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	<title>PlantaSonya &#187; Sem categoria</title>
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	<description>O seu blog sobre cultivo de plantas e flores, pragas, adubos, jardins, enfim tudo sobre plantas</description>
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		<title>Por que não usar Ervas e Hortaliças em Paisagismo?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 20:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[hortas]]></category>

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Há muito tempo, havia um conceito denominante de que as hortaliças não se harmonizavam com projetos paisagísticos, eram estranhas em relação ao conceito de paisagismo.
A regra era: Hortaliças restritas às áreas de horta, frutíferas eram em pomares, havendo exceções de algumas, e em jardins tinham seu canto pré estabelecidos. Ambas eram plantadas separadamente.
Hoje, há mudança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39409" title="hortinha" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/hortinha1.jpg" alt="hortinha" width="495" height="327" /><br />
Há muito tempo, havia um conceito denominante de que as hortaliças não se harmonizavam com projetos paisagísticos, eram estranhas em relação ao conceito de paisagismo.<br />
A regra era: Hortaliças restritas às áreas de horta, frutíferas eram em pomares, havendo exceções de algumas, e em jardins tinham seu canto pré estabelecidos. Ambas eram plantadas separadamente.</p>
<p>Hoje, há mudança deste conceito, novas técnicas cada dia mais são implantadas, trazendo harmonização entre varias espécies.<br />
Hortaliças no paisagismo, antes o conceito era idéias de loucos, hoje cada dia mais natural, Sim, é possível fazer as escolhas corretas para uma perfeita sintonia entre a composição de plantas ornamentais e algumas espécies de hortaliças tanto como ervas aromáticas e flores comestíveis.</p>
<p>Varias espécies podem ser usadas tal como: Canola (Brassica Napus L.).</p>
<p>Leguminosa suculenta de porte médio,folhas verdes escuras e largas .<br />
Flores exuberantes de cor amarela parda é considerada o ouro dos campos, formando paisagem que deslumbra a todos que presenciam uma plantação de seu cultivo. Valor de cultivo significante, excelente paladar, muito plantada em regiões do Sul do Brasil, Centro Oeste e Sudeste do Brasil.</p>
<p>Coentro (Cariandrum Sativum) É uma planta glabra,da Família Apiaceae, flores rosas e alvas, pequenas e aromáticas,usadas como temperos ou condimentos.</p>
<p>Amor Perfeito .(viola tricolor).É uma flor bienal, ou seja, produz duas vezes ao ano. Planta rasteira, no máximo 18cm em media, flores lindas e deslumbrantes, prefere solos ácidos ou neutros, planta de sombra parcial e meia sombra.<br />
Floresce de abril a setembro; Hermafrodita e auto fértil, sua maior polinizadora são as abelhas, fitoterapêutica, condimentada, usada no tratamento de epilepsia, asma,doenças da pele e eczemas .<br />
Tem efeitos expectorantes e diuréticos, usada nos tratamentos de reumatismo e artrite .<br />
Planta comestível usada em saladas em alguns dos melhores restaurantes.<br />
DE grande requinte em uso paisagístic,o fazendo belas composições com cores variadas.</p>
<p>Alface vermelha (Ézika)seu paladar é ótimo e excelente para saúde, diurética e com princípios ativos diversos e benéficos<br />
Seu uso em paisagismo é espetacular, trabalhando em harmonia com as seguintes plantas: Maranta(Maranta L.) gênero botânico da Família marantaceae, algumas variedades também pode ser feita em composição tal como Marata arumpliraceae, maranta leuconeura, entre outras variedades como<br />
Pleomelle variegattum, Dracena-confeti(Dracaenna godseffina).</p>
<p>Tudo pode ser criado resultando em contrastes incríveis seguindo simples regrinhas.</p>
<p>Plantas de grande porte sempre ao fundo , alguma a frente caso haja necessidade, conforme projeto especifico e com o estudo da área a ser implantada , plantas médias ao meio e pequenas e rasteiras sempre a frente .<br />
Tudo se faz tudo se cria, tudo se transforma Não tenha medo de arriscar.<br />
Quem não sonha em ter um belo jardim a seu dispor e ainda mais tirar o proveito máximo do que o mesmo lhe proporciona?<br />
Alem de uma bela paisagem também lhe proporciona, quando necessário, o alimento.<br />
Nos dias contemporâneos, com cada vez menos espaços, porque não conciliar beleza com o sustento proveniente da mesma?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39410" title="vento" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/vento1.gif" alt="vento" width="434" height="207" /></p>
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		<title>Dicionário de jardinagem de A a Z</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 19:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A
Absorção - Fixação de uma substância, geralmente líquida ou gasosa, no interior da massa de outra substância, em geral sólida, e resultante de um conjunto complexo de fenômenos de capilaridade, atrações eletrostáticas, reações químicas etc. Função pela qual as células dos seres vivos fazem penetrar em seu meio interno, em uma parte da célula ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A<br />
Absorção -</strong> Fixação de uma substância, geralmente líquida ou gasosa, no interior da massa de outra substância, em geral sólida, e resultante de um conjunto complexo de fenômenos de capilaridade, atrações eletrostáticas, reações químicas etc. Função pela qual as células dos seres vivos fazem penetrar em seu meio interno, em uma parte da célula ou em espaços intercelulares, as substâncias que lhes são necessárias.<br />
<strong>Ácaro &#8211; </strong>Denominação dada aos aracnídeos microscópicos da ordem Acarinos; que se desenvolvem nos mais diversos meios. Atacam folhas, frutos e ramos de diversas plantas, principalmente quando há aumento da umidade do ar.<strong><br />
Aciculada &#8211; </strong>Folha em forma de agulha.<br />
<strong>Ácido &#8211; </strong>Diz-se do solo ou solução que possui pH inferior a 7.0. Esta condição pode prejudicar a absorção dos nutrientes pelas plantas.<br />
<strong>Aclimatar &#8211; </strong>Fazer com que uma planta se adapte, a condições ambientais diferentes do local e clima de onde ela se originou. Ex: adaptar os bulbos de tulipas, procedentes da Holanda, ao clima brasileiro, para que floresçam satisfatoriamente.<br />
<strong>Aclorofilada &#8211; </strong>Vegetal desprovido de clorofila, portanto sem coloração verde.<br />
<strong>Acre &#8211; </strong>Antiga unidade de superfície utilizada na medição de terrenos, ainda hoje usada na Inglaterra e nos Estados Unidos, e que equivale a 4,047  m2.<br />
<strong>Acúleo &#8211; </strong>Estrutura rígida e pontiaguda de origem epidérmica, ligada ao córtex da planta. Difere do espinho por ser mas superficial que este, além de destacar-se com facilidade dos ramos. Sua função é proteger a planta contra os herbívoros. Ex: As roseiras têm acúleos ao invés de espinhos.<br />
<strong>Acuminada &#8211; </strong>Folha que tem a ponta longa e afilada.<br />
<strong>Adubação verde &#8211; </strong>É uma pratica utilizada para a fertilização do solo que consiste no cultivo de determinada planta, normalmente uma leguminosa, gramínea, crucífera e outras com a finalidade de proteger e melhorar o solo. Após determinado período é cortada e deixada sobre o solo ou a ele incorporada ainda verde e não decomposta, promovendo assim o seu enriquecimento com matéria orgânica e nutrientes, principalmente o nitrogênio.<br />
<strong>Adubo &#8211; </strong>Sinônimo de fertilizante. Material de origem vegetal, animal ou mineral, capaz de melhorar a fertilidade do solo ou substrato, quando misturado a este ou irrigado sobre sua superfície. O adubo pode ser natural ou artificial. Ex. Farinha de ossos, torta de mamona, salitre do chile, NPK.<br />
<strong>Aerênquima &#8211; </strong>Parênquima vegetal que apresenta grandes espaços para o armazenamento ou passagem do ar. Tem a função de auxiliar na capacidade de flutuação de muitas plantas aquáticas.<br />
<strong>Aeróbico &#8211; </strong>Organismo que depende do oxigênio para seu crescimento e sobrevivência.<br />
<strong>Afídeos &#8211; </strong>Família de pequenos insetos homópteros, parasitas de vegetais, como o pulgão-da-roseira, o pulgão-da-laranjeira.<br />
<strong>Agrícola &#8211; </strong>Referente ou relativo ao conjunto de operações que transformam o solo natural para produção de vegetais úteis ao homem.<br />
<strong>Agrobiologia &#8211; </strong>Ramo da ciência que utiliza os conhecimentos da biologia nas suas relações com a agricultura.<br />
<strong>Agronomia &#8211; </strong>É um campo multidisciplinar que inclui sub-áreas aplicadas das ciências naturais (biológicas), exatas, sociais e econômicas que visam melhorar a prática e aumentar a compreensão da agricultura visando uma otimização para o bem da humanidade.<br />
<strong>Agrotóxico &#8211; </strong>Denominação genérica dada aos produtos e/ou agentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna com a finalidade de preservá-las da ação seres vivos considerados nocivos.<br />
<strong>Aiveca &#8211; </strong>Peça que sustenta parte de um arado que serve para afastar a terra e alargar o sulco destinado ao plantio.<br />
<strong>Alabardina &#8211; </strong>Ver hastada.<br />
<strong>Albinismo &#8211; </strong>Anomalia congênita das plantas, caracterizada pela ausência ou diminuição do pigmento clorofila.<br />
<strong>Alburno &#8211; </strong>É a parte periférica e jovem do lenho das árvores, que com o passar do tempo morre e se torna o cerne. As células vivas do alburno constituem o xilema e tem a função de conduzir a água e os nutrientes (seiva bruta) das raízes até as folhas. O alburno apresenta coloração clara, enquanto que o cerne é de coloração mais escura.<br />
<strong>Alcalino &#8211; </strong>Diz-se do solo ou solução que possui pH superior a 7.0.<br />
<strong>Aléia &#8211; </strong>Caminho traçado para passagem de pedestres ou transporte de produtos, normalmente efetuado em parques e jardins.<br />
<strong>Alelopatia &#8211; </strong>Influência de uma planta no desenvolvimento de outra planta ou insetos, geralmente pela secreção de substâncias tóxicas pela raiz ou pela folhas. Interferência causada pela liberação de substâncias químicas produzidas por organismos, vegetais ou animais, e que afetam os outros organismos da comunidade.<br />
<strong>Alga &#8211; </strong>Organismo vegetal clorofilado, uni ou multicelular, microscópio ou macroscópico, que vivem em água doce ou salgada e que se fixa em rochas ou se agrupa, formando plâncton e capaz de realizar fotossíntese. Exerce papel fundamental na cadeia alimentar dos meios aquáticos.<br />
<strong>Alóctone &#8211; </strong>Espécie originária de outro local ou ecossistema. Espécie presente em uma determinada área geográfica da qual não é originária. Sinônimo: Exótica.<br />
<strong>Alomônio &#8211; </strong>Substância exalada ou extraída de plantas que apresenta efeito benéfico nos emissores ou produtores e efeitos negativos para os receptores.<br />
<strong>Alporquia &#8211; </strong>Método de propagação de plantas em que induz-se o crescimento de raízes em pontos selecionadas da planta mãe, como ramos ou folhas, de forma que a separação da nova muda seja realizada apenas após seu enraizamento.<br />
<strong>Alqueire &#8211; </strong>Unidade de medida de área equivalente a 4,84  hectares (alqueire mineiro) ou 2,42 hectares (alqueire paulista).<br />
<strong>Alternada &#8211; </strong>Disposição alternada das folhas ou dos folíolos em folhas compostas. Uma folha ou folíolo por nó.<br />
<strong>Aluvião &#8211; </strong>Depósito, normalmente em planícies, de material orgânico e inorgânico, trazidos pelas águas pluviais e fluviais.<br />
<strong>Alvião &#8211; </strong>instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, semelhante a uma picareta, com um dos lados em forma de ponteiro e o outro em forma de cavadeira ligeiramente afiada utilizado para destocar os terrenos, semelhante a uma chibanca, com um lado para cavar a terra e o outro para cortar as raízes e o tronco das árvores.<br />
<strong>Amarrio &#8211; </strong>Forma ou modo de ligar, atar ou prender por meio de cordões ou fitas.<br />
<strong>Ambiente &#8211; </strong>Conjunto de todas as condições físico-químicas externas que cercam e influenciam um indivíduo e afetam seu crescimento e desenvolvimento. Tudo aquilo que faz parte do meio em que um ser vivo existe.<br />
<strong>Amêndoa &#8211; </strong>Qualquer tipo de semente contida dentro de um caroço.<br />
<strong>Amentilho &#8211; </strong>Inflorescência em forma de espiga densa, geralmente pendente e de flores unissexuadas e aclamídeas, reduzidas e reunidas em pequenos grupos ao longo do eixo.<br />
<strong>Amido &#8211; </strong>Carboidrato insolúvel que constitui a substância mais importante de reserva e nutrição das células das plantas. Geralmente é apresentado em forma de um pó branco ou esbranquiçado, extraído de sementes, bulbos e tubérculos, e quando industrializado normalmente não tem odor nem gosto.<br />
<strong>Anabiose &#8211; </strong>Suspensão das funções vitais de qualquer organismo vegetal as quais ficam paralisadas, por motivos de ressecamento ou congelamento.<br />
<strong>Anaeróbico &#8211; </strong>Organismo que vive independente da presença de oxigênio.<br />
<strong>Ancinho &#8211; </strong>Instrumento agrícola, feito de metal, madeira ou plástico resistente, de cabo longo, dotado de uma travessa dentada e destinado a juntar palha, folhas secas, retirada de pequenos torrões, pedras etc., muito utilizado em pequenas áreas para aeração do solo e no manejo de viveiros e pequenas hortas.<br />
<strong>Androceu &#8211; </strong>É o conjunto dos estames, órgãos reprodutores masculinos de uma flor, com a função de produzir grãos de pólen.<br />
<strong>Anemófila &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada pelo vento.<br />
<strong>Angiospermas &#8211; </strong>São parte do grupo das plantas com flores (Fanerógamas), agrupadas na Divisão Magnoliophyta do grupo das Espermatófitas. As principais características das Angiospermas incluem óvulos e grãos de pólen encerrados em folhas modificadas inteiramente fechadas sobre eles, respectivamente o carpelo e a antera. &#8220;Angio&#8221; significa proteção, e &#8220;sperma&#8221; significa semente. Desta forma, as Angiospermas são aquelas plantas cujas sementes estão protegidas, encerradas em um fruto pelo menos até o momento da sua maturação. As Angiospermas dividem-se em duas grandes classes monocotiledôneas e dicotiledôneas.<br />
<strong>Antera &#8211; </strong>É a parte superior do estame, com formato globuloso. Contém os microsporângios que produzem os esporos haplóides, denominados grãos de pólen (os gametas masculinos de uma planta com flor).<br />
<strong>Antese &#8211; </strong>Abertura dos botões florais em flores. Momento em que a flor se abre.<br />
<strong>Antracnose &#8211; </strong>Designação geral das moléstias das plantas superiores causadas por vários fungos da ordem das melanconiales. A antracnose gera nas folhas manchas escuras, deprimidas e, muitas vezes, aureoladas, que acabam por úlceras. Ataca, com grande freqüência, plantas cultivadas importantes, dando consideráveis prejuízos. Sinônimo: Varôla.<br />
<strong>Anual &#8211; </strong>Grupo de plantas que naturalmente ou por seleção, têm apenas um ciclo vegetativo e este têm a duração de até um ano.<br />
<strong>Aquênio &#8211; </strong>É um tipo de fruto normalmente seco, provido de dois carpelos, indeiscente, portando normalmente uma semente. Ex. Caju.<br />
<strong>Aração &#8211; </strong>Prática agrícola que consiste em revolver a camada superficial do solo com um implemento chamado arado.<br />
<strong>Arado &#8211; </strong>Implemento agrícola que corta, eleva e inverte o solo para melhorar a aeração e a infiltração de água que pode ser do tipo aiveca, fixo ou reversível e composto de disco ou grades.<br />
<strong>Arbusto &#8211; </strong>É todo vegetal do grupo das angiospermas dicotiledôneas lenhosas, que se ramifica desde junto ao solo e tem menor porte (abaixo de 6  metros) em relação às árvores.<br />
<strong>Areia &#8211; </strong>É um material de origem mineral finamente dividido em grânulos, composta basicamente de dióxido de silício, com 0,063 a 2 mm. Forma-se à superfície da Terra pela fragmentação das rochas por erosão, por ação do vento ou da água. Através de processos de sedimentação pode ser transformada em arenito.<br />
<strong>Argila &#8211; </strong>A argila é uma família de minerais filossilicáticos hidratados, aluminosos de baixa cristalinidade e diminutas dimensões (partículas menores do que 1/256 mm ou 4 µm de diâmetro), como a caolinita, montmorilonita, illitas, etc. A argila se origina da desagregação de rochas que comumente contém feldspato, por ataque químico ou fisico, que produz a fragmentação em partículas muito pequenas.<br />
<strong>Aristada &#8211; </strong>Folha com a ponta em forma de espinho.<br />
<strong>Arranquio &#8211; </strong>Ato ou efeito de retirar uma planta do solo.<br />
<strong>Árvore &#8211; </strong>É uma planta permanentemente lenhosa de grande porte que atinja altura mínima de 6 m na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores.<br />
<strong>Auto-polinização &#8211; </strong>Tipo de polinização que ocorre quando uma flor recebe seu próprio pólen.<br />
<strong>Autóctone &#8211; </strong>Espécie originária de determinado local ou ecossistema. Espécie biológica ou nativa de um determinado lugar e só encontrada ali. Espécie que ocorre naturalmente na região. Sinônimo: Nativa.<br />
<strong>Autótrofo &#8211; </strong>Organismo que, a partir de compostos inorgânicos, fabrica seu próprio alimento mediante fotossíntese ou quimiossíntese. As plantas verdes, as algas, alguns protistas e algumas bactérias.<br />
<strong>Áxilo &#8211; </strong>Diz-se de planta que não produz madeira.</p>
<p><strong>B<br />
Baga &#8211; </strong>Fruto do tipo carnoso que só libera as sementes quando é aberto ou apodrece. Ex. Tomate.<br />
<strong>Bagaço &#8211; </strong>Resíduo de frutos, caules, folhas ou sementes depois de extraído o suco ou outras substâncias.<strong><br />
Baganha &#8211; </strong>Película que recobre a semente.<strong><br />
Bago &#8211; </strong>Cada fruto do cacho de uvas. Fruto ou grão que lembre a uva.<br />
<strong>Bainha &#8211; </strong>É a parte da folha das plantas vasculares em que esta se prende ao caule. Em muitas monocotiledôneas, como as gramíneas (capim), a bainha envolve não só o caule, mas as folhas mais jovens.<br />
<strong>Baiyodo &#8211; </strong>Composto orgânico utilizado pela agricultura natural resultado da fermentação da mistura de terra virgem enriquecida com microorganismos e farelo de arroz.<strong><br />
Bandeja &#8211; </strong>Tabuleiro de várias formas e feitios, feito de madeira, papelão, isopor, plástico, metal ou outro material, utilizado em viveiros e hortos para plantação de sementes para germinação ou de pequenas mudas.<br />
<strong>Básico &#8211; </strong>Ver alcalino.<strong><br />
Biodegradável &#8211; </strong>Substância capaz de ser decomposta por organismos vivos.<strong><br />
Biofertilizante &#8211; </strong>Fertilizante líquido obtido pela decomposição de matéria orgânica como estercos ou restos de vegetais. Tem grande quantidade de microorganismos vivos e nutrientes como proteínas, enzimas, vitaminas, antibióticos naturais, macro e micronutrientes e defensivos naturais. Substância natural utilizada para aumentar ou restabelecer a fertilidade dos solos composta de material orgânico fermentado, decomposto ou em  decomposição. Material orgânico dissolvido em água que passou por processo de fermentação.<br />
<strong>Bipinulada &#8211; </strong>O mesmo que bipinada. Folhas pinuladas com folíolos também pinulados.<br />
<strong>Bosque &#8211; </strong>Pequena floresta. Ecossistema caracterizado por uma cobertura vegetal mais ou menos densa, onde predominam árvores e arbustos.<strong><br />
Botânica &#8211; </strong>É o estudo científico da vida das plantas, fungos e algas. Como um campo da biologia, é também muitas vezes referenciado como a Ciência das Plantas ou Biologia Vegetal. A Botânica abrange uma miríade de disciplinas científicas que estudam crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução da vida das plantas.<strong><br />
Bráctea &#8211; </strong>É uma estrutura foliácea associada às inflorescências das Angiospermas. Têm origem foliar e sua função original é de proteger a inflorescência ou as flores em desenvolvimento. Muitas no entanto exercem função atrativa para os polinizadores, através de sua forma e cores vivas, assemelhando-se as pétalas e sépalas das flores.<br />
<strong>Brejo &#8211; </strong>Terreno plano, encharcado encontrado normalmente em cabeceiras de rios ou nascentes e em zonas de transbordamento de rios ou lagos.<strong><br />
Broca &#8211; </strong>Denominação genérica dada a qualquer inseto que perfure plantas ou grãos, abrindo galerias internas.<strong><br />
Brocado &#8211; </strong>Corte da vegetação rasteira de uma área, normalmente feito de forma manual com foice ou roçadeira.<strong><br />
Broto &#8211; </strong>Ver gema.<strong><br />
Bulbo &#8211; </strong>É um tipo de órgão vegetal de algumas plantas perenes que inclui uma parte correspondente ao caule, geralmente de forma discoidal, da qual partem raízes e folhas modificadas escamiformes que servem como órgão de armazenamento de nutrientes que servirão a planta durante a época desfavorável, em que perdem a parte aérea, perdendo, portanto, a capacidade de realizar a fotossíntese.</p>
<p><strong>C<br />
Caduca -</strong> Ver decídua.<br />
<strong>Calagem &#8211; </strong>Técnica de manejo do solo que consiste em aplicar cal, ou seja, óxido ou hidróxido de cálcio no solo com o objetivo de corrigir as deficiências químicas, biológicas e físicas decorrente da acidez.<br />
<strong>Calcário &#8211; </strong>É uma rocha sedimentar que contém minerais com quantidades acima de 30% de carbonato de cálcio (calcário calcítico). Quando o mineral predominante é a dolomita, a rocha calcária é denominada calcário dolomítico. O calcário é utilizado para corrigir o pH dos solos ácidos. Também é fonte de cálcio e magnésio para as plantas.<br />
<strong>Calda bordalesa &#8211; </strong>Protetor líquido de plantas, feito à base de água, sulfato de cobre e cal virgem, indicada para o combate ou controle de insetos, bactérias e fungos.<br />
<strong>Calda sulfocálcica &#8211; </strong>Protetor líquido de plantas, resultado do preparo a quente da mistura de água, cal virgem e enxofre indicada para o combate ou controle de insetos, ácaros e fungos.<br />
<strong>Calda viçosa &#8211; </strong>Fertilizante líquido de plantas, resultado da mistura de água, cal virgem e micro e macronutrientes.<br />
<strong>Cálice &#8211; </strong>É o conjunto de todas as sépalas de uma flor, sendo, portanto, o verticilo mais externo das flores e fazendo parte das suas estruturas estéreis. O cálice pode se apresentar dialissépalo (quando as sépalas são livres entre si) ou gamossépalo (quando estas são unidas entre si em maior ou menor grau).<br />
<strong>Calo &#8211; </strong>Processo de cicatrização ou fechamento de uma lesão ou ferida aberta por corte ou ruptura de um galho ou ramo durante a poda. Endurecimento do tecido que recobre um organismo vegetal (casca), em virtude de um atrito contínuo.<br />
<strong>Camalhão &#8211; </strong>Porção de terra de lavoura entre dois regos.<br />
<strong>Campânula &#8211; </strong>Tipo de conformação de copa de árvore, quando esta apresenta dimensões semelhantes de largura e altura.<br />
