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	<title>PlantaSonya &#187; Técnicas de Jardinagem</title>
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	<description>O seu blog sobre cultivo de plantas e flores, pragas, adubos, jardins, enfim tudo sobre plantas</description>
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		<title>O preparo da terra para plantar em vasos</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 16:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus e esterco), do qual as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-40578" title="vaso5" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/vaso51.jpg" alt="vaso5" width="410" height="487" /></p>
<p>A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus e esterco), do qual as plantas vão retirar nutrientes fundamentais. Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais aerada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo. Espécies tropicais como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 1/2 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia. Qualquer que seja o tipo da planta, as dicas abaixo ajudam a aproveitar melhor os nutrientes do solo:</p>
<p>As regas vão &#8220;achatando&#8221; a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva com a pá para afofar, com cuidado para não danificar caules e raízes.</p>
<p>Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la, também com cuidado, para um vaso maior.</p>
<p><strong>Mãos a obra<br />
</strong>1. Escolha um recipiente com um furo no fundo. Se quiser impermeabilizar o vaso, evitando que a parte externa mofe. Caso prefira que as raízes respirem melhor, deixe sem a impermeabilização. Forre o fundo com um recorte de manta de drenagem e cubra com argila expandida.</p>
<p>2. Coloque um pouco de mistura básica de terra.</p>
<p>3. Centralize a planta com o torrão.</p>
<p>4. Complete com terra.</p>
<p>5. A forração de casca de árvore dá o acabamento.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-40579" title="janel2" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janel28.gif" alt="janel2" width="400" height="274" /></p>
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		<title>Jardinagem</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 15:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
A jardinagem é uma atividade que tem como objetivo embelezar determinados locais, públicos ou privados. O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se como jardineiro. São muitos os locais onde se podem praticar tal arte: desde grandes espaços a simples vasos com plantas.
Embora se pratique jardinagem essencialmente com fins ornamentais, poderão existir também objetivos educativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39193" title="jardinagem" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/jardinagem3.jpg" alt="jardinagem" width="628" height="270" /><br />
A jardinagem é uma atividade que tem como objetivo embelezar determinados locais, públicos ou privados. O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se como jardineiro. São muitos os locais onde se podem praticar tal arte: desde grandes espaços a simples vasos com plantas.<br />
Embora se pratique jardinagem essencialmente com fins ornamentais, poderão existir também objetivos educativos (jardins botânicos ou zoológicos) e de organização do território e urbanismo, principalmente nas grandes cidades, onde os jardins (parques) são de grande importância para a qualidade de vida dos seus habitantes.</p>
<p>Deixe seu jardim bonito com alguns cuidados simples:<br />
1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico. Depois, retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.</p>
<p>2. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio. Adicione a mistura à sua terra e mexa bastante.</p>
<p>3. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.</p>
<p>4. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se ele recebe muito sol ou se fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.</p>
<p>5. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.</p>
<p>6. Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).</p>
<p>7. Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.</p>
<p>8. Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso. Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso. Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.</p>
<p>9. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos. Combata as pragas, quando aparecerem, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.</p>
<p>10. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo 5.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39194" title="e4d337ec" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/e4d337ec1.gif" alt="e4d337ec" width="428" height="321" /></p>
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		<title>Transplantar flores sem segredos</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 13:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando você cultiva plantas em vaso, é importante saber que elas necessitam ser transplantadas de tempos em  tempos. Plantas no jardim têm espaço e liberdade para crescer e encontram na terra os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Porém, as plantas em vasos se deparam com limitações que podem prejudicar o seu crescimento e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38242" title="transplantar" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/transplantar-1.jpg" alt="transplantar" width="554" height="439" /><br />
Quando você cultiva plantas em vaso, é importante saber que elas necessitam ser transplantadas de tempos em  tempos. Plantas no jardim têm espaço e liberdade para crescer e encontram na terra os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Porém, as plantas em vasos se deparam com limitações que podem prejudicar o seu crescimento e, mesmo que o solo seja adubado regularmente, com o passar do tempo, ele empobrece  em nutrientes. Por isso, é fundamental fazer o transplante.</p>
<p>Florescimento escasso ou inexistente, raízes saindo por baixo do vaso ou aparecendo na superfície da terra e surgimento de folhas muito pequenas ou defeituosas são apenas alguns dos sinais da hora de trocar sua planta de lugar.</p>
<p>Veja como:<br />
<strong>Materiais utilizados: </strong>Planta a ser transplantada; substrato para o cultivo de flores (saco grande); argila expandida; brita ou caco de telha; manta bidim; manta de drenagem ou areia; vaso; luva de borracha e regador.<br />
1 – Regue a planta a ser transplantada na noite anterior ao transplante, para facilitar a retirada da flor do vaso. Se os vasos novos forem de cerâmica de barro, mergulhe-os num tanque cheio de água até que cessem as bolhas de ar. Isso além de limpá-los, evita a absorção da umidade na mistura de terrá a ser usada.<br />
2 – Prepare a drenagem no vaso, colocando de 1 a 2 cm de argila expandida, cacos de telha de cerâmica ou pedras de construção (brita) no fundo do vaso e, por cima, a manta de bidim/manta de drenagem ou de 1 a 2 cm de areia.<br />
3 – Coloque uma parte da mistura de substrato no fundo do vaso a ser utilizado e reserve.<br />
4 – Afofe a terra da planta a ser transplantada superficialmente com uma faca ou pá. Para retirar uma planta de um vaso grande, passe a lâmina de uma faca longa entre o torrão de terra e o vaso. Quando perceber que o torrão está solto, puxe a planta delicadamente.<br />
5 – Deposite a planta no vaso novo e termine de colocar a mistura de solo, que deve ser rica em nutrientes orgânicos, firmando bem a planta.<br />
6 – Cuide para que a terra cubra bem as raízes sem encostar nas folhas inferiores.</p>
<p>Para evitar bolhas de ar e acomodar a terra, bata o vaso levemente sobre uma mesa e pressione a superfície com os dedos.</p>
<p>Pronto! Sua planta está devidamente replantada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38243" title="ar" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/ar3.gif" alt="ar" width="451" height="318" /></p>
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		<title>O que é Dendrocirurgia?</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnica de Dendrocirurgia
Dendrocirurgia é uma técnica que objetiva a recuperação de árvores, através da eliminação de tecidos necrosados, especialmente na região do tronco, com a posterior desinfecção através da utilização de fungicidas à base de cobre.
As cavidades resultantes, se amplas e profundas, são preenchidas com material de alvenaria com vistas a sustar a progressão da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-37728" title="árvores" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/árvores9.jpg" alt="árvores" width="530" height="397" /><strong>Técnica</strong><strong> de Dendrocirurgia</strong></p>
<p>Dendrocirurgia é uma técnica que objetiva a recuperação de árvores, através da eliminação de tecidos necrosados, especialmente na região do tronco, com a posterior desinfecção através da utilização de fungicidas à base de cobre.</p>
<p>As cavidades resultantes, se amplas e profundas, são preenchidas com material de alvenaria com vistas a sustar a progressão da necrose e obter a cicatrização da lesão. Modernamente estão sendo experimentados materiais líquidos que têm a propriedade de se expandir no interior do tronco e preencher a cavidade, assumindo textura semelhante a de um isopor, que pode ser impermeabilizada e pintada com uma cor próxima da do fuste.</p>
<p>Este tratamento deve ser aplicado em casos muito especiais como: árvore considerada monumento histórico; árvore adulta de crescimento lento; espécies raras nativas ou exóticas.</p>
<p>Caso contrário, o replantio torna-se mais prático e econômico, já que estes tratamentos irão depender de muitos fatores que poderão desfavorecer o sucesso de sua aplicação, tornando incerta a aceitação da árvore aos tratamentos.</p>
<p>A prática deste tratamento requer pessoas habilitadas especialmente em práticas fitossanitárias para o emprego adequado de certos produtos químicos no combate de fungos apodrecedores, cupins, formigas e outros organismos aproveitadores de pequenas lesões presentes nas árvores.</p>
<p>Além disto, deve conhecer a capacidade de regeneração aas espécies, idade da árvore, vitalidade ou vigor da espécie e grau de resistência da espécie aos ataques de fungos e insetos. O diagnóstico em uma árvore pode ser feita da seguinte forma:<br />
a) Observar se há galhos mortos, ou ponteiros secos, pode ser um sinal do ataque de brocas, cupins ou parasitas, como a erva-de-passarinho;</p>
<p>b) Examinar cuidadosamente o tronco principal, tentando detectar orifícios. Muitas vezes diminutos estes orifícios podem apresentar um pequeno rastro de serragem ou terra, denunciando brocas e cupins;</p>
<p>c) Verificar a possível existência de lesões superficiais de origem mecânica não cicatrizadas &#8211; podas mal feitas, mutilações, etc;</p>
<p>d) Examinar a possível existência de cavidades, tentando encontrar porções ocas sob a casca, ou por trás de grandes ferimentos. Esta região costuma apresentar madeira já bastante apodrecida, com sinais de colonização por insetos;</p>
<p>e) Verificar cuidadosamente, sobretudo o colo da árvore. As cavidades localizadas nessa região, tendem a ser fatais se não cuidadas a tempo;</p>
<p>f) Tentar detectar a presença de parasitas, como erva-de-passarinho, por exemplo. Mas lembre-se que samambaias, orquídeas e bromélias, entre outras plantas superiores, não são parasitas e sim epífitas, buscam apenas apoio;</p>
<p>g) Observar se há desfolhamento ou amarelecimento de porções da copa.</p>
<p><strong>Sugestões de tratamentos</strong><br />
<strong>Para ferimentos superficiais</strong>:<br />
Recortar a casca numa forma ovalada e eliminar os tecidos já comprometidos. A seguir esterilizar com calda bordalesa e aplicar um cicatrizante ao longo de toda a extensão da ferida. Existe um produto chamado “Mastique Dr. Moura Brasil”. Esses curativos devem ser refeitos periodicamente, até que se verifique a cicatrização com formação de calos.</p>
<p><strong>Para ferimentos em grandes cavidades</strong>:<br />
Fazer inicialmente uma raspagem, com remoção de todo o tecido apodrecido, até que seja encontrado tecido sadio. Em seguida desinfectar com pasta bordalesa, que é semelhante à calda, porém, mais concentrada. Depois, a cavidade deve ser preenchida com argamassa, feita com cimento colante. Deve-se observar que o limite da obturação não deve exceder o limite interno da casca, para permitir o fechamento. E finalmente aplicar “Mastique Dr. Moura Brasil”, nas bordas da casca ferida, para auxiliar a cicatrização.</p>
<p><strong>Para casos graves</strong>:<br />
Quando uma árvore perde uma parte do tronco, seja exteriormente ou, na forma de uma grande cavidade, o que compromete sua sustentação. Nestes casos, é necessária a introdução de um núcleo mais rígido e apoio de sustentação. Isso pode ser feito com a criação de escoras de concreto armado, mediante a instalação prévia de formas.<br />
Outro modo de se tratar o problema é a introdução de ferragens entrelaçadas no interior das cavidades. Às vezes, forma-se sapatas ou fundações no solo, preenchidas com cimento, se o colo da planta estiver completamente oco.</p>
<p><strong>Receitas caseiras</strong><br />
• <strong>Mastique</strong>: 200g de abelha, 60g de breu, 25g de sebo de vaca. Derreta no fogo, mexendo com espátula. Conservar o vasilhame fechado ou em pequenos tabletes.</p>
<p>• <strong>Calda bordalesa</strong>: 100g de cal virgem e 100g de sulfato de cobre diluídos em 10 litros de água.</p>
<p>• <strong>Pasta bordalesa</strong>: 200g de cal virgem e 100g de sulfato de cobre. Dissolver a cal em 600mL de água e o sulfato em outros 600ml. A seguir, misturar as duas soluções.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38227" title="janela 70" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janela-701.gif" alt="janela 70" width="405" height="419" /></p>
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		<title>Conhecendo a Jardinagem</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 17:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Preparar um jardim não é simplesmente plantar uma planta, a tarefa exige certos cuidados para que elas cresçam saudáveis e bonitas. Segue a seguir algumas informações básicas de como prepará-lo.
