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	<title>PlantaSonya</title>
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	<description>O seu blog sobre cultivo de plantas e flores, pragas, adubos, jardins, enfim tudo sobre plantas</description>
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		<title>Cacto-bola</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cactos]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de estar entre as cactáceas mais fáceis de cultivar, esse gênero apresenta plantas muito resistente. Suas espécies produzem uma grande quantidade de espinhos coloridos e uma profusão de belíssimas flores. Assumem formato arredondado ou de coluna, com numerosas &#8220;costelas&#8221; que percorrem o corpo da planta de cima a baixo, coberto de espinhos eriçados. Suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de estar entre as cactáceas mais fáceis de cultivar, esse gênero apresenta plantas muito resistente. Suas espécies produzem uma grande quantidade de espinhos coloridos e uma profusão de belíssimas flores. Assumem formato arredondado ou de coluna, com numerosas &#8220;costelas&#8221; que percorrem o corpo da planta de cima a baixo, coberto de espinhos eriçados. Suas grandes flores coloridas, de contornos semelhantes aos de uma trombeta ou de um funil, desabrocham à volta da coroa do exemplar, entre dezembro e o fim de fevereiro. Em geral, surgem em número de duas ou três por vez, e cada flor dura vários dias.<br />
De origem sul-americana, existem cerca de quarenta espécies, quase todas disponíveis com facilidade, o que as torna uma ótima escolha para um local ensolarado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-41869" title="Notocactus leninghausii" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Notocactus-leninghausii.jpg" alt="Notocactus leninghausii" width="567" height="567" /><br />
A Notocactus leninghausii constitui uma das espécies de maior estatura, alcançando 90 cm em seu habitat natural, enquanto apenas os exemplares mais velhos conseguem atingir uma altura máxima de 25 cm, quando cultivados dentro de casa. No início, a planta tem forma globular, mas com o tempo alonga-se como uma coluna. O corpo colore-se de verde-claro, quase todo encoberto por densa camada de espinhos amarelos. Quando o exemplar atinge entre 10 e 15 cm de altura, começa a produzir flores afuniladas, amarelas, cada uma com quase 5 cm de diâmetro.</p>
<p><strong>Primavera e Verão</strong><br />
O replante deve ser feito no começo da primavera, um pouco antes de a planta iniciar seu crescimento ativo. Faça um composto, agregando duas partes de terra adubada e uma de areia grossa. Reenvase o exemplar se as raízes preencherem o espaço interno, aumentando apenas um pouco o tamanho do recipiente; não exagere no tamanho do vaso, pois a planta mostra-se estimulada a florescer quando suas raízes estão ligeiramente comprimidas.<br />
Os exemplares que alcançaram mais de 10 cm de altura devem ser removidos de seus vasos, todos os anos, para uma avaliação das raízes. Nos anos em que não replantar, retire o máximo que puder do composto antigo, completando com mistura fresca.<br />
Esses cactos adaptam-se às temperaturas normais de dentro de casa, as quais podem subir até 27°C. Coloque-os em local bastante ensolarado, a fim de que mantenham seu formato e forneçam uma bela florada.</p>
<p>Regue o composto à vontade, mas espere que esteja quase seco antes de regar de novo. Adube com fertilizante líquido, a cada quatro semanas, durante a fase de crescimento, de outubro ao final de março.</p>
<p><strong>Outono e Inverno</strong><br />
No inverno, deixe o cacto repousar. Conserve o vaso a uma temperatura nunca inferior a 10°C, em posição com bastante luminosidade. Sob essa temperatura não haverá necessidade de regas, entre abril e setembro.<br />
Se a temperatura subir ou o ambiente estiver muito seco, aumente um pouco a quantidade de água das regas. Essas plantas precisam de uma boa circulação de ar, mas evite submetê-las a correntes de ar frio.</p>
<p><strong>Propagação</strong><br />
A propagação por sementes revela-se o melhor método, embora não constitua o mais rápido. Várias espécies florescem depois de apenas dois anos. Semeie em agosto e setembro, utilizando a mistura para sementes. Encha uma sementeira de composto e molhe bem; firme o solo e nivele a superfície. Espalhe as sementes por cima e cubra-as com areia grossa. Coloque o conjunto em local sombreado, entre 21 e 24°C, e com boa ventilação. Após cerca de três semanas, as sementes germinam e assemelham-se a minúsculas esferas verdes. Transfira a sementeira para um lugar mais iluminado, porém evite a luz solar direta. Deixe as mudas na sementeira por um ano, para que não sofram nenhum tipo de perturbação. Conserve-as entre 18 e 21°C nesse período. Transplante na primavera seguinte, em vasos individuais.</p>
<p>Em Outubro ou começo de Novembro você também pode plantar os rebentos produzidos por algumas espécies. Separe-os da planta-mãe com cuidado e passe as superfícies cortadas em pó de enxofre fungicida.<br />
Deixe as mudas secarem por uma semana, até formarem uma calosidade nos cortes. Plante-as no composto citado; mantenha em local semi-sombreado, com uma temperatura entre 21 e 24°C. Pulverize água de vez em quando.<br />
Os rebentos devem enraizar depois de seis a oito semanas. Quando as novas brotações estiverem visíveis, trate as plantas como adultas.<br />
Para molhar a mistura para semente, apoie a sementeira no fundo de uma pia com 2,5 cm de água. Retire-a quando o solo brilhar. Coloque o recipiente na bancada da pia, por alguns minutos, a fim de drenar.<br />
Depois de colocar as sementes sobre o composto, cubra-as com uma leve camada de areia grossa; mantenha a sementeira em local sombreado.<br />
Deixe as mudas descobertas, em posição clara, quente e abrigada de correntes de ar. Transplante-as quando tiverem 2 cm de diâmetro.<br />
Cuidados na Compra<br />
Antes de comprar, verifique se a planta está firme no vaso. Evite os exemplares que apresentem manchas, partes moles ou fungos.</p>
<p>Escolha uma planta de bom formato, que não esteja pendida para os lados, pois esse defeito revela-se muito difícil de corrigir, causando a queda do exemplar.</p>
<p>Durante um Inverno rigoroso, evite encharcar o solo, isso ocasiona o apodrecimento de ralões e caules. Pode suportar temperaturas baixas, inferiores às recomendadas, porém o solo deve estar seco.<br />
No Verão, o excesso de égua também prejudica: regue bastante, mas deixe o composto quase seco para molhar de novo. Essas cactáceas absorvem os nutrientes do solo muito depressa e exigem adubação adequada para um bom desenvolvimento e uma floração regular. Uma posição sombreada pode produzir um exemplar fraco. Forneça luz selar direta e bom arejamento.</p>
<p><strong>Problemas &amp; Soluções</strong><br />
A cochonilha lanuginosa costuma atacar a planta, em especial seu sistema radicular. Por isso, torna-se multo importante replantar seu exemplar a cada ano, para observar com atenção as ralões e verificar a presença de pequenos flocos brancos, que chegam a formar colônias. Se isso acontecer, coloque a planta sob água corrente e lave vigorosamente suas ralões. Deixe secar; aproveite para trocar o composto e lavar o vaso. Replante o cacto em mistura fresca.<br />
Quando essas cochonilhas estiverem na parte superior do exemplar, elimine-as com uma mistura de água e álcool.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42692" title="janel10" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janel107.gif" alt="janel10" width="468" height="312" /></p>
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		<title>Como cultivar Orquídea em Apartamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultivos e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quem têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.
Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.Todas as orquídeas podem ser cultivadas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42689" title="Phalaenopsis" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Phalaenopsis3.jpg" alt="Phalaenopsis" width="660" height="507" /></p>
<p>Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quem têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.<br />
Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.Todas as orquídeas podem ser cultivadas em apartamento, basta que se tenha espaço e iluminação suficientes. Já foi constatado floração até de Vandas e Cymbidiuns em varandas de apartamentos entre centenas de outras variedades, florescendo bem em apartamentos.</p>
<p><strong>Onde colocar</strong><br />
As plantas necessitam de iluminação adequada, então é conveniente colocá-las próximo a janelas ou em varandas.<br />
Deve-se tomar o cuidado de respeitar o limite de 50% de iluminação, que pode ser obtido com cortinas que permitam esta quantidade de incidência solar.<br />
<strong><br />
Quando e como regar</strong><br />
Não há um calendário correto para se seguir aos regar as plantas. O correto é regar sempre que o substrato estiver seco.<br />
Plantas em vasos de fibra de coco em geral requerem regas semanais. Orquídeas plantadas em troncos requerem regas diárias. A melhor forma de regar é submergindo os vasos em água, e permitir que esta migre para dentro destes, evitando assim lavar os nutrientes do solo.<br />
Acostume-se a verificar a quantidade de água nos vasos através do peso. Vasos secos costumam ficar bastante leves. Lembre-se que ter uma planta é como ter um animal de estimação, que requer cuidados diários.<br />
Se você abandonar sua orquídea é quase certeza que ela irá sofrer com a falta de cuidades e poderá morrer.<br />
O cuidado com as orquídeas é uma atividade que não pode ser chamada de trabalho, mas sim um momento de relaxamento. Ao cuidar de suas orquídeas você estará cuidando de sua mente e de sua saúde.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42690" title="janelas 4567" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janelas-45671.gif" alt="janelas 4567" width="457" height="297" /></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: white;">A melhor maneira de  regar é imergir o vaso num recipiente com água e deixar por alguns  minutos. Se você regar um vaso ressecado com um regador, pode ocorrer de  a água encontrar um canal por onde escorrer e o resto do substrato  continuar totalmente seco. Um meio de verificar a umidade do vaso é  aprender a sentir o peso, segurando com as mãos ou através de um exame  visual. Não use a mesma água em que foi mergulhado um vaso, para outro,  pois, se no primeiro houver fungos nocivos à planta, o outro vaso irá se  contaminar.<br />
</span></p>
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		<title>Os cuidados com vasos e plantas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 21:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultivos e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>

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Quando se trata de plantas plantadas em vaso, é preciso levar em consideração fatores como a presença de sol direto, luz artificial ou indireta do sol ou pouca luz (sombra). É preciso avaliar se o ambiente escolhido estará sujeito a intempéries como chuva e ventos ou se estará protegido.