<strong>Canal &#8211; </strong>Curso de água natural ou artificial que serve de ligação entre dois corpos de água com maior capacidade.<br />
<strong>Cantarofilia &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada com auxílio de besouros.<br />
<strong>Canteiro &#8211; </strong>Porção de terreno delimitado cultivado de plantas, sobretudo de flores ou hortaliças.<br />
<strong>Capítulo &#8211; </strong>É a designação dada a uma inflorescência caracterizada por ter as flores inseridas num receptáculo discóide ou arredondado protegido por brácteas.<br />
<strong>Cápsula &#8211; </strong>É um tipo de fruto seco e deiscente, composto por mais de um carpelo. Alguns frutos do tipo cápsula, como o quiabo e frutos de alguns hibiscos, são comestíveis antes da sua maturação.<br />
<strong>Caramanchão &#8211; </strong>Construção ligeira, espécie de pavilhão feito com um conjunto de estacas ou mourões coberto por ripas, canas ou aramados, na qual cresce a rama de espécies trepadeiras muito utilizado na condução de videiras, em hortas e jardins.<br />
<strong>Cariopse &#8211; </strong>É um tipo de fruto com uma semente presa ao pericarpo em toda a extensão. É típico das gramíneas. Pode ser nua ou vestida. Cariopse nua: frutos que possuem somente germe, endosperma e membrana da semente.<br />
<strong>Carnosa &#8211; </strong>Folhas espessas, acumuladoras de líquidos. Comuns a suculentas.<br />
<strong>Caroço &#8211; </strong>Núcleo, lenhoso e muito duro, dos frutos de tipo drupa, que ocorre, por exemplo, na manga, na ameixa, no pêssego etc. Semente de vários frutos, como, por exemplo, a do algodão e a da uva, caracterizada pela dureza do envoltório.<br />
<strong>Carpoteca &#8211; </strong>Coleção de frutos, preservados em geral para fins científicos.<br />
<strong>Cartácea &#8211; </strong>Folha com consistência de papel.<br />
<strong>Caruncho &#8211; </strong>Designação genérica dada aos insetos coleópteros que perfuram sobretudo madeira e cereais, e cuja maioria é xilófaga. Incluem-se no grupo os bostriquídeos, os bruquídeos, os curculionídeos, os anobiídeos e outros.<br />
<strong>Caruru &#8211; </strong>Designação comum a várias plantas alimentares da família das amarantáceas, cujas folhas, verdes, são saborosas e nutritivas, e por isso muito usadas na culinária.<br />
<strong>Casca &#8211; </strong>Parte do vegetal constituída normalmente por tecidos fibrosos e células reforçadas que fica por fora do cilindro do lenho, dividida em casca interna (viva) e casca externa (morta).<br />
<strong>Caule &#8211; </strong>Parte da planta, normalmente aérea, compreendida entre a raiz e os ramos.<br />
<strong>Cavaco &#8211; </strong>Designação genérica dada às sobras e aparas de serrarias, compreendendo pedaços e pontas de madeira maciça bem como outras sobras e aparas provenientes das operações de processamento.<br />
<strong>Cavadeira &#8211; </strong>Instrumento agrícola composto de uma ou duas lâminas de ferro ou aço e que tem cabo na extremidade usada para abertura de pequenas cova para plantio de mudas ou colocação de mourões.<br />
<strong>Celulose &#8211; </strong>Composto orgânico hidrocarbonado, que constitui a parte sólida dos vegetais e principalmente das paredes das células e das fibras. Molécula de cadeia longa formada de subunidades de glicose. É a substância obtida pela dissolução e desidratação do principal componente da parede da célula vegetal, mediante processos mecânicos e químicos, e destinada a servir de matéria-prima para a indústria de papel, papelão e similares.<br />
<strong>Cepo &#8211; </strong>Parte do tronco da árvore que fica preso ao solo depois do abate e que não regenera.<br />
<strong>Cerca-viva &#8211; </strong>São fileiras de plantas, normalmente arbustos, que tem como finalidade delimitar uma área, sendo por este motivo dispostas ao longo das divisas ou extremidades de residências e terrenos. Sinônimo: Sebe.<br />
<strong>Cerne &#8211; </strong>É a parte central e mais resistente do lenho. Constituído de células mortas que tem a função de sustentar o tronco da árvore. Sua coloração é mais escura que o alburno.<br />
<strong>Cespitosa &#8211; </strong>Diz da planta que cresce formando tufo ou touceira.<br />
<strong>Chibanca &#8211; </strong>Instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, semelhante a uma picareta, com um dos lados em forma de ponteiro e o outro em forma de cavadeira com fio utilizado para destocar os terrenos, semelhante a um alvião, com um lado para cavar a terra e o outro para cortar as raízes e o tronco das árvores.<br />
<strong>Ciátio &#8211; </strong>É um tipo de inflorescência em que as flores são unissexuais e dispostas em conjuntos protegidos por brácteas. A flor feminina encontra-se no centro, e as masculinas ao redor.<br />
<strong>Cipó &#8211; </strong>Denominação genérica dada a espécies vegetais que apresentam hastes delgadas e flexível e que servem para atar, amarrar e/ou ligar as espécies vegetais permitindo movimentação da biota.<br />
<strong>Cladódio &#8211; </strong>É um tipo de modificação do caule, típica de plantas xerófilas, de clima árido ou semi-árido. Os cladódios são formados por ramos de caule modificados, com presença de clorofila e grande quantidade de água armazenada internamente.<br />
<strong>Clareira &#8211; </strong>Área desprovida de vegetação dentro de uma mata ou coberto florestal.<br />
<strong>Clima &#8211; </strong>Conjunto das características meteorológicas que prevalecem em determinada região. Conjunto de condições meteorológicas (temperatura, pressão e ventos, umidade e chuvas) características do estado médio da atmosfera em um ponto da superfície terrestre.<br />
<strong>Clorofila &#8211; </strong>É o grupo de pigmentos fotossintéticos presente nos cloroplastos das plantas. Ela é capaz de canalizar a energia da luz solar em energia química através do processo de fotossíntese. Neste processo a energia absorvida pela clorofila transforma dióxido de carbono e água em carboidratos e oxigênio. É a clorofila que confere a cor verde às plantas.<br />
<strong>Clorose &#8211; </strong>Doença que ataca os vegetais, tendo como sintoma principal a coloração amarelada das partes normalmente verdes e cuja causa mais importante é a carência de elementos nutritivos indispensáveis, em geral o ferro.<br />
<strong>Cobridor de sulcos &#8211; </strong>Máquina agrícola que promove a cobertura do sulco após o plantio ou a colocação de substâncias corretivas.<br />
<strong>Cochonilha &#8211; </strong>Inseto que secreta cera ou laca e ataca a parte aérea ou subterrânea das plantas através da sucção da seiva e deposição de substância viscosa e adocicada que atraem formigas.<br />
<strong>Cogumelo &#8211; </strong>Denominação genérica dada aos fungos que se caracterizam por apresentar estrutura desenvolvida e carnosa, sejam eles próprios ou impróprios para o consumo humano.<br />
<strong>Coifa &#8211; </strong>É o órgão em forma de cone encontrado no fim da raiz e que tem como função proteger o caliptrogênio, ou seja, o meristema apical da raiz.<br />
<strong>Coleóptero &#8211; </strong>Ordem de artrópodes, insetos com aparelho bucal mastigador, élitros e asas posteriores membranosas. Holometabólicos, larvas campodeiformes ou escarabeiformes, as quais, juntamente com os adultos, constituem sérias pragas dos vegetais.<br />
<strong>Colheitadeira &#8211; </strong>Máquina agrícola destinada a retirar os produtos do local onde foram plantados.<br />
<strong>Colmo &#8211; </strong>É um tipo de caule em que nós e entrenós são bem visíveis, eles podem ser ocos (Ex. bambu) ou cheios (Ex. cana-de-açúcar).<br />
<strong>Composta &#8211; </strong>Denominação para inflorescências que combinam mais de um tipo de conformação.<br />
<strong>Compostagem &#8211; </strong>Atividade de elaboração de composto que consiste na fermentação de uma mistura de restos orgânicos vegetais e animais e minerais, com finalidade de se obter um produto homogêneo, rico em húmus e microorganismo e quando incorporada ao solo melhora sua estrutura e fertilização.<br />
<strong>Composto &#8211; </strong>Fertilizante formado pela mistura, fermentada ou não, de minerais e matéria orgânica; é uma das formas mais comuns de reciclagem de resíduos.<br />
<strong>Condimento &#8211; </strong>Substância aromática, geralmente de origem vegetal, usada para realçar o sabor dos alimentos.<br />
<strong>Conectivo &#8211; </strong>É uma pequena estrutura do estame de uma flor que liga a antera ao filete.<br />
<strong>Conífera &#8211; </strong>Diz das árvores que se desenvolvem em forma de cone e são perenes, têm folhas em forma de agulha e fornecem geralmente madeira macia e de fibras longas como os pinheiros.<br />
<strong>Controle biológico &#8211; </strong>é a utilização de inimigos naturais para reduzir, eliminar ou controlar a população de um organismo considerado prejudicial à cultura principal podendo ser feito com a introdução direta deste organismo ou pela aplicação de produtos feitos com bactérias, fungos, vírus etc.<br />
<strong>Controle químico &#8211; </strong>É a utilização de produtos químicos ou petroquímicos para reduzir, eliminar ou controlar a população de um organismo considerado prejudicial à cultura principal.<br />
<strong>Copa &#8211; </strong>Parte superior da árvore ou de outra planta lenhosa, formada pelo conjunto da ramificação e da respectiva folhagem também chamada de dossel.<br />
<strong>Cordiforme &#8211; </strong>Folha em formato de coração, com a haste inserida na fenda.<br />
<strong>Coriácea &#8211; </strong>Denominação botânica para folhas de plantas com textura de couro, brilhantes e maleáveis.<br />
<strong>Corimbo &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que as flores são pediceladas e dispostas à moda de um racemo, porém seus pedicelos são de alturas diferentes, fazendo com que todas as flores estejam na mesma altura.<br />
<strong>Cormo &#8211; </strong>Eixo longitudinal das plantas superiores, constituído pela raiz e pelo caule.<br />
<strong>Coroamento &#8211; </strong>É a retirada da vegetação do entorno de uma planta para diminuir a competição por nutrientes e luz.<br />
<strong>Corola &#8211; </strong>É o conjunto de pétalas da flor. Geralmente é colorida, sendo a parte mais vistosa da flor.<br />
<strong>Cova &#8211; </strong>Abertura de um buraco feita no solo com o objetivo de plantar uma muda ou para colocação de sementes.<br />
<strong>Crassa &#8211; </strong>Ver carnosa.<br />
<strong>Crucífera &#8211; </strong>Família de plantas superiores, quase todas herbáceas, com flores racemosas, providas de quatro sépalas e pétalas, e quatro estames, dispostos dois a dois, sendo os internos mais longos. Ovário súpero, bilocular; o fruto é uma síliqua. Existem cerca de 3.000 espécies, próprias dos países temperados e frios, muitas delas comestíveis, como a couve e o repolho, e outras ornamentais.<br />
<strong>Cruzamento &#8211; </strong>Reprodução entre plantas de variedades diferentes ou espécies não pertencentes ao mesmo gênero.<br />
<strong>Cuneiforme &#8211; </strong>Folha em formato de cunha, com a base estreita.</p>
<p><strong>D<br />
</strong><strong>Decepa &#8211; </strong>Corte severo realizado em uma árvore, normalmente utilizada para estimular a formação de brotos na parte superior do tronco.<br />
<strong>Decídua &#8211; </strong>Denominação botânica para plantas que perdem as folhas em determinada época do ano. Normalmente durante a estação mais fria e seca. Sinônimo: Caduca, caducifolia, deciduifolia.<br />
<strong>Decote &#8211; </strong>Corte de toda parte superior da copa, dos brotos ou rebentos das touças de uma árvore ou arbusto, ficando praticamente só o tronco.<br />
<strong>Defensivo agrícola &#8211; </strong>Substância de origem biológica, química ou física, simples ou compostas, que tem a finalidade de proteger uma cultura contra o ataque de qualquer tipo de vida animal ou vegetal ou de outro agente nocivo às plantas e/ou seus produtos.<strong><br />
Déficit hídrico &#8211; </strong>Quantidade de água que falta para satisfazer as necessidades de uma população vegetal. Diferença para menos entre as necessidades de água de uma população vegetal e a quantidade que lhe é oferecida.<strong><br />
Deiscentes &#8211; </strong>Frutos que se abrem espontaneamente após a maturação, liberando as sementes. São normalmente secos. Ex. Feijão.<strong><br />
Deltóide &#8211; </strong>Folha em formato triangular.<strong><br />
Dendrologia &#8211; </strong>Estudo da identificação e classificação sistemática das árvores.<br />
<strong>Dendrometria &#8211; </strong>Parte da silvicultura que estuda a forma, dimensão e idade das árvores e povoamentos florestais.<br />
<strong>Derriça &#8211; </strong>Utilizada na colheita de vários grãos e frutos que consiste em processos mecânicos de derrubar os grãos ou frutos no chão e posteriormente apanhá-los e transportá-los para outro local para efetuar algum processamento.<strong><br />
Desbaste &#8211; </strong>Cortes culturais e de intervenção, onde se selecionam as plantas que serão removidas e as que permanecerão, de modo que o povoamento atinja as características desejadas.<strong><br />
Desbrota &#8211; </strong>É a poda, normalmente feita de forma manual, na qual se retiram os brotos inúteis e os laterais em excesso, deixando apenas os melhores e mais bem distribuídos, permitindo assim, melhor conduzir seu crescimento e não sobrecarregar a planta.<br />
<strong>Desfolhação </strong>Quedas das folhas das árvores em determinados períodos, motivadas por uma situação climática adversa ou pela aplicação de um produto químico ou orgânico (desfolhante).<strong><br />
Despontar &#8211; </strong>Remoção da bicada ou ponta de uma árvore vivas. Separar o tronco da copa de uma árvore.<strong><br />
Desrama &#8211; </strong>Operação que consiste na libertação artificial ou natural de ramos mortos ou de ramos que recebem pouca luz em árvores vivas.<strong><br />
Destoca &#8211; </strong>Remoção dos restos de tocos de árvores cortada anteriormente.<strong><br />
Detritívora &#8211; </strong>Característica de animais, bactérias, fungos e plantas minúsculas, capazes de transformar palhas e outros materiais em matéria orgânica.<br />
<strong>Dicásio &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que a raque subdivide-se em duas partes uma ou mais vezes, portando as flores nas extremidades.<br />
<strong>Digitiforme &#8211; </strong>Folha com lobos em forma de dedos.<br />
<strong>Dióica &#8211; </strong>Denominação para plantas que apresentam flores de um único sexo, ou seja, os sexos se encontram separados em indivíduos diferentes, ocorrendo exemplares machos e exemplares fêmeas. Ex.: Kiwizeiro.<strong><br />
Dispersão &#8211; </strong>Faculdade que têm os seres vivos de se propagarem pela biosfera, aumentando seu domínio e facilitando a cada espécie proliferar e encontrar novos meios onde possa viver de acordo com suas adaptações.<strong><br />
Dormência &#8211; </strong>Estado de latência ou repouso que as sementes possuem depois de atingirem a sua maturidade fisiológica, no qual suas funções vitais se encontram virtualmente paralisadas. Suspensão temporária do crescimento de uma planta ou de uma de suas partes. Contribui para perpetuação da espécie através da adaptação de indivíduos ou uma de suas partes durante um período de tempo, resistindo a condições adversas do ambiente, passando ao estado de vida latente, para retornar à vida ativa logo que estas condições se modifiquem.<strong><br />
Dossel &#8211; </strong>Ver copa.<strong><br />
Drenagem &#8211; </strong>Processo de eliminação do excesso de água ou umidade do solo através de poros, canais ou dutos tornando-o apto para o cultivo ou outros fins.<strong><br />
Drupa &#8211; </strong>Drupa é um tipo de fruto carnoso, com apenas uma semente. Ex. Pêssego.<strong><br />
<span id="more-37745"></span><br />
E<br />
Ecologia &#8211; </strong>Ramo da Biologia que estuda os seres vivos nas suas relações mútuas com o meio ambiente.<br />
<strong>Ectoparasita &#8211; </strong>Parasita que vive na superfície do hospedeiro, como muitos fungos e as ervas-de-passarinho, que obtêm o alimento por meio de haustórios, os quais penetram no interior do organismo parasitado.<br />
<strong>Edafologia &#8211; </strong>Ciência que estuda a influência dos solos em seres vivos, especialmente nas plantas.<br />
<strong>Elíptica &#8211; </strong>O mesmo que ovalada. Folha com forma oval, de ponta pequena ou inexistente.<br />
<strong>Embasamento &#8211; </strong>Dilatação da parte inferior do tronco da árvore.<br />
<strong>Encostia &#8211; </strong>Processo utilizado para enxertia na qual o cavalo e o cavaleiro continuam vivendo sobre os seus próprios sistemas radiculares até completarem a soldadura de ambos e tornar possível a separação do cavaleiro de suas raízes.<br />
<strong>Enleiramento &#8211; </strong>Processo que consiste em amontoar ou empilhar o material derrubado, em leiras ou camadas contínuas, espaçada uma das outras.<br />
<strong>Entomófila &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada através da ação de insetos.<br />
<strong>Enxada &#8211; </strong>Instrumento de metal, ferro ou aço, de formato triangular e chato, ligeiramente afiado na base, manuseado por meio de um cabo de madeira colocado no vértice oposto, que serve para capinar ou revolver a terra, cavar sulcos, amontoar de resíduos, homogeneizar misturas etc.<br />
<strong>Enxadão &#8211; </strong>Instrumento de metal, ferro ou aço, de formato retangular chato, ligeiramente afiado em uma das bases menores e manuseado por meio de um cabo de madeira colocado na face oposta utilizado para abertura de sulcos, covas, valas, canais, para homogeneizar misturas etc.<br />
<strong>Enxame &#8211; </strong>Conjunto de abelhas operárias, zangões e rainha de uma colméia. Conjunto das abelhas que abandona a colméia para uma nova.<br />
<strong>Enxertia &#8211; </strong>Método de propagação assexuada de plantas, em que são utilizados dois indivíduos: o cavalo e o cavaleiro (porta-enxerto e enxerto). O cavalo é planta que receberá a enxertia, ela é escolhida em função da sua boa capacidade de adaptação ao ambiente, resistência às doenças, entre outras qualidades produtivas. O enxerto é normalmente uma estaca de uma planta bem aceita pelo mercado, seja pela sua beleza ou sabor de seus frutos. A união dos indivíduos tem por objetivo normalmente potencializar a capacidade produtiva da planta enxerto. Exemplos de plantas comumente enxertadas: Roseira, laranjeira, videira.<br />
<strong>Epífita &#8211; </strong>Denominação para plantas que se desenvolvem sobre outras plantas. A planta epífita emite raízes superficiais que se espalham pela casca e absorvem a matéria orgânica em decomposição disponível, no entanto em muitos casos suas raízes podem ser atrofiadas ou ausentes, de modo que o epífito utiliza seu hospedeiro apenas como suporte. Não há relação de parasitismo de epífitas com seus hospedeiros, ou seja, a presença de epífitas não prejudica a árvore ou arbusto onde elas vegetam. Ex.: Orquídea.<br />
<strong>Erosão &#8211; </strong>É a destruição do solo e seu transporte em geral feito pela água da chuva, pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando este atua expandindo o material no qual se infiltra a água congelada. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõe o solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d&#8217;água.<br />
<strong>Erva &#8211; </strong>Planta de caule macio ou maleável, normalmente rasteiro, sem a presença de lignina ou seja, sem caule lenhoso. Também pode ser definida como planta cujo caule não sofre crescimento secundário ao longo de seu desenvolvimento.<br />
<strong>Escarificação &#8211; </strong>Atividade agrícola que consiste em revolver superficialmente o solo, sem inverter camadas, com a finalidade de evitar a formação de crostas mais duras que impedem as sementes de germinar ou de criar raízes.<br />
<strong>Escarificador &#8211; </strong>Implemento agrícola semelhante ao subsolador, porém mobiliza o solo em profundidades menores. Tem como função promover a desagregação do solo no sentido de baixo para cima em profundidade de até 35 cm através de hastes rígidas.<br />
<strong>Esciófita &#8211; </strong>Espécie vegetal adaptada a se desenvolver em ambientes sombreados ou semi-sombreados, como no interior de uma floresta densa.<br />
<strong>Escoramento &#8211; </strong>Ver tutoramento.<br />
<strong>Escorpióide &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que as flores são inseridas apenas em um lado da raque.<br />
<strong>Esfagno &#8211; </strong>Musgo seco, não decomposto.<br />
<strong>Esgalha &#8211; </strong>Quebra de galhos ou ramos das árvores.<br />
<strong>Espádice &#8211; </strong>É um tipo especial de racemo, uma inflorescência com flores pequenas apinhadas sobre uma ráquis espessada e carnuda, tomando o aspecto de uma espiga. Nestas inflorescências existe comumente uma espata, geralmente vistosa e solitária, rodeando ou encerrando parcialmente a partir de baixo o espádice. Ex.: Antúrio.<br />
<strong>Espalmada &#8211; </strong>Formato de folha semelhante a uma mão aberta.<br />
<strong>Espata &#8211; </strong>Bráctea grande, geralmente vistosa e solitária que envolve o espádice de diversas plantas. Ex.: Antúrio.<br />
<strong>Espatulada &#8211; </strong>Folha em forma de colher.<br />
<strong>Especiaria &#8211; </strong>Qualquer produto de origem vegetal, aromático, usado para condimentar alimentos. Ex.: cravo, canela, pimenta, noz-moscada.<br />
<strong>Espécie &#8211; </strong>Unidade básica de classificação dos seres vivos. Conjunto de indivíduos originário de um mesmo tronco, de aparência e estrutura semelhante e que podem se reproduzir ilimitadamente entre si.<br />
<strong>Espiga &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que as flores são sésseis e dispostas em uma raque simples.<br />
<strong>Espinho &#8211; </strong>É um órgão axial ou apendicular, duro e pontiagudo, resultantes da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por tecido lignificado e vascular, e que se arrancado destrói o tecido subjacente.<br />
<strong>Espique &#8211; </strong>É um caule de situação aérea e com ramos na parte superior.<br />
<strong>Espiralada &#8211; </strong>Folha composta por três ou mais folíolos dispostos em anéis.<br />
<strong>Esporângio &#8211; </strong>É o órgão das plantas que produz esporos.<br />
<strong>Esporo &#8211; </strong>Organismo geralmente unicelular capaz de germinar em condições específicas, reproduzindo de forma sexuada ou assexuada o organismo que o formou.<br />
<strong>Estame &#8211; </strong>É o órgão masculino das plantas angiospérmicas. Um estame é constituído por três partes: antera, conectivo e filete. Ao conjunto dos estames chama-se o androceu.<br />
<strong>Estaquia &#8211; </strong>Método de propagação assexuada de plantas, que utiliza partes vivas como raízes, ramos, caule ou folhas.<br />
<strong>Estéril &#8211; </strong>Meio isento de qualquer forma de vida, que não produz. Árido, improdutivo, improlífico, improlífero, infecundo, infrutífero. Diz-se do indivíduo que não se reproduz.<br />
<strong>Esterqueira &#8211; </strong>Local onde se acumula, guarda, prepara e fermenta o esterco ou estrume. Sinônimo: Estrumeira.<br />
<strong>Estiagem &#8211; </strong>Período em que não ocorrem precipitações ou que são insuficientes para manter o nível de umidade do solo.<br />
<strong>Estipa &#8211; </strong>Ver espique.<br />
<strong>Estolho &#8211; </strong>É um tipo de caule rastejante que emite brotações laterais que em intervalos sucessivos pode criar gemas com raízes e folhas. Desta forma o estolho permite a propagação vegetativa da espécie. Sinônimo: Estolão, estolhão. Ex.: Morangueiro.<br />