SOLO &#8211; É a parte superficial da crosta terrestre e tem sua origem na decomposição de rochas e minerais. Em relação às plantas, tem como função [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36556" title="jardim" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/jardim37.jpg" alt="jardim" width="624" height="468" /></p>
<p>Preparar um jardim não é simplesmente plantar uma planta, a tarefa exige certos cuidados para que elas cresçam saudáveis e bonitas. Segue a seguir algumas informações básicas de como prepará-lo.</p>
<p><strong>SOLO &#8211; </strong>É a parte superficial da crosta terrestre e tem sua origem na decomposição de rochas e minerais. Em relação às plantas, tem como função primordial fornecer nutrientes e servir de suporte às raízes.</p>
<p><strong>TEXTURA &#8211; </strong>Diz respeito à distribuição das partículas que formam um solo (areia, silte e argila). De acordo com os percentuais de cada uma delas, tem-se:<br />
- Solo de textura arenosa: menos de 15% de argila,<br />
- Solo de textura média: de 15  a 35% de argila,<br />
- Solo de textura argilosa: mais de 35% de argila.</p>
<p><strong>Como determinar a textura do solo<br />
</strong><strong>- Solo argiloso:</strong> liso e pegajoso. O solo argiloso é formado de partículas minúsculas que absorvem umidade, tornando-o pesado e pegajoso. Embora difíceis de serem trabalhados, costumam ser bastante férteis.<br />
<strong>- Solo arenoso:</strong> seco e solto. O solo arenoso seca rapidamente e não retém bem os nutrientes. Precisa de maior manutenção do que o argiloso, mas, inicialmente, é mais fácil de ser trabalhado.</p>
<p><strong>NUTRIENTES &#8211; </strong>São os elementos de que as plantas necessitam nos seus processos vitais. São divididos em macronutrientes e micronutrientes.<br />
- <strong>Macronutrientes<br />
</strong>São aqueles requeridos em grandes quantidades: C-carbono, H-hidrogênio, O-oxigênio; N-nitrogênio; P-fósforo; K-potássio; Ca-cálcio; Mg-magnésio e S-enxofre.</p>
<p><strong>- Micronutrientes<br />
</strong>São aqueles requeridos em pequenas quantidades: Cl-cloro; Fe-ferro; Cu-cobre; Zn-zinco; Mn-manganês; B-boro; Mo-molibdênio e Co-cobalto.</p>
<p><strong>- pH do solo<br />
</strong>Está relacionado com o índice de acidez, variando segundo a escala abaixo:<br />
0&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-7&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-14<br />
pH ácido              pH neutro                   pH básico</p>
<p>Cada espécie vegetal tem uma faixa de pH do solo na qual seu desenvolvimento é ótimo. De maneira geral, pode-se dizer que a maioria das plantas prefere solos com pH na faixa de 4,0 a 7,5.</p>
<p><strong>CALAGEM &#8211; </strong>É uma prática de manejo da fertilidade do solo que consiste na aplicação de calcário, com o objetivo de eliminar ou minimizar os efeitos prejudiciais da acidez e fornecer cálcio e magnésio para as plantas.</p>
<p><strong>Tipos calcário<br />
</strong>- Calcíticos: possuem cálcio,<br />
- Magnesianos: possuem magnésio,<br />
- Dolomíticos: possuem cálcio e magnésio.</p>
<p><strong>Época de calagem<br />
</strong>A calagem deve ser feita de 60 a 90 dias antes do plantio. Esse período é necessário para que a acidez do solo seja corrigida, deixando o solo adequado para o desenvolvimento das plantas.<br />
A dosagem a ser aplicada depende do tipo de solo e da análise química do mesmo, feitas em laboratório.<br />
<strong>Aplicação</strong><strong> de calcário:</strong> dependendo da área, pode-se fazer a aplicação do calcário manual ou mecânica. A distribuição manual é feita a lanço e deve-se procurar espalhar o mais uniformemente possível. A distribuição mecânica é feita por distribuidora centrífuga à tração mecânica.<br />
<strong>Incorporação do calcário:</strong> o calcário deve ser incorporado a uma profundidade de 15 a 20 cm. A incorporação deve ser uniforme para permitir boa eficiência do calcário. A incorporação pode ser feita por gradagem ou manualmente utilizando enxadas.</p>
<p><strong>ADUBAÇÂO &#8211; </strong>Consiste na incorporação de nutrientes ao solo com o objetivo de melhorar sua qualidade. Existem diferentes tipos de fertilizantes fornecedores de nutrientes:</p>
<p><strong>a) Fertilizantes ou adubos minerais simples: </strong>podem ser classificados em:<br />
<strong>Nitrogenados:</strong> contêm nitrogênio(N), que atua no crescimento das plantas. Ex.: sulfato de amônio, uréia, salitre do Chile e nitratos em  geral.<br />
<strong>Fosfatados</strong><strong>:</strong> contêm fósforo(P), que atua no crescimento das raízes, crescimento das plantas, floração e frutificação. Ex.: superfosfato simples e superfosfato triplo.<br />
<strong>Potássicos:</strong> contêm potássio(K), que atua na produção de flores, bem como na resistência da planta ao aparecimento de doenças. Ex.: cloreto de potássio, sulfato de potássio.</p>
<p><strong>b) Fertilizantes ou adubos mistos: </strong>são aqueles resultantes da mistura de dois ou mais fertilizantes simples (nitrogenado, fosfatado e potássio). São representados pela letra símbolo de cada elemento, sendo o mais comum o NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), nas formulações percentuais: 4-14-8; 20-5-20 e 10-10-10.<br />
<strong>Obs.:</strong> Existem no mercado alguns fertilizantes comercializados na forma líquida.</p>
<p><strong>c) Fertilizantes ou adubos orgânicos: </strong>podem ser de origem vegetal ou animal, contendo um ou mais nutrientes. Ex.: farinha de ossos, farinha de sangue, tortas vegetais (soja, algodão, mamona, girassol ou amendoim), esterco de bovino, esterco de galinha e húmus de minhoca.</p>
<p><strong>d) Composto orgânico: </strong>é formado pela decomposição de material vegetal como mato, palhas, folhas, restos de roça, restos de gramado, restos de cozinha, estercos diversos e até mesmo cinza.</p>
<p><strong>Preparo do composto orgânico<br />
</strong>1. Amontoar o material vegetal em pilhas de seção trapezoidal, intercalando uma camada de restos vegetais com uma fina camada de material inoculante (esterco), tendo-se o cuidado de molhar cada camada. A pilha deve apresentar cerca de 3,0 m largura na base inferior, 1,5  m de altura e comprimento variável, de acordo com a disponibilidade de material.</p>
<p>2. Manter o material sempre úmido, molhando-o pelo menos uma vez por semana.</p>
<p>3. A cada 15-20 dias, picar e revolver o material formando uma nova pilha.</p>
<p>4. Aos noventa dias aproximadamente, o material estará curtido e transformado em matéria orgânica. O produto final deve ter a cor escura, ser rico em húmus, moldável quando apertado entre as mãos, cheiro de terra e temperatura baixa no interior do monte.<br />
<span id="more-36555"></span><br />
<strong>PREPARO DO SOLO<br />
- Limpeza &#8211; </strong>Realizar a capina, tomando-se o cuidado de eliminar radicalmente as espécies invasoras, principalmente a tiririca, tomando-se o cuidado de não cortar apenas, mas também eliminar as raízes. Retirar restos de construção, entulhos, pedras, etc.</p>
<p><strong>- Formigas &#8211; </strong>Verificar a existência de formigueiros na área a ser ajardinada. Se forem encontrados, devem ser extintos. O uso de produtos químicos deve ser realizado por um profissional especializado.</p>
<p><strong>- Escarificação &#8211; </strong>Consiste em revolver o solo em toda a sua superfície, a uma profundidade de 20-30 cm, com o cuidado de desfazer bem os torrões e deixar o solo bem solto.</p>
<p><strong>- Nivelamento &#8211; </strong>O nível da superfície do terreno deve ser acertado e corrigido de acordo com os níveis das construções e caminhos existentes ou projetados.<br />
Considerar a necessidade de escoamento das águas de chuva, evitando, assim, a formação de poças ou mesmo o alagamento de algumas áreas do terreno.</p>
<p><strong>- Canteiros/Covas<br />
</strong>No preparo do solo para plantio, pode-se fazer covas, canteiros ou sulcos, dependendo da espécie e da finalidade.<br />
Para o plantio de árvores e palmeiras, recomenda-se abertura de covas de dimensões 60&#215;60x60 cm, ao passo que para o plantio de arbustos, arbustivas e trepadeiras, as covas deverão ter dimensões 40&#215;40x40 cm. Para o plantio de forrações e espécies herbáceas, geralmente se faz o preparo de canteiros e, nesses, então, são abertas pequenas covas com auxílio de sacho ou pazinha de jardim.<br />
Para a formação de cercas-vivas, recomenda-se a abertura de sulcos, pois o espaçamento de plantio é bastante reduzido.<br />
À terra retirada das covas deve-se misturar o calcário, esterco e adubo (superfosfato simples). Essa mistura deve ser recolocada na cova ou sulco e deixar por 10 a 15 dias. Só então proceder ao plantio.</p>
