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  • Archive for the ‘conceitos’ category

    Pellaea calomelanosExemplo de pteridófita

    O grupo das pteridófitas compreende plantas que, diferentemente das briófitas, possuem vasos condutores de seiva sendo, por isso, consideradas traqueófitas. Entretanto, não apresentam sementes – tal como os musgos, hepáticas e antóceros – e, ao contrário destas, a fase dominante é o esporófito, com gametófito reduzido.

    Seus representantes podem viver sobre o tronco de árvores e arbustos (epífitas), ou mesmo em ambientes aquáticos. Avencas, samambaias e espécies dos gêneros Selaginella e Lycopodium são as integrantes deste grupo.

    O fato de serem traqueófitas fez com que com o transporte de água, nutrientes e seiva elaborada se tornasse mais eficiente. Essa característica, aliada ao surgimento de tecidos de sustentação, permitiu que seus representantes apresentassem maior porte e se mantivessem eretos.

    Pteridófitas possuem rizoma: tipo de caule semelhante a uma raiz, subterrâneo ou localizado bem próximo ao solo, quase imperceptível. Têm, ainda, folhas divididas em folíolos, sendo que as mais jovens, denominadas báculos, se apresentam enroladas. Em muitas espécies, tais estruturas, quando mais adultas, apresentam soros distribuídos na face inferior. Soros possuem esporângios contendo células-mãe dos esporos. Por meio de divisões meióticas tais células dão origem a esses últimos.

    Esporos, em substrato úmido, se desenvolvem e passam a ser denominados “prótalos”. Nestes, há uma região masculina e outra feminina. Geralmente, com a ajuda da água de chuva, sereno, dentre outros, os anterozoides (gametângios masculinos) se dirigem à oosfera (gametângio feminino), ocorrendo a fecundação. A partir do zigoto, desenvolve um esporófito jovem, completando este ciclo.

    Além da reprodução sexuada, alguns representantes deste grupo reproduzem-se assexuadamente, por brotamento.

    plantas


    Germinação

    g_G_1

    Uma das etapas mais difíceis e importantes para a vida de uma planta se refere exatamente ao período em que há a quebra da dormência da semente e esta inicia seu desenvolvimento. Seria algo semelhante para nós ao período gestacional, uma vez que se necessita de cuidados e condições especiais. Assim, plantas como angiospermas e gimnospermas, desenvolveram evolutivamente um complexo sistema que as permitem ter um grande potencial de sucesso no processo germinativo de suas sementes.

    Para que haja a formação das sementes, várias estruturas e, às vezes, até mesmo animais têm que estar presentes contribuindo de alguma forma e permitindo a formação dessa estrutura. A semente é fundamental para a continuidade de uma espécie, mesmo que esta planta consiga se reproduzir de forma assexuada, uma vez que a mistura gênica formada durante a reprodução sexuada é essencial para o processo de adaptação e, consequentemente, de evolução desta espécie.

    As angiospermas são as plantas que apresentam adaptações mais evidentes. Para isso, desenvolveram flores como estruturas para promover a polinização utilizando (graças às suas propriedades físicas, como a cor das pétalas, e químicas, como a fragrância e as substâncias nutritivas) mecanismos que permitem a relação com animais diversos, promovendo sua fertilização.

    Dentro de cada flor fêmea ou hermafrodita, existem os óvulos que, após serem fecundados, originarão as sementes.

    Entretanto, é necessário que estas sementes não germinem próximo à planta que a formou, caso contrário haverá entre esta e a nova planta que germinará, uma competição que será prejudicial para ambas. Desta forma, através de outra estrutura (o fruto) as plantas angiospermas permitem que a dispersão das sementes seja feita. Este processo conta novamente com a participação de animais que, ao se alimentarem de seus frutos, engolem as sementes, e ao se deslocarem para outros lugares, as liberam através de suas fezes, permitindo que estas germinem em áreas distantes.

    Pensou que era simples, não é?
    Quando neste novo lugar, por exemplo, as sementes necessitam de condições propícias para quebrar seu estágio de repouso e iniciar sua germinação. A maioria das plantas necessita basicamente de água para iniciar este processo, entretanto, além da água existem outros fatores que influenciam no início da germinação, como a quantidade de luz e oxigênio e a temperatura local.

    Com a absorção de água, processo fisiológico conhecido como embebição, a semente passa a realizar sua atividade metabólica, o que permitirá seu desenvolvimento. A primeira etapa após a embebição é a ruptura da casca que a protege, permitindo a passagem do oxigênio, necessário para a respiração do embrião.

