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Finalmente você realizou o seu sonho de morar em uma casa. Mais qualidade de vida, num condomino talvez, com o conforto que você sempre quis. E aquele tão desejado jardim! Um gramado… Naquele canto seria ótimo ter uma árvore!

São pensamentos mais comuns do que se imagina e as opções, infinitas. Revistas, livros, cursos e profissionais são fundamentais para se amadurecer uma idéia. Mas no trato diário posterior o que fazer? Ou melhor, o que não fazer?

Isso mesmo, o que não fazer, pois às vezes o excesso de cuidados pode ser ainda mais prejudicial do que a falta dele.

Aí vão algumas dicas, então, do que não fazer
* Não se deve adubar o jardim no final do verão, principalmente se você mora em regiões frias, sujeitas à geadas. A razão é simples: quando fertilizamos uma planta, enviamos uma informação para que ela cresça e se desenvolva.

Esse broto ficará sujeito a temperaturas baixas e ventos frios, correndo o risco de se danificar. Além disso, é o período que a planta está se preparando para descansar, depois de vários meses se desenvolvendo.

* A grama sim deve ser adubada. Especialmente para as que se desenvolvem em climas quentes, devemos evitar a adição excessiva de nitrogênio. Para aquelas em climas frios, podemos proteger o gramado, fazendo uma cobertura com solo.

* Não devemos podar o gramado muito baixo. Além de prejudicar o crescimento da grama, ainda proporcionamos o crescimento de ervas daninhas.

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* Não devemos estaquear as mudas de árvores pensando em orientá-las a crescer retas, verticais. Os tutores servem mais para sinalizar e protege-las de danos e quebras. As árvores seguirão sempre em busca do sol e da luminosidade, com ou sem estacas.

* Não ande sobre os canteiros, ou pelo menos, pise somente o necessário. Defina bem os caminhos, pois, ao pisarmos no solo, este fica compactado e prejudica o crescimento das plantas.

* Não trabalhe muito o solo. Algumas pessoas acreditam (erroneamente), que um bom solo é aquele bem fininho, homogêneo. Na verdade, quanto mais diversificada a matéria do solo melhor.

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* Um solo muito homogêneo se compacta muito fácil. O ideal é que ele tenha bastante matéria orgânica para que possa ter uma boa drenagem e se mantém úmido por mais tempo, além de fornecer mais nutrientes às plantas.

* Não use agrotóxicos. Antes de chegar a este extremo, existe uma infinidade de opções para se combater pragas e ervas daninhas. Para cada tipo de ataque temos um contra ataque que não terá efeitos colaterais, não contaminará o solo e não prejudicará o meio-ambiente nem sua família.

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Margarida-do-cabo

Poucas coisas trazem tanta vida para um ambiente quanto as plantas. Até que, de repente, sem que você faça nada errado, suas espécies começam a murchar ou aparecem manchas estranhas.

Talvez elas precisem de um novo vaso, um pouco mais de sol ou estejam sofrendo com pragas. Descubra como fortalecer a saúde das suas plantas com alguns truques básicos:

Talvez elas precisem de um novo vaso, um pouco mais de sol ou estejam sofrendo com pragas. Descubra como fortalecer a saúde das suas plantas em 6 truques básicos:

1. Trocar de vaso
Mover a sua plantinha tristonha para um novo vaso pode fazer uma grande diferença. O principal é escolher um vaso maior do que o anterior, com cerca de 3 centímetros a mais na largura. Isso pode ser suficiente para fazer as raízes crescerem mais fortes.

2. Alimente-as melhor
As plantas também precisam de alimentos saudáveis. Que tal turbinar aquela terra antiga com uma mistura de adubos naturais de extrema qualidade? Vale usar borra de café, leite e cascas de ovo e de frutas, por exemplo.

3. Com sol, mas nem tanto
Nós sabemos que o sol é importante para grande parte das plantas, mas quando a sua espécie já se encontra fragilizada, ser exposta diretamente ao sol forte e muito quente pode só piorar as coisas. Até que ela se recupere, aposte no sol indireto e por um curto período do dia – de preferência pela manhã.

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4. Não exagere na água
Um dos erros mais comuns entre os jardineiros de primeira viagem é manter a frequência de regas igual durante o ano todo. O problema é que a quantidade de regas está diretamente ligada à incidência de sol, que pode ser drasticamente reduzida durante o outono e o inverno.

Vale a regra: finque o dedo na terra para sentir a necessidade e coloque água somente se ela estiver seca. Tome cuidado com a água em demasia para evitar o aparecimento de fungos e o apodrecimento das raízes. Outro cuidado válido é regar pela manhã, para que as espécies façam o degelo, evitando a queima das folhas.

5. Crie o efeito de uma estufa
Algumas espécies podem precisar de um ambiente mais úmido, como uma estufa. Para criar esse efeito individualmente na sua plantinha você pode colocá-la dentro de um saco plástico (sem apertá-la, claro). Mantenha assim por 4 ou 5 dias e veja se ela reage.

6. Elimine as pragas
Se as folhas ou o caule da sua planta estão manchados ou parecem fracos, as famosas pragas podem ser o problema.

Desequilíbrios térmicos, insolação ou ventilação inadequada, excesso ou escassez de água, uso de tesouras mal esterilizadas e lixo acumulado abrem caminho para a proliferação de lesmas, cochonilhas, pulgões, caracóis e formigas.

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