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Posts para categoria ‘Sementes e bulbos’

narciso

Os narcisos pertencem à família Amaryllidaceae e são originários da Europa e da Ásia. Possuem numerosas folhas estreitas e compridas e um único caule, do qual brotam as flores que emergem de um bulbo subterrâneo. Têm majestosas flores, que se assemelham às flores das orquídeas, com diversas formas e variedades de cores.

As folhas crescem verticais, com um comprimento máximo de 15 a 76 cm inclinando-se para baixo. Os caules podem atingir 10 cm de altura nas variedades miniaturais, até 61 cm nas variedades padrão mais comuns. Por cada caule podem coexistir uma ou mais flores, chegando a atingir uma dúzia.

As cores mais comuns são o branco e o amarelo, mas algumas variedades podem ter flores cor de laranja, rosa ou vermelho. Há cerca de 50 espécies de narcisos e muitos milhares de cultivares e híbridos resultantes de jardins naturais.

Existem várias espécies de narcisos, sendo o nome junquilho largamente adotado para um tipo específico de narcisos (divisão 7 entre 13 outras reconhecidas pelos especialistas). Estes são caracterizados por folhas quase cilíndricas, muito finas, com 1 a 5 flores perfumadas por caule. Raramente chegam a ter 8 flores. A maior parte dos outros narcisos têm folhas lisas, quase todos têm algum perfume.

A maior parte dos narcisos floresce entre a 4ª e a 6ª semana após surgirem os primeiros sinais de vegetação, no início da primavera. Dependendo do local e do cultivar, a duração da estação das flores pode durar até 8 semanas nos locais mais a norte ou quase 6 meses, no sul.

narcisos

Cultura
Os narcisos desenvolvem-se melhor em solos ricos, neutros ou quase neutros, arenosos e bem drenados. Não tente obter um solo adaptado a narcisos, juntando adubo orgânico a um terreno arenoso, pois os narcisos preferem solos muito leves, com a possibilidade de juntar perlite para melhorar o arejamento. O terreno deve ser limpo de troncos de árvores ou raízes de outras plantas.

Os narcisos, tal como outras plantas perenes, não gostam de competir com raízes de outras plantas e árvores. Um solo bem preparado proporciona um retorno extraordinário, com flores de maior dimensão e bulbos maiores.

Contrariamente ao que acontece com outros bulbos, as folhas do narciso não devem ser cortadas ou trançadas, porque isso reduziria a capacidade da planta de produzir e armazenar energia, necessárias ao crescimento e floração do ano seguinte.

Logo que termine a floração deixe as folhas ficarem amarelas enquanto o bulbo se nutre e prepara para a época seguinte. Como o aspecto das folhas não é agradável à vista, há quem lhes dê um “nó” até que murchem completamente, altura em que podem ser cortadas um pouco acima do solo.

Luz
Todos os narcisos apreciam o sol da manhã, seguido de um período de sombra parcial ou encoberta no resto do dia. As espécies mais precoces também se dão bem com sol durante todo o dia e os narcisos miniatura, assim como os vermelhos, laranja ou brancos requerem pelo menos 8 a 12 horas de sombra. Se o calor for intenso no final da estação das flores, é possível que as flores comecem a murchar mais cedo.

Umidade
Para um maior número de flores, mantenha na primavera o solo úmido, pelo menos uma vez por semana e de forma profunda, por um período que vai desde o aparecimento das primeiras folhas verdes, até que as últimas flores da estação tenham lugar.

narciso111
A partir desse momento os bulbos podem ser ignorados até ao ano seguinte, no início da primavera. Porém, se o solo estiver demasiado úmido e for mal drenado, os bulbos apodrecem facilmente.

Se o seu solo for excessivamente úmido, faça uma cama elevada com boa terra e acrescente areia ou perlite para tornar mais leves os solos pesados. Pode também melhorar a permeabilização do solo juntando 2 cm de gravilha na cova onde vai plantar o bulbo.

Propagação
Muitas espécies de narcisos podem ser reproduzidos por semente. Como porém o processo de maturação é longo (leva 5 a 7 anos a dar flor), a maior parte dos reprodutores propagam os narcisos a partir dos bulbos que se multiplicam naturalmente a partir da base do bulbo inicial. O número de novos bulbos formados por divisão varia bastante de caso para caso e depende de tão variados fatores que não é possível aqui especificá-los a todos. Porém, após dois anos de terem sido plantados, os novos bulbos começam a ser gerados e podem ser divididos para dar origem a novas plantas.

narcisus

Aplicação
O efeito estético dos narcisos resulta melhor se forem da mesma cor, de cores harmoniosas entre si, e plantados em grupo e não em linhas estreitas ou dispersos. O espaço entre cada conjunto pode ser usado para plantar outras plantas com raiz profunda ou plantas perenes de formato maciço, que se desenvolverão de forma a ocupar o lugar dos narcisos quando o solo fica nu por as folhas dos narcisos secarem durante o período mais quente.

Como regra em geral os bulbos de narciso são plantados a uma profundidade de 15 a 20 cm. Os bulbos menores devem ser colocados a uma profundidade duas a três vezes maior do que o seu diâmetro. Se ficarem a uma profundidade um pouco maior do que o indicado, a maior parte dos bulbos conseguirá desenvolver-se, desde que o solo não seja excessivamente pesado.

Na primeira vez que plantar bulbos, nunca ponha fertilizante dentro da cova. Em alternativa, pode espalhar um pouco de super fosfato por cima do local onde os bulbos foram plantados e no final do Inverno, antes das folhas verdes emergirem do solo, pode cobrir-se o solo com um pouco de fertilizante NPK 10-10-10. Em épocas posteriores deve fertilizar-se no fim do Inverno e de novo imediatamente após a floração. Utilizar um fertilizante NPK 5-10-5 ou 6-24-24.

Se tiver uma lareira e queimar lenha, cubra uma vez ao ano a cama de bulbos com uma camada de 1,3 cm de cinza fria. Se puder, espalhe sobre a zona dos bulbos uma camada de 7,5 a 10 cm de folhas secas ou de agulhas de pinheiro, para evitar o nascimento de ervas daninhas.

floresdecerejeira

Hyacinthus-Orientalis-White-Pearl-800

O jacinto é uma planta bulbosa que pertence à família Liliaceae. É originário da Bacia do Mediterrâneo, desde o Norte de África, à Grécia, Ásia Menor e Síria.

Trata-se de uma planta perene, floresce anualmente a partir de um bulbo. Dentro de casa perfumam onde estiverem enquanto mantiverem flores, que podem durar duas semanas. Cada bulbo dá uma haste central com várias pequenas flores lateral, rodeadas por quatro a seis folhas estreitas e compridas que saem da base da planta.

Pode ser plantado um bulbo por vaso ou juntar vários bulbos no mesmo recipiente, de preferência da mesma cor ou tonalidade. Existem cerca de 60 espécies disponíveis (cultivares) e que cobrem quase todas as cores conhecidas. O efeito pode ser espetacular.