<p><strong>ADUBAÇÃO<br />
</strong>Recomendação de adubação para plantio de covas e canteiros<br />
<strong>a)</strong> <strong>Plantas ornamentais arbóreas e arbustivas<br />
</strong>1) Covas nas dimensões de 60&#215;60x60 cm:<br />
- Calcário: de acordo com a análise do solo.<br />
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 20 litros/cova; esterco de galinha: 5 litros/cova.<br />
- Adubação fosfatada: 1500 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.<br />
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 200 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).</p>
<p>2) Covas nas dimensões de 40&#215;40x40 cm:<br />
- Calcário: de acordo com a análise do solo.<br />
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 12 litros/cova; esterco de galinha: 3 litros/cova.<br />
- Adubação fosfatada: 900 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.<br />
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 120 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).</p>
<p><strong>b) Canteiros ornamentais<br />
</strong>- Calcário: de acordo com a análise do solo.<br />
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral 200 g/m2, esterco de galinha 60 g/m2.<br />
- Adubação fosfatada: superfosfato simples: 50 g/m2.<br />
- Adubação mineral: mistura NPK (4-14-8+Zn): 50 g/m2.<br />
Durante o período chuvoso, aplicar 10  g de uréia dissolvidas em 20 litros de água, por m2 de canteiro.</p>
<p><strong>Adubação de reposição (manutenção)<br />
Recomendações:<br />
- Árvores e arbustos bem desenvolvidos: </strong>300 g/planta de uma mistura NPK (10:10:10, 4;14:8, etc.) na época das chuvas. Aplicar o adubo em toda a área de projeção da copa, se possível, incorporado e irrigando.<br />
- <strong>Gramados: </strong>50 g/m2 da mesma mistura anterior (NPK), por duas vezes, durante a primavera/verão.<br />
- <strong>Canteiro de flores: </strong>50 g/m2 de uma das formulações, por duas vezes, durante a primavera/verão. Aplicar a lanço, incorporar e irrigar.</p>
<p><strong>PLANTIO<br />
1. Árvores, arbustos e palmeiras<br />
</strong>Para o plantio de árvores, arbustos e palmeiras, e mesmo de algumas plantas ornamentais de porte maior, proceder da seguinte maneira:<br />
- Na cova já preparada, abrir um buraco do tamanho da muda;<br />
- Retirar a muda da embalagem (lata, balaio, saco plástico), aparando raízes quando necessário;<br />
- Colocar a muda com o torrão na cova;<br />
- Chegar terra em volta do torrão, socando-a para que a muda fique firme e para que haja um contato maior entre a terra do torrão e a terra da cova;<br />
- O limite entre as raízes e o tronco da muda (colo) deve ser observado, nunca enterrando demais, nem deixando as raízes aparecerem. Não apertar o colo da muda;<br />
- Regar bem as mudas recém-plantadas; Obs.: no plantio, formar uma espécie de bacia ao redor das mudas para facilitar as irrigações;<br />
- Colocar um tutor (madeira ou bambu) próximo à muda e providenciar o amarrio dessa com tiras de borracha na forma de oito deitado;<br />
- Se for possível, colocar palha ou capim seco na superfície da cova, ao redor da muda, para manter a umidade;<br />
- Quando se fizer o plantio em épocas secas, molhar o fundo da cova antes de colocar a muda.</p>
<p><strong>2. Plantio em canteiros<br />
- </strong>Após o preparo correto dos canteiros, distribuir as mudas sobre suas superfícies, obedecendo ao espaçamento adequado a cada espécie;<br />
- Abrir pequenas covas (proporcionais aos torrões);<br />
- Retirar as embalagens das mudas e plantá-las nas covas abertas, completando com terra ao redor e fazendo a necessária pressão para que a muda fique firme;<br />
- Tomar o cuidado de deixar o colo da planta no nível do solo;<br />
- Regar convenientemente o canteiro recém-plantado.</p>
<p><strong>3. Plantio em vasos e jardineiras<br />
- </strong>Nas jardineiras, vasos de cimento ou de cerâmica, colocar uma camada de brita fina no fundo para facilitar a drenagem. O cano ou orifício de drenagem deve estar sempre desobstruído;<br />
- Deve haver uma proporcionalidade de tamanho entre as espécies ornamentais a serem utilizadas e o vaso ou jardineira;<br />
- O substrato, para enchimento de vasos e jardineiras, também deve ser de boa qualidade. Utilizar sempre uma mistura com boa proporção de matéria orgânica;<br />
- No caso de jardineiras, as mudas devem ser plantadas obedecendo-se ao espaçamento adequado. No caso de vasos, abrir uma cova no meio do substrato e introduzir ali a muda.</p>
<p><strong>4. Gramado &#8211; </strong>Um gramado uniforme, bem formado e bonito depende de um plantio correto e de manutenções freqüentes. A formação de um gramado pode se dar por placas irregulares, tapetes, mudas individuais, plugs ou sementes.</p>
<p>A formação de um gramado por meio de placas ou tapetes é a mais rápida em relação ao uso de mudas e sementes.</p>
<p>O preparo do solo é de fundamental importância, devendo constar, nas grandes áreas, de aração, gradagem, destorroamento, rastelamento e nivelamento. Em áreas pequenas, uma escarificação do solo pode ser suficiente.</p>
<p>O plantio de placas ou tapetes é realizado pela justaposição dessas unidades, uma a uma; em seguida, deve-se socar as mesmas e fazer um recapeamento com mistura de terra + areia ou simplesmente areia.</p>
<p>A irrigação deve ser abundante após o plantio e nos meses subseqüentes, até a completa formação do gramado.</p>
<p><strong>GRUPO DE PLANTAS<br />
</strong>Do ponto de vista paisagístico/ornamental, as plantas podem ser divididas nos seguintes grupos:</p>
<p><strong>1. Árvore &#8211; </strong>Constitui toda espécie vegetal lenhosa de tamanho adulto, com altura superior a 4-5 metros. Geralmente não possuem bifurcações que se iniciem na base do caule.</p>
<p><strong>Principais funções:<br />
- </strong>Proteger contra ventos fortes;<br />
- Proteger contra ruídos;<br />
- Dar privacidade a determinado local;<br />
- Fornecer sombra;<br />
- Contribuir para aspectos estéticos da paisagem.<br />
As árvores podem ser divididas em pequeno, médio e grande porte.</p>
<p><strong>2. Palmeiras<br />
</strong>Constitui espécie cujo tronco é um estipe (único ou múltiplo), encimado por um capitel de folhas.</p>
<p><strong>3. Arbustos<br />
</strong>É toda espécie vegetal lenhosa ramificada desde a base, com altura média de até 4 m de altura. Quanto à luminosidade, existem arbustos de pleno sol, meia-sombra e sombra.</p>
<p><strong>4. Trepadeira<br />
</strong>É toda espécie vegetal de caule semilenhoso ou mesmo herbáceo que necessita de um suporte para se desenvolver. Como seu crescimento pode ser conduzido, as trepadeiras geralmente são utilizadas na formação de cercas-vivas, separação de ambientes, revestimento de muros ou paredes, formação de pérgolas, arcos e treliças.</p>
<p>Elas podem ser:<br />
<strong>- Volúveis:</strong> quando se enrolam em aspiral no suporte, não possuindo outro tipo de fixação; portanto, não conseguem subir em paredes ou muros por si só, necessitando de suportes adequados;</p>
<p><strong>- Sarmentosas</strong>: Quando possuem órgãos de fixação, como gavinha, espinhos curvos, raízes adventícias, etc. Conseguem subir em quase todo tipo de suporte</p>
<p><strong>- Cipós:</strong> Não possuem qualquer tipo de órgão de fixação e nem são volúveis. Possuem caules rígidos, que conseguem subir vários metros sem apoio, até que se vergam pelo próprio peso sobre algum suporte.</p>
<p><strong>- Escandentes:</strong> São plantas mais arbustivas que em locais abertos,formam arbustos. Quando plantadas junto a um suporte, seus ramos apóiamse nesse e atingem vários metros de altura.</p>
<p><strong>5. Forrações<br />
</strong>São espécies vegetais utilizadas para promover a cobertura do solo.<br />
As forrações são também plantas herbáceas, usadas para revestir o solo, com a diferença de que não suportam o pisoteio, como os gramados.</p>
<p><strong>6. Gramados<br />
</strong>Os gramados, em particular, representam quase sempre de 60 a 80% da área ajardinada. As espécies de grama, em geral, necessitam de sol pleno ou meia-luz para se desenvolverem bem.</p>
<p><strong>7. Floríferas<br />
</strong>São espécies vegetais cuja característica dominante é a emissão de flores vistosas, colorindo o ambiente criado pela vegetação básica. Podem ser anuais, bianuais ou, em alguns casos, perenes.</p>
<p><strong>8. Folhagens<br />
</strong>São espécies herbáceas, às vezes subarbustivas ou mesmo arbustivas, formando conjuntos específicos em  jardins. A característica dominante nesse caso são as folhas, com seus formatos, cores e texturas.</p>
