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	<title>PlantaSonya &#187; Nutrientes</title>
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	<description>O seu blog sobre cultivo de plantas e flores, pragas, adubos, jardins, enfim tudo sobre plantas</description>
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		<title>Sintomas de fome das Orquídeas</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 17:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se as vezes um meio grosseiro, mas simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na adubação. É necessário, porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36185" title="dactylorhiza-praetermissa-rietorchis-04" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/dactylorhiza-praetermissa-rietorchis-041.jpg" alt="dactylorhiza-praetermissa-rietorchis-04" width="613" height="460" /></p>
<p>Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se as vezes um meio grosseiro, mas simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na adubação. É necessário, porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, só que a planta não manifesta os sinais de fome (manifestação visível na planta da deficiência nutricional).</p>
<p>Chave para identificar os sintomas de fome e/ou excesso:</p>
<p>a) Plantas fracas – folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas, dormência de gemas laterais, folhas menores devido ao menor numero de células, amarelamento e posterior queda das traseiras – Elemento deficiente – Nitrogênio (N)</p>
<p>b) Plantas pouco desenvolvida – folhas de cor verde azulada, as vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, a principio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas, gemas laterais dormentes, atraso na florescimento, numero reduzido de flores &#8211; Elemento deficiente – Fósforo (P)</p>
<p>c) Clorose e depois necrose (cor de ferrugem ou marrom quase negro) nas margens e pontas das folhas, inicialmente nas folhas mais velhas, deficiência de ferro induzida (OBS: excesso de K induz a deficiência de Mg) – Elemento deficiente – Potássio (K).</p>
<p>d) Deformação nas folhas novas, resultado do crescimento não uniforme da folha e as vezes com um gancho na ponta (a ponta da folha deixa de crescer); raízes pouco desenvolvidas, manchas pardo-amarelas entre as nervuras que as vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem, morte das gemas em desenvolvimento, dormência das gemas laterais, manchas necróticas internervais, cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa – Elemento deficiente – Cálcio (Ca).</p>
<p>e) Clorose nas folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas, clorose internerval (só as nervuras ficam verde, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento), encurvamento das margens das folhas, desfolhamento – Elemento deficiente – Magnésio (Mg)</p>
<p>f) As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo), necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento, enrolamento nas margens das folhas; internódios curtos (OBS: excesso de S pode ocasionar clorose internerval) – Elemento deficiente – Enxofre (S)</p>
<p>g) Folhas pequenas com clorose internerval ou sem clorose, podendo apresentar deformações; folhas mais grossas que o normal e quebradiças, com nervuras suberificadas (?) (cortiça) e salientes, as vezes com tons vermelhos ou roxos; morte do meristema apical da gema em desenvolvimento, raízes com pontas engrossadas e depois necróticas e ramificadas; pode ocorrer ausência de florescimento (OBS: excesso de boro pode ocasionar a queima das margens das folhas, onde há acumulo desse nutriente – Elemento deficiente – Boro (Bo)</p>
<p>h) Diminuição das folhas (primeiro sintoma); clorose, bronzeamento, necrose, raízes curtas e não ramificadas (OBS: excesso de cloro (Cl) causa a necrose das pontas e margens) amarelamento prematuro e queda das folhas – Elemento deficiente Cloro (Cl).</p>
<p>i) Folhas estreitas e quebradiças; folhas verdes escuras inicialmente que se tornam cloróticas nas pontas e margens. O excesso de cobre induz a deficiência de Fé; folhas com manchas aquosas que tornam-se necróticas; morte precoce das folhas; diminuição no crescimento; cessação do crescimento radicular e radículas enegrecidas – Elemento deficiente – Cobre (Cu)</p>
<p>j) As folhas mais novas mostram-se amareladas (clorose) e as nervuras apresentam-se com a cor verde escura o qual corresponde a distribuição do Fe no tecido. (OBS: o excesso de Fe causa manchas necróticas nas folhas) – Elemento deficiente: Ferro (Fé)</p>
<p>k) As folhas mais novas mostram-se amareladas, as nervuras e uma estreita faixa de tecido ao longo delas permanecem verdes, ficando com aspecto de serem nervuras mais grossas; manchas pequenas e necróticas nas folhas; formas anormais das folhas. (OBS: excesso de Mn, a principio induz a deficiência de Fé) Elemento deficiente – Manganês (Mn).</p>
<p>l) Clorose malhada geral, manchas amarelo-esverdeadas ou laranja brilhante em folhas mais velhas e depois necrose (manchas relacionadas a distribuição do Mo); ausência de florescimento – Elemento deficiente – Molibdênio (Mo)</p>
<p>m) Folhas novas pequenas, estreitas e alongadas; encurtamento dos internódios; folhas com manchas amareladas e retorcidas. (OBS: excesso de zinco induz a carência de Fé) – Elemento deficiente – Zinco (Zn)</p>
<p>n) Excesso do elemento químico causa uma diminuição no crescimento das raízes; raízes engrossadas e pouco ramificadas – Elemento deficiente – Alumínio (Al).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-36529" title="38431" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/384311.gif" alt="38431" width="400" height="300" /></p>
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		<title>Farinha de ossos &#8211; fertilizante</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 19:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>

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		<description><![CDATA[A farinha de ossos é um fertilizantes natural rico em fósforo, cálcio e  nitrogênio, elementos essenciais ao crescimento, floração e frutificação  das plantas. É um adubo orgânico muito seguro, não queima as plantas.  Além disso é um forte estimulante da floração e frutificação.