Os bulbos em geral e em particular os do jacinto devem ser plantados até ao final do Outono. Qualquer outra época do ano não serve, porque os bulbos devem passar por um período de “dormência” em local frio, in situ, ou seja, no local definitivo, para florirem adequadamente.

Portanto, não adquira bulbos em outra época do ano, embora algumas cadeias e supermercados onde se vendem plantas os ponham à venda a preço reduzido a partir de julho. Já é muito tarde para plantá-los e em geral tratam-se de restos de estoques que não devem ser adquiridos porque provavelmente nunca florirão ou, na melhor das hipóteses, se forem sãos e não tratados contra a auto-reprodução, florescem só na época seguinte.

Escolha então os bulbos mais sãos e fortes, sem “filhotes” na base. Enterre-os a uma profundidade que tenha o dobro do seu tamanho, o pico para cima e a base um pouco mais achatada para baixo, de onde sairão as raízes. Se tiver possibilidade, no fundo da cova, antes de assentar o bulbo, ponha um pouco de terra solta misturada com areia de construção para que a água das chuvas drene bem. Um pouco de adubo orgânico no fundo faz maravilhas. Separe os bulbos uns dos outros à distância de pelo menos, um palmo atravessado. Faça primeiro as covas e só depois coloque os bulbos. No fim cubra e calque suavemente a terra para não deixar bolsas de ar. Regue uma única vez.

No jardim, cubra o bulbo com palha seca ou mesmo folhas de árvore para protegê-lo contra algum animal. Não faça nada durante todo o Inverno e quando o tempo começar a aquecer, em meados de janeiro/fevereiro, retire a cobertura do solo – a palha ou o que tiver colocado por cima. A partir do momento em que despontam as primeiras folhas, o Jacinto aprecia sol fraco e muita luz indireta, devendo manter-se sempre fresca a terra onde se encontra o bolbo.

Durante o inverno os bulbos não são regados. A terra deve estar fresca, mas não excessivamente úmida, para que o bulbo possa alimentar-se e fortalecer-se sem apodrecer. Quando as folhas rebentam passe a regá-lo normalmente uma vez por semana. Evite molhar as flores. O bulbo pode ser retirado do solo durante o verão, para voltar a ser plantado no outono seguinte. Enquanto estiver fora da terra, é guardado em loca fresco e seco.

Os Jacintos gostam de climas frios e por essa razão na região Sul do Brasil o mesmo bulbo dificilmente volta a florir após o primeiro ano de floração. Já no Norte é possível retirar o bulbo do chão, depois das folhas ficarem todas castanhas, cortando as pontas a quatro centímetros do bolbo e guardando-o num local seco, fresco e arejado (uma garagem) até ao outono seguinte.

Hyacinthus Orientalis1

Propagação:
Nos bulbos de qualidade, nascem “filhotes” junto à base dos bulbos mais velhos, que se separam no fim do verão, enquanto a planta ainda não está ativa. Se pretender estimular o nascimento destes bulbos menores, faça uma incisão em cruz no bulbo mais velho, antes de guarda-lo para o repouso anual. Estes bulbos menores não dão flor antes de dois ou três anos, por isso há que ter paciência…

Os jacintos dão flor em meados da primavera, assim como quase todos os outros tipos de bulbos plantados no outono. Devido à natureza da sua flor, uma haste única e anual, aconselha-se a plantar o jacinto em grupos da mesma cor ou de cores que tenham afinidade entre si e no maior número possível, para ser mais agradável à vista.

Se puder, plante vários grupos com alguns dias de intervalo, para que possa ter flores por mais tempo. Em geral no fim de maio já não terá senão folhas a amarelecer e este aspecto é importante – se não quiser que o bulbo enfraqueça: retire sempre as flores murchas, cortando-as, mas deixe as folhas envelhecerem na planta até ficarem amarelas.

Corte então a 4 cm do bulbo ou rente ao solo, antes de guardá-lo. Pode plantar bulbos em canteiros, espalhados pelo gramado e junto a árvores, ou em vasos, onde ficam muito bem com amores perfeitos ou com hera, por exemplo. Pedrinhas roladas sobre a superfície dão um aspecto bonito ao conjunto.

Hyacinthus Orientalis


Forçar os bulbos
Este processo permite obter flores mais depressa, mas enfraquece o bulbo a tal ponto que não serve para nova floração. Coloque o bulbo dentro de uma jarra que tenha um “pescoço” apertado, com água de forma que o bulbo assente a base e toque na água, sem ficar muito mergulhado.

Durante umas 8 a 10 semanas, guarda-se a jarra coberta com um cartuxo de papel pardo num armário escuro e não muito quente. Todas as semanas tira-se o cartuxo e junta-se água morna até repor o que evaporou. Quando os rebentos das folhas tiverem cerca de 5 cm, tira-se o cartuxo de papel e coloca-se a jarra junto da luz (no parapeito de uma janela), continuando a acrescentar-se água morna. Em breve o bulbo florescerá exalando o seu perfume forte e característico.

Outra alternativa para forçar jacintos, é plantar 4 ou 5 num vaso largo com 12 cm de profundidade, mas não enterrando totalmente os bulbos. Tapa-se com papel e coloque no frigorífico a uma temperatura não superior a 9º C. durante 10 a 12 semanas, para que se forme uma boa rede de raízes.

Logo que a temperatura exterior aumente, trazem-se os vasos para um local fresco (cerca de 12º C) e escuro, até se formar um rebento forte de onde sairão as folhas. Quando este tiver 5 cm, procede-se como no método anterior. Neste caso podem plantar-se os bulbos no jardim, mas só voltarão a florir passados alguns anos.

Hyacinthus Orientalis2


Características
O bulbo do jacinto pode ser alérgico ao contato para algumas pessoas e em circunstância alguma deve ser ingerido (atenção às crianças mais curiosas) por causar fortes dores de estômago. O aroma, tão agradável para muita gente, chega a ser forte demais para outras pessoas, que podem sentir náuseas e dores de cabeça.

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A flor-arlequim é uma planta bulbosa originária da África e pertence à família Iridaceae. É também conhecida por esparáxis, arlequina e varinha-flor devido as suas flores ficarem no final de inflorescências eretas que lembram pequenas varas.

O seu nome científico tem a denominação tricolor por causa da intensa, bonita e interessante cor de suas flores que são sempre de 3 cores.

A família botânica Iridaceae
Essa família se caracteriza pela grande beleza e exuberâncias das cores das flores das espécies vegetais que pertencem a esta família, que enfeitam qualquer ambiente.

As plantas desta família são bastante utilizadas no paisagismo, devido ao grande potencial ornamental de suas espécies. Algumas espécies possuem propriedades medicinais que também são exploradas.

A flor-arlequim se caracteriza por ser uma espécie vegetal bulbosa, que apresenta textura herbácea e de flores muito bonitas e vistosas. É uma espécie vegetal que possui ciclo de vida perene, isto é, o seu ciclo de vida é longo, sendo maior que o período de 2 anos. Os bulbos chegam a viver em torno de 5 anos.

