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	<title>PlantaSonya &#187; Pragas e Doenças</title>
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	<description>O seu blog sobre cultivo de plantas e flores, pragas, adubos, jardins, enfim tudo sobre plantas</description>
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		<title>Doenças mais frequentes nas plantas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 19:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>

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		<description><![CDATA[Efeitos do ataque de oídio em folhas de morangueiro
- Oídio - o oídio reconhece-se pela camada branca localizada na página superior das folhas, entre outros locais, nos botões, rebentos e, eventualmente nas flores.
 
- Míldio &#8211; típico do ataque de míldio é o bolor branco acinzentado nas folhas e manchas castanhas nas páginas inferiores das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-41052" title="folha de morangueiro" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/folha-de-morangueiro.jpg" alt="folha de morangueiro" width="512" height="421" /><strong>Efeitos do ataque de oídio em folhas de morangueiro</strong></p>
<p><strong>- Oídio -</strong> o oídio reconhece-se pela camada branca localizada na página superior das folhas, entre outros locais, nos botões, rebentos e, eventualmente nas flores.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Míldio &#8211; </strong>típico do ataque de míldio é o bolor branco acinzentado nas folhas e manchas castanhas nas páginas inferiores das folhas.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Ferrugem parasitária -</strong> reconhece-se pelas pústulas amarelas ou cor-de-ferrugem, ocasionalmente alaranjadas, pelo armazenamento de esporos no verão nas páginas inferiores das folhas.Quando aumenta, as folhas atrofiam, murcham e a planta morre aos poucos.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Bolor cinzento -</strong> este fungo prejudicial frequente ataca também plantas em vasos. O aspecto danificado exterior traduz-se num bolor castanho-acinzentado e espesso, sendo que posteriormente aparecem manchas molhadas e apodrecidas nas folhas.</p>
<p>Inúmeras pragas, como por exemplo, o bicho-de-conta, atacam as raízes de uma planta. Normalmente, retirar a planta do vaso e deixar o substrato secar pode ser uma ajuda.<br />
Uma questão que o principiante de jardineiro de plantas de interior frequentemente se coloca a si próprio é como as pragas aparecem do dia para a noite nas plantas tão bem cuidadas. Mesmo o apreciador de palnats mais  experiente, que trabalha com mistura desinfectada e utensílios meticulosamente limpos, é por vezes surpreendido com aparições atacantes de bandos inteiros de pulgões, cochonilhas-verdes e cochonilhas-algodão ou aranhiços vermelhos, perguntando-se de onde vêm tão repentinos tormentos.</p>
<p>A expressão &#8220;cair do céu&#8221; ou a resposta &#8220;do ar&#8221; parecem não ter qualquer significado, mas as expressões corretas. As pragas animais podem, de fato, vir do ar, tal como as bactérias, os vírus e os esporos de fungos; e, em determinadas circunstâncias, os nemátodos dos vasos são trazidos com a mistura, pois os seus ovos resistem normalmente às temperaturas elevadas, ou seja, à desinfecção.</p>
<p>A seguir, apresentam-se individualmente os invasores desagradáveis do paraíso das plantas ornamentais:<br />
<strong>- Formigas -</strong> aparecem, sobretudo, quando há um ataque de pulgões, pois copiam a &#8221; corda de mel &#8221; deixada por estes, desaparecendo, normalmente, quando se eliminam os pulgões.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Bichos-de-conta &#8211; </strong>os caranguejos pequenos, oblíquos e cinzento-amarelados alimentam-se à noite das partes carnudas da planta.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Pulgões -</strong> estes insetos, contam-se entrea as pragas mais frequentes. Alimentam-se furando a corrente de seiva das folhas, dos botões, dos rebentos, das flores e até das raízes, extraindo as substâncias  nutritivas das plantas. Quase todas as plantas podem ser atacadas por pulgões.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Nemátodos &#8211; </strong>os vermes de 1 mm de comprimento podem aparecer na mistura, no torrão da planta, na água, nos utensílios ou em invólucros de vasos e de plantas de barrica. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong>- Cochonilhas -</strong> reconhecem-se pela sua carapaça castanha e alojam-se por baixo das folhas.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Cochonilhas-verdes e cochonilhas-algodão &#8211; </strong>estes insetos, sugadores de 3 mm derivam seus nomes das secreções esbranquiçadas em forma de flocos de algodão que dão origem a filamentos pegajosos.É com este processo que se protegem e põem os ovos. As cochinilhas-algodão sugam a seiva das plantas, pelo que esta começa a adoecer.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Aranhiços vermelhos &#8211; </strong>estes animais minúsculos furam o tecido da planta, sugando a seiva. A teia cinzenta-esbranquiçada é muito típica e começa a cobrir toda a planta. As folhas atacadas ficam amareladas e secam.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Trípes -</strong> estes insetos pretos e brancos medem cerca de 2 mm. São descobertos pelo rastro que deixam de partes de folhas prateadas e brilhantes.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Moscas brancas &#8211; </strong>quando se agitam as folhas das plantas, elas fogem.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- C</strong><strong>ochonilhas da raíz &#8211; </strong>estes sugadores de raízes são temidos pelo jardineiro de plantas de interior, pois os seus danos são executados no oculto. As lesões que, no pior dos casos, causam a morte da planta, são normalmente descobertos demasiado mais tarde.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-41053" title="vela" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/vela.gif" alt="vela" width="450" height="529" /></p>
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		<title>Vespinha Calorileya nigra</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 20:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um grande número de pragas e doenças atacam as orquídeas, e embora boa parte delas não provoque danos consideráveis às orquídeas, acabam de certa forma lesionando alguma parte ou mesmo danificando esteticamente a apresentação das mesmas.