<strong>Estômatos &#8211; </strong>São organelas das folhas das plantas, formadas por duas células em forma de rim ou feijão, que podem controlar a abertura e fechamentos e têm a função de realizar trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente. Os estomas são geralmente mais numerosos na parte inferior da folha. Sinônimo: Estoma.<br />
<strong>Estresse hídrico &#8211; </strong>Condição de tensão que altera o equilíbrio de um sistema ou de um organismo vegetal causada pelo não fornecimento ou pelo fornecimento inadequado de água, alterando desta forma seu desenvolvimento. Pode ser natural ou artificial.<br />
<strong>Estroma &#8211; </strong>Trama que constitui o cloroplasto, e sobre cujas malhas se acham os grãos de clorofila.<br />
<strong>Estrovenga &#8211; </strong>Implemento agrícola constituído de pequena foice de dois gumes utilizada para poda de árvores ou retirada de frutos especialmente o cacau.<br />
<strong>Estrume &#8211; </strong>Adubo orgânico constituído em geral de esterco, ramos ou folhas apodrecidas.<br />
<strong>Estufa &#8211; </strong>Local coberto, com portas de acesso e fechado lateralmente por vidros, plásticos ou outro material no qual se mantém de forma artificial a atmosfera para cultura de plantas.<br />
<strong>Eutrofização &#8211; </strong>Falta de oxigênio na água ocasionada por fenômenos naturais ou artificiais.<br />
<strong>Evapotranspiração &#8211; </strong>Soma da transpiração das plantas com a evaporação das superfícies, incluindo a do solo.<br />
<strong>Exótica &#8211; </strong>Ver Alóctone.<br />
<strong>Explantar &#8211; </strong>Ato de retirar ou remover (célula, tecido, órgão etc.) de um ser vivo, animal ou planta, a fim de observar seu crescimento e desenvolvimento in vitro.<br />
<strong>Exsudação &#8211; </strong>Líquido vegetal que atravessa os poros e se deposita nas superfícies.<br />
<strong>Extrato pirolenhoso &#8211; </strong>Substância líquida composta, obtida pela condensação da fumaça proveniente da queima de madeira que contém sustâncias químicas que atuam nos processos de crescimento e de defesa de plantas e da fauna microbiana do solo, pode ser utilizado diluído em água em pulverizações e fertirrigação e também como complemento em compostagens.</p>
<p><strong>F<br />
Falciforme -</strong> Folha em forma de foice.<br />
<strong>Falenofilia -</strong> Tipo de polinização realizada por mariposas.<strong><br />
Fascículo &#8211; </strong>É um tipo de inflorescência em que várias flores estão inseridas em um único ponto do caule.<strong><br />
Fibra vegetal &#8211; </strong>Termo genérico utilizado para designar todas as células longas e estreitas dos vegetais. Este material celulósico, quando separado por processos mecânicos e/ou químicos, é usado na preparação do papel, de fios e de chapas de fibras.<strong><br />
Filete &#8211; </strong>É a haste que liga o receptáculo da flor à antera. Constitue uma das três partes do estame, juntamente com a antera e o conectivo.<strong><br />
Fitoalexina &#8211; </strong>Substância química encontrada nas plantas que atua na defesa contra o ataque de outro organismo, especialmente na defesa antimicrobiana.<br />
<strong>Fitófago &#8211; </strong>Aquele que se nutre de vegetais. Ver herbívoro.<br />
<strong>Fitófilo &#8211; </strong>Aquele que vive nas plantas.<br />
<strong>Fitormônio &#8211; </strong>Substância orgânica produzida por um vegetal, que promove, inibe ou modifica processos fisiológicos, e que geralmente tem atuação em locais diferentes de onde foi produzida.<br />
<strong>Fitoterapia &#8211; </strong>Sistema terapêutico que consiste no tratamento das doenças em pessoas, animais e plantas através da utilização de elementos ou compostos vegetais como óleos, chás, caldas etc.).<br />
<strong>Fitotério &#8211; </strong>coleção de plantas vivas que se destina a estudos de biologia e de botânica e também a pesquisas científicas.<br />
<strong>Fitoxina &#8211; </strong>Toxina de origem vegetal.<br />
<strong>Fixação &#8211; </strong>Processo de retenção no solo de certos elementos químicos essenciais ao desenvolvimento das plantas, que são convertidos de uma forma solúvel ou trocável para outra menos solúvel ou não trocável.<br />
<strong>Flabelada &#8211; </strong>Folha em forma de leque.<br />
<strong>Floema &#8211; </strong>Sistema vascular responsável pela condução da seiva elaborada na planta.<br />
<strong>Flora &#8211; </strong>Totalidades das espécies vegetais de uma determinada região geralmente organizada em estratos.<br />
<strong>Floresta &#8211; </strong>Ecossistema dominado por grande quantidade as árvores e subbosques que ocupam lugar predominante.<br />
<strong>Floricultura &#8211; </strong>Ramo da horticultura que desempenha atividade agrícola de cultivo de flores, geralmente com objetivos ornamentais ou tratamentos paisagísticos.<br />
<strong>Foice &#8211; </strong>Instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, constituído de uma lâmina grossa, curva e com gume ou dentes em forma de serra, de vários formato e tamanhos, com cabo curto ou longo, utilizada para fazer podas e roçadas, ou seja, cortar, ceifar ou segar capins e plantas herbáceas.<br />
<strong>Folhosa &#8211; </strong>Espécie florestal de madeira dura e de fibra curta. Espécie de hortaliça em que as folhas são as partes comestíveis.<br />
<strong>Folículos &#8211; </strong>Folículo é um tipo de fruto seco, deiscente, com apenas uma folha carpelar que se abre em apenas um lado.<br />
<strong>Folíolo &#8211; </strong>É uma subdivisão das folhas das plantas vasculares. Os folíolos são normalmente estruturas de aspecto foliáceo, ligadas por peciólulos à raque.<br />
<strong>Forrageira &#8211; </strong>Qualquer espécie de vegetação, natural ou plantada, que cobre uma área e é utilizada para alimentação de animais, seja ela formada por espécies de gramíneas, leguminosas ou plantas produtoras de grãos.<br />
<strong>Fosfato &#8211; </strong>Mineral acessório em rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares, cuja função é fornecer fósforo ao solo.<br />
<strong>Fosforita &#8211; </strong>Mineral fibroso, de origem sedimentar, amorfo, brando, menos estáveis e mais solúveis, porém de composição química igual à da apatita, e que em geral se apresenta sob a forma de concreções, utilizado como matéria-prima na fabricação de adubos fosfatatos.<br />
<strong>Fósforo &#8211; </strong>Macronutriente, não renovável, que desempenha papel importante no crescimento das raízes, na inflorencência e na formação das sementes e dos frutos. Favorece também a formação de nódulos de leguminosas. A ausência ou deficiência de fósforo resulta em plantas raquíticas, de maturação tardia dos frutos e folhas escuras e arroxeadas. As fontes naturais de fósforo mais usadas são os fosfatos naturais, farinha de osso e termofosfatos.<br />
<strong>Fronde &#8211; </strong>É um tipo de folha verde e geralmente composta de samambaias e palmeiras.<br />
<strong>Fumigação &#8211; </strong>Processo de aplicação de uma ou mais substância no estado gasoso para controlar insetos, nematóides, fungos, ervas invasoras e etc.<br />
<strong>Fumigador &#8211; </strong>Instrumento que produz fumaça obtida através da queima de substâncias com finalidade terapêuticas e/ou tratos culturais, como a eliminação de pragas de plantas ou de locais fechados dentre outras. É muito utilizado em atividades apícolas.<br />
<strong>Fungicida &#8211; </strong>Substância tóxica aos fungos.<br />
<strong>Fungo &#8211; </strong>Qualquer organismo pertencente ao reino Fungi, destituído de clorofila, folhas, caule verdadeiro ou raízes e se reproduzem por esporos e que pode existir como célula única, ou formar um corpo multicelular dito micélio, que consiste em filamentos denominados hifas. Os fungos geralmente são encontrados em condições terrestres úmidas e, devido à ausência de clorofila, são ou parasíticos, ou saprofíticos, em relação a outros organismos.<br />
<strong>Funículo &#8211; </strong>Pequeno cordão ou filamento que une a semente (e o óvulo) à placenta; podospermo.<br />
<strong>Fuste &#8211; </strong>Designação dada ao tronco da árvore, em toda a sua altura ou comprimento, ou seja, toda a parte vertical da árvore constituindo o seu eixo central, desde o terreno até o ponto mais elevado em que se pode extrair madeira (da ponta e da copa se extrai apenas lenha ou rama).</p>
<p><strong>G<br />
Gadanho &#8211; </strong>Espécie de ancinho com grandes dentes de ferro usado em diversos serviços agrícolas.<br />
<strong>Galha &#8211; </strong>Calo em qualquer parte de um vegetal formado por ataque de insetos, nematóides, fungos ou bactérias ou pela multiplicação excessiva das células. Alterações visíveis na raiz, em de forma de caroços que reduzem a absorção e o transporte de água e de nutrientes para a planta.<strong><br />
Galho &#8211; </strong>É uma ramificação do caule de árvores ou arbustos, nos quais brotam folhas, flores e frutos das mesmas. <strong><br />
Garfagem &#8211; </strong>Processo de enxertia no qual se utiliza um pedaço de ramo chamado garfo, normalmente  com um ou mais borbulhas ou gemas, colocando ou inserindo em outro vegetal chamado cavalo.<br />
<strong>Garfo &#8211; </strong>Haste nova ou pedaços de casca, com um ou mais botões, e que se transporta para outro indivíduo. Instrumento de metal, ferro ou aço com três ou quatro dentes, utilizado para fisgar fardos e outras atividades agrícolas.<strong><br />
Gás carbônico &#8211; </strong>Dióxido de carbono, gasoso, incolor, inodoro, solúvel em água, formando solução ácida é a fonte de carbono que serve a todaplanta verde, que o fixa e elimina assim, o oxigênio. Este gás é continuamente decomposto, principalmente para formar os carbonatos e junto com o vapor d’água desempenhar a importante função de filtro dos raios solares.<strong><br />
Gavinha &#8211; </strong>É um órgão prênsil presente nas trepadeiras. São estruturas filiformes, simples ou bifurcadas na extremidade, com a função de agarrar ramos, galhos, folhas, ou qualquer outro objeto que sirva de apoio para a planta em crescimento. As gavinhas são normalmente ramos ou folhas modificadas, mas podem ter origem em qualquer órgão aéreo da planta, inclusive flores. Ex.: Unha-de-gato.<br />
G<strong>azebo &#8211; </strong>É uma construção coberta e completamente aberta em todos os lados. A estrutura não possui portas ou janelas. É usualmente um espaço de descanso e lazer, com crescente utilização no paisagismo. Pode conter elementos decorativos e iluminação, assim como móveis, etc. O material utilizado na construção também pode ser diverso, como madeira, metal, vidro, plástico, entre outros.<strong><br />
Geada &#8211; </strong>Precipitação formada por partículas sólidas de água causada pela condensação do vapor d’água em contato com uma superfície de temperatura menor ou igual às das partículas abaixo do ponto de congelamento. Este processo é o mesmo da formação do orvalho, porém a temperatura do objeto orvalhado está acima do ponto de congelamento.<strong><br />
Gema &#8211; </strong>É formação inicial de um ramo, ou na axila de uma folha ou na extremidade de ramos ou caules de plantas vasculares. Um vez formada, uma gema pode ficar em uma condição dormente, ou pode formar um novo ramo imediatamente. <strong><br />
Geófita &#8211; </strong>Espécie vegetal cujos órgãos de crescimento se acham no interior da terra, onde se encontra o caule principal.<strong><br />
Germinação &#8211; </strong>É o processo inicial do crescimento de uma planta a partir de um corpo em estado de vida latente, que pode ser uma semente ou um esporo.<strong><br />
Gessagem &#8211; </strong>Prática de se colocar gesso agrícola no solo com a finalidade de melhorar o subsolo para o desenvolvimento das raízes.<strong><br />
Gimnospermas &#8211; </strong>São plantas vasculares com flores e sementes, mas sem frutos. &#8220;Gimno&#8221; significa nú, e &#8220;sperma&#8221; significa semente. Desta forma, as Gimnospermas são aquelas plantas cujas sementes estão desprotegidas, nuas. Dividem-se em Conyferophyta (pinheiros), Cicadophyta (cicas), Gnetophyta (gnetum) e Ginkgophyta (ginko).<br />
<strong>Gineceu &#8211; </strong>É o conjunto de órgãos reprodutores femininos de uma flor, o conjunto dos pistilos. Engloba os carpelos, constituídos pelos estigmas, estiletes e ovários, localizando-se, em quase todos os casos, no centro da flor.<strong><br />
Glabra &#8211; </strong>Denominação para qualificar plantas ou seus órgãos que não apresentam tricomas (pêlos).<strong><br />
Glândula nectarífera &#8211; </strong>Ver nectário.<br />
<strong>Gleba &#8211; </strong>Área de terra.<strong><br />
Glifosato &#8211; </strong>Substância química de ação tóxica sobre animais e plantas, utilizada para combater ervas invasoras em diversas culturas de frutas e nas plantações de café, cacau, soja, trigo e cana-de-açúcar. No caso da cana-de-açúcar, também é utilizado como maturador.<strong><br />
Goma &#8211; </strong>Seiva viscosa e translúcida que corre e se extrai de certas plantas e árvores.<strong><br />
Gomo &#8211; </strong>Broto novo que acaba de romper a camada que o envolvia. Divisão natural de certas frutas.<br />
<strong>Gotejador &#8211; </strong>Dispositivo mecânico utilizado em sistemas de irrigação com a finalidade de umedecer o solo pela liberação de gotas de água.<strong><br />
Gradagem &#8211; </strong>Técnica de limpeza de uma área efetuada após a aração com um implemento agrícola chamado grade que consiste em cortar e enterrar a vegetação e promover ligeira mobilização do solo.<strong><br />
Grade &#8211; </strong>Implemento agrícola usado para o destorroamento, nivelamento e limpeza de solo já lavrado constituído de uma armação com dentes rígidos ou flexíveis de formas diferentes, feito de madeira ou metal.<strong><br />
Grana &#8211; </strong>Conjunto dos grânulos que contêm clorofila, existentes nas células verdes das plantas. A clorofila distribui-se sobre um estroma protéico.<br />
<strong>Granizo &#8211; </strong>É uma precipitação constituída por gelo proveniente do choque térmico entre as gotas de chuva quando estas atravessam uma camada de ar frio.}<strong>Greda &#8211; </strong>Calcário friável que, em geral, contém sílica e argila.<strong><br />
Guano &#8211; </strong>Adubo natural rico em fósforo, originário de depósito orgânico de fezes de aves ou morcegos, ossos e outros detritos.<strong><br />
Guia &#8211; </strong>Ponta ou rebento terminal de uma árvore.<strong><br />
Gume &#8211; </strong>Lado afiado de instrumento de corte como facas, tesouras, machado, enxadas etc. mesmo que fio.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>H<br />
Hábitat</strong> &#8211; Local onde um animal ou planta vive normalmente ou pode ser encontrado, caracterizado por uma forma vegetal e/ou atributo físico dominante.<br />
<strong>Hastada &#8211; </strong>Formato de folha triangular com lobos basais. Sinônimo de alabardina.<br />
<strong>Haste &#8211; </strong>Caule pouco resistente e que se ramifica desde a base.<br />
<strong>Hectare &#8211; </strong>Medida de superfície equivalente a 10.000 (dez mil) metros quadrados e a 100 ares.<br />
<strong>Herbácea &#8211; </strong>Planta vascular que não desenvolve tecidos lenhosos acima do solo.<br />
<strong>Herbário &#8211; </strong>Coleção de espécies vegetais secas e prensadas, arranjadas e descritas de forma sistemática.<br />
<strong>Herbicida &#8211; </strong>Substância química ou biológica usada para eliminar ou controlar o crescimento de outras planta indesejáveis (ervas invasoras ou infestantes).<br />
<strong>Herbívoro &#8211; </strong>Organismos que se alimentam apenas de plantas ou parte delas.<br />
<strong>Heterose &#8211; </strong>estado em que a primeira geração de um híbrido é mais forte que qualquer das raças paternas superando-os em tamanho, vigor, rendimento e produtividade.<br />
<strong>Híbrido &#8211; </strong>Planta ou qualquer outro ser vivo proveniente do cruzamento de dois indivíduos de espécies diferentes.<br />
<strong>Hidrófila &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada através da água.<br />
<strong>Hidroponia &#8211; </strong>Técnica de cultivo em que o sistema radicular de certos vegetais permanece submerso em água e solução nutriente, algumas vezes com suporte de areia, cascalho etc.<br />
<strong>Hifa &#8211; </strong>Qualquer filamento dos fungos, destituídos de clorofila (micélio). Constitui uma trama que representa o corpo vegetativo dos fungos, podendo este ser microscópico ou alcançar importantes dimensões, como nas orelhas-de-pau.<br />
<strong>Higrófilo &#8211; </strong>Vegetal que se desenvolve em lugares úmidos e se caracteriza por grandes folhas.<br />
<strong>Hirsuta &#8211; </strong>Denominação para qualificar plantas ou seus órgãos que apresentam tricomas longos e densos, praticamente ocultando a superfície da planta, determinando efetivamente sua coloração.<br />
<strong>Hormônio &#8211; </strong>Substância que regula as reações químicas que compõem os processamentos dos organismos vivos, normalmente é produzida em um local e seu efeito é verificado em outro. Princípio ativo das glândulas de secreção dos animais ou produzidas por vegetais. Substância química sintetizada em laboratórios produzida por animais ou vegetais que regulam os processos fisiológicos das espécies.<br />
<strong>Horta &#8211; </strong>Local onde são cultivados hortaliças, temperos, condimentos ou legumes.<br />
<strong>Hortaliça &#8211; </strong>Designação genérica de plantas leguminosas, folhosas ou de plantas herbáceas, comestíveis.<br />
<strong>Horticultura &#8211; </strong>Parte da agricultura que se dedica ao cultivo de hortaliças, legumes, temperos e condimentos, Se divide nos ramos da olericultura (hortaliças folhosas e legumes), floricultura (flores), fruticultura (frutas), silvicultura (árvores florestais) e paisagismo (plantas ornamentais).<br />
<strong>Horto &#8211; </strong>Local onde se cultivam plantas de jardim.<br />
<strong>Horto florestal &#8211; </strong>Estabelecimento onde se estudam e multiplicam espécies florestais variadas normalmente utilizadas em reflorestamentos de áreas degradas ou tratamentos paisagísticos.<br />
<strong>Hospedeiro &#8211; </strong>Organismo vivo que hospeda, serve de substrato e/ou como fonte de energia para outro denominado de parasita, ou seja, se tornando o local onde esse outro organismo (parasita) vive.<br />
<strong>Húmus &#8211; </strong>Massa escura e disforme de matéria orgânica parcialmente decomposta encontrada no solo.<br />
<strong>Húmus de minhoca &#8211; </strong>É um tipo de composto orgânico produzidos por minhocas e de fácil decomposição liberando os nutrientes para o solo e as plantas de forma rápida.</p>
<p><strong>I<br />
Igapó &#8211; </strong>Mata inundada, isto é, trecho de floresta onde a água, após a enchente dos rios, fica por algum tempo estagnada.<br />
<strong>Igarapé &#8211; </strong>Pequeno rio navegável geralmente afluente de rios maiores e que tem as mesmas características destes rios.<br />
<strong>Impacto ambiental &#8211; </strong>Qualquer alteração no ambiente causada por atividade do homem de forma direta ou indireta.<br />
<strong>Impermeável &#8211; </strong>Diz-se de substância que não se deixam atravessar por fluidos.<br />
<strong>Inço &#8211; </strong>Ervas invasoras que crescem entre as plantas cultivadas.<br />
<strong>Incubação &#8211; </strong>Período de desenvolvimento de uma enfermidade infecciosa a partir do contágio até a manifestação da doença.<br />
<strong>Inculto &#8211; </strong>Terreno não cultivado.<br />
<strong>Indeiscentes &#8211; </strong>Frutos que não se abrem espontaneamente. Podem ser secos, carnosos ou lenhosos. Ex. Laranja.<br />
<strong>Indivíduo &#8211; </strong>Exemplar representante de uma determinada espécie vegetal ou animal; ao seu conjunto denomina-se população.<br />
<strong>Infecção &#8211; </strong>Ataque agressivo a um ser vivo por agente patogênico. É o princípio ou origem de uma enfermidade ou doença.<br />
<strong>Infestação &#8211; </strong>Ataque violento por um organismo de forma ampla e mais ou menos uniforme sobre uma área ou indivíduo.<br />
<strong>Infestante &#8211; </strong>Designação dada a plantas ou outros organismos vivos que se alastram e desenvolvem rapidamente, colocando em risco o meio ambiente ou outras culturas.<br />
<strong>Infiltração &#8211; </strong>É o fenômeno de penetração de água em camadas de solo próximo à superfície, movendo-se para baixo, por ação da gravidade, através dos espaços vazios do solo até atingir uma camada que a retém formando então os lençóis d’água.<br />
<strong>Inflorescência &#8211; </strong>É a parte da planta onde se localizam as flores, caracterizada pela forma como estas aí se dispõem umas em relação às outras. Normalmente consiste em um prolongamento semelhante ao caule, ou raque, provido de folhas modificadas chamadas brácteas. Nas axilas destas brácteas localizam-se as flores.<br />
<strong>Infrutescência &#8211; </strong>É um conjunto de frutos pequenos originados da fecundação de muitas flores separadamente (inflorescência). Ex.: Abacaxi, Figo.<br />
<strong>Infusão &#8211; </strong>Operação que consiste em infundir, ou seja, colocar de molho, qualquer substância por intervalo de tempo variável, a fim de extrair dela os princípios solúveis.<br />
<strong>Inimigo natural &#8211; </strong>Normalmente são predadores da espécie sendo organismos que se alimentam ou não têm possibilidade de convivência no mesmo hábitat. São de grande importância para manutenção do tamanho das populações e manutenção do equilíbrio ecológico. Microorganismos, insetos ou outros animais que atacam as pragas e patógenos causadores de danos às plantas ou aos animais. Organismo que tem como base de sua cadeia alimentar outro organismo e por este motivo controla o tamanho de sua população.<br />
<strong>Inoculação &#8211; </strong>Introdução artificial de microrganismos específicos, geralmente um patógeno, em organismo vivo ou em um meio de cultura onde se dará a infecção ou não.<br />
<strong>Inseticida &#8211; </strong>Qualquer substância usada para combater insetos e outros pequenos invertebrados, causando-lhes a morte.<br />
<strong>Insolação &#8211; </strong>Quantidade de calor enviada à superfície da terra, pelos raios solares, variando de acordo com a latitude e altitude.<br />
<strong>Insumo &#8211; </strong>Produto intermediário ou bem que deve sofrer transformação antes de ser consumido. Produtos ou bens indispensáveis à produção de outros, normalmente de maior valor agregado.<br />
<strong>Intemperismo &#8211; </strong>Conjunto de processos físicos, químicos e biológicos que atuam sobre rocha e minerais que resulta na sua desintegração ou decomposição. Foi através desta ação que surgiram os solos. Os principais controladores da dinâmica dos processos intempéricos e do tipo de intemperismo são o clima, a temperatura, a umidade, o regime de ventos, a evaporação insolação e a ação biológica.<br />
<strong>Introdução &#8211; </strong>Importação de outros locais, de exemplares vivos de espécies exógenas não encontrada no local que será introduzida.<br />
<strong>Invasão &#8211; </strong>Entrada de nova espécie como dominante em uma área ou região.<br />
<strong>Irrigação -</strong>Prática que consiste em fornecer água ao solo de forma artificial e controlada visando a deixá-lo apto para o cultivo agrícola.<br />
<strong>Irrigação por aspersão &#8211; </strong>Sistema de irrigação pelo qual a água é aplicada por meio de aspersores que borrifam e espalham água sobre a superfície do solo, geralmente com a utilização de um pivô central.<br />
<strong>Irrigação por gotejamento &#8211; </strong>Sistema de irrigação pelo qual a água é aplicada na superfície do solo de forma constante, lenta e de baixa pressão através de pequenos componentes mecânicos chamados gotejadores.<br />