    A primeira estrutura a despontar da semente é a radícula (raiz primária), que permitirá a fixação da planta e iniciará a absorção dos nutrientes presentes no solo. Posteriormente, surgem o caulículo e as folhas embrionárias. Com a raiz primária absorvendo nutrientes do solo e as folhas realizando fotossíntese, a nova planta encontra as primeiras condições que permitirão a continuação deste processo.

    amarela

    Conceitos

    outono
    Botânica
    Botânica vem da palavra grega “botanikos”, e quer dizer “erva”. É a ciência que estuda as plantas.

    Bulbo
    Um bulbo é um tipo de caule que fica em baixo da terra, grande e carnudo. À sua volta ficam folhas em forma de escamas. No meio, há um ou mais brotos.
    O bulbo tem reservas de alimentos que permitem que a planta fique protegida, debaixo da terra, durante os invernos gelados do Hemisfério Norte, por exemplo. Assim, quando chega a primavera, os seus brotos dão origem a novas plantas.
    Tulipas, alhos e cebolas são plantas bulbosas, ou seja, que têm bulbos!

    Espécie Exótica
    É toda a espécie introduzida em determinada área ou região; os eucaliptos, por exemplo, são espécies exóticas – elas vieram da Austrália!

    Extrativismo vegetal
    É um processo de exploração dos recursos vegetais nativos (ou seja, naturais de um lugar), onde a pessoa apenas coleta ou apanha os produtos que vai encontrando em uma região. Não é um processo que produz muito, porque a pessoa tem que vagar pela mata ou campo à procura do seu objetivo: madeira, borrachas, ceras, fibras, frutos, nozes, produtos medicinais etc.

    Húmus
    Principal fonte de alimentos das plantas, o húmus é formado por restos de vegetais e de animais mortos, que vão apodrecendo e se decompondo no solo.

    Caatinga
    É um tipo de vegetação com arbustos e árvores muito espinhosas, próprias de lugares semi-áridos. A caatinga é uma das vegetações típicas do Nordeste brasileiro. Era para se proteger das árvores espinhosas da caatinga, que os cangaceiros se vestiam de couro, dos pés à cabeça.

    Flora
    É o conjunto dos vegetais que caracterizam uma região.

    Néctar
    O néctar é um suco açucarado produzido pelas plantas, especialmente para atrair insetos. As plantas precisam dos insetos para ajudá-las a se reproduzir

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    gavinhas

    O caule além de ligar a raiz às folhas, também faz circular a seiva pela planta através de vasos lenhosos (seiva bruta) e vasos liberianos (seiva elaborada), sustenta todas as outras partes da planta (folhas, flores, frutos e sementes) e armazenar água ou outras substâncias alimentícias (cana-de-açúcar).

    Morfologia externa do caule
    *

    * entre-nó ou meritalo
    * gema terminal
    * gema lateral.

    Classificações dos caules
    Tipos de caules considerando-se a consistência da planta
    *
    caule herbáceo;
    * caule sublenhoso;
    * caule lenhoso.

    Tipos de caules considerando-se o desenvolvimento da planta
    *
    erva;
    * subarbusto;
    * arbusto; Arbusto é todo vegetal do grupo das angiospermas dicotiledôneas lenhosas, que se ramifica desde de junto ao solo;
    * árvore;
    * liana.

    Tipos de caules considerando-se a forma da planta
    *
    caule anguloso;
    * caule achatado ou comprido;
    * caule bojudo ou barrigudo, exemplo: baobá;
    * caule cilíndrico;
    * caule cônico;
    * caule estriado,
    * caule sulcado.

    Tipos de caules considerando-se o habitat da planta
    Caules aéreos:
    Caules eretos:
    * colmo, exemplos: bambu, cana-de-açúcar e milho;
    * estipe, exemplos: mamão e plameiras;
    * haste, exemplos: rosa e soja;
    * tronco, exemplos: árvores;

    Caules rastejantes:
    * exemplos: abóbora

    Caules trepadores:
    *
    caules volúveis:
    * caules volúveis sinistrorsos;
    * caules volúveis dextrorsos; madressilva dextrorsos
    * caules não-volúveis.

    Nota: O estolho ou estolhão é uma brotação lateral que em intervalos sucessivos forma gemas com raízes e folhas. Logo, o estolho permite a propagação vegetativa da espécie, exemplos: clorofito e morango.