É comum observar o aparecimento de pragas e doenças principalmente após a introdução de novas plantas em um orquidário. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39914" title="Calorileya nigra" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Calorileya-nigra.jpg" alt="Calorileya nigra" width="556" height="418" /></p>
<p>Um grande número de pragas e doenças atacam as orquídeas, e embora boa parte delas não provoque danos consideráveis às orquídeas, acabam de certa forma lesionando alguma parte ou mesmo danificando esteticamente a apresentação das mesmas.</p>
<p>É comum observar o aparecimento de pragas e doenças principalmente após a introdução de novas plantas em um orquidário. De certa forma estes problemas poderão ser evitados com a construção de um pequeno espaço, separado do orquidário e das demais orquídeas, onde as plantas serão introduzidas e assim isoladas do resto da coleção por algumas semanas. Durante esse período, devemos fazer aplicações de produtos com ação inseticida, acaricida e fungicida, espaçadas semanalmente, com pelo menos duas aplicações de cada um destes produtos, acabando assim com todos os focos de infestação.</p>
<p>Um dos ataques mais comuns hoje em dia, e que provoca danos não tão consideráveis às orquídeas, principalmente nos gêneros <em>Cattleya</em> e <em>Laelia</em>, é o da <em>Calorileya nigra</em>, conhecida como vespinha negra.</p>
<p>Na fase adulta apresenta coloração escura, com cerca de 2,5  mm de comprimento. Na sua fase larval são esbranquiçadas, ápodes e recurvadas, medindo de 2,0 a 2,5 mm de comprimento, quando completamente desenvolvidas.</p>
<p>A vespinha negra ataca as extremidades das raízes, efetuando ali o seu ciclo evolutivo. Após o depósito das larvas nas extremidades das raízes, ocorre o desenvolvimento das mesmos, que por sua vez vão crescendo, ocorrendo assim a formação de galhas radiculares na região apical, ou seja,  o intumescimento no local de desenvolvimento destas larvas. O ciclo evolutivo completa-se em 50 a 60 dias e o adulto sai da raiz através de um orifício feito na galha, deixando assim espaço para a saída das novas vespinhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39915" title="Calorileya nigra 1" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Calorileya-nigra-1.jpg" alt="Calorileya nigra 1" width="500" height="342" /></p>
<p>Apesar de feias e deformadas, após algum tempo as raízes atacadas continuam o seu desenvolvimento normal, seguindo seu crescimento a partir das galhas formadas. Vale lembrar que em momento algum este problema corta a absorção de nutrientes através das raízes afetadas e que paralisa apenas temporariamente o crescimento das mesmas.</p>
<p>Apesar de serem chamadas de vespinhas negras, não podemos confundir a <em>Calorileya nigra</em> com a <em>Eurytoma orchidearum, </em>que atacam apenas os brotos e novos pseudobulbos, também provocando o intumescimento no local de desenvolvimento das larvas, e principalmente na base dos pseudobulbos, provocando a morte desta parte afetada.</p>
<p>Em geral as medidas preventivas são bem mais fáceis e que as de combate, e são as seguintes:<br />
- Manter não só o orquidário como também as plantas sempre bem limpas.<br />
- Evitar ter nos orquidários outros tipos de plantas ornamentais ou arbustos e árvores frutíferas.<br />
- Também é aconselhável a limpeza na parte externa dos orquidários, evitando acúmulo de lixo, xaxim velho, pilha de vasos, pois todos estes fatores servem de abrigo para insetos.<br />
- Limpar frequentemente as bancadas e paredes com solução a base de cloro.</p>
<p>A partir do momento do aparecimento dos primeiros focos, o combate da <em>Calorileya nigra</em> pode ser feito através da extirpação da parte afetada, lembrado que é muito importante a incineração destas galhas extirpadas, para que assim combate das larvas e vespinhas que estejam dentro das galhas se torne efetivo. Todo esse procedimento não valerá nada se não houver a associação de um inseticida sistêmico, que poderá ser administrado em duas aplicações com intervalo de pelo menos 30 dias, para que assim dê o tempo necessário para o desenvolvimento, e consequentemente a eliminação das larvas ou vespinhas de dentro das galhas radiculares.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-40841" title="folh" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/folh4.gif" alt="folh" width="311" height="320" /></p>
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		<title>As doenças em Azaléias</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 15:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>

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A Azaléia é suscetível a algumas doenças, tais como:
Oídio - A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.
Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-40449" title="azaléias" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/azaléias.jpg" alt="azaléias" width="533" height="600" /></p>
<p>A Azaléia é suscetível a algumas doenças, tais como:<br />
<strong><em>Oídio -</em></strong> A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.<br />
<strong>Controle: </strong>Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.</p>
<p><strong>Galhas -</strong> folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”.<br />
<strong>Controle: </strong>Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.</p>
<p><strong>Seca de ponteiros  &#8211; </strong>Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta.<br />
<strong>Controle: </strong>Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.</p>
<p><strong>Clorose &#8211; </strong>Toda a folhagem pode tornar-se amarela.<br />
<strong>Controle:</strong> Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.</p>
<p><strong>Ferrugem &#8211; </strong>Manchas semelhantes à ferrugem nas folhas acusam a presença de fungos.<br />
<strong>Controle: </strong>Aplique Calda Bordalesa</p>
<p>Podem ocorrer também algumas pragas como trípes, ácaros, pulgões e moscas minadoras.</p>
<p><strong>Cuidados quando cultivadas em vasos, dentro de casa:<br />
</strong>- Mantenha o vaso em lugar fresco e claro.<br />
- Mantenha a terra do vaso bem úmida, sem deixar acumular água sobre o prato.<br />
- Mergulhe o vaso em um balde com água morna uma vez por semana.<br />
- Na primavera, corte alguns ramos de modo a conservar o contorno da azaléia.<br />
- Elimine flores murchas, para evitar doenças e forçar a abertura dos demais botões florais.<br />
- Adube uma vez por mês.<br />
- Após a florada, tire a muda do vaso e plante no jardim, em local fresco e claro.<br />
- Escolha sempre uma planta cheia de folhas e flores, com aparência saudável, acrescida de grande número de botões. Retire as folhas murchas.<br />
- Utilize uma tesoura para fazer a poda, logo acima de um viçoso cacho de folhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-40453" title="bird10" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/bird10.gif" alt="bird10" width="336" height="450" /></p>
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		<title>Pragas e doenças em Arbustos</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/pragas-e-doencas/pragas-e-doencas-em-arbustos.html</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 20:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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As pragas e doenças que atacam os arbustos, praticamente são as mesmas que as das forrações, utilizando-se as mesmas medidas de controle. No entanto, em ataques mais severos podem ser usados produtos mais fortes, pelo fato de os arbustos apresentarem uma estrutura vegetal mais resistente que a das forrações.