<strong>Irrigação por microaspersão &#8211; </strong>Sistema de irrigação semelhante ao gotejamento mas que permite a aplicação de volumes de água maiores e com maior pressão.<br />
<strong>Irrigação por sulcos &#8211; </strong>Sistema de irrigação pelo qual a água e aplicada no solo através de sua distribuição por pequenos canais ou sulcos paralelos às fileiras das plantas.<br />
<strong>Isca &#8211; </strong>Todo material ou substância utilizada para atrair ou servir de engodo e que se põe normalmente em uma armadilha com o objetivo de capturar ou prender um organismo que se movimenta.</p>
<p><strong>J<br />
Jardim &#8211; </strong>É uma estrutura espacial ao ar-livre,construída/projetada pelo Homem, normalmente inserida em uma micro-paisagem de contexto próprio. Normalmente ele se caracteriza pela forte presença da vegetação.<br />
<strong>Jardinagem &#8211; </strong>É a arte de criar e fazer a manutenção de plantas. também pode ser definida como uma atividade com o objetivo de embelezar determinados locais, públicos ou privados. O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se jardineiro.</p>
<p><strong>K<br />
Kairomoneo &#8211; </strong>Substância extraída de plantas que apresentam características de atrair ou repelir pragas e insetos pelo odor que exalam, tem poder de atuação semelhante ao feromônio exalado ou extraído dos insetos.<br />
<strong>Kolina &#8211; </strong>Substância produzida por um vegetal superior que interfere no desenvolvimento de outro vegetal superior.</p>
<p><strong>L<br />
Ladrão &#8211; </strong>Ramo que aparece na parte inferior do tronco ou em  outros. Ramos não conformes com a formação da copa das árvores e lhe consomem nutrientes tirando-lhes o vigor e retardando seu crescimento.<br />
<strong>Lago &#8211; </strong>Extensão de água cercada de terras. Tanque irregular de jardim.<br />
<strong>Lamel a &#8211; </strong>Placa, lâmina ou folha muito delgada.<br />
<strong>Lâmina d’água &#8211; </strong>Medida entre o fundo e a superfície de uma reserva de água.<br />
<strong>Lanceolada &#8211; </strong>Folha em formato de ponta de lança, isto é, com pontas nos dois extremos.<br />
<strong>Larva &#8211; </strong>O primeiro estado de um organismo, depois de sair do ovo.<br />
<strong>Latada &#8211; </strong>Sistema utilizado para conduzir videira e outras espécies de plantas trepadeiras, que consiste na colocação de postes ou mourões interligados ou cobertos por um aramado para o desenvolvimento da rama.<br />
<strong>Latência &#8211; </strong>Período de inatividade compreendido entre um estímulo e a apresentação do sintoma.<br />
<strong>Látex &#8211; </strong>Resina natural de coloração leitosa e opaca, encontrada em muitas plantas e formada principalmente por hidrocarbonetos completos. Normalmente este material é extraído da parte mais interna da casca do tronco, dos galhos e ramos.<br />
<strong>Latossolo &#8211; </strong>Solo de grande espessura, poroso, cor avermelhada, predominante de clima quente e úmido e pobre em nutrientes e minerais.<br />
<strong>Lavrar &#8211; </strong>Sulcar a terra com arado ou qualquer outro instrumento agrícola.<br />
<strong>Legume &#8211; </strong>É um fruto do tipo seco simples, que se desenvolve de um único carpelo e é usualmente deiscente pela abertura da sutura da folha carpelar e da nervura oposta. Ex. Ervilha.<br />
<strong>Leguminosa &#8211; </strong>Família de vegetais que se caracterizam como plantas dicotiledôneas, que compreende ervas, arbustos, árvores e trepadeiras, em geral com flores muito irregulares e fruto que é um legume; suas raízes geralmente possuem nódulos que contêm bactérias fixadoras de nitrogênio no solo.<br />
<strong>Leira &#8211; </strong>Sulco aberto no solo para receber a semente.<br />
<strong>Leirão &#8211; </strong>Grande sulco aberto em terreno úmido e/ou sujeito a inundação, para facilitar o arejamento e drenagem do solo e evitar o apodrecimento dos tubérculos aí plantados. Porção de terra delimitado e normalmente mais elevado que o terreno, cultivado de plantas, sobretudo de flores ou hortaliças. Canteiro.<br />
<strong>Lenho &#8211; </strong>É a parte interna do caule das árvores, constituído pelo alburno e pelo cerne. Suas principais funções são a sustentação e o transporte da seiva bruta das raízes até as folhas. É característico do caule tipo &#8220;tronco&#8221;, exclusivo das árvores. Madeira.<br />
<strong>Lenticela &#8211; </strong>Lenticelas são órgãos caulinares que realizam trocas gasosas. São pequenos pontos de ruptura no tecido suberoso, que aparecem como orifícios na superfície do caule e fazem contato entre o meio ambiente e as células do parênquima. Têm aparência de pequenas cicatrizes no caule.<br />
<strong>Liana &#8211; </strong>Ver trepadeira.<br />
<strong>Líber &#8211; </strong>Tecido condutor da seiva elaborada ou orgânica nos vegetais vasculares. Compõe-se de elementos crivosos, células parenquimatosas, fibras e esclerócitos. Pode ser primário e secundário. Acha-se localizado para fora do lenho.<br />
<strong>Lignificação &#8211; </strong>Processo de polimerização de compostos de carbono com estruturas de anéis aromáticos, dando origem à lignina, composto que dá resistência física às plantas, inclusive permitindo resistir ao ataque de pragas, a doenças e ao fogo. Este processo é mais ativo quando as plantas estão submetidas a condições de estresse. Processo pelo qual as células de certas plantas se tornam lenhosas e endurecidas em virtude da cimentação das paredes das células.<br />
<strong>Lignina &#8211; </strong>Substância que se deposita nas paredes das células vegetais, conferindo-lhes notável rigidez. É o que dá consistência à madeira, a qual pode conter até 25% de lignina. Substâncias que dão resistência às paredes das células dos vegetais.<br />
<strong>Limnologia &#8211; </strong>Parte da hidrologia que estuda hábitats e comunidades de água doces como lagos, lagoas e outras formas de águas paradas.<br />
<strong>Linear &#8211; </strong>Folha alongada, com bordos paralelos.<br />
<strong>Linhagem &#8211; </strong>Sucessão de gerações de um animal ou vegetal, feita especialmente através de seleção de alguns caracteres fixos.<br />
<strong>Líquens &#8211; </strong>Organismos mistos, formados pela simbiose entre uma alga e um fungo, comumente encontrada nos troncos das árvores e sobre as rochas.<br />
<strong>Lixiviação &#8211; </strong>Processo superficial sofrido por rochas e solos ao seremlavados pelas águas das chuvas no qual os minerais de maior solubilidade são levados para camadas mais profundas dos solos ficando na superfície os minerais de menor solubilidade, tornando-os mais pobres.<br />
<strong>Lobada &#8211; </strong>Folha de formato profundamente recortado.<br />
<strong>Lodo &#8211; </strong>Mistura de água, terra e matéria orgânica, formada no solo pelas chuvas ou no fundo dos mares, lagos, estuários etc. Resíduos semisólidos de aparência pastosa que contém alto teor de matéria orgânica.</p>
<p><strong>M<br />
Macerar &#8211; </strong>Amolecer (uma substância sólida: folha, casca, sementes etc.) pela ação de um líquido ou por meio de pancadas, normalmente em recipientes chamados de pilão.<br />
<strong>Machado &#8211; </strong>Instrumento de metal, ferro ou aço, com a extremidade cortante e cabo, utilizado para rachar lenha, fazer derrubadas, eliminar galhos, aparelhar madeira e outros.<br />
<strong>Macronutrientes &#8211; </strong>São aqueles essenciais para o desenvolvimento das plantas e são consumidos por elas em maior quantidade, se dividem em primários: Nitrogênio (N), Fósforo (P), Potássio (K) e secundários: Cálcio (Ca), Magnésio (Mg) e Enxofre (S).<br />
<strong>Madeira de lei &#8211; </strong>Espécie de valor comercial que é utilizada principalmente pela indústria de móveis e construção civil.<br />
<strong>Mamangaba &#8211; </strong>Grandes abelhas, fundamentais no processo de polinização de várias flores, principalmente a do maracujá. Designação comum às abelhas solitárias xilocopídeas, cujos ninhos são feitos geralmente em paus podres ou madeira mole.<br />
<strong>Mancha &#8211; </strong>Sintoma de doença nos tecidos vegetais.<br />
<strong>Maniva &#8211; </strong>Parte do caule da planta da mandioca capaz de germinar, normalmente utilizado para plantio e formação de lavoura.<br />
<strong>Manta orgânica &#8211; </strong>Material não tecido utilizado para cultivo de plantas feito de fibra naturais biodegradáveis, como coco, juta, palhas e outras, constituída de uma membrana especial (fotodegradável) que permite a entrada de água no solo e evita a perda de umidade e o crescimento de ervas invasoras, mantém a temperatura do solo constante para o crescimento vigoroso das plantas, arbustos e árvores e auxilia no controle da erosão.<br />
<strong>Marasmina &#8211; </strong>Substância composta produzida por microorganismos que interfere no desenvolvimento de uma planta superior.<br />
<strong>Massapé &#8211; </strong>Solos pretos e argilosos provenientes da decomposição de xistos metamórficos.<br />
<strong>Mata &#8211; </strong>Terreno povoado de árvores, arbustos e outras vegetações e animais silvestres.<br />
<strong>Mata ciliar &#8211; </strong>É a vegetação que acompanha as margens dos cursos de água (rios e lagos), também conhecida como floresta ciliar.<br />
<strong>Mata de galeria &#8211; </strong>Corredor fechado formado por vegetação densa, composta de árvores altas e de grandes copas encontrada no fundo dos vales e que serve de proteção para os cursos de água.<br />
<strong>Matéria orgânica &#8211; </strong>Matéria de origem animal, vegetal ou microbiana, viva ou morta em qualquer estado de conservação, passível de decomposição.<br />
<strong>Mato &#8211; </strong>Vegetação, geralmente sem valor comercial, que se desenvolve espontaneamente em área não cultivada ou abandonada após a colheita, formada por espécies arbustivas e gramíneas. Erva invasora que prejudica o desenvolvimento de uma cultura.<br />
<strong>Matriz &#8211; </strong>Exemplar de uma determinada espécie, utilizado para reprodução, visando ao melhoramento da espécie e/ou aumento da população. Normalmente é selecionada por suas características genéticas e/ou pela possibilidade de transmiti-las a outras gerações.<br />
<strong>Medula &#8211; </strong>Parte central ou âmago do fuste formado por tecido primário e circundado por camadas de crescimento. Porção parenquimatosa e central do caule, e às vezes da raiz, das plantas superiores, típica da estrutura primária.<br />
<strong>Meiose &#8211; </strong>Processo de divisão pelo qual as células-filhas têm metade dos cromossomos da célula-mãe.<br />
<strong>Melhoramento &#8211; </strong>Técnica utilizada para modificar o padrão genético de um organismo com finalidade de torná-lo mais adequado ao uso.<br />
<strong>Melípona &#8211; </strong>Gênero de insetos himenópteros, meliponídeos, que habitam a América tropical, e que compreende pequenas abelhas com ferrão apenas vestigial, sem função. Também conhecida por abelha sem ferrão.<br />
<strong>Membranácea &#8211; </strong>Folha delgada, flexível e maleável. Como uma membrana.<br />
<strong>Mergulhia &#8211; </strong>Tipo de propagação vegetativa na qual a parte de um galho é coberta por terra sem se desligar da planta matriz. A muda só é separada após criação das raízes.<br />
<strong>Meristema &#8211; </strong>Tecido embrionário, indiferenciado, caracterizado pela ativa divisão de seus elementos, responsável pela produção das novas células necessárias ao crescimento da planta encontrado principalmente na ponta da raiz, das folhas e no início do caule.<br />
<strong>Micélio &#8211; </strong>Talo dos fungos, composto de filamentos, ditos hifas, destituídos de clorofila. As hifas constituem uma trama que representa o corpo vegetativo dos fungos, podendo este ser microscópico ou, como nas orelhas-de-pau, alcançar importantes dimensões.<br />
<strong>Micorriza &#8211; </strong>É a associação simbiótica entre os fungos e as raízes que facilita a assimilação pelas plantas de minerais como o nitrogênio e outros.<br />
<strong>Micronutrientes &#8211; </strong>São elementos de grande importância não só pelo papel que representam na nutrição, mas também no aumento das defesas e resistência das plantas, são nutrientes que as plantas consomem em menor quantidade, porém de grande importância para o seu esenvolvimento. Os mais importantes são: Boro (B), Molibdênio (Mo), Zinco (Zn), Ferro (Fe) e Cobre (Cu).<br />
<strong>Micropropagação &#8211; </strong>Técnica de clonagem também conhecida como micropropagação in vitro, utilizada para reprodução de seres vivos em laboratórios, especialmente vegetais. Esta técnica possibilita a reprodução de um grande número de mudas em pequenos espaços. Utiliza como meio de cultura compostos ricos em micro e macronutrientes e, em alguns casos, hormônio sintéticos ou naturais para estimular a formação de raízes e o crescimento das plantas. As mudas obtidas por este processo geralmente são livres de fontes de contaminação de pragas e doenças por serem submetidas a rígidos controles fitossanitários.<br />
<strong>Míldio &#8211; </strong>Doença das videiras, causada por fungos, que atacam os órgãos verdes, sobretudo as folhas.<br />
<strong>Mineralização &#8211; </strong>Processo de transformação de matéria orgânica em substâncias inorgânicas, que ocorre no solo, geralmente de forma lenta, a partir do qual retornam ao solo os nutrientes retirados pelas plantas.<br />
<strong>Minhocário &#8211; </strong>Local onde se cria minhocas para produzir húmus utilizado como fertilizante do solo.<br />
<strong>Miniestaquia &#8211; </strong>Processo que integra a silvicultura de precisão que consiste na técnica de utilizar brotações de plantas propagadas pelo método de estaquia convencional, como fontes de propágulos vegetativos. É uma técnica bastante eficiente para atender o processo de produção em quantidade de mudas de diversas espécies.<br />
<strong>Mitose &#8211; </strong>Processo mediante o qual o material genético é duplicado com precisão, gerando dois novos conjuntos de cromossomos iguais ao original.<br />
<strong>Mobilização &#8211; </strong>Operação de preparação do terreno que tem como objetivo o arejamento das camadas superiores do solo, favorecendo a penetração das raízes das novas plantas e permitindo melhor infiltração e armazenamento de água.<br />
<strong>Molibdênio &#8211; </strong>Micronutriente que melhora o desenvolvimento das raízes e ajuda na fixação de nitrogênio por bactéria nas plantas e, em conjunto com outros nutrientes, ajuda a formação das proteínas.<br />
<strong>Monda &#8211; </strong>Ato de arrancar as ervas invasoras que crescem entre as plantas cultivadas. Corte os ramos secos ou supérfluos; desramar.<br />
<strong>Monóica &#8211; </strong>Denominação para plantas que apresentam órgãos sexuais dos dois sexos em um único indivíduo. Estas plantas são naturalmente hermafroditas. Mas, apesar do mesmo indivíduo produzir gâmetas dos dois sexos, muitas plantas não são capazes de se auto-fecundar, exigindo a união de gametas de dois indivíduos diferentes para produzir sementes férteis. Ex.: Orquídea.<br />
<strong>Mucilagem &#8211; </strong>É uma secreção rica em polissacarídeos. Retém a água aumentando de volume. Encontra-se, em alta concentração, em raízes aquáticas para sua proteção, envolvendo algumas sementes, etc.<br />
<strong>Multiplicação &#8211; </strong>Ver propagação.<br />
<strong>Muro de arrimo &#8211; </strong>Obra de contenção construída no pé de um talude para escorá-lo e evitar seu escorregamento. Também conhecido por &#8220;muro de gravidade&#8221;, estas obras atuam basicamente em função de seu peso.<br />
<strong>Mutação &#8211; </strong>Qualquer alteração no genótipo de um organismo, que ocorre no nível do gene (DNA), cromossomo ou genoma. As mutações dão origem a um novo material ou organismos.</p>
<p><strong>N<br />
Nascedio &#8211; </strong>Fase dos cinco primeiros anos de desenvolvimento de um povoamento regular, caracterizada pela competição entre as plantas jovens e a vegetação herbácea e arbustiva existente, visando assegurar o desenvolvimento pretendido da árvore.<br />
<strong>Nativa &#8211; </strong>Ver autóctone.<br />
<strong>Necrose &#8211; </strong>Degeneração e morte de células associadas com a descoloração ou desidratação dos tecidos de um ser vivo resultante da ação de agentes bióticos ou abióticos.<br />
<strong>Néctar &#8211; </strong>Solução adocicada secretada pelas flores das plantas para atrair agentes polinizadores como insetos, pequenos pássaros, entre outros.<br />
<strong>Nectário &#8211; </strong>É toda glândula em um organismo vegetal a princípio capaz de produzir e secretar néctar. São comuns nectários em flores, oferecendo uma fonte de liquido e carboidratos a animais, que assim podem atuar na polinização das plantas, mas também ocorrem nectários em diversos outros órgãos, com as mais diferentes finalidades.<br />
<strong>Nematóide &#8211; </strong>Organismo parasita de forma cilíndrica que ataca as raízes das plantas, principalmente as espécies folhosas.<br />
<strong>Nicho &#8211; </strong>Porção restrita de um hábitat onde são encontradas condições especiais de ambiente.<br />
<strong>Nitrificação &#8211; </strong>Transformação dos sais amoníacos encontrados nos solos em nitratos pelos organismos que nele vivem através da utilização de matéria orgânica nitrogenada.<br />
<strong>Nitrófila &#8211; </strong>Vegetação que vive em substratos ricos em compostos nitrogenados.<br />
<strong>Nitrogênio &#8211; </strong>Macronutriente que compõe o elemento estrutural das proteínas e muitos outros compostos vitais para as plantas como a clorofila. O Nitrogênio favorece o rápido crescimento das plantas e contribui para a floração e frutificação. É o nutriente absorvido em maior quantidade pelas plantas e o principal elemento que compõe a proteína. Forma os aminoácidos, e estes quando se ligam formam as proteínas. A ausência ou deficiência de nitrogênio resulta em plantas fracas com folhas amareladas e murchas.<br />
<strong>Nó &#8211; </strong>São pequenas elevações no caule, onde se inserem os órgãos apendiculares.<br />
<strong>Nó da madeira &#8211; </strong>Zona da inserção dos ramos das árvores, que fica assinalada na madeira por uma mancha arredondada e escura. Ponto de inserção de um ramo ou pernada no tronco de uma árvore. Nesse lugar, as fibras sofrem um desvio de direção. Porção de um ramo contida numa peça de madeira, por ele ter ficado incluído no lenho durante o crescimento.<br />
<strong>Nó vital &#8211; </strong>Zona divisória entre o fuste e a raiz, normalmente é identificado nas árvores ou mudas por um ligeiro bombeamento na linha de separação.<br />
<strong>Nosófito &#8211; </strong>Qualquer vegetal patogênico.<br />
<strong>Novedio &#8211; </strong>Segunda fase de desenvolvimento de um povoamento regular, em que se verifica um grande crescimento em altura, o início da desramação natural e o sobressair de algumas plantas entre uma intensa competição natural.<br />
<strong>Noz &#8211; </strong>É um tipo de fruto seco com apenas uma semente (raramente duas) no qual a parede do ovário ou parte dela torna-se muito dura na maturidade. A maioria das nozes vem dos pistilos com ovários inferiores e não abrem na maturidade. Ex: Nogueira, Faia, Castanheira.<br />
<strong>Nutriente &#8211; </strong>Qualquer substância do meio ambiente seja ela orgânica ou inorgânica indispensável ao desenvolvimento de uma planta, animal ou de qualquer outra espécie de organismo vivo.</p>
<p><strong>O<br />
Oásis &#8211; </strong>Pequena região em meio a uma área desértica, coberta por vegetação em virtude de um afloramento de água.<br />
<strong>Obcordata &#8211; </strong>Folha em forma de coração, com a haste inserida na ponta.<br />
<strong>Obovada &#8211; </strong>Folha em forma de ovo, com a base mais estreita.<br />
<strong>Obtusa &#8211; </strong>Folha com pontas rombas.<br />
<strong>Óleo de nim &#8211; </strong>Bioprotetor natural extraído das sementes do fruto da árvore de nim utilizado na agricultura e na pecuária na prevenção e/ou controle no ataque de insetos, fungos, bactérias, pragas e parasitas.<br />
<strong>Óleo mineral &#8211; </strong>Produto derivado do petróleo ou de hulha.<br />
<strong>Olericultura &#8211; </strong>Parte da horticultura que trata da exploração de atividade que produzem legumes e verduras.<br />
<strong>Olho d’água &#8211; </strong>Ponto onde brota água do subsolo, por afloramento de lençol freático.<br />
<strong>Ombrófila &#8211; </strong>Espécies que sobrevivem em ambientes sombreados onde a umidade é alta e constante ao longo do ano.<br />
<strong>Oposta &#8211; </strong>Folhas ou folíolos saindo do mesmo nó, dispostos em pares.<br />
<strong>Orbicular &#8211; </strong>Folha em forma circular.<br />
<strong>Organoclorado &#8211; </strong>Substância orgânica sintética utilizada como inseticida, que contém em suas moléculas átomos de cloro, carbono e hidrogênio.<br />
<strong>Organofosforado &#8211; </strong>Substância orgânica sintética utilizada como pesticida que contém em suas moléculas átomos de fósforo, carbono e hidrogênio.<br />
<strong>Organogênese &#8211; </strong>Processo de neoformação de órgãos (brotos e raízes) a partir de células ou tecidos.<br />
<strong>Ornitofilia &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada por aves.<br />
<strong>Orvalho &#8211; </strong>Gotas de água originadas da condensação do vapor d’água contido na atmosfera, resfriadas por radiação noturna com a queda de temperatura ambiente. Normalmente são encontradas sobre as plantas e outras superfícies planas que tenham temperatura acima do ponto de congelamento, nas primeiras horas da manhã antes de evaporar quando da incidência dos raios solares.<br />
<strong>Ovada &#8211; </strong>Folha com a forma de ovo, isto é, arredonda com a base mais larga.</p>
<p><strong>P<br />
Pá &#8211; </strong>Instrumento largo e chato, de madeira ou de metal, ferro ou aço, matéria plástica, ferro etc. Com rebordos laterais e provido de um cabo reto ou em forma de Y, muito utilizado em atividades agrícolas, na construção civil, para cavar o solo, remover terra, areia, carvão, lixo etc. Pode ter a frente reta (pá quadrada) ou com uma ponta (pá de bico) para melhor se adaptar ao uso.<br />
<strong>Paisagismo &#8211; </strong>É a arte e técnica de promover o projeto, planejamento, gestão e preservação de espaços livres, urbanos ou não, de forma a processar micro e macro-paisagens. Apesar de ser normalmente associado à jardinagem, a arquitetura paisagista envolve todos os possíveis elementos constituintes da paisagem, sejam eles naturais ou não.<br />
<strong>Panícula &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que as flores são pediceladas e dispostas em uma raque ramificada, normalmente ocorrendo apenas nas ramificações.<br />
<strong>Pântano &#8211; </strong>Região natural e permanentemente inundada por águas estagnadas, sendo seu fundo lodoso e pouco consistente.<br />
<strong>Parasita &#8211; </strong>Organismo que vive no interior ou sobre outro organismo que se denominado hospedeiro e obtém através deste os nutrientes necessários à sua sobrevivência. Em alguns dos casos, o hospedeiro também serve de proteção e abrigo contra seus predadores.<br />
<strong>Parênquima &#8211; </strong>É o conjunto de células responsáveis pela função de determinado órgão. Nas plantas, chama-se parênquima ao tecido pouco especializado que forma a parte interior de muitos órgãos. O parênquima está relacionado com a fotossíntese, reserva de várias substâncias, cicatrização e origem de outras estruturas.<br />
<strong>Pecíolo &#8211; </strong>Haste que sustenta o limbo da folha e a une à bainha ou diretamente ao ramo; pé.<br />
<strong>Pedicelo &#8211; </strong>Ver pedúnculo.<br />