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A planta possui porte ereto e pequeno, com a planta apresentando uma altura que varia em torno de 20 a 45 cm.

As folhas da flor-arlequim se caracterizam por serem longas, dispostas, lineares e possuem a forma de um leque, que quando estão juntas acabam formando uma planta entouceirada.

As inflorescências desta espécie vegetal são do tipo terminais e no fim delas surgem as belíssimas flores. As flores ficam por cima da folhagem, e possuem sustentação em hastes que são grandes, longas e retas. Possuem 6 pétalas e de uma maneira geral possuem cor vermelha, laranja, rosa, branco e lilás, com o a parte central possuindo com amarela, com o halo de cor marrom ao redor do centro da flor.

A parte central e o halo são iguais em todas as flores dessa espécie vegetal, variando apenas a cor das pétalas.  A flor dessa espécie vegetal tem uma durabilidade pequena, mas a flor

Cultivo
A flor-arlequim é uma espécie vegetal muito bonita, que se destaca pelas cores de suas flores. Ela é uma planta típica de clima tropical, no entanto ela é encontrada em locais que apresentam climas: temperado, subtropical e mediterrâneo.

É uma planta que aprecia o clima ameno, e não resiste ao frio intenso ou as geadas.

É uma espécie vegetal que deve ser cultivada sob o pleno sol e em solo preferencialmente leve e que apresente uma boa capacidade de drenagem para que a água das regas seja facilmente absorvida pelo solo. O solo com boa capacidade de drenagem ajuda a evitar que aconteça o apodrecimento dos bulbos planta.

flor-arlequim

A planta possui porte ereto e pequeno, com a planta apresentando uma altura que varia em torno de 20 a 45 cm.

As folhas da flor-arlequim se caracterizam por serem longas, dispostas, lineares e possuem a forma de um leque, que quando estão juntas acabam formando uma planta entouceirada.

As inflorescências desta espécie vegetal são do tipo terminais e no fim delas surgem as belíssimas flores. As flores ficam por cima da folhagem, e possuem sustentação em hastes que são grandes, longas e retas. Possuem 6 pétalas e de uma maneira geral possuem cor vermelha, laranja, rosa, branco e lilás, com o a parte central possuindo com amarela, com o halo de cor marrom ao redor do centro da flor.

A parte central e o halo são iguais em todas as flores dessa espécie vegetal, variando apenas a cor das pétalas.  A flor dessa espécie vegetal tem uma durabilidade pequena, mas a flor

Cultivo
A flor-arlequim é uma espécie vegetal muito bonita, que se destaca pelas cores de suas flores. Ela é uma planta típica de clima tropical, no entanto ela é encontrada em locais que apresentam climas: temperado, subtropical e mediterrâneo.

É uma planta que aprecia o clima ameno, e não resiste ao frio intenso ou as geadas.

É uma espécie vegetal que deve ser cultivada sob o pleno sol e em solo preferencialmente leve e que apresente uma boa capacidade de drenagem para que a água das regas seja facilmente absorvida pelo solo. O solo com boa capacidade de drenagem ajuda a evitar que aconteça o apodrecimento dos bulbos planta.

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Propagação
A flor-arlequim é uma planta que se reproduz de 2 maneiras: por dispersão de suas sementes e divisão dos cormos.

A multiplicação por dispersão das sementes é a mais comum entre as espécies vegetais. A dispersão das sementes consiste em pegar as sementes geradas pela planta e coloca-las em local próprio para o cultivo. Depois, é necessário tomar os cuidados de rega, iluminação e adubação para que as sementes consigam gerar uma nova planta.

A multiplicação por divisão dos cormos (espécie de rizoma) consiste em separar os pequenos cormos que são gerados ao redor do cormo principal da planta. Os cormos são removidos da parte principal da planta e colocados em covas com profundidade em torno de 5 cm.

O período ideal para o plantio dos cormos e das sementes é o outono, pois dessa maneira as plantas passam o inverno inteiro se desenvolvendo, para que o florescimento ocorra na primavera.

Durante o período do verão, as folhas ficam de maneira gradativa com a cor amarela e secam, desta maneira a planta praticamente desaparece, ficando apenas os bulbos (cormos) que acabam ficando em um estagio de dormência. Nesse momento os cormos devem ser tirados da parte principal da planta, devem ser limpos e guardados em um local limpo e de temperatura amena e fresca, para ser plantado quando o outono chegar.

O ideal é que as plantas sejam cultivadas com um espaçamento de pelo menos 10 cm  cada planta. O solo deve ser mantido sempre úmido, contudo é necessário cuidado para que não fique encharcado e sufoque os bulbos, de forma que eles apodreçam.

Os especialistas no cultivo da flor-arlequim indicam que no período de 5 anos, os bulbos dessa espécie que se desenvolveram demais devem ser retirados e preparar a terra para um novo plantio.

floresdecerejeira

Oxalis purpurea

Gênero botânico pertencente à família Fabaceae, que inclui as plantas forrageiras geralmente conhecidas pelo nome comum de trevos. Inclui cerca de 300 espécies de plantas, amplamente distribuídas pelas regiões temperadas do Hemisfério Norte..

Há centenas de espécies no gênero Oxalis, plantas mais conhecidas como falsos trevos ou simplesmente como trevos (os trevos verdadeiros são plantas do gênero Trifolium).

Muitas destas plantas podem ser consumidas ou utilizadas para fins medicinais. Suas folhas têm um agradável e refrescante sabor ácido, e podem ser consumidas cruas ou cozidas, embora não devam ser consumidas em grandes quantidades, pois contêm uma alta concentração de ácido oxálico (o nome ácido oxálico deriva do nome do gênero destas plantas).

A planta inteira pode ser consumida, incluindo as flores e, em algumas espécies, os bulbos ou bulbilhos, que podem ser consumidos crus ou cozidos. Muitas espécies de oxalis também são cultivadas como plantas ornamentais.

Oxalis luteola

Os trevos costumam apresentar um verde vivo e proverem uma cobertura densa e bonita, ficando assim muito bom para forrar jardins na entrada de casas.

Clima
A maioria das espécies prefere clima subtropical ou tropical, mas há espécies de oxalis crescendo em várias condições climáticas, sendo que algumas espécies se espalharam e são atualmente encontradas crescendo espontaneamente em várias regiões do mundo.

Luminosidade
A condições de luminosidade ideais variam muito de espécie para espécie. Algumas espécies precisam ou preferem crescer com algum sombreamento, sem luz solar direta. Outras espécies precisam de luz solar direta pelo menos por algumas horas diariamente. Das espécies citadas acima, apenas Oxalis tetraphylla exige luz solar direta para seu cultivo.

Oxalis tetraphylla

Solo
O cultivo deve ser preferencialmente em solo leve, bem-drenado e rico em matéria orgânica.

Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem que permaneça encharcado.