A manutenção das plantas é muito importante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42683" title="plantas-vasos" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/plantas-vasos.jpg" alt="plantas-vasos" width="500" height="576" /></p>
<p>Quando se trata de plantas plantadas em vaso, é preciso levar em consideração fatores como a presença de sol direto, luz artificial ou indireta do sol ou pouca luz (sombra). É preciso avaliar se o ambiente escolhido estará sujeito a intempéries como chuva e ventos ou se estará protegido.</p>
<p>A manutenção das plantas é muito importante. A adubação deve seguir a necessidade específica de cada espécie, aí vai uma dica importante: “a aplicação de óleo mineral nas folhas evita fungos”. A rega não pode ser exagerada, pois as raízes apodrecem. A terra desses vasos não sofre evaporação por não receberem luz e calor direto, então, as plantas devem ser regadas uma ou duas vezes por semana e com pouca água. Verifique colocando o dedo na terra.</p>
<p>A yuca brava, pata de elefante e sansevéria são plantas que precisam de solo seco por um período maior de tempo e isso faz com que regas sejam mais esparsas, entre 10 a 15 dias.<br />
Em relação à conservação dos vasos, os de cimento e barro são impermeabilizados em seu interior e devem ser limpos periodicamente. Os vasos de plástico podem ser limpos normalmente, pois são mais resistentes e duráveis.</p>
<p><strong>Sugestões de vasos e plantas para cada ambiente da casa </strong><br />
- Plantas indicadas para ambientes internos com pouca luminosidade (sombra): Zamioculcas e pacová. Precisam ficar protegidas do sol direto. A rega pode ser feita moderadamente, deixando o solo levemente seco antes da próxima rega.</p>
<p>- Plantas indicadas para ambientes internos com muita luminosidade (meia sombra ou sol): Yuca brava, pata de elefante e sansevéria.</p>
<p>- Hall de entrada: Vaso quadrado branco alto com Cyca.</p>
<p>- Sala de estar: Cachepot de inox com Chamaedora ou Árvore da fortuna e felicidade.</p>
<p>- Sala de jantar: Cachepot de vidro quadrado alto com árvore da fortuna e felicidade.</p>
<p>- Cozinha: Cachepot de madeira com flor de pimenta.</p>
<p>- Quarto: Cachepots de madeira quadrados, em forma de cone, com Zamioculcas ou lírios da paz.</p>
<p>- Banheiro: Cachepot de vidro quadrado alto, com pau de água e revestimento de pedras gress ou casca de pinus.</p>
<p>- Varanda: Cachepot de inox com pleomele variegata.</p>
<p>- Área de serviço: Vaso quadrado alto de cimento, com palmeira Phoênix.</p>
<p>- Escadas: Cachepot de madeira com Zamioculcas.</p>
<p>- Separação de ambientes: Cachepot rústico com Rafhis.</p>
<p>- Decoração de mesa: Cachepots de cerâmica artística com orquídeas.</p>
<p><strong>Dicas de conservação para vasos e plantas</strong><br />
- As plantas Yuca brava, Pata-de-elefante e Sansevéria precisam de solo seco por um período maior de tempo e as regas devem ser feitas com um espaço maior de tempo (10 a 15 dias). No caso da yuca, especificamente, precisa ficar em um ambiente com boa ventilação.</p>
<p>- Faça adubação periódica (seis vezes ao ano) e limpe constantemente as plantas.</p>
<p>- Faça manutenção periódica dos vasos: limpeza, pintura e acabamentos.</p>
<p>- Cachepots de vime, bambu e sisal: cuidado na rega para não molhar o fundo. Coloque sempre um prato de plástico na base do vaso.</p>
<p>- Vasos de cerâmica e cimento: limpe periodicamente com pano úmido para retirar a formação de limo, devido à umidade (esse procedimento é indicado quando o vaso não vem impermeabilizado de fábrica).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42206" title="24" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/2426.gif" alt="24" width="299" height="402" /></p>
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		<title>Plantas hidropônicas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:54:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultivos e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[hidroponia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitos apreciadores de plantas gostariam bastante de ter plantas ornamentais em flor à janela, anseiam, especialmente no inverno, por tonalidades frescas de verde no seu lar, poré, têm pouco tempo para cuidar das flores, receiam também o sustento permanente das plantas ou viajam muito. Para estas pessoas, recomenda-se a hidrocultura,  a jardinagem de interiores com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42678" title="hidropônia" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/hidropônia.jpg" alt="hidropônia" width="400" height="227" /><br />
Muitos apreciadores de plantas gostariam bastante de ter plantas ornamentais em flor à janela, anseiam, especialmente no inverno, por tonalidades frescas de verde no seu lar, poré, têm pouco tempo para cuidar das flores, receiam também o sustento permanente das plantas ou viajam muito. Para estas pessoas, recomenda-se a hidrocultura,  a jardinagem de interiores com esforços de cuidados mínimo.</p>
<p>Esta forma de cultura, na qual as plantas decorativas e as plantas de cultivo se encontram em recipientes com soluções nutritivas, é um sistema de cultivo de plantas moderno e confortável para o jardineiro de plantas ornamentais. A rega e a adubação frequentes tornam-se desnecessárias, pelo que é um tipo de manutenção de plantas muito apreciado.</p>
<p>Os conhecimentos essenciais para a hidrocultura sobre nutrição de plantas não são novos; a utilização de soluções nutritivas é à muito praticada na investigação. Na hidrocultura, em vez de criarem raízes na mistura, enquanto portadoras de substâncias nutritivas, as plantas criam raízes num substrato solto dentro de um  recipiente cheio de material granuloso de argila (grãos de argila expandida); este material confere-lhes firmeza e permite que a solução nutritiva especial e o ar atinjam seus órgãos de sustento.</p>
<p>O grão de argila expandida são uma substância espumante e porosa. O substrato feito de grãos de argila expandida, especialmente preparado para a hidrocultura, é retirado de argila pobre em sais minerais, e quimicamente neutro; não se decompõe nem apodrece, é leve e é capaz de armazenar uma determinada quantidade de umidade, que volta lentamente a produzir para o aumento de umidade. Com o indicador de nível de água é possível controlar o nível da água, ou seja, da solução nutritiva. A planta apenas se pode desenvolver se o nível da água não estiver demasiado elevado durante demasiado tempo; por outro lado, a seca contínua, ou seja, um nível de água demasiado baixo, também é prejudicial. A melhor solução será manter o nível de água no &#8220;mínimo&#8221; ou, quanto muito, no &#8220;ótimo&#8221;. Apenas durante períodos de ausência longos se deve manter no &#8220;máximo&#8221;. Como segurança, deve-se lavar ocasionalmente o indicador de nível de água de raízes em crescimento, de restos de adubo e da sujidade.</p>
<p>A localização das plantas num espaço, bem como a intensidade de luz e a temperatura desempenham um papel um papel fundamental na hidrocultura. A idéia de que as plantas cultivadas no sistema de hidrocultura precisam de menos luz do que as plantas cultivadas em vaso, é falsa.</p>
<p>No que diz respeito aos métodos de propagação, seja por estacas ou sementes, não existem diferenças no cultivo de plantas jovens entre a hidrocultura e o cultivo em mistura. A mudança de uma planta em mistura para hidrocultura é possível, mas é algo difícil.</p>
<p>(Para a hidrocultura é necessário: recipientes para as plantas, substrato de grãos de argila expandida, um indicador do nível de água, pois de outro modo não seria possível controlar a umidade).</p>
<p>Para cultivar uma planta pelo sistema de hidroponia, você vai precisar basicamente de:<br />
<strong>1- Recipiente ou vaso em material impermeável:</strong> Os recipientes de vidro são os mais indicados, pois além de bonitos, permitem que se possa observar o desenvolvimento das raízes. Evite usar recipientes em metal ou cobre, principalmente os não tratados, que podem reagir com os elementos químicos contidos nos fertilizantes e, ainda pior, podem enferrujar. Alguns recipientes de metal podem ser utilizados, desde que recebam uma camada de proteção (como resina epóxi, por exemplo) na parte interna.</p>
<p><strong>2 &#8211; Um tipo de agregado para firmar as raízes:</strong> É possível usar argila expandida, pedrinhas ou pedregulhos. A argila expandida é especialmente indicada para a hidroponia, pois suas características facilitam a distribuição de água por todo o recipiente e ainda favorecem a circulação de ar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Fertilizante:</strong> Pode-se utilizar um fertilizante líquido genérico , adicionado à água, porém, corre-se o risco de haver cristalização dos nutrientes não absorvidos, que acabam se concentrando nas raízes. O resultado é que se torna necessária uma lavagem periódica das raízes, geralmente a cada 3 meses, para que a planta não seja prejudicada. É preferível optar pelo uso de uma solução fertilizante com fórmula especialmente desenvolvida para a hidrocultura, que pode ser encontrada nas lojas especializadas em jardinagem.</p>
<p><strong>Plantas mais indicadas para Hidrocultura</strong><br />
Samambaias; Palmeiras; Coléus; Hera; Maranta; Cróton; Monstera; Comigo-ninguém- pode; Ficus; Filodendro; Espada-de-são-jorge</p>
<p>Cuidados Especiais<br />
O principal cuidado que se deve ter no cultivo hidropônico é manter o nível correto da solução (água + fertilizante). Existem no mercado vasos especialmente desenvolvidos para este fim, com um marcador embutido para indicar o nível mínimo e máximo. O marcador também pode ser comprado avulso e adaptado a outros vasos.<br />
Uma outra opção é fazer em casa mesmo a marcação na lateral do vaso, baseando-se no fato de que cerca de 1/3 do agregado utilizado (argila expandida ou outros) deve ficar submerso.</p>
<p>Observar, periodicamente, se a planta está dando sinais de carência de nutrientes (desenvolvimento lento e insatisfatório, por exemplo). Caso isso ocorra, é preciso corrigir o problema com a adição de mais fertilizante.</p>
<p>Mudar a planta de vaso sempre que as raízes se mostrarem muito volumosas ou compactadas, tornando o recipiente incompatível com o seu tamanho.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42679" title="23" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/2311.gif" alt="23" width="371" height="320" /></p>
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		<title>Como fazer sua Orquídea florir</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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Como é difícil esperar um ano inteirinho para ver as flores de uma orquídea desabrochar, mas vele a pena, seja de mini orquídeas ou de grandes orquídeas o espetáculo é sempre o mesmo.
