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Posts para categoria ‘Bordaduras’

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O lírio-do-vale, também conhecido por lírio-do-brejo, convalária, lírio-convale e lírio-de-maio, é um planta rizomatosa e de pequeno porte, alcançado cerca de 25 cm de altura. É uma planta originária da Ásia e Europa e pertence à família Ruscacee.

Seu rizoma é horizontal, espesso e responsável pelo espalhamento da planta. As folhas crescem aos pares, elas são muito largas, lisas, brilhantes e apresentam forma oval. Sua disposição ereta e sua leve concavidade facilitam o rápido escoamento da água até as raízes da planta.

As florzinhas brancas, delicadas e perfumadas despontam pendentes em inflorescências eretas. Estas flores são cerosas, em forma de sino e formam-se na primavera.

Ricas em néctar, elas são muito atrativas para as abelhas. Os frutos que se seguem à polinização são bagas pequenas e vermelhas, com sementes duras.

O lírio-do-vale é uma planta apropriada para canteiros e bordaduras em locais sombreados, da mesma forma que torna-se uma excelente forração onde a grama não vegeta por conta da umidade e da sombra.

É uma planta muito rústica e exige pouquíssima manutenção depois de bem estabelecida. Pode ser plantada em vasos, jardineiras ou como flor-de-corte, para a confecção de buquês.

convallaria-majalis-var.-rosea-1Convallaria majalis ‘Rosear’

Convallaria majalis ‘Aureo-variegatum’Convallaria majalis ‘Aureo-variegatum’

Convallaria majalis ‘‘Prolificans’Convallaria majalis ‘Prolificans’

Convallaria majalis 'Variegata'Convallaria majalis ‘Variegata’

Ocorrem ainda variedades como: ‘Rosear’ (de flores rosadas), ‘Aureo-variegatum’ (de folhas verde-amarelas), ‘Prolificans’ (de flores dobradas) e ‘Variegata’ (com folhas verdes de listras brancas). Esta planta pode se tornar invasiva em algumas situações.

Das flores do lírio-do-vale extraem-se essências utilizadas na indústria da perfumaria. Já a indústria farmacêutica aproveita a planta inteira na fabricação de medicamentos indicados para doenças cardiovasculares.

Seu cultivo deve ser à meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não aprecia adubações químicas.

A poda das folhas no final do inverno estimula a renovação da folhagem. É uma planta tolerante a pequenos períodos de estiagem e aprecia o clima ameno.

janela azul

botão-de-ouro (Medium)

O botão-de-ouro é um planta florífera, nativa do Brasil e pertence à família Asteraceae, a mesma das margaridas. Sua folhagem é muito bela e compacta, com folhas de coloração verde-clara e margens denteadas.

As inflorescências são solitárias, pequenas, com corola e centro de coloração amarelo-ouro. A floração se estende durante o ano todo, mas é mais abundante na primavera e verão.

O porte da planta é de pequeno porte, cerca de 40 cm de altura, o que o torna apropriado para a formação de bordaduras, canteiros e maciços.

Unxia-kubitzkii

Pode ser cultivado em vasos e jardineiras também, conferindo graça e beleza campestre ao jardim. É uma planta muito rústica, resistente às doenças.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, num solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. As adubações semestrais devem ser com NPK 4-14-8 líquido, na primavera / verão,  ou fertilizantes orgânicos garantem uma intensa floração.

Plantio
Para obter melhores resultados e ter um belo efeito, é recomendável preparar o canteiro onde será cultivada, com uma camada de, pelo menos, cinco centímetros de composto orgânico misturado com a terra do local, acrescentando 2 kg de esterco curtido e 250 g de farinha de ossos por m².

As mudas podem ser plantadas fazendo estacas-ponteiro sem raiz, de 6 ou 7 cm de comprimento, usando 25 unidades por m², isto é, plantando-as a cada 20 cm  de modo triangular, para obter rapidamente uma densidade alta.

botao-de-ouro-unxia-kubitzkii

Os primeiros quinze dias as mudinhas precisam de umidade constante até soltarem raízes, e as regas devem ser feitas na forma de orvalho suave, para não prejudicar a aderência delas no solo onde foram plantadas.

A planta é tipicamente tropical e não é tolerante ao frio e às geadas. Sua multiplicação é feita por sementes e por estacas preparadas em qualquer época. Uma vez  estabelecida, torna-se subespontânea neste local, voltando a germinar anualmente em medos da primavera.

casinha na chuva