O trevo é uma planta extremamente resistente e praticamente dispensa cuidados para se espalhar pelo jardim, na verdade devemos ter mais cuidado para que ele não se torne praga e venha a atrapalhar o crescimento de outras plantas.

Se forem cultivados a sol pleno, em solo fértil e mantendo o solo úmido, mas não encharcado, em poucas semanas seus trevos já estarão formando maciços bem grande cobrindo o solo, apenas evite pisoteá-los, o que amaça as folhas e acaba com a aparência do conjunto.

Oxalis griffithii

Plantio
Embora possam ser cultivadas a partir de sementes, é geralmente mais fácil dividir plantas bem desenvolvidas ou, se disponíveis, plantar os bulbos ou bulbilhos.

Muitas vezes estas plantas crescem espontaneamente nas hortas, plantações, pomares, jardins e até mesmo em vasos, sendo desnecessário plantá-las.

Os bulbos devem ser plantados numa profundidade de 2 a 3 cm, com espaçamento de 5 X 5 cm, em substrato rico em matéria orgânica. Sugestão de mistura: 2 partes de composto orgânico, 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal.

Fertilização
A fertilização deve ser feita no final do inverno quando está terminando a dormência fazer uma aplicação de NPK, fórmula 04-14-08, 6 colheres de sopa por metro quadrado.

O uso dos trevos ficam muito bonitos em bordaduras e vasos. Sua propagação é feita por separação dos bulbos que estiverem aglomerados.

Nota: Depois que florir o bulbo pode continuar na terra, mas passe a regar uma vez por semana durante os próximos cinco meses, após isso deixe de regar, o bulbo irá entrar em dormência e voltará a brotar na primavera.

Tratos culturais
Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes. Várias espécies do gênero Oxalis são plantas invasoras, assim é necessário muito cuidado ao introduzir estas plantas, pois uma vez estabelecidas pode ser muito difícil conseguir erradicá-las do local.

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Para quem adora plantas, todas são lindas  e todas tem espaço nos jardins, varandas etc., desde que a criatividade, o bom gosto e a personalidade de quem desenvolve o espaço verde sejam levados em consideração.

Em parte, isso é verdade, porém, algumas questões práticas tem que ser levantadas para o sucesso da empreitada. O cuidado com herbáceas que crescem em bulbos deve ser redobrado, como a planta que será brevemente descrita aqui, o oxalis.

Existem centenas de espécies no gênero oxalis, plantas mais conhecidas como falsos-trevos ou simplesmente como trevos (os trevos verdadeiros são plantas do gênero Trifolium).

Muitas espécies de Oxalis também são cultivadas como plantas ornamentais, tais como algumas das espécies:

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Oxalis acetosella - Planta comum na Europa e em partes da Ásia, suas flores são geralmente brancas com finas riscas cor-de-rosa, mas podem ser encontrados exemplares com flores violetas ou vermelhas. Pode atingir cerca de 10 cm de altura, sendo uma planta perene mesmo em regiões de inverno rigoroso, onde rebrota na primavera. Suas folhas e flores se fecham ao anoitecer ou quando chove.

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Oxalis articulata – planta nativa do sudeste da América do Sul. Pode atingir até 20 cm de altura e suas flores são cor-de-rosa.

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Oxalis oregana – planta nativa da costa oeste da América do Norte. Pode atingir até 20 cm de altura, suas flores podem ser brancas ou rosadas e suas folhas são esbranquiçadas em torno das nervuras principais. As folhas se fecham em resposta a luz intensa.

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Oxalis tetraphylla ou Oxalis deppei - planta nativa do México, mais conhecida como trevo-da-sorte ou trevo-de-quatro-folhas, pois suas folhas são divididas em quatro partes (folíolos), mas não é um verdadeiro trevo. Suas flores são vermelhas e a planta produz bulbos ou bulbilhos que podem ser usados para propagá-la ou podem ser consumidos cozidos.

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Oxalis triangularis – planta nativa do Brasil. Pode atingir até 20 cm de altura e suas flores são brancas ou rosadas. As folhas e flores fecham a noite ou quando chove, abrindo novamente quando a luz volta a ficar intensa. Esta planta produz bulbos que podem ser usados para propagá-la ou podem ser consumidos crus ou cozidos.

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Oxalis violacea - planta nativa da América do Norte. Pode atingir até 30 cm de altura, suas flores são violetas ou cor-de-rosa. Também produz bulbos que podem ser usados na propagação da planta ou podem ser consumidos crus ou cozidos.

Clima
A maioria das espécies prefere clima subtropical ou tropical, mas há espécies de oxalis crescendo em várias condições climáticas, sendo que algumas espécies se espalharam e são atualmente encontradas crescendo espontaneamente em várias regiões do mundo.

Luminosidade
As condições de luminosidade ideais variam muito de espécie para espécie. Algumas espécies precisam ou preferem crescer com algum sombreamento, sem luz solar direta. Outras espécies precisam de luz solar direta pelo menos por algumas horas diariamente. Das espécies citadas acima, apenas Oxalis tetraphylla exige luz solar direta para seu cultivo.

Solo
Cultive preferencialmente em solo leve, bem-drenado e rico em matéria orgânica.

Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem que permaneça encharcado.

Plantio
Embora possam ser cultivadas a partir de sementes, é geralmente mais fácil dividir plantas bem desenvolvidas ou, se disponíveis, plantar os bulbos ou bulbilhos.

Muitas vezes estas plantas crescem espontaneamente nas hortas, plantações, pomares, jardins e até mesmo em vasos, sendo desnecessário plantá-las.

Como cultivar
Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes. Várias espécies do gênero oxalis são plantas invasoras, assim é necessário muito cuidado ao introduzir estas plantas, pois uma vez estabelecidas pode ser muito difícil conseguir erradicá-las do local.

Graças ao rápido crescimento rizomatoso, hoje quem utiliza o oxalis o faz longe do solo, pois este descontrole pode colocar em risco todos os cultivares. Planta-se a herbácea em vasos e é neles que a planta irá compor a paisagem do jardim.

O oxalis necessita de substrato com muita matéria orgânica (plantas bulbosas preferem esterco de galinha) e regado constantemente. Tolera bem o sol pleno após seu completo desenvolvimento.

Para que mantenham o viço e as floradas, quando uma folha ou conjunto delas secar, devem ser cortadas com um instrumento com corte afiado e esterilizado. Assim como boa parte das herbáceas que se reproduzem por bulbos, o oxalis entra em um período de dormência, geralmente no Inverno. Quando vir a planta perder todas as folhas, interrompa a rega e espere a nova brotação.

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Essa planta faz parte da família Hyacinthaceae e tem sua origem na Europa e na Ásia e por isso, gosta de sol pleno e de meia sombra. É uma planta bulbosa, mas também é herbácea e é bem fácil de ser encontrada no mediterrâneo.

As folhas do jacinto-uva são achatadas, longas, lineares, suculentas e carnosas. As suas inflorescências são eretas e cônicas e em muitas vezes se vê as flores que se formam de maneira esférica. Falando em flores, além da beleza da sua cor, azul arroxeada, ela possui um perfume muito próximo ao almíscar.