A farinha de ossos é o principal fertilizante orgânico fonte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-23394" title="farinha de ossos" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/farinha-de-ossos.jpg" alt="farinha de ossos" width="422" height="422" />A farinha de ossos é um fertilizantes natural rico em fósforo, cálcio e  nitrogênio, elementos essenciais ao crescimento, floração e frutificação  das plantas. É um adubo orgânico muito seguro, não queima as plantas.  Além disso é um forte estimulante da floração e frutificação.</p>
<p>A farinha de ossos é o principal fertilizante orgânico fonte de fósforo,  elemento absorvido pelas raízes das plantas e determinante para o  aumento da produtividade de hortas, árvores, arbustos, trepadeiras e  gramados. A concentração de fósforo no produto está em torno de 27%.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-23395" title="55" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/5522.gif" alt="55" width="85" height="77" /></p>
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		<title>Nutrição das Orquídeas</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/nutricao-das-orquideas-3.html</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 18:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[orquídeas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Veja como as orquídeas mantêm-se sadias nos habitats e como podem, com facilidade, adaptar-se às mudanças de substratos.
Exemplo 1 &#8211; Uma touceira de Oncidium varicosum, que normalmente é uma planta epífita, foi deixada sobre a pedra e aí se desenvolveu, adaptando-se ao novo substrato (rupícola).
Nota-se que as raízes, formando uma rede aderente à pedra, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-22857" title="Leptotes bicolor" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Leptotes-bicolor-.jpg" alt="Leptotes bicolor" width="397" height="535" /></p>
<p>Veja como as orquídeas mantêm-se sadias nos habitats e como podem, com facilidade, adaptar-se às mudanças de substratos.</p>
<p><strong>Exemplo 1</strong> &#8211; Uma touceira de Oncidium varicosum, que normalmente é uma planta epífita, foi deixada sobre a pedra e aí se desenvolveu, adaptando-se ao novo substrato (rupícola).<br />
Nota-se que as raízes, formando uma rede aderente à pedra, que tem como função absorver a umidade e nutrientes. Vemos aí um dos mais perfeitos laboratórios de transformações bioquímicas em que os aparelhos utilizados são os fungos, bactérias e insetos e os reagentes químicos são os detritos orgânicos (folhas, gravetos, poeiras, etc) e água proveniente do orvalho da madrugada, da umidade ambiente e eventualmente das chuvas, tendo como catalisador das reações, a luminosidade e o calor do sol.</p>
<p><strong>Exemplo 2 &#8211; </strong>No topo de um pinheiro, um ponto estratégico para distribuição das sementes pelo vento, vemos a pleno sol, uma bela,chuva-de-ouro &#8211; Oncidium varicosum, que tem suas flores polinizadas por beija-flor e borboletas. O desenvolvimento destas plantas em árvores (epífitas) é o mais normal de ser encontrado nos habitats nativos. É realmente impressionante nestas plantas, a resistência às longas estiagens que temos tido nos últimos anos.</p>
<p><strong>Exemplo 3 &#8211; </strong>Em um galho com uma planta adulta e muitas pequenas mudas desenvolvendo-se após germinação das sementes.<br />
Observamos também o acúmulo de detritos no meio dos pseudobulbos e raízes. Muita matéria-prima para reserva de umidade e ser transformada em nutrientes que serão transformados desde as raízes até as folhas (pelos vasos internos) e, aí vamos ter as reações físico-químicas (fotossíntese) pela ação do calor e luminosidade do sol. Os nutrientes absorvidos pelas folhas e também os transformados pela fotossíntese, em especial os sais minerais, farão agora um caminho inverso, dirigindo-se para a planta toda. Todo este transporte é feito pela água absorvida.</p>
<p><strong>Exemplo 4 -</strong> Uma orquídea nativa em varias regiões do país e que gosta muito de alojar-se em troncos de coqueiros e palmeiras &#8211; Catasetum fimbriatum. É uma planta de grande porte e que requer muito nutriente para seu ciclo de desenvolvimento anual. Em um tronco de coqueiro que não tem galhos laterais é difícil entender como poderia acumular detritos orgânicos apenas com raízes que lhe permitem a fixação ao tronco. Mas a natureza é própria em  recursos. Parte das raízes garante a fixação da planta ao tronco e em grande quantidade, outras crescem para cima, formando um ninho para reter detritos que caem do coqueiro ou que são levados pelo ar. E a planta vive aí muito bem nutrida e o melhor: sem pragas ou doenças, comprovando que em plantas bem nutridas, não ocorre ataque de patógenos.</p>
<p><strong>Exemplo 5 -</strong> Se percorrermos outras regiões podemos encontrar uma planta que normalmente é epífita passando para rupícola. Com facilidade, esta mudança ocorre na natureza e, assim também, as orquídeas terrestres podem passar a epífitas. E as alterações funcionais destas plantas são muito pequenas.<br />