    Caules subterrâneos:
    Bulbo:
    *
    bulbo sólido ou cheio, exemplo: açafrão;
    * bulbo escamoso, exemplos: açucena e lírio;
    * bulbo tunicado, exemplo: cebola;
    * bulbo composto ou bulbilho, exemplo: alho e gladíolo ou palma-de-santa-rita;

    Rizoma:
    *
    exemplos: banana, espada-de-são-jorge e orquídea;

    Tubérculo:
    *
    exemplos: batata, cará e inhame.

    Nota: Pseudobulbo ou caulobulbo é uma dilatação em forma de bulbo, que é característica das orquídeas e serve tanto para o armazenamento de água como também nutrientes minerais importantes para a nutrição vegetal.

    Caules aquáticos
    São considerados caules aquáticos todos aqueles que se desenvolvem em meio aquoso, exemplos: elódea, vitória-régia e outras plantas ornamentais aquáticas.

    Tipos de caules considerando-se o tipo ramificação da planta
    *
    caule monopodial;
    * caule simpodial;
    * caule em diacásio.

    Adaptações dos caules
    *
    cladódios ou filocládios;
    * espinhos;
    * gavinhas.

    Nota: Acúleos são tricomas de origem epidérmica e também não são vascularizados como os espinhos, exemplo: rosa.

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    castanea sativa

    Em botânica, caduca, caducifólia ou decídua é o nome dado às plantas que, numa certa estação do ano, perdem suas folhas, geralmente nos meses mais frios e com chuva (outono e inverno).

    É a forma que as plantas encontram para não perder água pelo processo de evaporação, pelas folhas. Às vezes ficam só os galhos e o caule. Desta forma elas armazenam a água sem perder praticamente nada pela evaporação.

    Algumas plantas de pequeno porte ficam com suas folhas aparentemente murchas quando os raios solares incidem sobre elas. É uma forma de não perder a umidade, também, pois assim elas fecham os “poros” das folhas. Plantas que apresentam o atributo contrário têm folhas persistentes (espécie perenefólia).

    Esses tipos de plantas são plantas que perdem suas folhas durante longas estiagens, e a maioria ficam em florestas ou lugares de muita mata.

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    As plantas

    folhascaidas
    As plantas nascem, alimentam-se, respiram, crescem e reproduzem-se. A maioria das plantas possui um atributo especial: produz o seu próprio alimento. As plantas podem ter características muito diferentes considerando o local onde vivem. As que vamos explorar são formadas por raiz, caule, folha, flor, fruto e semente e correspondem à maioria das plantas – cerca de 80%.

    A raiz cresce normalmente debaixo da terra. Serve para a planta se fixar ao solo e para absorver água e nutrientes.

    O caule, na maioria dos casos, cresce acima da terra. Nele estão inseridas as folhas e as flores. O caule ajuda no suporte da planta, no transporte da água e dos nutrientes, na reserva de alimentos e no crescimento.

    As folhas são as fábricas onde a planta produz o seu alimento. Para que estas fábricas funcionem é preciso da luz do sol. Enquanto as plantas produzem o seu alimento libertam um gás, o oxigênio.

    As flores são muito importantes para as plantas se reproduzirem e formarem outras plantas iguais a elas.

    Os frutos formam-se após a polinização das flores. No seu interior vão crescer as sementes. A polinização pode ser ajudada pela água, pelo vento ou por animais (abelhas, moscas, pássaros…).

    As sementes quando caem na terra “acordam” e originam um pequeno rebento que irá dar origem a uma nova planta. As sementes, tal como as raízes, os caules, as folhas, as flores e os frutos, podem ter forma, cor, textura e tamanhos muito diferentes. Algumas plantas não formam flores nem sementes, por exemplo, os fetos e os musgos. Nestes, as plantas reproduzem-se através de esporos, que são ainda mais pequeninos do que as sementes.
    Dependendo da estação do ano, as folhas também podem mudar de cor. Isso ocorre por causa de alguns fatores como a intensidade de luz, a umidade, a temperatura. Alguns tipos de plantas deixam cair as folhas em determinadas épocas do ano.
    As folhas possuem uma substância chamada clorofila, que dá a cor verde aos vegetais.
    A maioria das folhas são verdes, embora existam as que são vermelhas, amarelas, marrons. Essas folhas apresentam outras substâncias além da clorofila, que lhes oferece outra cor.
    Essas folhas que caem não são perdidas. Você se lembra sobre o que acontece com as folhas mortas que caem no chão?