O uva no nome não é por acaso, durante a sua inflorescência elas ficam muito parecidas com verdadeiros cachos de uva. As flores aparecem somente durante a primavera.

O porte da jacinto-uva é bem baixo ficando entre 15 a 25 cm de altura aproximadamente. Trata-se de uma planta fácil de ser cultivada, por isso aconselhável a quem está começando a lidar com jardins, e que é muito rústica.

A beleza e o perfume dessa planta fazem com que ela seja muito usada nos projetos de jardins e normalmente, as formações com ela são de bordaduras ou maciços. E ficam lindas quando colocadas sob a sombra de arbustos e difusa de árvores.

Outra característica importante da planta que vale a pena ressaltar é que ela é apropriada para o cultivo em vasos e também em jardins rochosos, além de ser usada como flor de corte.

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Cultivo do Jacinto-uva
A primeira observação importante que se deve saber sobre a jacinto uva é que ela deve ser cultivada a meia sombra ou sob sol pleno. O solo deve ser preparado, sendo drenável e fértil, além disso, deve ser enriquecido com matéria orgânica. A rega deve ser periódica, principalmente no período vegetativo.

Sendo uma planta bulbosa, ela precisa passar por um período de frio, e é isso que fará com que ela floresça na primavera. Passado esse período com a chegada do verão, as folhas irão ganhando o tom amarelo e é hora de retirar os bulbos do solo, guardá-los em lugar seco, arejado e fresco e limpo.

Sendo assim, os melhores climas para a jacinto-uva são o temperado, o subtropical, o mediterrâneo e o tropical. Quando ela floresce intensamente, isso pode acontecer, é aconselhável fazer um novo plantio. E não se esqueça de que as adubações devem ser bienais.

Já a multiplicação é feita através da separação dos bulbos, que vão crescendo em torno da planta mãe e também com o uso de sementes.

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O que são plantas bulbosas?
Quando se fala de plantas, alguns termos são sistematicamente usados, mas nem todo mundo sabe exatamente o que. Você sabe o que são plantas bulbosas?

São chamadas assim todas aquelas que têm um tipo de caule subterrâneo, que tem como objetivo armazenar os seus nutrientes. Além disso, elas podem ser duráveis, que usamos o termo perene ou passar por um período onde a parte aérea, isto é, a parte externa “dorme”, mas sem morrer, porque a raiz continuará firme e forte. E depois de passado um tempo ela voltará bonita como antes.

Quando acontece esse período em que ela “adormece” há duas opções: retirar e guardá-los em lugar seco ou deixar na terra esperando que aconteça uma nova brotação natural.

Veja a seguir quais são os tipos de brotação
1 – Bulbo:
tem a forma esférica e é formado por bainhas umas sobre as outras em escamas ou camadas. Ex.: lírios em geral e cebola das hortas.

2 – Tubérculo: o seu caule possui as gemas que darão vida a outra planta porque podem brotar. Renova-se da parte de dentro para fora e a cada um ano, morre. O ciclo é com a floração esgotada porque chegou o seu fim de vida útil. Mas, depois formam vários novos tubérculos. Ex.: tinhorão e palma-de-santa-rita.

3 – Soqueira: são dois elementos que não podem se destacar um do outro porque se completam. Ex.: malva-rosa, dálias e mandioca.

4 – Rizoma: composto por gemas, escamas e nós, os bulbos armazenam nutrientes porque são subterrâneos. Essas plantas à medida que vão crescendo vão formando touceiras. Porém, atenção, é muito importante que seja realizada sempre a limpeza do canteiro para que seja feita a produção de novas mudas, que é feita cortando um pedaço do rizoma, que deve ter entre 2 ou 3 gemas. Depois é só plantá-las novamente: Ex.: gengibre e lírio-do-brejo.

Como são usadas plantas bulbosas no jardim
1 – No canteiro é necessário cultivar as plantas com bulbos misturando-as com outras, que podem ter flores ou não. O melhor é fazer uma plantação aleatória, dando um colorido tipo aquele de campo.

2 – Homogêneo é quando o cultivo é feito usando uma única espécie em um canteiro que possua forma geométrica. O impacto visual é muito legal. Para ficar ainda mais bonita faça alternância das cores.

3 – Outro modo de plantar a espécie bulbosa é fazendo um ladeado que pode ser de um tanque, de uma estátua, de um muro, de um lago, de um canteiro, entre outros. Faz uma integração entre jardim e outros elementos que fazem parte da decoração.

4 – No caso das jardineiras ou nos vasos, o ideal é usar mais de uma espécie e para fazer essa escolha é muito importante ter em mente que tipo de efeito você está buscando.

5 – Livremente, neste caso, tanto faz plantá-la sozinha ou com outra espécie, também pode ser no gramado ou sob árvores. Quando são dessa tipologia e anuais, elas deixam o jardim florido e são perfeitas para dar continuidade e vida a um jardim monótono.

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Além do nome estrela-da-anunciação, que é popular, é também conhecida como: Estrela-d’alva, Estrela-de-belém e Lírio-do-amazonas.

É uma planta bulbosa da família das Amarilidáceas e originário da América do Sul – é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. No Brasil ela pode ser encontrada na floresta amazônica em grande quantidade.

Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

A altura média da planta fica entre 0.1 e 0.3 m e ela gosta de dois tipos de luminosidade diferentes: meia-sombra e luz difusa. Já o seu ciclo de vida é perene.

Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela,
esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas.
O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

As suas folhas são ovais e bem grandes, além de ter um bonito verde-escuro. Também são coriáceas, brilhantes e pecioladas. Quando chega o período da inflorescência se vê as flores que se sustentam em um longo escapo floral, elas ficam muito parecidas com a umbela.

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Falando em flores, elas aparecem na quantidade que varia de 3 a 10 unidades e são bem grandes, cerosas, brancas e muito perfumadas. As flores da estrela-da-anunciação são muito parecidas com as flores de narciso. Ainda sobre o assunto flores, elas aparecem durante a primavera.

A estrela-da-anunciação é uma espécie perfeita para usar em ambientes internos e também em varandas de apartamentos. É uma rara exceção de planta que mesmo sem a luz do sol consegue florescer e as flores são bonitas e saudáveis.

Mas, mesmo quando ela não está com flores, é uma planta bonita de se ver, porque as folhas fazem um espetáculo a parte. Por esses motivos, que ela se torna uma ótima espécie para o uso na decoração.

As flores podem aparecer até três vezes, em momentos distantes, a cada ano. A estrela-da-anunciação deve ser cultivada, de preferência, em vasos grandes e durante a fase de cultivo deve receber a claridade do sol, além de exigir boa adubação e irrigação.

Se tivermos que indicar um lugar perfeito para a estrela-da-anunciação, esse lugar é em locais bem iluminados e com boa ventilação.

Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão. Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados.