Uma orquídea Cytopodium no meio de troncos de arbusto e com as raízes na terra. Esta planta pode ser também epífita e com grande desenvolvimento. É comum encontrá-las também em pedras (rupícolas), vegetando a pleno sol. É difícil imaginá-la vivendo em regiões de cerrado com um sol escaldante, e altas temperaturas típicas destas regiões. Temos relatos de que resiste ao fogo de queimadas em cerrados.<span id="more-22776"></span></p>
<p><strong>Nutrição e resistência à pragas e doenças<br />
</strong>Nos habitats nativos temos um equilíbrio entre patógenos e predadores. Como as plantas estão livres dos nocivos agentes ?defensivos químicos e NPK, aplicados maciçamente nos orquidários amadores e comerciais, elas podem viver e evoluir sem problemas. Em nossos orquidários, nossas orquídeas estão, doentes de remédios?<br />
Quando aplicamos defensivos químicos altamente tóxicos para as plantas e meio-ambiente, os primeiros a serem atingidos são os fungos e bactérias que as plantas precisam para transformar a matéria-prima (detritos orgânicos) em nutrientes e, assim, precisamos constantemente suprir com adubos as deficiências nutricionais que vão aparecendo.<br />
Como os nutrientes ainda estão sendo aplicados de maneira muito empírica, as plantas vão sendo cada vez mais atacadas por pragas e doenças. E, conseqüentemente, vão exigindo cada vez mais pesticidas numa ciranda que não acaba nunca.<br />
Na natureza, os nutrientes são produzidos pela própria planta e na quantidade exata de cada elemento. Sem excessos ou deficiências.</p>
<p><strong>Cuidados essenciais para manter a saúde das plantas nos orquidários<br />
</strong>As orquídeas, cultivadas em orquidários caseiros ou comerciais, precisam receber com regularidade suplementação de nutrientes muito bem equilibradas.<br />
Em todos os habitats de orquídeas que temos visitado, sempre ficamos impressionado com o rigor e exuberância das plantas. Sejam elas epífitas, rupícolas ou terrestres, o que vemos são plantas sadias e muito bem nutridas. Espécies que, em nossos orquidários, procuramos dar sombreamento adequado com telas especiais, irrigação e adubação controlada, uma ventilação que julgamos ideal, observação e controle de pragas e doenças, enfim, um cultivo muito bem orientado. Mas, mesmo com tudo isso, nem sempre conseguimos nos aproximar da beleza encontrada nos locais nativos de nossas orquídeas.</p>
<p>Vejamos agora se não estamos cometendo alguns enganos:</p>
<p><strong>A nutrição das orquídeas nos orquidários caseiros e comerciais<br />
</strong>Conceitos empíricos no meio orquidófilo sobre adubação.<br />
É muito comum encontrar nas exposições de orquídeas adubos sem certificação de órgãos oficiais controladores na qualidade dos produtos. São composições ou misturas de ingredientes feitas por produtores, que nem sempre entendem de química agrícola, da maneira mais empírica possível.<br />
Assim, misturam torta de mamona com farinha de osso que, hoje sabemos, resultam em produtos fitotóxicos, e estes com outros componentes sem definição correta de elementos nutritivos, como esterco de galinha.<br />
Quando perguntamos qual a quantidade de cada componente, a resposta sempre revela o desconhecimento do que é uma correta adubação: um punhado de cada componente ou metade deste em relação ao outro, e daí em diante.<br />
Se perguntarmos, então, como é que ele sabe que estes componentes são bons, mais uma vez observamos o empirismo com que fazem os adubos: é porque fulano, que é um produtor muito experiente, orientou fazer assim. E como vendem estes saquinhos de adubo nas exposições! E como existem orquidófilos inexperientes que dão qualquer comida às suas orquídeas!</p>
<p><strong>Conceitos de cultivo orgânico sobre adubação<br />
</strong>Na natureza, como vimos anteriormente, as orquídeas acumulam grande quantidade de detritos orgânicos em suas touceiras, e com a simbiose de fungos, bactérias, insetos e a ação da umidade, calor e luz do sol, ocorre a decomposição e transformação destes componentes orgânicos em alimentos essenciais para as plantas.<br />
Nos orquidários caseiros, onde temos uma boa variedade de espécies, e também uma densidade ou acumulo de plantas em pequeno espaço, é praticamente impossível pensar em conseguir um cultivo exclusivamente orgânico, como ocorre na natureza.<br />
Ainda com a aplicação periódica de defensivos químicos, não temos a necessária ajuda de microorganismos para as transformações bioquímicas de matéria orgânica. Somos, assim, obrigados a suprir a falta de nutrientes com adubos químicos aplicados com pulverização folicular ou aspersão.</p>
<p><strong>Adubação foliar<br />
</strong>A aplicação de adubos químicos solúveis em água é hoje uma realidade que possibilitou o cultivo comercial de grandes quantidades de plantas. Com os equipamentos de irrigação automáticos, pela aspersão, gotejamento ou nebulização, podemos simultaneamente irrigar e adubar um orquidário inteiro em poucos minutos. As folhas das plantas têm possibilidade de absorver a água pelos estômatos que existem em sua superfície, em maior quantidade na parte traseira ou adorsal. A abertura destas pequenas “bocas” depende sempre do equilíbrio hídrico da planta.<br />