<p><strong>9. Plantas entoucerantes<br />
</strong>São espécies que, por causa do seu crescimento vigoroso, formam touceiras que poderão, posteriormente, em uma fase de propagação, ser divididas e formar novas touceiras.<br />
Exemplos de plantas entoucerantes</p>
<p><strong>6 PROPAGAÇÃO DE PLANTAS<br />
1. Multiplicação por sementes<br />
</strong>O uso de sementes é o principal método para propagação das plantas anuais e bienais. As sementes são colocadas em substrato próprio, enterradas em uma profundidade correspondente a duas vezes o seu tamanho e então irrigadas utilizando jato leve através de crivo fino. A germinação ocorre melhor em temperaturas entre 20-24 0C.</p>
<p><strong>2. Multiplicação por estacas (estaquia)<br />
</strong>A multiplicação por estacas, é aquela na qual se utiliza uma porção do ramo com uma ou mais folhas ou, diretamente, por meio de uma folha.</p>
<p>Esse é um dos sistemas de propagação mais utilizados, pois as plantas obtidas por esse método são idênticas à planta-mãe. Conforme a parte da planta utilizada, pode-se diferenciar as estacas em lenhosas, semilenhosas, foliares e herbáceas.</p>
<p><strong>3. Multiplicação por alporquia<br />
</strong>Alporquia é um processo de multiplicação de plantas que consiste em induzir um ramo a emitir raízes, quando ainda ligado à planta. Para isso, são feitos alporques, onde são colocados substratos acondicionados para indução de formação de raízes nessa área. No local da alporquia, deve ser retirada a casca, de maneira que fique um anel em torno do ramo. Para o enraizamento, usa-se o esfagno bem úmido, que é aplicado em torno do anel.</p>
<p><strong>4 . Multiplicação por mergulhia<br />
</strong>A mergulhia é uma variação da alporquia. Encurva-se o ramo até o substrato onde deverá enraizar.</p>
<p><strong>5. Multiplicação por enxertia<br />
</strong>Trata-se de um método de multiplicação que utiliza dois exemplares diferentes para formação da muda; o primeiro, que chama-se cavalo ou porta-enxerto, forma a parte radicular; o segundo, que é cavaleiro ou enxerto propriamente dito, originará a parte aérea.</p>
<p><strong>6. Divisão de touceiras<br />
</strong>A multiplicação pela divisão de touceiras é feita fragmentando-se um único indivíduo para obter outros exemplares com as mesmas características, retirando-se as mudas.<br />
<strong><br />
7</strong>. <strong>Multiplicação por bulbos<br />
</strong>As plantas providas de bulbos multiplicam-se por meio desse material e de bulbilhos que são formados lateralmente ao bulbo-mãe. Esses bulbilhos são retirados e plantados novamente, transformando-se em bulbos normais, destinados ao plantio definitivo.</p>
<p><strong>8. Multiplicação por rizomas<br />
</strong>Rizomas são caules subterrâneos dotados de reservas, com nós, gemas e escamas. São mais ou menos cilíndricos e crescem lateralmente formando touceira. As plantas rizomatosas podem ser perenes ou passar por um período de repouso. São multiplicadas arrancando-se a touceira e separando-a por partes. As de repouso são arrancadas e divididas nessa fase.</p>
<p><strong>9. Multiplicação por esporos<br />
</strong>É feita em espécies como samambaias, renda-portuguesa e avenca, que apresentam em seus folíolos estruturas cor de ferrugem chamadas soros, os quais contêm esporos. Em condições adequadas, essas estruturas germinam, permitindo a reprodução dessas plantas.</p>
<p><strong>10. Multiplicação por brotações laterais (filhotes, rebentos)<br />
</strong>Certas espécies emitem brotações laterais, o que permite propagá-las apenas pela separação dessas brotações.</p>
<p><strong>FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS<br />
</strong>Para que se possa manter um jardim sempre bonito, são necessários alguns cuidados, tanto na fase de implantação quanto na fase de manutenção. Esses cuidados incluem o uso de equipamentos/ferramentas específicos para cada atividade a ser realizada.</p>
<p><strong>1. Equipamentos necessários:<br />
</strong>- Enxada, Enxadão, Pá-de-jardim, Sacho. Foice, Forcado, Pá-direita, Escarificadores, Rastelo,  Regador, Tesoura de poda, Canivete, Carrinho de mão, Colher de transplante, etc</p>
<p><strong>2. Manutenção de equipamentos<br />
- </strong>Após o uso, lavar os equipamentos e ferramentas apenas com água, secando bem para não enferrujar;<br />
- Aplicar óleo de máquina nos instrumentos que necessitem de lubrificação;<br />
- Guardar o material em lugar adequado (seco, protegido de chuvas e sol);<br />
- Ferramentas menores deverão ser guardadas em caixa.</p>
<p><strong>MANUTENÇÃO DE JARDINS<br />
</strong>A manutenção consiste em todos os cuidados que devem ser dispensados às plantas e ao jardim como um todo, após a sua execução.<br />
<strong>1</strong>,<strong>Tutoramento &#8211; </strong>De maneira geral, as plantas novas devem receber um apoio pequeno, que pode ser substituído por outros maiores, à medida que vão crescendo.</p>
<p>Existem várias maneiras de sustentar as plantas em um jardim, desde uma simples vareta de bambu até sofisticadas malhas feitas com treliças de madeiras ou amarrações realizadas com materiais variados. A escolha depende de criatividade e disponibilidade de material.</p>
<p><strong>2. Desbrota &#8211; </strong>Consiste na retirada dos brotos “ladrões” que surgem de gemas laterais existentes em mudas de árvores e arbustos e mesmo em espécies adultas, quando podadas. Tem a finalidade de conduzir com maior vitalidade à haste principal.</p>
<p><strong>3. Podas &#8211; </strong>As podas têm várias funções. Pode-se usá-las para fins estéticos, para estimular a produção de ramos, flores, frutos e também como medida de controle fitossanitário.</p>
<p>As podas podem ser divididas em: de limpeza, de formação e de condução. Independentemente do tipo, estimulam a produção de ramos, flores e frutos.<br />
- Poda de limpeza: consiste na retirada de galhos velhos, quebrados e/ou doentes;<br />
- Poda de formação: tem o objetivo de dar à planta, ou a um conjunto de plantas, uma forma básica;<br />
- Poda de condução: objetiva orientar a planta em determinado sentido e sobre um suporte.</p>
<p>Exemplos:<br />
<strong>Roseiras: </strong>devem ser podadas mais drasticamente no inverno, deixando-se apenas o tronco com os ramos do ano anterior, cada um com uma ou duas gemas. Na primavera/verão, é importante cortar as flores/cachos que já tenham murchado, pois desgastam a planta.</p>
<p><strong>Azaléias: </strong>a poda compromete a floração do ano seguinte, pois elas só florescem em ramos apicais, nascidos no ano. Se a poda for necessária, deve-se fazê-la após o florescimento, antes dos novos brotos se desenvolverem.</p>
<p><strong>Trepadeiras</strong>: as podas podem ser feitas para conduzir ramos na direção desejada, transformar algumas espécies em arbustos (roseiras por exemplo), induzir o florescimento e, mesmo, diminuir o porte/volume.</p>
<p><strong>4, Capinas/ Combate a ervas daninhas &#8211; </strong>Tem como objetivo eliminar as espécies invasoras dos canteiros ou mesmo do gramado. Podem ser feitas manualmente ou com o auxílio de ferramentas como “sacho” ou com o firmino (inço).</p>
<p>Erva-daninha é aquela plantinha que cresce onde normalmente não se deseja tê-la. São elas que sempre competem pela luz, água e todos os nutrientes que existem no solo, além de serem bastante propícias ao aparecimento de doenças e pragas.</p>
<p><strong>Métodos para controle<br />
</strong>1. Em grupos de plantas cultivadas muito próximas, o melhor controle das ervas-daninhas é arrancá-las manualmente.<br />
2. Ervas-daninhas anuais devem ser retiradas com auxílio de uma pá, eliminando-as.<br />
3. Em grandes áreas, as ervas-daninhas podem ser eliminadas mediante uso de cultivadores de tração animal.<br />
4. Outro método de controle de ervas-daninhas é o uso de herbicidas; porém esses devem ser sempre utilizados com o auxílio de um profissional especializado.</p>
<p><strong>5. Escarificação do solo<br />
</strong>Consiste em desagregar e revolver o solo, soltando-o, com o objetivo de facilitar a aeração e drenagem. Pode ser feita com o sacho, ou mesmo com pequenas ferramentas de jardim, no caso de áreas pequenas.</p>
<p><strong>6. Plantio e replantio &#8211; </strong>Consiste na introdução de novas espécies no jardim, na reposição de algumas que, por ventura, morreram, e no replantio daquelas que entouceram muito, comprometendo forma e floração.</p>
<p><strong>7. Irrigação &#8211; </strong>O melhor critério para a irrigação é a observação. Existe uma necessidade de água diferente para cada tipo/grupo de plantas e em relação a cada estação do ano. A água deve ser fornecida sempre que o solo começar a secar.</p>
