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Nome Científico: Peperomia sandersii
Sinonímia:
Peperomia arifolia, Peperomia argyreia
Nome Popular:
Peperômia-zebra, peperômia
Família:
Piperaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida:
Perene

A peperômia-zebra é uma planta herbácea de folhagem densa, delicada e ornamental. Ela apresenta cerca de 25 cm de altura e caule rudimentar, de onde partem longos pecíolos bronzeados, dispostos em roseta. As folhas são carnosas, ovaladas, em forma de escudo e de superfície ligeiramente côncava. A cor é verde escura com um belo padrão de faixas prateadas que iniciam no centro da folha. A face abaxial (inferior) é de coloração verde-clara. As inflorescências são cilíndricas, esverdeadas e discretas, com pouca importância ornamental.

Esta peperômia de folhas diferentes e brilhantes é muito apreciada em vasos e jardineiras, sendo passível seu cultivo dentro de casa, próximo a janelas. Cantinhos quentes e úmidos, longe de correntes de vento são ideais. Também pode ser utilizada como forração, sob a copa de árvores e até mesmo em pequenos jardins iluminados por clarabóia em ambientes internos. No entanto ela não tolera o pisoteio e se quebra com facilidade. Se ela se apresentar com crescimento fraco e pecíolos longos é provável que esteja necessitando um pouco mais de luz.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa, em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta essencialmente tropical, a peperômia-zebra aprecia o calor e a umidade ambiental e não é capaz de tolerar geadas ou frio intenso. Apesar disto, pode ser conduzida em estufas no inverno, em regiões de clima temperado. Multiplica-se por divisão da planta, preservando-se sua estrutura completa, com folhas, pecíolos, caule e raízes.

Plantas de muitas variedades
Três grupos:
Espécies eretas:
ostentam as folhas grossas e crescimento vertical.
Espécies em rosette: folhas dispostas como nas violetas africanas.
Espécies de arrasto: com hastes que lembram as videiras. Ideais para vasos suspensos.
Espécies novas da Peperomia estão sendo introduzidas constantemente no mercado, que caracterizam plantas com formas de folha, texturas e diversidades interessantes.

Dicas de cultura:
Luz -
Exigem luz solar filtrada. A Peperômia não gosta da luz solar direta porque as cores de suas folhas ficarão descoradas. As variedades verdes são mais tolerantes.
As espécies eretas que crescem em mesas de escritório onde a luz brilhante está faltando têm seu crescimento estagnado devido à luminosidade insuficiente. As variedades claras da Peperômia (cultivares) reverterão e ficarão toda verde quando há uma insuficiência de luz.

Água - A planta nunca deve ficar com as raízes mergulhadas na água, especialmente as espécies tipo rosette, que apodrecem na coroa (parte central). Devido a estas razões, Peperômias não são muito apropriadas para o crescimento ao ar livre nos trópicos devido às circunstâncias de períodos prolongados de chuva.

Propagação:
Espécies ereta e de arrasto:
As plantas destes grupos podem facilmente ser propagadas através de corte da haste. A haste pode enraizar em um vidro com água antes do plantio no recipiente definitivo. O corte geralmente formará a raiz num tempo de aproximadamente uma quinzena.

Espécie Rosette: As espécies do tipo Rosette são propagadas geralmente através dos cortes da folha: tome uma folha com um pouco de haste unida a ela. Cubra a haste da folha com uma pequena quantidade de terra, e mantenha a folha deitada na terra: as plantas novas partirão da base das folhas.
No berçário-matriz obtemos as mudas a partir das folhas da peperômia-melancia:

…e é esta a espécie de peperômia disponível no Berçário de Plantas para os aniversariantes. Estamos cultivando a peperômia-melancia:

PEPERÔMIA-MELANCIA (Peperomia sandersii (ou argyeria))

Descrição: herbácea levemente suculenta, de uns 20 centímetros de altura, caule muito curto mas com longos pecíolos de tom vermelho-escuro; folhas escuras, peltadas, pontudas e algo côncavas, cada uma delas com até 10 centímetros no diâmetro maior, cor verde-azulada de tom escuro, listras prateadas que se irradiam de um ponto central elevado. Flores miúdas em longas espigas esbranquiçadas, mas a planta é cultivada sobretudo pelo valor ornamental das folhas.
Ambiente e uso decorativo: planta típica de interiores, para cultivo em vasos de mesa, jardineiras e arranjos internos.
Reprodução: melhor por estaquia de folhas, no período ativo de crescimento.
Luz: indireta: se possível o dia todo, embora possa tolerar algumas horas diárias de sol direto brando.
Rega: espaçada. Excesso pode causar podridão de raiz (fungo Phytophthora).
Solo: sem exigência particular.
Dados botânicos: família das Piperáceas.
Origem: Brasil.

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