PRAGAS COMUNS EM ARBUTOS
Praga &#8211; Ácaros
Danos &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39855" title="hibisco_rosa" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/hibisco_rosa2.jpg" alt="hibisco_rosa" width="600" height="400" /><br />
As pragas e doenças que atacam os arbustos, praticamente são as mesmas que as das forrações, utilizando-se as mesmas medidas de controle. No entanto, em ataques mais severos podem ser usados produtos mais fortes, pelo fato de os arbustos apresentarem uma estrutura vegetal mais resistente que a das forrações.</p>
<p><strong>PRAGAS COMUNS EM ARBUTOS<br />
Praga &#8211; </strong>Ácaros<strong><br />
Danos &#8211; </strong>Atacam flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem. Diminuem o ritmo de crescimento, favorecendo a má formação de brotos e, em caso de grande infestação, podem matar a planta.<br />
<strong>Plantas atacadas</strong> &#8211; Azaléias, acalifas, cróton, entre outras.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Cochonilha<br />
<strong>Danos -</strong> Insetos sugadores que roubam a seiva da planta, causando a má-formação de folhas e frutos e os brotos ficam encarquilhados.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> A maioria dos arbustos pode ser atacada pelas cochonilhas. É comum a presença em azaléias e gardênias.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Formiga saúva<br />
<strong>Danos -</strong> Em uma noite elas podem desfolhar todo um canteiro.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Grande parte dos arbustos está sujeita ao ataque.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Lagarta<br />
<strong>Danos -</strong> As lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de ‘teia’ para proteger-se.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Todas as plantas que possuem folhas macias estão sujeitas ao seu ataque.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Lesma<br />
<strong>Danos -</strong> As lesmas e caracóis atacam brotos, botões e raízes. Podem comer a planta toda, matando-a.<br />
<strong>Plantas atacadas</strong> &#8211; Grande parte dos arbustos com folhas tenras.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Pulgão<br />
<strong>Danos -</strong> Vivem sob folhas e brotos novos da planta, sugando a seiva, deixando-as amareladas e enrugadas. Podem transmitir doenças perigosas.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Ixora, camélia, gardênia, alamanda-arbustiva, entre outras.</p>
<p><strong>Praga -</strong> Tripes<br />
<strong>Danos -</strong> Atacam folhas, brotos, botões, flores e bulbos. Quando afeta a fase de botão, pode causar aborto da floração ou pétalas deformadas. As flores podem ficar com manchas descoradas.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Ataca azaléias, alamanda, camélia, hibisco, etc.</p>
<p><strong>DOENÇAS COMUNS EM ARBUSTOS<br />
Doença/Agente – </strong>Oídio<br />
<strong>Danos -</strong> Manchas brancas de aspecto aveludado. Com a evolução da doença, essas lesões se tornam grandes massas pulverulentas atingindo toda a extensão da folha, que, amarelece e murcha.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Azaléia, hortênsias.</p>
<p><strong>Doença/Agente – </strong>Ferrugem<br />
Danos &#8211; As plantas severamente atacadas perdem água rapidamente, tem a área fotossinteticamente ativa reduzida e morrem precocemente.<br />
Plantas atacadas &#8211; Camélias, ixora.</p>
<p><strong>Doença/Agente &#8211; </strong>Manchas de folhas por <em>Alternaria<br />
</em>Danos &#8211; Manchas necróticas pequenas em grande número.<br />
Plantas atacadas &#8211; Filodendros, hortênsia.</p>
<p><strong>Doença/Agente &#8211; </strong>Antracnose por <em>Colletotrichum gleosporioides<br />
</em><strong>Danos -</strong> Necrose e queda do tecido foliar. Podem atingir grandes extensões da área foliar.<br />
<strong>Plantas atacadas -</strong> Filodendros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39856" title="38411" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/384112.gif" alt="38411" width="463" height="347" /></p>
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		<item>
		<title>Combate a Pragas e Doenças</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve-se vistoriar o jardim periodicamente, como objetivo detectar a presença de pragas e/ou doenças.
É necessário esclarecer que, quando se fala em pragas, está se referindo ao inimigo da planta de origem animal (pulgões, lagartas, cochonilhas, etc.), e em doenças, quando o inimigo da plantas é de outra origem (fungo, vírus e bactéria).

Pulgões
PRAGAS
O controle das pragas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deve-se vistoriar o jardim periodicamente, como objetivo detectar a presença de pragas e/ou doenças.</p>
<p>É necessário esclarecer que, quando se fala em pragas, está se referindo ao inimigo da planta de origem animal (pulgões, lagartas, cochonilhas, etc.), e em doenças, quando o inimigo da plantas é de outra origem (fungo, vírus e bactéria).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-38735 alignnone" title="Pulgões 2" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Pulgões-2.jpg" alt="Pulgões 2" width="519" height="370" /><strong><br />
Pulgões</strong></p>
<p><strong>PRAGAS</strong><br />
O controle das pragas pode ser tanto preventivo quanto de ação direta, pela aplicação de defensivos agrícolas. Outra possibilidade é o uso de defensivos alternativos, de produção caseira, quase nada tóxicos e que têm se mostrado bastante eficientes no combate das pragas.</p>
<p><strong>a) Formigas: </strong>as espécies consideradas pragas em jardins e hortas são compostas pelas formigas cortadeiras: saúvas e quenquéns.</p>
<p>Não existe ainda uma forma eficaz de se controlar naturalmente formigas cortadeiras. As iscas tóxicas (formicidas) são as mais eficientes no mercado, fáceis de aplicar, pouco tóxicas ao homem e de preço acessível.</p>
<p>Sua utilização deve ser feita seguindo-se criteriosamente as instruções contidas no rótulo. Deve-se, ainda, respeitar a indicação de iscas para jardinagem amadora e para a agricultura. Esta última não pode ser utilizada na área urbana.</p>
<p><strong>b) Lesmas e Caracóis: </strong>normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.</p>
<p>Dicas: besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas feitas com “isca de cerveja” para atraí-los. Como fazer: tirar a tampa de uma lata de azeite e enterrá-la deixando a abertura no nível do solo. Colocar dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídos pela cerveja e morrem desidratados pelo sal.</p>
<p><strong>c) Ácaros: </strong>parecem pequenas aranhas vermelhas, sendo de tamanho microscópico. O sinal de que a planta está sendo atacada é o aparecimento de minúsculas teias prateadas na parte de baixo das folhas. Todas elas podem matar suas plantas, mas antes deixam as folhas manchadas e enroladas.</p>