<p><strong>COMBATE A PRAGAS E DOENÇAS<br />
</strong>Deve-se vistoriar o jardim periodicamente, como objetivo detectar a presença de pragas e/ou doenças.<br />
É necessário esclarecer que, quando se fala em pragas, está se referindo ao inimigo da planta de origem animal (pulgões, lagartas, cochonilhas, etc.), e em doenças, quando o inimigo da plantas é de outra  origem (fungo, vírus e bactéria).</p>
<p><strong>Pragas<br />
</strong>O controle das pragas pode ser tanto preventivo quanto de ação direta, pela aplicação de defensivos agrícolas. Outra possibilidade é o uso de defensivos alternativos, de produção caseira, quase nada tóxicos e que têm se mostrado bastante eficientes no combate das pragas.<br />
<strong>a) Formigas: </strong>as espécies consideradas pragas em jardins e hortas são compostas pelas formigas cortadeiras: saúvas e quenquéns.</p>
<p>Não existe ainda uma forma eficaz de se controlar naturalmente formigas cortadeiras. As iscas tóxicas (formicidas) são as mais eficientes no mercado, fáceis de aplicar, pouco tóxicas ao homem e de preço acessível.</p>
<p>Sua utilização deve ser feita seguindo-se criteriosamente as instruções contidas no rótulo. Deve-se, ainda, respeitar a indicação de iscas para jardinagem amadora e para a agricultura. Esta última não pode ser utilizada na área urbana.</p>
<p><strong>b) Lesmas e Caracóis: </strong>normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.</p>
<p>Dicas: besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas feitas com “isca de cerveja” para atraí-los. Como fazer: tirar a tampa de uma lata de azeite e enterrá-la deixando a abertura no nível do solo. Colocar dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídos pela cerveja e morrem desidratados pelo sal.</p>
<p><strong>c) Ácaros: </strong>parecem pequenas aranhas vermelhas, sendo de tamanho microscópico. O sinal de que a planta está sendo atacada é o aparecimento de minúsculas teias prateadas na parte de baixo das folhas. Todas elas podem matar suas plantas, mas antes deixam as folhas manchadas e enroladas.</p>
<p><strong>d) Pulgões</strong>: podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojamse nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demais a planta e até transmitir doenças perigosas. Os pulgões costumam atacar, principalmente, as plantas de hastes e folhas macias. Precisam ser controlados logo que aparecem, pois multiplicam-se com grande rapidez.</p>
<p>Dicas: as joaninhas são seus predadores naturais. Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas. Essa operação pode ser feita semanalmente.<br />
Recomenda-se também a aplicação de calda de fumo ou macerado de urtiga.</p>
<p><strong>e) Cochonilhas: </strong>são insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso.</p>
<p>Dicas: as joaninhas também são seus predadores naturais, além de certos tipos de vespas. A calda de fumo e a emulsão de óleo são métodos naturais bastante eficientes para combatê-las. Deve-se evitar o uso de controle químico, mas, quando necessário, nos casos extremos,<br />
normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.</p>
<p><strong>f) Moscas-brancas</strong>: são insetos de coloração branca. Não é difícil notar a sua presença: ao esbarrar numa planta infestada por moscas-brancas, ocorre uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos.</p>
<p><strong>Dica:</strong> é difícil eliminá-las; por isso, muitas vezes, é preciso aplicar insetidas específicos. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes &#8211; como tagetes ou cravo-de-defunto (<em>Tagetes </em>sp.), hortelã (<em>Mentha </em>sp.), calêndula <em>(Calendula officinalis</em>), arruda (<em>Ruta graveolens</em>) &#8211; costuma dar bons resultados.</p>
<p><strong>g) Lagartas: </strong>fáceis de serem reconhecidas, as lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de &#8220;teia&#8221; para proteger-se.</p>
<p><strong>Dicas:</strong> caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação de um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma. A calda de angico ajuda a afastar as lagartas e não</p>
<p>prejudica a planta. O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas. Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais.</p>
<p><strong>h) Percevejos</strong>: são mais conhecidos como “marias-fedidas”, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.</p>
<p><strong>Dicas:</strong> vespas são seus predadores naturais. Devem ser removidos manualmente, um a um. Se o controle manual não for eficiente, a calda de fumo pode funcionar como um repelente natural.</p>
<p><strong>i) Tatuzinhos: </strong>muito comuns nos jardins com umidade excessiva, são também conhecidos como “tatus -bolinha”, pois enrolam-se como uma bolinha quando são tocados. Vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, além de transmitir doenças às plantas.</p>
<p><strong>Dicas:</strong> evitar a umidade excessiva em vasos e canteiros; devem ser retirados manualmente e eliminados um a um.</p>
<p><strong>j) Nematóides: </strong>são “parentes” das lombrigas e atacam as plantas pelas raízes. As plantas afetadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas. Num ataque intenso, provocam a morte do sistema radicular e, conseqüentemente, da planta.</p>
<p>Algumas plantas dão sinais em sua parte aérea, mostrando sintomas do ataque de nematóides: as dálias, por exemplo, podem apresentar áreas mortas, de coloração marrom, nas folhas mais velhas.</p>
<p><strong>Dicas:</strong> o melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada. Se o controle ficar difícil, deve-se eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.</p>
<p><strong>Doenças<br />
a) Antracnose: </strong>provoca o aparecimento de várias manchas brancas com anéis vermelho-escuros com o tempo. As manchas tornam-se amarronzadas. Das manchas, formam-se buracos e as folhas caem. O controle químico é feito com pulverizações à base de enxofre. Durante o período de crescimento, pulveriza-se semanalmente com Maneb ou zineb.</p>
<p><strong>b) Cancro: </strong>os fungos penetram pelos cortes da poda, nó de articulação do enxerto ou ferimentos causados por ferramentas. Aparecem manchas marrons grandes que circulam os caules, atingindo as folhas. O controle é feito com pulverizações à base de enxofre.</p>
<p><strong>c) Tombamento: </strong>aparecem quando se tem excesso de umidade e temperatura baixa. Causam o apodrecimento da haste junto ao solo. O controle deve ser preventivo com a desinfecção do solo.</p>
<p><strong>d) Ferrugem: </strong>formam manchas pulverulentas nas partes inferiores das folhas que depois murcham e caem, e nos caules. As manchas podem ser alaranjadas, amarelas ou marrom-avermelhadas. O controle é feito com pulverizações de enxofre, Zineb ou Maneb.</p>
<p><strong>e) Míldio pulverulento: </strong>o ataque é feito nas partes novas da planta, formando manchas marrons cobertas por um pó branco ou cinza. As folhas enrolam e secam. O controle deve ser químico, à base de enxofre.</p>
<p><strong>f) Mofo cinzento: </strong>a planta apresenta nos caules, folhas, brotos e botões florais um mofo cinza amarronzado. O controle químico é feito com pulverizações de Zineb.</p>
<p><strong>g) Oídio: </strong>a planta apresenta manchas claras, esbranquiçadas, aspecto pulverulento (talco), mais ou menos arredondadas nos dois lados das folhas, nos brotos e botões. As manchas tornam-se amarelo-avermelhadas e as folhas acabam secando. Controle com produtos à base de enxofre.</p>
<p><strong>h) Pinta-preta: </strong>a planta apresenta as folhas todas pintadas com manchas arredondas pretas, com contorno amarelado, causando a queda das folhas. Ocorre geralmente em tempo úmido e é típica das roseiras. O controle químico é feito através de pulverizações com Dithane e Fermate.</p>
<p><strong>i) Galha: </strong>a planta apresenta um tumor arredondado e áspero que aparece no caule junto ao nível do solo. O ataque é feito quando a planta sofre ferimentos. A planta perde o viço e morre. O controle químico é feito com aplicações de estreptomicina em pó a cada duas semanas.</p>
<p><strong>j) Viroses: </strong>existem diversos tipos. As plantas atacadas geralmente apresentam estrias amarelas nas folhas, deformações, envassouramentos, reduções do crescimento e da produção.</p>
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		<title>Jardinagem</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 20:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
O solo
Se o solo escolhido for conhecido, ou seja, possui nutrientes necessários para as plantas, então não é preciso adubar. Se o solo for pobre em nutrientes deve ser feito uma adubação.