Plantas desidratadas absorvem pouco ou nenhum nutrientes.</p>
<p><strong>Adubação com irrigação por gotejamento<br />
</strong>Também como a adubação foliar, o gotejamento favorece a aplicação de adubos solúveis em água e permite de adubação de nutrientes pelas raízes.</p>
<p><strong>Composição básica dos adubos<br />
</strong>Uma composição equilibrada de adubo deve conter os nutrientes indispensáveis para o bom desenvolvimento da planta em suas diversas fases vegetativas. Podemos dividir estes nutrientes em:<br />
<strong>Macronutrientes</strong>: são aqueles que as plantas necessitam em maior quantidade e temos os principais como Nitrogênio, Fósforo e Potássio;</p>
<p><strong>Secundários: </strong>Cálcio, Magnésio, Enxofre e Ferro;</p>
<p><strong>Micronutrienetes</strong>: são essenciais, porém exigidos em menor quantidade. São eles: boro, cloro, cobre, zinco, manganês, molibdênio, cobalto e silício;</p>
<p><strong>Reguladores de crescimento</strong>: são os hormônios que controlam o desenvolvimento vegetal: citocinas, alcinas e girberelinas.</p>
<p><strong>Outros fatores que favorecem na adubação orgânica<br />
</strong>1- Regularidade na aplicação<br />
2- Luminosidade<br />
3- Umidade<br />
4- Temperatura<br />
5- Ventilação<br />
6- Nível de acidez<br />
7- Concentração das soluções: para as orquídeas, sempre é preferível uma concentração baixa, fazendo-se diluições em doses homeopáticas e com adubações mais freqüentes do que concentrações maiores e adubações mais espaçadas.</p>
<p><strong>Adubação<br />
</strong>Dicas práticas e um pouquinho de teoria, para você não ter mais dúvidas sobre este assunto.</p>
<p>Toda planta necessita de 14 a 17 elementos químicos para ter uma vida saudável. Três destes elementos elas dependem bem mais.</p>
<p>São o nitrogênio, o fósforo e o potássio. Cálcio, magnésio e enxofre ela também precisa em quantidade razoáveis. Por isso, o grupo destes 6 elementos químicos é chamado de macro-nutrientes. Outros elementos são também necessários, mas em proporção bem menores. Daí serem denominados micronutrientes. Entre eles citamos o boro, o zinco, o ferro, o magnésio e o cobre.<br />
As plantas obtêm estes elementos químicos fundamentalmente do solo, que é uma autentica e poderosa fábrica de fertilizantes. E as plantas epífitas, as orquídeas, por exemplo, que vivem sobre as árvores? Bem, elas têm de usar de um estratagema todo especial. Se você reparar direito, vai ver que, na natureza, na maioria das vezes elas costumam desenvolver-se nas proximidades de forquilhas e axilas de galhos. A razão disso é que, nestes locais, sempre acaba se acumulando um pouco de detritos de origem vegetal (sementes, casca, pequenos frutos, folhas, etc.) e de origem animal (penas, excrementos, cartilagens, cascas de ovos, insetos mortos, etc.). Que depois de algum tempo se decompõe e se transformam em  nutrientes. Em outras palavras, embora vivam por sobre as árvores sem se alimentar delas, de um jeito ou de outro as epífitas sempre encontram os nutrientes que precisam.<br />
Em vasos, plantadas em substrato inerte (xaxim ou casca de árvores, por exemplo) isso não acontece. Elas ficam privadas deste recurso. Vem daí a importância das fertilizações.</p>
<p><strong>Regra nº 1</strong><br />
Orquídeas devem ser adubadas sim, mas só nos meses quentes ou quando estão em pleno desenvolvimento vegetativo.</p>
<p><strong>Regra nº 2</strong><br />
Como o crescimento dessas plantas é bastante lento, é tolice dar às orquídeas doses grandes de fertilizantes de uma só vez. Elas simplesmente não usam, e você desperdiça o fertilizante e joga o seu dinheiro no lixo.</p>
<p><strong>Regra nº 3</strong><br />
A luz é indispensável no processo de absorção de fertilizantes através das folhas. A umidade do substrato também é fundamental. Quando a planta está desidratada, a absorção foliar diminui drasticamente.</p>
<p><strong>Regra nº4<br />
</strong>Evite fazer a adubação nas horas mais quentes do dia. A temperatura ideal gira em torno de 20º C. Regar as orquídeas na véspera da adubação foliar também é muito recomendável.</p>
<p>Genericamente falando, fertilizante é qualquer substância, natural ou manufaturada que, acrescentada ao substrato, incremente o desenvolvimento das plantas. Em outras palavras, qualquer coisa que possa ser aproveitada pela planta como alimento. Quanto à origem dos nutrientes, existem dois tipos de fertilização: a orgânica e a inorgânica.</p>
<p><strong>Adubo orgânico<br />
</strong>É aquele cujos elementos químicos são provenientes da decomposição de matéria de origem animal ou vegetal. É o caso dos estercos, compostos, farinhas e tortas, como a torta de mamona, por exemplo.<br />
Antigamente, a adubação orgânica era a única possibilidade. No caso das orquídeas cultivadas em vaso, no entanto, estes adubos, quando em estado sólido, têm o inconveniente de entupirem parcialmente os espaços entres as fibras de xaxim (ou similar), prejudicando a aeração das raízes da planta.<br />
Além disso, costumam alterar o índice de pH do substrato e transmitir fungos.<br />
<strong>Dica nº 1<br />