<p><strong>d) Pulgões</strong>: podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demais a planta e até transmitir doenças perigosas. Os pulgões costumam atacar, principalmente, as plantas de hastes e folhas macias. Precisam ser controlados logo que aparecem, pois multiplicam-se com grande rapidez.</p>
<p>Dicas: as joaninhas são seus predadores naturais. Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas. Essa operação pode ser feita semanalmente. Recomenda-se também a aplicação de calda de fumo ou macerado de urtiga.</p>
<p><strong>e) Cochonilhas: </strong>são insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso.</p>
<p>Dicas: as joaninhas também são seus predadores naturais, além de certos tipos de vespas. A calda de fumo e a emulsão de óleo são métodos naturais bastante eficientes para combatê-las. Deve-se evitar o uso de controle químico, mas, quando necessário, nos casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.</p>
<p><strong>f) Moscas-brancas</strong>: são insetos de coloração branca. Não é difícil notar a sua presença: ao esbarrar numa planta infestada por moscas-brancas, ocorre uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos.</p>
<p>Dica: é difícil eliminá-las; por isso, muitas vezes, é preciso aplicar insetidas específicos. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes &#8211; como tagetes ou cravo-de-defunto (<em>Tagetes </em>sp.), hortelã</p>
<p>(<em>Mentha </em>sp.), calêndula <em>(Calendula officinalis</em>), arruda (<em>Ruta graveolens</em>) &#8211; costuma dar bons resultados.</p>
<p><strong>g) Lagartas: </strong>fáceis de serem reconhecidas, as lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de &#8220;teia&#8221; para proteger-se.</p>
<p>Dicas: caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação de um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma. A calda de angico ajuda a afastar as lagartas e não prejudica a planta. O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas. Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais.</p>
<p><strong>h) Percevejos</strong>: são mais conhecidos como “marias-fedidas”, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.</p>
<p>Dicas: vespas são seus predadores naturais. Devem ser removidos manualmente, um a um. Se o controle manual não for eficiente, a calda de fumo pode funcionar como um repelente natural.</p>
<p><strong>i) Tatuzinhos: </strong>muito comuns nos jardins com umidade excessiva, são também conhecidos como “tatus -bolinha”, pois enrolam-se como uma bolinha quando são tocados. Vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, além de transmitir doenças às plantas.</p>
<p>Dicas: evitar a umidade excessiva em vasos e canteiros; devem ser retirados manualmente e eliminados um a um.</p>
<p><strong>j) Nematóides: </strong>são “parentes” das lombrigas e atacam as plantas pelas raízes. As plantas afetadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas. Num ataque intenso, provocam a morte do sistema radicular e, conseqüentemente, da planta.</p>
<p>Algumas plantas dão sinais em sua parte aérea, mostrando sintomas do ataque de nematóides: as dálias, por exemplo, podem apresentar áreas mortas, de coloração marrom, nas folhas mais velhas.</p>
<p style="text-align: left;">Dicas: o melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada. Se o controle ficar difícil, deve-se eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-38736" title="fungos-planta" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/fungos-planta2.jpg" alt="fungos-planta" width="503" height="377" /><strong>Fungos</strong></p>
<p><span id="more-38733"></span><strong>DOENÇAS</strong><strong><br />
a) Antracnose: </strong>provoca o aparecimento de várias manchas brancas com anéis vermelho-escuros com o tempo. As manchas tornam-se amarronzadas. Das manchas, formam-se buracos e as folhas caem. O controle químico é feito com pulverizações à base de enxofre. Durante o período de crescimento, pulveriza-se semanalmente com Maneb ou zineb.</p>
<p><strong>b) Cancro: </strong>os fungos penetram pelos cortes da poda, nó de articulação do enxerto ou ferimentos causados por ferramentas. Aparecem manchas marrons grandes que circulam os caules, atingindo as folhas. O controle é feito com pulverizações à base de enxofre.</p>
<p><strong>c) Tombamento: </strong>aparecem quando se tem excesso de umidade e temperatura baixa. Causam o apodrecimento da haste junto ao solo. O controle deve ser preventivo com a desinfecção do solo.</p>
<p><strong>d) Ferrugem: </strong>formam manchas pulverulentas nas partes inferiores das folhas que depois murcham e caem, e nos caules. As manchas podem ser alaranjadas, amarelas ou marrom-avermelhadas. O controle é feito com pulverizações de enxofre, Zineb ou Maneb.</p>
<p><strong>e) Míldio pulverulento: </strong>o ataque é feito nas partes novas da planta, formando manchas marrons cobertas por um pó branco ou cinza. As folhas enrolam e secam. O controle deve ser químico, à base de enxofre.</p>
<p><strong>f) Mofo cinzento: </strong>a planta apresenta nos caules, folhas, brotos e botões florais um mofo cinza amarronzado. O controle químico é feito com pulverizações de Zineb.</p>
<p><strong> g) Oídio: </strong>a planta apresenta manchas claras, esbranquiçadas, aspecto pulverulento (talco), mais ou menos arredondadas nos dois lados das folhas, nos brotos e botões. As manchas tornam-se amarelo-avermelhadas e as folhas acabam secando. Controle com produtos à base de enxofre.</p>
<p><strong>h) Pinta-preta: </strong>a planta apresenta as folhas todas pintadas com manchas arredondas pretas, com contorno amarelado, causando a queda das folhas. Ocorre geralmente em tempo úmido e é típica das roseiras. O controle químico é feito através de pulverizações com Dithane e Fermate.</p>
<p><strong>i) Galha: </strong>a planta apresenta um tumor arredondado e áspero que aparece no caule junto ao nível do solo. O ataque é feito quando a planta sofre ferimentos. A planta perde o viço e morre. O controle químico é feito com aplicações de estreptomicina em pó a cada duas semanas.</p>
<p><strong>j) Viroses: </strong>existem diversos tipos. As plantas atacadas geralmente apresentam estrias amarelas nas folhas, deformações, envassouramentos, reduções do crescimento e da produção.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-39604" title="BLUEBIRDS" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/BLUEBIRDS15.gif" alt="BLUEBIRDS" width="406" height="456" /></p>
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		<title>Thysanoptera &#8211; Lacerdinha</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 19:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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Thysanoptera é uma ordem de insetos, chamados genericamente de tripes. São insetos pequenos, variando de 0,5 a 13 mm, de cor escura na fase adulta. A sua principal característica morfológica são as asas do tipo franjada ou asas franjadas.