Algumas, frágeis e delicadas, outras, rústicas e extravagantes. Não a quem não se encante com a beleza e o perfume das orquídeas. Sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42667" title="rodiguisia lanceolata" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/rodiguisia-lanceolata2.jpg" alt="rodiguisia lanceolata" width="523" height="345" /></p>
<p>Como é difícil esperar um ano inteirinho para ver as flores de uma orquídea desabrochar, mas vele a pena, seja de mini orquídeas ou de grandes orquídeas o espetáculo é sempre o mesmo.</p>
<p>Algumas, frágeis e delicadas, outras, rústicas e extravagantes. Não a quem não se encante com a beleza e o perfume das orquídeas. Sem duvida, elas são as flores mais desejadas. A aquela que duram poucas horas como e o caso das sobralias, outras, meses inteiros como acontece com algumas phalaenopsis.</p>
<p>Todo colecionador tem o desejo que suas orquídeas soltem um grande cacho de flores e que essas flores durem por muito tempo.</p>
<p>Para que isso aconteça preste atenção nas dicas abaixo:<br />
* Mantenha sua orquídea na luminosidade ideal.<br />
Cada planta tem uma necessidade individual de luz, algumas precisam de pouca luz outras já gostam de baste luz, isso é fundamental para a floração, se você mantiver uma orquídea que gosta de muita luz, dentro de casa, onde tem pouca luz, ela pode não florir, e se florir, não será tudo o que podia ser.</p>
<p>* Espécies de orquídeas que gosta de pouca luz, algo entre 60 e 70%. Ideais para lugares mais fechados como os interiores das casas: Phalaenopsis, Paphiopedilun</p>
<p>* Espécies que preferem mais luz, luminosidade a 50%: Cattleya, Laelia, Dendrobium, Oncidium, Catasetum</p>
<p>* <strong>Adubações ricas em fósforo.</strong><br />
Uma adubação rica em fósforo 40 dias antes do período que a orquídea vai florir estimula a floração, ajuda a manter as flores por mais tempo alem de aumentar o numero de flores por haste floral.</p>
<p>Uma boa formula para estimular a floração.<br />
N= Nitrogênio 4<br />
P= Fósforo       45<br />
K=Potássio     15<br />
Adubos ricos em fósforo terão sempre o numero do meio maior do que os outros.<br />
Mas não basta cuidar da planta apenas perto de sua floração, plantas bem cuidadas o ano todo florescem melhor. Plantas atacadas por doenças também pode não florir. Se, pretende ter sucesso no cultivo de orquídeas, ou de qualquer outra planta, terra que ser disciplinado.<br />
3 evitem molhar as flores.</p>
<p>Flores que recebem água das chuvas duram menos e quase sempre mancham. A água facilita a ação de fungos. Se tiver como não molhar as flores elas duraram muito mais tempo. Evite também  jogar adubos ou qualquer outros produtos nas flores elas não gostam.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42668" title=")))" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/gif" alt=")))" width="375" height="324" /></p>
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		<title>As doenças e pragas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mancha foliar
Não é de se estranhar que as plantas ornamentais sejam sensíveis. Isso acontece pelo fato de, na maioria dos casos, se tratarem de plantas oriundas de regiões com climas completamente diferentes; além do mais, são obrigadas a viver em espaços adequados e confortáveis para os seres humanos e não para elas. Para além, disso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-42663" title="manchas-foliares" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/manchas-foliares2.jpg" alt="manchas-foliares" width="561" height="420" /><strong>Mancha foliar</strong></p>
<p>Não é de se estranhar que as plantas ornamentais sejam sensíveis. Isso acontece pelo fato de, na maioria dos casos, se tratarem de plantas oriundas de regiões com climas completamente diferentes; além do mais, são obrigadas a viver em espaços adequados e confortáveis para os seres humanos e não para elas. Para além, disso o espaço para as suas raízes é bastante limitado.</p>
<p>Apesar de gerações de cultivadores se terem esforçado no sentido desacostumar as plantas da  sua sensibilidade de adaptação e da sua predisposição para doenças, elas permanecem seres sensíveis que, devido ao desleixo, aos cuidados errados, a influências ambientais prejudiciais reagem frequentemente de forma sensível, acabando por definhar, adoecer e, por fim, morrer.<br />
A maioria dos problemas das plantas ornamentais está relacionada com locais ou tratamento errados, bem como com micoses e ataques de pragas animais. De fato, os vegetais saudáveis e resistentes raramente ficam doentes; as pacientes são quase sempre plantas ornamentais fracas ou já doentes no momento da aquisição.</p>
<p>As doenças e as pragas das plantas ornamentais refletem, portanto, reações a condições adversas:<br />
- um local errado com luz excessiva ou escassa para a planta;<br />
- temperaturas demasiado elevadas ou demasiado baixas;<br />
- rega demasiado escassa ou demasiado frequente, eventualmente com água demasiado fria;<br />
- falta de umidade do ar para vegetais especiais, principalmente no inverno, em divisões com aquecimento central;<br />
- correntes de ar ou pouco ar fresco;<br />
- um substrato errado ou inacessível;<br />
- mudança de vaso descuidada;<br />
- redução da temperatura de forma descuidada no período de repouso.</p>
<p>Antes de recorrer aos químicos para combater micoses ou insetos nocivos, devem tentar-se todas as outras possibilidades: mudar as plantas de local e colocá-las numa área com luminosidade e temperatura mais adequadas, alterar os hábitos de rega, mudar eventualmente o substrato, combater as pragas de forma mecânica; em alguns casos, também se colocam em questão métodos biológicos para as plantas ornamentais.<br />
Quando nem o combate mecânico nem os métodos alternativos ajudam ( produtos caseiros comprovados de toda a espécie e novas receitas postas à prova) , tenta-se os produtos químicos. Em determinadas situações, nem mesmo ao jardineiro de plantas de interior consciente do ambiente resta outra opção; mas quando se lida com pesticidas, deve-se fazê-lo na varanda, no jardim ou pelo menos com uma janela aberta. Mas mesmo quando os preparos químicos resultam por momentos, há que ter consciência de que apenas se combateram as consequências. portanto, o melhor é remediar as causas da doença ou do aparecimento dos danos.</p>
<p>Através de cuidados, dos quais também fazem parte a limpeza ocasional das folhas, evitam-se muitas doenças.<br />
As bactérias só conseguem entrar nas plantas através de feridas ou aberturas naturais e, tal como os vírus, também os insetos (especialmente os pulgões) ou o próprio jardineiro de plantas de interior podem ser os portadores. Um ataque é favorecido pela elevada umidade do ar e pelo calor. Os sintomas são, entre outros, vegetações cancerosas nas raízes ou nos troncos (por exemplo, o oleandro), emurchecimento e apodrecimento do caule (por exemplo, os pelargônios), manchas pegajosas, no caso das begônias. As doenças bacterianas não se devem combater nem remediar com produtos de proteção de plantas. Devido ao perigo de contágio, os exemplares atacados devem ser imediatamente isolados e deitados ao lixo.<br />
As viroses também são causadas por pequenos micróbios microscópicos; os vírus penetram nas plantas através de feridas, tal como as bactérias, são transportados para as plantas ornamentais.</p>
<p>Os vegetais atacados (crisântemos, dálias, lírios, entre outros) apresentam folhas com pontuações amareladas e acabam por murchar. Os rebentos podem adquirir uma coloração avermelhada, sendo que o porte definhado aponta também para uma infecção por vírus. As viroses das plantas também não se conseguem curar, os vegetais atacados devem ir para o lixo.<br />
Há que se ter o cuidado de isolar as plantas atacadas.</p>
<p>Ao contrário dos vírus e das bactérias, os fungos que vivem como parasitas também podem atacar as plantas sem haver necessariamente um portador.  O clima quente e úmido é propício ao desenvolvimento de micoses, com algumas exceções; as plantas ornamentais correm perigo quando estão muito juntas umas das outras e quando há uma má circulação de ar. O crescimento fraco e a nutrição em excesso (principalmente uma nutrição rica em azoto) também favorecem o ataque de fungos. Eles podem atacar todas as partes das plantas: existem doenças nas raízes, apodrecimento do caule, doença das folhas e doenças linfáticas,  bem como lesões de fungos no tronco e nos ramos. Todas estas doenças requerem um combate especial. Quando é fortemente atacada, a planta deve ser destruída, mas quando o ataque ainda está no início, é possível retirar as partes doentes da planta e tratar as restantes partes de forma preventiva. Em todo o caso, a planta deve ser isolada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42664" title="111111" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/1111113.gif" alt="111111" width="362" height="309" /></p>