</strong>Se você quiser fazer adubações orgânicas nas suas orquídeas, o ideal é usar calda de esterco (veja adiante) ou doses mínimas de torta de mamona. Esta substância é um subproduto da fabricação do óleo de mamona, e é muito rica em nitrogênio, fósforo e potássio.</p>
<p><strong>Adubo orgânico</strong><br />
70% de torta de mamona<br />
10% de farinha de osso<br />
10% de cinza vegetal<br />
10% de esterco de aves (bem curtido)<br />
misture tudo e coloque a quantidade de uma colher de chá sobre o substrato, na parte traseira da planta, a cada 3 meses.</p>
<p><strong>Adubos inorgânicos<br />
</strong>A partir do símbolo químico dos 3 elementos mais exigidos por qualquer planta, generalizou-se o nome do mais famoso adubo químico: NPK.</p>
<p>São obtidos a partir da extração mineral ou do refino de petróleo. É o caso dos fosfatos, cloretos, sulfatos, salitres-do-chile e do famoso NPK.<br />
NPK, aliás, nada mais é do que a representação química dos três componentes principais destes adubos. <strong>N</strong> de nitrogênio, <strong>P</strong> de fósforo e <strong>K</strong> de potássio, os três elementos químicos que, como já vimos, as plantas mais dependem para viver.<br />
<strong>Nitrogênio</strong><br />
É o elemento químico do qual as plantas necessitam em maior quantidade. Estimula a brotação e o enfolhamento, e é o responsável pelo “verde saúde” das folhas.</p>
<p><strong>Dica nº 2<br />
</strong>Uma dose bem aplicada de nitrogênio deixa as folhas das orquídeas mais carnudas e com um verde mais intenso. A falta desse elemento inibe os processos vegetativos, reduzindo o tamanho das folhas e dando-lhes uma cor verde-amarelada. A aplicação de nitrogênio em excesso, no entanto, acaba estimulando demais o crescimento, tornando os tecidos vegetais flácidos e sem resistência para enfrentar o ataque de pragas e doenças.<br />
<strong>Fósforo</strong><br />
É outro elemento básico na vida vegetal. Junto ao nitrogênio, é fator de precocidade e qualidade. Sua ação principal relaciona-se com a florada e a frutificação, com o desenvolvimento de raízes e o enrijecimento dos órgãos vegetativos.</p>
<p><strong>Dica nº 3<br />
</strong>As plantas bem nutridas de fósforo são altamente resistentes às doenças. A falta deste elemento químico pode ser notada pela cor avermelhada das folhas, pelo crescimento lento demais e pela pouca exuberância da floração.<br />
<strong>Potássio</strong><br />
É um macronutriente com um importante papel na vida vegetal. Sua presença na seiva das plantas é indispensável, principalmente para maximizar os efeitos da adubação nitrogenada. Além de contribuir muito para o desenvolvimento e a saúde do sistema radicular.</p>
<p><strong>Dica nº 4<br />
</strong>Quando o teor de potássio aumenta na seiva, ocorre uma economia de água nos tecidos das plantas. É que este elemento químico tem a propriedade de regular o fechamento dos estômatos, os poros vegetais, reduzindo as perdas de água pela transpiração e, portanto, conferindo à planta maior resistência à falta d´água e baixas temperaturas.</p>
<p><strong>Dica nº 5<br />
</strong>Durante a fase de crescimento, adube as suas orquídeas a cada 15 dias com adubos foliares, mas deixe para regar 48 após a aplicação.</p>
<p><strong>Dica nº6<br />
</strong>Evite o uso de água clorada para misturar com os fertilizantes.</p>
<p><strong>Dica nº 7<br />
</strong>Não esqueça que a diferença entre o remédio que cura e o veneno que mata às vezes está apenas na dosagem. Concentrações altas de fertilizantes são altamente tóxicas para as plantas.</p>
<p><strong>Fórmulas de adubos químicos mais recomendados</strong></p>
<p><strong>Plantas adultas</strong><br />
Fertilizante líquido NPK 18-18-18 ou 20-20-20, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverizado sobre as folhas.</p>
<p><strong>Plantas novas</strong><br />
Fertilizante líquido NPK 30-10-10, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverização sobre as folhas.</p>
<p><strong>Na época da florada</strong><br />
Fertilizante líquido NPK 30-10-10, ou 10-30-20, a ser diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante, e pulverizado nas folhas a partir do surgimento das espatas (botões) até o final da floração.</p>
<p><strong>Calda de esterco</strong><br />
Num balde de 20 litros de água, deixe em infusão cerca de 1 litro de esterco (5% do volume do balde), por 10 dias.<br />
Use a calda resultante para diluir na água das regas das orquídeas, numa proporção de mais ou menos 10% de calda para 90% de água.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-22859" title="orquídeas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/orquídeas7.gif" alt="orquídeas" width="150" height="177" /></p>
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		<title>Os Nutrientes e suas Funções</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 23:07:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nitrogênio (N)
Atua  diretamente em todas as fases do crescimento, floração e frutificação.  Fonte de vigor porque é responsável pela síntese de proteínas. É  estimulante e intimamente ligado ás defesas vegetais contra pragas e  doenças.