No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

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Cultivo
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Essa espécie deve ser cultivada sob sombra ou meia-sombra.
- O solo deve ser argilo-arenoso e rico em matéria orgânica,este é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.
- É necessário que ela receba irrigação frequente, mas evite regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.
- É uma planta que gosta muito do calor dos lugares tropicais, mas em estufas, podem sobreviver as temperaturas mais baixas.
- A cada dois anos é necessário fazer as reforma dos canteiros, caso a plantação tenha sido no jardim.
- Uma das suas desvantagens é que se trata de uma planta muito sensível a fungos, lagartas e ácaros.
- Sua propagação é feita pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

Características da planta:
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Ela possui bulbos arredondados que chegam a medir 6 cm de diâmetro.
- As folhas que também são bem grandes, podem chegar a mediar 40 cm de comprimento.
- As flores são brancas e perfumadas e surgem em racemos, medindo cada uma delas 10 centímetros de diâmetro. Além disso, suas pétalas, seis, são distribuídas quase que formando uma estrela.
- A haste floral onde surgem as flores pode chegar a medir 70 cm de altura.

Sobre o cultivo:
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O espaço entre os bulbos na hora do cultivo deve ser entre 40 ou 50 centímetros entre eles.
- Não coloque terra demais para cobrir os bulbos. Basta uma fina camada de terra.
- Pressione, sem falar força, o substrato em volta dos bulbos para firmá-los.
- Quando se cultiva em vaso, o ideal é que ele tenha pelo menos 20 centímetros de diâmetro.

Dica
Ao sinal da haste floral é hora de colocar fertilizante líquido e esperar que as flores apareçam. A diluição na água deve ser aquela recomendada pelo fabricante.

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A Flor-pavão é uma planta originária do continente Africano, sendo nativa de países da própria região como Etiópia e Malawi.

É popularmente conhecida por: Gladíolo-da-abissínia e Acidantera. Ela é uma planta considerada parente próxima da Palma-de-santa-rita (Gladiolus Hortulanus).

Ela é uma planta que pertence à família das Iridaceae. As plantas pertencentes a essa família se caracterizam por serem perenes e por terem a presença de órgãos subterrâneos de armazenamento. Possuem folhas persistentes e as flores são bastante vistosas.

A Flor-pavão é uma planta do tipo herbácea, bulbosa (as plantas que se caracterizam por serem bulbosas são aquelas que apresentam bulbos em sua constituição. Bulbos são órgãos de reserva – um tipo de ralo comprimido – onde se desenvolvem as raízes da planta, sendo estas uteis para a reprodução da espécie vegetal).

As suas flores são muito bonitas, delicadas e pendentes (a planta pode ser cultivada pendurada em vasos e outros utensílios, com uma grande função decorativa). É uma planta perene (aquelas que possuem ciclo de vidas longos – os ciclos de vida das plantas perenes são superiores a dois anos), que atinge cerca de 01 m de altura.

As flores da Flor-pavão apresentam coloração branca e normalmente tem a presença de uma mancha marrom que tem uma tendência de cor meio arroxeada no centro. Essa mancha pode se apresentar de forma ocasional também na cor alaranjada, e exalam um perfume de odor bastante agradável, principalmente no período da tarde.

A planta pode florescer em qualquer época do ano, sendo necessário apenas a conservação dos cormos responsáveis pela reprodução da planta. Caso opte pelo florescimento natural, ele tende a acontecer nos períodos da primavera, outono e verão.

Suas folhas são longas, de formato linear, de coloração verde e possuem uma textura opaca.

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Cultivo da Flor-pavão
Esta é uma planta típica de cultivo de regiões com o clima tropical. No entanto, se adapta com extrema facilidade aos climas subtropical, mediterrâneo e temperado. É uma planta que deve ser cultivada a pleno sol.

O solo para o cultivo da planta deve ser fértil, preferencialmente argilo-arenoso e com boas condições de drenagem (capacidade do solo de absorver água). Caso seja necessário, para melhorar o plantio, podem ser feitos canteiros elevados, assim as condições de drenagem do solo serão melhoradas.

O solo também deve ser enriquecido com o uso de material orgânico (adubos e fertilizantes) e devem ser realizadas regas de maneira regular. São necessários alguns cuidados no cultivo da planta.

No caso do solo, deve se evitar o plantio em solos arenosos (os solos arenosos são solos extremamente secos, sendo muito permeáveis e deixam a água passar com extrema facilidade).

Com relação às regas, elas não devem ser excessivas, para evitar que ocorra o encharcamento do solo, pois essa situação faz com que os cormos apodreçam de maneira rápida.

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Propagação
A Flor-pavão é uma planta que se propaga através dos bulbilhos ou pequenos cormos, que a própria planta produz ou fabrica em torno do cormo. Na parte de cima do cormo existe uma gema que fabrica raízes e brotos. Os cormos possuem folhas modificadas e menores que os bulbos-mãe ou principal da planta.

Os pequenos cormos ou bulbilhos devem ser destacados da planta assim que ela começar a amarelar, isso normalmente ocorre no período do outono. Após a colheita dos pequenos cormos, o primeiro passo é retirar todas as folhas dos pequenos cormos, lavá-los e deixá-los passar pelo processo de secagem.

Após esses passos, os pequenos cormos devem ser juntados, guardados e estocados em sacos plásticos em um lugar fresco ou refrigerados (na própria geladeira). Os bulbilhos ficam guardados até a primavera, quando será realizado o plantio e depois o cultivo da planta, para que ela floresça no verão.

Os cormos devem ser protegidos da desidratação excessiva. Devem ser plantados com 10 cm de profundidade, com um espaçamento médio de 20 cm entre os cormos a serem plantados e cultivados.

Devido as suas características extremamente ornamentais, a Flor-pavão pode ser cultivada de diversas formas, por exemplo, elas podem ser aproveitadas na formação de maciços e bordaduras. De uma forma geral, essas plantas não ultrapassam os 30 cm de altura.

As forrações cobrem o solo, e conseguem manter a sua umidade, no entanto elas não podem ser pisadas como a grama. Na formação de maciços da Flor-pavão, quando a planta é cultivada todas juntas, irá gerar uma floração mais bela e mais longa. Outra possibilidade ornamental de cultivo para o jardim é fazer uma mistura (mix) da planta em questão com outras espécies de plantas bulbosas de porte parecido com ela, o que oferece uma agradável visão para os apreciadores de um belo jardim.

Para as pessoas que não possuem tanto tempo, como a Flor-pavão é uma espécie de bulbosa de cultivo simples, ela pode ser cultivada em vasos, jardineiras e como flor de corte, sendo útil para fazer belíssimos buquês e como lindos arranjos de flores.

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Natural do México, a Dahlia é encontrada com vários tipos de pétalas, ou flores, ou inflorescências. São flores brilhantes e belas que vêm em uma ampla variedade de cores. Devido à sua altura, no entanto, muitos jardineiros podem se sentir céticos sobre plantá-las em vasos.