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		<title>Gerânio-pendente</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/flores-e-folhagens/geranio-pendente.html</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 19:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flores e Folhagens]]></category>
		<category><![CDATA[pendentes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nome popular: Gerânio-pendente
Origem: África do Sul
Família: Geraniaceae
O gerânio pendente é uma planta herbácea com aparência arbustiva. É originário da África do Sul da mesma forma que o gerânios comun. Os caules são mais finos e maleáveis e o crescimento rasteiro, dando a aparência pendente. Por isso é indicada sua utilização para jardineiras suspensas ou vasos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42591" title="gerânio-vermelho" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/gerânio-vermelho-.JPG" alt="gerânio-vermelho" width="542" height="406" /></p>
<p><strong>Nome popular:</strong> Gerânio-pendente<br />
<strong>Origem: África do Sul<br />
Família: </strong>Geraniaceae</p>
<p>O gerânio pendente é uma planta herbácea com aparência arbustiva. É originário da África do Sul da mesma forma que o gerânios comun. Os caules são mais finos e maleáveis e o crescimento rasteiro, dando a aparência pendente. Por isso é indicada sua utilização para jardineiras suspensas ou vasos conferindo ao local um visual bem decorativo. O ideal mantê-la com ramos de 30 cm.</p>
<p>A folhagem é suculenta e com formato bem característico. Geralmente possuem cheiro cítrico quando esmagadas, mas existem cultivares com diversos aromas diferentes, desde coco até maçãs.</p>
<p>As flores podem ser simples, semidobradas e raramente dobradas. Cada talo possui 5 a 10 flores, bem menos que a quantidade encontrada no gerânio comum. As cores vão do rosa ao vermelho, lilás ao roxo escuro e branco.</p>
<p>Preferem sol pleno mas conseguem crescer bem na meia sombra, no entanto produzem menos flores e mais folhagem nesse caso.</p>
<p>Pode ser cultivado a pleno sol ou meia sombra, porém na condição de sol pleno, o gerânio tem seu florescimento mais intenso. O gerânio-pendente se desenvolve melhor em regiões de temperaturas mais amenas, pois é típico de áreas semi-tropicais e temperadas.<br />
Apesar de apresentar flores ao longo do ano, são nas estações da Primavera e Verão que o gerânio floresce com mais intensidade. Várias flores são formadas nas pontas das longas hastes em várias cores de tonalidades róseas desde mais claras até as mais escuras.<br />
O substrato para seu cultivo deverá ser uma mistura preparada com húmus de minhoca, farinha de ossos, areia e adubo granulado NPK na formulação 4-14-8.<br />
Se plantadas em vasos pode-se usar o mesmo substrato, neste caso mantendo a proporção de 4 porções de húmus para 1 de areia mais 3 colheres de farinha de ossos e 2 colheres medida de adubo granulado. Misture bem o substrato antes de se empregar.</p>
<p>A propagação deve ser feira através de estacas de ponteiro com até 10 cm de comprimento, colocado em areia e vermiculita, mantidos úmidos, podendo cobrir o recipiente com saco de plástico transparente para não perder a umidade.<br />
A melhor época de realizar a estaquia é durante o Inverno, obtendo resultados em cerca de 15 dias.</p>
<p>Para plantá-la em vasos ou jardineiras deve-se primeiro preparar o vaso colocando brita, cacos de tijolos ou manta geotêxtil no fundo e, por cima areia úmida para garantir a drenagem.<br />
Coloque então o substrato recomendado com a mistura recomendada, cuidando para não danificar as raízes.<br />
Preencha com mais substrato, apertar de leve para fixar e regar. Deixar em local arejado, iluminado, mas sem sol direto.<br />
Não tolera a umidade excessiva do solo, portanto deve-se ter cuidado com as regas para não encharcar o substrato, principalmente nos períodos mais frios.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42647" title="janel2" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janel216.gif" alt="janel2" width="400" height="274" /></p>
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		<title>Plantas e jardinagem &#8211; Dicas caseiras</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/dicas-e-curiosidades/plantas-e-jardinagem-dicas-caseiras.html</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 19:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
* Elimine os piolhos das roseiras pulverizando as plantas atacadas pela praga, com água em que se dissolveu tabaco.
* A borra do café serve para adubar as plantas
* Para manter as formigas que comem plantas, afastadas. Misture borra de café em água e molhe uma estopa, coloque-a em volta do tronco da árvore, e molhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42572" title="flor-de-gerânio" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/flor-de-gerânio1.JPG" alt="flor-de-gerânio" width="590" height="389" /></p>
<p>* Elimine os piolhos das roseiras pulverizando as plantas atacadas pela praga, com água em que se dissolveu tabaco.</p>
<p>* A borra do café serve para adubar as plantas</p>
<p>* Para manter as formigas que comem plantas, afastadas. Misture borra de café em água e molhe uma estopa, coloque-a em volta do tronco da árvore, e molhe novamente, a cada 3 dias. A formiga não suporta cheiro de café e vão deixar sua planta em paz, pode colocar no jardim também.</p>
<p>* As moscas deixarão as plantas em paz se plantarmos alguns galinhos de hortelã nos vasos. Elas não suportam o cheiro.</p>
<p>* A água que ferve os ovos e a água que se desprende do peixe congelado são ótimos adubos para as plantas, pois contém sais minerais.</p>
<p>* Deixe suas plantas em cima de tijolos molhados. As plantas absorvem naturalmente a água de que necessitam.</p>
<p>* Limpe flores artificiais colocando-as dentro de um saco de papel, coloque uma colher de sal e sacuda por alguns minutos.</p>
<p>* Para suas rosas durarem mais tempo (de 8 a 10 dias), coloque na água uma colher de bicarbonato de sódio. Apenas uma colher de sopa para cada litro de água.</p>
<p>* Para suas flores durarem mais nos vasos, corte um pedaço do cabo todos os dias, e ponha água gelada nos vasos.</p>
<p>* Se quiser afastar lesmas das suas plantas, coloque rodelas de batatas ou um recipiente pequeno com cerveja.</p>
<p>* Para deixar as folhas grandes lustrosas, é só passar uma pano com uma mistura de leite e água, em partes iguais.</p>
<p><strong>* Para manter suas flores sempre bonitas: </strong><br />
- Logo que você cortar os cabos de cada flor, em baixo d&#8217;água, coloque-as num vaso limpo, cheio de água morna.<br />
- Retire todas as folhas que ficarem abaixo da linha da água.<br />
- Troque a água toda vez que ela ficar turva.<br />
- Se o arranjo vier em esponja floral, molhe-a o suficiente para que a esponja fique numa lamina de água.<br />
- Mantenha as flores em local fresco, longe de eletrodomésticos, luz solar direta ou ventos quentes ou frios.<br />
- Se as rosas murcharem, corte outra vez os cabos embaixo d&#8217;água e mergulhe totalmente as flores num recipiente com água morna por 45 minutos.<br />
- Use um conservante floral industrializado ou improvisado, como &#8220;Melhoral&#8221; ou &#8220;Aspirina&#8221; ou, ainda, no caso de rosas, um pouquinho de</p>
<p>* O motivo do envelhecimento rápido das plantas é a desidratação. Por isso, ao podar o caule, procure fazer um corte reto e com as pontas imersas na água. Esse processo evita a entrada de ar nas células do caule e o conseqüente bloqueio da absorção de água e nutrientes. A troca diária de água, o uso de vinagre ou aspirina (cuidado o excesso pode prejudicar) impedem que as flores murchem pela ação das bactérias. E, se os botões estiverem muito fechados, coloque um pouco de açúcar no vaso para abri-los. Se puder, borrife as plantas para mantê-las frescas e hidratadas. Atenção: a cada 15 minutos fora d&#8217;água, a sua rosinha perde um dia de vida.</p>