A adubação é dividida em dois tipos, a adubação química (quando é utilizado adubo industrializado que é constituído de nitrogênio, fósforo e potássio, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-34869" title="jardim" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/jardim35.jpg" alt="jardim" width="613" height="354" /></p>
<p><strong>O solo</strong><br />
Se o solo escolhido for conhecido, ou seja, possui nutrientes necessários para as plantas, então não é preciso adubar. Se o solo for pobre em nutrientes deve ser feito uma adubação.<br />
A adubação é dividida em dois tipos, a adubação química (quando é utilizado adubo industrializado que é constituído de nitrogênio, fósforo e potássio, o chamado NPK) e a orgânica (quando é usado resíduos animais, como por exemplo fezes de bovinos, ou vegetais, os quais contêm nitrogênio).</p>
<p>As vantagens e desvantagens das duas adubações é que a adubação orgânica tem como resultado caracteres físicos que a química não pode oferecer, como por exemplo aumento da permeabilidade do solo e capacidade de absorção de água e redução da coesão do solo ou seja não empoça água e nem empedra. O problema é que os adubos orgânicos para suprirem as necessidades dos vegetais, precisam ser administrados em grandes quantidades, ao passo que os químicos como são concentrados, é utilizado uma quantidade muito menor.</p>
<p>Em um jardim residencial, pode-se usar os dois tipos de  adubação, se o solo for muito argiloso usa-se mais a adubação orgânica e se for mais arenoso, o recomendado é a adubação química. Os adubos nunca devem ser administrados diretamente na raiz, sempre coloca-se ao redor da planta para que ela absorva gradativamente.</p>
<p><strong>Adubação química<br />
</strong>Os adubos químicos podem ser adquiridos em floriculturas, casa agropecuárias e a quantidade a ser utilizada deve ser recomendada por um agrônomo, que determinará a fórmula e a quantidade adequada. Deve-se seguir a risca as recomendações do agrônomo, pois uma diminuição na dosagem pode não obter um resultado satisfatório e o excesso pode queimar a planta causando a morte. Nas casas especializadas, vende-se o adubo já preparado, sem que se tenha o trabalho de fazer o cálculo da quantidade de nutrientes.</p>
<p><strong>Adubação orgânica<br />
</strong>Pode-se conseguir um adubo orgânico em casa, usando-se restos orgânicos de animais e vegetais misturando-se três partes de restos vegetais para uma parte de restos animais revolvendo tudo e deixando descansar para fermentar.</p>
<p>Os restos vegetais podem ser folhas secas, palhas, papel, etc., e os orgânicos são os diversos estercos como os de galinha, bovinos, sangue, etc.</p>
<p>Depois de feito o monte, deixa-se fermentar por uns quinze dias mantendo sempre úmida e não encharcada revolvendo o monte uma vez a cada quatro dias mais ou menos, colocando as partes internas do monte por cima para que a fermentação fique por igual. Se o monte ficar em lugares muito abertos onde venta muito e pode pegar chuva, coloca-se um plástico para evitar o ressecamento ou o encharcamento.</p>
<p>Depois a cada quinze dias, revolver o monte uma vez até completar noventa dias, quando estará pronto para ser utilizado. O revolvimento do composto é importante pois promove a fermentação de forma aeróbica que desprende gás carbônico e repele as moscas, não havendo revolvimento, a fermentação se dá anaerobicamente o que vai provocar mau cheiro e moscas.</p>
<p><strong>Solo<br />
</strong>O solo apresenta potencial de hidrogênio, ou seja, pH, e varia de 0  a 14. Se o pH for 7 ele é considerado neutro, abaixo de 7 é considerado ácido e acima é básico.</p>
<p>A maior parte dos solos do Brasil é ácido, variando o pH entre 5 e 5,5.  A correção é feita com adição de cálcio ou magnésio, esse processo chama-se calagem. A calagem deve ser feita 30 dias antes do plantio, sendo que o material mais usado é o calcário dolomítico. Pode-se usar também a cal virgem desde que aplicada nas dosagens corretas.</p>
<p>Para um solo alcalino, que pode provocar o enrolamento das margens das folhas ou queda das mesmas, ou também fazer com que o florescimento diminua, as raízes se desenvolvam mal etc., usa-se gesso residual ou sulfato de ferro para acertar o pH.</p>
<p>Alguns solos podem conter sal, impedindo a germinação das plantas, podem provocar queima das folhas ou matar a planta. Uma irrigação periódica pode ajudar na diluição desses sais.</p>
<p><strong>Preparação do solo<br />
</strong>Antes de se plantar é necessário revolver o solo a fim de descompactá-lo e deixá-lo solto para que as raízes desenvolvam-se adequadamente. Deve-se revolver o solo aproximadamente  a uma profundidade de 30 cm, passando posteriormente o ancinho para eliminar torrões maiores, pedras, galhos, etc.</p>
<p>Depois de pronto o solo, abrem-se as covas, o tamanho recomendado para o plantio de árvores é de 60 cm de largura por 60 cm de comprimento com 70 cm de profundidade.  Para arbustos o tamanho é de 40 cm de largura por 40 cm de comprimento e 50 cm de profundidade.</p>
<p>A terra retirada para fazer a cova, será usada para fazer a mistura que cobrirá a cova. Faz-se uma mistura da terra com adubo orgânico na proporção de duas partes de solo para cada parte de adubo orgânico. A essa mistura acrescenta-se o adubo químico constituído de fósforo e potássio, acrescenta-se também a mistura como outra opção, a torta de mamona que contêm os três nutrientes, porém em quantidades menores.</p>
<p><strong>Mudas<br />
</strong>A aquisição das mudas podem ser feitas em lojas especializadas e em viveiros, fique atento a doenças ou pragas que podem já estar nas mudas, procure não adquirir plantas com ramos quebrados, cascas rachadas, de aparência pouco viçosa ,etc.</p>
<p>Em relação as raízes, verifique se as mesmas ocupam o solo do vaso de modo denso e uniforme, se estiver enroladas nas paredes, indica que a planta já está há muito tempo no mesmo. Quando as mudas estiverem enroladas em estopa, verifique se está bem amarrada no torrão que deverá estar duro ao toque, pois se estiver mole e a estopa frouxa, é provável que as raízes estejam danificadas e a árvore pode não suportar o plantio.</p>
<p>Em relação ao tamanho da muda, é melhor escolher mudas de tamanho pequeno, se for muda de árvore escolha em torno de um metro de altura, pois oferecem menos problemas no transporte, o seu plantio é mais simples e a adaptação da planta ao solo é mais fácil.</p>
<p>Um outro cuidado a ser tomado em relação as mudas, é o de se retirar as mudas do seu recipiente atual que pode ser lata, saco plástico,etc. e mergulhar em água por aproximadamente 5 minutos. Esse procedimento é importante porque os torrões chegam ressequidos pela demora no transporte ou pelo calor e, se as mudas forem colocadas nas covas, mesmo regando logo após o plantio, a água escorrerá pelos torrões e só um tempo depois é que vai absorver a água. Pode ocorrer a morte da muda simplesmente pela falta de água, não adiantando em nada as regas.</p>
<p>Algumas mudas podem ser adquiridas com suas raízes expostas, chamadas de raízes nuas, como por exemplo, o castanheiro, pessegueiro, uva, ameixeira, nectarina, macieira, etc. Nesse estado é importante manter sempre úmida até que seja feito o plantio, podemos envolver as raízes com panos ou deixá-las em um recipiente com água.</p>
<p>A melhor época para se fazer plantio é a época das chuvas, de preferência em dias sem sol, antes ou depois de uma chuva, ou ao entardecer. Não esqueça que deve-se retira a muda do seu recipiente atual, como por exemplo sacos plásticos, latas,etc.</p>
<p>Para começar o plantio, deve-se colocar uma mistura de tal modo que seja suficiente para que o nível do torrão seja o mesmo do terreno, evitando o sufocamento do caule. Para o preenchimento das covas, a cada 20 cm, é preciso irrigar para que a terra assente no fundo, evitando bolsas de ar.</p>
<p>Após o plantio, devemos fazer uma coroa em volta da muda que deve ser aproximadamente um pouco mais larga que a copa da muda com uma profundidade de 5 cm . Aplica-se então um adubo nitrogenado de cobertura, que pode ser o salitre do Chile ou o sulfato de amônia na proporção de  40g por cova para arbustos e 100g por cova para árvores, não colocar o adubo junto aos caules, pois podem queimá-los.</p>
<p><strong>Pragas mais comuns</strong><br />
As pragas mais comuns que encontramos em um jardim são, as cochonilhas, os pulgões, os trips, os ácaros,as formigas, as lagartas, gafanhotos e grilos.</p>
<p>As cochonilhas são insetos da ordem Homóptera, e se fixam na parte inferior das folhas e de galhos novos, formando colônias esbranquiçadas, chamadas de cochonilhas de escamas. Existem também as cochonilhas cabeças de prego, cuja cor vai do castanho ao amarelo ou branco, medem aproximadamente 5 mm, são recobertas por uma camada de cera que as protege da água e contra inseticidas. Pode-se combater as cochonilhas pulverizando a cada quinze dias, com um inseticida fosforado não sistêmico misturado a um óleo emulsionável, que recobre as carapaças e asfixia as cochonilhas.</p>
<p>Sugam a seiva da planta fazendo com que o crescimento estacione, excretam um líquido adocicado que faz com que os caules e a folhas fiquem pegajosos.</p>
<p>Os pulgões pertencem a ordem Homoptera também, são insetos com forma de pêra medindo cerca de  3mm, sugam a seiva das folhas e flores, que ficam encrespadas, brilhantes e pegajosas, pois do mesmo modo que as cochonilhas, eles excretam uma substância adocicada. Quando o ataque dos pulgões é intenso, podem provocar um bolor preto que chamamos de fuligem. Para sua eliminação podemos esmagá-los com as mãos ou lavar a planta com água e sabão, ou usar qualquer inseticida fosforado.</p>
<p>Os trips ou lacerdinhas, são insetos muito pequenos, que causam mal as plantas e podem também causar irritação na pele de pessoas e ardência nos olhos. As folhas ficam pálidas, quase prateadas, e há formação de manchas pretas. O controle é feito pela queima dos ramos atacados e através de inseticidas organofosforados.</p>
<p>Os ácaros são aracnídeos muito pequenos, formam teiazinhas na face inferior das folhas, o que podem causar sua queda e tornar o caule torto e escuro. Combate-se o ácaro com um acaricida e isolamento da planta para que não haja infestação das demais.</p>
<p>As formigas (ordem Hymenoptera), gafanhotos e grilos(ordem Orthoptera), são as pragas mais vorazes para plantações em geral, podem acabar com um jardim em pouco tempo, em lavouras causam muito prejuízos. As formigas podem ser combatidas com iscas que são carregadas pelas formigas para dentro do formigueiro matando toda a casta, se não for muito grande. As lagartas, gafanhotos e grilos são eliminados através de inseticidas piretróides.</p>
<p><strong>Algumas doenças</strong><br />
Existem três doenças mais comuns que ocorrem nas plantas que são a <em>murcha</em>, o <em>tombamento</em>, e a <em>orelha de pau</em>. A murcha é causada por uma praga chamada nematóide, que causa o murchamento repentino de todas as folhas da planta, as raies se deformam e apodrecem. O tombamento é causado, por exemplo, por fungos produzidos em excesso por umidade excessiva. As plantas tombam e morrem  devido ao apodrecimento dos seus caules.<br />