As dálias podem ser plantadas a pleno sol, não dão trabalho nenhum e podem prosperar em vasos desde que o recipiente seja grande o suficiente. As variedades com 90 cm de altura ou mais podem precisar de apoio adicional a partir de estacas.

Escolha uma variedade de dália adequada para o crescimento em vasos. As variedades anãs e de baixo crescimento funcionam melhor, mas quase todos os tipos podem ser cultivados se você tiver um vaso grande o suficiente.

Escolha um vaso grande. Um bom recipiente para começar deve ter aproximadamente 30 cm de profundidade por 30 cm de diâmetro. Variedades maiores podem precisar de recipientes ainda maiores, em especial se as flores excederem 90 cm de altura.

Escolha um recipiente pesado. Um vaso leve pode não ser robusto o suficiente, e as dálias poderia ficar pesadas demais como resultado.

Faça furos adicionais de drenagem. Este passo pode não ser necessário se o recipiente que você estiver usando tiver grandes furos de drenagem que permitem que o excesso de umidade seja drenado rapidamente. Se o pote tiver pequenos furos ou apenas um orifício central, pode ser necessário perfurar alguns furos extras para melhorar a drenagem.

Limpe o recipiente. Um recipiente sujo pode espalhar doenças, e ovos escondidos de insetos podem estar à espreita no fundo do vaso. Remova essas ameaças com a limpeza do recipiente antes de plantar. Apenas água e sabão normalmente já funcionam.

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Escolha um substrato grosso. O solo de envasamento deve ser os fofinhos e ricos em matéria orgânica. A mistura ideal de substrato é uma parte de terra comum, uma parte de esterco de gado bem curtido ou de composto orgânico, e uma parte de areia. Pode ser utilizado, alternativamente, misturas sem terra feitas de casca fina, turfa e vários minerais também podem funcionar.

É recomendado adubar o solo antes do plantio com fertilizantes ricos em potásio, como cinzas de madeira ou torta de mamona, ou mesmo NPK de fórmula 10-10-20, se a opção for por adubos químicos.

Plante os tubérculos antes das raízes começarem a crescer demais. Raízes longas ficarão emaranhadas, e separá-la poderá danificá-las. Se os tubérculos precisarem de tempo para formar novas raízes, o crescimento e a floração da flor serão adiados e podem ser minimizados para a estação.

Comece em algum dia de abril ou maio.
- Se estiver plantando as dálias em vasos que ficam ao ar livre, espere até meados de abril até maio;
- Se começar as flores dentro de casa, você pode plantar os tubérculos no início de abril.

Coloque um ou dois filtros de café biodegradáveis sobre os furos na parte inferior do seu pote. Os filtros eliminam a umidade, evitando que as raízes se afoguem. Colocar cascalho no fundo do seu pote realizará a mesma tarefa, mas as raízes de uma dália precisam de bastante espaço para chegar a crescer, e o método do filtro de café ocupa muito menos espaço do que o cascalho. Colocar filtros sobre os furos também pode prevenir que pragas entrem.

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Preencha quase completamente o recipiente com o substrato. Não aperte a terra; permita que o solo permaneça solto.
- Se estiver usando um recipiente mais profundo do que 30 cm, pode ser necessário preenchê-lo com mais terra. Quando tudo tiver sido feito, as dálias precisam ser plantadas com cerca de 15 cm de profundidade, e deve ter 2,5 cm entre a superfície do solo e a borda do vaso no final do processo de envasamento.

Regue o solo. Deixe-o úmido, mas não encharcado.

Misture um punhado de farinha de osso e fertilizante no solo. As dálias requerem uma grande quantidade de nutrientes para prosperar. Fertilizantes de algas ou peixes também podem fornecer micro nutrientes adicionais.
- Você também pode comprar uma solução copolímera de uma loja de jardinagem em vez de usar farinha de osso e fertilizantes. Siga as instruções do pacote;
- Se a solução copolímera, fertilizante ou farinha de osso no solo fizer com que os filtros de café se movam do fundo do recipiente, remova o solo do vaso e misture os elementos dessa forma. Basta adicioná-lo de volta sobre os filtros reposicionados quando tudo estiver misturado.

Plante o tubérculo no solo. Coloque-o na horizontal e deixe ao menos 6 mm de espaço entre a extremidade da raiz do tubérculo e o lado do pote. Se um olho já tiver desenvolvido, o centralize-o no meio do vaso e permita que ele fique virado para cima. O broto virá através deste olho.

Cubra o tubérculo da dália com solo pré-umedecido. Não enterre o tubérculo neste momento. Em vez disso, cubra-o com uma quantidade mínima de solo para que você possa monitorar o crescimento.

Permita que quaisquer olhos expostos permaneçam acima do solo. Pulverize levemente a parte exposta do tubérculo com água morna apenas o suficiente para umedecer a superfície.

Adicione mais solo conforme o caule crescer. Faça isso com cuidado para evitar danos ao caule, uma vez que o talo ainda é bastante frágil nesta fase. Nunca cubra o topo do conjunto de folhas. Continue adicionando solo até que apenas 2,5 cm de espaço vazio permaneça entre a parte superior do solo e a borda do vaso.

Insira uma estaca no pote e amarre o caule nela. As variedades maiores de dália precisam de apoio extra para evitar que os talos se rompam. Use uma estaca de 1,2 m com a maioria das variedades. Metal funciona melhor devido a sua resistência. A base da estaca deve tocar o fundo da panela, e a própria estaca deve ficar firme no lugar pelo solo e/ou a fios amarrados a furos nas laterais da panela.

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Cuidados
Regue os tubérculos profundamente quando o caule se estender acima da borda do vaso. Dê a eles água duas ou três vezes por semana. As dálias que estiverem sendo cultivadas em climas quentes e secos podem precisar de rega diária. No entanto, nunca permita que o solo fique encharcado.

Coloque o vaso em sol pleno. As dálias crescem melhor com seis a oito horas de luz solar direta.

Forneça um suplemento de luz solar com luzes fluorescentes se estiver cultivando dentro de casa. Muitos dálias de interior não recebem luz do sol suficiente, e um suplemento pode ser necessário para estimular o crescimento adequado. Defina a luz cerca de 15 centímetros acima da borda superior do pote para os tubérculos recém-plantados e aumente a iluminação conforme as plantas crescerem.

Fertilize as flores uma vez a cada duas semanas a partir de junho a setembro. Use um fertilizante baixo em nitrogênio e evite o excesso de alimentação.

Remova as folhas do fundo no final da temporada, geralmente em torno de meados de julho. A remoção destas folhas melhora a circulação de ar, o que reduz o risco de bolor.

Borrife a dália com fungicida ou inseticida, conforme necessário. As dálias estão sujeitas a ataques de fungos, tesourinhas, lesmas, ácaros, pulgões e besouros de pepino.

Dicas
- Quando estiver usando dálias como flores de corte, passe as extremidades das flores através de água quente apenas nas partes cortadas. Isso ajuda a manter a umidade e a prolongar a vida das flores.