Características
Além do tamanho diminuto, que nos adultos varia de 0,5 a 14 mm de comprimento, os tripes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38045" title="Thysanoptera" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Thysanoptera1.jpg" alt="Thysanoptera" width="540" height="551" /></p>
<p>Thysanoptera é uma ordem de insetos, chamados genericamente de tripes. São insetos pequenos, variando de 0,5 a 13 mm, de cor escura na fase adulta. A sua principal característica morfológica são as asas do tipo franjada ou asas franjadas.</p>
<p><strong>Características<br />
</strong>Além do tamanho diminuto, que nos adultos varia de 0,5 a 14 mm de comprimento, os tripes caracterizam-se por apresentarem um aparelho bucal do tipo picador-sugador assimétrico, formado por uma única mandíbula, a esquerda. A coloração dos adultos é muito variável. Existem espécies de cor escura, castanha, amarela, alaranjada e também esbranquiçada.</p>
<p>Devido a essa plasticidade no seu hábito alimentar, estes insetos ocupam um número variado de habitats, tais como: flores e folhas de inúmeras espécies vegetais, cascas de árvores, em galhas produzidas por eles ou por outros insetos. Podem também estar associados à ninhos de pássaros e mamíferos, ou ainda à formigueiros e cupinzeiros.</p>
<p>É uma praga muito comum em  Ficus. Em alguns lugares do Brasil o seu é muito conhecido como Tripes ou lacerdinhas, atacam muito as folhas dos fícus, fazendo com que elas venha a enrolar/dobrar, onde os lacerdinhas se multiplicam e danificando todas as folhas.</p>
<p><strong>Como combater:</strong> A melhor maneira para combater seria inseticida para plantas, aplicar nas folhas todas e depois de 10 minutos retirar as folhas que estão fechadas e depois de 1 mês fazer nova aplicação e sempre fazer o controle para ele não voltar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38701" title="birds" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/birds5.gif" alt="birds" width="336" height="450" /></p>
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		<title>Pragas e doenças nos bonsais</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/pragas-e-doencas/pragas-e-doencas-nos-bonsais.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 19:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Alguns sintomas
- Estado da planta é de aparência muito debilitada. Deficiência de micronutrientes, principalmente ferro.
- Morte das gemas apicais (Ponteiros), amarelamento das nervuras das folhas. Falta de cálcio.
- Folhas mais velha ficam amareladas e o pecíolo apresentar tons arroxeados. Falta de enxofre.
- Pouca floração, folhas escuras. Falta de fósforo.
- Amarelamento das nervuras das folhas, começando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38534" title="tuia" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/tuia2.jpg" alt="tuia" width="496" height="600" /></p>
<p><strong>Alguns sintomas<br />
</strong>- Estado da planta é de aparência muito debilitada. Deficiência de micronutrientes, principalmente <strong>ferro.<br />
- </strong>Morte das gemas apicais (Ponteiros), amarelamento das nervuras das folhas. Falta de <strong>cálcio</strong>.<br />
<strong>-</strong> Folhas mais velha ficam amareladas e o pecíolo apresentar tons arroxeados. Falta de <strong>enxofre.</strong><br />
- Pouca floração, folhas escuras. Falta de <strong>fósforo</strong>.<br />
- Amarelamento das nervuras das folhas, começando pelas mais velhas. Falta de <strong>magnésio.</strong><br />
<strong>- </strong>Bordos das folhas apodrecidos, caule fino e fraco. Falta de <strong>potássio.</strong></p>
<p><strong>Outros sintomas<br />
</strong>* Sintomas: Folhagem murcha, terra seca.<br />
Causa: Falta de água<br />
Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, vaporize a folhagem; depois de uma hora mergulhe a planta numa bacia molhando o substrato por imersão. Leve o bonsai para um local sombreado por alguns dias.</p>
<p>* Sintomas: Folhagem que murcha seguidamente e terra que seca muito rápido ou escorre pelas bordas (água não penetra no solo).<br />
Causa: Excesso de raízes<br />
Tratamento sugerido: Troque a terra imediatamente. Pode as raízes e use um vaso um pouco maior se necessário. Vaporize a folhagem.</p>
<p>* Sintomas: Folhas murchas e terra úmida.<br />
Causa: Raízes apodrecidas<br />
Tratamento sugerido: Retire a planta do vaso, limpe as raízes com jato de água ou mergulhe repetidas vezes numa bacia d’água; corte as raízes apodrecidas. Reenvase em composto com muita areia.</p>
<p>* Sintomas: Galho que muda subitamente de cor.<br />
Causa: Vírus<br />
Tratamento sugerido: Corte as áreas afetadas, esterilize as ferramentas usadas de modo a não contaminar outras plantas.</p>
<p>* Sintomas: Folhas e veios amarelados.<br />
Causa: Deficiência mineral<br />
Tratamento sugerido: Aplique um fertilizante mineral que inclua ferro, manganês, zinco e magnésio</p>
<p>* Sintomas: Topo do bonsai está com folhas queimadas e secas.<br />
Causa: Sol muito forte<br />
Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, levando-a para um local mais sombreado; vaporize a folhagem.</p>