<strong>Pediforme &#8211; </strong>Folha de forma espalmada, mas com lobos laterais divididos.<br />
<strong>Pedúnculo &#8211; </strong>É a estrutura, originada da modificação do caule, responsável pela sustentação e condução de seiva para as flores. Conecta-se ao caule ou à raque da inflorescência na base e ao cálice no ápice. O caju é um exemplo de um pedúnculo floral que se desenvolve e se torna um pseudofruto. Na sua ausência, diz-se que as flores são sésseis. Sinônimo: Pedicelo.<br />
<strong>Pegar &#8211; </strong>Diz-se de uma planta que após seu transplante de local para outro, cria raízes e se desenvolve, ou quando se desenvolve satisfatoriamente o processo de enxertia.<br />
<strong>Peltada &#8211; </strong>Folha com haste inserida no centro.<br />
<strong>Percevejo &#8211; </strong>Inseto, geralmente terrestre, às vezes aquático, que ataca várias culturas, sugando a seiva de qualquer parte da planta, podendo transmitir fungo.<br />
<strong>Perene &#8211; </strong>Aquele cujo ciclo de vida se estende ao longo de vários anos. Diz-se também dos rios e lagos que não secam, mantendo-se com água ao longo do ano. Lavouras que têm longo ciclo de produção.<br />
<strong>Perfoliada &#8211; </strong>Neste caso, as hastes da planta parecem perfurar as folhas.<br />
<strong>Pérgola &#8211; </strong>Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc.<br />
<strong>Perianto &#8211; </strong>É o nome dado aos invólucros da flor, isto é, o conjunto do cálice e da corola que envolve os órgãos de reprodução.<br />
<strong>Permacultura &#8211; </strong>É um modelo de agricultura integrada com o ambiente. A permacultura envolve plantas semipermanentes e permanentes, e atividade produtiva dos animais. São considerados os aspectos paisagísticos e energéticos na elaboração e na manutenção de policultivos, o que a diferencia das demais atividades produtivas.<br />
<strong>Pesticida &#8211; </strong>Substância química ou biológica utilizada para combater agentes nocivos e causadores de doenças nas plantas.<br />
<strong>Pétala &#8211; </strong>É uma peça constituinte da flor, situada no seu verticilo protetor mais interno. A pétala é uma estrutura normalmente membranácea, ampla, colorida, e têm muitas funções, entre as quais a atração de polinizadores.<br />
<strong>PH &#8211; </strong>É o símbolo para a grandeza físico-química &#8216;potencial hidrogeniônico&#8217;. Essa grandeza é um índice que indica o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio qualquer.<br />
<strong>Picareta &#8211; </strong>Instrumento de ferro ou aço, em forma ligeiramente arqueada com duas pontas e um cabo de madeira no centro do arco, bastante usado em atividades de mineração e em agricultura, nos manejos em se necessita escavar terra, arrancar pedras etc.<br />
<strong>Piçarra &#8211; </strong>Qualquer rocha sedimentar argilosa estratificada, endurecida. Terra misturada com areia e pedra. Cascalho muito empregado no revestimento do leito de estradas.<br />
<strong>Pilosa &#8211; </strong>Denominação para qualificar plantas ou seus órgãos que apresentam tricomas (pêlos) curtos, porém densamente distribuídos na superfície, conferindo até mesmo colorações diferentes às folhas.<br />
<strong>Pinatilobada &#8211; </strong>Folhas divididas em lobos profundos e opostos.<br />
<strong>Pinha &#8211; </strong>Fruto de árvores conífera como os pinheiros.<br />
<strong>Pínula &#8211; </strong>Ver folíolo.<br />
<strong>Pinulada &#8211; </strong>O mesmo que pinada. Fomato de folhas compostas por muitos folíolos. Pode ser par ou ímpar.<br />
<strong>Piolho &#8211; </strong>Designação imprópria de certos ácaros de ninhos, coccídios e afídeos de plantas.<br />
<strong>Piramidal &#8211; </strong>Tipo de conformação de copa de árvore, quando esta apresenta forma semelhante a uma pirâmide ou cone.<br />
<strong>Pisoteio &#8211; </strong>Ato de pisar em uma forração ou gramado, praticado por animais, veículos ou pessoas, que prejudica o nascimento ou rebrote das espécies vegetais.<br />
<strong>Pixídio &#8211; </strong>É um tipo de fruto seco e deiscente, com uma abertura bastante particular: a parte superior do ovário destaca-se do restante do fruto na maturação, como uma tampa. Usualmente esses frutos são pêndulos, e ao abrir a &#8220;tampa&#8221; as sementes são liberadas pela força da gravidade. Ex.: Papoula.<br />
<strong>Plâncton &#8211; </strong>Conjunto de plantas (fitoplâncton) e de animais (zooplâncton) aquáticos microscópicos que vivem em suspensão em água doce, salobra e salgada.<br />
<strong>Planta de raiz nua &#8211; </strong>Espécie vegetal produzida em canteiro e que é plantada com a raiz livre da maior parte da terra do viveiro.<br />
<strong>Planta de torrão &#8211; </strong>Espécie vegetal que é produzida, transportada e plantada com o raizame envolvido em terra do viveiro.<br />
<strong>Planta em contentor &#8211; </strong>Espécie vegetal produzida e transportada em recipientes.<br />
<strong>Plantação &#8211; </strong>Operação que consiste na instalação de espécies vegetais em um local pretendido. Lavoura, cultura, toda vegetação plantada pelo homem.<br />
<strong>Plantadora &#8211; </strong>Máquina ou implemento agrícola, manual ou mecânico, utilizada para introduzir no solo partes vegetativas de plantas que formarão a lavoura como colmos, galhos, tubérculos, bulbos.<br />
<strong>Plantar &#8211; </strong>Operação que consiste em colocar no solo mudas ou parte de vegetais capazes de se desenvolver, com objetivo de implantar uma cultura, como tubérculos, galhos, colmos, bulbos e outros.<br />
<strong>Plantas aromáticas &#8211; </strong>São espécies vegetais que produzem essências aromáticas, utilizadas como temperos ou para produção de perfumes. Normalmente, estas essências são utilizadas como matérias-primas do preparo de óleos essências e são retiradas das folhas, flores, frutos, cascas, raízes, seiva e outras partes.<br />
<strong>Plantas atrativas &#8211; </strong>São plantas cultivadas nas linhas de culturas principais e que praticamente não concorrem com ela e têm a função ou propriedade de atrair, alimentar ou hospedar pragas ou doenças que atacam as culturas principais.<br />
<strong>Plantas benéficas &#8211; </strong>São plantas cuja presença traz benefício para a cultura já existente ou futuras culturas, por não interferirem no cultivo e serem hospedeiras de pragas que atacam a lavoura principal. Servem de abrigo e reprodução dos insetos que se alimentam das pragas.<br />
<strong>Plantas carnívoras &#8211; </strong>Espécies vegetais que capturam pequenos insetos, por meio de variados dispositivos, e realizam a digestão mediante a emissão de um suco digestivo. Esses vegetais, não obstante, têm raízes e absorvem alimentos do solo.<br />
<strong>Plantas companheiras &#8211; </strong>São plantas que não interferem de forma negativa no cultivo das lavouras principais se beneficiando mutuamente. O cultivo, entre as linhas da lavoura, de plantas companheiras é um recurso empregado com sucesso para o aumento de produtividade da lavoura e da proteção contra o ataque de pragas.<br />
<strong>Plantas condimentares &#8211; </strong>São espécies vegetais que servem de tempero ou condimento, na forma seca ou natural, para o preparo e a conservação de alimentos. Normalmente, estes temperos e condimentos são retirados das folhas, flores, frutos, cascas, raízes, seiva e outras partes.<br />
<strong>Plantas de dia curto &#8211; </strong>São espécies vegetais que florescem somente quando o período escuro do dia torna-se maior que o habitual.<br />
<strong>Plantas de dia longo &#8211; </strong>São espécies vegetais que florescem somente quando o período escuro do dia torna-se menor que o habitual.<br />
<strong>Plantas defensivas &#8211; </strong>São plantas cuja presença prejudica de alguma forma o desenvolvimento de outras plantas. O cultivo, na propriedade de plantas como o alho, a urtiga, o cravo-de-defunto e a arruda, tem demonstrado bons resultados, como defensivos naturais contra o ataque de pragas substituindo com vantagens alguns produtos químicos.<br />
<strong>Plantas indicadoras &#8211; </strong>São plantas cuja presença indica a existência no solo ou na água, de algum componente, substância ou a ocorrência de determinadas condições ambientais das quais depende para sobreviver.<br />
<strong>Plantas invasoras &#8211; </strong>Plantas com capacidade de formar colônias espontaneamente em novos ambientes, através de seus mecanismos de regeneração natural, e prejudicar o desenvolvimento de uma cultura já instalada ou em formação.<br />
<strong>Plantas medicinais &#8211; </strong>São espécies vegetais que produzem algum princípio ativo utilizado como medicamento para tratamento de doenças, fornecendo material indispensável para tratamentos fitoterápicos através de folhas, flores, frutos, cascas, raízes, seiva e outros, dos quais são preparados chás, xaropes, tinturas e outras formas de medicamentos ou cosméticos.<br />
<strong>Plantas melhoradoras &#8211; </strong>São espécies vegetais cultivadas com o objetivo de melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo possibilitando sua utilização para o cultivo de uma lavoura, pastagem ou floresta.<br />
<strong>Plantas ornamentais &#8211; </strong>São espécies vegetais que produzem flores e folhagens, normalmente utilizadas para decoração e tratamento paisagístico.<br />
<strong>Plantas protetoras &#8211; </strong>São espécies vegetais cultivadas com o objetivo de controlar a erosão mantendo as condições de fertilidade do solo, ou proteger outras espécies fornecendo sombra, controlando a ação dos ventos e da chuva etc.<br />
<strong>Plantas repelentes &#8211; </strong>São espécies vegetais cultivadas nas linhas de culturas principais e que praticamente não concorrem com ela e têm a função ou propriedade de afastar, repelir ou impedir aproximação de organismos nocivos que atacam as culturas principais.<br />
<strong>Plantas transgênicas &#8211; </strong>São espécies vegetais que receberam dentro de uma de suas células material genético de outra espécie via biotecnologia.<br />
<strong>Plantio direto &#8211; </strong>Tecnologia de plantio que consiste em plantar as espécies sem fazer o revolvimento ou preparo do solo com utilização de máquinas pesadas, efetuando rotação de culturas e mantendo cobertura morta ou palha para proteção do solo contra erosão e perda de nutrientes.<br />
<strong>Plantio em espaldeira &#8211; </strong>É o sistema utilizado para o cultivo de espécies trepadeiras, como, por exemplo, o maracujá.<br />
<strong>Plântula &#8211; </strong>Embrião em desenvolvimento, após a germinação da semente; planta recém-nascida.<br />
<strong>Pluvial &#8211; </strong>Relativo à chuva.<br />
<strong>Pó de rocha &#8211; </strong>Partículas de rocha reduzidas a pó, geralmente apresentam diâmetros inferiores a 0,075mm. As rochas mais usadas na agricultura são o calcário, o basalto, o granito, as argilas e as vermiculitas.<br />
<strong>Poda &#8211; </strong>Operação agrícola realizada periodicamente com a função de retirar partes das plantas através do corte de ramos, da rama ou de braços inúteis de árvores, arbustos etc. Com finalidade de formar, tratar ou renovar uma planta podendo ser artificial ou natural.<br />
<strong>Poda contínua &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que é executada em períodos estabelecidos de acordo com o desenvolvimento das plantas. Pode ser realizada todo mês, a cada dois meses etc. São retirados os galhos mortos ou doentes, ramos ladrões e galhos que não produziram em outras safras. Este processo é executado em todas as fases, do cultivo desde a floração até a fase de colheita.<br />
<strong>Poda de forma &#8211; </strong>Tipo de poda artificial contínua ou sistemática, efetuada nos limites exteriores das plantas através da retirada de galhos, ramos e folhas, com o objetivo de conferir a planta determinada forma ou feitio. Esta prática é muito utilizada em jardins e lavouras onde a forma da planta é importante para o manejo.<br />
<strong>Poda de formação &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que tem por objetivo adaptar a árvore à sua futura utilização.<br />
<strong>Poda de frutificação &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que tem por objetivo controlar, uniformizar e regularizar a produção de frutos.<br />
<strong>Poda de limpeza &#8211; </strong>Tipo de poda artificial leve que tem por objetivo retirar apenas ramos doentes e inconvenientes.<br />
<strong>Poda de produção &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que tem por objetivo preparar a planta para a produção da safra que seguirá. O mesmo que poda de frutificação.<br />
<strong>Poda de renovação &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que tem por objetivo o rejuvenescimento, reconstituição e tratamento da planta, através da eliminação de quase toda copa deixando somente os ramos principais para favorecer o crescimento de novos brotos e galhos.<br />
<strong>Poda drástica &#8211; </strong>Tipo de poda artificial bastante rigorosa, na qual se retira praticamente todos os galhos, com objetivo de rejuvenescimento da planta, através do crescimento de novos brotos e galhos.<br />
<strong>Poda natural &#8211; </strong>É a morte e/ou queda natural dos ramos de árvores vivas, em virtude de causas como: deficiência de luz, apodrecimento, excesso de umidade etc. Normalmente, a queda natural ocorre de baixo para cima, dos ramos de uma árvore em formação, resultante da densidade do maciço e conseqüente sombreamento (à medida que uma árvore cresce, os ramos mais baixos, dominados pelos que se vão superiormente desenvolvendo, atrofiam-se e morrem, acabando por se desprender do tronco).<br />
<strong>Poda radicular &#8211; </strong>Tipo de poda artificial efetuada no sistema radicular em viveiro, no sentido de retardar o desenvolvimento da parte aérea ou de provocar a formação de um sistema radicular mais denso.<br />
<strong>Poda sistemática &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que é executada em períodos estabelecidos de acordo com o desenvolvimento das plantas e com a forma que se deseja para elas. Pode ser realizada semanalmente, quinzenalmente, todo mês, a cada dois meses etc. E neste processo são retirados os galhos mortos ou doentes, ramos ladrões, galhos inúteis ou os que não produziram em outras safras. Este processo é executado em todas as fases do cultivo desde a floração até a fase de colheita.<br />
<strong>Poda verde &#8211; </strong>Tipo de poda artificial que é feita durante todo o período vegetativo da planta desde a brotação até a colheita.<br />
<strong>Podridão &#8211; </strong>Sintoma de necrose caracterizado pela destruição total dos tecidos, geralmente causada por um fungo.<br />
<strong>Pólen &#8211; </strong>É o conjunto dos minúsculos grãos produzidos pelas flores das plantas, que são os elementos reprodutores masculinos ou microgametófitos, onde se encontram os gametas que vão fecundar os óvulos, para os transformar em frutos.<br />
<strong>Policultivo &#8211; </strong>É o cultivo de várias espécies vegetais em um mesmo campo e no mesmo espaço de tempo.<br />
<strong>Polinização &#8211; </strong>É o ato da transferência de grãos de pólen de uma flor para o estigma de outra flor, ou para o seu próprio estigma. Pode-se dizer que a polinização é o ato sexual das plantas espermatófitas, já que é através deste processo que o gameta masculino pode alcançar e fecundar o gameta feminino.<br />
<strong>Polpa &#8211; </strong>Substância carnuda e macia que reveste as sementes de alguns frutos, podendo ser extraída por processos químicos ou físicos para ser utilizada na produção de sucos, geléias e doces.<br />
<strong>Polvilhadora &#8211; </strong>Máquina agrícola utilizada para aplicação de defensivo sob a forma de um jato de pó sobre a parte aérea de uma planta.<br />
<strong>Pomar &#8211; </strong>Lavoura destinada ao cultivo de árvores frutíferas. Local onde existe grande quantidade de árvores frutíferas. Área, lavoura ou plantação de árvores frutíferas.<br />
<strong>Potássio &#8211; </strong>Macronutriente essencial como elemento ativador de numerosos processos enzimáticos, porém não forma nenhum composto orgânico. Participa ativamente na síntese e transporte de açúcares e é fundamental nas culturas produtoras de amido e na cana de açúcar. É o segundo nutriente mais absorvido pelas plantas, ajuda a formação de açúcares e proteínas e controla a absorção e perda de água pela planta aumentando a resistência das mesmas contra pragas e doenças. A ausência ou deficiência de potássio pode causar manchas brancas ou amareladas nas folhas e caules finos e fracos.<br />
<strong>Pousio &#8211; </strong>Período de tempo em que um solo é deixado em repouso, isto é, sem cultivo de lavoura, para recuperar suas condições de fertilidade. Normalmente se cultiva algum tipo de adubo verde para incorporá-lo posteriormente ou se utiliza uma cobertura morta para não deixar o solo exposto a fatores que causem erosão. Repouso.<br />
<strong>Povoamento &#8211; </strong>Conjunto bem delimitado de plantas arbóreas plantadas numa determinada área.<br />
<strong>Praga &#8211; </strong>Insetos, fungos ou outros animais ou vegetais nocivos a determinadas culturas. Muitas das pragas e doenças que afetam as plantas são provenientes da ação destes organismos, porém elas só são atacadas quando estão desequilibradas ou não estão sendo cultivadas corretamente.<br />
<strong>Propagação &#8211; </strong>Multiplicação dos seres vivos por meio da reprodução sexuada ou assexuada; proliferação.<br />
<strong>Protalo &#8211; </strong>É um indivíduo de vida curta que produz gametas para dar origem a uma nova planta. Corresponde a fase de gametófito (fase sexuada) das pteridófitas.<br />
<strong>Protozoário &#8211; </strong>Sub-reino do reino animal que compreende todos os seres constituídos por uma única célula, muito comum na natureza e que provoca doenças no homem, nos animais e nos vegetais.<br />
<strong>Psicofilia &#8211; </strong>Tipo de polinização efetuada por borboletas.<br />
<strong>Pubescente &#8211; </strong>Denominação para qualificar plantas ou seus órgãos que apresentam tricomas(pêlos) esparsos e curtos, conferindo, quando muito, uma sensação de leve aveludamento e um certo reflexo brilhante sob a luz.<br />
<strong>Pulverizador &#8211; </strong>Instrumento utilizado para projetar matéria pulverizada ou espargir líquidos em gotas muito tênues. Utilizado na agricultura para distribuir fertilizantes ou defensivos.<br />
<strong>Pungência &#8211; </strong>Substância picante encontrada nas hortaliças.<br />
<strong>Putrefação &#8211; </strong>Processo de oxidação natural que ocorre em virtude da ação de bactérias e fungos que transformam os aminoácidos em  gases. Decomposição biológica de matéria orgânica, com formação de odor desagradável, associada a condições anaeróbicas.</p>
<p><strong>Q<br />
Quarentena &#8211; </strong>Período de observação, confinamento e inspeção aplicado a plantas e animais ou suas partes, normalmente de quarenta dias, para que sejam cumpridas as normas de biossegurança, como forma de prevenção da disseminação de pragas, doenças ou a proliferação de espécies indesejadas.<br />
<strong>Quebra-vento &#8211; </strong>barreira que impede ou controla a ação dos ventos normalmente utilizada para proteger campos, culturas, aglomerados urbanos ou outros locais. As barreiras podem ser naturais, como um acidente geográfico (morro, florestas, paredões de pedras etc.) ou artificial feita pelo homem (aléias, fileiras de plantas, aterros etc.).<br />
<strong>Quiescência &#8211; </strong>Parada temporária do desenvolvimento ou de outra atividade de um organismo devido a condições ambientais desfavoráveis.<br />
<strong>Quiropterofilia &#8211; </strong>Tipo de polinização realizada por morcegos.</p>
<p><strong>R<br />
Racemo &#8211; </strong>Tipo de inflorescência, onde as flores são pediceladas e dispostas em uma raque simples. Sinônimo: Rácimo.<br />
<strong>Raiz &#8211; </strong>É o órgão das plantas que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água e nutrientes.<br />
<strong>Raiz axial &#8211; </strong>Raiz principal, bem desenvolvida, que se forma mediante o crescimento da radícula do embrião.<br />
<strong>Raleio &#8211; </strong>Tornar ralo ou menos denso uma população vegetal através da eliminação de alguns indivíduos ou parte deles como ramos, galhos, frutos e flores, normalmente utilizada para obter produtos mais desenvolvidos.<br />
<strong>Rama &#8211; </strong>Ramos e folhagens das árvores ou outro qualquer vegetal.<br />
<strong>Ramificação &#8211; </strong>Conjunto de ramos em que se subdivide um caule.<br />
<strong>Ramo &#8211; </strong>Ver galho.<br />
<strong>Ráquis &#8211; </strong>É a designação dada ao eixo central de estruturas biológicas ramificadas, como inflorescências e folhas pinadas. Sinônimo: Raque.<br />
<strong>Raquitismo &#8211; </strong>Doença causada por bactérias em espécies vegetais impedindo seu crescimento regular.<br />
<strong>Rastelo &#8211; </strong>Instrumento agrícola, semelhante a um ancinho, constituído de uma grade com dentes, de ferro ou madeira, com a qual se aplaina terra lavrada.<br />
<strong>Ravinamento &#8211; </strong>Sulcos produzidos nos terrenos, devido ao trabalho, erosivo das águas de escoamento.<br />
<strong>Recepa &#8211; </strong>Poda baixa, drástica, em que se deixa apenas o tronco e estimula a formação de uma nova copa nas árvores. Este tipo de poda é considerada condenável em árvores ornamentais, no paisagismo urbano, por deformar as árvores e retirar seu aspecto natural.<br />
<strong>Reciclagem &#8211; </strong>Obtenção de material a partir de resíduos ou material já utilizado, introduzindo-os de novo no ciclo de utilização.<br />
<strong>Reflorestamento &#8211; </strong>Instalação de floresta numa área onde esta já foi explorada ou deixou de existir por qualquer razão.<br />
<strong>Regime de talhadia &#8211; </strong>Tipo de regime em que a perpetuação dos povoamentos se dá de forma assexuada, ou seja, é conseguida através da obtenção e do aproveitamento de rebentos de origem caulinar ou radicular, o que é possível apenas em algumas espécies.<br />
<strong>Regulador de crescimento -</strong>Composto químico, orgânico ou sintético que ingerido em pequenas proporções promove, inibe ou modifica o crescimento das plantas.<br />
<strong>Reniforme &#8211; </strong>Folha em formato de rim.<br />
<strong>Renque &#8211; </strong>É a disposição de um grupo de árvores em fila, ala, linha ou fileira.<br />
<strong>Repelente &#8211; </strong>São substâncias sintéticas, naturais ou minerais contidas em algumas espécies de vegetais ou animais que afastam ou impedem a aproximação de outros organismos que lhes são prejudiciais ou são a outros vegetais ou animais.<br />
<strong>Repicagem &#8211; </strong>Transplante das mudas de uma sementeira ou do local de semeadura para os recipientes aonde irão se desenvolver até o plantio em local definitivo.<br />
<strong>Resiliência &#8211; </strong>É a capacidade que tem um sistema ambiental de suportar as alterações ou perturbações mantendo sua estrutura geral quando sua situação de equilíbrio é modificada, ou seja, é a capacidade de retornar à sua condição original de equilíbrio após modificações consideráveis.<br />
<strong>Resina &#8211; </strong>Substância vegetal amorfa, geralmente inflamável, insolúvel em solventes orgânicos, segregada por certas árvores e plantas.<br />
<strong>Ressurgência &#8211; </strong>Fenômeno em que pragas, doenças ou ervas invasoras se manifestam novamente após terem sido eliminadas ou controladas.<br />
<strong>Restinga &#8211; </strong>Tipo de vegetação composta de estrato herbáceo, arbustivo e arbóreo que recebe influência marinha.<br />