<p>* Uma muda de planta pode ser transportada de um lugar para o outro sem murchar com ajuda de uma simples batata. A umidade da polpa dessa hortaliça cuidará para que a planta chegue ao local definitivo com vigor.</p>
<p>* Fazer novas mudas de alho é bem simples. Para isso, você só precisa destacar os bulbos de um dente de alho já com raiz. E colocá-los em terra comum de jardim. O alho pode ser cultivado, inclusive em vaso. Na hora de plantar, cuide apenas de colocar a metade dos bulbos na terra, em cerca de 90 dias estarão prontos para colheita.</p>
<p>* Algumas plantas ajudam a manter as pragas afastadas dos canteiros. Alguns exemplos: Tagetes ou cravo-de-defunto, hortelã, calêndula, arruda.</p>
<p>* Para saber a quantidade de adubo a ser aplicado na planta, bem como a periodicidade e a melhor maneira para se aplicar, siga as instruções do produto. Nunca adube em quantidade excessiva, pois pode matar suas plantas.</p>
<p><strong>* Samambaia </strong><br />
Regue ao menos duas vezes por semana. O substrato (material que fica dentro do vaso) deve ser regado por um todo, nunca deve ficar completamente seco, nem encharcado. Borrife com água as folhas da samambaia. Adube a terra uma vez por mês.</p>
<p><strong>* Lírio da Paz </strong><br />
Exige pouca água e bastante claridade. Preocupe-se apenas em regar a terra quando estiver seca, e em adubá-la uma vez ao mês.</p>
<p><strong>* Bromélia </strong><br />
Exige claridade e umidade. Regue-a de dois em dois dias, deixando a terra sempre úmida. Troque a água que fica armazenada nas folhas uma vez por semana (escorra a água virando a planta de cabeça para baixo). Adube a terra uma vez por mês.</p>
<p><strong>* Orquídea </strong><br />
Exige arejamento e claridade. Regue-a a cada dez dias. Adube a terra uma vez por mês.<br />
A maioria das orquídeas toleram variações de temperatura  entre 10 a 40C, mas a temperatura ideal fica em torno de 25 graus.  Orquídeas como Phalaenopsis e Vanda preferem temperaturas mais altas,  enquanto que as Miltonias, Cymbidiums, e Paphilopedilum se dão melhor  com temperaturas mais amenas.<br />
A orquídea é uma flor que gosta de luz, mas o sol direto pode amarelar  as folhas. Elas não resistem a rajadas de vento e devem ser regadas  apenas duas vezes por semana.<br />
A água vaza logo, mas a raiz permanece úmida.</p>
<p><strong>* Nim </strong><br />
Uma árvore indiana conhecida como &#8220;nim&#8221; ou &#8220;neem&#8221; (Azadirachta indica A. Juss). Muito usada para repelir insetos.<br />
Espécie resistente e pouco exigente. Entretanto, não tolera frio: em locais cuja temperatura pode cair abaixo de 8 graus C, ela não vai bem. Normalmente, cresce em condições semi-áridas e se desenvolve em vários tipos de solo.<br />
O óleo extraído das sementes da nim e o extrato obtido das folhas podem ser aplicados no gado, na produção de frutíferas, plantas medicinais, hortaliças e grãos, mas os pesquisadores alertam que só devem ser aplicados quando for constatada a ocorrência de danos às culturas ou às criações.<br />
O extrato obtido da planta age de forma diferente em cada praga, eliminando algumas e atuando como repelente de outras. Sua eficiência tem sido comprovada no combate a pulgões, lagartas em geral, cochonilhas, ácaros, brocas, besouros, gafanhotos, nematóides, carrapatos, bernes e também trips.<br />
Como é feito o extrato das folhas:<strong> </strong>Cerca de 250 gramas de folhas verdes de nim são batidas no liquidificador com 2 litros de água. O preparado fica armazenado em local sem incidência de luz por um período de 12 horas. Antes da aplicação, o extrato é filtrado e deve ser diluído em água para obter 20 litros de inseticida natural. Só deve ser armazenado por 3 dias, em frasco e local escuro.</p>
<p>* As hortênsias são flores de frio e muito sensíveis. Quando elas começarem a ficar feias, mergulhe na água com as pétalas pra baixo. Deixe por 2 horas. Elas voltarão a ficar bonitas.</p>
<p>* O segredo para deixar os caules das gérberas bem retinhos é cortar um centímetro da pontinha, sempre na diagonal e mergulhar na água.</p>
<p>* O Banheiro pode ser um ambiente ideal para cultivar algumas espécies de plantas que necessitam de pouco sol, como lírio-da-paz, a jibóia e o asplênio, que crescem em vasos com terra, mas aquelas que vão bem em recipientes com água, como a bromélia e o papiro, também são prefeitas para enfeitar aquele cantinho próximo da janela.</p>
<p><strong>* Como plantar ervas em um vaso</strong><br />
- O primeiro passo é colocar argila expandida para drenar a água.<br />
- Depois coloque a terra aproximadamente até a metade.<br />
- Em seguida, coloque uma camada não muito espessa de areia e espalhe.<br />
- Finalizando a preparação, cubra o restante com um pouco de húmus.<br />
- Faça um pequeno buraco e, com cuidado, encaixe o manjericão.<br />
- Faça o mesmo com a salsinha&#8230;<br />
- Com a cebolinha, e finalmente&#8230;<br />
- Com o alecrim. Não esqueça que, para crescerem fortes, os temperos precisam de bastante sol.</p>
<p><strong>* Como fazer uma Horta em casa </strong><br />
- Escolha um local onde o sol incida ao menos uma parcela do dia, que seja plano ou levemente inclinado e que seja afastado de privadas e esgotos.<br />
- Limpe o local escolhido, retirando as pedras, galhos e o mato.<br />
- Afofe e prepare a terra para plantar as sementes. Siga a seguinte proporção: terra misturada com aproximadamente 10 litros de adubo orgânico e 200 gramas de farinha de osso por cada metro quadrado.<br />
- Espalhe a terra pelo canteiro e faça covas de aproximadamente 5 cm de profundidade.<br />
- Ao plantar, veja nas embalagens das sementes qual é o distanciamento (espaço entre as sementes) mais indicado e deposite-as nas covas.<br />
- Feche as covas com terra e regue todo os dias, no fim da tarde.</p>
<p><strong>* Mini-horta<br />
Material necessário</strong><br />
- 1 jardineira ou 1 embalagem de leite ou 1 garrafa pet (necessário que tenha pelo menos 20 cm de profundidade)<br />
- Pedriscos (só para caixas sem saída de água)<br />
- Terra<br />
- Esterco<br />
- Areia<br />
- Mudas de hortaliças ou sementes</p>
<p><strong>Modo de preparar a mini-horta </strong><br />
-Se for preparar a mini-horta com garrafa pet ou embalagem de leite, cortar a parte de cima (conforme mostrado no programa)<br />
-Colocar os pedriscos<br />
-Colocar a terra, o esterco e a areia e misturar bem estes três materiais<br />
-Fazer a semeadura ou o transplante de mudas de sua preferência<br />
-Regar 2 vezes ao dia no verão ou 1 vez por dia durante o inverno<br />
-Deixar no mínimo 5 horas por dia no sol<br />
-Deixar a jardineira em local arejado<br />
<strong><br />
* Tipos de adubos </strong><br />
1 &#8211; Adubos orgânicos: adubos de origem vegetal ou animal . Exemplos: farinhas de osso, sangue, carne; torta de mamona, húmus de minhoca, estercos de gado, de aves, etc. A principal vantagem do adubo orgânico é que em excesso não faz mal para as plantas, já que se trata de um produto natural.<br />
2 &#8211; Adubos inorgânicos: adubos de origem química. Exemplos: Sulfato de Amônia, Cloreto de Potássio, Salitre-do-Chile, Uréia, etc. As plantas absorvem com mais facilidade e rapidez os adubos inorgânicos.</p>
<p><strong>* Como conservar seu jardim </strong><br />
- Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico.<br />
- Retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.<br />
- Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio.<br />
- Adicione a mistura a sua terra e mexa bastante.<br />
- Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.<br />
- Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.<br />
- Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.<br />
- Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).<br />
- Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.<br />
- Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso.<br />
- Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso.<br />
- Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.<br />
- Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos.<br />
- Combate as pragas, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.<br />
- Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte.</p>
<p><strong>* Controlando as cochonilhas </strong><br />
- Inimigos naturais: as joaninhas são predadoras de cochonilhas e de outros Homópteras, como os pulgões.<br />