<p>* Sintomas: Galhos baixos do bonsai estão secando, não desenvolvem folhas novas.<br />
Causa: Falta de sol (luminosidade) nos galhos inferiores<br />
Tratamento sugerido: Pode o topo do bonsai eliminando o excesso de folhas, gire o vaso de vez em quando, faça uma leve fertilização, mantenha o topo com pouca folhagem.</p>
<p>* Sintomas: Coníferas com verde pálido, pouca brotação anual.<br />
Causa: Ácaros ou cochonilhas<br />
Tratamento sugerido: Aplique um inseticida mineral ou orgânico, pode os galhos com excesso de folhagem, coloque em local ensolarado.<br />
<span id="more-38533"></span><br />
* Sintomas: Furo no tronco do bonsai.<br />
Causa: Brocas<br />
Tratamento sugerido: Injete algum inseticida nos furos com uma seringa.</p>
<p>* Sintomas: Tronco úmido, escuro e com limo.<br />
Causa: Excesso de água<br />
Tratamento sugerido: Lave com escova de dentes toda a região do tronco afetada, molhe somente a terra nas próximas vezes.</p>
<p>* Sintomas: Limo em madeira morta.<br />
Causa: Umidade<br />
Tratamento sugerido: Limpe com escova de dentes e aplique calda sulfocáustica com pincel pequeno.</p>
<p>* Sintomas: Limo no vaso.<br />
Causa: Algas<br />
Tratamento sugerido: Limpe o vaso com escovinha. Use uma solução de água sanitária (Tipo clorox) diluída; depois de seco o vaso, passe uma leve camada de óleo mineral.</p>
<p>* Sintomas: Crosta branca no vaso e até na terra.<br />
Causa: Depósito de sais minerais; pode ser duas as causas: água com excesso de cloro ou uso de adubo mineral com muita frequência.<br />
Tratamento sugerido: Limpe a crosta do vaso com escovinha, água e detergente; molhe a planta mergulhando-a numa bacia com água que cubra toda a terra do vaso por aproximadamente 1/2 hora.</p>
<p>* Sintomas: Pó branco em folhas.<br />
Causa: Míldio<br />
Tratamento sugerido: Tratar com fungicida (Tipo calda bordalesa) molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.</p>
<p>* Sintomas: Folhas com pó cor de ferrugem.<br />
Causa: Fungos<br />
Tratamento sugerido: Tratar com fungicida (Tipo calda bordalesa), molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.</p>
<p>* Sintomas: Folhas novas muito maiores que as demais.<br />
Causa: Excesso de nitrogênio<br />
Tratamento sugerido: Molhe bem o bonsai para remover o excesso de fertilizante, leve a planta para local ensolarado, remova as folhas indesejadas.</p>
<p>* Sintomas: Folhas caem subitamente.<br />
Causa: Choque de calor<br />
Tratamento sugerido: Leve a planta para local sombreado, vaporize a folhagem remanescente e molhe bem a terra.</p>
<p>* Sintomas: Pouca brotação nova e pequena para o normal.<br />
Causa: Excesso de raízes<br />
Tratamento sugerido: Reenvase a planta, podando as raízes, use um bom composto.</p>
<p>* Sintomas: Mesmo sintoma apresentado no item anterior mas a planta não apresenta excesso de raízes.<br />
Causa: Falta de Nitrogênio<br />
Tratamento sugerido: Fertilize levemente e mais seguido.</p>
<p>* Sintomas: Escamas brancas nas folhas novas e brotos.<br />
Causa: Mosca branca<br />
Tratamento sugerido: Vaporize inseticida mineral ou orgânico.</p>
<p>* Sintomas: Folhagem de crescimento alongado; folhas muito espaçadas, verde pálido.<br />
Causa: Luz insuficiente<br />
Tratamento sugerido: Mova a planta para local ensolarado aos poucos, podando o crescimento muito alongado.</p>
<p>* Sintomas: Coníferas azuis que passam para verde.<br />
Causa: Carência de magnésio<br />
Tratamento sugerido: Use adubo mineral completo. A cor azul se intensifica com o sol, verifique se a planta está em local adequado.</p>
<p>* Sintomas: Árvore que não floresce.<br />
Causa: Poda em época errada<br />
Tratamento sugerido: Se a planta já alcançou a idade de florescer a poda deve ser feita na Primavera somente depois de as flores murcharem e caírem. A poda anual muito profunda remove os botões florais; adube plantas que florescem com fosfato (Farinha de osso ou adubo mineral no Outono).</p>
<p>* Sintomas: Formigas andando por galhos e tronco.<br />
Causa: Pulgões e cochonilhas<br />
Tratamento sugerido: Use inseticida orgânico ou mineral vaporizando a folhagem.</p>
<p>* Sintomas: Novos brotos das folhagens não abrem.<br />
Causa: Deficiência de fósforo<br />
Tratamento sugerido: Fertilize com farinha de osso ou adubo mineral tipo 4-10-8 ou similar</p>
<p>* Sintomas: Flores que não abrem.<br />
Causa: Deficiência de potássio<br />
Tratamento sugerido: Fertilize como no caso anterior.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38860" title="bird5" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/bird5.gif" alt="bird5" width="357" height="277" /></p>
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		<title>Problemas comuns com as Roseiras e como os resolver</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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		<description><![CDATA[
As roseiras são flores lindas para decorar um jardim, mas por vezes são atacadas por pragas e doenças que convém resolver rapidamente. Para as roseiras manterem sempre um aspeto magnífico, é necessário que sejam cuidadosamente tratadas. Conheça quais são os problemas mais comuns que afetam as roseiras e como resolvê-los.