<strong>Ritidoma &#8211; </strong>É a designação dada às porções mais velhas do súber que se vão destacando da superfície dos troncos das plantas lenhosas, constituindo a sua camada mais externa. É camada exterior, constituída por células mortas, da casca das árvores e outras plantas lenhosas. O ritidoma de algumas espécies tem interesse comercial, como acontece com o sobreiro, cujo ritidoma é a cortiça, e o pinheiro, cujo ritidoma é a carrasca, utilizada como material combustível e de enchimento.<br />
<strong>Rizóbio &#8211; </strong>Bactéria heterotrófica capaz de formar nódulos simbióticos nas raízes de plantas leguminosas, fixando nitrogênio atmosférico, que é utilizado pela planta.<br />
<strong>Rizoma &#8211; </strong>É um tipo de caule que cresce horizontalmente, geralmente subterrâneo, mas podendo também ter porções aéreas. Desta forma o rizoma permite a propagação vegetativa da espécie. Ex.: Bananeira.<br />
<strong>Rizosfera &#8211; </strong>Zona do solo em torno das raízes ou toda a zona que sofre influencia de um sistema radicular.<br />
<strong>Roçadeira &#8211; </strong>Máquina agrícola composta de uma ou mais facas, que corta e pica a massa vegetativa, seja ela, cobertura arbustiva, resto de cultura ou pastagem. É utilizada para o controle de ervas invasoras em culturas perenes, manejo de restos culturais e na renovação de pastagens, limpeza de parque, jardins e canteiros de estrada.<br />
<strong>Rombóide &#8211; </strong>Folha com formato de losango.<br />
<strong>Roseta &#8211; </strong>Forma radial de disposição de folhas ou folíolos, em anéis circulares e apertados, partindo do mesmo nó ou verticilo.<br />
<strong>Rotação de cultura &#8211; </strong>Técnica que utiliza o mesmo espaço físico para cultivar espécies diferentes de plantas em período de tempo alternado, observado um período mínimo sem o cultivo desta espécie na mesma área.<br />
<strong>Ruderal &#8211; </strong>Vegetação nitrófila (que vive em substratos ricos em compostos nitrogenados), com grande capacidade de adaptação que cresce sobre escombros e ruínas.<br />
<strong>Runa &#8211; </strong>Seiva de pinheiro.</p>
<p><strong>S<br />
Sacho &#8211; </strong>Instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, com cabo longo semelhante a uma enxada estreita e longa, em dimensões e peso bem menores. Em uma das extremidades, tem uma orelha pontiaguda ou bifurcada. Na outra, uma pequena enxada. Muito utilizado em atividades de jardinagem, hortas e viveiro de mudas.<br />
<strong>Sagitada &#8211; </strong>Folha pontuda de base com farpas.<br />
<strong>Saibro &#8211; </strong>Produto poroso e permeável, resultado da composição incompleta de rochas feldspáticas, principalmente granitos ou gnaisses, no qual ainda se pode ver a textura primitiva da rocha.<br />
<strong>Salinização &#8211; </strong>É o acúmulo de sais no solo, impedindo sua utilização para o plantio, geralmente ocorre em regiões áridas e semi-áridas e em locais onde a evaporação é muito forte e tem baixo índice pluviométrico.<br />
<strong>Salitre &#8211; </strong>Nitrato de potássio.<br />
<strong>Salitre do Chile &#8211; </strong>Nitrato duplo de sódio e potássio extraído das grandes jazidas naturais dos Andes (Chile) e utilizado como adubo nitrogenado, mais facilmente assimilável pelas plantas.<br />
<strong>Sâmara &#8211; </strong>É um tipo de fruto identificado mais pela forma, do que pela sua estrutura carpelar. São normalmente secos, indeiscentes, com uma ou duas alas membranosas associadas à região do lóculo, onde encontra-se uma só semente. Frutos samaróides não devem ser confundidos com sementes aladas.<br />
<strong>Sanja &#8211; </strong>Valeta cavada ao redor de uma planta doente com objetivo de evitar a propagação da doença através dos componentes do solo.<br />
<strong>Sapopema &#8211; </strong>Raiz tubular, que faz saliência fora da terra e forma em torno do tronco grandes cristas.<br />
<strong>Sapróbio &#8211; </strong>Denominação genérica de organismos, animais ou vegetais, heterotróficos, que se nutrem de matéria orgânica morta ou em decomposição.<br />
<strong>Saprófito &#8211; </strong>Vegetal, inferior ou superior, desprovido de clorofila, como as burmaniáceas e certas orquidáceas, que se nutrem de animais e plantas mortos ou em decomposição.<br />
<strong>Sarna &#8211; </strong>Doença causada por bactérias ou fungos, caracterizada por tubérculos no caule e manchas necrosadas nas folhas e frutos, tornando-os encarquilhados.<br />
<strong>Savana &#8211; </strong>Área plana relativamente extensa formada por pastagens com predominância de gramíneas e algumas árvores dispersas.<br />
<strong>Sebe &#8211; </strong>Ver cerca-viva.<br />
<strong>Seiva &#8211; </strong>É o líquido que circula por toda a planta para alimentar as suas células. Distinguem-se dois tipos de seiva: a seiva bruta, formada nas raízes, por absorção da solução existente no solo que é levada até aos órgãos verdes da planta através das células do xilema, para ser utilizada na produção de substâncias orgânicas e assim transformada em seiva elaborada, que é dispersa por todos os tecidos da planta através dos vasos do floema, para alimentar as células.<br />
<strong>Seixo rolado &#8211; </strong>Seixo sem arestas, arredondado pelo desgaste através do atrito entre dois corpos, e que se encontra à beira-mar e em margens e leitos de rios caudalosos. Pedra rolada, brugalhau.<br />
<strong>Seleção &#8211; </strong>Ato ou efeito de selecionar. Escolha fundamentada. Processo de escolha e eliminação de indivíduos que não atendem as características determinadas para o grupo.<br />
<strong>Semeadora &#8211; </strong>Máquina agrícola que dosa e distribui sementes no solo, podendo ser manual, de tração animal ou motorizada ou automotriz.<br />
<strong>Semeadura &#8211; </strong>Operação que consiste em colocar sementes no solo ou em recipientes para que germinem e formem plantas. No solo, as sementes podem ser colocadas a lanço ou dispostas nas linhas ou em covas.<br />
<strong>Sementão &#8211; </strong>Denominação dada à árvore com idade, dimensão e estrutura favoráveis para a produção de sementes.<br />
<strong>Semente &#8211; </strong>Óvulo (ovo fecundado) maduro e desenvolvido que conduz o embrião e está incluído no fruto. Quase sempre, é envolvido por um tegumento e por dentro dos tegumentos há só o embrião, ou este se acompanha de endosperma. Recipiente em que o embrião pode permanecer em estado de vida latente durante longo período.<br />
<strong>Semente ortodoxa &#8211; </strong>Óvulo maduro e desenvolvido que tolera o dessecamento em baixos teores de umidade, sem danos em sua viabilidade. Esta categoria, normalmente, tolera temperaturas abaixo de zero em armazenamento a longo prazo.<br />
<strong>Semente recalcitrante &#8211; </strong>Óvulo maduro e desenvolvido que não sofre desidratação, durante a maturação é liberado pela planta mãe com altos teores de umidade. É sensível a baixas temperaturas e a secagem (morre se o conteúdo de umidade e a temperatura forem reduzidos abaixo de um ponto crítico).<br />
<strong>Sementeira &#8211; </strong>Local onde são depositadas as sementes com objetivo de germinação e posterior transplante. Podem ser canteiros ou tabuleiros dispostos em locais especiais que facilitem a germinação como aeração, luminosidade, umidade, isolação, proteção contra ataque de insetos, pássaros e outros animais.<br />
<strong>Senescência &#8211; </strong>Falha geral de várias reações bioquímicas que precedem a morte celular, esta fase se estende da maturação completa até a morte.<br />
<strong>Sépala &#8211; </strong>É uma peça constituinte da flor, situada no seu verticilo mais externo desta. São estruturas foliáceas, normalmente menores e mais consistentes do que as pétalas, e na maior parte dos casos têm a função primordial de proteger o botão floral, fechando-se sobre este antes da antese.<br />
<strong>Serragem &#8211; </strong>Pó fino resultante do processo de corte da madeira. Seu uso como fertilizante ou nos compostos orgânicos deve ser cauteloso, principalmente como cobertura morta, pois quando molhada forma blocos compactos que podem prejudicar a germinação das sementes e dificultar ou impedir a absorção de água pelo solo. Sua degradação pode durar até 10 anos.<br />
<strong>Serrapilheira &#8211; </strong>Camada de folhas, galhos e matéria orgânica morta que cobre o solo das matas.<br />
<strong>Séssil &#8211; </strong>Diz-se do órgão fixado diretamente à parte principal de um ser vivo. Algo inserido diretamente, sem pedículo ou haste de sustentação.<br />
<strong>Sicônio &#8211; </strong>É um tipo de inflorescência em que as flores são sésseis e inseridas em um receptáculo carnoso que se fecha sobre elas, deixando apenas uma abertura no ápico.<br />
<strong>Síliqua &#8211; </strong>É um tipo de fruto seco e deiscente, constituído por dois carpelos. Em seu interior há um septo plano, onde inserem-se as sementes, em ambas as suas faces (encerrando-as em cada um dos dois lóculos formados). Este septo, na abertura do fruto, destaca-se de ambos os carpelos, expondo as sementes ao vento. Ex. Ipê-amarelo.<br />
<strong>Silte &#8211; </strong>Material sedimentar composto de pequenas partículas de minerais diversos, de tamanho compreendido entre a areia e a greda, ou seja, entre 0,05mm e 0,005mm de diâmetro, que normalmente constituem mantos situados no solo.<br />
<strong>Sinomônio &#8211; </strong>Substância exalada ou extraída de plantas que apresenta característica benéfica tanto para elas como para os receptores, como, por exemplo, o aroma exalado por uma planta que atrai insetos, aves ou herbívoros, possibilitando a polinização e continuidade da espécie.<br />
<strong>Socalco &#8211; </strong>Ver terraço.<br />
<strong>Solo &#8211; </strong>É a camada que recobre as rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de minerais (formados por intemperismo da rocha subjacente, a rocha-mãe) e de húmus (matéria orgânica decomposta por ação de organismos do solo). Também se refere, de modo mais restrito (especialmente na agricultura), à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal.<br />
<strong>Soro &#8211; </strong>É um grupo de gametângios ou de esporângios que produzem, por meio de meiose, esporos para a formação do prótalo.<br />
<strong>Subsolador &#8211; </strong>Implemento agrícola que mobiliza o solo em profundidade através de hastes retas, curvas ou parabólicas, rompendo camadas compactadas que dificultam a penetração das raízes e a infiltração de água.<br />
<strong>Subsolo &#8211; </strong>Parte situada abaixo do solo, pobre em matéria orgânica, onde é encontrada a maior parte dos minérios e de água.<br />
<strong>Substrato &#8211; </strong>Qualquer material que contém nutriente e que serve de base para o desenvolvimento de um organismo.<br />
<strong>Subulada &#8211; </strong>Folha de forma afilada, com a ponta mais estreita que a base.<br />
<strong>Sulcador &#8211; </strong>Implemento agrícola que executa a abertura de sulcos para semeadura, plantio ou transplante de diversas culturas.<br />
<strong>Sustentável &#8211; </strong>É um modelo de agricultura onde busca-se a manutenção da produtividade e da produção agrícola com o mínimo possível de impactos ambientais, através do equilíbrio entre plantas, solos, nutrientes e outros organismos coexistentes.</p>
<p><strong>T<br />
Talo &#8211; </strong>Caule. Corpo vegetativo das plantas inferiores, filamentoso ou laminar, constituído de células pouco diferenciadas. Às vezes, apresenta aspecto bastante complexo, como se fosse uma planta superior, mas é só aparência: não há nem caule, nem raiz, nem folhas legítimas. As algas, fungos e liquens têm talo.<br />
<strong>Talude &#8211; </strong>Superfície inclinada do terreno, na base de um morro ou na encosta de um vale, normalmente feita artificialmente e utilizada para conter processos de erosão.<br />
<strong>Tamponamento &#8211; </strong>Ato ou efeito de controlar o pH (de uma solução) mediante a adição de solução tampão, ou de reagentes que a formem.<br />
<strong>Tanino &#8211; </strong>Substância adstringente extraída da casca de algumas árvores, que dão coloração azul com sais de ferro sendo solúvel no álcool ou na água e empregada no curtimento de peles e na conservação dos vinhos.<br />
<strong>Tanque &#8211; </strong>Reservatório de pedra, fibra, plástico, lona, alvenaria ou de metal, para conter água. Reservatório capaz de conter água, destinado a criação de seres aquáticos (peixes, rãs, algas, plantas aquáticas, etc.)<br />
<strong>Tecido &#8211; </strong>Conjunto de células de origem comum igualmente diferenciadas para o desempenho de certas funções, em um organismo vivo.<br />
<strong>Tegumento &#8211; </strong>Revestimento externo da semente.<br />
<strong>Ternifoliada &#8211; </strong>Folha divida em três folíolos.<br />
<strong>Terófita &#8211; </strong>Denominação genérica das espécies vegetais que têm ciclo de vida anual.<br />
<strong>Terra de aluvião &#8211; </strong>São terrenos que vão se compondo ou se formando por depósitos e aterros naturais, ou pelo desvio das águas dos rios.<br />
<strong>Terra favada &#8211; </strong>Solo fofo, solto bem arejado.<br />
<strong>Terra roxa &#8211; </strong>Terreno vermelho-escuro, originado pela decomposição de lençóis de rochas efusivas basálticas e famoso por sua fertilidade.<br />
<strong>Terra vegetal &#8211; </strong>Adubo formado pela mistura da matéria orgânica, animal e vegetal, em decomposição e a terra sobre a qual esta matéria se decompôs.<br />
<strong>Terra virgem &#8211; </strong>Terra proveniente do solo de floresta, mata nativa ou de local que não tenha sido usado para o cultivo agrícola.<br />
<strong>Terraço &#8211; </strong>Degraus construídos em anfiteatro e paralelamente às curvas de nível, que possibilitam um aproveitamento cultural do terreno que não era possível devido a um declive acentuado. Sulcos ou valas construídas transversalmente à direção do maior declive, sendo construídos basicamente para controlar a erosão e aumentar a umidade do solo.<br />
<strong>Terras velhas &#8211; </strong>São áreas de cultivo agrícola que se tornaram improdutivas ou com baixa produtividade em virtude de seu uso excessivo ou inadequado.<br />
<strong>Terriço &#8211; </strong>Ver terra vegetal.<br />
<strong>Tintura &#8211; </strong>Substância obtida, por maceração ou lixiviação, dos princípios ativos de uma ou diversas substâncias de natureza vegetal, animal ou mineral tendo como veículo líquido, além das partes líquidas das substâncias maceradas, o álcool ou éter.<br />
<strong>Tiqüera &#8211; </strong>Brotação espontânea dos grãos que caíram no solo durante a colheita.<br />
<strong>Tomentosa &#8211; </strong>Ou tomentoso é a designação botânica para folhas e caules cuja superfície seja recoberta por tricomas (pelos) de qualquer natureza.<br />
<strong>Topografia &#8211; </strong>Representação gráfica dos elementos que caracterizam o terreno (distâncias, relevo, formas, pontos de referência etc.).<br />
<strong>Tora &#8211; </strong>Peça de madeira proveniente de uma árvore, serrada com ou sem casca, porém livre de ramos e galhos.<br />
<strong>Torrão &#8211; </strong>Massa compacta e coerente de solo. Terra que envolve as raízes das mudas.<br />
<strong>Torta &#8211; </strong>Bagaço proveniente da prensagem das sementes oleaginosas (na extração de óleo). Freqüentemente utilizada como fertilizante ou na ração animal.<br />
<strong>Tóxico &#8211; </strong>Relativo ao efeito prejudicial à saúde ou bem estar de organismo causado por uma toxina ou veneno.<br />
<strong>Toxina &#8211; </strong>Substância venenosa elaborada e segregada por seres vivos, caracterizada pela necessidade de incubação e a capacidade de formar anticorpos.<br />
<strong>Trado &#8211; </strong>Instrumento de forma helicoidal, com que se fazem furos no solo para retirar amostra ou plantio de mudas, pode ser manual ou mecânico.<br />
<strong>Transgênico &#8211; </strong>Organismo resultante de experimentos de engenharia genética no qual é introduzido, substituído, ou acrescido material genético de espécies diferentes.<br />
<strong>Transpiração &#8211; </strong>Perda de água em forma de vapor por um organismo, através de membrana ou poros.<br />
<strong>Tratos culturais &#8211; </strong>Operações realizadas nas culturas, tais como: adubação, limpezas, conservação do solo e das plantas, irrigação, entre outras.<br />
<strong>Treliça &#8211; </strong>Trabalho de ripas de madeira cruzadas utilizadas com fins ornamentais ou funcionais na arquitetura e no paisagismo, servindo muitas vezes como suporte para trepadeiras.<br />
<strong>Trepadeira &#8211; </strong>É um tipo de planta de crescimento trepador, cujo caule é incapaz de sustentar-se em posição ereta por seus próprios meios. As trepadeiras usualmente apresentam caule estreito e maleável, mas podem ser lenhosas.<br />
<strong>Tricoma &#8211; </strong>É um apêndice da epiderme, de estrutura variada, presente na superfície de qualquer órgão das plantas com funções diversas. Os tricomas podem ter função de proteção contra predadores, podem estar associados à secreção de substâncias diversas, ou podem agir na conservação ou dispersão de umidade e calor. De maneira geral são vistos como &#8220;pêlos&#8221; ou pequenas &#8220;escamas&#8221; na superfície de folhas e caules.<br />
<strong>Tripinulada &#8211; </strong>Formato de folha pinulada composta por folíolos bipinulados.<br />
<strong>Triturador &#8211; </strong>Instrumento, semelhante ao moinho, utilizado para reduzir uma substância ou matéria a pequenos fragmentos, ou até reduzi-la a pó.<br />
<strong>Trofobiose &#8211; </strong>Associação de seres na qual um se alimenta dos dejetos do outro, ao qual, em troca, dá proteção.<br />
<strong>Tropismo &#8211; </strong>Movimento de orientação realizado pela planta, ou parte dela, sob a ação de um estímulo exterior, como a luz, a força gravitacional, o calor, etc.<br />
<strong>Truncada &#8211; </strong>Formato de folha, com a ápice em esquadria, reta.<br />
<strong>Tubérculo &#8211; </strong>É um caule arredondado, sem raízes e sem folhas que algumas plantas desenvolvem abaixo da superfície do solo, geralmente como órgãos de reserva de energia. Ex.: Batata-inglesa.<br />
<strong>Tubete &#8211; </strong>Recipiente utilizado para a produção de plantas em  viveiro. São constituídos por alvéolos de um material plástico duro, permitindo a sua reutilização.<br />
<strong>Turfa &#8211; </strong>Material de solo não consolidado, constituído em grande parte por matéria orgânica (resíduos de carbono) não decomposta ou em ligeiro estado de decomposição sob condições de umidade excessiva.<br />
<strong>Tutor &#8211; </strong>Estaca ou vara cravada no solo para amparar e segurar uma planta ou orientar na formação.<br />
<strong>Tutoramento &#8211; </strong>Técnica utilizada na agricultura que consiste na colocação de peças de bambu, varas de madeira ou de outro material junto ao caule das plantas com a finalidade de escorá-la e orientar seu crescimento. Esta medida pode ter caráter provisório, quando utilizada somente no início da formação de uma lavoura ou no período de frutificação ou permanente quando utilizado até a colheita.</p>
<p><strong>U<br />
Umbela &#8211; </strong>Tipo de inflorescência em que as flores são pediceladas e inseridas em um único ponto, no ápice da inflorescência. Tipo de conformação de copa de árvore, quando esta apresenta forma de um guarda-chuva ou taça.<br />
<strong>Umbeliforme &#8211; </strong>Diz das copas das árvores que têm a forma de guarda-chuva.<br />
<strong>Umbrófila &#8211; </strong>Planta que cresce e se desenvolve em ambiente de sombra.<br />
<strong>Urticante &#8211; </strong>Utiliza-se o adjetivo urticante a células e órgãos, plantas ou animais, que provocam coceira ao toque ou que produzam uma reação alérgica intensa. Ex.: Urtiga.</p>
<p><strong>V<br />
Vanga &#8211; </strong>Instrumento semelhante a uma pá, de menores dimensões, largo e chato, de madeira ou de metal, ferro ou aço, com rebordos laterais e provido de um cabo reto ou em forma de Y, muito utilizado em atividades agrícolas e florestais como cavar o solo, remover terra, areia, carvão etc. Normalmente, têm a frente reta (vanga quadrada) ou com uma ponta (vanga de bico) para melhor se adaptar ao uso.<br />
<strong>Variegação &#8211; </strong>Ocorrência de manchas de outras cores além do verde em uma planta. A variegação pode ser de origem genética ou viral.<br />
<strong>Varôla &#8211; </strong>Ver antracnose.<br />
<strong>Várzea &#8211; </strong>Planície cultivada em vales, podendo sofrer inundações em período de cheias.<br />
<strong>Vegetal &#8211; </strong>Seres vivos que formam a cobertura verde da terra e a massa fotossintetizadora dos oceanos e possuem pigmentos sintetizadores ou celulose.<br />
<strong>Veia &#8211; </strong>Nervuras ramificadas em plantas.<br />
<strong>Veio &#8211; </strong>Secção longitudinal de uma camada de crescimento de um vegetal, podendo ser espinhado (em forma de V), ondulado (com contornos flexuosos) ou reto (em desenvolvimento retilíneo).<br />
<strong>Verdura &#8211; </strong>Designação genérica dada às hortaliças, cujas partes comestíveis são folhas, flores, botões ou hastes.<br />
<strong>Vermicomposto &#8211; </strong>São substâncias orgânicas fertilizantes formadas pela mistura de cinzas, casca de ovos e outros matérias, com o composto produzido pelas minhocas, através da decomposição de resíduos orgânicos de origem animal (estercos) e vegetal (resto de culturas, palhas, adubos verde etc.). Sinônimo: Húmus de minhoca.<br />
<strong>Vermiculita &#8211; </strong>grupo de minerais micáceos, silicatos hidratados de composição variada, originados da alteração de micas. Esses minerais, quando aquecidos, perdem a água, intumescem e adquirem o aspecto de um verme; podem ser utilizados como refratários, como material de construção para diversos fins especiais e na agricultura, pela sua capacidade de expansão e dilatação, para melhor distribuir produtos e aumentar a aeração do solo.<br />
<strong>Vernalização &#8211; </strong>Tratamento em que é utilizada a baixa temperatura para condicionar o florescimento de algumas espécies ou estimular a germinação de sementes.<br />
<strong>Verticilada &#8211; </strong>Em relação ao caule: várias folhas saindo do mesmo nó ou verticilo.<br />
<strong>Vivaz &#8211; </strong>Planta vivaz, o mesmo que perene. Aquela que não perece em menos de um ano.<br />
<strong>Viveiro &#8211; </strong>Local constituído para reproduzir e criar plantas, ficando nele até seu transporte para locais aonde irão se desenvolver.</p>
<p><strong>X<br />
Xerófita &#8211; </strong>Espécie que sobrevive em ambientes com carência de água.<br />
<strong>Xisto &#8211; </strong>Designação genérica dada às rochas metamórficas de textura folheada, cujos minerais, lamelares ou aciculares, são visíveis a olho nu e dispostos com a mesma orientação, graças à pressão dirigida sob a qual são eles formados, o que confere à rocha um aspecto folheado típico. mineral rico em macro e micronutrientes cujos elementos químicos são utilizados na elaboração de vários subprodutos importantes para a nutrição vegetal e a proteção de plantas, especialmente contra pragas e doenças e que tem possibilidade de utilização na produção agroecológica.</p>
<p><strong>Z<br />
Zinco -</strong> Micronutriente que ajuda o desenvolvimento das partes jovens das plantas como os brotos, através da produção dos hormônios de crescimento.</p>
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		<title>Qual é a melhor hora para regar e adubar as Orquídeas?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 17:23:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você sabia que as Orquídeas tem uns orifícios, semelhante aos nossos poros que se chamam &#8220;Estômatos&#8221;?