- Controle químico: em lojas de produtos agropecuários, o engenheiro agrônomo pode indicar o produto recomendado.<br />
- Controle natural: uma receita preparada com óleo mineral e sabão mostra-se bem eficiente em casos de ataque de cochonilhas.<br />
<strong>Anote: </strong><br />
250 ml de óleo mineral leve<br />
30 g de sabão<br />
125 ml de água quente<br />
Corte o sabão em pedaços e dissolva na água quente. Adicione o óleo mineral aos poucos, até a total homogeneização. Na hora da aplicação, dissolva em 6 litros de água e pulverize as plantas atacadas.</p>
<p><strong>* Devem ser plantadas nas bordas dos canteiros </strong><br />
- Para afastar formigas: hortelã (Mentha piperita), gerânio (Pelargonium spp.), calêndula (Calendula officinalis) e gergelim (Sesamum aricutale);<br />
- Combatem pulgões: gerânio (Pelargonium spp.), arruda (Ruta graveolens), cravo-de-defunto ou tagetes (Tagetes sp.) ;<br />
- Tem efeito nematicida: cravo-de-defunto ou tagetes (Tagetes sp.).</p>
<p><strong>* Como montar uma jardineira para janelas e sacadas </strong><br />
- Preparando a jardineira: cubra o fundo da jardineira com 3cm de argila expandida para favorecer a drenagem (cacos de cerâmica ou cascalho podem substituir a argila). Prepare uma mistura de solo com três partes iguais de terra vegetal, areia e húmus. Espalhe sobre a camada de argila, mantendo cerca de 2,5 cm da borda da jardineira.<br />
- Escolhendo as espécies: Em janelas de apartamento e sacadas, por exemplo, os grandes efeitos são dados por plantas pendentes. Onde há bastante incidência de luz solar, pode-se optar por gerânios pendentes (Pelargonium peltatum)- que se mantém floridos praticamente o ano todo -, petúnias (Petunia sp.), begônias (Begonia imperialis ou semperflorens), trepadeira-africana (Senecio mikanoides) e verbena trepadeira (Verbena sp.). Dessas plantas, a begônia é a que melhor se adapta em locais à meia-sombra. Numa janela de face sul, espécies que exigem luz solar plena dificilmente darão bons resultados, neste caso, pode-se optar por plantas como filodendro (Philodendron) e hera (Hedera helix).<br />
- Plantando: Pressione ligeiramente a superfície da terra, antes de colocar as mudas. Lembre-se de manter um espaço entre elas, para que possam se desenvolver sem ficarem aglomeradas. Coloque um pouco mais da mistura de terra para uniformizar a superfície e regue ligeiramente. Lembre-se de adubar as plantas quinzenalmente na primavera/verão e mensalmente no outono/inverno.</p>
<p>Observar as plantas: esta é a melhor maneira de notar os primeiros sinais de problemas que, tratados rapidamente, não se tornam muito graves. Ao fazer a observação, verifique todos estes casos:<br />
<strong>* Folhas e caules murchos: </strong><br />
- Verifique se a terra não está seca demais. Neste caso, afofe bem a superfície da terra com um garfo de jardineiro. Se a planta estiver em vaso, mergulhe-o numa bacia cheia de água e use um borrifador para umedecer as plantas. Após algum tempo, retire o vaso e deixe escorrer o excesso de água.<br />
- Excesso de água também pode causar murcha. Certifique-se que a terra não esteja encharcada e, se for o caso, suspenda as regas por um tempo. Se as raízes mostrarem sinais de apodrecimento, faça um replantio. Dificuldades na drenagem obstruem a saída do excesso de água. Quando usar vasos para o cultivo de plantas, lembre-se de escolher sempre aqueles que apresentam furos de drenagem no fundo, para facilitar a eliminação do excesso de umidade.</p>
<p><strong>* Muita exposição à luz solar.</strong> Algumas espécies de plantas necessitam de muita luz do sol para se desenvolver bem, outras nem tanto. Verifique quais são as necessidades adequadas da planta que apresenta o problema e mude-a de lugar, se for o caso.</p>
<p><strong>* Excesso de calor.</strong> Para cada planta existe uma faixa de temperatura ideal. A maioria das plantas de interiores, por exemplo, adaptam-se bem na faixa de 15 a 25 graus C. Outras precisam de mais calor. Entretanto, a temperatura elevada pode causar a murcha de folhas e caules.</p>
<p><strong>* Manchas nas folhas </strong><br />
- Excesso de nutrientes. Aplicar fertilizantes nas plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém, o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes pode resultar em folhas manchadas e mal-formadas. Manchas amarronzadas e o aparecimento de uma crosta branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica são sinais de excesso de fertilizante.<br />
-  O excesso de água também pode ocasionar manchas de podridão na superfície das folhas, amarelecimento e bordas amarronzadas. Diminua a quantidade de água nas regas.<br />
-  Sol em demasia. A exposição à luz solar em demasia pode provocar diversas alterações na coloração natural das folhas de algumas espécies. Se este for o caso, mude a planta de lugar.</p>
<p><strong>* Queda de flores, botões e folhas </strong><br />
-  Iluminação inadequada. A luz é um fator decisivo para o bom desenvolvimento das plantas. Em geral, as plantas floríferas necessitam de maior luminosidade do que as folhagens. Certas espécies não produzem floração quando colocadas em um local com baixa incidência de luz, em outros casos, ocorre a queda de flores, botões e folhas. Verifique o local.<br />
-  Condições de temperatura. Algumas plantas floríferas são altamente sensíveis à temperatura. O calor excessivo para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda prematura de botões e flores. Por outro lado, as espécies de clima tropical se ressentem com o nível de temperatura baixo.<br />
- Erro nas regas. Aqui também a quantidade de água das regas pode ser um problema. Em excesso, pode provocar o apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de umidade reduz a hidratação da planta, resultando em folhas murchas ou secas e murcha prematura de botões e flores.</p>
<p><strong>* Folhas amareladas e crescimento lento</strong><br />
- Escassez de fertilizante. Como todos os seres vivos, as plantas necessitam de nutrientes para sobreviver e se desenvolver. Quando há falta de nutrientes, a planta apresenta crescimento lento, folhas amareladas, hastes fracas, folhas pequenas e floração reduzida ou ausente.<br />
- Necessidade de reenvasamento. Plantas que estão envasadas há muito tempo, podem ter suas raízes sufocadas e apresentar nutrição deficiente, pois a terra já está esgotada. Em geral, pode-se notar este problema quando a terra do vaso apresentar-se excessivamente compactada. Vasos pequenos em relação ao tamanho da planta também ‚ um problema. O melhor, neste caso, é mudar a planta para um vaso maior.<br />
- Correntes de ar. Certas espécies se ressentem profundamente quando sofrem o efeito de correntes de ar. Plantas de folhas finas, como as avencas, são as mais sensíveis, principalmente às correntes de ar frio. Verifique o local onde a planta está situada.</p>
<p><strong>* Fornecem &#8220;calda inseticida&#8221; </strong><br />
Folhas da alamanda (Allamanda sp.), arruda (Ruta graveolens), flores da camomila (Matricaria chamomilla), folhas do tomateiro (Lycopersicum esculentum), folhas de coentro (Coriandrum sativum), folhas de losna (Artemisia asinthium).<br />
Como usar: Ferver as partes indicadas, coar e pulverizar as plantas atacadas com a calda. Caso a calda fique muito concentrada, recomenda-se diluir a preparação antes do uso.</p>
<p><strong>* Como agem os pulgões </strong><br />
Geralmente, localizam-se nas extremidades dos ramos mais tenros, onde se aglomeram, em grande quantidade, e sugam a seiva de folhas e flores. Estas, vão ficando amarelas e sem vida. Além de sugarem a seiva, os pulgões também são transmissores de muitos vírus que infectam as plantas. Geralmente, esses insetos são transportados de uma planta para outra pelas formigas, que apreciam muito suas dejeções açucaradas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42648" title="l_6d6d4de14ff84fab846e24508fd76035" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/l_6d6d4de14ff84fab846e24508fd760351.gif" alt="l_6d6d4de14ff84fab846e24508fd76035" width="529" height="277" /></p>
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		<title>Transplantando a Catlleya</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 19:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitos perguntam qual a melhor época para transplantar uma Cattleya. Teoricamente, nunca.