Das pragas e doenças principais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36965" title="roseira" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/roseira4.jpg" alt="roseira" width="540" height="404" /></p>
<p>As roseiras são flores lindas para decorar um jardim, mas por vezes são atacadas por pragas e doenças que convém resolver rapidamente. Para as roseiras manterem sempre um aspeto magnífico, é necessário que sejam cuidadosamente tratadas. Conheça quais são os problemas mais comuns que afetam as roseiras e como resolvê-los.</p>
<p>Das pragas e doenças principais que podem afetar as roseiras, destacam-se os seguintes:<br />
<strong>A Mancha Negra<br />
</strong>Nas roseiras, a Mancha Negra começa a manifestar-se quando as franjas das folhas menores adquirem uma coloração preta e acastanhada que vai levar à sua queda. Os seus sintomas principais revelam-se na parte inferior das plantas e, com o passar do tempo, acabam por se espalhar pelo corpo todo. Este fungo é muito comum nas épocas de clima quente e úmido e, como tal, é necessário prevenir-se de uma forma a tempo e conveniente.<br />
<strong>Como tratar a Mancha Negra<br />
</strong>Se o seu jardim estiver afetado, é necessário livrar-se de todas as folhas que já possam estar contaminadas, para que estas não contagiem as restantes. Posteriormente, deve utilizar um spray de óleo de sódio e pulverizar as roseiras com o intuito de protegê-las e salvaguardar de outros eventuais ataques.</p>
<p><strong>O Oídio<br />
</strong>O Oídio apresenta manchas de filamentos brancos de fungos e esporos que deformam as folhas das plantas, os novos brotos e os respectivos caules. Trata-se de um fungo muito peculiar que se fortalece com o ar úmido mas, ao contrário de outros fungos ou doenças que afetam as rosas, este precisa de folhagem seca para se estabelecer e atacar.<br />
<strong>Como tratar o Oídio<br />
</strong>Para se livrar do Oídio e cuidar corretamente da saúde das suas plantas, deve regá-las com regularidade. Contudo, tenha em atenção que a rega deve ser efetuada de cima para baixo, preferencialmente na parte da manhã, de modo a retirar todos os esporos fúngicos e a reduzir ao máximo a possível infecção. Para os casos mais graves, é necessário aplicar um fungicida próprio sobre as plantas afetadas, como o triforine ou benomyl. Estes produtos podem ser adquiridos numa casa de jardins especializada e são fáceis de utilizar.</p>
<p><strong>A ferrugem<br />
</strong>A ferrugem é um dos problemas principais que afeta a saúde e o bem-estar de uma roseira. Ela começa a ser notada quando as folhas ganham pequenas manchas amarelas nas laterais e na sua superfície. Em casos mais avançados de ferrugem, as folhas amarelas não conseguem recuperar a sua pigmentação inicial e acabam por cair. Tenha em atenção que os dias quentes, as noites frias e a umidade incentivam o aparecimento desta doença fúngica que se propaga pelos esporos.<br />
<strong>Como tratar a ferrugem<br />
</strong>Quando as folhas com ferrugem caem no chão, elas devem ser imediatamente recolhidas, caso contrário a grama do jardim pode ficar queimada e a terra de cultivo pode perder os seus nutrientes principais. Para que isso não aconteça, faça uma manutenção regular do seu jardim e retire todas as folhas que apresentem qualquer sinal de ferrugem. Durante a estação de crescimento, deve aplicar um spray de enxofre, um fungicida ou um pesticida orgânico para que a planta possa crescer de uma forma saudável e consistente, sem qualquer vestígio de ferrugem.</p>
<p><strong>Os afídeos<br />
</strong>Os afídeos são pequenos agrupamentos de insetos de cor verde, vermelha, rosa ou preta que se encontram na superfície e nas laterais das novas folhas e brotos de uma planta. Existem cerca de 250 espécies distintas e a sua forma de atuação passa por absorver a seiva das plantas, servindo como vetor de transmissão do vírus.<br />
<strong>Como tratar os afídeos<br />
</strong>Os afídeos são uma das pragas que mais preocupam os agricultores e silvicultores, uma vez que afetam diretamente o rendimento das plantas, retirando-lhes a sua seiva. A saúde dos caules, folhas, flores, frutos e das raízes fica seriamente comprometida e daí podem resultar inúmeros prejuízos. Para infestações mais pesadas, é necessário aplicar um jato forte de água ou pulverizar a planta com água e sabão, com o intuito de desalojar a respectiva praga.</p>
<p><strong>Os ácaros<br />
</strong>Os ácaros são insetos praticamente invisíveis que se situam nas extremidades das plantas e, na maioria das vezes, a sua presença só é notada pela existência de teias muito delicadas. À semelhança dos afídeos, eles absorvem a seiva das plantas e ao fazê-lo as folhas adquirem uma tonalidade amarelada.<br />
<strong>Como tratar dos ácaros<br />
</strong>Os ácaros representam uma grande ameaça para a saúde humana, uma vez que são os principais responsáveis por quadros de alergia respiratória como a rinite alérgica e a asma. Para que isto não se suceda, é fundamental pulverizar as folhas das plantas com água logo no início da manhã. Para as grandes infestações de ácaros, é necessário pulverizar as plantas com um inseticida de água e sabão ou óleo de verão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38353" title="02" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/025.gif" alt="02" width="433" height="321" /></p>
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		<title>Pragas dos Gerânios</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/pragas-e-doencas/pragas-dos-geranios.html</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>

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Broca do gerânio (Cacyreus marshalli)
É uma praga originária do sudeste de África e que se acredita ter entrado na Europa na forma jovem, escondida no interior de gerânios advindos da África. Essa praga se alimenta exclusivamente de plantas pertencentes à família de Geraniaceae, afetando todas as variedades cultivadas do Geranium, sendo especialmente prejudicial para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-37687" title="gerânios" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/gerânios2.jpg" alt="gerânios" width="551" height="413" /></p>
<p><strong>Broca do gerânio (<em>Cacyreus marshalli</em>)</strong><br />
É uma praga originária do sudeste de África e que se acredita ter entrado na Europa na forma jovem, escondida no interior de gerânios advindos da África. Essa praga se alimenta exclusivamente de plantas pertencentes à família de Geraniaceae, afetando todas as variedades cultivadas do <em>Geranium</em>, sendo especialmente prejudicial para as variedades “grandiflora” e “capitatum”.</p>