    Elas são atacadas pelos microorganismos do solo fazendo com que se decomponham, passando a constituir uma camada da terra chamada húmus – folhas mortas e matéria animal em decomposição – é fundamental para a qualidade do solo.
    É no húmus que as plantas encontram as substâncias necessárias à sua vida.

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    herbacea

    São plantas com caule não lenhoso ou semi-lenhoso de porte variado, podendo adquirir a altura e os efeitos de um arbusto. Podem ser plantadas em locais de sombra ou não. Podem ser perenes e anuais. Possuem a função de ornamentar, substituir os arbustos em locais sombreados, e dependendo da cor ou textura de suas folhagens ou floração serve como contraste ou ponto atrativo.

    Morrem completamente no fim da temporada de crescimento ou quando floresceram e frutificaram, e então crescem de novo da semente.

    Geralmente nunca ultrapassando os 2m de altura. As que a seguir são descritas são todas vivazes.

    Hortenses – Hydrangea macrophylla
    Agapantos – Agapanthus praecox Willd
    Acantos – Acanthus mollis L.
    Canas - Cannas (Hybrids)
    Jarros – Arum italicum Miller.
    RosaRosa sp.
    Foguetes – Kniphofia uvaria (L.)Hook..
    Malmequer – Crysanthemum pinnatifidum l. f.
    Boninas – Calendulla officinalis L.
    Obs.: Planta utilizada em medicina desde a Idade Média pelas suas propiedades anti-sépticas e cicatrizantes.
    Sardinheira – Pelargonium zonale L.
    Obs.: Planta de ornamentação rica em espécies e variedades, quer em canteiros quer envasadas.

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    Planta lenhosa, ou simplesmente lenhosa, é a designação dada às plantas que são capazes de produzir madeira como tecido de suporte dos seus caules. Os tecidos lenhosos ocorrem em plantas vasculares dotadas de um caule perene localizado acima da superfície do solo. Tipicamente, tais caules são recobertos por uma camada de espessa de casca, em geral terminando exteriormente por um ritidoma. Estes caules mantêm acima do solo o crescimento vegetativo contínuo da planta.

    Uma planta perene com caule lenhoso verdadeiro contém madeira, um tecido primariamente composta por estruturas de celulose e de lenhina, que dá suporte ao sistema vascular responsável pelos movimentos de água e de nutrientes desde as raízes às folhas e de açúcares (fotosintatos) desde as folhas ao resto da planta.

    A maioria das plantas lenhosas, que geralmente assumem a forma de árvores, arbustos, cactos ou trepadeiras perenes, forma novas camadas de tecido lenhoso em cada estação de crescimento, incrementando paulatinamente o seu diâmetro de tronco pela deposição de anéis anuais de nova madeira. Esta deposita-se nas partes exteriores do caule debaixo da casca, formando novo xilema.

    Nas plantas lenhosas, a camada dermal foi modificada para proteger o tecido vascular, formando uma cobertura de tecido morto mais ou menos espessa, geralmente chamado ritidoma.

    Em algumas monocotiledôneas, como as palmeiras e os dragoeiros, incapazes de produzir madeira no sentido literal do termo, ainda assim formam tecido lenhoso sob a forma de alburno produzido em feixes de células meristemáticas no interior do tronco. Nas palmeiras, o tecido lenhoso forma-se no centro do caule.

    Embora não sejam muito comuns, algumas plantas anuais formam tecido lenhoso no seu único ano de crescimento, morrendo no final da estação de crescimento. Tipicamente estas plantas produzem caules herbáceos sem tecido morto de recobrimento, pelo que as ervas lenhosas não têm casca no sentido mais comum do termo, embora desenvolvam caules fortes com feixes vasculares. Neste tipo de plantas estão espécies como a Uraria picta e outras da família das Poly gonaceae. Essas ervas não são verdadeiramente lenhosas, mas têm tecido lenhoso densamente agrupado em feixes ao longo dos seus caules.

    Outras plantas herbáceas, como as pertencentes ao gênero Cycas, têm um tecido lenhoso chamado caudex, um tecido de condução vascular engrossado. A presença de caudex é frequente em espécies provenientes de habitats montanhosos o secos, nos quais algumas plantas xerófitas arbóreas acumulam caudex até formar um tronco lenhoso forte.