Eles são responsáveis pelas trocas de umidade e de nutrientes, eles ficam em sua grande maioria na parte traseira das folhas, é por eles e pelas raízes que nossas queridas Orquídeas absorvem a adubação que você fornecerá.
O grande e importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que as Orquídeas tem uns orifícios, semelhante aos nossos poros que se chamam &#8220;Estômatos&#8221;?</p>
<p>Eles são responsáveis pelas trocas de umidade e de nutrientes, eles ficam em sua grande maioria na parte traseira das folhas, é por eles e pelas raízes que nossas queridas Orquídeas absorvem a adubação que você fornecerá.</p>
<p>O grande e importante detalhe é que estes estômatos ficam fechados durante o dia e somente se abrem de noite, isso para que durante o dia as plantas não desidratem. Portanto, adubar durante o dia é desperdício de tempo e de dinheiro, claro que *pelas raízes os nutrientes também serão absorvidos, mas para que a planta receba os nutrientes em sua plenitude sempre aplique seus fertilizantes ou na parte da manhã, lá pelas 6h ou 7h ou pela tardezinha, a partir das 17h. E cuidado com dias muito gelados, nesses dias prefira aplicar seus produtos de manhã, pois no frio, se as plantas ficarem muito molhadas pela noite, podem surgirem fungos.</p>
<p>* Nota sobre absorção pelas raízes. Existem grupos de nutrientes que são móveis pelas plantas, ou seja, se aplicar nas raízes os mesmos serão transportados por toda a estrutura da planta de acordo com sua necessidade. Porém existem também os nutrientes imóveis como, por exemplo, o Cálcio (Indispensável para a estrutura das plantas), se a aplicação for somente nas raízes, as folhas terão deficiência e problemas podem ocorrer com o tempo.</p>
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		<title>Orquídeas Terrestres</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 16:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Orquídeas terrestres são asquelas que vivem no solo como plantas comuns. Geralmente, estas orquídeas possuem dois tubérculos subterrâneos.
Crescem no solo, vivendo nas matas, cuja terra é rica em material de folhas decompostas. Possuem raízes pilosas e grossas. Em relação às orquídeas epífitas, as terrestres estão em pouca quantidade e a sua grande maioria estão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Orquídeas terrestres são asquelas que vivem no solo como plantas comuns. Geralmente, estas orquídeas possuem dois tubérculos subterrâneos.<br />
Crescem no solo, vivendo nas matas, cuja terra é rica em material de folhas decompostas. Possuem raízes pilosas e grossas. Em relação às orquídeas epífitas, as terrestres estão em pouca quantidade e a sua grande maioria estão em outros países.</p>
<p>Veja alguns exemplos de orquídeas terrestres:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37441" title="Arundina" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Arundina.JPG" alt="Arundina" width="465" height="423" /><br />
<strong>Arundina graminifolia<br />
</strong>Espécie terrestre de porte alto, com caules eretos e delgados de até 2,5m de altura. Folhas de 20 cm de comprimento, escapos florais que surgem no ápice dos caules, com duas ou três flores, que se abrem uma após a outra.<br />
As flores duram poucos dias e florescem o ano todo, podendo ser cultivada em pleno sol.<br />
Podem propagar brotos aéreos, que saem das extremidade dos pseudobulbos,<br />
Procede da Indonésia, Java, Malásia, Tailândia e Nepal.<br />
Conhecida como orquídea bambu</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37442" title="Phaius tankervilleae" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Phaius-tankervilleae.jpg" alt="Phaius tankervilleae" width="474" height="777" /><br />
<strong>Phaius Tankervilleae<br />
</strong>Espécie terrestre popularmente conhecida como capuz de freira. É do gênero das maiores orquídeas oriundas de solos alagados, a margem de pântanos nas áreas tropicais da Austrália, Nova Guiné, Indonésia, Japão, Malásia, Índia, China até Madagascar e África Ocidental.<br />
Possui cerca de vinte espécies.<br />
No seu escapo floral pode apresentar de 5 a 10 flores odoríferas com labelo em forma de trombeta. Cada pseudobulbo apresenta de 3 a 4 folhas de 60 a 90 cm de comprimento e as hastes florais podem atingir 1,2  m de altura.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37443" title="Corymborchis flava" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Corymborchis-flava.JPG" alt="Corymborchis flava" width="485" height="613" /><br />
<strong>Corymborchis flava<br />
</strong>Espécie terrestre semelhante a uma palmeira, suas folhas laterais são largas e plissadas. As flores surgem nas axilas das bainhas foliares, portam de 3 a 5 flores. Possuem pétalas e sépalas amarelas, labelo trilobado branco e raízes fortes.<br />
Vegetam nas matas ciliares. É encontrado no Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul e Paraguai.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37444" title="Sobralia liliastrum" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Sobralia-liliastrum.jpg" alt="Sobralia liliastrum" width="494" height="547" /><br />
<strong>Sobralia liliastrum<br />
</strong>Espécie terrestre originária da América Central onde formam bastante touceiras, são espécies de tamanho grande e similares às cattleyas. Seus troncos atingem 1 metro de altura e são pouco folhadas. As flores abrem uma após a outra, são branco leitosa e labelo amarelo com 10  cm de diâmetro.<br />
Floresce no verão, deve ser cultivada a pleno sol,<br />
Deve-se plantar em buracos profundos para que suas raízes tenham espaços,<br />
Não se deve regar durante o inverno,<br />
A Sobralia liliastrum já foi encontrada na Chapada da Diamantina-Ba e em Pernambuco, em locais serranos e sua área de disseminação é bem ampla em outras regiões do País. Por sorte não é uma planta muito coletada por não ter apelo comercial, talvez por não ser facilmente encontrada, vai sobreviver nos parques estaduais e federais com certa facilidade. Gosta de locais altos e de solo pedregoso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37445" title="njheb" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/njheb.gif" alt="njheb" width="331" height="404" /></p>
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		<title>Podridão Negra em Orquídeas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 17:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>

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		<description><![CDATA[
Podridão Negra Bacteriana &#8211; causada por um ou mais espécies de bactérias do gênero Erwinia. Não é muito freqüente no Brasil. É extremamente letal, causando surgimento de manchas negras, com aspecto aquoso e cheiro repulsivo. É de desenvolvimento rápido, tomando conta da planta em poucas semanas, levando-a à morte. Muitas vezes provoca um colapso da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36160" title="Podridão negra" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Podridão-negra-.jpg" alt="Podridão negra" width="578" height="434" /></p>
<p><strong>Podridão Negra Bacteriana &#8211; </strong>causada por um ou mais espécies de bactérias do gênero Erwinia. Não é muito freqüente no Brasil. É extremamente letal, causando surgimento de manchas negras, com aspecto aquoso e cheiro repulsivo. É de desenvolvimento rápido, tomando conta da planta em poucas semanas, levando-a à morte. Muitas vezes provoca um colapso da estrutura das folhas, ficando totalmente amolecidas e murchas.</p>
<p><strong>Podridão Negra</strong> &#8211; causado por dois tipos de fungos que vivem no solo (Pythium ultimun e Phytophtora cactorum), é a doença fúngica mais conhecida no Brasil. Caracteriza-se por manchas escuras, geralmente nos rizomas e pseudobulbos, de consistência mole, e que crescem até provocar a morte da planta.</p>
<p>Muitas vezes inicia o ataque pela junção das folhas com pseudobulbos, derrubando a folha ainda verde. Nos coletivos, é a principal causa de morte, chegando a liquidar todas as plantas do vaso em poucos dias. Embora o controle seja difícil na planta já contaminada, pode separá-la das demais, cortar as partes atacadas, polvilhando um anticéptico em pó ou canela em pó. e pulverizando a planta com um fungicida sistêmico a cada 30 dias por 3 meses. Pulverizar também as plantas que estavam próximas da planta atacada.</p>
<p>A podridão negra é uma doença que no meio orquidófilo tem gerado muita polemica e consequentemente pesquisa para se conseguir a cura.</p>
<p>Nas pesquisas foi observado que esta doença se manifesta em duas ocasiões: primeiro, quando a umidade do ar está muito elevada e as plantas estão completamente expostas à chuva e em segundo lugar, as plantas são bastante regadas no horário matinal e estão em local não ventilado o que faz com que a umidade se mantenha por muito tempo. Quando isto acontece o calor emitido pelos raios solares aquecem a planta que ao atingir uma temperatura em torno de 28º C propiciam um ambiente ideal para a eclosão de fungos (as estufas são locais ideais para esta condição).</p>
<p><strong>Para combater<br />
</strong>1º &#8211; Mantenha suas plantas arejadas e longe de umidades excessivas.<br />
2º &#8211; Procure sempre regá-las à noite (quando a planta absorve melhor) ou muito cedo da manhã (entre 05 e 07 h do dia).<br />
3º &#8211; Só aplique adubos, hormônios e defensivos agrícolas durante a noite (são melhor aproveitados) e no máximo na proporção indicada pelo fabricante, nunca para mais nem uma gota ou grama. Se possível divida a quantidade pelo período recomendado e aplique diariamente dando no mínimo um intervalo de descanso para nova aplicação do dobro de dias que foi aplicado.<br />
4º &#8211; Se a doença aparecer na folha, corte-a imediatamente junto ao pseudobulbo (utilizando para isto um bisturi novo que pode ser adquirido na farmácia ou uma tesoura de poda devidamente esterilizada em uma solução de 70% de álcool e30% de água) e queime a folha cortada.<br />
5º &#8211; Se a doença aparecer no Pseudobulbo ou rizoma, deixe o coração de lado e proceda a incineração da planta, pois nesta condição não há salvação.<br />
6º &#8211; Acostume-se: a só utilizar para corte material esterilizado, a evitar que a água da rega que derrama da planta de cima caia diretamente na planta que esteja logo abaixo, a manter as plantas em local arejado ou de temperatura amena.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> Use Pó de canela, Cicatrene etc. apenas para evitar a entrada de novos fungos ou bactérias nos locais de corte, pois os mesmos são apenas agentes preventivos e cicatrizantes, não servindo como remédio para cura de nenhuma doença.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36653" title="chuvas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/chuvas17.gif" alt="chuvas" width="393" height="458" /></p>
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		<title>Cuidado ao plantar Fícus Benjamina</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2011 14:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apesar da beleza de suas folhas verdes brilhantes e da sombra proveniente de sua copa frondosa, o Fícus benjamina é perigoso quando plantado em calçadas e junto a muros.
Ela tem um crescimento muito rápido e suas raízes irão procurar água e nutrientes, com se tivessem sempre uma intensa sede e fome. Se encontrarem um cano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35981" title="ficus benjamina leaves" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/ficus-benjamina-leaves1.jpg" alt="ficus benjamina leaves" width="545" height="545" /></p>
<p>Apesar da beleza de suas folhas verdes brilhantes e da sombra proveniente de sua copa frondosa, <em>o Fícus benjamina</em> é perigoso quando plantado em calçadas e junto a muros.</p>
<p>Ela tem um crescimento muito rápido e suas raízes irão procurar água e nutrientes, com se tivessem sempre uma intensa sede e fome. Se encontrarem um cano pelo caminho, ótimo: servirá de fonte. Não contentes com a água ali absorvida, continuarão a procurar, penetrando cada vez mais na terra.</p>
<p>Enquanto isso seu tronco, galhos e copa aumentam proporcionalmente. Neste momento ela estará oferecendo uma generosa sombra, densa, felicidade para o dono da casa e os motoristas que ali param. Sua sombra será disputada. No jardim a sua volta, a grama morre devido à intensa sombra. Algumas plantas começam a definhar. A competição com as raízes do fícus é impossível.</p>
<p>Mais algum tempo e a calçada começa a rachar, o asfalto da rua levanta. As raízes começam, visivelmente, a mostrar sua força. Se elas encontrarem um muro ou parede pela frente elas não hesitarão em quebrá-lo para continuarem sua frenética busca por alimento e água.</p>
<p>Quando começa a poda, descobre-se que as raízes já estavam sob os alicerces da casa, a um passo de provocar rachaduras nas paredes e comprometer a construção.</p>
<p>O <em>Ficus benjamina</em>, pertence à família das moráceas, a mesma da amora, figo, fruta-pão. Árvore nativa do sul e do sudeste da Ásia e alcança mais de 30 m de altura e 40 m de diâmetro. É a árvore oficial de Bangkok, Tailândia. Neste país há uma região onde existem centenárias árvores de fícus. Percebe-se a dominância da espécie, pois nada mais cresce mais na área, abafada por sua impenetrável sombra e suas raízes que preenchem completamente o subsolo.</p>
<p>Seu uso como árvore é indicado para parques e fazendas. Se quiser ter um em casa, mantenha-o em vaso. Segundo pesquisas da NASA, o fícus mantido dentro de casa filtra as toxinas do ar. Nas cercas-vivas, o mais seguro é manter um afastamento de 10 m de tubulações e construções, pois, mesmo podado, suas raízes crescem muito.</p>
<p>Em muitas cidades, por causa da destruição que a árvore causa, o plantio do fícus está proibido.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35980" title="942" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/9427.gif" alt="942" width="321" height="289" /></p>
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		<title>Cattleya bicolor Lindley</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 16:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
É uma espécie de hábito epífita, mas também pode ser encontrada na forma terrestre vegetando sobre detritos de folhas e pedaços de madeira caídos de árvores nas florestas de galeria, geralmente próximas a rios ou brejos. Em algumas regiões também pode ser encontrada na forma rupícola, vegetando sobre rochas.
Vegeta em regiões de cerrado, sempre entre os 500 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35178" title="cattlabicolor" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/cattlabicolor.jpg" alt="cattlabicolor" width="540" height="337" /></p>
<p>É uma espécie de hábito epífita, mas também pode ser encontrada na forma terrestre vegetando sobre detritos de folhas e pedaços de madeira caídos de árvores nas florestas de galeria, geralmente próximas a rios ou brejos. Em algumas regiões também pode ser encontrada na forma rupícola, vegetando sobre rochas.</p>
<p>Vegeta em regiões de cerrado, sempre entre os 500 e 1.200 metros acima do nível do mar, mas mesmo vegetando regiões de cerrado, não tolera luz solar direta, buscando sempre locais um pouco mais protegidos da incidência direta do sol e sempre com bastante ventilação.</p>
<p>Pode ser encontrada dispersa pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.</p>
<p>Alguns orquidófilos fazem severas diferenciações da Cattleya bicolor de acordo com o estado que é encontrada, porém trata-se de uma mesma espécie independente das suas características morfológicas.</p>
<p>No estado de São Paulo, mais precisamente no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira e no Rio de Janeiro, na Serra do Mar, ela foi denominada <em>Cattleya bicolor var. bicolor.</em> As flores das plantas dessa região são bem menores que as de outros estados, de colorido verde até bronze-avermelhado, suas pétalas, sépalas e principalmente o labelo bem mais estreitos, em sua maioria não produzindo flores de boa forma.</p>
<p>Já as plantas encontradas no estado de Minas Gerais, em algumas cidades como Pará de Minas, Itabira e outras mais, são chamadas de <em>Cattleya bicolor var. minasgeraisensis</em>. Sempre com flores de ótima forma, de tamanho bem maior que as encontradas em São  Paulo e Rio de Janeiro, e de colorido com bastante variação. Nesse hábitat foram encontradas a maioria das variedades dentre dessa espécie.</p>
<p>Pode ser encontrada também no estado de Goiás, pegando as divisas com os estados de Minas Gerais e Distrito Federal, e são chamadas <em>Cattleya bicolor var. brasiliensis</em>. Também possuem muito boa forma  e colorido muito intenso.</p>
<p><strong>Planta<br />
</strong>O aspecto vegetativo é bem típico, mas tem variações de acordo com a região natural da planta. Mas no geral é planta possui rizoma forte, que emite raízes grossas e flexuosas, pseudobulbos fusiformes, cilíndricos e sulcados, eretos ou arqueados, lembram a cana-de-açúcar e algumas plantas de determinadas regiões como as de Minas Gerais, que podem ultrapassar um metro e meio de altura.</p>
<p>Pseudobulbos encimados por duas ou três folhas elíptico-lanceoladas, coriáceas, rígidas, com mais ou menos 15  centímetros de comprimento, por 8 centímetros de largura e de colorido sempre verde bem escuro.</p>
<p><strong>Flor<br />
</strong>Tem como início de sua floração o final do mês de dezembro, atingindo seu ápice no início do mês de fevereiro.</p>
<p>A inflorescência surge em espata simples no meio das folhas, com hastes florais podendo atingir até 30  centímetros de altura e  podendo portar até 15 flores de mais ou menos 10  centímetros de diâmetro.</p>
<p>Uma particularidade que a diferencia de qualquer outra das Cattleyas bifoliadas,  é a falta dos lóbulos laterais, que deixa assim, toda coluna exposta. O lóbulo frontal em forma de leque ou pá e com bastante substância, apresenta uma canaleta que sai por baixo da coluna e que se prolonga até o meio do labelo, sendo outra característica bem marcante dessa espécie.</p>
<p>Abaixo algumas das variedades da <em>Cattleya bicolor</em>:<br />
- <strong>Alba</strong>: pétalas e sépalas completamente verdes e sem qualquer mácula, com labelo totalmente branco-puro.<br />
<strong>Albescens</strong>: pétalas e sépalas de colorido verde, com pouquíssimas ou mesmo sem qualquer mácula, e labelo com leve ou quase imperceptível sopro rosado.<br />
<strong>Coerulea</strong>: pétalas e sépalas podendo ir do verde-amarelado ao verde-bronzeado, com ou sem máculas na tonalidade lilás-azulado, e labelo com colorido lilás-azulado.<br />
<strong>Measureiana:</strong> pétalas e sépalas de colorido típico, podendo ir do verde-bronzeado ao marrom bem escuro, e labelo totalmente branco-puro.<br />
<strong>Semi-alba</strong>: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde, sem qualquer tipo de mácula e labelo com colorido lilás de intensidade variável.<br />
<strong>Suave</strong>: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde-bronzeado e labelo com colorido róseo bem pálido.<br />
<strong>Típica</strong>: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-bronzeado ao marrom bem intenso (chocolate), com ou sem máculas de intensidade e quantidade variável e labelo lilás bem intenso.</p>
<p><strong>Cultivo<br />
</strong>Planta muito exigente no tocante a umidade e aeração de suas raízes, o que torna seu cultivo um pouco mais complicado como a maioria das <em>Cattleyas</em> bifoliadas.</p>
<p>Desenvolve-se muito bem em vasos de barro ou cestinhos de madeira, desde que preenchidos com fibra de xaxim lavada ou mesmo cubos de xaxim, de modo que as raízes fiquem sempre bem aeradas.</p>
<p>A <em>Cattleya bicolor</em> não é muito tolerante com relação ao excesso de divisões, principalmente quando em plantas pequenas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-35179" title="screens115" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/screens115.gif" alt="screens115" width="240" height="320" /></p>
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		<title>As intrigantes Plantas Carnivoras</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 17:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Carnívoras e Daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[carnívoras]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma planta é carnívora, atrai, captura, mata, digere animais (invertebrados e ocasionalmente pequenos vertebrados) e absorve seus nutrientes. Existem muitas plantas que possuem algumas dessas habilidades, mas não todas.