<p>Essa praga é um lepidóptero pertencente à família <em>Lycaenidae</em>. O adulto é uma mariposa de vôo diurno, com asas de coloração marrom e parte superior branca nas bordas. Seus ovos são brancos, circulares e aplainados, depositados normalmente nas sépalas e nas brácteas do gerânio.  As lagartas apresentam quatro estágios larvais, apresentando no primeiro estágio, coloração branca com tonalidade esverdeada e três franjas rosadas e possuindo pêlos de cor branca ao longo de todo o corpo à exceção da zona ventral. À medida que vão mudando de fase, a cor da lagarta vai passando a ser mais esverdeada e suas franjas rosadas vão se tornando mais aparentes. Suas crisálidas também são peludas e de coloração verde, se tornando marrom de 1 a 2 dias antes da eclosão do adulto.</p>
<p>Se o ovo for depositado na bráctea do gerânio, a lagarta se introduz imediatamente dentro do casulo da flor, alimentar-se de seus vasos e tecidos. Se o ovo for depositado em uma folha, a lagarta inicia uma galeria abaixo da epiderme, alimentando-se no parênquima foliar.</p>
<p>O gerânio assim que floresce apresenta folhas e brotos mortos  devido à ausência da seiva. A duração média do ciclo completo dessa praga é de 62 dias a temperatura de 20ºC e de 33 dias a temperatura de 30ºC.</p>
<p>O controle dessa praga é dificultado pela ausência de inimigos naturais fora do Sudeste da África, o que acaba por favorecer sua rápida disseminação quando em condições favoráveis de temperatura. Desse modo, uma das melhores maneiras de controle dessa praga seria o uso de material vegetal com procedência.</p>
<p><strong>Ácaro vermelho (<em>Tetranychus urticae</em>)</strong><br />
Alimentam-se da seiva que extraem das folhas mediante seu aparato bucal chupador. O principal sintoma da presença dessa praga é o aparecimento de pequenos pontos marrons amarelados. Posteriormente as folhas se encarquilham, secam e finalmente caem. Se o ataque for muito forte, a planta inteira amarela e logo acaba morrendo.</p>
<p>Como controle, recomenda-se efetuar os tratamentos durante o inverno, já que a praga nesse período permanece inativa, além disso pode-se usar controle químico com acaricida.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38235" title="riach" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/riach.gif" alt="riach" width="480" height="360" /></p>
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		<title>Doenças dos Gerânios</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pragas e Doenças]]></category>
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Mancha Foliar do Gerânio (Alternaria alternata) 
Esta doença aparece mais freqüentemente em condições estressantes para  a planta. Os sintomas se manifestam por pequenos pontos aquosos nas folhas mais velhas. Quando os pontos amadurecerem, seus centros parecem afundados, da cor marrom e com 2-3 mm de diâmetro podendo apresentar também halos amarelos difusos. Posteriormente os pontos [...]]]></description>
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<p><strong>Mancha Foliar do Gerânio (<em>Alternaria alternata</em>)</strong><strong> </strong><br />
Esta doença aparece mais freqüentemente em condições estressantes para  a planta. Os sintomas se manifestam por pequenos pontos aquosos nas folhas mais velhas. Quando os pontos amadurecerem, seus centros parecem afundados, da cor marrom e com 2-3 mm de diâmetro podendo apresentar também halos amarelos difusos. Posteriormente os pontos aparecem no feixe das folhas.</p>
<p>Como controle deve-se retirar e eliminar as folhas infectadas para se reduzir o inóculo, além de se evitar o stress provocado por grandes flutuações de temperatura e também evitar períodos prolongados da umidade nas folhas. O controle químico se mostra também muito eficiente quando realizado no início da doença.</p>
<p><strong>Ferrugem (<em>Puccinia pelargonii-zonalis</em>)</strong><br />
Trata-se de uma doença específica do gerânio, que ataca sobre tudo o <em>Pelargonium zonale</em>. Os sintomas começam com manchas brancas ou amareladas na face superior da folha. Com o tempo essas manchas evoluem para pústulas cloróticas nas folhas. A identificação e o combate neste estágio são importantes para o sucesso e para evitar que a doença se espalhe.</p>
<p>De 10 a 14 dias após a infecção, estas pústulas se tornam de coloração marrom em forma circular abaixo das folhas. Estas manchas circulares contêm os esporos altamente contagiosos que se espalham pelo toque, pela água ou pelo ar. As folhas muito infectadas se tornam totalmente cloróticas, chegando a cair, fazendo com que a planta não possa ser comercializada.</p>
<p>Como controle pode ser feito com o uso de fungicidas específico para a ferrugem. Produtos a base de Mancozeb, Triodimetol, Azoxystrobin, Kresoxim-Methil, Myclobutanil e Propicanazole são usados na produção comercial com acompanhamento técnico de um agrônomo responsável. Além disso, as plantas já infectadas devem ser descartadas e a entrada de novas plantas deve ser inspecionada para se evitar a entrada novamente desse patógeno na área de produção do gerânio.</p>
<p><strong>Botrytis (<em>Botrytis cinerea</em>)</strong><br />
Os sintomas são manchas mais ou menos localizadas com frutificação típicas do fungo. Dissemina-se rapidamente em condições de elevada umidade, especialmente sobre as flores.</p>
<p>O controle químico pode ser realizado com produtos a base de Iprodione, Diclofluanida, Vinclozalina, entre outros. As folhas devem ser conservadas secas para reduzir o potencial de germinação dos uredosporos.</p>
<p><strong>Pythium (<em>Pythium sp.</em>)</strong><br />
Provoca podridões dos caules e raízes apresentando como resultado amarelecimento, raquitismo e o murchamento das partes aéreas da planta. Como controle preventivo, deve-se tratar as plantas com produtos químicos específicos para controle do <em>Pythium</em>. Inspeções ocasionais das raízes das plantas podem facilitar na detecção desse patógeno.</p>
<p><strong><em>Verticillium </em></strong><strong>(</strong><strong><em>Verticillium albo-atrum</em></strong><strong>)</strong><br />
Os sintomas se semelhantes à  manifestação de stress hídrico: raquitismo, murchamento das folhas, folhas cloróticas. Os sintomas começam geralmente nas folhas inferiores na planta e avançam para as folhas da parte de cima do gerânio. Uma característica desta doença é que os sintomas podem ser desenvolvidos em apenas um lado da planta.</p>
<p>Como controle devem-se destruir as plantas que apresentarem os sintomas da doença.</p>
<p><strong>Crestamento Bacteriano (<em>Xanthomonas campestris pv. pelargonii)</em></strong><br />
Os sintomas começam com manchas oleosas e quando a temperatura e a umidade são favoráveis para essa bactéria, ocorre a destruição de toda a planta. São comuns também o surgimento de folhas com necrose iniciada na margem, amarelecimento e retorcimento total das folhas que depois secam, mas não caem.</p>
<p>Como controle, devem-se  eliminar as plantas infectadas e hospedeiras da bactéria da área de cultivo do gerânio.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38233" title="janela-num-dia-com-chuva_1543" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/janela-num-dia-com-chuva_1543.gif" alt="janela-num-dia-com-chuva_1543" width="430" height="324" /></p>
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