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    Fuchsias

    As plantas precisam de luz, água, solo e temperatura adequada para vicejar. Luz e calor são fornecidos pelo Sol, cuja energia é também utilizada na fotosíntese para a produção de alimentos. A água, junto a nutrientes e minerais essenciais, como nitrogênio, potássio e magnésio, é obtida do solo através das raízes. A água também é usada na fotosíntese e gera um aumento gradual de pressão de dentro da célula da planta, denominada pressão de tangência. Sem isso, as paredes celulares se romperiam, a planta murcharia e, mesmo, morreria.

    Fotossíntese. A fotossíntese é o processo pelo qual as plantas utilizam a anergia solar para combinar substâncias simples, disponíveis ao seu redor, em alimento.

    O principal agente desse processo é o pigmento verde, a clorofila. Essa substância é encontrada nos cloroplastos. A clorofila absorve a energia luminosa do Sol, que é então usada para juntar a água do solo e o dióxido de carbono do ar para produzir uma substância açucarada denominada glucose. O oxigênio é liberado na atmosfera como um subproduto. Quase todo o oxigênio atmosférico é gerado através da fotossíntese.

    Oxigênio. O ar com oxigênio deixa a folha. A água é puxada para dentro da folha por meio de vasos. O ar com dióxido de carbono entra na folha através de aberturas denominadas estômatos.

    Folhas. As folhas guardam a maior parte da clorofila usada na fotosíntese. Elas também regulam a perda de água por meio de aberturas denominadas estômatos, que são encontradois principalmente no seu lado inferior. Os estômatos abrem-se e fecham-se em resposta à necessidade de liberação ou retenção de água.

    Caule. Quase todas as plantas possuem um sistema de vasos conhecido como tecido vascular, que transporta água e nutrientes por toda a planta. Há dois conjuntos distintos de vasos. Vaos de xilema e vasos de floema

    Vasos de xilema. Água e minerais dissolvidos são transportados da raiz para as folhas ao longo dos elementos condutores. Um material denominado lingina reforça os vasos, tornando-os fortes e à prova d’água.

    Vasos de floema. Alimento e aminoácidos, que são produzidos nas folhas, são transportados para cima e para baixo, no caule e nas raízes, por vasos de floema.

    Nódulos. Algumas plantas possuem protuberâncias semelhantes a nódulos em suas raízes, que contém bactérias que podem absosver e converter-fixar-o nitrogênio atmosférico em amônia(NH3), que a planta utiliza na formação de nitratos e aminoácidos.

    Raízes. Um conjunto de raízes fixa a planta ao solo. as raízes também absorvem água e minerais essenciais do solo e podem acumular nutrientes. Variam muito em tamanho e número, dependendo do tamanho da planta e das condições sob as quais ela se desenvolve.

    Flor. A flor é a unidade de reprodução das plantas que produz e abriga as células sexuais vegetais(gametas). Algumas flores produzem células sexuais masculinas e femininas. Já outras plantas possuem flores femininas e masculinas separadas, na mesma planta ou em plantas diferentes.

    Antera. Parte superior do estame, onde se produz o grão de pólen

    Pólen. Gametas masculinos ou células sexuais são encontrados nos grãos de pólen

    Estilete. Pedúnculo que sustenta o estigma. O conjunto de estigma, estilete e ovário é denominado carpelo.

    Ovário. Gametas femininos ou oosferas são encontrados no ovário.

    Dispersão de sementes.
    Ocorrida a fertilização, as sementes são então produzidas e precisam sair da planta-mãe para germinar, crescer e colonizar novas áreas. Um grupo de agentes auxiliam-nas nessa tarefa:

    Vento. Sementes leves, com para-quedas plumosos, como as do dente-de-leão, captam o vento e podem ser levadas a longas distâncias. Sementes com “asas” e superfície de sustentação, como as do falso pântano e da fila giram no ar.

    Animais. Sementes com ganchos, como as de bardana, se agarram aos pelos dos animais. as sementes dos frutos dos frutos ingeridos por animais passam, em geral, incólumes por seu intestino. Quando liberadas, já se encontram a uma boa distância da planta-mãe.

    Mecanismos explosivos. Algumas vagens são projetadas para explodir quando maduras, espalhando as sementes por toda parte-como a giesta.

    Mecanismos do tipo “pimenteira”. Plantas como a papoula possuem uma cápsula perfurada como uma pimenteira. As sementes se espalham quando balançadas pelo vento.

    Água. As plantas que vivem na água podem valer-se de correntes ou marés para distribuir sementes. Elas precisam flutuar e ser à prova d’água-como os cocos , por exemplo.

