se o cultivo a pleno sol, em solos orgânicos.
Propagação: sementes, estaquia e alporquia.
Usos: indicada para caramanchões, portais, muros, pórticos e pérgolas.

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Randia-formosa-03

A Randia formosa é um arbusto lenhoso, da família Rubiaceae, nativo das savanas do Estado de Roraima, popularmente conhecido como ‘estrela do norte’.

A espécie possui potencial ornamental tanto pelo seu padrão vegetativo quanto pelas flores brancas e perfumadas que produz. Uma jóia da flora brasileira, suas flores brancas são em formato de estrelas e floresce em grande quantidade entre Fevereiro a Maio. As flores são abundantes e com suave perfume.
Elas são solitárias e exalam um suave perfume. Muito versátil a estrela-do-norte pode ser usada nos jardins como elemento isolado ou cultivadas em cercas vivas, maciços e grandes vasos. Seu porte fica entre 1,5 a 3 m de altura.

Luz:
Pleno sol
Origem: Brasil

Considerado uma jóia da flora brasileira, esse arbusto impressiona pela sua beleza. Seu porte varia entre 1,5  e 3 m e o crescimento é relativamente rápido. A espécie é de fácil cultivo, muito ramificada e repleta de folhas verde-escuras brilhantes.
O solo deve ser rico em matéria orgânica e bem drenado. A espécie aprecia sol pleno e se propaga por sementes.

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oliveira

Nome científico: Olea europaea
Nome popular: oliveira
Família:
oleáceas
Origem:
região oriental do mar Mediterrâneo
Características: árvore de crescimento lento, com tronco tortuoso e ramagem abundante
Porte:
pode chegar a 20 m de altura, mas muitas variedades não passam de 6 m
Flores:
inflorescência com mais de 100 flores brancas e amarelas
Folhas:
perenes, pequenas e brilhantes. São verde-acinzentadas de um lado e prateadas do outro. Apresentam uma ligeira penugem na parte de trás
Plantio:
em covas de 50 cm de diâmetro por 50 cm de profundidade, com uma mistura de 1/3 de terra ou terra vegetal e 1/3 de esterco de curral curtido
Luz:
sol pleno
Solo:
rico em matéria orgânica e bem dreando
Regas: só em períodos de chuva ou uma vez por semana,com moderação
Propagação:
estaquia

O fruto da Oliveira é a azeitona. In natura, ela tem gosto muito amargo e precisa passar por um processo de conserva para se tornar palatável.

Para frutificar, a oliveira precisa passar por um período de dormência, promovido pelas baixas temperaturas do inverno ou por altitude elevada. Entretanto, é possível induzir a oliveira a entrar em dormência por meio de déficit hídrico ou de intervenções no metabolismo da planta, como podas e aplicação de produtos específicos. Isso explica a produção de azeitonas em regiões tão distintas do Brasil, como no sul de Minas Gerais,o Rio Grande do Sul e até o semi árido.

Quem pretende cultivar a espécie em vasos, ou apenas por seu efeito paisagístico, não precisa se preocupar com a dormência. A planta é capaz de produzir frutos, ainda que em menor quantidade, mesmo sem ser submetida a invernos rigorosos. Além disso, mesmo sem frutos, a planta mantém seu efeito ornamental.

As oliveiras cultivadas no jardim devem ser podadas no inverno, para dar formato à árvore e conter seu crescimento, e dispensam regas.

Um cuidado importante é o controle das formigas, a principal praga das oliveiras. Para prevenir, basta espalhar iscas formicidas ao redor da planta. Outras pragas, como cochonilhas e pulgões, são exterminadas com aplicações de óleos minerais e inseticidas.

passarinho

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echeveria lilacina

Suculenta muito exótica, é originária de Nuevo Leon, no norte do México.
Sua folhagem é densa, composta de folhas em forma de espátulas carnosas que crescem lentamente, formando rosetas de até 20 cm de diâmetro.
As folhas são branco-acinzentadas mas, ao refletir a luz,adquirem leve tonalidade azul e lilás.
A responsável por esse efeito é uma camada cerosa que recobre a superfície das folhas.