- Se você vive em um clima frio, coloque seus tubérculos de dália dentro de casa. Desenterrar os tubérculos duas semanas após a primeira geada mata os topos das plantas. Lave a sujeira e deixe secar por um dia. Envolva-as em papel e guarde-as em um local fresco e seco.

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A maioria das plantas têm as raízes saindo diretamente do caule. Outras têm uma espécie de “cebola”, chamada de bulbo.

Os bulbos são órgãos de reserva que permitem ao embrião sobreviver durante o tempo de dormência antes de desabrochar novamente.

Têm grande durabilidade e podem sobreviver por longo tempo, brotando anualmente. Isto acontece porque se trata de um processo vegetativo que torna possível o cultivo e a produção de mais exemplares.

Podemos adquirir em floriculturas plantas bulbosas já desenvolvidas ou podemos adquirir os bulbos para plantio em vaso.

O bulbo nada mais é que um talo comprimido com uma parte basal de onde se desenvolvem raízes.

No bulbo está contida uma gema embrionária que pode desenvolver folhas e flores, protegida por uma série de folhas carnosas ou secas.

O exemplo mais simples é a cebola e o alho.

O tipo de bulbo do alho é chamado de tunicado, pois as folhas que o envolvem parecem uma veste.

Para cultivar estas plantas não é necessário de grandes espaços. Algumas se desenvolvem bem em interiores, assim que para apartamentos e jardins de sacadas as plantas bulbosas são uma excelente opção para ter em casa.

O único inconveniente é que durante seu período de dormência não teremos flores nem folhagem.

Ao planejar o espaço, coloque além das bulbosas algumas plantas de folhagens decorativas e de florações em épocas diferentes, assim a decoração não será prejudicada.

As flores de bulbo, muitas vezes, fornecem a primeira cor da primavera, florescendo no início de setembro, em algumas regiões. Elas são fáceis de plantar, e crescem em quase qualquer lugar. O truque é lembrar-se de plantá-las no outono, antes que a terra torna-se endurecida por geadas.

A seguir algumas informações sobre como escolher e plantar bulbos de flores, utilizando alguns métodos diferentes.

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1 -  Encontre um bom lugar para plantar.
Os bulbos precisam de muita luz solar, mas desde que eles comecem a crescer antes das árvores mostrarem as novas folhas na primavera, os lugares que geralmente são sombreados podem funcionar muito bem.

2 – Prepare o solo
Os bulbos são resistentes e crescem bem na maioria dos tipos de solos. Deixe-o pronto para o plantio dos bulbos, manipulando-o com uma enxada, certificando-se de que o solo está solto e livre de pedras e ervas daninhas.
- Escolha um local com boa drenagem, se os bulbos ficarem encharcados eles não irão cresce;- Adicione um pouco de adubo ao cultivar o solo, especialmente se ele é especialmente seco e arenoso;
- Evite áreas sombreadas por sua casa ou outra construção;
- Coloque os bulbos em um padrão decorativo, isso ajudará você a imaginar como os bulbos vão ficar quando eles crescerem.
- Você pode plantar tulipas em torno de sua caixa de correio, ou fazer uma linha de narcisos ao longo de seu caminho de pedras.

Plantando os bulbos
* Cave buracos para os bulbos
É importante plantar bulbos em uma profundidade adequada. Se o pacote em que seus bulbos vieram não tiver esta informação, procure informações on-line para se certificar de que você faça um buraco profundo o suficiente para cada tipo de bulbo.
* Os bulbos geralmente podem ser plantados muito próximos uns dos outros. Se você quer que eles cresçam em grupos, cave um buraco maior para acomodar mais do que um bulbo;
* Para grandes espaços adornados por bulbos, faça um espaçamento dos buracos com poucos centímetros de distância, e plante quantos você puder.

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Plante os bulbos
Os bulbos são em forma de lágrima ou planos e é importante plantá-los com o lado direito virado para cima, para que as raízes possam crescer na direção certa.
* Para bulbos em forma de lágrima, plante-os com o lado pontudo para cima;
* Para bulbos planos, plante-os com o lado liso para cima.

Adicione um pouco de fertilizante
Uma vez que os bulbos estejam em seus buracos, você pode adicionar vitaminas para os bulbos ou farinha de ossos, disponíveis para compra em seu viveiro local. Isso irá incentivar o crescimento de uma flor saudável, porém os bulbos ainda tendem a crescer se você não adicionar fertilizantes.

Cubra os bulbos com o solo e cobertura para plantas.
Preencha os buracos em volta com a terra e manipule um pouco para garantir que o solo esteja compacto. Regue o local, em seguida, cubra com uma camada de folhas ou outro tipo de cobertura para proteger o bulbo.

Espere pela primavera
Se você plantar bulbos no outono, você pode esquecê-los até a primavera. Eles vão começar a aparecer quando o solo começar a aquecer e o clima esquentar.

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Deixe-os crescer ou corte-os para desfrutá-los dentro de casa
Os bulbos são abundantes, mas tem um período de crescimento relativamente curto. Elas são lindos externamente, ou você pode cortá-los para fazer um buquê para o interior de sua casa que vai durar alguns dias em um vaso de água.

Desfrute-os novamente no próximo ano
Muitas variedades de bulbos crescem por vários anos seguidos. Após cerca de 2 a 3 anos, será hora de plantar novos bulbos.

Dicas
* Bulbos tem a forma de bulbo. Outros “bulbos” são rebentos, rizomas e tubérculos. Eles têm uma forma exclusiva, mas todos armazenam energia para o crescimento no próximo ano como um bulbo. Tulipas e Narcisos são consideradas verdadeiras plantas de bulbo. Frésias e algumas variedades de Íris são rebentos enquanto o Canna Lily e algumas Íris são consideradas rizomas. Hemerocallis ou Lírios-tigre são consideradas plantas tuberosas;

* Não corte a folhagem verde, até que a floração termine. A folhagem verde permite que a planta crie e armazene energia no bulbo para a floração no próximo ano;

* Em climas mais frios, os bulbos podem ter que ser removidos para armazenamento no inverno. Verifique com um jardineiro, ou serviço de extensão universitária para mais informações;

* Se você está plantando bulbos em uma grande área, use uma pá e cave uma trincheira. Espalhe os bulbos na vala, certificando-se que as pontas do bulbo estejam voltadas para cima, em seguida, cubra com o solo;

* Plante grupos de bulbos do mesmo tipo para um belo jardim. Um ‘mar’ de narcisos florescendo exalta a primavera;

* Para promover o crescimento anual, fertilize os bulbos após o seu primeiro ano em solo. Use fertilizante feito especialmente para bulbo ou estrume de vaca. Siga as instruções da embalagem de fertilizantes. O estrume de vaca pode ser acrescentado no solo, ou apenas polvilhado sobre a camada de flores;

* Em climas mais quentes, os bulbos podem precisar ser refrigerados antes de plantar. Se não há animais nocivos, e a garagem for fria, coloque os bulbos na garagem para refrigeração.

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