Por exemplo, flores atraem polinizadores (insetos, pássaros e outros animais), algumas plantas (orquídeas e lírios aquáticos) capturam insetos polinizadores para assegurar a transferência do pólen. Todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-32887" title="Darlingtonia" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Darlingtonia1.jpg" alt="Darlingtonia" width="566" height="399" /></p>
<p>Uma planta é carnívora,<strong> </strong>atrai, captura, mata, digere<strong> </strong>animais<strong> </strong>(invertebrados e ocasionalmente pequenos vertebrados) e absorve seus nutrientes. Existem muitas plantas que possuem algumas dessas habilidades, mas não todas.<br />
Por exemplo, flores atraem polinizadores (insetos, pássaros e outros animais), algumas plantas<strong> </strong>(orquídeas e lírios aquáticos) capturam insetos polinizadores para assegurar a transferência do pólen. Todas as plantas absorvem nutrientes seja pela raiz ou pelas<strong> </strong>folhas e todas são capazes de se “movimentar”, umas menos e outras mais, como é o caso da Mimosa pudica que recolhe suas<strong> </strong>folhas ao ser tocada para evitar que estas sejam devoradas por animais herbívoros.</p>
<p>Apesar disso, mesmo que algumas plantas<strong> </strong>sejam capazes de realizar algumas dessas funções, elas não realizam todas juntas.<br />
Em primeiro lugar, é preciso dizer que elas não são monstros de casas mal-assombradas, nem devoradoras de exploradores inocentes perdidos em florestas tropicais africanas.<br />
Pelo contrário, na maioria são plantas pequenas e delicadas que capturam pequenos insetos ou animais<strong> </strong>aquáticos microscópicos.</p>
<p>A sua beleza exótica engana muitas pessoas, levando-as a crer que suas folhas, altamente especializadas, são flores<strong> </strong>- mais ainda, nem se apercebem de que elas são carnívoras. Portanto, a menos que você tenha o tamanho de um inseto, elas lhe são perfeitamente inofensivas.</p>
<p>Para que uma planta possa ser considerada carnívora, é preciso que ela tenha a capacidade de:<br />
- atrair,<br />
- prender,<br />
- digerir formas de vida animais.</p>
<p>Recentemente descobriu-se que algumas plantas são e não são totalmente carnívoras.</p>
<p>Existem muitas plantas que apresentam algumas destas características, mas não todas considerando umas carnívoras e outras não.</p>
<p>A<strong><em> </em></strong><em>Darlingtonia</em> e<em> Heliamphora</em> não produzem enzimas<strong> </strong>para digerir suas presas, ficando na dependência da ação de bactérias e fungos, que é lenta, para absorver os nutrientes. Mas suas folhas altamente especializadas, ascídios na verdade, não deixam dúvidas que são<strong> </strong>plantas carnívoras.<strong><br />
</strong><br />
As bromélias <em>Brocchinia </em>e a<em> Catopsis</em> são consideradas carnívoras basicamente por parecer que capturam muito mais insetos que outras<strong> </strong>bromélias. Na verdade, todas as bromélias capturam e matam muitos<strong> </strong>invertebrados por acidente.</p>
<p>A <em>Roridula</em> e <em>Byblis,</em> que embora capturem grande quantidade de insetos com suas folhas colantes, parece que não produzem enzimas para digeri-los. Mesmo assim, a absorção dos nutrientes ocorre a partir dos excrementos de outros insetos, que se alimentam das presas, mas nunca ficam presos nas folhas<strong>.</strong> Trata-se de uma relação de comensalismo entre estas<strong> </strong>carnívoras e os insetos imunes às<strong> </strong>armadilhas.</p>
<p>A <em>Ibicella </em>e a<em> Proboscidea</em>, que possuem glândulas colantes, capturam muitas presas, não produzem enzimas<strong> </strong>digestivas, e não escondem os insetos que se alimentam das presas e defecam nas folhas.<br />
Fica meio difícil definir ao certo se são carnívoras, porque as glândulas colantes estão presentes em uma infinidade de plantas<strong> </strong>acredita-se que tenham o propósito de defesa.<br />
Por exemplo, o <em>Plumbago</em><strong> </strong>possui essas glândulas na face exterior de suas sépalas, o que supostamente impede que formigas e outros inseto<strong>s</strong> roubem o néctar e pólen das flores, deixando-os para os verdadeiros polinizadores (insetos voadores).<br />
<span id="more-32888"></span><br />
<strong>Movimentos</strong><strong><br />
</strong>Como foi dito anteriormente, todas as plantas<strong> </strong>possuem alguma capacidade de se movimentar. Mas plantas carnívoras se movem extremamente rápido se comparada com outras plantas. Já que plantas não possuem tecido muscular, como elas fazem isso?<br />
Plantas carnívoras usam dois principais mecanismos de movimento. O primeiro tipo de movimento é aquele utilizado por papa-moscas para fechar suas armadilhas. Ele envolve mudanças na pressão da água. Quando a armadilha é acionada através dos “pêlos” sensitivos, as células da parede interna da armadilha<strong> </strong>transferem água para as paredes externas, tornado-se essencialmente flácida.<br />
Isto faz com que as folhas se fechem. O segundo tipo de movimento é produzido pelo crescimento das células – os “tentáculos” da <em>D</em><strong><em>rosera</em> </strong>curvam-se sobre a presa porque em um dos lados do “tentáculo” as células crescem mais do que do outro lado.<br />
Mas<strong> </strong>movimentos rápidos não são restritos as<strong> </strong>plantas carnívoras, existe o caso da <em>Mimosa pudica</em>, como já citado anteriormente, e nem todas plantas carnívoras possuem movimentos rápidos. Muitas (como as jarrinhas) capturam as presas devido a forma de vaso de suas folhas, nas quais os insetos caem e ficam presos, mas a<strong> </strong>planta<strong> </strong>não se move.</p>
<p><strong>Habitat</strong><br />
As plantas carnívoras crescem em solos pobres em nutrientes. A maioria, em solos encharcados , de pH baixo (ácido), às vezes pedregosos.</p>
<p><strong>Captura de presas</strong><strong><br />
</strong>Inicialmente, elas precisam de algum mecanismo para atrair as presas às suas armadilhas<strong>. </strong><br />
Muitas carnívoras atraem-nas da mesma forma que as flores atraem seus polinizadores: com vívidas cores e odor de néctar. Outras se aproveitam de padrões de luz ultravioleta de suas armadilhas<strong> </strong>para atrair insetos voadores.<br />
As plantas carnívoras<strong> </strong>aprisionam suas presas de vários modos.<br />
A <em>Utriculária</em> (Utricularia vulgaris) é uma pequena planta aquática livre-flutuante com<strong> </strong>armadilhas<strong>,</strong> que são urnas pequenas e achatadas, em forma de pêra.<br />
<strong><br />
</strong>Existem<strong> </strong>vários tipos de armadilhas utilizadas pelas plantas carnívoras para capturar suas presas:<br />
<strong>- </strong>armadilhas tipo “jaula”,<strong><br />
<strong>- </strong></strong>armadilhas de sucção,<strong><br />
<strong>-</strong></strong> folhas colantes,<strong><br />
<strong>- </strong></strong>acídios.<strong><br />
</strong><br />
As armadilhas “jaula” são as mais famosas por serem a própria representação da ação carnívora<strong> </strong>por meio de vegetais. As folhas<strong> </strong>são modificadas em duas metades com gatilhos no interior. Quando os gatilhos são tocados por presas potenciais, as metades da folha<strong> </strong>se fecham em incríveis frações de segundo, esmagando a presa e digerindo-a. Esse tipo de<strong> </strong>armadilha é encontrado na<em> Dionaea</em><strong> </strong>e <em>Aldrovanda.</em><strong><br />
</strong><br />
Armadilhas do tipo folhas colantes são as mais simples, e encontradas em algumas famílias sem parentesco próximo. Basicamente, são glândulas colantes<strong> </strong>espalhadas pelas folhas ou até pela planta toda.<br />
As presas são, na maioria, pequenos insetos<strong> </strong>voadores.<br />
Esse tipo de armadilha é encontrado em <em>Byblis, Drosera, Drosophyllum, Ibicella </em>e<em> Triphyophyllum.</em><strong><br />
</strong>Dentre estas, a <em>Drosera </em>apresenta movimento nas glândulas, às vezes na folha toda, enrolando-se sobre a presa para colocar mais superfície em contato com ela, portanto ajudando a digestão e subsequente absorção.</p>
<p>Armadilhas de sucção são utilizadas por todas as espécies de<em> Utricularia.</em><br />
Elas consistem de pequenas vesículas, cada qual com uma diminuta entrada cercada por gatilhos que, quando estimulados, provocam a abertura desta entrada.<br />
Devido à diferença de pressão entre o interior e o exterior da vesícula, quando a entrada é repentinamente aberta, tudo ao redor é sugado para dentro, incluindo a presa que estimulou o gatilho.</p>
<p>Ascídios<strong> </strong>são<strong> </strong>folhas altamente especializadas, inchadas e ocas, como se fossem urnas, com uma entrada no topo e líquido digestivo no interior.<br />
Novamente, estão presentes em algumas famílias sem parentesco próximo:<strong> </strong><em>Cephalotus, Darlingtonia, Heliamphora, Nepenthes, Sarracenia,</em> etc.<br />
Capturam desde pequenos vertebrados até diminutos invertebrados.<strong> </strong>As presas caem no líquido digestivo, aonde se afogam e são digeridas; seus restos se acumulam no fundo, às vezes enchendo a armadilha até o topo.!</p>
<p>A<em> Brocchinia </em>e a<strong> </strong><em>Catopsissão</em> são<strong> </strong>bromélias típicas que aprisionam suas presas na água acumulada entre suas folhas<strong>.</strong> Embora suas folhas não tenham formato especializado como com os gêneros acima, o funcionamento da armadilha é basicamente o mesmo.</p>
<p>Já a<strong> </strong><em>Genlisea</em><strong> </strong>possui armadilhas relativamente pequenas, localizadas no subterrâneo ou na água. Capturam pequenos organismos que nadam para dentro delas, provavelmente atraídos por alguma substância liberada pela planta<strong>.</strong> Embora sejam únicas morfologicamente falando, apresentam paralelos interessantes aos ascídios.</p>
<p><strong>Digestão – como é feita</strong><br />
Algumas poucas espécies de<strong> </strong>plantas são capazes de utilizar proteína animal diretamente como fonte de nitrogênio.<br />
As plantas carnívoras digerem os organismos capturados, absorvendo os compostos nitrogenados que eles contêm, assim como outros compostos orgânicos e minerais, tais como potássio e fosfato, para complementar sua nutrição, já que a maioria dessas plantas<strong> </strong>são encontradas em pântanos, um habitat que é geralmente muito ácido e assim não favorável ao crescimento de bactérias<strong> </strong>nitrificantes (que convertem o amônio em nitrito e este em nitrato, forma na qual quase todo nitrogênio é absorvido pela maioria das plantas<strong> </strong>que crescem em terra seca).<br />
Plantas carnívoras devem possuir enzimas para digerir suas presas e assim poder absorver mais facilmente seus nutrientes. A maioria, como as papa-moscas e jarrinhas produzem suas próprias enzima<strong>s </strong>digestivas. Após a presa ter sido digerida, tudo o que sobra é o exosqueleto vazio. É importante salientar que as plantas carnívoras capturam suas presas e absorvem seus nutrientes apenas para complementar sua nutrição, já que o solo onde vivem nem sempre é fértil.Outras plantas carnívoras são auxiliadas por bactérias que produzem as<strong> </strong>enzimas apropriadas.<br />
Nesse caso, as plantas<strong> </strong>não produzem as enzimas<strong> </strong>digestivas. Muitas outras plantas<strong>,</strong> como a<strong> </strong><em>Sarracenia (jarrinhas)</em><strong>,</strong> utilizam suas próprias enzimas e também as produzidas por bactérias. Isto é chamado relação simbiótica (mutualismo), pois ambos os organismos se beneficiam da cooperação.<br />
As plantas<strong> </strong>conseguem “alimento”, e as bactérias um local seguro para viver; situação semelhante ocorre entre o homem e a bactéria Escherichia coli, que vive em nosso estômago.<br />
Tendo sido capturada a presa, dá-se início ao processo de digestão.<br />
A digestão das presas é realizada por<strong> </strong>enzimas proteolíticas (enzimas que digerem proteínas), elas quebram as substâncias em moléculas menores, estas últimas podem ser absorvidas pelas folhas. É um processo similar ao que acontece, por exemplo, no estômago humano, aonde, depois da quebra das moléculas, ocorre absorção pelas paredes do intestino.<br />
Essas enzimas são muito fracas, não causam dano algum à pele humana ou qualquer animal de médio à grande porte.<br />
Apenas algumas espécies não produzem suas próprias enzimas.<br />
Elas dependem de bactérias<strong> </strong>para a digestão das suas presas, um processo bem mais lento.<br />
De forma alguma pode-se dizer que as plantas carnívoras são plantas “meio vegetal, meio animal<strong>“.</strong><br />
Como qualquer planta, elas realizam fotossíntese.<br />
As presas são nada mais que um complemento alimentar, uma fonte de nutrientes para compensar o que as raízes não obtêm do solo. Esta adaptação chegou a tal ponto que essas plantas<strong> </strong>nem sequer toleram solos ricos em<strong> </strong>nutrientes.</p>
<p><strong>Reprodução</strong><br />
Plantas carnívoras possuem o mesmo ciclo de vida das plantas com flores<strong> </strong>(angiospermas).<br />
Resumidamente, os principais passos são:<br />
A semente germina.<br />
A planta<strong> </strong>cresce até a “maturidade”. Algumas levam menos de um ano, mas outras levam vários anos.<br />
A Papa-mosca<strong>s</strong> levam cerca de quatro anos para começar a produzir flores<strong>. </strong><strong><br />
</strong>A planta floresce. A<strong> </strong>planta<strong> </strong>é polinizada – por insetos ou vento – originando uma semente. A semente cai no chão. Ou invés de florir, a planta pode também se reproduzir vegetivamente (assexual).<br />
Por exemplo a papa-moscas ou outras carnívoras geralmente produzem pequenas plantas extras na base da planta<strong> </strong>principal. Essas<strong> </strong>plantas crescem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-32951" title="flor219" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/flor21910.gif" alt="flor219" width="270" height="351" /></p>
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		<title>Malva Cheirosa</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 11:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Malva alivia o mal-estar e ainda perfuma pratos doces
 
 











Para médicos e dentistas, essa planta é boa aliada contra dor de garganta e gengivite; já entre os gourmets,  uma variação da malva, a do tipo cheirosa, dá um toque dos deuses nas  sobremesas.




Cheirosa  e silvestre. Esses são os dois sobrenomes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><img class="aligncenter size-full wp-image-32434" title="malva-cheirosa" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/malva-cheirosa.jpg" alt="malva-cheirosa" width="499" height="333" /><br />
Malva alivia o mal-estar e ainda perfuma pratos doces</span></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"> </span></div>
<p><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"> </span></p>
<div style="border: medium none; text-align: justify;">
<table style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; text-align: right;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Para médicos e dentistas, essa planta é boa aliada contra dor de garganta e gengivite; já entre os gourmets,  uma variação da malva, a do tipo cheirosa, dá um toque dos deuses nas  sobremesas.</span></div>
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><br />
</span></div>
</div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;">
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Cheirosa  e silvestre. Esses são os dois sobrenomes da malva e, por meio deles,  se reconhecem a origem e o uso mais indicado da espécie. A malva  silvestre (Malva sylvestris), da família das malváceas, é a que tem  despertado maior interesse nos pesquisadores. </span></div>
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><br />
</span></div>
</div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;">
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Estudos  feitos no Brasil e no exterior comprovam o poder bactericida,  anti-inflamatório, antifúngico e antioxidante dessa planta originária da  Europa. </span></div>
</div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;">
<div style="border: medium none;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Tais  propriedades se devem ao fato de a espécie apresentar em sua composição  mucilagens, taninos e óleos essenciais que interferem no crescimento  das bactérias. Não por acaso, muitos dentistas recomendam bochechos com  chás ou tinturas diluídas em água de malva silvestre como coadjuvantes  no combate de gengivites e estomatites. E até para a limpeza bucal de quem usa aparelho ortodôntico. </span></div>
</div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">O  efeito cicatrizante da planta ainda pode auxiliar no tratamento de  problemas de pele. Para isso, a malva pode ser usada em forma de  compressa com a infusão das folhas ou em cremes manipulados. Nos  centros de saúde da rede municipal de Campinas, esse uso tópico teve  excelente resultado na cicatrização, assim como as compressas com  calêndula e babosa, </span></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><br />
</span></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Mas  não confunda a malva silvestre com a malva-cheirosa, nome popular da  espécie Pelargonium. Essa última planta é nativa da  África, pertence à família dos gerânios e, embora sem propriedades  medicinais, é a preferida dos chefs de cozinha. Com as folhas dessa  planta, pode-se aromatizar bolos, caldas e tortas doces com perfumes que  lembram rosa, limão, canela, pinho ou cravo, de acordo com a variedade  usada. </span></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><br />
</span></div>
<div style="border: medium none; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;"><img class="aligncenter size-full wp-image-32432" title="barra-de-vasinhos" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/barra-de-vasinhos14.gif" alt="barra-de-vasinhos" width="406" height="92" /><br />
</span></div>
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		<title>As plantas purificam o ar</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 14:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Nos anos 70 foi lançado um projeto pela NASA (Agência Espacial Americana),  cujo objetivo era identificar plantas que pudessem ajudar a despoluir ou limpar o ar de espaços fechados.
Sabe-se que a (má) qualidade do ar pode efetivamente provocar sintomas como alergias, dores de cabeça, irritações das vias respiratórias, tonturas e fadiga geral. Sintomas estes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-28272" title="plantas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/plantas15.jpg" alt="plantas" width="554" height="242" /></p>
<p>Nos anos 70 foi lançado um projeto pela NASA (Agência Espacial Americana),  cujo objetivo era identificar plantas que pudessem ajudar a despoluir ou limpar o ar de espaços fechados.</p>
<p>Sabe-se que a (má) qualidade do ar pode efetivamente provocar sintomas como alergias, dores de cabeça, irritações das vias respiratórias, tonturas e fadiga geral. Sintomas estes que desaparecem quando se sai do espaço confinado, com pouco ou nenhuma renovação de ar.</p>
<p>Esta situação é gerada pelos ocupantes do espaço e pode ter origem em agentes biológicos (bactérias, fungos, algas), químicos (monóxido de carbono, ozônio, solventes, fumo de tabaco) e também em agentes inertes respiráveis como algumas fibras naturais, poeiras, microfibras de amianto e lã de vidro, entre outros exemplos..</p>
<p>O Engº Ambiental Bill Wolverton, no seu livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” diz que parte da solução está disponível na natureza, em plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.</p>
<p>Um estudo recente, da  Universidade da Pensilvânia, (USA) confirma que determinadas plantas eliminam melhor determinados poluentes.</p>
<p>Plantas verdes e flores possuem elevada capacidade de reter, filtrar e eliminar agentes nocivos.  Além disso, as raízes e as bactérias do solo ajudam na eliminação de vapores tóxicos.</p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/aglaonema2.jpg"><img title="aglaonema2" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/aglaonema2.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/areca.jpg"><img title="areca" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/areca.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/chlorophytum1.jpg"><img title="chlorophytum1" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/chlorophytum1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/dracaena.jpg"><img title="dracaena" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/dracaena.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/epipremnum1.jpg"><img title="epipremnum1" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/epipremnum1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/ficus-benjamina.jpg"><img title="ficus-benjamina" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/ficus-benjamina.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/ficus-elastica.jpg"> </a></p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/hedera-helix2.jpg"><img title="hedera-helix2" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/hedera-helix2.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/nephrolepis1.jpg"><img title="nephrolepis1" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/nephrolepis1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/orchid1.jpg"><img title="orchid1" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/orchid1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Para uma boa filtragem do ar não é preciso encher a casa de plantas, uma planta “limpa” o ar de cada 10 m2. Para combater o fumo do tabaco opte pelas dracenas ou clorofitos. Contra químicas de detergente opte pelos antúrios. Há plantas mais indicadas para purificar o ar de um determinado tipo de elementos.</p>
<p>Não se esqueça que a planta também é um ser vivo e que, para que o seu filtro funcione corretamente deverá receber todos os cuidados a que tem direito: uma boa drenagem da água de rega e limpeza regular do pó acumulado nas folhas, são essenciais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-28576" title="flo5434" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/flo5434.gif" alt="flo5434" width="190" height="126" /></p>
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