Fósforo (P)
É o macronutriente que atua  diretamente na formação de energia e em todas as fases do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-21120" title="fertilizar" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/fertilizar.jpg" alt="fertilizar" width="647" height="412" /></p>
<p><strong>Nitrogênio (N)</strong><br />
Atua  diretamente em todas as fases do crescimento, floração e frutificação.  Fonte de vigor porque é responsável pela síntese de proteínas. É  estimulante e intimamente ligado ás defesas vegetais contra pragas e  doenças.</p>
<p><strong>Fósforo (P)</strong><br />
É o macronutriente que atua  diretamente na formação de energia e em todas as fases do  desenvolvimento vegetal.</p>
<p><strong>Potássio (K)</strong><br />
Favorece  a formação das raízes, o amadurecimento dos frutos, ajuda a absorção da  água e demais nutrientes. Fortalece os diversos tecidos das plantas,  tornado-os mais vigorosos e resistentes.</p>
<p><strong>Cálcio (Ca)</strong><br />
Contribui  para o fortalecimento de todos os órgãos das plantas, principalmente  raízes e folhas. Na sua falta as plantas não absorvem nitratos. Aumenta  as defesas contra doenças.</p>
<p><strong>Magnésio (Mg)</strong><br />
É  parte integrante da molécula da clorofila, e por isso está diretamente  ligado ao metabolismo energético das plantas. É responsável pela  formação dos diversos pigmentos que caracterizam as flores e os frutos.</p>
<p><strong>Enxofre  (S)</strong><br />
De ação semelhante ao nitrogênio e o fósforo, é  ativador de diversas enzimas relacionadas com o metabolismo energético.</p>
<p><strong>Cloro  (Cl)</strong><br />
Está ligado ao metabolismo da água e a transpiração  das plantas, além de participar da fotossíntese.</p>
<p><strong>Ferro  (Fe)</strong><br />
Essencial ao metabolismo energético, atua na fixação do  nitrogênio e desenvolvimento do tronco e raízes.</p>
<p><strong>Boro (B)</strong><br />
Atua  no desenvolvimento das folhas e dos brotos. Contribui para a maior  força e resistência de todos os tecidos vegetais.</p>
<p><strong>Zinco  (Zn)</strong><br />
Essencial para a biossíntese dos hormônios necessários  ao desenvolvimento, floração e frutificação. É ativador de diversas  enzimas relacionadas com os mecanismos de defesa vegetal.</p>
<p><strong>Manganês  (Mn)</strong><br />
É importante para a formação da clorofila e participa  do metabolismo energético respiratório.</p>
<p><strong>Molibdênio (Mo)</strong><br />
É  o micronutriente menos abundante nos solos. Está diretamente ligado ao  metabolismo do nitrogênio, e portanto ao desenvolvimento global do  vegetal, principalmente a floração e a frutificação.</p>
<p><strong>Cobre  (Cu)</strong><br />
Contribui para a formação de pigmentos e substâncias  que defendem as plantas contra a ação de fungos e outros parasitas.</p>
<p><strong>Cobalto  (Co)</strong><br />
É importante ativador de enzimas ligadas a biossíntese  dos lipídios (gorduras) relacionados com os metabolismos energético e  de defesa das plantas.</p>
<p><strong>Obs. </strong>As plantas só  obsorvem o que é líquido e o que é necessário, utilizando o sistema de  osmose. Cuidado com os excesso na adubação, pois pode ser fatal.  Utilizar sempre uma adubação constante do que uma única adubação em  excesso.</p>
<p><span><img class="aligncenter size-full wp-image-21122" title="flor12" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/flor12.gif" alt="flor12" width="117" height="195" /><br />
</span></p>
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		<title>Nutrição das plantas de interior</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/nutricao-das-plantas-de-interior.html</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[
É normal as plantas de interior ficarem murchas. Por isso, é importante identificar os sintomas a tempo para acrescentar os nutrientes de que ela precisa.
Veja essas dicas para tratá-las adequadamente.