Durante a primavera, a espécie produz inflorescências curvadas com flores tubulares vermelho-alaranjadas. Inicialmente, as rosas-de-pedra-fantasma crescem solitárias mas, com o passar do tempo, podem formar agrupamentos.
É uma ótima opção para criar um efeito diferenciado como forração de vasos,jardineiras e canteiros.
O substrato ideal é o arenoso acrescido de matéria orgânica e os vasos não devem ficar expostos a chuvas constantes.
A planta aprecia sol pleno e meia-sombra em regiões com temperaturas elevadas e se propaga por sementes.

borboletinha

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Confete1 (Small)

Nome Científico: Hypoestes phyllostachya
Nome Popular: Confete, face-sardenta
Família: Acanthaceae
Origem: Madagascar
Ciclo de Vida: Perene

É uma planta de textura delicada e aspecto compacto, a face-sardenta é uma folhagem muito apreciada. As folhas são pequenas e, de acordo com a variedade podem apresentar cores diferentes, podendo ter pintas brancas, róseas ou vermelhas em um fundo verde ou verde-avermelhado.

É muito versátil no paisagismo, podendo assumir diversas funções como forração, maciços, canteiros além das diversas composições que podem ser feitas com outras espécies de plantas. O plantio em vasos também é bastante interessante. As flores roxas e discretas têm importância ornamental secundária.

Muito rústicas e de fácil cultivo, podem ser plantadas à meia-sombra ou pleno sol, em solo fértil, e enriquecido com matéria orgânica ou adubos químicos, com regas regulares.

Não é tolerante ao frio e às geadas.

Multiplica-se por estacas em qualquer época do ano.

abelinha

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Nandina_domestica

Nome popular: Nandina; Avenca-japonesa; Nanten; Bambu-do-céu; Bambu-celeste.
Nome científico:
Nandina domestica Thunb.
Família:Berberidaceae.
Origem: China e Japão.

Arbusto de porte semi-herbáceo, de 1,0 a 2,0 m de altura, entouceirado.

Sua folhagem é muito ornamental, formando frutos vistosos durante a primavera-verão.
Seus folíolos se tornam avermelhados durante o outono e inverno.

A planta é bastante tolerante a baixas temperaturas, sendo amplamente cultivada na região sul do país.

Cultivo: É cultivado em vasos, como planta isoladas ou em grupos, formando conjuntos bordejando muros e paredes, à meia-sombra ou a pleno sol, com solo fértil, rico em matéria orgânica.

Multiplica-se por divisão das plantas, por sementes ou por estacas.

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Como realizar a divisão de touceiras:

Aqui vão algumas dicas de como multiplicar copos-de-leite, hemerocales e outras:
- Quando a touceira estiver muito cheia, enfie um forcado por entre as plantas retirando-as do solo;

1

- Com uma faca, destaque os rizomas mais novos, preferindo os de folhagem bonita e sadia.  Faça uma limpeza, eliminando as folhas mortas e podando parcialmente as raizes
2
- Para equilibrar a parte superior com a subterrânea, pode a folhagem em forma de leque.
3
- Plante os rizomas, de modo a deixar fora da terra um tufo de folhas. A distância entre as mudas pode variar, experimente deixar dois palmos entre uma planta e outra.
4

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Allium_ascalonicum (Small)

A echalote (Allium ascalonicum) é uma planta da família das Liliáceas, à qual pertence também a cebola (Allium cepa), sua parente próxima.
Popularmente, onhecido como ascalônia, cebola-de-ascalão, cebola-miúda, cebolinha-branca e charlota-das-cozinhas.
Embora seja largamente utilizada na Europa, a maioria das referências afirma que sua origem é a região da Palestina. Sua chegada na Europa se deu na época das Cruzadas. A semelhança da echalote com a cebola vai além do parentesco: o sabor é bem parecido, mas é mais doce que o da cebola e não sutil como o do alho-poró. Além disso seus valores nutricionais e medicinais são equivalentes aos da cebola.
A echalote é utilizada para temperar assados, grelhados e saladas. Na cozinha, ela tem as mesmas aplicações que a cebola, porém com o sabor menos picante.

Herbácea de ciclo anual, a echalote deve ser cultivada em solo profundo, solto e rico em matéria orgânica. O plantio pode ser feito por sementes, por meio de mudas ou com os bulbinhos (estes dois últimos apresentam resultados mais rápidos).
A planta necessita de luz solar direta e irrigação na dose certa: deve-se evitar os extremos, pois tanto a falta como o excesso de água são prejudiciais. Entretanto, o pior é o encharcamento, que pode provocar o apodrecimento dos bulbos.

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