O melhor a fazer é não incomodá-las. Contudo, se colocarmos limites &#8211; que são vasos, cachepots etc. e substratos que, com o tempo, acabam funcionando mais como apodrecedores de raízes, o jeito é observar o esgotamento desses limites:
- Já tem mais de dois pseudobulbos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42346" title="C. Rex" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/C.-Rex1.jpg" alt="C. Rex" width="612" height="515" /><br />
Muitos perguntam qual a melhor época para transplantar uma Cattleya. Teoricamente, nunca.<br />
O melhor a fazer é não incomodá-las. Contudo, se colocarmos limites &#8211; que são vasos, cachepots etc. e substratos que, com o tempo, acabam funcionando mais como apodrecedores de raízes, o jeito é observar o esgotamento desses limites:<br />
- Já tem mais de dois pseudobulbos maduros (cresceram totalmente) para fora do vaso que usa, corte dois para dentro e transplante para onde desejar, não importa se está emitindo raízes ou não, o stress que acabou de praticar vai despertar o &#8220;espírito” de sobrevivência da planta e ela vai a frente. Não esqueça de adubá-la com composto rico em nitrogênio e cálcio e, mais importante, sele os cortes com algum produto a base de cobre (faço uma pasta de sulfato de cobre);</p>
<p>- Sem explicação, de repente a planta pára de emitir novas raízes e os pseudobulbos começam a desidratar mesmo em regas normais &#8211; o substrato deve estar no fim (acidez ou excesso de adubação). Transplante. Não corte as raízes velhas, apenas retire a capinha seca ( o que era o revestimento branco &#8211; velame). A mistura de casca de pinus e brita pequena parece ser a opção de consenso  deixe a casca de pinus de molho em água por uma semana e troque a água pelo menos três vezes, ela e várias cascas de árvores têm tanino que prejudica o enraizamento.</p>
<p>No mais é dar rumo a planta, guiá-la com tutores, iluminação e adubações equilibradas. Sempre deixe uma rega só para água, é muito importante a lavagem do todo onde ela foi acondicionada &#8211; sais em excesso, fruto de seguidas adubações, são grandes responsáveis por definhamento das raízes e da planta consequentemente. Lembre-se sempre, que no cultivo de orquídeas, mata-se mais por excessos do que por faltas.</p>
<p>Bom cultivo!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42644" title="38412" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/384123.gif" alt="38412" width="383" height="315" /></p>
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		<title>A poda das frutíferas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 16:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frutíferas]]></category>

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Com o Inverno chegando o cultivador de frutíferas já sabe que está chegando a hora correta para a poda de suas árvores. Começa então a amolar as ferramentas, limpar as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, engraxar a  mola da tesoura e afiar o serrote.Todo ano é a mesma coisa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42594" title="carambola" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/carambola1.jpg" alt="carambola" width="588" height="411" /></p>
<p>Com o Inverno chegando o cultivador de frutíferas já sabe que está chegando a hora correta para a poda de suas árvores. Começa então a amolar as ferramentas, limpar as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, engraxar a  mola da tesoura e afiar o serrote.Todo ano é a mesma coisa. Mas porque fazer? Por que deixar esse ao aquele ramo? Qual o verdadeiro objetivo da poda? Devo ou não devo cortar?<br />
Essas são as perguntas que mais frequentes desde um simples possuidor de uma fruteira de fundo de quintal até um grande fruticultor. Mas quais são as finalidades da poda, que dela depende em grande parte a explosão da vida na Primavera que virá a seguir, a fartura e a qualidade da colheita de qualquer pomar?.</p>
<p>Embora seja praticada para dirigir a planta, como no campo da estética em algumas árvores, arbustos e jardins ornamentais, em fruticultura, ela é utilizada para regularizar a produção e melhorar a qualidade dos frutos.</p>
<p>A poda em fruticultura que, juntamente com outras atividades não menos importantes, torna o pomar muito mais produtivo. ´la é tida para alguns, como uma espécie de bisavó da enxertia e da hibridização. Ela se tornou imprescindível no manejo de pomares frutíferos, principalmente.</p>
<p>Existem diversos conceitos para o termo poda dentre os quais:<br />
- É o conjunto de cortes executados numa árvore, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal;<br />
- É a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista;<br />
- É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas frutíferas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a frutificação.<br />
- É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do fruticultor.</p>
<p>A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:<br />
<strong>- Decisiva:</strong> Videira, pessegueiro, figueira.<br />
<strong>- Relativa:</strong> Pereira, macieira, caquizeiro.<br />
<strong>- Pouca importância:</strong> Citros, abacateiro, mangueira.</p>
<p>O podador, deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.</p>
<p>Toda a importância da arte de usar a tesoura, não está em simplesmente cortar esse ou aquele ramo, dessa ou com aquela espécie. Cada fruteira tem o seu hábito específico de frutificação, tendo conseqüentemente, exigência muito diversa quanto à poda. E quanto a isso, devemos então entender o básico de como funciona a planta frutífera, para adaptarmos a cada espécie que pretendemos podar. Com citamos anteriormente, o podador assemelha-se a um cirurgião, e como tal, não opera sem entender como funciona o organismo que ele está lidando.</p>
<p><strong>Fundamentos e princípios da poda</strong><br />
A poda não é uma ação unilateral. Ela ensina quem faz. Mas, para isso, é preciso respeitar seu ritmo, entender e conhecer sua fisiologia, saber qual é o momento certo da intervenção. A poda baseia-se em princípios de fisiologia vegetal, princípios fundamentais que regem a vida das fruteiras. Um desses princípios mais importantes é a relação inversa que existe entre o vigor e a produtividade. O excesso de vegetação reduz a quantidade de frutos, e o excesso de frutos é prejudicial a qualidade da colheita. Assim, conseguimos entender que a poda, visa justamente estabelecer um equilíbrio entre esses extremos. Mas deve ser efetuada com extremo cuidado. Se efetuada no momento impróprio, ou de forma incorreta, a poda pode gerar uma explosão vegetativa enorme, causando um problema ainda maior para o agricultor.</p>
<p><strong>Seiva</strong><br />
As raízes das fruteiras extraem do solo a água, contendo em solução, os sais nutritivos que alimentarão a planta. Essa solução constitui a Seiva bruta, que sobe pelos vasos condutores localizados no interior do tronco e se dirige até as folhas. Nestas e em presença de luz e perdendo água por transpiração, a seiva bruta passa por diversas transformações, tornando-se Seiva elaborada.</p>
<p>A seiva sempre flui para as partes mais altas e mais iluminadas da árvore, razão pela qual os galhos mais vigorosos são aqueles que conseguem se posicionar melhor na copa e têm uma estrutura mais retilínea, o que favorece sua circulação. É por isso também que, o crescimento da planta tende sempre a se concentrar nos ponteiros dos ramos, o que se denomina de Dominância Apical. Quando eliminada, através da poda, ocorre uma melhor redistribuição da seiva, favorecendo a brotação lateral da gemas.<br />
A circulação rápida da seiva tende a favorecer desenvolvimento vegetativo, enquanto que a lenta, o desenvolvimento de ramos frutíferos e essa circulação é em função da estrutura da planta. Quanto mais retilínea, mais rápida a seiva circulará.</p>
<p><strong>Gemas</strong><br />
Outro aspecto importante é sobre a formação das gemas. Em geral, são formadas com a mesma estrutura. O que vai torná-las vegetativas ou frutíferas é o vigor do seu desenvolvimento, decorrente da quantidade de seiva que recebem. Nos primeiros anos de vida, as jovens fruteiras gastam toda a seiva elaborada no seu próprio crescimento. Depois que a planta atingiu um tronco forte, copa expandida e raízes amplas, começa a aparecer sobras de seiva elaborada, que são armazenadas na planta As reservas de seiva elaborada quando atingem uma suficiente quantidade, tem começo a frutificação.<br />
As reservas de seiva elaborada são invertidas ou gastas na transformação das gemas vegetativas em gemas frutíferas, futuras flores e frutos. Essa quantidade excedente de seiva acumulada é conseguida diminuindo a intensidade de circulação de seiva, o que ocorre no período após a maturação das frutas, com uma correspondente maturação de ramos e folhas.<br />
Em princípio, gemas mais vigorosas e mais pontiagudas irão se transformar em ramos vegetativos. As floríferas, têm uma forma mais arredondada e devem ser preservadas.<br />
As gemas localizadas na parte superior dos ramos, brotam antecipadamente e com maior vigor que as laterais, prolongando o ramo devido sua abertura lateral ser bem menor.</p>
<p>Baseado nesta lógica, pode-se dizer que ramos verticais tendem a serem mais vegetativos, e os inclinados, por onde a seiva circula de forma mais lenta, possuem maior potencial frutífero.</p>
<p><strong>Equilíbrio Vegetativo-Produtivo</strong><br />
A folha é o laboratório da planta, sua fábrica de energia. Por isso é necessário estabelecer uma relação de equilíbrio entre o número de frutos e o de folhas. Um excesso de frutos frente ao total de folhas conduz à uma produção qualitativamente inferior, bem como depauperamento da árvore. Existe uma relação correta para os dois. Um exemplo seria o pessegueiro. Essa relação é de 1 por 40, ou seja, para cada fruto, 40 folhas.</p>
<p>Desse modo, uma planta de pessegueiro adulta, perde através da poda 60% de seus ramos e 70% de seus frutos, que devem respeitar uma distância média de 10 a 12 cm entre frutos. Podada, de maneira ideal, o pessegueiro permanecerá com cerca de 1.000 frutos e 30.000 a 40.000 folhas.</p>
<p><strong>Frutificação</strong><br />
A frutificação é também, uma conseqüência do acúmulo de carboidratos. Na relação C/N, quando o C é maior do que o N, há boa produção de frutos e massa verde. Quando a produção de ramos vegetativos é muito grande, é alto o N e baixa a produção de gemas floríferas.<br />
Cada fruteira, entretanto, possui um hábito de frutificação específico, tendo assim, exigências diversas quanto à poda.<br />
<span id="more-42593"></span><br />
<strong>Hábitos de frutificação de algumas espécies</strong><br />
Ao podador é indispensável saber que parte da planta está cortando, pois, ele em conformidade com cada planta em particular, há ramos cuja supressão é indispensável, mas em outros, sua eliminação redundaria em grave prejuízo para a produção, porque neles encerram a própria safra de frutos dentro de suas gemas.</p>