    Polinização
    Quando o pólen é transferido das anteras para o estigma, uma excrescência do grão de pólen, o tubo polínico, atravessa o estilete até o ovário. Os gametas masculinos descem pelo tubo para fertilizar as coosferas no interior do ovário.  A autopolinização ocorre quando tem-se o pólen de uma mesma planta.A polinização cruzada se dá quando o pólen é de uma planta diferente. Em certas flores que possuem órgaos masculinos e femininos, poede ocorrer a autopolinização cruzada, mas algumas possuem mecanismos que evitam a autopolinização. Geralmente o pólen é levado pelo vento ou pelos animais, como as abelhas.

    Pelo vento. O pólen levado pelo vento tende a ser muito liso e leve, para ajudar a flutuação no ar. A maioria das gramíneas conta com o vento para transportar seu pólen, assim como muitas árvores.

    Pelos animais. Os animais polinizadores são, em geral, invertebrados ou pequenos mamíferos. Este pólen é comunmente grande e desuperfície áspera, o que ajuda na adesão ao corpo do polinizador. O pólen é recolhido e depositado quando o animal visita sucessivas flores. Estas atraem polinizadores em potencial com suas cores, seu formato, aroma ou a promessa de néctar.

    Plantas de regiões áridas
    Plantas que vivem em lugares secvos, em geral, desenvolve raízes longas para alcançar a água localizada no fundo do solo. Ptrecisam também estocar a água quando conseguem obtê-la. O vapor d’água se esvai através de poros microscópicos das folhas, conhecidos como estômatos, pela transpiração. Para limitar a transpiração, as plantas de regiões áridas em geral possuem uma ou mais das seguintes características:

    - Menos estômatos, o que limita a quantidade de água perdida.

    - Estômatos que fecham durante o dia e abrem à noite, quando não há Sol.

    - Uma cutícula de cera na superfície da folha, que reduz a perda d’água.

    Ausência de folhas. Plantas sem folhas, como os cactos, possuem uma área de superfície menor, onda a transpiração pode ocorrer.

    Folhas e caule carnosos. Os cactos e as plantas suculentas acumulam água nesses órgãos.

    Plantas de areia seca. Com folhas coriáceas, rígidas ou espinhosas, e adaptações a solos pobres em nutrientes, têm um cresspúsculo lento e em geral são resistentes ao fogo.

    Beleza do deserto. O cacto palmatória possui características que o ajudam a reter água.

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    Multiplicação Vegetativa no morangueiro

    • Muda – material de propagação vegetal de qualquer gênero, espécie ou cultivar, proveniente de reprodução sexuada ou assexuada, que tenha finalidade específica de plantio.
    • Muda-de torrão – muda com as raízes envolvidas por porção de terra devidamente acondicionada.
    • Muda-de-raíz-nua – muda com raízes expostas, devidamente acondicionadas.
    • Viveiro – área convenientemente demarcada para a produção de mudas.
    • Viveiro a céu aberto - área livre demarcada para o plantio de mudas.
    • Viveiro rústico – com cobertura e laterais protegidas com material rústico (folhas de palmeiras etc.)
    • Planta matriz – planta original com bons atributos genéticos de onde se extrai as hastes (garfos e borbulhas) para a propagação vegetativa.
    • Propagação vegetativa – processo de reprodução assexuada.
    • Produtor de mudas – pessoa física ou jurídica que produza sementes ou mudas por meio de semeadura ou plantio, assistido por um responsável técnico.
    • Enxertia – método de propagação vegetativa para substituição da copa de uma planta visando a melhoria genética.
    • Porta-enxerto ou cavalo – parte da enxertia que fornece as raízes,
    • Enxerto ou cavaleiro – parte superir da enxertia que force a copa.
    • Clone – planta ou conjunto de plantas genéticamente iguais à planta matriz.
    • Estaquia – método de propagação vegetativa pelo enraizamento de estacas.
    • Estaca – parte caulinar(pedaços do caule) usada para enraizamento.
    • Alporquia – processo de multiplicação de plantas por enraizamento dos ramos antes de serem destacados da planta matriz ou planta-mãe.
    Pé-franco – muda obtida de semente, estaca ou raiz, sem o uso de enxertia.
    • Muda-de-raíz-nua – muda com raízes expostas devidamente acondicionadas.
    • Muda-de-torrão – muda envolvida por porção do solo devidamente acondicionada.
    • Muda seminal – originária de semente.
    • Muda clonal – originária de um clone.

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