- Observe diariamente as plantas que você tem dentro de casa para identificar a tempo sintomas como folhas amareladas e queda de folhas novas e saudáveis;
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-13981" title="plantas-de-interior-" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/plantas-de-interior-.jpg" alt="plantas-de-interior-" width="403" height="301" /><br />
É normal as plantas de interior ficarem murchas. Por isso, é importante identificar os sintomas a tempo para acrescentar os nutrientes de que ela precisa.<br />
Veja essas dicas para tratá-las adequadamente.</p>
<p>- Observe diariamente as plantas que você tem dentro de casa para identificar a tempo sintomas como folhas amareladas e queda de folhas novas e saudáveis;</p>
<p>- Antes de usar qualquer nutriente, verifique se as condições de umidade, temperatura, ventilação e luz são as adequadas;</p>
<p>- Se o substrato estiver claro e com um aspecto envelhecido, substitua-o por terra preta misturada com terriço. Cuidado para não danificar as raízes neste processo;</p>
<p>- Outra maneira de proporcionar os nutrientes que faltam ao solo é aplicar um fertilizante quimicamente balanceado. A embalagem deve indicar que ele contém nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) e, em menor proporção, micronutrientes como ferro (Fe), cobre (Cu) e enxofre (S);</p>
<p>- Se você escolher um fertilizante líquido, aplique junto com a água quando for regar a planta. Mas cuidado para não molhar as folhas, pois o produto pode queimá-las;</p>
<p>- Os fertilizantes também são vendidos granulados ou em bastões que devem ser misturados à terra. Quando você regar a planta, o produto será dissolvido e absorvido pelas raízes;</p>
<p>- Os fertilizantes também estão disponíveis no mercado em cápsulas. Esta apresentação permite que o produto seja liberado em doses de acordo com as necessidades da planta.</p>
<p>Você pode conseguir fertilizantes de vários tipos em lojas especializadas em jardinagem e botânica.<br />
Para usar o fertilizante, proteja as suas mãos e lave-as bem depois de utilizá-lo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-13982" title="vasos.e florzinhas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/vasos.e-florzinhas3.gif" alt="vasos.e florzinhas" width="150" height="66" /></p>
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		<title>As plantas e os nutrientes</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[
As plantas são seres vivos como nós e para viverem saudáveis necessitam de alimentos que são a água e os nutrientes fornecidos através do solo.O solo não é apenas depósito de substâncias alimentícias e indispensável ponto de fixação para a maior parte das plantas. Funciona quase como um organismo vivo. O solo vive, e vive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-12611" title="plantas" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/plantas4.jpg" alt="plantas" width="550" height="412" /></p>
<p>As plantas são seres vivos como nós e para viverem saudáveis necessitam de alimentos que são a água e os nutrientes fornecidos através do solo.O solo não é apenas depósito de substâncias alimentícias e indispensável ponto de fixação para a maior parte das plantas. Funciona quase como um organismo vivo. O solo vive, e vive intensamente reagindo na presença dos adubos e dos tratos culturais, podendo melhorar ou piorar suas condições em relação às plantas. O solo é uma espécie de laboratório, onde se preparam as substâncias destinadas às plantas. É a cozinha dos vegetais. Os melhores agricultores são, justamente, os que melhor sabem trabalhar com o solo, de modo a lhe aumentar a produção de substâncias alimentícias, permitindo a existência de plantas mais belas, mais produtivas, mas lucrativas.</p>
<p>Os nutrientes são elementos químicos podem ser classificados em duas categorias:</p>
<p><strong>*Macronutrientes: </strong>Nitrogênio, Fósforo, Potássio,Cálcio, Magnésio e Enxofre;<br />
<strong>* Micronutrientes: </strong>Boro, Cloro, Molibdênio, Cobre, Ferro, Zinco e Manganês.</p>
<p>A denominação de macronutrientes é devida, pois as plantas absorvem em maior quantidade, mas vale lembrar que todos os nutrientes são essencias ao excelente desenvolvimento das plantas, sendo assim, é muito importante o equilíbrio desses.</p>
<p>Para que um solo atenda às necessidades nutricionais de uma planta, é necessário que se efetue uma “radiografia” dele, a análise do solo, que irá informar quais os niveis dos nutrientes disponíveis e a exata recomendação dos mesmos para se ter uma planta esbelta e saudável. Tanto o excesso como a falta de alimento são prejudiciais às plantas e às pessoas, por isso, é muito importante sempre contar com a ajuda do médico das plantas, o engenheiro agrônomo.</p>
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		<title>Como manter o solo rico em minerais?</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/como-manter-o-solo-rico-em-minerais.html</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 16:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[
O desenvolvimento das plantas depende diretamente dos nutrientes presentes no solo e da capacidade de absorvê-los. Aprenda a manter um bom equilíbrio de minerais para ter plantas saudáveis.
* Renove regularmente o material orgânico do solo para garantir que o substrato continue rico em nutrientes.
* Mantenha o terreno sempre nivelado para impedir que a água da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11685" title="solo-rico-em-minerais" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/solo-rico-em-minerais.jpg" alt="solo-rico-em-minerais" width="460" height="345" /></p>
<p>O desenvolvimento das plantas depende diretamente dos nutrientes presentes no solo e da capacidade de absorvê-los. Aprenda a manter um bom equilíbrio de minerais para ter plantas saudáveis.</p>
<p>* Renove regularmente o material orgânico do solo para garantir que o substrato continue rico em nutrientes.<br />
* Mantenha o terreno sempre nivelado para impedir que a água da rega (ou da chuva) cause erosão no substrato, arrastando os nutrientes.<br />
* No caso dos terrenos inclinados, crie sulcos perpendiculares à inclinação, semelhantes ao antigo sistema de terraceamento.<br />
* Controle o pH (potencial hídrico) do solo, porque se este for inadequado influirá na solubilidade dos nutrientes e impedirá as plantas de absorvê-los.<br />
* Evite o excesso de um determinado nutriente porque isso impedirá a planta a absorver outros tipos de nutriente.<br />
* Antes de começar um cultivo, retire uma amostra do solo e mande para uma análise de laboratório. Assim você comprovará se o terreno conta com os nutrientes essenciais.</p>
<p>A rotação de culturas favorece o equilíbrio dos nutrientes necessários para um solo saudável.</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Casca de ovo &#8211; Fonte de cálcio</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/casca-de-ovo-fonte-de-calcio-2.html</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 13:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).