<p>A fim de compreender e entender as necessidades de poda das plantas sem comprometer a produção, é necessário um conhecimento prático dos seus hábitos de frutificação. Conforme a natureza dos ramos que possuem, as plantas frutíferas podem ser divididas em três grupos:</p>
<p><strong>Plantas com ramos especializados</strong><br />
Só produzem nestes ramos. Os demais ramos dessas plantas produzem brotos vegetativos e folhas. Ex.: macieiras e pereiras.</p>
<p>São ramos geralmente curtos e muitos deles denominados esporões, com as seguintes denominações:<br />
<strong>- Dardos:</strong> são estruturas pequenas e pontiagudas, com entrenós muito curtos. Apresentam uma roseta de folhas na extremidade, sendo pouco maior que uma gema.<br />
<strong>- Lamburda: </strong>ramo curto com nodosidades na base, sem gemas laterais, podendo terminar em gemas vegetativas ou floríferas (coroadas).<br />
<strong>- Bolsa: </strong>parte curta, inchada, com enorme quantidade de substâncias nutritivas, que formam-se no ponto de união da fruta colhida com o ramo. Pode dar origem a novas gemas florais, dardos, lamburdas, brindilas ou vários deles de cada vez. Geralmente, são originadas a partir de um esporão depois de vários anos.<br />
<strong>- Brindilas: s</strong>ão ramos finos, com diâmetro de 3 a 5mm e 20 cm de comprimento. Em sua ponta, podem apresentar um dardo, uma gema vegetativa ou floral.<br />
<strong>- Botão floral: </strong>forma arredondada e destacada, em geral, apresenta um volume maior que as gemas vegetativas.</p>
<p><strong>Plantas com ramos mistos</strong><br />
Além de frutificarem sobre os esporões, frutificam também sobre os ramos do ano anterior. Essas fruteiras possuem, conseqüentemente, crescimento vegetativo e produção de flores, já que os seus ramos possuem gemas vegetativas e floríferas. Ex.: ameixeira, pessegueiro.</p>
<p><strong>Plantas com produção em ramos do ano</strong><br />
Frutificam em flores que surgem sobre os ramos da brotação nova. O ramo frutífero, ao invés de ser formado no inverno, aparece na primavera e floresce abundantemente. Ex.: Plantas cítricas, caquizeiro, figueira, goiabeira.</p>
<p><strong>Época da poda</strong><br />
Basicamente, a poda, pode ser executada em duas épocas. No Inverno, é chamada de poda em seco e recomendada para frutíferas que perdem as folhas (caducifólias), como pessegueiro, macieira, ameixeira, figueira. Mas o Inverno é uma referência muito teórica e pode induzir alguns erros. Existe um momento ótimo para iniciá-la. É quando os primeiros botões florais surgirem nas pontas dos ramos, indicando que a seiva começou a circular de novo pela planta. Se a poda for feita antes, estimulará a brotação na hora errada. Se efetuada depois, forçará a brotação vegetativa, exigindo mais tarde uma nova poda.</p>
<p>A poda verde ou de Verão, por outro lado, é realizada quando a planta está vegetando e destina-se a arejar a copa, melhorar a insolação e a coloração dos frutos e diminuir a intensidade de cortes na poda de Inverno. É também executada em plantas perenifólias (com folhas permanentes) como as cítricas, abacateiro, mangueira.</p>
<p>Por ocasião da poda seca ou de Inverno, deve-se considerar a localização do pomar, as condições climáticas e o perigo de geadas tardias antes da operação. A poda deve ser iniciada pelas cultivares precoces, passando as de brotação normal e finalizando pelas tardias. Em regiões sujeitas a geadas tardias, deve-se atrasar o início da poda o máximo possível, até mesmo quando as plantas já apresentaram uma considerável brotação, normalmente as de ponteiros.</p>
<p><strong>Tipos de podas</strong><br />
A poda é executada na planta desde o seu plantio, ainda no viveiro, formando sua copa, até o momento do corte total, ou de rejuvenescimento. Em cada etapa de desenvolvimento, a planta frutífera sofre um tipo de poda adequado ao estágio de desenvolvimento que se encontra, e a época do ano.</p>
<p><strong>Poda de educação</strong><br />
É executada normalmente no viveiro objetivando formar mudas com porte, altura e brotações bem distribuídas. As mudas poderão ser formadas em haste única, comum em macieira e pereira, onde todas as brotações laterais são eliminadas no viveiro. Outra opção é a formação da muda com uma copa distribuída no tronco em três a quatro brotações espaçadas entre si em 3 a 5 cm, como no caso das mudas cítricas, goiabeira e caquizeiro.</p>
<p><strong>Poda de transplantação</strong><br />
É feita por ocasião do plantio. Eliminam-se brotações excessivas, deixando, quando for o caso, três a quatro ramos bem distribuídos e fazendo o desponte de ramos longos, com o cuidado de executar o corte deixando uma gema vegetativa volta para fora da copa inicial. Cortam-se também as raízes muito longas, quebradas e tortas, buscando o equilíbrio entre a copa e o sistema radicular.</p>
<p><strong>Poda de formação</strong><br />
Como a muda já sofreu uma poda de educação, essa poda de formação será efetuada após o estabelecimento da planta no pomar. Prossegue até o terceiro ou quarto ano de vida da planta. Visa garantir uma estrutura forte e equilibrada, com ramos bem distribuídos, para sustentar as safras e facilitar o manejo e a colheita. Como uma regra geral, deve-se manter as três ou quatro pernadas formadas, desbrotadas até a planta atingir um metro de altura. A partir daí, permite-se a brotação de gemas laterais que vão preencher os vazios da copa, sempre voltadas para o lado de fora e assumindo as formas de vaso ou de taça. Ultimamente, já existem outras formações, mas dependem muito de clima, espaço físico no pomar, etc.</p>
<p><strong>Poda de frutificação</strong><br />
É realizada após a formação da copa. É essencial para as fruteiras temperadas, que brotam abundantemente, precisam de um período de dormência para frutificar e possuem ramos que produzem uma única vez, onde seu corte é recomendado logo em seguida. As fruteiras tropicais e subtropicais, ao contrário, crescem, florescem e frutificam de forma contínua na parte terminal dos ramos. O cuidado aqui é manter o arejamento no interior da copa para evitar doenças ou a frutificação exclusivamente periférica. A poda de frutificação tem o propósito básico de manter o equilíbrio da produção e vegetação, através do desponte ou desbaste de ramos, assim como pela eliminação sistemática de ramos doentes, quebrados e mal colocados. É sempre bom lembrar que nunca devemos esquecer a relação determinante entre o vigor e produção. A intensidade desta poda depende da espécie, idade, vigor, número de pernadas ou ramificações existentes e do sistema de condução da planta. Podas energéticas aceleram a circulação da seiva e provocam excesso de crescimento vegetativo, com redução de flores e frutos. Esta poda deve ser acompanhada de uma adubação equilibrada e manutenção de água disponível no solo. Mas uma poda mais leve, pode gerar excesso de frutos, com uma safra de má qualidade. Como citado anteriormente, o ideal é a busca de seu equilíbrio.</p>
<p><strong>Poda de limpeza</strong><br />
É recomendada para as fruteiras que requerem pouca poda, como as cítricas, jaboticabeiras, mangueiras e outras tropicais. Executada normalmente em períodos de baixa atividade fisiológica da planta, ou seja, durante o inverno ou, como nas cítricas, logo após sua colheita. É uma poda leve, constituindo-se na retirada de ramos secos, doentes, pragueados ou mal localizados.</p>
<p><strong>Poda de rejuvenescimento ou regeneração</strong><br />
Recomendada para livrar as plantas frutíferas de ramos doentes, com pragas ou renovar a copa através do corte total da mesma, deixando-se apenas as ramificações principais. Também é indicada para pomares velhos ou abandonados, mas com plantas que ainda apresentem troncos íntegros e vigorosos. Normalmente, são cortadas as pernadas principais, a 40 cm do solo e com isso, deve-se iniciar o processo de formação da planta novamente. Esses cortes são maiores no inverno, e logo após, recomenda-se a aplicação de uma pasta fungicida, normalmente cúprica, no local do corte o que facilita a cicatrização e evita o ataque de fungos<br />
<strong><br />
Anelamento</strong><br />
A flor que nasce na ponta dos ramos produz um hormônio inibidor que desce e impede o desenvolvimento de gemas floríferas anteriores. Isso ocorre em especial com macieira e videira, especialmente a cultivar Niagara. Com um canivete, faz-se uma incisão anelar abaixo da flor, para impedir a descida do hormônio. Essas incisões de 2 a 3 mm de profundidade, regulam também a circulação da seiva, incentivando ou inibindo o desenvolvimento de brotos no ramo.</p>
<p><strong>Desnelamento</strong><br />
É a retirada de brotações secundárias que surgem nas axilas das folhas da figueira e videira, devendo ser arrancados manualmente durante o desenvolvimento da planta, seguindo-se sua formação.</p>
<p><strong>Encurtamento</strong><br />
Consiste em diminuir o tamanho dos ramos mais promissores, de modo reduza assim a quantidade de frutos a serem produzidos. Ou no caso do pessegueiro, forçar a brotação de gemas que irão produzir os ramos de substituição dos que estão no ano produzindo, preparando assim a planta para a próxima safra. Esse encurtamento reduz de 1/3 a 2/3 o tamanho normal do ramo.</p>
<p><strong>Instrumentos para poda</strong><br />
Inúmeros são os instrumentos e ferramentas utilizadas na execução das diferentes modalidades de poda. Até mesmo o machado, a foice e a serra grande ou trançadeira podem, algumas vezes, entrar na relação das ferramentas do podador.</p>
<p>Não existe bom podador sem boa ferramenta, isto é apropriada, limpa, afiada e lubrificada. Não considerando os casos especiais e raros, três ferramentas são indispensáveis ao podador: tesoura de poda, serrote de podar (reto e curvo) e a decotadeira. Existem também instrumentos especializados como tesouras para desbaste de cachos de uva, alicate para incisão anelar, entre outros mais.</p>
<p>Um corte ideal e preciso, realizado de uma só vez, deve observar uma inclinação de 45 graus aproximadamente, no sentido oposto ao da gema mais próxima, o que evita o acúmulo de água, onde pode causar o apodrecimento do ramo e aparecimento de fungos. Cortes de espessura maior que 3,0 cm devem ser protegidos com pastas cicatrizantes à base de cobre.</p>
<p>Ainda que executada pelo mais genial podador, a poda não socorre às deficiências alimentares do solo, não contrabalanceia a influência da umidade e de outras condições adversas do meio, não dispensa o controle fitossanitário dos pomares, não elimina problemas de polinização, mas ajuda o fruticultor a resolver certas questões, proporcionando à planta porte, disposição dos ramos e equilíbrio vegetativo adequados a uma vida vegetal mais fecunda.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42638" title="Chuva" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Chuva3.jpg" alt="Chuva" width="440" height="268" /></p>
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