A orelha de pau é resultado de podas mal feitas, onde a orelha de pau se desenvolve em troncos mortos e depois passa para os sãos corroendo seu lenho fazendo com que a planta caia de uma hora para outra.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35509" title="1_gif11" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/1_gif111.gif" alt="1_gif11" width="392" height="319" /></p>
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		<title>Alporquia &#8211; Como fazer</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 20:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Materiais necessários:
-  uma planta adulta e saudável;
-  faca ou canivete bem amolado
-  pincel
-  pó de hormônio enraizador (encontrado em lojas de jardinagem)
-  composto para plantas (pode ser húmus)
-  papel filme
-  barbante
-  papel laminado
Passos simples
1- Com uma faca ou canivete afiado, faça dois cortes logo abaixo da última folha do tronco ou ramo escolhido. Retire a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-34356" title="alporquia" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/alporquia1.jpg" alt="alporquia" width="481" height="320" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Materiais necessários:</strong><br />
-  uma planta adulta e saudável;<br />
-  faca ou canivete bem amolado<br />
-  pincel<br />
-  pó de hormônio enraizador (encontrado em lojas de jardinagem)<br />
-  composto para plantas (pode ser húmus)<br />
-  papel filme<br />
-  barbante<br />
-  papel laminado</p>
<p><strong>Passos simples</strong><em><strong><br />
</strong></em>1- Com uma faca ou canivete afiado, faça dois cortes logo abaixo da última folha do tronco ou ramo escolhido. Retire a casca entre os cortes, tomando o cuidado de não danificar a parte interna do caule.</p>
<p>2- Logo em seguida, pincele a parte que foi descascada com um pouco de pó de hormônio enraizador (encontrado em lojas especializadas).</p>
<p>3- Prepare um pouco de esfagno ou substrato de coco que retenha a umidade bem, colocando-o na água e, depois, espremendo-o bem para retirar o excesso de água.</p>
<p>4- Amarre um plástico ao redor do caule, logo abaixo do corte, formando uma espécie de saco.</p>
<p>5- Encha o saquinho plástico com o esfagno umedecido, apertando-o bem ao redor do corte, de forma que fique totalmente coberto.</p>
<p>6- Feche o saquinho, amarrando-o com um barbante ao redor do caule. Para garantir a umidade interna, vede as extremidades amarradas com fita isolante impermeável.</p>
<p>7- Coloque o vaso sobre um prato com pedrinhas e água, mantendo-o num ambiente quente e úmido. Após algumas semanas, as raízes começarão a surgir através do esfagno. Retire, o plástico e corte o caule logo abaixo da bola de esfagno, usando uma tesoura de poda e fazendo um corte horizontal.</p>
<p>8- Prepare um novo vaso com uma mistura de solo adubado e plante a nova muda imediatamente. Mantenha o esfagno no local, para não danificar as novas raízes. Regue em seguida.</p>
<p>Neste método, o pedaço de um ramo é envolvido por terra ou musgo em um pedaço de plástico ou pano umedecido. Após algum tempo, formam-se as raízes, e o ramo pode ser destacado para ser plantado. Para que o método seja efetivo é necessário interromper o fluxo descendente da seiva, mediante retirada prévia de um anel da casca da planta (anel de Malpighi) ou colocando um anel de arame metálico no local desejado para as futuras raízes ( vulgarmente chamado de &#8221; forca&#8221;). O processo pode ser acelerado com a ajuda de pó enraizador.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35248" title="aves-" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/aves-1.gif" alt="aves-" width="443" height="212" /></p>
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		<title>Fazendo uma estaca para bonsai</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/tecnicas-de-jardinagem/fazendo-uma-estaca-para-bonsai.html</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 15:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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Muitas pessoas admiram a arte japonesa de fazer bonsai. Parece uma tarefa muito difícil e complexa, cheia de regras e que exige um empenho de tempo integral para que o faz, mas nada disso é verdade.
A arte de fazer um bonsai procura reproduzir em um pequeno vaso como a árvore seria crescendo no solo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-31919" title="estaca-de-bonsai" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/estaca-de-bonsai1.jpg" alt="estaca-de-bonsai" width="500" height="375" /><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Muitas pessoas admiram a arte japonesa de fazer bonsai. Parece uma tarefa muito difícil e complexa, cheia de regras e que exige um empenho de tempo integral para que o faz, mas nada disso é verdade.</p>
<p>A arte de fazer um bonsai procura reproduzir em um pequeno vaso como a árvore seria crescendo no solo, na natureza. O bonsai é como uma miniatura de uma árvore. Não há uma altura padrão, pode ter desde alguns poucos centímetros de altura até mais de um metro.</p>
<p>A árvore de bonsai é crescida, conduzida, cuidadosamente modelada e podada para <strong>recriarmos a essência de um ambiente natural</strong><strong>.</strong> As imperfeições da natureza também são reproduzidas em bonsais.</p>
<p>Além de fazer um bonsai com uma muda de planta também se pode fazer através de estaquia.</p>
<p>A estaquia (<em>sashiki</em>) é um método de propagação bastante utilizado no cultivo de bonsai, justamente por ser mais rápido que o plantio de sementes e podendo fornecer mudas com troncos grossos, bem próximas do material desejado.</p>
<p>Como se faz uma estaca? Muito simples, basta fazer um corte diagonal no galho que você deseja transformar em um tronco, removendo a “<em>casca</em>” do galho, deixando o “<em>miolo</em>” exposto, para que dali se formem as raízes. Todas as folhas das partes do caule que forem enterradas devem ser arrancadas e pelo menos <strong>1/3</strong> do comprimento das estacas deve ser enterrado.</p>
<p>As folhas da parte superior do caule deverão ser cortadas em <strong>1/3</strong> ou <strong>metade</strong> de seu tamanho, para reduzir a desidratação da planta. As estacas devem ser plantadas em um certo ângulo, assim como o corte feito para se formar as estacas. Quando a espessura (<em>diâmetro</em>) da estaca for superior a 8mm, dois cortes deverão ser feitos em diagonal, formando uma ponta, mesmo que esta ponta não esteja perfeitamente no centro do caule.</p>
<p>Antes de serem plantadas, as estacas podem ficar “<em>de molho</em>” em uma solução de hormônio enraizador, ou vitamina B1, por cerca de 12 horas, isso ajuda muito no surgimento de novas raízes. A mistura de solo usada para a maioria das estacas é a mesma usada para mudas em formação (<em>30% de areia grossa, 40% de terra vermelha e 30% de terra preta</em>) e deverão permanecer plantadas (e intocadas) por 12 meses, quando a muda já estará pronta para receber a primeira poda de galhos e raízes.</p>
<p>O cultivo de estacas não é uma técnica difícil de ser aplicada, basta que você faça as estacas em uma época de desenvolvimento acelerado da planta (<em>evite o inverno, que é quando a maioria das plantas reduz seu crescimento</em>), para obter um belo bonsai em um curto espaço de tempo.</p>
<p>As folhas ainda serão podadas, para que na próxima brotação, elas fiquem menores (<em>folhas pequenas é uma das características principais de um bonsai</em>). Plantei 5 estacas, vamos ver quantas vingarão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Muitas pessoas admiram a arte japonesa de fazer bonsai. Parece uma tarefa muito difícil e complexa, cheia de regras e que exige um empenho de tempo integral para que o faz, mas nada disso é verdade.</p>
<p>A arte de fazer um bonsai procura reproduzir em um pequeno vaso como a árvore seria crescendo no solo, na natureza. O bonsai é como uma miniatura de uma árvore. Não há uma altura padrão, pode ter desde alguns poucos centímetros de altura até mais de um metro.</p>
<p>A árvore de bonsai é crescida, conduzida, cuidadosamente modelada e podada para <strong>recriarmos a essência de um ambiente natural</strong><strong>.</strong> As imperfeições da natureza também são reproduzidas em bonsais.</p>
<p>Além de fazer um bonsai com uma muda de planta também se pode fazer através de estaquia.</p>
<p>A estaquia (<em>sashiki</em>) é um método de propagação bastante utilizado no cultivo de bonsai, justamente por ser mais rápido que o plantio de sementes e podendo fornecer mudas com troncos grossos, bem próximas do material desejado.</p>
<p>Como se faz uma estaca? Muito simples, basta fazer um corte diagonal no galho que você deseja transformar em um tronco, removendo a “<em>casca</em>” do galho, deixando o “<em>miolo</em>” exposto, para que dali se formem as raízes. Todas as folhas das partes do caule que forem enterradas devem ser arrancadas e pelo menos <strong>1/3</strong> do comprimento das estacas deve ser enterrado.</p>
<p>As folhas da parte superior do caule deverão ser cortadas em <strong>1/3</strong> ou <strong>metade</strong> de seu tamanho, para reduzir a desidratação da planta. As estacas devem ser plantadas em um certo ângulo, assim como o corte feito para se formar as estacas. Quando a espessura (<em>diâmetro</em>) da estaca for superior a 8mm, dois cortes deverão ser feitos em diagonal, formando uma ponta, mesmo que esta ponta não esteja perfeitamente no centro do caule.</p>
<p>Antes de serem plantadas, as estacas podem ficar “<em>de molho</em>” em uma solução de hormônio enraizador, ou vitamina B1, por cerca de 12 horas, isso ajuda muito no surgimento de novas raízes. A mistura de solo usada para a maioria das estacas é a mesma usada para mudas em formação (<em>30% de areia grossa, 40% de terra vermelha e 30% de terra preta</em>) e deverão permanecer plantadas (e intocadas) por 12 meses, quando a muda já estará pronta para receber a primeira poda de galhos e raízes.</p>
<p>O cultivo de estacas não é uma técnica difícil de ser aplicada, basta que você faça as estacas em uma época de desenvolvimento acelerado da planta (<em>evite o inverno, que é quando a maioria das plantas reduz seu crescimento</em>), para obter um belo bonsai em um curto espaço de tempo.</p>
<p>As folhas ainda serão podadas, para que na próxima brotação, elas fiquem menores (<em>folhas pequenas é uma das características principais de um bonsai</em>).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-31635" title="585706q53cm0zj7x" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/585706q53cm0zj7x.gif" alt="585706q53cm0zj7x" width="410" height="336" /></p>
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		<title>Aprendendo a regar as plantas</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/tecnicas-de-jardinagem/aprendendo-a-regar-as-plantas.html</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 17:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Aos olhos de quem nunca cuidou de plantas, regar parece uma tarefa óbvia, mas na prática ela exige alguns cuidados básicos. Mas esses cuidados são muito simples, e aqui vamos explicar para você.