O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11666" title="casca" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/casca1.jpg" alt="casca" width="434" height="454" /></p>
<p>Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).</p>
<p>O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.</p>
<p>O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.</p>
<p>Para se aproveitar bem o cálcio da casca dos ovos:</p>
<p>1 – Lave-as bem e deixe secar, se possível ao sol.<br />
2 &#8211; Quando houver o suficiente, de cascas limpas e secas bater no liquidificador até formar um pó.</p>
<p>Use esse pó, junto com o material que vai formar a mistura de terra e húmus para as plantas. Sugere-se uma colher de chá para um vaso pequeno. Também espalhe pelo jardim, abaixo da copa da árvores. Se tiver uma uma composteira também utilize o pó da casca.</p>
<p>Assim evitamos mais lixo e melhoramos a saúde das plantas.</p>
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		<title>O que é NPK &#8211; Fósforo</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/o-que-e-npk-fosforo.html</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 15:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Brinco-de-princesa
Você já deve ter ouvido falar sobre adubos NPK, ou seja, adubos à base de Nitrogênio (N), Potássio (K) e Fósforo (P), mas talvez você não conheça a função de cada um destes elementos no desenvolvimento da planta.
Basicamente podemos classificar da seguinte maneira:
Potássio - Bom para os frutos
Nitrogênio - Bom para as folhas
Fósforo - Bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11607" title="fuchsia" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/fuchsia.jpg" alt="fuchsia" width="368" height="396" /><strong>Brinco-de-princesa</strong></p>
<p>Você já deve ter ouvido falar sobre adubos NPK, ou seja, adubos à base de Nitrogênio (N), Potássio (K) e Fósforo (P), mas talvez você não conheça a função de cada um destes elementos no desenvolvimento da planta.</p>
<p>Basicamente podemos classificar da seguinte maneira:<br />
<strong>Potássio -</strong> Bom para os frutos<br />
<strong>Nitrogênio -</strong> Bom para as folhas<br />
<strong>Fósforo -</strong> Bom para as flores</p>
<p>O Fósforo é encontrado em maior quantidade na Farinha-de-ossos, 24%.<br />
Em vasos e floreiras você deverá fazer uma mistura de duas partes de húmus para uma parte de farinha de ossos.<br />
Preencha a superfície do vaso com este composto e regue abundantemente. Se seu vaso já contém bastante terra você poderá transferir a planta para um vaso maior ou então retirar a parte mais superficial da terra, com cuidado para não ferir as raízes da planta.<br />
Em jardins e canteiros você pode espalhar a farinha de ossos por toda a superfície e regar, o que é bastante aconselhável quando você tem plantas circundadas por gramado, entretanto considere a possibilidade de aplicar a mistura (farinha-de-ossos e húmus) à base da planta; será mais trabalhoso, entretanto você terá resultados em um prazo menor.</p>
<p>Este procedimento garantirá floradas abundantes e deve ser repetido a cada seis meses ou um ano, dependendo da espécie e da fase em que a planta se encontra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11608" title="cestinha de flores" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/cestinha-de-flores.gif" alt="cestinha de flores" width="140" height="130" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NPK &#8211; Potássio</title>
		<link>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/npk-potassio.html</link>
		<comments>http://www.plantasonya.com.br/nutrientes/npk-potassio.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 15:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Lichia
O  Potássio é o nutriente que favorecerá os frutos. A primeira vista talvez você não associe frutos ao paisagismo, mas são ótimas opções quando você deseja algo além da beleza em seu jardim.Os frutos garantem cor, aroma, sabor e, veja só, até mesmo música, já que proporcionam um ambiente muito atrativo aos pássaros. Aposto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-11601" title="Lichia (Small)" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/Lichia-Small.jpg" alt="Lichia (Small)" width="496" height="373" /><strong>Lichia</strong></p>
<p style="text-align: left;">O  Potássio é o nutriente que favorecerá os frutos. A primeira vista talvez você não associe frutos ao paisagismo, mas são ótimas opções quando você deseja algo além da beleza em seu jardim.Os frutos garantem cor, aroma, sabor e, veja só, até mesmo música, já que proporcionam um ambiente muito atrativo aos pássaros. Aposto que depois dessa você pensará em substituir a Hera por uma Amoreira!</p>
<p>Para ter furtos em abundância, que se desenvolvam plenamente e tenham cor e sabor &#8220;tipo exportação&#8221; certifique-se que sua planta esteja recebendo Potássio.O Potássio é encontrado em maior quantidade nas cinzas de madeira, 15%, mas você também encontrará boa quantidade na farinha-de-peixe, embora nesta a maior concentração seja de Fósforo (9%), e ainda uma quantidade expressiva de Nitrogênio (5%), o que torna a farinha-de-peixe um ótimo adubo para frutíferas.O procedimento para aplicação é o mesmo da farinha-de-ossos.</p>
<p><strong>Vasos e floreiras: </strong>Misture bem duas partes de húmus e uma parte de farinha-de-peixe/cinzas de madeira. Preencha a superfície do vaso com este composto e regue abundantemente.</p>
<p><strong>Jardins e canteiros:</strong> Espalhe a farinha de peixe/cinzas de madeira por toda a superfície e regue ou faça a mesma mistura de uma parte de farinha de ossos/cinzas de madeira para duas de húmus.<br />
<strong><br />
Nota:</strong> estas instruções devem reparar problemas em espécies que já estejam plantadas. Caso esteja fazendo um canteiro novo ou um novo vaso, use a mistura para obter resultados num prazo menor.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11602" title="girassóis" src="http://www.plantasonya.com.br/wp-content/img/girassóis.gif" alt="girassóis" width="115" height="115" /></p>
]]></content:encoded>
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