Alporquia, bráctea, colmo, estolho, estiolada… o idioma “jardinês” está muito complicado?
Pois agora vai ficar mais fácil! Neste pequeno dicionário de jardinagem, colocamos os termos mais utilizados, bem explicadinhos!
R
Racemo ou racimo: Inflorescência indeterminada, caracterizada por pedicelos que saem do eixo e terminam cada um numa flor.
Radícula: Raiz do embrião de plantas floríferas.
Raiz: Parte inferior de uma planta que fica geralmente dentro da terra; serve para manter a planta firme e extrai nutrientes e água do solo. Há dois tipos básicos de raiz: as finas e fibrosas; e as grandes e pivotantes. A maioria das plantas possui um ou outro tipo de raiz; poucas apresentam ambos. Pode-se dizer também que a raiz é o órgão de fixação e de absorção de água e nutrientes, geralmente subterrâneo.
Raiz adventícia: É a que não provém da radícula; raiz que nasce em partes incomuns da planta, como, por exemplo, nas folhas de algumas plantas suculentas.
Raiz aérea: Raiz que aparece em nós. Essas raízes costumam ser usadas pelas trepadeiras para subir, mas também absorvem umidade do ar. Muitas só se desenvolvem bem se conseguem prender-se a um meio adequado para enraizamento, como o esfagno. O filodendro, a costela-de-adão e a jibóia constituem exemplos de plantas que apresentam raízes aéreas.
Ramo: Subdivisão do caule.
Rebento: Também conhecido como filhote, é uma planta nova produzida pela planta-mãe em sua base, ou em estolhos curtos, em geral destacável.
Rizoma: Caule rasteiro, na maioria das vezes horizontal e quase sempre subterrâneo, do qual surgem folhas, rebentos laterais e raízes. Normalmente funciona como órgão de armazenamento para permitir a sobrevivência da planta durante um período curto de seca. Ex.: begônia-rex. Pode-se dizer também que rizoma é um caule modificado, subterrâneo ou superficial, caracterizado pelo acúmulo de reservas e pela provisão de escamas e gemas; geralmente emite escapo floral na floração.
Roseta: Distribuição de folhas que irradiam de um mesmo centro. Ex.: violeta africana.
S
Sagitada: Diz-se geralmente da folha com forma de seta; de ponta aguda e base fendida, como uma ponta de lança.
Sangramento: Quando a seiva escorre de um caule danificado ou cortado, diz-se que ocorre o sangramento, ou que a planta está sorando. Isso se observa claramente em plantas como a cora-de-cristo ou a falsa-seringueira, que secretam um látex branco-leitoso.
Sarmento: Ramo longo, lenhoso, mas flexível, em geral com nós bem pronunciados, como os da parreira; por extensão; caule prostrado, estolho.
Segmento: Cada uma das partes em que se subdividem certas estruturas vegetais, particularmente cálice e corola. Seiva: Líquido nutriente que circula pelas plantas.
Semente: Parte fertilizada e madura de uma planta florífera, capaz de germinar e produzir uma nova planta. As sementes variam de tamanho; desde menos de 1 mm até cerca de 20 cm de diâmetro.
Sempre-verdes: Plantas que mantêm as folhas o ano todo.
Sépala: Parte externa da flor, geralmente verde, que protege o miolo e as pétalas mais delicadas. Algumas flores como a anêmona, são na realidade compostas de sépalas e não de pétalas; pode-se dizer também que é cada uma das peças do cálice.
Serrada: Diz-se da folha com margem finamente denteada.
Séssil: Desprovida de pecíolo (folha) ou de pedicelo (flor).
Suculenta: Planta que possui folhas ou hastes carnosas que armazenam água; não é um termo de classificação científica, mas mera denominação de conveniência; pode abranger os cactos ou não, conforme o contexto, mas quase sempre designa uma xerófita.