As plantas precisam de água para sobreviver e ficarem vigorosas. Elas usam a água para todos os seus processos, inclusive absorver nutrientes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-29566" title="adube-suas-plantas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/adube-suas-plantas.jpg" alt="adube-suas-plantas" width="472" height="325" /><br />
Aos olhos de quem nunca cuidou de plantas, regar parece uma tarefa óbvia, mas na prática ela exige alguns cuidados básicos. Mas esses cuidados são muito simples, e aqui vamos explicar para você.</p>
<p>As plantas precisam de água para sobreviver e ficarem vigorosas. Elas usam a água para todos os seus processos, inclusive absorver nutrientes da terra e fazer a fotossíntese. Uma rega correta possibilita a planta de mostrar o seu máximo potencial em beleza e produção.</p>
<p><strong>Que horas devo regar?</strong><br />
Os melhores horários são de manhã e no fim da tarde (depois das 15h). Ao contrário do que muitos acreditam, regar ao meio-dia não cozinha as folhas. O que ocorre é que boa parte da água que jogamos se evapora ao meio-dia, pois é um horário muito quente.  À noite a planta absorve pouca água, e suas folhas demoram muito a secar. Para evitar o aparecimento de fungos, é melhor evitarmos regas à noite.</p>
<p><strong>De quanto em quanto tempo regar?</strong><br />
Não siga as regras à risca. Não recomendamos a utilização de regar regradas, do tipo “dois copos de água, a cada 3 dias”, pois isso não funciona bem. Temos dias mais quentes e outros mais frios, mais secos ou mais úmidos, mais ensolarados ou menos&#8230; Cada dia a perda de água é completamente diferente do outro. Assim, regas regradas demais levam ao excesso ou falta de água em alguns dias.</p>
<p>Água demais prejudica sua planta também. Por isso, mexa na terra com um palito ou com seu dedo. Veja se está seca ou úmida por baixo da superfície antes de regá-las.<br />
Algumas plantas precisam de regas mais freqüentes e outras menos. Verifique suas plantas a cada 2 dias. Se já estiver molhado, deixe para outra hora.</p>
<p><strong>Quanta água colocar?</strong><br />
Isso dependerá de outros fatores, mas como uma regra geral, evite encharcar a terra (existem exceções).  Água demais “afoga” as raízes, que também precisam de ar, além de aumentar o aparecimento de fungos e doenças. Regue devagar, parando quando a água começar a demorar um pouco a entrar na terra, ou quando a água escorrer ao fundo de um vaso.</p>
<p><strong>Molhar as folhas tem problema?</strong><br />
Depende da planta. Plantas de folhas sensíveis, como as violetas, não devem ter suas folhas molhadas<br />
.<br />
Molhar as folhas não é necessário, mas às vezes inevitável. Quando puder, aplique a água na base da planta ou em pratinhos, pois manter as folhas secas reduz a possibilidade de algumas doenças.</p>
<p><em>No caso de pratinhos, evite mantê-los cheios d’água, pois isso é indício de excesso, e sempre coloque areia grossa, para evitar a proliferação do mosquito da dengue!</em></p>
<p><strong>Curiosidade: &#8216;Regar&#8217; ou &#8216;irrigar&#8217;?</strong><br />
Muito se confunde o termo “irrigar”, ou “irrigação”, com o “regar”, ou “regas”. Essa diferença não é muito importante para nós, mas vale a pena entender. O termo “irrigar” faz referência às regas com quantidade de água minuciosamente controlada, calculada com base em vários fatores, o que quase nunca ocorre em jardins. O termo “irrigação” é utilizado amplamente na agricultura, o termo “rega” é utilizado para jardins e outros pequenos cultivos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-29570" title="006wps3d" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/006wps3d2.gif" alt="006wps3d" width="158" height="146" /></p>
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		<title>Como e Quando regar as plantas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 20:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas de Jardinagem]]></category>

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Regar as plantas é indispensável em todas as épocas do ano. Regar as plantas parece fácil, mas cada espécie requer um cuidado diferente.
O tipo de água, a freqüência e o horário incidirão diretamente no crescimento da planta, na floração e na qualidade dos frutos.
Saiba o que levar em conta na hora de regar cada tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-29128" title="regando" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/regando.jpg" alt="regando" width="456" height="522" /></p>
<p>Regar as plantas é indispensável em todas as épocas do ano. Regar as plantas parece fácil, mas cada espécie requer um cuidado diferente.<br />
O tipo de água, a freqüência e o horário incidirão diretamente no crescimento da planta, na floração e na qualidade dos frutos.</p>
<p>Saiba o que levar em conta na hora de regar cada tipo de planta:</p>
<p>. Água demais (ou de menos) pode comprometer o desenvolvimento e até matar essas criaturas, que enchem a casa de graça e beleza.<br />
Confira algumas dicas para você cuidar bem das suas plantinhas, deixando-as sempre vistosas e saudáveis:<br />
. Antes da rega, afofe a terra com um garfo.<br />
. Se o vaso estiver num local que recebe água da chuva, coloque cascalhos sobre a terra, para que eles funcionem como um filtro contra as impurezas.<br />
. Não regue com a mangueira no modo jato: regule-a para que a água chegue de leve. Quando você usa o jato na terra, ela fica dura ao secar, impedindo a penetração correta da água.</p>
<p><strong>Regas na medida certa</strong>.<br />
<strong>. Folhas em queda</strong>: elas são o sinal mais comum de excesso de água.<br />
. <strong>Terra molhada</strong>: a maioria das plantas não gosta de receber água diretamente nas folhas. Por isso, regue apenas em toda a volta do caule ou diretamente no prato.<br />
. <strong>Vasos de barro</strong>: eles pedem mais regas. Porém, como são porosos, permitem que as raízes respirem melhor.<br />
. <strong>Terra encharcada</strong>: ela propicia o surgimento de pragas e faz as raízes apodrecerem. Regue menos, mais vezes.<br />
. <strong>Respeite as estações do ano:</strong> de março a agosto, boa parte das plantas entra em repouso ou dormência. Corte as regas pela metade; de setembro a fevereiro, elas atravessam um período chamado de “vegetação ativa”. É quando os ramos e as folhas se desenvolvem rapidamente e precisam de mais água. Fique atenta a cada fase do crescimento.</p>
<p><strong>Como saber se a planta está com sede?</strong><br />
. <strong>Sinta a umidade</strong>: Pressione o dedo no vaso até 2,5  cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco. O sintoma de falta de água também é visto nas folhas: elas enrolam, murcham e perdem o brilho.<br />
. <strong>Molhe pela manhã</strong>: Assim, haverá tempo para que o excesso de água seja absorvido ou evapore. A umidade que persiste durante toda a noite aumenta as chances de um ataque de fungos ou bactérias.<br />
. <strong>Use um regador</strong>: Ele deve passar por entre a folhagem sem machucá-la. Para isso, os modelos de bico fino e longo são os mais indicados.</p>
<p><strong>Opções<br />
1 &#8211; Plantas de jardim:<br />
</strong>As raízes de árvores e arbustos adultos podem ser irrigadas espaçadamente.<br />
É aconselhável regar as plantas jovens todos os dias durante o verão, bem cedo ou no fim da tarde, a menos que a irrigação seja por gotejamento e não molhe as folhas.</p>
<p><strong>2 &#8211; Plantas com flores:<br />
</strong>Recomenda-se regá-las de manhã cedo, sem molhar as folhas, principalmente se estiver exposta ao vento.<br />
Nunca use regador ou mangueira sob o sol forte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Plantas em vasos:<br />
</strong>O melhor é regá-las durante a manhã, por imersão ou capilaridade, colocando o vaso dentro de um recipiente maior com água.<br />
As árvores e os arbustos podem ser molhados em dias alternados no verão e duas vezes por semana no inverno.<br />
As plantas com flores devem ser molhadas todos os dias no verão e, no inverno, quando a terra estiver seca.</p>
<p><strong>4 &#8211; A grama:<br />
</strong>- Na primavera, você deve ir molhando cada vez mais as plantas, de forma paulatina, passando de uma vez por semana para todos os dias (exceto em dias de chuva).<br />
- Durante os meses de verão, a grama deve ser regada todos os dias, freqüência que deve ser reduzida no início do outono.<br />
- O horário não é importante se o &#8220;tapete&#8221; de grama for composto de gramíneas, já que as gotas d&#8217;água atravessadas pelo sol não as queimam.<br />
- Mas, se a grama for de folhas largas, deve-se regá-la depois do pôr-do-sol.</p>
<p>É indiferente regar por imersão ou com gotas finas. O importante é que não sejam gotas grossas e que a planta seja regada por igual, para não gera</p>
<p><strong>Importante<br />
- </strong>A água ideal para molhar a grama é a da chuva.<br />
- A água corrente é tratada com vários sais. Por isso, recomenda-se colocá-la em um recipiente plástico e deixá-la ao sol para o cloro evaporar.<br />
- Sob a luz do sol da tarde, cada gota se transforma em um cristal que intensifica o calor dos raios solares e queima as pétalas.<br />
- Para molhar uma planta em um vaso ou xaxim colocado em um lugar alto, você pode adaptar na extremidade da mangueira um cano de metal curvo na ponta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-29129" title="ventos" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/ventos.gif" alt="ventos" width="318" height="202" /></p>
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